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Inscrições abertas para 2º edição do prêmio EDF Pulse no Brasil

O Grupo EDF abriu inscrições para a 2ª Edição do Prêmio EDF Pulse Brasil, que vai reconhecer projetos inovadores de empresas e startups nacionais que contribuam para os desafios das cidades e indústrias. O EDF Pulse Brasil 2021 vai oferecer dois prêmios de R$ 20 mil, um para cada categoria – Smart City e Smart Factory. Cada vencedor poderá apresentar a sua iniciativa às equipes da EDF Pulse Croissance, o fundo de investimento e incubadora do Grupo EDF. Além disso, caso alguma inovação seja de interesse das empresas do Grupo EDF no Brasil, haverá a possibilidade da realizar uma parceria para o desenvolvimento do projeto. As inscrições do prêmio vão até 8 de janeiro de 2021 pelo site http://www.edf.fr/pulse-brasil, e a cerimônia de premiação será realizada em evento 100% digital em março de 2021.

As empresas do Grupo promoverão um webinar para apresentação do prêmio e esclarecimento de eventuais dúvidas. O encontro virtual será no dia 10 de novembro, às 14h, pelo link http://www.youtube.com/watch?v=bfNLhP9mmI8

Estão habilitadas a concorrer pequenas empresas e startups, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 colaboradores, que podem ter sociedade com empresas de até 500 pessoas. Para ser elegível, o projeto também precisa estar em nível avançado de desenvolvimento: contar com um protótipo, já ser comercializado ou estar na fase pré-marketing.

Os projetos serão avaliados por um júri de especialistas e executivos do Grupo EDF a partir dos seguintes critérios: qualidade e robustez da solução; impacto e progresso para a sociedade; sustentabilidade do modelo do negócio; e a equipe (visão, complementaridade, experiências, habilidades).

Na 1ª edição do Prêmio Pulse Brasil, que ocorreu no ano passado, os vencedores foram: HVEX na categoria Smart City ao possibilitar a gestão ativa de energia para grandes consumidores, como redes comerciais e indústrias e Pix Force na categoria Smart Factory, que desenvolveu uma solução baseada na visão computacional para inspeção das linhas de transmissão.

Líder global em energia de baixo carbono, o Grupo EDF promove o Prêmio Pulse desde 2014, com edições na França, Itália, Reino Unido e África. No Brasil, o prêmio é resultado da parceria entre as principais empresas do Grupo no país: Citelum, EDF Norte Fluminense, EDF Renewables e Framatome.

2º EDIÇÃO DO PRÊMIO EDF PULSE BRASIL

Inscrições: até 8 de janeiro de 2021 pelo site http://www.edf.fr/pulse-brasil

Podem concorrer: pequenas empresas e startups domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 colaboradores, que podem ter sociedade com empresas de até 500 pessoas.

Categorias: a) Smart City (R$ 20 mil): inovações que transformem cidades e territórios para enfrentar desafios demográficos e ambientais e b) Smart Factory (R$ 20 mil): iniciativas que visam acelerar a convergência entre meios e processos industriais e tecnologias digitais para maior eficiência e novos ganhos na otimização do consumo.

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Como montar um planejamento financeiro

Alexandre Santiago começou a empreender dando aulas de informática e montando computadores, desde então ele deu consultoria, foi professor em diferentes áreas e atuou com administração de empresas. Foi a partir dessa experiência como autônomo que ele despertou o sentimento de cuidar de suas finanças pessoais. “Como minha renda sempre foi muito variável, eu tinha que ter um planejamento financeiro bem definido. Desde os 14 anos, eu já utilizava uma planilha para ter total controle dos ganhos e gastos”, explica.

Ele conta que foi fundamental ter esse planejamento para conquistar seus objetivos financeiros. A paixão pelas finanças foi tão grande que, após ajudar amigos e familiares a organizarem seus orçamentos, ele resolveu seguir a carreira de Planejador Financeiro Pessoal.

Para montar um planejamento, Alexandre explica que o primeiro passo é identificar no orçamento limites. Para isso, é importante estabelecer uma média mensal de gastos nas principais categorias de despesa, como alimentação, transportes, serviços e saúde. Para descobrir esse limite é preciso analisar seu estilo de vida, características de consumo e poder aquisitivo.

Ele também frisa que é importante guardar parte da sua renda para montar uma reserva financeira ou realizar investimentos, pensando no curto, médio e longo prazo. “O ideal é que esse planejamento de gastos por categoria some no total, no máximo, 80% da renda, para que os outros 20% possam ser poupados. Mas, como tudo nas finanças, é preciso avaliar cada caso e perfil”.

Para fazer esse planejamento e garantir que ele será seguido, Alexandre comenta que a disciplina é fundamental. “Você pode anotar em um caderno, no bloco de notas do celular, em uma planilha de Excel ou em um aplicativo de gestão de finanças. Eu utilizo e indico para os meus clientes o uso da Mobills, plataforma que permite definir essas metas e que envia um alerta quando o usuário atinge o limite de consumo pré estabelecido”.

Sabe trabalhar em equipe? Esta será uma das habilidades mais valorizadas pela alta gestão pós-pandemia

Se você não trabalha em equipe ou não tem uma comunicação assertiva, saiba que suas chances de ascensão na carreira ficarão reduzidas. É o que revela o levantamento inédito Habilidades 360°, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel, Page Outsourcing e Page Interim na região. De acordo com a pesquisa, entre as habilidades mais requisitadas e valorizadas pelos líderes de grandes empresas da América Latina figuram o trabalho em equipe (47,5%), inteligência emocional (33,8%), comunicação assertiva (28,8%), domínio de um segundo ou terceiro idioma (36,8%) e de análise estatística (32,7%).

De acordo com a pesquisa, as habilidades comportamentais receberão ainda mais relevância depois da crise, já que são importantes para a evolução dos negócios em momentos de instabilidade. Além disso, ainda segundo o levantamento, competências técnicas transversais – úteis às diferentes áreas da empresa – também serão promovidas entre os colaboradores, utilizando como base o pensamento lógico correspondente a uma nova realidade integrada.

Segundo Gil van Delft, presidente do PageGroup no Brasil, as transformações provocadas pela covid-19 estão redesenhando o olhar do mundo do trabalho. “Gerenciar com a incerteza, adaptar-se rapidamente e entender a mudança como uma constante são os três principais aprendizados que sociedade, organizações e pessoas tiveram que aprender com a pandemia. Então, nunca foi tão importante entender quais as são as habilidades mais demandadas no novo cenário e como recrutar e selecionar esses talentos “, analisa.

Participaram do levantamento, realizado em setembro deste ano, 3 mil executivos de cargos de alta e média gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

Habilidades mais valorizadas em grandes empresas

Entre as habilidades técnicas mais valorizadas por lideranças de grandes empresas da América Latina estão ser bilíngue ou trilíngue (36,80%); ter domínio de processamento de dados (32,80%) e de análise estatística (32,70%). Já entre as habilidades sociais mais valorizadas, estão o trabalho em equipe (47,50%); a inteligência emocional (33,80%) e a comunicação assertiva (28,80%).

“Como reflexo da pandemia de covid-19, essas habilidades serão ainda mais reconhecidas, principalmente as que agregam em diferentes áreas e as que se relacionam diretamente ao mundo virtual, já que os novos modelos de trabalho, como o home office, provocaram a digitalização acelerada de diversos segmentos”, destaca Gil.

Brasil valoriza inteligência emocional; demais países priorizam trabalho em equipe

No Brasil, as habilidades mais valorizadas são a inteligência emocional (42,9%), o trabalho em equipe (38,4%) e a comunicação assertiva (31,1%). No restante da América Latina, a habilidade mais valorizada é o trabalho em equipe, aparecendo com maior destaque na Argentina (62,2%), seguida pelo Chile (55, 1%), Colômbia (50%), México (45,2%) e Peru, com 36,3%.

“O cenário reflete a necessidade dos profissionais saberem equilibrar diferentes emoções em meio a imprevistos e dificuldades dos contextos que podem vir a enfrentar. A inteligência emocional gera um diferencial competitivo, já que favorece um ambiente com menos conflitos e mais racionalidade”, analisa o executivo.

61% dos empregadores da América Latina têm dificuldade em encontrar talentos

As empresas continuam enfrentando muitos desafios na hora de contratar, mesmo com o desemprego em alta por conta da pandemia. De acordo com Gil van Delft, as companhias devem olhar ainda mais para um conjunto de habilidades técnicas e comportamentais para selecionar o talento apropriado, em meio a um cenário em que a escassez de perfis com essas características é uma constante”. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), a demanda por profissionais representa um problema para dois em cada cinco empregadores na América Latina. Entre os países com maior dificuldade em encontrar talentos com as competências comportamentais necessárias, estão a Argentina (76,9%), o Brasil (65,1%) e o Peru (65,5%).

Entre os motivos destacados pelos executivos para encontrarem dificuldades na contratação, 61% dos empresários da América Latina afirmaram que a principal razão para uma vaga ser preenchida é porque os candidatos não possuem as competências comportamentais necessárias para assumir a posição; para 40%, os candidatos não possuem os conhecimentos técnicos exigidos; outros 24% dos empregadores disseram que os candidatos não têm a experiência necessária e 35% relacionaram a dificuldade da área de Recursos Humanos não encontrar o talento certo e o perfil desejado.

Habilidades mais difíceis de encontrar no mercado de trabalho

Na avaliação dos executivos pesquisados, 78% disseram que ter equilíbrio entre as competências comportamentais e técnicas seria essencial, já que permite às organizações lidarem melhor com momentos de crise e incerteza. Para 65%, obter melhores resultados econômicos (65%), enquanto 62% avaliam criar sinergias entre as áreas da empresa e 38,8% serem mais inovadoras (38,8%). No entanto, 80% dos executivos respondentes afirmaram que não contratariam um talento que atenda às competências técnicas, mas não às habilidades sociais exigidas.

Entre as habilidades comportamentais mais difíceis de se encontrar no mercado, estão a inteligência emocional (57%); a comunicação assertiva (42%); a resolução de conflitos(38,8%) e a liderança (33%).

Para reverter o cenário, 52% das empresas estão investindo em treinamentos.

Para desenvolver novos talentos, 52% das empresas da América Latina estão investindo no treinamento de seus funcionários, enquanto 40,4% estão redefinindo o perfil exigido nas vagas e outros 32% estão investindo em melhores processos de recrutamento e seleção para evitar a alta rotatividade devido à contratação de um talento não híbrido.

Brasil é o país da América Latina que mais investe na educação de profissionais

O domínio de habilidades técnicas e sociais durante os processos seletivos é uma estratégia que 64% das organizações na região estão implementando e que lhes permitem avaliar de forma abrangente o quão adequado é um perfil para uma posição específica. Seguindo essa lógica, o Brasil é o país que mais investe na prática, representando 62,4% das organizações. Na sequência, estão a Colômbia, com 60,6%, e o México, com 59,9%.

“A formação e a capacitação são essenciais para garantir que os níveis de rotatividade se mantenham em patamares saudáveis para as empresas e que os colaboradores tenham a integridade necessária para promover as equipes de trabalho e, ao mesmo tempo, entregar os resultados esperados pelos seus níveis técnicos”, diz Gil, do PageGroup.

Brasil lidera a falta de orçamento para desenvolver talentos híbridos

O contexto atual e novas formas de trabalho estão influenciando o dinamismo do mercado. Assim, os modelos de trabalho flexíveis têm maior relevância e o grande desafio da área de Recursos Humanos é investir em contratações mistas, que permitam às empresas terem equipes multidisciplinares e talentos híbridos.

O profissional híbrido é aquele que, ao mesmo tempo em que é especialista em um assunto, acumula habilidades e conhecimentos em diferentes áreas. A multidisciplinaridade está sendo cada vez mais valorizada pelas empresas, principalmente após a pandemia, já que sua atuação agrega valor aos diferentes segmentos que compõem a organização. No entanto, dois em cada cinco executivos dizem que encontrar profissionais com tais características é mais difícil hoje do que há 5 anos. Na corrida para desenvolvê-los, os principais desafios que os executivos enfrentam na América Latina são a falta de orçamento nas organizações (48,7%), a falta de tempo (47,2%) e a falta de programas de capacitação e treinamento nas empresas (36,4%).

No Brasil, o principal obstáculo é a falta de orçamento (60,9%), seguido da Argentina (56.4%) e do México (50,5%). A falta de tempo é o maior empecilho na Colômbia (58,3%) e no Chile (48,9%). Já no Peru, há falta de programas de capacitação e treinamento nas empresas (43,2%).

O estudo ainda aponta que talentos híbridos trazem algumas vantagens competitivas às organizações, destacadas no levantamento, como: lidar melhor com momentos de crise e incerteza (78,7%); obter melhores resultados financeiros (65%); atingir sinergias entre as áreas da empresa (62%); promover a inovação empresarial (38,8%); ter melhor atendimento ao cliente (33%) e adotar novas tecnologias (7%).

Liga Ventures lança estudo do mercado de turismo

A Liga Ventures, plataforma de inovação aberta que facilita e potencializa interações entre startups e empresas, acaba de lançar o Liga Insights Travel Tech, estudo que reúne informações sobre o impacto que a pandemia trouxe ao setor de turismo no Brasil e no mundo, e como as tendências de inovação e tecnologia ajudam na retomada desse mercado.
Realizada em parceria com grandes players do mercado, como ENGIE, STATE, Cargill, Derraik & Menezes e iDEXO, a pesquisa concentrou a opinião de mais de 20 especialistas, empresas, startups e associações do setor, tais como OYO, LATAM, Atlantica Hotels, ABRACORP, CVC Corp., entre outras.

Segundo dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), em abril deste ano houve uma queda de 97% na movimentação global de turistas – queda esta que, em março, já havia sido de 55. Ao todo, a OMT estimou um prejuízo de US$195 bilhões para o setor, entre os meses de janeiro a abril – período considerado como alta temporada para o turismo. No Brasil, o valor chega a R$62 bilhões em perdas, de acordo com a Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Para Raphael Augusto, Head do Liga Insights, em meio ao cenário de crise, a busca por inovação está sendo fundamental para a retomada das atividades no setor. “Durante a pandemia notamos que as empresas que investiram em tecnologia e inovação foram as que conseguiram buscar soluções de maneira mais ágil para tentar contornar a crise que impactou diretamente os negócios. No setor de turismo não foi diferente, e as empresas tiveram que readequar seus planos para sobreviverem e gerarem receita”, explica o head.

O estudo conta também como a experiência de transformação dos últimos anos no setor por conta das tecnologias pode ser agora um facilitador nessa “parada não programada”.

“Muitos dos unicórnios criados nos últimos anos atuam diretamente neste setor e tiveram o seu sucesso pautado na digitalização de processos e facilitação da experiência do cliente. Em um momento de necessidade rápida de retomada, essa visão é quase mandatória para quem procura adequar os seus atuais serviços e produtos e vislumbrar uma perenidade do seu negócio”,”, ressalta Raphael.

Não foi apenas o mercado de viagens que sofreu com o COVID-19. O sistema hoteleiro global também sentiu o impacto causado pela pandemia, que deve seguir, em menor escala, no ano de 2021. Ainda de acordo com o levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo os Estados do Rio de Janeiro (R$ 12,48 bilhões) e São Paulo (R$ 31,77 bilhões) concentram mais da metade das perdas do setor hoteleiro. A taxa de cancelamento chegou a superar os 90% durante os meses de isolamento social.

A discussão sobre a retomada do mercado e os impactos no setor está no estudo que traz listas de startups, entrevistas com empreendedores, cases e análises sobre soluções internacionais e nacionais.

Confira aqui o estudo completo do Liga Insights Travel Tech

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E-commerce no Brasil tem alta de 55,88% nas vendas em setembro de 2020

Mesmo com a gradual retomada do varejo físico, as vendas online continuam em expansão no país. Em setembro de 2020, ao comparar com o mesmo mês do ano anterior, registrou-se alta de 55,88%. O faturamento do setor foi ainda mais expressivo: 66% (usando a mesma base comparativa). Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

“O mês de setembro apresentou um crescimento menor se comparado com os meses anteriores deste ano, onde as medidas de isolamento social estavam mais restritivas. Porém, podemos considerar que o resultado ainda foi extremamente satisfatório para o setor. A expectativa para o final do ano ainda é muito otimista, principalmente para a Black Friday e Natal, onde os consumidores investirão em produtos de maior valor agregado”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Apesar de os brasileiros continuarem consumindo pela internet, ao avaliar a comparação das vendas de setembro com agosto, o índice foi negativo (-9,43). Por sua vez, o acumulado do ano segue positivo: 47,30%.

Ao observar o índice referente às vendas online, por região, de setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2019, a composição ficou da seguinte forma:Nordeste (92,25%), Norte (66,88%), Centro-Oeste (64,42%), Sul (60,19%) e Sudeste (47,58%).

No acumulado do ano, o Nordeste continua na liderança com (74,59%), seguido por Sul (55,37%), Centro-Oeste (47,47%), Norte (44,58%) e Sudeste (41,05%).

Faturamento

A métrica de faturamento, na comparação entre setembro e agosto, também registrou queda (-7,70%). Já o acumulado do ano teve variação positiva: 50,76%.

A composição regional do faturamento, na avaliação entre setembro deste ano frente ao mesmo período do ano passado, o Nordeste segue em primeiro lugar com 101,68%. Na sequência, Norte (91,59%), Centro-Oeste (77,15%), Sul (69,59%) e Sudeste (54,99%).

Por sua vez, no acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (80,22%), Sul (56,66%), Norte (46,39%), Centro-Oeste (46,32%) e Sudeste (43,73%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em agosto, o e-commerce representou 9,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8,4%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 8 de outubro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento,em agosto, ficou da seguinte forma:equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,7%); móveis e eletrodomésticos (24,2%); e tecidos, vestuário e calçados (12,7%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (8,8%);artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,2%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,2%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de julho a setembro de 2020, 17,9% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 0,3 p.p em relação ao trimestre anterior (18,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (11,3%), houve crescimento de 6,87 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelaNeotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

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TIME FOR FUN compra nova plataforma de venda de ingressos

A TIME FOR FUN (T4F) anuncia compra de participação majoritária na IT.Art Tecnologia S.A (INTI), empresa de tecnologia com foco na negociação de ingressos para o setor de entretenimento e cultura.


A INTI

Criada em 2015, a INTI surgiu como uma plataforma de venda de ingressos diferenciada no mercado – além da venda de ingressos, possui módulos de programa de associados (membership) e cadeira cativa (season ticket) para que o cliente possa garantir sempre o mesmo lugar em temporadas de shows e espetáculos. A INTI tem um portfólio de clientes diversificado e qualificado, com foco especial no segmento de cultura (como museus e exposições), feiras e casas de espetáculos.

A INTI proporciona autonomia e eficiência para o produtor – oferecendo uma solução white label, ferramentas de marketing, inteligência de vendas e automação do atendimento, como por exemplo, totens de autoatendimento. E para o fã, ela repensa a experiência do cliente, se inserindo em diferentes pontos da jornada de compra com modelo de venda descentralizada e multicanal.

MAIS UM PASSO EM DIREÇÃO A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DA TIME FOR FUN

Esta transação está alinhada ao planejamento estratégico da T4F que pretende tornar-se mais digital, diversificada, orientada por dados e centrada na experiência dos clientes. Trata-se, portanto, do primeiro passo do processo de consolidação do mercado de tickets e criação de uma plataforma de soluções tecnológicas integradas para eventos.

A integração da solução da INTI nos produtos T4F permitirá capturar ganhos relevantes: ampliar a conversão de vendas online, desenvolvimento de novos produtos digitais para fãs e patrocinadores, aplicação de novas soluções de marketing e capturar ganhos relevantes de eficiência em processos de back-office e ganhar produtividade no atendimento ao cliente com soluções como autosserviço.

Além da aquisição da INTI, T4F também acelera seus esforços de transformação digital em diferentes frentes para captura de eficiência ou aumento de receitas. Entre estes esforços estão: construção de um data lake para uma visão completa e única do cliente; aplicação de analytics no processo decisório da escolha de conteúdo; automações de processos com aplicações de robôs como chatbot no atendimento ao cliente e aplicação de RPAs no back office; redesenho do website e experiência e compra; captura de novas receitas digitais como o streaming de nossos festivais ao vivo em redes sociais ou grandes canais de distribuição; implementação de novos sistemas de CRM e ferramentas de marketing.

“Apesar do grande impacto da pandemia no setor de entretenimento, o momento nos permitiu focar esforços de toda a companhia na transformação digital – seja via aquisições, desenvolvimento interno ou parcerias com fornecedores. Captura de eficiência, economias e novas receitas se torna ainda mais importante nesse momento. A pandemia também está permitindo que aceleremos as aquisições”, diz Rodolpho Meschgrahw, CDO e Diretor de Estratégia e Marketing da TIME FOR FUN.

RELAÇÃO SINÉRGICA ENTRE AS EMPRESAS

Ao se juntar à TIME FOR FUN, a INTI fortalece sua estratégia comercial por se tornar responsável pelos serviços de ticketing de um portfólio de eventos que funciona como vitrine para o mercado, acessar a uma rede de contatos diferenciada e aumentar sua solidez financeira. Adicionalmente, a T4F ajudará a identificar a real necessidade dos produtores de eventos e funcionará como um laboratório para testar diferentes funcionalidades.

“Estamos no mercado a pouco menos que cinco anos e conseguimos capturar a liderança nos segmentos que atuamos. Mas para crescer precisamos agora dar um próximo passo olhando para outros mercados do entretenimento ao vivo, como música, e novas geografias. A TIME FOR FUN além de oferecer acesso a estes mercados, aumenta nossa solidez, acesso a capital e credibilidade”, diz Nicolle Stad, fundadora e Diretora-Presidente da INTI.

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ASICS abre inscrições para programa global de aceleração de startups

A ASICS começou a aceitar novas inscrições para a 4ª edição do ASICS Accelerator Program – seu programa global de aceleração de startups, que aceitará inscrições de qualquer país, incluindo o Brasil, até o dia 16 de novembro.

O tema da pesquisa do ASICS Accelerator Program este ano é a filosofia principal da marca: Sound Mind, Sound Body ™ (Mente Sã, Corpo São). O recrutamento visa captar, principalmente, ideias para produtos e serviços que usarão a tecnologia e a força da ASICS para contribuir em iniciativas com foco em wellness e bem-estar, tanto da perspectiva da mente quanto do corpo, tornando possíveis o estilos de vida equilibrado para mais pessoas, bem como criar um novo valor.

As inscrições para o programa acontecem até o dia 16 de novembro. Após a primeira etapa de inscrição para o programa e uma entrevista de triagem, as startups serão selecionadas para participar do Demo Day – todas as selecionadas poderão consultar os mentores da ASICS para melhorar a eficácia de seus planos de parceria de negócios até o Demo Day.

O Demo Day será realizado de forma online em fevereiro de 2021, e o corpo diretivo da ASICS irá avaliar as apresentações de cada startup antes de tomar uma decisão final sobre a vencedora. Em seguida, serão realizadas demonstrações e realizados planos de parceria de negócios com as startups selecionadas.

No ano passado, quatro propostas de parceria de negócios foram concretizadas a partir do resultado do Programa ASICS Accelerator – com produtos, serviços e conteúdo que contribuíram para oportunidades comerciais em 2020, foram solicitados e testados no mercado. A ASICS desenvolveu em conjunto o sapato inteligente EVORIDE ™ ORPHE, que oferece respostas sobre as mudanças no movimento do pé em tempo real, juntamente com o vencedor do Grande Prêmio no new folk studio, Inc.

À medida que a sociedade e o meio ambiente passam por mudanças rápidas, é fundamental que a ASICS reforce sua pesquisa em tecnologia e também busque ativamente parcerias promissoras para poder oferecer produtos, serviços e um ambiente que contribuam para melhorar as condições de saúde das pessoas, tanto da perspectiva da mente quanto do corpo. A ASICS deseja alcançar um crescimento sustentável por meio de parcerias com startups que gerem valor para a sociedade como um todo, visando um futuro mais sustentável.

Para saber mais sobre o programa e inscrições, acesse http://corp.asics.com/en/ventures/accelerator_program/.

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MCTI e EMBRAPII lançam a maior rede de Inovação em Inteligência Artificial do País

Para potencializar a capacidade produtiva e a competitividade das empresas brasileiras, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), organização vinculada ao MCTI, se uniram e criaram a Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial, a maior de todo o país na área.

A proposta é incentivar o uso de tecnologias de fronteira no processo produtivo da indústria nacional, oferendo um ecossistema de inovação com competências tecnológicas complementares, que contará com recursos não reembolsáveis e centros de pesquisas com infraestrutura e profissionais qualificados para apoiar a indústria a inovar, as chamadas Unidades EMBRAPII. O lançamento da Rede foi oficializado nesta quinta-feira (28) e transmitido pelo link: http://bit.ly/3i994iw

Incialmente, 17 Unidades EMBRAPII vão compor a Rede, compartilhando infraestrutura, competências e recursos humanos no desenvolvimento de soluções em diversas áreas: Machine Learning, Internet das Coisas, Big Data, Analytics, entre outras. Também serão destinados, em cinco anos, R﹩ 70 milhões de recursos à Rede, sendo R﹩ 20 milhões com foco em IA aplicado ao setor automotivo e agronegócio. Os recursos são provenientes da Lei de Informática e do Programa Rota 2030. Como o modelo de atuação da Embrapii prevê o co-investimento do setor empresarial, estima-se que a criação da Rede gere cerca R﹩ 140 milhões em inovações (soma-se aos recursos da EMBRAPII, os valores da contrapartida das empresas e o recurso não-financeiro das Unidades EMBRAPII – como uso de equipamento e pagamento de hora-homem).

Parte dos recursos serão utilizados para desenvolver a competência em Inteligência Artificial dos centros de pesquisas e fortalecer a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e inovação nacional sobre o tema. Também planeja-se aproximar as Unidades EMBRAPII da fronteira internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimento a colaboração recíproca com as principais redes de Inteligência Artificial do mundo, seja na Europa, Israel, América do Norte, entre outras.

Projetos Cooperativos e Pequenas Empresas

Projetos de pequenas empresas e de Startups deeptech, aquelas que possuem alta densidade tecnológica, também estão no foco da Rede. Serão oferecidos recursos não reembolsáveis e suporte técnico-científico em todo o ciclo de desenvolvimento da solução tecnológica, até a chegada do produto ao mercado. Outro desafio proposto pela Rede é intensificar o desenvolvimento cooperativo de projetos entre diferentes empresas. A cooperação pode ser realizada entre empresas que pertencem a mesma cadeia produtiva, buscando gerar novos produtos e processos que beneficiem todo o setor; entre startups e empresas consolidadas no mercado e que anseiam inovar o modelo de negócio, e ainda pouco usual no país, entre concorrentes, modelo em que dividem custos e riscos do desenvolvimento da tecnologia, mas que aplicam como melhor convier a cada uma no mercado.

Inteligência Artificial na Embrapii

Em seis anos de atuação, a EMBRAPII apoiou 136 empresas com o desenvolvimento de 145 projetos que fazem uso de Inteligência Artificial. São soluções para agro, saúde, manufatura 4.0, entre outros setores, que somam R﹩ 196 milhões em investimento. Mais da metade (51,4%) proveniente do setor empresarial. Equipamentos para o setor de serviços responde 22,1% do total de projetos. Em seguida vem a área de Saúde (10,3%) e, em terceiro, equipamentos para aprimorar a produção industrial (9,7%).

Estrutura da Rede

A presidência rotativa ficará sob a liderança do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a vice-presidência a cargo do Instituto Federal do Ceará (IFCE) pelos próximos dois anos. Os pesquisadores das Unidades também vão atuar em três comitês técnicos: Capacitação (que será liderado pelo CEEI/UFCG), que vai reunir ações para capacitar pessoal técnico; o eixo Infraestrutura (liderado pelo Senai CIMATEC), que trata sobre o compartilhamento de equipamentos e competências; e o eixo Certificação (liderado pelo Instituto Eldorado), que permitirá às empresas obterem selos de maturidade para os novos produtos e serviços com Inteligência Artificial embarcada.

Representantes de doze instituições privadas parceiras vão participar do Conselho Consultivo da Rede, que definirá a estratégia e diretrizes de atuação. São elas: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), International Association of Artificial Intelligence (I2AI), Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (ASSESPRO), Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico Nacional e Inovação (P&D Brasil), Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO) e Fórum Brasileiro de IoT.

Modalidades de Fomento

Serão cinco modalidades de fomento:

Projetos “tradicionais”;

O primeiro tipo de projeto se baseia no conceito que, em média, as empresas recebem 33% de aporte financeiro no portfólio nos projetos por parte da EMBRAPII – como é tradicionalmente feito nos projetos contratados pelas Unidades.


2 – Projetos de encadeamento tecnológico, que envolve duas ou mais empresas de diferentes portes para soluções;

A segunda modalidade tem o objetivo de incentivar a colaboração entre grandes empresas com empresas de menor porte, inclusive com startups. Nesse caso, o valor financeiro aportado pela EMBRAPII pode chegar a 50% do portfólio do valor dos projetos desde que ele seja contratado por pelo menos duas empresas e que pelo menos uma delas tenha receita operacional bruta (ROB) igual ou inferior a R﹩ 90 milhões (noventa milhões de reais).


Projeto a pequenas e médias empresas e startups e

O terceiro tipo está voltado para o negócio de menor porte que está arriscando e desenvolvendo novas tecnologias. Pequenas e médias empresas e startups são importantes atores no avanço tecnológico, muitas vezes investindo em tecnologias com potencial disruptivo. Por isso, a ideia é dar um apoio maior a projetos desse segmento da economia. A EMBRAPII, então, irá aportar até 50% do portfólio do valor do projeto de PD&I de empresas que tenham o ROB igual ou inferior a R﹩ 90 milhões (noventa milhões de reais).

Ações complementares com startups – ciclo completo

A quarta modalidade será das ações complementares aos projetos de PD&I de startups apoiando ciclo completo de inovação e do investimento tecnológico que está sendo feito entre a empresa e a Unidade EMBRAPII. O trabalho de ciclo completo será realizado com o objetivo de complementar os avanços tecnológicos obtidos nos projetos de PD&I realizados por empresas e UEs e que tenham recebido o apoio do PPI.Esses projetos receberão o apoio de serviços de assessoria, consultoria, qualificada em inovação, conforme autorizado pelo Decreto 5.906/2006 nos artigos 24 (Incisos II e III e § 2o) e 25 (Incisos IX e X) para empresas startups. O intuito é que essas novas empresas desenvolvam tecnologias com forte conteúdo inovador, muitas vezes disruptivo, possam levar as tecnologias desenvolvidas com o apoio do PPI para o mercado e transformar a inovação em um negócio. Isso porque essas empresas ainda estão em formação, precisam de ajuda para levar seu produto/processo para o mercado ou para se colocarem como uma fornecedora confiável para uma outra empresa. Nesse período pós-covid, em que a economia está frágil e com menor margem para erros, startups podem desenvolver soluções relacionadas a IoT e Manufatura 4.0 que estejam ligadas ao enfrentamento da pandemia ou, ainda, podem aproveitar uma oportunidade de inserção competitiva por conta da mudança do atual cenário.

O objetivo, então, é apoiar outras etapas que estão ligadas à transformação de um projeto de P&D em produtos que cheguem ao mercado, com redução de custos e incertezas das startups em questões como homologações ou certificações, provas de conceito, lote piloto, registro de propriedade industrial, além de pontos relativos à incubação de uma empresa tais como construção do modelo de negócios, gestão da inovação, acesso a mercado, entre outros.

Dessa forma, cabe pontuar as ações que serão desenvolvidos com base na regulamentação do Decreto 5.906/2006, que define o escopo de atividades de P D em que os recursos podem ser utilizados. Em relação aos dispêndios, os projetos também irão obedecer aos itens previstos no Decreto, e que também são permitidos no modelo EMBRAPII, como recursos humanos, materiais de consumo e implantação, ampliação ou modernização de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento. Somente receberá o apoio empresas startups com o faturamento anual de até R﹩ 16 milhões (dezesseis milhões de reais).

Desenvolvimento de competências estratégicas

A última modalidade é a de Desenvolvimento de competências estratégicas. Além do fomento a projetos de PD&I, o presente plano também está direcionado para o desenvolvimento de competências consideradas estratégicas pela EMBRAPII e o Ministério, representado pela SEMPI. A ação tem o foco de permitir que o novo conhecimento e novas capacidades possam ser formadas. O foco é manter as Unidades alinhadas com a fronteira do conhecimento. Por sua vez, o desenvolvimento de competências estratégicas sempre terá o foco de ser utilizado com os projetos de inovação do setor produtivo, nos moldes descritos acima. Com isso, espera-se manter a competência técnica nacional atualizada e apoiando a competitividade das empresas no país.

Micro e pequenos negócios no Whatsapp têm 71% de aprovação do consumidor

A Decode, empresa de client acquisition e dados, analisou a força do WhatsApp no Brasil e seu protagonismo como agente de transformação digital no mercado. Para se ter uma ideia, de 2017 pra cá, por exemplo, o número de usuários únicos que usaram a API do aplicativo no país saltou de 500 mil para 38 milhões (7.440% de crescimento em apenas três anos). Os números e insights desta análise foram reunidos no estudo Revolução WhatsApp – Transformação Digital e o “jeitinho” brasileiro de empreender.

O levantamento mostra que, entre as empresas que adotaram o Whatsapp como canal de relacionamento, as micro e pequenas contam com um sentimento positivo em 71% das menções. No caso das grandes empresas analisadas, a polaridade se inverte, com 58% de menções negativas.

O distanciamento social ampliou o uso do aplicativo como canal de relacionamento com o cliente, sendo que a linguagem corrente neste ambiente favoreceu principalmente os negócios menores. Entre os diferenciais que favorecem as micro e pequenas empresas, destacam-se a rapidez no atendimento (50%), maior proximidade com o negócio (38%) e facilidade no processo de aquisição digital (12%).

No caso das grandes empresas, as queixas que aparecem no digital se concentram na falta de eficiência no atendimento via Whatsapp (60%) e insegurança no compartilhamento de dados pessoais (28%).

Empreender no Brasil passa, quase que necessariamente, por uma estratégia fluída no WhatsApp. Tanto que o tráfego na plataforma cresceu 97% durante a pandemia, com maior participação justamente entre micro e pequenos negócios.

A Decode elabora soluções de negócios com foco data-driven e maximização de receita. Por meio de sua área Consumer Insights, desenvolve produtos e serviços para compreender fenômenos sociais e o comportamento do consumidor, como este estudo que está disponível para download gratuito no link: http://conteudo.decode.buzz/pesquisa-whatsapp

Reforma tributária já!

Por José Velloso

O ano de 2020 vai passar para a história como o ano da pandemia. Grandes modificações nos costumes e transformações na economia. Será lembrado como um ano de aumento do desemprego, e de relaxamento fiscal por conta do combate aos efeitos deletérios da Covid-19. Mas poderia passar também para a história como o ano da tão sonhada Reforma Tributária no Brasil que fizesse com que a economia brasileira retomasse o rumo do crescimento.

Por falta de acordo e por conta das eleições municipais, a PEC da Reforma Tributária (baseada nas PEC’s 45 e 110) corre grande risco de não ser analisada e encaminhada para votação ainda neste ano. Nós, da ABIMAQ, acreditamos que se o Brasil não votar no tempo mais curto possível essa reforma que trata dos tributos sobre consumo de bens e serviços, perderemos uma chance histórica de melhorar a competitividade de nossa economia e dos setores produtivos.

É indispensável simplificar o sistema tributário, reduzir os custos de administrar os impostos, desonerar os investimentos produtivos e as exportações, tornar automática a compensação ou devolução de créditos tributários, eliminar os impostos não recuperáveis embutidos nos bens e serviços, aumentar o prazo de recolhimento de impostos e contribuições, extinguir regimes especiais e isenções. É importantíssimo obtermos transparência, sabermos quanto estamos pagando de tributos no que consumimos.

Nunca chegamos tão perto da tão sonhada reforma. Apenas para lembrarmos: em 2019, após três décadas convivendo com este manicômio tributário gerado na Constituição de 1988 e de tentativas frustradas, finalmente a reforma tributária começou a ganhar corpo. Presidentes da Câmara e do Senado colocaram como pauta para apreciação dos parlamentares duas Propostas de Emenda Constitucional – PEC 45/2019 da Câmara Federal e a PEC 110/2019 do Senado Federal, ambas tendo como principal aspecto a unificação de vários impostos (federais, estaduais e municipais) em um único tributo sobre o Valor Adicionado (IVA).

Em fevereiro já deste ano foi instaurada a Comissão Mista responsável pela análise e produção de um texto único sobre a Reforma tributária e mais adiante, em julho o debate ganhou novas vozes quando então o poder Executivo, encaminhou ao congresso a primeira etapa da sua proposta de reforma, contemplando a criação de uma CBS – Contribuição Sobre Bens e Serviços em substituição a dois impostos federais, o PIS e a Cofins.  Instalou-se o debate. Tínhamos então o desenho de uma reforma tributária evoluindo aos anseios da sociedade. Embora não sendo a reforma completa, aquela que abranja, para além da tributação sobre bens e serviços, renda, folha de pagamento e patrimônio, mas este projeto estava no caminho correto por atuar nas distorções que a tributação indireta provoca no consumo, onde residem nossos maiores problemas.

Diferente dos países desenvolvidos, no Brasil, temos diversos tributos sobre o consumo e todos eles com uma série de problemas, reflexo de legislações extremamente complexas. Tributos cumulativos, repletos de restrições a créditos, várias legislações complexas e cheias de exceções, entre outros fatores, que trazem como consequência elevados custos de cumprimento de obrigações acessórias, insegurança jurídica, cumulatividade, prejudicando investimentos, competitividade, desenvolvimento econômico e bem-estar social. Sem falar que o sistema tributário é regressivo, ou seja, quem tem menos paga mais. No Brasil quem tem recursos para fazer planejamento tributário não é tributado, ou é muito pouco tributado.

Temos que aproveitar esse momento e essa reforma que por si só pode gerar um crescimento do PIB da ordem de 20% até 2035, segundo estudos. Teríamos a diminuição da judicialização, diminuição do Custo Brasil, simplificação para as empresas e também diminuição da regressividade, ou seja, os pobres vão pagar menos e os ricos, mais. Vamos diminuir a cumulatividade deixando de tributar impostos sobre impostos.

O Brasil precisa virar essa página! Precisamos aproveitar a saída da crise da pandemia do Coronavírus. Não podemos mais postergar as soluções dos nossos problemas. Nossa prioridade deve ser o combate incessante aos itens que compõem a Custo Brasil e a busca da necessária competitividade da economia brasileira.

O Brasil precisa aproveitar esse momento sob pena de gerar  a mesma frustração que tivemos já em duas vezes anteriores na década de 90.

Temos um Congresso que se diz reformista. Portanto mãos à obra. Vamos “tocar” as reformas que estão na fila de espera! Comecemos pela tributária já! Depois a Reforma da PEC Emergencial e a Reforma Administrativa. É disto que o Brasil precisa!!

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ

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Natura lança serviço de compras por voz com Google Assistente

A Natura passa a disponibilizar uma ferramenta de comércio por voz em parceria com o Google Assistente. Por enquanto, a novidade está disponível apenas em smartphone, mas a marca de cosméticos já estuda expandir a novidade para outras plataformas.

Com a ferramenta de voz será possível realizar a busca por produtos, adicionando-os ao carrinho e finalizar a compra por meio do pagamento via boleto. Para iniciar a experiência, basta dizer a frase: “Ok Google, falar com Natura”.

O Brasil é o terceiro país no mundo com mais usuários ativos no Google Assistente. Segundo uma pesquisa realizada pela Kantar para o Google, 37% dos brasileiros usam o Google Assistente pelo menos 3x na semana, sendo que 21% usam diariamente. A ferramenta já está presente em um bilhão de dispositivos (smartphones, TVs, smart speakers) em mais de 90 países. Por enquanto, o serviço está disponível apenas no Brasil, mas já há planos de lançamentos em outros países nos quais a marca mantém operação.

A novidade foi desenvolvida pelo Innovation Lab, equipe da área de Inovação Digital da Natura dedicada a explorar tecnologias emergentes, além de se relacionar com ecossistema de inovação pelo programa Natura Startups. De forma transparente para o usuário, o comércio por voz no Google Assistente realiza as conexões com o e-commerce da Rede Natura através de APIs (sigla em inglês para Aplication Programming Interface ou padrões de acesso para um aplicativo de software) e a ferramenta Dialogflow, uma solução Google Cloud que utiliza inteligência artificial para criar experiências de conversação mais naturais e ricas.

De acordo com o vice-presidente da plataforma de negócios da Natura, Agenor Leão, a solução de comércio por voz deve ser ampliada ainda mais pela marca. “A experiência de comércio por voz é ainda uma ferramenta muito nova tanto para empresas quanto para consumidores. Por isso, nosso foco é seguir ampliando a utilização em nosso negócio, seja acelerando outros caminhos, seja pela criação de novos serviços e experiências para toda a nossa rede e seus diferentes públicos”, explica Agenor.

O vice-presidente afirma ainda que ferramentas ativadas por voz têm diversas vantagens como serem mais simples e rápidas para o ser humano, além de terem potencial inclusivo para diversos perfis de pessoas e não necessitarem do download de nenhum aplicativo para a maioria dos smartphones Android.

Por fim, Agenor Leão ressalta que a jornada da digitalização da Natura é muito mais ampla do que uma relação comercial online. A marca tem feito investimentos contínuos em inovar seu modelo de negócio e já disponibilizou assistentes de voz para outros serviços da marca, como a experiência de Meditação Natura, que pode ser acionado pelo Amazon Alexa e pelo Google Assistente, disponíveis em português, espanhol e inglês.

Consumidores exigem cada dia mais que as marcas foquem em valores e transparência para criar uma conexão com o público

Momentos de crises e incertezas muitas vezes trazem mudanças permanentes na sociedade e seus hábitos. Em 2020, a crise ocasionada pela pandemia de Covid-19 testou os consumidores e as empresas em um ambiente que se transformou rapidamente. A pesquisa “2021 Global Marketing Trends – Find your focus” realizada pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, mostra quais são as sete tendências do marketing que devem ser adotadas para que as companhias enfrentem com sucesso esse período, criando engajamento e conexão com seus consumidores.

“O ano de 2020 está provando que as empresas precisam criar um diálogo e pensar primeiro nos clientes. 25% dos consumidores que participaram da pesquisa afirmam que se afastaram de marcas que, de acordo com sua percepção, estavam agindo apenas por interesse próprio. A confiança e a segurança são primordiais para a saúde dos negócios e, nesse momento, viraram diferenciais competitivos no mercado. As sete tendências do marketing, apontadas pela pesquisa, são um guia para que os executivos quebrem essa barreira de incertezas e tenham uma evolução com uma conexão mais humana, voltada sempre para seus consumidores. Para o mercado brasileiro, essa pode ser uma solução para assegurar a preferência dos consumidores.” diz Guilherme Evans, sócio de Customer & Marketing da Deloitte.

Dados mostram uma grande mudança nas decisões e visões dos grandes executivos e, de acordo com as respostas dadas em maio deste ano, a confiança dos cargos mais altos quanto aos negócios caiu consideravelmente em relação ao ano passado. No entanto, são nesses momentos de incertezas que as pessoas buscam apoio nas marcas, necessitando se sentir representadas e criar uma conexão. Analisando esse cenário, a pesquisa Global Marketing Trends elegeu sete tendências que as empresas devem seguir:

1) Propósito: Ter um objetivo já era importante antes; agora se tornou essencial. Para conseguir sobreviver à crise sem muitos danos, as marcas precisam criar uma conexão com seus clientes e conseguir chamar a atenção de novos consumidores. Por esses motivos, a busca por um propósito é necessária, não apenas para se conectar com seus funcionários, mas também para apoiar a força de trabalho na linha de frente e todos seus outros públicos de relacionamento.


Ter um propósito quer dizer entender o “porquê de a empresa existir” e a quem deve servir. Empresas que são guiadas por um objetivo claro e autêntico, conseguem transformar difíceis decisões em simples escolhas quando guiadas por seus propósitos. A pesquisa mostra que um em cada quatro respondentes presta atenção nas ações positivas das empresas, e que um em cada cinco encara isso como um diferencial para efetuar uma compra e preferências em relação à marca. Entretanto, dados mostram que 66% estavam cientes de ações negativas realizadas pelas marcas e, desses, um em cada quatro se afastou da marca.


Mas o que é o propósito? Ele não é apenas o porquê uma marca vender certo produto ou serviço. Além de ser pensado para o produto final, o propósito articula o motivo da organização existir e é responsável pelo cumprimento das metas e de medir o progresso da empresa.


2) Agilidade: O consumidor foi forçado a mudar seu comportamento drasticamente e muito rapidamente. A crise da Covid-19 fez com que, longe das lojas físicas, a sociedade fosse obrigada a recorrer ao digital e consequentemente, as marcas precisaram se adequar a essa nova necessidade de seus clientes. Foi necessário criar uma estratégia consolidada para gerenciar os canais digitais de forma ágil e prática para atender aos consumidores e lidar com a grande concorrência no mercado. Tudo isso em muito pouco tempo.


Com esse cenário, a pesquisa mostra que 58% dos 2.447 entrevistados conseguem nomear de cabeça pelo menos uma marca que ofereceu uma melhor experiência digital ou se destacou durante esses últimos meses. Os dados mostram também que 66% pretendem continuar com o hábito de utilizar os canais digitais.


Muitos profissionais de marketing estão cientes da necessidade de se destacar e criar processos ágeis de marketing digital. Essa agilidade necessária para as marcas requer organização e conhecimento do cliente. Isso quer dizer que as empresas precisam ter uma visão ampla, mas assertiva das necessidades de seus consumidores, para criar uma conexão. Dados mostram que 67% das marcas aumentaram sua presença nas redes sociais, 57% modificaram suas plataformas digitais para melhor atender às necessidades dos clientes e 49% aumentaram o número de eventos digitais como workshops.


3) A Experiência Humana: Um ponto muito importante nesse momento de crise mundial foi a “experiência humana”. Como gerar uma conexão mais humana no meio do isolamento social? Essa foi uma questão não apenas para as empresas, mas, de um modo geral, para toda a sociedade.
As marcas precisaram pensar em como usar a eficiência tecnológica a seu favor, sem criar um distanciamento dos clientes. É necessário ter uma visão humana para criar uma conexão com seus públicos relacionados. Como os dados mostram, dos quase 2.500 entrevistados, uma a cada quatro pessoas concordou que se afastou de marcas que mostraram agir apenas para interesse próprio. O estudo mostra os quatro pontos que são importantes e que as marcas devem focar para atingir um melhor objetivo: valores, emoções, ações e confiança.


Pensando nisso, alguns números chamam atenção na pesquisa. Entre os 405 executivos respondentes, 33% concordaram ser necessário aumentar o engajamento com os consumidores, 29% disseram ser essencial manter seus melhores talentos e 28% acham importante aumentar as ações voltadas para a sociedade.

4) Confiança: Mesmo que a definição de confiança tenha diferentes significados dependendo do público, uma coisa é certa: quando a entrega não atende às expectativas, a confiança se desfaz. Essa tendência está altamente ligada à tendência anterior, a “experiencia humana”. Quando a marca se conecta com seus clientes e mostra uma empatia e entendimento em relação às necessidades do consumidor e da sociedade, principalmente agora no momento de crise, essas ações geram confiança.

Mas no que as empresas devem prestar atenção para criar essa conexão e gerar essa segurança nos clientes? Dois pontos básicos: o que você promete e o que você entrega. É necessário ter transparência em relação aos produtos e serviços para que os consumidores se sintam representados e satisfeitos.

5) Participação: Quando as empresas se viram em meio a uma crise global que levou a um isolamento social nunca visto antes, foi o momento de olhar para dentro de sua organização e pensar em ações para contornar essa situação. Como engajar seus consumidores? Como criar um diálogo? Mudar a forma como a marca se envolve com seus clientes para melhor responder à crise – essa foi a resposta de 64% dos 405 executivos entrevistados.

O engajamento está se tornando uma estratégia essencial. Os consumidores participam como, embaixadores, influenciadores, colaboradores e inovadores. Um estudo realizado com 7.506 consumidores de quatro países (Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e China) mostra que 56% desses respondentes foram impactados com pelo menos uma atividade digital durante o último ano. Em relação a números, o Brasil segue na frente em participação dos consumidores no engajamento das marcas, com 67% em atividades como: conteúdos desenvolvidos e postados sobre a empresa e divulgação de informações diretas sobre o design de um produto ou serviço. A China passa a frente em relação às formas mais profundas de participação, como conversar online e avaliações sobre as empresas.

6) Fusões: Uma forma de melhorar a relação com o cliente é criar parcerias. As empresas mais disruptivas estão quebrando as barreiras do tradicionalismo para encontrar as melhores formas de atender às necessidades do consumidor. Isso quer dizer “ir direto ao ponto”, dar ao cliente o que ele realmente precisa e deseja. 45% dos executivos concordam que criar parcerias é importante e, em sua maioria, pretendem continuar com esse modelo de negócio mesmo depois da crise.

7) Talento: Ao longo dos anos o profissional de marketing teve de mudar e se adequar às novas necessidades do mercado e à grande transformação digital. O CMO evoluiu de um gestor de marcas para o especialista em pensamento estratégico e impulsionador de receita.

Isso já estava acontecendo, mas a crise da Covid-19 trouxe uma urgência para esse processo de mudança e, de acordo com a pesquisa, 77% dos CMOs estão usando cada vez mais a inteligência artificial para automatizar os trabalhos.

Metodologia da pesquisa

O estudo 2021 Marketing Trends foi produzido a partir da realização de duas pesquisas essenciais para o tema: The Global Marketing Trends Consumer Pulse, que entrevistou 2.447 consumidores de diversos países e idades, e The Global Marketing Trends C-suites Survey, que entrevistou 405 executivos de alto escalão.

Em ano de pandemia, o Marketing Digital pode ser o grande aliado da Black Friday

Por Anna Karina Silva Pinto, diretora de Marketing da Linx

A Black Friday é considerada uma das principais datas comemorativas do varejo brasileiro. Em um ano atípico como esse, em que experienciamos uma pandemia, é natural observarmos a grande transformação digital que as empresas estão passando e o impulso para um comportamento já esperado: a migração total das vendas para o mundo online. Além disso, a crise econômica decorrente desse cenário gerou impactos nos negócios e no comércio, sendo que a grande maioria, de pequenos e médios empreendedores, precisou realizar rápidas adaptações para não encontrar maiores prejuízos.

A grande data do varejo, que neste ano ocorrerá em 27 de novembro, terá como missão, mais do que nunca, reconquistar o espaço e os lucros perdidos ao longo de todo um ano. Tradicionalmente, diversas lojas já contam com a Black Friday como uma forma de esperança para impulsionar o resultado das vendas. Porém, com a impossibilidade de reabertura total do varejo físico, devido às restrições de saúde e segurança, o varejo online certamente dominará a data. Em 2019, segundo dados da Linx, as vendas online cresceram 24% em relação à Black Friday do ano anterior. Dado o momento vivido, este número deverá ser ainda maior em 2020.

Por essa razão, será imprescindível investir em planejamentos e estratégias de marketing digital consistentes. Afinal, o consumidor ainda será impactado, em maior número, por meio das telas. Divulgar com antecedência, espalhar a mensagem do negócio e preparar os clientes, para que saibam que a loja estará presente em peso na Black Friday, será essencial. É o momento de alavancar as redes sociais, propagar e-mails marketing e investir em anúncios patrocinados, que impulsionarão o nome da loja e os produtos e descontos que serão oferecidos. A estratégia é instigar o público a aguardar a data com ansiedade.

Em plataformas como Instagram e Facebook, por exemplo, é imprescindível criar um cronograma de publicações, para que o negócio esteja sempre movimentado e em evidência para os seguidores, relacionando-se com eles de maneira constante, tirando dúvidas e interagindo pelos comentários e mensagens diretas. Além disso, oferecer descontos realistas e próximos da operação já realizada pela loja ao longo do ano fará com que o varejista mantenha a credibilidade e a confiança.

Com o cliente conquistado e esperando o momento para adquirir os produtos, é necessário preparar-se para evitar deslizes e assim, derrubar o planejamento de marketing. Abastecer o estoque para evitar insatisfação dos clientes e falta de produtos logo no início das vendas e investir em um funcionamento impecável das plataformas e lojas virtuais serão pontos cruciais, já que a compra online será a única opção para muitos clientes. A equipe de atendimento precisará estar ainda mais preparada para oferecer uma boa experiência de compra, seja no varejo físico ou digital.

Por fim, o lojista precisará mudar o foco para o pós-venda. A entrega rápida e eficaz também deve ser considerada uma estratégia que demonstrará ao cliente o cuidado e a preocupação com conforto e segurança. A preparação para a Black Friday não pode ser manchada por erros e atrasos excessivos justo ao final da operação. O processo após a data deve se concentrar nas solicitações, dúvidas e reclamações, a fim de gerar fidelização e construção do relacionamento com o consumidor.

As estratégias de marketing também não podem parar por aí. Logo na sequência, datas como a Cyber Monday, na segunda-feira seguinte, e o Natal também movimentam o cenário varejista com descontos, promoções e grandes números de vendas. Manter o consumidor próximo do negócio, recebendo conteúdo personalizado, com base em análise de dados coletados na própria Black Friday, para reverter carrinhos abandonados e converter produtos visualizados, junto de boas – e novas – ofertas, impactará diretamente na qualidade da jornada de compra. Este será um ponto chave para que ele continue buscando esses serviços e opções ao longo de todo o ano.

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Como iniciar uma cultura de CX para a sua startup?

Por Kristen Durham, vice-presidente de Startups da Zendesk.

Se a sua startup ainda não pensou no suporte ao cliente, você não está sozinho. Em pesquisa recente com fundadores e tomadores de decisão de startups, mais de 70% dos entrevistados relataram que não têm uma estratégia formal de suporte ao cliente. E não é nenhuma surpresa. Os fundadores têm muitas prioridades paralelas: desenvolver produtos, arrecadar fundos, estabelecer a adequação do produto ao mercado, montar uma equipe e definir a cultura da empresa, por exemplo.

Embora todos saibamos intuitivamente que uma startup só sobrevive e cresce com a aquisição e retenção de clientes, passar do reconhecimento desse fato para construir uma estratégia formal para atender às necessidades do cliente exige esforço. Não importa em que estágio você esteja, cada decisão de concentrar recursos em algum lugar significa que há menos recursos disponíveis para todo o resto.

Então, quando e como você começa a priorizar os investimentos na experiência do cliente em sua startup? Para embasar essa resposta com dados, analisamos os comportamentos históricos de suporte ao cliente de mais de 4.400 startups que participam da pesquisa Startup Benchmark, e comparamos isso a indicadores externos de desempenho.

Nossa pesquisa encontrou uma ligação clara entre melhores experiências do cliente e crescimento mais rápido. As startups de alto crescimento se movem com mais rapidez e investem mais do que seus pares para atender clientes. A pesquisa mostrou que, em média, as startups de rápido crescimento adicionaram suporte dentro de 10 meses de sua primeira rodada de financiamento. Além disso, as startups de rápido crescimento oferecem mais maneiras de seus clientes entrarem em contato com eles; quase 60% fornecem suporte omnicanal – o que significa oferecer opções de contato por e-mail, chat, centros de ajuda, mensagens e/ou telefone – para ajudar a reduzir o tempo de espera e construir equipes mais eficientes.

As startups de rápido crescimento também aproveitam melhor a tecnologia para seu benefício e, por isso, são capazes de conduzir equipes mais eficientes com melhores resultados. Eles criam centros de ajuda 1,3x mais robustos, utilizam APIs 1,4x mais frequentemente para criar tickets de suporte e usam 2,8x mais automações de fluxo de trabalho em suas equipes de suporte. O resultado final é que essas equipes podem lidar com quase 50% mais tickets por agente do que seus pares, e o fazem em 40% menos tempo. Você sempre pode optar por trabalhar mais, mas não há razão para não trabalhar de maneira mais inteligente.

Cinco etapas para começar

Nossa pesquisa identificou cinco ações nas quais as empresas devem se concentrar para operar como uma startup de rápido crescimento nos primeiros dois anos, em ordem de prioridade:

• Configure uma função de suporte ao cliente que priorize velocidade e conveniência para seus clientes e equipe de atendimento (9 a 10 meses a partir do financiamento);


• Adicione canais ao vivo, como telefone e chat, que são alternativas mais rápidas para e-mail e tickets pela web (12-17 meses a partir do financiamento);


• Lance canais de mensagens, como mídias sociais e WhatsApp, para alcançar clientes nos canais que eles usam em suas vidas diárias (14 meses a partir do financiamento);


• Estabeleça uma central de ajuda ou Perguntas Frequentes e inclua pelo menos 30 artigos que respondam às questões mais frequentes (30 artigos até o sexto mês);


• Apresente pelo menos um novo aplicativo ou integração à plataforma de suporte ao cliente a cada seis meses para aumentar a produtividade do agente de suporte e otimizar os fluxos de trabalho. Isso pode ajudar a manter os tempos de primeira resposta e de resolução entre três e oito horas.

Se você ainda não tem certeza de que é o momento certo para adotar uma plataforma de suporte ao cliente, procure esses gatilhos que os líderes de startups identificaram como os mais importantes para agir: aumento do volume de consultas de clientes, aumento de custos (devido ao aumento de contratação e custos de tecnologia dos sistemas existentes de suporte) ou o lançamento de um novo produto.

Embora não haja uma fórmula mágica para um crescimento mais rápido, nossa pesquisa sugere benefícios claros em fornecer melhores experiências ao cliente. Afinal, clientes satisfeitos são aqueles que sempre voltam e recomendam você para outras pessoas – e isso é sempre bom para os negócios.

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SAP anuncia sistema com Qualtrics para aprimorar a experiência das áreas de Suprimentos

A SAP SE (NYSE: SAP) e a Qualtrics anunciaram o Qualtrics XM for Suppliers, uma nova solução que vai dar às organizações a capacidade de identificar as principais áreas de melhoria em todo o processo da compra ao pagamento (source-to-pay) e assim ajudar a proteger os meios críticos de abastecimento, ampliar a economia de custos, mitigar os riscos e incrementar a agilidade dos negócios.

O Qualtrics XM for Suppliers combina os dados do SAP Ariba, do SAP Fieldglass e das soluções SAP S/4HANA com os insights dos fornecedores em tempo real e baseada em inteligência artificial da Qualtrics, empresa controlada pela SAP.

Em um estudo conduzido pela Oxford Economics e pela SAP, a maioria (66%) dos diretores das áreas de compras e cadeias de suprimentos afirmou que a função de procurement é especialista em mitigar riscos relacionados a fornecedores. No entanto, apenas 51% disseram ser capazes de encontrar rapidamente fontes alternativas de abastecimento e 46% reportaram que ter visibilidade sobre o desempenho dos fornecedores é um desafio. A solução Qualtrics XM for Suppliers ajuda a aprimorar os atuais processos da compra ao pagamento, ouvindo, entendendo e, o mais importante, agindo com base no feedback dos fornecedores em cada ponto de contato.

Segundo João Araujo, vice-presidente de SAP Qualtrics no Brasil, quando as organizações priorizam ouvir, entender e agir de acordo com o retorno das partes interessadas, o impacto nos negócios e o retorno sobre investimentos (ROI) virão naturalmente.

“O Qualtrics XM for Suppliers coloca esse feedback no centro das interações entre compradores e fornecedores e se torna peça integrante da tomada de decisões e da construção dos relacionamentos. As equipes da área de Compras ganham uma visão holística de todo o processo por meio das lentes dos fornecedores e podem fechar rapidamente os ciclos interativos, receber recomendações prescritivas sobre áreas de melhoria e avançar na inovação dos gastos”, explica.

Como líder em experiência do cliente e criadora da categoria Experience Management (XM), a Qualtrics usa sua experiência na nova solução com os principais recursos da Qualtrics XM Platform, como o mecanismo Qualtrics iQ, para oferecer:

Análise preditiva e inteligência – acesso instantâneo ao feedback dos fornecedores e visão sobre os indicadores preditivos para apoiar decisões fundamentadas sobre gastos em toda a empresa.

Fluxos de trabalho automatizados e contínuos – eliminação de brechas na experiência com os processos source-to-pay com planos de ação que não requerem análise adicional e são fornecidos automaticamente às equipes da área de Compras.

Insights em tempo real para embasar a ação – com visibilidade sobre a saúde corporativa dos fornecedores e interações entre os pontos de contato, desde a integração até a recuperação de crises, as equipes da área de compras sabem exatamente onde implementar mudanças e quais etapas seguir.

“Este ano nos ensinou que agilidade e resiliência só podem ser alcançadas se for possível se antecipar às paralisações, incrementar as sinergias com os fornecedores essenciais e saber quando ativar fontes alternativas de abastecimento”, explica Silvio Abade, vice-presidente da SAP Ariba no Brasil. “Isso está ainda mais fácil de conseguir com o Qualtrics XM for Suppliers para soluções SAP Ariba, SAP Fieldglass e SAP S/4HANA”, completa.

O Qualtrics XM for Suppliers ajuda as equipes de compras, finanças e cadeia de suprimentos a:

Proteger os meios críticos de abastecimento e garantir resiliência aos negócios, identificando e mitigando áreas de risco de forma a minimizar os períodos de interrupção e respondendo de forma proativa ao feedback dos fornecedores mais essenciais.

Incrementar a economia comrecomendações e insights baseados em inteligência artificial em todo o processo source-to-pay para ajudar a identificar brechas na experiência na cadeia de suprimentos e influenciar termos de contrato mais favoráveis ​​que afetam o retorno dos negócios.

Inovar com rapidez, aproveitando o feedback captado em todo o processo source-to-pay para promover a colaboração dos fornecedores e usar a expertise deles para identificar áreas de melhoria para os processos.

Nível de automação no Brasil cresce 3% mesmo em ano difícil

Mesmo que 2020 tenha sido um ano bem incomum, empresas brasileiras buscaram a reação às adversidades e investiram em automatizar processos operacionais. Em sua quarta edição, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro indica que empresas, indústrias e consumidores estão mais automatizados em 3% de 2019 para 2020. O estudo comprova ainda que na vertical comércio e serviços o crescimento também foi de 3%. Já na indústria, um setor que já é bastante automatizado, o crescimento foi de 2%.

O estudo, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da empresa de pesquisas GfK, tem como objetivo mensurar o quanto a automação está presente nas empresas brasileiras e na vida do consumidor. O índice é mensurado em um intervalo de avaliação de 0 a 1, sendo 0 a ausência de automação e 1 a representação plena da automação.

Indústria – O método de estudo contempla seis dimensões para as indústrias (Sistemas, Logística, Atendimento, Relacionamento com o Colaborador, Relacionamento com o Cliente e Fábrica), avaliando em cada dimensão como é a adoção de tecnologias de automação. Com leituras por porte e categorias de uso, percebe-se que em um ano as indústrias aumentaram seu índice de automação de 0,275 para 0,305. Em média as indústrias possuem cinco linhas de produção, sendo 68% delas automatizadas. 74% das indústrias possuem um sistema de gestão que controla os setores financeiro, comercial, fiscal, distribuição, produção e RH. Na logística, 82% delas têm o código de barras como aliado para identificar seus produtos.

Comércio e serviços – A taxa de sistemas de gestão em comércio e serviços chega a 58%, sendo que as áreas comercial e financeiro as mais conectadas ao sistema de gestão, com 94% e 95%, respectivamente. A frente de caixa está conectada ao sistema de gestão em 73% dos casos. Entre os sistemas mais usados estão Warehouse Management Systems (WMS), Customer Relationship Management (CRM), Business Intelligence (BI) e intercâmbio de dados (EDI), além da URA Inteligente no atendimento. 22% das empresas do setor já identificam o perfil do cliente.

Consumidor – Com crescimento de 3% entre 2019 e 2020, o acesso à tecnologias pelos consumidores, mostra que 98% deles já possuem telefones móveis, dos quais 85% são smartphones. Nas residências, a cada seis eletrodomésticos um deles já está conectado por meio da internet. Em residências, os itens de automação mais comuns são portões eletrônicos, ar-condicionado, circuito interno de vigilância, alarmes e iluminação automática. O crescimento da adoção de tecnologias pelos consumidores também é impulsionado pelo uso dos relógios inteligentes e a adoção cada vez maior de aplicativos de celular.

Open Day[s]: Ambev, Engie, ArcelorMittal e outras grandes empresas apresentam desafios para startups

Um dos grandes desafios para as startups é conseguir oportunidades para apresentar seus produtos e serviços para grandes empresas. Para promover essa aproximação, o LinkLab, programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), promove nos dias 3, 4 e 5 de novembro a sétima edição do LinkLab Open Day[s], evento de conversas e negócios entre startups e corporates. Ambev, Engie, ArcelorMittal, Koerich, CTG Brasil e, Clamed Farmácias são algumas das empresas confirmadas. As inscrições são gratuitas e estão abertas para startups de todo o Brasil no site https://linklabopenday.com/

Durante os três dias de evento, os participantes terão a oportunidade de interagir com representantes das corporates em salas de bate-papo virtuais ao vivo, esclarecendo suas dúvidas sobre os desafios de inovação. As startups poderão encontrar previamente mais de 50 desafios mapeados pelas corporates no site do LinkLab,  e assim ver em qual deles sua solução pode ser mais adequada. Além disso, uma sala exclusiva ficará disponível para networking (entre startups, parceiros e corporates) e também um espaço da ACATE, no qual os participantes podem conhecer mais sobre a Associação e demais programas e benefícios.

“O LinkLab impulsiona o ecossistema de inovação e tecnologia, acelera o processo de inovação de empresas e facilita a entrada de startups em grandes mercados. Nessa relação, as corporates conseguem atingir seus desafios de inovação com maior rapidez, enquanto as startups têm a oportunidade de conhecer melhor seu mercado e gerar negócios. O Open Day muitas vezes é o primeiro passo de uma parceria de sucesso, um momento único de a startup mostrar que sua solução pode servir para um desafio da empresa”, destaca Silvio Kotujansky, head de Inovação e Novos Negócios da ACATE. 

Inscrições para solução de desafios vão até o dia 8 de novembro

O LinkLab conecta médias e grandes empresas a startups há mais de três anos com o objetivo de solucionar problemas e criar negócios inovadores. O programa está com chamadas abertas para startups se inscreverem na resolução de mais de 50 desafios até o dia 8 de novembro.  As empresas participantes buscam startups para promover inovação aberta e soluções para diversas áreas de negócios, como logística, marketing, data science, relacionamento com clientes, varejo, big data dentre outras.  Na página do LinkLab, é possível conhecer cada uma das corporates e seus os desafios

Para participar no LinkLab Open Day não é obrigatório se inscrever no LinkLab, porém para apresentar o seu pitch posteriormente caso haja interesse de alguma corporate, é preciso estar inscrito. As inscrições para o LinkLab são abertas o ano inteiro, mas é nesse momento que existem mais desafios rodando.

Corporates participantes da Rede LinkLab: AMBEV, ArcelorMittal, Bloco, Catarinense Pharma, CESUSC, CISA, CLAMED, Code7, CTG Brasil, Dimas, Engie, FCDL Santa Catarina, Fort Atacadista, Governo de Santa Catarina, Grupo ND, Koerich, Marisol, Orbenk, Porto Itapoá, Realize, Schulz, SETA Engenharia, Teltec Solutions, Tigre, Unimed Grande Florianópolis, UNIASSELVI, Univen, WEG e Whirpool

Siemens Gamesa tem novo Diretor Geral no Brasil

A Siemens Gamesa anuncia Felipe Ferrés como seu novo Diretor Geral no Brasil, cargo antes ocupado, durante três anos, por Roberto Prida, que, após a conclusão do processo de transição nas próximas semanas, assumirá novas responsabilidades na companhia.

Felipe possui larga experiência no setor de energia e infraestrutura e ingressou na Siemens Gamesa em maio deste ano como Vice Diretor Geral de Onshore no país. Antes, trabalhou na Siemens por cerca de 12 anos, onde ocupou cargos como Conselheiro Estratégico do board global da Siemens Energy, e Gerente Geral da área de geração termoelétrica para Brasil.

Eduardo Brito também passa a integrar o quadro de funcionários da Siemens Gamesa, como Head de Serviços no Brasil. Com 20 anos de experiência em estratégia e desenvolvimento de negócios, ele já ocupou uma série de funções-chave em bancos globais, startups e empresas multinacionais na América Latina.

Apesar dos desafios atuais, as perspectivas de longo prazo para a indústria e para a Siemens Gamesa, como líder global na indústria de energia eólica, continuam atraentes. O marco mais recente no Brasil é o terceiro pedido global da plataforma de última geração da empresa, a Siemens Gamesa 5.X. A turbina mais potente do mercado faz sua estreia na América Latina com um pedido para fornecer 52 turbinas SG 5.8-170 à empresa global de energia AES, totalizando 312 MW, na Bahia.