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Com 290 empresas inscritas nas Rodadas de Negócios, BIG Festival estima movimentar US$50 milhões em 2021

O BIG Festival, maior festival e hub de negócios de games da América Latina, apoiado pelo Brazil Games, o programa de exportação criado pela Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais, ABRAGAMES, em parceria com a Apex-Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, anunciou hoje (14) que já tem 290 empresas inscritas para suas rodadas de negócios.

A plataforma, exclusiva do BIG Festival, conecta empresas com perfis complementares para reuniões de negócios. Ao longo de suas oito edições, o BIG Business Meetings já contou com a participação de mais de 2100 empresas e movimentou mais de US$200 milhões.

“O BIG Festival está presente em todas as frentes de negócios em games. Além de promover investimentos, nossos encontros estimulam a compra de jogos da região e até a compra de estúdios”, afirma Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Brazil Games, “Para esse ano, estimamos movimentar em torno de US$50 milhões, um número expressivo para um ano como 2021 e para uma fase como esta que ainda vivemos no Brasil”, continua.

As reuniões de negócios do BIG Business Meetings colocam empresas desenvolvedoras brasileiras à frente de grandes publishers, como Sony, Microsoft, Nintendo e Epic Games, e em 2021 não será diferente. Destas oportunidades, surgiram diversos cases de sucesso ao longo da história do evento.

Um dos exemplos de negócios gerados no BIG é o jogo Kaze and the Wild Masks, finalista na categoria de Melhor Jogo Brasileiro nesta edição. “O BIG Festival é um dos eventos de jogos mais relevantes do Brasil, e, para nós, o mais importante do qual participamos nestes últimos seis anos de desenvolvimento. Em 2019 tivemos a oportunidade de expor o nosso jogo e ver milhares de jogadores testando o Kaze”, afirma Paulo Bohrer, co-fundador da PixelHive, compositor e sound designer no Kaze and the Wild Masks.

“Além disso, a rede de contatos que fizemos no BIG foi importantíssima para o jogo, pois foi naquele mesmo ano que iniciamos as negociações com a nossa publisher internacional, SOEDESCO; um grande passo que estávamos buscando e que possibilitou o lançamento do Kaze para as diversas plataformas nas quais ele está disponível hoje”, continua Paulo.

Com mais de 60 horas de programação online e gratuita, o BIG oferece palestras de diversos temas do universo dos games, mas para quem está buscando fazer negócios no evento, há alguns destaques:

Como preparar seu estúdio para receber investimentos


Cassia Curran, especialista em investimentos e apoio a estúdios indies por meio do WINGS Fund, discute, ao lado de Rebecca Owen, da Digital Development Management, o que um estúdio deve considerar ao se preparar para receber investimento ou para uma fusão.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 12h30 às 13h00.

Humble Bundle: Black Game Developer Fund


Nesse papo, Justin Woodward, Co-fundador do The Mix, falará sobre o Black Game Developer Fund, um programa anual de US﹩ 1 milhão que visa apoiar os desenvolvedores de jogos negros, ajudando-os a publicar jogos com financiamento, produção e suporte de marketing por meio da publisher Humble Games, da Humble Bundle.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 17h30 às 18h00.

Financiamento indie: conheça a Kowloon Nights


Anlu Liu, Content Manager do Kowloon Nights, Mark Venturelli, CEO e Diretor Criativo da Rogue Snail, uma das empresas investidas pelo fundo, e Astrid Refstrup, CEO e Co-founder da Triple Topping Games, vão bater um papo sobre o Kowloon Nights e financiamento indie. Conhecido como um fundo de investimento especializado em games que já adicionou mais de 40 títulos em seu portfólio, o Kowloon Nights tem mais de US﹩100 milhões em custódia para financiar jogos independentes.
Quando: 7 de maio (sexta-feira), das 11h30 às 12h00.A programação completa do BIG Festival, com mais de 60 horas de conteúdo online e gratuito, contará ainda com grandes nomes do mercado de games como Ubisoft, BioWare e NetEase e será divulgada em breve.

O BIG Festival 2021 acontece entre os dias 3 e 9 de maio e todo o conteúdo do festival será disponibilizado de forma virtual e gratuita, com exceção das rodadas de negócios, voltadas a desenvolvedores, compradores, publishers e investidores internacionais e nacionais.

IBM, Red Hat e Cobuilder lideram a criação da OpenBuilt para acelerar a transformação digital no setor de construção com uma abordagem de nuvem híbrida

IBM, Red Hat e Cobuilder anunciaram hoje uma colaboração global para desenvolver a OpenBuilt, uma nova plataforma projetada para ajudar a conectar com segurança cadeias de suprimentos fragmentadas da indústria de construção. Construída em Red Hat OpenShift e rodando em IBM Cloud, a OpenBuilt oferecerá novas soluções digitais para ajudar a inovar e conduzir projetos de construção mais eficientes, sustentáveis ​​e seguros.

Trata-se de um ecossistema multissetor de cinco parceiros, que desempenhará um papel vital no processo de desenvolvimento junto com a IBM, Red Hat e Cobuilder, incluindo Cemex, EDIN Network, Backe, Sol Services e Element .

Há muito tempo, a indústria da construção enfrenta os desafios de atrasos em projetos, custos excessivos e desperdício de materiais, muitas vezes causados ​​por processos desconectados e atividades e recursos mal coordenados. Empresas em todo o ambiente, incluindo arquitetos, fornecedores de materiais de construção, fabricantes, empresas de construção e engenharia agora estão procurando inovar e acelerar a expansão de sua estratégia digital. Ao se afastar de processos amplamente manuais, a indústria será capaz de explorar maneiras mais eficazes de trabalhar.

A OpenBuilt foi projetada para permitir que empresas em todo o ambiente da indústria global de construção conectem com segurança suas plataformas de tecnologia e soluções digitais atuais a parceiros, fornecedores ou subcontratados em sua cadeia de suprimentos por meio de um único hub de integração. Com base no Red Hat OpenShift, em execução em IBM Cloud, a mais segura e aberta do mercado para negócios, a OpenBuilt visa ajudar a melhorar a comunicação e trocar dados com segurança em toda a cadeia de abastecimento. As empresas terão então acesso às aplicações mais recentes e serviços de provedores de tecnologia para expandir suas plataformas digitais, sem a necessidade de desenvolvimento de software complexo e personalizado.

“O cenário global da construção está evoluindo e requer uma nova abordagem para plataformas de tecnologia em todo o setor, com novos níveis de abertura, inovação e colaboração. Junto com nossos parceiros, estamos criando a OpenBuilt para capacitar a indústria da construção a quebrar seus silos com fluxos de trabalho inteligentes e desempenhar um papel ativo no projeto e na condução de sua própria transformação. Empresas de sucesso em toda a cadeia de suprimentos da construção estão se unindo para abraçar um futuro digital, aproveitando o poder de uma abordagem de nuvem híbrida aberta e adotando novas tecnologias para obter uma vantagem competitiva real. Queremos inspirar outras empresas a se juntar a nós e acelerar a marcha em direção a uma indústria de construção verdadeiramente digital”, disse Jon O’Donnell, Managing Partner de IBM Global Business Services EMEA.

O desenvolvimento colaborativo se concentrará inicialmente em três áreas principais:

• Estabelecer a OpenBuilt usando Red Hat OpenShift em execução em IBM Cloud para permitir que as empresas de construção adotem uma abordagem de nuvem híbrida e conectem sua cadeia de suprimentos. Em seguida, obterem acesso a uma ampla biblioteca de aplicativos pré-integrados de empresas confiáveis ​​e provedores de soluções que operam no ambiente de construção. Para manter uma linguagem técnica consistente, a OpenBuilt usará os modelos de dados do Cobuilder para estruturar todos os dados de uma forma que permita a legibilidade por máquina e a interoperabilidade com sistemas existentes e futuros. Os usuários podem criar e implantar fluxos de trabalho inteligentes por meio de uma interface intuitiva de arrastar e soltar, tornando o desenvolvimento de aplicativos muito mais acessível para a indústria.

• Integração de fornecedores independentes de software para tornar uma variedade de softwares e serviços acessível. As soluções IBM, incluindo Watson, Maximo, TRIRIGA, dicionário KITT de última geração e IBM Blockchain, além de APIs abertas da Salesforce, serão integradas à plataforma durante o desenvolvimento para permitir que os usuários criem funcionalidades em seus fluxos de trabalho inteligentes. As integrações da indústria serão desenvolvidas variando de soluções de Modelagem de Informação de Construção e Digital Twins com 3D Repo, soluções de gerenciamento de projeto digital com Asite e pesquisa de produtos de construção para especificação com SpecifiedBy e conselhos de saúde e segurança baseados em inteligência artificial da Intuety.

• Desenvolvimento de novas aplicações, incluindo uma solução que permitirá às organizações pesquisar, filtrar e classificar dados técnicos de produtos de construção. Isso pode permitir que as empresas encontrem rapidamente materiais com as especificações certas para projetar, construir ou manter edifícios que atendam às diretrizes da indústria, como requisitos de desempenho funcional, de segurança e ambiental. A solução de dicionário de dados da Cobuilder, chamada Define, estará entre as tecnologias fundamentais que permitem o uso de uma linguagem comum dentro dos principais aplicativos iniciais da OpenBuilt.

Impulsionado por um ecossistema

Os ecossistemas são cruciais para impulsionar uma transformação digital. Juntamente com IBM Global Business Services (GBS), Red Hat e Cobuilder, o ecossistema de cinco parceiros se uniu para moldar ativamente a direção da OpenBuilt com o objetivo de transformar o setor de construção. Isso inclui todas as formas de edifícios (residenciais, industriais, comerciais, hospitais, escolas), toda a infraestrutura econômica (infraestrutura de engenharia civil, acima e abaixo do solo) e o espaço urbano e a paisagem entre e ao redor de edifícios e infraestrutura.

Representando áreas em toda a indústria de construção global, o ecossistema pode usar sua experiência e visão para desenvolver uma variedade de maneiras pelas quais empresas podem explorar o poder da OpenBuilt:

CEMEX: uma empresa global de materiais de construção que oferece soluções digitais de ponta, produtos de alta qualidade e serviços líderes da indústria para atender às necessidades de construção dos clientes em todo o mundo. A CEMEX tem uma história rica de melhoria do bem-estar por meio de soluções de construção inovadoras, eficientes e esforços para promover um futuro sustentável. A CEMEX está estrategicamente posicionada nas Américas, Caribe, Europa, África, Oriente Médio e Ásia.

“Esta colaboração é uma iniciativa estratégica que permitirá maior produtividade e novas oportunidades para aumentar a satisfação de nossos clientes”, disse Fernando A. Gonzalez, CEO da CEMEX. “Continuamos a liderar a transformação digital na indústria com o apoio dos principais parceiros, aproveitando sua experiência, inovação e serviços de TI avançados para fornecer soluções revolucionárias.”

Samsung, UEA, USP e Unicamp se unem em programa que oferece mentoria e capacitação a startups de todo o Brasil

A Samsung reforça sua parceria com as Universidades de São Paulo (USP), Estadual do Amazonas (UEA) e Estadual de Campinas (Unicamp) para agir diretamente no desenvolvimento do mercado de startups do Brasil. Estão abertas as inscrições para o Ocean Novos Negócios (ou Ocean N2), programa de pré-aceleração com capacitação em tecnologia e empreendedorismo que selecionará até 20 projetos para receberem atividades online e gratuitas ao longo do ano. As inscrições podem ser feitas até 5 de maio pelo site do Ocean Novos Negócios ou via aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

O Ocean Novos Negócios (Ocean N2), que faz parte do Samsung Ocean, iniciativa de inovação e capacitação tecnológica da Samsung, conta com um critério de seleção para cumprir seu objetivo de desenvolver o mercado tecnológico do país. Serão escolhidas até 10 equipes da região da Amazônia Ocidental (composta por Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia) e Amapá e até 10 das demais regiões do Brasil. Em 12 de maio, serão anunciados os selecionados para o Bootcamp, um treinamento imersivo à distância, que ocorrerá entre 18 e 20 de maio.

O programa é voltado para startups com grau de maturidade inicial, que terão o apoio direto de mentores das universidades em seu desenvolvimento. Os professores da UEA atenderão diretamente até 10 equipes da região norte como instrutores e mentores, enquanto especialistas da USP e Unicamp estarão em contato com os selecionados de outras regiões do Brasil, mas em uma ação sempre integrada entre as unidades do Ocean nos três locais, proporcionando troca de conhecimento para geração de possíveis negócios entre os participantes.

O foco estará em projetos inovadores para dispositivos móveis, como smartphones, tablets, wearables, entre outros. O programa dará suporte para que as soluções se transformem em produtos e serviços de relevância no mercado. Para isso, serão oferecidos treinamentos, mentorias, capacitações, conexões e redes com foco no aprimoramento dos projetos, desenvolvendo funcionalidades do Mínimo Produto Viável (MVP), promovendo hipóteses que solucionem demandas dos cotidianos de potenciais usuários e clientes, facilitando a entrada das startups nos eventuais mercados de interesse e contribuindo para a criação e estruturação do Modelo de Negócio. Estão programadas mais de 60 horas de atividades online e gratuitas para cada equipe.

“O propósito da Samsung é empoderar as pessoas por meio da tecnologia e o Ocean Novos Negócios (Ocean N2) reforça nosso objetivo com uma proposta que dá oportunidade para que novos talentos sejam inseridos no mercado de forma mais eficiente. Sem contrapartida financeira pela participação no programa, as startups vão aprimorar seus projetos com treinamentos práticos, mentorias e palestras de professores e alunos da UEA, Unicamp e USP, profissionais da Samsung e parceiros, além de receberem capacitação gratuita em disciplinas tecnológicas e de empreendedorismo e manter contato com equipes de todo o Brasil e ecossistemas empreendedores da Samsung e das universidades”, afirma Eduardo Conejo, Gerente Sênior de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

Os projetos selecionados que concluírem o Ocean Novos Negócios receberão certificado de participação emitido pelo Samsung Ocean e certificado oficial do curso de atualização emitido por UEA e USP.

OCEAN NOVOS NEGÓCIOS (OCEAN N2)

Inscrições: Abertas até 05/05/2021; podem ser feitas pelo site do Ocean Novos Negócios ou via aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store

Quem pode se inscrever: Startups de três a seis participantes com uma proposta de desenvolvimento de produtos ou serviços inovadores, preferencialmente relacionados a tecnologias digitais móveis. É importante que os participantes tenham perfil multidisciplinar e que possuam conhecimento e habilidades em Gestão, Inovação, Negócios, Marketing, Desenvolvimento de software e de sistemas e Design.

Investimento: Gratuito

Vagas: Até 10 equipes da região da Amazônia Ocidental (composta por Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia) e Amapá e até 10 das demais regiões do Brasil

Formato: Online, com certificado de participação emitido pelo Samsung Ocean e certificado oficial de conclusão do curso de atualização emitido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade de São Paulo (USP)

Cronograma:

1ª fase: Inscrições de 14/04/21 a 05/05/21

Anúncio dos projetos escolhidos para o Bootcamp: 12/05/2021

2ª fase: Bootcamp à distância entre 18/05/2021 e 20/05/2021.

Período do programa: 31 de maio a 31 de agosto de 2021.

Atividades online programadas:

– Treinamentos semanais de 1h30 sobre conhecimentos essenciais ao contexto dos novos empreendimentos

– Mentorias especializadas quinzenais, com 2h de duração, para atendimentos individuais para cada equipe, conduzidas por especialistas nas diferentes áreas de atuação, incluindo quatro sessões divididas em Negócios, Tecnologias, Experiência do Usuário e Mercado

– Mentorias coletivas quinzenais, com 2h de duração, realizadas por profissionais do ecossistema empreendedor que apresentarão suas experiências empreendedoras e promoverão debates com participantes do programa.

– Café com Startups, em dinâmicas quinzenais de 2h em que as equipes terão a oportunidade de expandir suas redes de relacionamentos e conexões

Carga Horária prevista: 4h30 semanais, totalizando 63 horas ao longo de 14 semanas.

Em parceria com o Instituto Capitalismo Consciente Brasil, HSM lança o programa Jornada ESG

A pauta ESG está na mesa dos negócios e, por isso, A HSM e o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) apresentam a Jornada ESG, programa inédito que aprofundará os principais elementos do movimento ESG (Environmental, Social and Governance) oferecendo aos participantes conceitos e ferramentas que contribuam para o desenvolvimento estratégico e aplicação no dia a dia. O programa começa dia 19 de abril e a inscrição pode ser feita pelo site: https://www.hsm.com.br/hsm-jornada-esg/.

Voltado para administradores, gerentes, diretores, VPs, CEOs e empresários, a jornada vai proporcionar aos participantes uma imersão completa dos principais elementos do movimento ESG, que influenciam na tomada de decisão e desenvolvimento estratégico dos negócios. Por meio de um time de coordenadores técnicos e experts de mercado, eles ainda terão a oportunidade de entender os conceitos aplicados na prática.

Em pauta nas grandes corporações, os pilares do ESG, são um dos critérios atuais na análise dos investimentos. E vai além das tradicionais métricas econômico-financeiras: permite também uma tomada de decisão mais integral, consciente e sistêmica.

Ao final do programa, os participantes entenderão como provocar transformações na organização alinhadas com os principais tópicos relacionados a ESG e Capitalismo Consciente e quais novas aprendizagens se fazem necessários neste novo contexto de mundo; conhecerão sobre a agenda ESG e 2030 da ONU no Brasil e no mundo; expandirão suas visões em relação aos stakeholders do seu negócio; e desenvolverão uma governança multi stakeholder.

Além de ampliarem o olhar sobre ecossistemas de impacto e suas consciências dentro e fora das organizações; os participantes da jornada reconhecerão o valor da cultura e entenderão como transformá-la conscientemente; aprofundarão a relação entre lucro e propósito nos negócios e aprenderão novas competências e comportamentos de liderança consciente. Ao final da jornada, online e ao vivo, eles ainda vão desenvolver um projeto aplicativo para colocar em prática.

“O mundo está se transformando e não é mais possível falar sobre o desenvolvimento de novas tecnologias e da empresa sem colocar em pauta o ESG. Esse é um tema emergencial e que permeará o mundo dos negócios. Por isso, essa parceria é tão importante. Unimos nossas expertises e entregaremos um conteúdo robusto com trilhas de aprendizado assertivas e ferramentas que contribuirão para que os participantes possam colocar em prática todo o aprendizado”, reforça Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil.

Para Hugo Bethlem, chairman do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, o momento é muito propício para reforçar os pilares do Capitalismo Consciente por meio da liderança consciente no cuidado com as pessoas e com o planeta. “Estamos no momento ideal de entregar ao mercado ferramentas que possam aprofundar os conceitos e instrumentalizar profissionais pois precisamos, mais do que nunca, de líderes conscientes para construir relações mais saudáveis entre todos os stakeholders e diminuir a desigualdade. Por isso, estamos muito felizes com a criação da Jornada ESG, em parceria com a HSM”, conclui.

Consultoria de software tem vagas para desenvolvedores trabalharem home office

A ACCT Consulting & Technology, que atende lojas on-line como Carrefour, Electrolux, Samsung, Motorola, C&A, Ab Inbev e Unilever está com 15 oportunidades de trabalho para desenvolvedores. A empresa tornou-se 100% remota no início da pandemia, o que permite inscrições para as vagas de qualquer lugar. Para se cadastrar e saber mais sobre elas, os interessados devem acessar o site (https://acct.gupy.io/).
Considerada a maior implementadora do mundo da tecnologia VTEX, uma das principais plataformas de e-commerce do mundo, recentemente a consultoria multiplicou sua operação, passando de 74 para 217 colaboradores, com expansão em ritmo acelerado. Em 2020, foi considerada uma das Melhores Empresas para Trabalhar em TI no Brasil, segundo o Great Place To Work. 

Vagas da ACCT 
Na área de desenvolvimento, a ACCT está com 15 vagas abertas para desenvolvedor de software front-end com experiência em JavaScript e em algum framework desta linguagem como React, Angular e Vue. Além destas, existem oportunidades também para arquiteto de soluções, agilista e analista de qualidade de software. 
Todas as oportunidades são para trabalho remoto e os colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar, como é o caso de Davi Paiva, gerente de projetos da ACCT, que se mudou para a praia. “Era um sonho não só de morar, mas de proporcionar qualidade de vida para a minha família. Aqui é possível acordar cedo e caminhar em contato com a natureza” –  pontua Davi que reside desde agosto de 2020 em Guarapari/ES com a esposa e o pequeno Benjamin, de três anos.

Benefícios
Além de um modelo inovador de trabalho, a ACCT oferece também um pacote atrativo de benefícios como convênio médico e odontológico do Bradesco nível Brasil e vale-refeição e/ou vale-alimentação, sem desconto em folha, e auxílio-creche.
Os colaboradores também têm PLR, benefício terapia, auxílio financeiro para montar o espaço de trabalho e plano de desenvolvimento interno semestral, ou seja, possibilidade de mudança de cargo a cada três meses.

Perfil
Para os interessados em conquistar a vaga, Franciele Bueno, coordenadora de atração e retenção, destaca os principais pontos avaliados durante a entrevista. “Perfil proativo, maturidade e perspectiva de desenvolvimento pessoal são as competências do perfil de profissionais que buscamos, independentemente da função para a qual ele está se candidatando”- afirma.
Especificamente para as vagas disponíveis atualmente, ela orienta: “Ter um comportamento de liderança, autonomia e de resolução são características muito fortes. Também é fundamental que o candidato tenha uma relação boa com o colega de trabalho, com o cliente e com a diretoria” – finaliza.

Dicas para a entrevista
Como a empresa é 100% remota, o processo seletivo é feito exclusivamente on-line. Contudo, mesmo que a entrevista não seja presencial, Franciele lista algumas dicas durante a entrevista.

Uso da câmera“Já aconteceu de entrarmos para a entrevista e termos que pedir para o candidato ligar a câmera”.

Naturalidade

“Apesar da entrevista pelo vídeo ser impessoal, é comum o entrevistado ficar engessado ou preocupado com fator externo. Ele deve tentar ser o mais natural possível, pois nós entendemos que isto é parte do processo e que eventualmente alguma interferência como um barulho na rua, por exemplo, pode acontecer e está tudo bem”.

Regra de ouro

“Estudar a empresa continua sendo fundamental. Assim ele pode sanar as suas dúvidas com relação ao local e a vaga. Isso também permite que ele identifique características pessoais que contribuam para o perfil esperado pela empresa, de acordo com a vaga desejada”.

Serviço:

15 vagas para desenvolvedor front-end 
02 vagas para agilista
02 vagas para arquiteto de soluções
01 vaga para analista de qualidade

Tipo de contratação: CLT

Inscrições:
https://acct.gupy.io/ ou pelo LinkedIn https://www.linkedin.com/jobs/search/?f_C=15247603&geoId=92000000

Beep Saúde, startup de saúde domiciliar, anuncia aporte de R$110 milhões em rodada liderada pelo Valor Capital Group

A Beep Saúde, startup que utiliza tecnologia para oferecer serviços de saúde a domicílio com custo acessível, fechou sua rodada series B com aporte de R$110 milhões, liderada pelo fundo norte-americano Valor Capital Group. A rodada contou também com a participação da DNA Capital, Bradesco e Endeavor Catalyst, além de investidores anjo, como David Velez, founder e CEO do Nubank. Os recursos serão investidos pela empresa em duas frentes: na ampliação do portfólio de serviços e na expansão geográfica para atender às principais regiões metropolitanas do Brasil.

O aporte dará o impulso para um novo salto de crescimento da Beep fundada em 2016 pelo médico Vander Corteze. Formado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudou gestão de negócios no Ibmec e foi oficial militar do Corpo de Bombeiros do RJ, além de já ter fundado uma empresa líder no setor de saúde corporativa no Brasil. Corteze enxergou uma nova oportunidade de empreender ao perceber que ainda não existia uma plataforma para a saúde nos celulares dos brasileiros e criou a startup em 2016, hoje a maior empresa de saúde domiciliar do Brasil
.
A primeira linha de serviços prestada pela Beep foi a de aplicação de vacinas em domicílio e está presente no Rio de Janeiro, Distrito Federal, São Paulo e Paraná. Em apenas cinco anos, com produtos e atendimento de excelência, a empresa se tornou líder no fornecimento de vacinas no Brasil e vem expandindo sua atuação para realização de exames laboratoriais, também em casa, para beneficiários de planos de saúde privados, como Bradesco, Care Plus e outros. Os usuários da Beep também podem acessar o teste do pezinho (para recém-nascidos), sexagem fetal e até teste de COVID-19.

O momento é bastante positivo para o mercado de saúde, em especial as healtechs, que podem trazer soluções e inovações com agilidade e eficiência, em um cenário em que a pauta da pandemia domina as conversas em todas as esferas da sociedade. O tema é prioritário para a Beep, que reforçou os seus já elevados índices de padronização e qualidade de serviço para garantir o atendimento aos novos protocolos de segurança sanitária.

“A pandemia mudou a forma como as pessoas cuidam da saúde. A prestação de serviços a domicílio, que já era relevante pela comodidade, tornou-se essencial para aqueles que queriam continuar a se cuidar sem se arriscar a uma exposição durante a pandemia”, comenta Vander Corteze, que também é CEO da Beep. “Nós lidamos com a saúde de nossos usuários e, portanto, somos obcecados por qualidade e padronização. Nós entramos na casa das pessoas e precisamos garantir o mais alto nível de segurança em todos os nossos procedimentos”, completa.

Com cenário favorável, a Beep, que já possui cerca de 500 colaboradores, está com mais de 250 vagas abertas, e deverá chegar a 1.000 funcionários até o final de 2021. “Não só iremos crescer o time, como também os serviços prestados. Estamos estudando outras linhas de negócio, como infusão e entrega de medicamentos. Estamos no caminho para nos tornarmos o one stop shop da saúde, concentrando todos os principais serviços em um único lugar e fornecendo-os no conforto do lar de nossos usuários – ou qualquer outro lugar que desejarem”, destaca Corteze.

Na visão de Michael Nicklas, managing partner da Valor Capital Group, a empresa lidera uma mudança estrutural observada nas diferentes vertentes do mercado da saúde em dimensão global. “Antes da pandemia, não se tinha tanta certeza em relação à demanda e perspectiva dos serviços prestados por healthtechs. Durante todo o ano passado, as incertezas foram quebradas, mudando hábitos que certamente nunca voltarão completamente às suas origens. Não à toa, 2020 foi marcado por diversos aportes realizados em startups do setor de saúde”.

BTG Pactual digital disponibiliza investimento em fundo internacional de tecnologia Janus Henderson

Produto permite ao investidor ter acesso a investimento em fundo com portfólio diversificado de empresas de tecnologia de diversas partes do mundo

A partir desta quarta-feira (14) o BTG Pactual digital passa a disponibilizar para seus clientes a possibilidade de investir no fundo Janus Henderson Horizon Global Technology Leaders UCITS, um dos maiores fundos especializados em tecnologia da Europa, administrado pela gestora britânica Janus Henderson.

Em novembro de 2020, o BTG Pactual lançou um fundo feeder que investe no Janus Henderson Horizon Global Technology. Agora, a aplicação no produto já está disponível para os clientes a partir de um do FIC (Fundo de Investimento em Cotas), chamado JANUS HENDERSON GLOBAL TECHNOLOGY DOLAR FI EM COTAS DE FI ACOES INVESTIMENTO NO EXTERIOR, que pode ser encontrado no site ou aplicativo do BTG Pactual digital.

Investidores qualificados com interesse em investir no exterior podem aplicar a partir de R$ 5 mil. O objetivo do fundo é gerar crescimento de longo prazo por meio de um portfólio diversificado de empresas de tecnologia de diversas partes do mundo. O lançamento do produto traz mais uma oportunidade para o cliente do BTG Pactual digital interessado em exposição cambial e diversificação da carteira a partir da exposição a companhias internacionais.

O futuro do trabalho já é nosso presente

Por Marcelo Moreira, Líder de Engenharia para Colaboração, Cisco América Latina

Por muitos anos as discussões sobre futuro do trabalho eram pautadas pela ideia de que trabalharíamos de qualquer lugar, eliminando a necessidade de um escritório físico, integrando-o às nossas casas, viagens, até mesmo nos carros. Porém, o que não poderíamos prever é que as mudanças ocorreriam de forma tão profunda e tão rápida em 2020, com o advento da pandemia de Covid-19 e a necessidade do isolamento e distanciamento social. De uma hora para outra, bilhões de pessoas passaram a trabalhar de suas casas e empresas, fornecedores de soluções de colaboração, provedores de internet e muitos outros setores se viram diante de uma nova realidade.

O “novo normal”, como nos acostumamos a dizer, alterou de forma definitiva a discussão sobre o futuro do trabalho. Se antes era um exercício de futurologia, este conceito se tornou mais próximo do que nunca, buscando respostas para perguntas mais claras: como as relações de trabalho vão se alterar após o período que estamos vivendo? Como manter a produtividade nestes novos tempos? Nós vamos voltar à realidade que vivíamos até 2019? A resposta para esta última pergunta já temos.

Quase um ano após o início do distanciamento social, muitas empresas já perceberam que a forma como adotaram o trabalho remoto no início do ano passado ocorreu de forma compreensivelmente amadora. O funcionário recebia seu notebook para trabalhar de casa – isso quando não usava seu próprio dispositivo pessoal – se conectava a seu Wi-Fi particular e se conectava com seus colegas através de ferramentas de colaboração simples, como aplicativos de mensagem. Foi uma solução apressada para um momento de urgência, contudo hoje se vê que ela não é sustentável em longo prazo.

Conforme fomos nos adequando à nova realidade e vimos a ideia de trabalho híbrido se tornando mais popular e concreta, novas necessidades se tornaram claras. A empresa híbrida do futuro precisa de ferramentas que permitam conexões com maior qualidade e estabilidade, um maior arsenal de soluções de colaboração em áudio e vídeo, adaptabilidade às diferentes demandas de diferentes profissionais e, tão importante quanto, uma maior rede de cibersegurança e opções de monitoramento por parte de gestores e equipes de TI.

Parece uma lista complexa de soluções, mas a realidade é que a maioria delas já está à nossa disposição. Os avanços que o segmento de colaboração trouxe para o mercado nos últimos 12 meses são impressionantes, em especial levando-se em conta o pouco tempo em que estas evoluções ocorreram. Hoje já temos como prover a uma empresa uma solução que permita ao gestor ter uma completa visibilidade e acessibilidade do quão produtivo um funcionário está sendo, e que também permite que este funcionário reporte algum problema técnico ao setor de TI de forma simples e rápida, dando ao profissional todas as informações necessárias para solucionar o problema remotamente.

O futuro, que rapidamente se torna nosso presente, do trabalho remoto é uma realidade onde a empresa investe nas ferramentas de colaboração a distância da mesma forma que investe na sua estrutura física, criando uma experiência uniforme para todos envolvidos na cadeia produtiva. Afinal, na realidade do trabalho híbrido alguns funcionários estarão um dia no escritório, e no outro em suas casas e no dia seguinte podem estar em uma viagem de negócios. Garantir que o projeto que estão realizando seja facilmente acessado e modificado de todas estas locações é um passo fundamental para que esta transição ocorra da melhor forma possível.

Com novas tecnologias, hoje já é possível utilizar sistemas de IA e reconhecimento de voz e rosto para garantir que salas de reuniões sejam totalmente automatizadas, sem a necessidade de toque por parte dos participantes. Além disso, estas mesmas salas podem ter soluções programadas para garantir que nunca excedam um número limite de participantes, evitando aglomeração em um espaço pequeno. Uma ferramenta esta que pode ser extrapolada para todo o escritório e até mesmo para elevadores de condomínios corporativos, espaços estes onde a circulação de pessoas é muito alta.

Respondendo uma das perguntas feitas no início deste artigo, já temos a certeza de que nosso trabalho nunca voltará a ser como era antes da pandemia. E não apenas porque percebemos as vantagens do trabalho remoto, mas também porque as ferramentas que foram desenvolvidas neste período expandiram dramaticamente nossas opções. Nós ainda iremos aos escritórios, mas cada vez mais diante de uma necessidade de contato pessoal – afinal, somos todos humanos – do que pela necessidade de estar lá para realizar alguma tarefa. O futuro do trabalho é poder trabalhar de qualquer lugar. E o futuro já está aí.

Ramper capta R$ 8 milhões em rodada liderada pela DOMO Invest para digitalizar as vendas B2B

Startup criadora da principal plataforma de prospecção digital de vendas B2B do Brasil, a Ramper anuncia a captação de uma nova rodada de investimento de R﹩ 8 milhões. O aporte foi liderado pela gestora de venture capital DOMO Invest e acompanhada pelo fundo Smart Money Ventures, que já havia investido na primeira rodada da empresa. Fundada em 2017, a startup se destaca no mercado pela sua plataforma de prospecção digital, capaz de escalar os negócios B2B sem perder a humanização na relação comercial.

Com a injeção de capital, a Ramper planeja dobrar o time, de 50 para mais de 100 colaboradores até o 1º trimestre de 2022. Dentro desse contexto, a maior parte das contratações será direcionada para o time de produto e de tecnologia, visando o aperfeiçoamento da plataforma.

A prospecção outbound hoje ainda é a maior dor de todas as áreas de vendas B2B, principalmente entre as empresas que ainda não digitalizaram esse processo. Por isso, iniciamos por esse caminho. Uma vez dentro da área, percebemos várias outras lacunas de processos que geram dores para os profissionais de vendas e fricções para os leads. Queremos endereçá-las, uma à uma, sem perder o foco no que sempre fizemos bem. Vamos expandir por duas vertentes: cobrir toda a geração de leads dos clientes, integrando com sites e plataformas inbound (além do outbound), e aprofundar na jornada dos profissionais de vendas com ferramentas para aumentar a produtividade na qualificação e agendamento dos leads gerados“, revela Ricardo Corrêa, fundador e CEO da Ramper.

Atualmente com mais de 1.000 clientes ativos em sua carteira, a startup também tem planos de crescer 100% em faturamento no prazo de 12 meses. Para sustentar esse crescimento, a Ramper também vai investir na expansão das áreas de marketing, vendas, customer success e canais.

Marcello Gonçalves, sócio da DOMO Invest e responsável por liderar o aporte, destaca que o cenário está bem aquecido para as ‘martechs’. “O mercado de vendas B2B é muito grande no Brasil e no mundo. Muitos profissionais que integram esse mercado ainda trabalham no esquema antigo de pesquisa manual, indicação e ligação sem o uso da tecnologia, o que se reflete em perda de tempo e de dinheiro para as empresas. Ao investir na Ramper, acreditamos que ela tem a solução exata para fazer o setor de vendas B2B de qualquer empresa fluir. Além disso, enxergamos que a empresa tem uma equipe diferenciada com um gigantesco potencial para escalar no mercado“, complementa.

Para Fábio Póvoa, managing partner do Smart Money Ventures, fundo que liderou o round de anjo em 2018 e acompanhou esta rodada, a startup se destaca pela maturidade e escalabilidade. “Como investida do nosso portfólio, pudemos testemunhar em primeira mão os desafios vivenciados pela Ramper, incluindo melhorias de produto, atração de talentos, experimentos de tração e desenvolvimento de novos canais de vendas, numa trajetória de crescimento acelerado que multiplicou em 20 vezes seu faturamento mensal no prazo de três anos, com o aporte de apenas R﹩ 1 milhão. A nova rodada irá permitir um salto ainda mais alto ao empoderar times de vendas B2B com maior produtividade no processo de qualificação, segmentação, contato, agendamento de leads e, consequentemente, atingimento de resultados de vendas”, relata.

Vendas como uma carreira digital

Com a proposta inicial de acelerar o crescimento de empresas B2B, a Ramper identifica e capta o contato de tomadores de decisão por meio de sites, redes sociais e bases de dados conectadas. Com os contatos segmentados, os vendedores podem automatizar a abordagem a partir da sua própria caixa de e-mail e ainda receber alertas da hora certa de efetuar uma ligação e iniciar uma conversa por chat, o que possibilita escalar a prospecção sem perder a proximidade da relação e a conversa personalizada. Com isso, a plataforma alimenta o funil de vendas com leads qualificados de forma automatizada, o que permite ao vendedor ter mais tempo para se concentrar onde ele é mais produtivo e tem maiores chances de êxito, que é no pipeline. Os leads gerados pela plataforma são integrados às principais ferramentas de e-mail, CRM e marketing digital do mercado. Pelo fato de todo o processo acontecer de forma digital, tudo o que é feito na Ramper gera estatísticas e análises minuciosas para o time decidir onde investir o esforço, o que acaba com a “caixa preta” que até então existia na área.

Quando a Ramper entrou no mercado, os times de vendas perdiam cerca de 60% do tempo com atividades manuais e repetitivas de baixo valor, como a busca por contatos, ligações frias e envio de e-mails de apresentação, o que implicava em vários problemas para as empresas, como baixa motivação e alto turnover dos membros do time. “Quando iniciamos, existiam alguns players no mercado com foco em sistematizar o processo de prospecção, o que atenua a dor, mas não resolve o problema. Entendemos que o caminho é digitalizar, pois nosso propósito é que os vendedores sejam tão estratégicos quanto outros profissionais que já tiveram sua carreira digitalizada, como os de marketing e engenharia“, explica Ricardo Corrêa.

O produto é fruto de experiências passadas do empreendedor, que liderou uma agência de marketing durante cinco anos e conheceu a fundo as necessidades de centenas de empresas B2B. Ao notar a diminuição dos negócios nos anos de 2015 e 2016, ele quebrou uma regra do próprio segmento: ir à caça de novos clientes de forma ativa e manual. A busca se mostrou efetiva, mas o processo exigia um enorme empenho homem/hora. Para solucionar a questão, decidiu criar uma plataforma para automatizar o processo de prospecção, dando origem ao Ramper que, a partir de 2017, tornou-se o seu único negócio. Atualmente, a plataforma é líder nas categorias “geração de leads” e “pré-vendas” no portal B2B Stack, e recebeu pelo terceiro ano consecutivo o prêmio B2B Awards.

HP Elevate Women, o programa da HP que promove a diversidade na América Latina

A HP Inc. anuncia o programa HP Elevate Women na América Latina, para continuar promovendo a diversidade de gênero e a inclusão das mulheres em seu ambiente corporativo, bem como a relevância delas no setor de TI. A marca não só busca ser um terreno fértil para o crescimento profissional das suas colaboradoras, mas também tem como prioridade a criação de um ambiente ideal para atrair as novas gerações de profissionais.

O programa inovador transforma a maneira como as mulheres se relacionam tradicionalmente com a tecnologia, atraindo e motivando candidatas a desenvolver carreiras de sucesso e de longo prazo na área comercial da HP Inc. na América Latina.

Com 54% de minorias em seu conselho administrativo (42% de mulheres), a HP é considerada a empresa de tecnologia com o conselho mais diversificado, de acordo com a lista da Fortune 100. Atualmente, 31,7% da liderança da empresa é composta por mulheres e 29,6% das vice-presidências são ocupadas por elas.

O HP Elevate Women procura acelerar o crescimento profissional feminino na companhia por meio de programas de apoio e mentoria. Da mesma forma, visa a integração de mulheres profissionais de todos os ramos aos grupos de trabalho da HP em suas diferentes áreas, de acordo com o seu perfil profissional – e com o talento sendo o único critério.

Iniciativas de visibilidade para as executivas – tanto no nível interno como externo –, realização de workshops, campanhas e seminários, bem como um apelo específico à diversidade na força de trabalho de seus parceiros de negócios, distribuidores e fornecedores, fazem parte dos esforços realizados no dia a dia da empresa. “Estamos colocando mais mulheres da HP, especialmente em posições de liderança, para falar em conferências de alto nível. Além disso, também estamos agendando entrevistas com a mídia para que possam compartilhar suas experiências e descrever o que a HP está fazendo para abordar a diferença de gênero”, diz Marcos Razón, Gerente e Diretor Geral da HP Inc. para a América Latina.

Com esta iniciativa, a HP também busca estimular o interesse das novas gerações de mulheres em seguir por carreiras da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), e assim, pretende unir-se às grandes corporações do setor com a garantia de que poderão crescer sem preconceitos ou obstáculos por conta das questões de gênero.

“A melhor inovação vem de mentes diversas trabalhando juntas com foco em melhorar o amanhã, e não há dúvida de que o futuro inclui forças de trabalho inclusivas. Na HP, vemos a igualdade de gênero não apenas como uma alta prioridade, mas como um imperativo do negócio” acrescenta Razón.

A HP continua trabalhando constantemente para cumprir com sua missão de inclusão, diversidade e igualdade. A empresa está comprometida em continuar com a criação de programas que reconheçam o valor das diversas equipes de trabalho que, por sua vez, são fontes de inspiração para todos, independentemente do gênero.

Plataforma de upskilling Degreed recebe aporte de US$ 153 milhões em rodada de financiamento da Série D

A plataforma de upskilling Degreed recebeu um aporte de US$ 153 milhões em rodada de financiamento da Série D. O financiamento, liderado pelas firmas Sapphire Ventures e Riverwood Capital, colocou a avaliação da empresa em mais de US$ 1,4 bilhão. O anúncio foi feito em conjunto com a chegada de Dan Levin, ex-COO da Box (NYSE:BOX), para suceder Chris McCarthy como CEO da Degreed. McCarthy continuará como consultor estratégico e fará parte do Conselho de Administração da empresa.

O aporte será utilizado para acelerar o desenvolvimento de produtos, aumentar a infraestrutura de dados, impulsionar a expansão global e buscar aquisições estratégicas. Aprimoramentos tecnológicos serão focados na atualização de relatórios e análises da Degreed, garantindo a melhor segurança da categoria, além de melhorar integrações que aprofundam o uso da plataforma no fluxo de trabalho diário de seus usuários.

Depois de quase oito anos na Degreed, McCarthy está deixando o cargo de CEO para cuidar de um problema crônico de coluna. Ele liderou a Degreed durante um período de crescimento significativo, com um aumento de receita anual composta de 76% e um aumento de 800% no valor da empresa em seus três anos e meio como CEO. Em 2020, a Degreed mais que dobrou sua base de usuários ativos e viu sua equipe crescer em 50%, com 600 funcionários em seis continentes, enquanto fazia grandes investimentos em extensões de produto para apoiar as iniciativas de upskilling de seus clientes empresariais. Recentemente, a Degreed também foi nomeada uma das Melhores Startups Empregadoras pela Forbes. Levin assume o cargo de CEO em um momento empolgante para a empresa.

“Quando o Conselho da Degreed e eu começamos a trabalhar nesse plano de transição no ano passado o objetivo era ser tão bem sucedido como fomos em 2017 quando o co-fundador David Blake me nomeou CEO. Depois de um processo de meses, estamos entusiasmados em ter alguém do calibre de Dan liderando nossa próxima fase de crescimento”, disse McCarthy. “A vasta experiência de Dan em ampliar empresas com alto nível de crescimento se alinha com nossa trajetória futura. Ele não é apenas um grande operador, mas também um líder e coach excepcional, profundamente conectado à missão da Degreed.”

“Estou muito contente em fazer parte da equipe da Degreed. Chris e toda a empresa fizeram um trabalho incrível em entregar um serviço que mais de um terço das empresas Fortune 50 utilizam todos os dias para reter, requalificar e desenvolver seus funcionários mais valiosos. A força de trabalho do futuro precisará construir e ativar novas habilidades de maneira contínua e nós estamos em uma posição única para ajudá-la a fazer exatamente isso”, disse Levin.

Um momento único em tecnologia para RH

“As organizações estão mudando suas abordagens em relação ao talento e habilidades depois da Covid-19”, disse Kat Kennedy, Presidente e Chief Experience Officer da Degreed. “Apesar de bilhões de dólares investidos em sistemas de Gestão de Capital Humano, talento e aprendizagem, muitos trabalhadores ainda não vêem um caminho claro para o crescimento de carreira no trabalho. E muitas empresas ainda não têm maneiras eficazes de sentir e responder às demandas inconstantes por habilidades da força de trabalho. A Degreed está ajudando a resolver isso ao integrar a inteligência de habilidades a todas as maneiras com as quais as pessoas aprendem e crescem no trabalho —tudo em uma experiência simples e fluida.”

Dados sobre habilidades são essenciais para empresas que estão passando por mudanças. De acordo com a Gartner, 53% dos líderes de RH dizem que a incapacidade de identificar habilidades necessárias é o maior impedimento para a transformação da força de trabalho. No entanto, o acesso a esses dados costuma ser difícil em sistemas de RH, aprendizagem e talento. Dados do Brandon Hall Group revelaram que metade dos líderes de talento afirma que suas organizações não têm a tecnologia necessária para avaliar e rastrear as habilidades de seus funcionários. Seis em dez estão buscando uma tecnologia melhor.

“Pesquisas mostram que os funcionários de hoje têm oito vezes mais probabilidade de trabalhar para uma empresa na qual eles confiam que lhes proporcionará oportunidades de carreira, mesmo que seu trabalho mude ou desapareça. E as empresas que conseguirem, rapidamente, realocar o talento de acordo com as prioridades estratégicas críticas têm duas vezes mais chances de superar seus concorrentes no retorno total aos acionistas. Isso é exatamente o que a Degreed faz e é por isso que estamos entusiasmados em fazer parte do futuro da empresa”, acrescentou Kevin Diestel, sócio na Sapphire Ventures.

“Investir em habilidades, cultura e crescimento de carreira tornou-se um diferencial crítico para empregadores”, disse Jeff Parks, co-fundador e sócio-gerente da Riverwood Capital. “Sob a liderança de Chris, a Degreed transformou a experiência de aprendizagem e o debate sobre upskilling. Estamos empolgados para construir sobre essa visão em parceria com o Dan e essa equipe incrível, e estamos focados na próxima fase dessa jornada de crescimento, apoiando sua missão de preparar as pessoas com as habilidades que elas precisam para redefinir suas carreiras, empresas, setores e o mundo.”

Essa rodada de financiamento também inclui os investidores atuais Signal Peak Ventures, Owl Ventures, GSV Ventures, Founders Circle, Contour Investment Partners, Section Partners, e Alliance Bernstein, assim como o novo investidor Firework Ventures.

Centro Nacional de Supercomputação da Suíça, Hewlett Packard Enterprise e NVIDIA anunciam o supercomputador com IA mais potente do mundo

O Centro Nacional Suíço de Supercomputação (CSCS), a Hewlett Packard Enterprise (HPE) e a NVIDIA Enterprise anunciam que estão criando o que se espera que seja o supercomputador com IA mais poderoso do mundo. 

Planejado para entrar on-line em 2023, a infraestrutura do sistema “Alps” substituirá o supercomputador Piz Daint existente na CSCS e servirá como um sistema de finalidade geral aberto a toda comunidade de pesquisadores na Suíça e no resto do mundo.

O supercomputador possibilitará pesquisas inovadoras em vários campos, como clima, ciências de materiais, astrofísica, fluidodinâmica computacional, ciências biomédicas, dinâmica molecular, química quântica e física de partículas, além de domínios como economia e ciências sociais.

Os Alps serão construídos com HPE usando a nova linha de supercomputadores HPE Cray EX, que é uma arquitetura de computação de alto desempenho (HPC) de última geração projetada desde o início para aproveitar com eficiência os insights de grandes quantidades de dados complexos e sempre crescentes. Conta com o pacote de softwares HPE Cray, que garante uma experiência de supercomputação definida por software, e a plataforma de supercomputação NVIDIA HGX™, com GPUs NVIDIA, o SDK NVIDIA HPC e a nova CPU NVIDIA Grace™ baseada em ARM.

Com a integração entre as CPUs e GPUs da NVIDIA, o Alps poderá treinar o GPT-3, um dos maiores modelos de processamento de linguagem natural do mundo, em apenas 2 dias, 7 vezes mais rápido que o supercomputador Selene de IA de 2,8 exaflops da NVIDIA, atualmente reconhecido pelo MLPerf como o supercomputador líder para IA.

Os usuários do CSCS poderão aplicar esse excelente desempenho de IA em várias pesquisas científicas novas que podem se beneficiar da compreensão da linguagem natural. Eles poderão, por exemplo, analisar e adquirir o amplo conhecimento disponível em artigos científicos e gerar novas moléculas para a descoberta de medicamentos.

“Não é só um computador novo. Para possibilitar avanços científicos, reformamos o centro de computação ao longo de várias fases de expansão para ter uma infraestrutura de pesquisa orientada por serviços. O Alps usará a infraestrutura de supercomputação da HPE Cray EX baseada em uma arquitetura de software nativa em cloud para implementar uma infraestrutura de pesquisa definida por software, bem como a nova CPU Grace da NVIDIA para reunir tecnologias de IA e supercomputação clássica em uma única e potente infraestrutura de data center”, afirma Thomas Schulthess, pesquisador computacional no ETH Zurich e diretor no CSCS.

“A HPE colabora com o CSCS há muito tempo para desenvolver tecnologias de HPC e acelerar uma série de pesquisas científicas. Temos a honra de continuar esta jornada projetando um novo e poderoso sistema que amplia a missão da CSCS. Com essa ferramenta incrível, o CSCS pode gerar informações a partir de seus dados para realizar avanços no mundo”, declara Antonio Neri, presidente e CEO da HPE.

“Os desafios científicos gigantes de hoje exigem um novo tipo de supercomputador para realizar descobertas. Aproveitando nossa nova CPU Grace projetada para IA e HPC em escala gigantesca, a CSCS e a NVIDIA estão se unindo para abrir um novo caminho – construindo uma infraestrutura de supercomputação extraordinária, baseada na ARM, que permitirá aos mais importantes cientistas aplicar o poder da IA para fazer pesquisas que transformem o mundo”, explica Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA.

Investimento em Venture Capital acelera a captação de novos negócios

Invisto e ACATE têm fundo de R$100 milhões que pode ajudar a estimular o mercado

Apesar do recente aumento da Selic, a taxa básica de juros continua baixa, e o aumento no volume de aportes em startups, mesmo durante a pandemia, fez do Venture Capital o melhor investimento de 2020. De acordo com Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e a consultoria KPMG, pela primeira vez os investimentos em venture capital superaram o volume gerado pelo private equity. Por exemplo, na Invisto, maior círculo de venture capital do sul do Brasil e localizada em Florianópolis, das oito empresas inovadoras que tem em seu portfólio, em conjunto, registraram um faturamento de R$82,6 milhões, o que representa um crescimento de 51% se comparado com 2019. 

Esta tendência pode trazer um grande impacto para o mercado de tecnologia nos próximos anos. “Há muita liquidez no mercado e a opção pelo Venture Capital está em destaque para os investidores”, conta Marina Leite, head de Relações com Investidores da Invisto. O círculo de investimento em conjunto com a ACATE tem um fundo de R$100 milhões para startups B2B. Marina ainda conta que a procura pelo fundo cresceu bastante nos últimos meses. Em média, oito startups são analisadas por semana em áreas muito boas como educação, logística, healthtechs e ESG.  

Para a ACATE, participar de um fundo de investimento que busca startups focadas no mercado corporativo, com receita mensal entre R$100mil e R$150mil e que de preferência seja da região sul do país é uma estratégia que fortalece as empresas de tecnologia em expansão que não encontrariam no mercado outra forma de investimento que atenda esta faixa de faturamento.

Esta ação fortalece as empresas e o ecossistema local, o que contribuiu para fazer de Florianópolis a segunda melhor cidade do Brasil para se empreender em tecnologia e inovação, ficando atrás apenas de São Paulo, segundo dados do Índice de Cidades Empreendedoras da Endeavor em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Atualmente, a tecnologia é a principal atividade econômica da capital de Santa Catarina.

Ainda em 2021, duas startups devem receber aportes do fundo Invisto com ACATE e a expectativa é que outras façam parte deste grupo, pois já estão em processo avançado de avaliação. 

Nodo abre vagas no Brasil e EUA

A Nodo, especialista em mais de 300 soluções digitais personalizadas para diferentes setores, está com doze vagas abertas para atuação home-office por todo o Brasil e na Califórnia (EUA). Com um ambiente de trabalho descontraído e possibilidades de crescimento, a companhia oferece aos colaboradores em regime CLT ou PJ, plano de saúde, vale refeição ou vale alimentação, seguro de vida e vale transporte.

As vagas disponíveis são para atuar como desenvolvedor Front-End (React e/ou React Native), desenvolvedor Back-End (Node.Js), auxiliar administrativo, UX Designer, UX/UI Designer, gerente de projetos e desenvolvedor Full Stack. Além de salários compatíveis com o mercado de trabalho e uma carga horária de 40 horas semanais, a empresa conta com parcerias que permitem acesso a serviços da rede credenciada de turismo, esporte, academia, odontologia, cultura e lazer e aulas de inglês 100% custeadas pela Nodo.

Além disso, há uma vaga de Biz Dev (Business Developer) para trabalhar diretamente com a diretoria US nos Estados Unidos. Para a posição em específico é imprescindível poder trabalhar legalmente no país e morar na região da Califórnia (San Diego, Orange County ou Los Angeles). “Com o propósito de transformar negócios através da tecnologia, a Nodo está sempre em busca de profissionais movidos pelos resultados e excelência. Entendemos que o sucesso dos nossos esforços vêm de pessoas e por isso contamos com uma cultura de Feedback 360º e políticas adequadas de remuneração, capacitação e crescimento”, destaca Paulo Faulstich, cofundador e diretor de negócios da Nodo.

Com um time altamente qualificado dentro do ramo da tecnologia, a Nodo se empenha em manter seus profissionais motivados e em constante crescimento. Para isso, a empresa conta com uma gestão transparente, pesquisas de clima organizacional e programas de mentoria e incentivo profissional como o “Mandou Bem”, que empodera e estimula os colaboradores a produzirem artigos sobre sua área profissional. Além de um Culture Code que reúne crenças e valores pertinentes a empresa. “O desenvolvimento e a evolução do nosso time é uma prioridade da companhia. Acreditamos que nossos resultados são frutos do comprometimento e capacitação de toda uma equipe”, finaliza Paulo.

Para se candidatar e conferir mais informações a respeito das vagas, basta acessar o portal de carreiras da Nodo http://nodo.cc/pt/trabalhe-conosco. Para as vagas de atuação nos EUA, a aplicação deve ser feita através do Linkedin .

CEBDS e CEO´s de cerca de 30 empresas assinam documento com metas climáticas que podem gerar até US$ 17 bi ao Brasil até 2030

O Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) divulga hoje, com a assinatura de CEO´s de cerca de 30 empresas (veja lista completa abaixo), o posicionamento “Neutralidade Climática: Uma grande oportunidade”, que reitera que uma meta mais ambiciosa de neutralidade climática para 2050 trará ganhos ao Brasil em diversos segmentos: economia, com a geração de empregos verdes e investimentos crescentes em soluções de baixo carbono; comerciais, com poder de negociação mais sólido frente a seus principais competidores; ambientais, com incentivo à redução dos gases de efeito estufa (GEE); e reputacionais.

Seguir em direção à retomada verde é a única maneira adequada de sermos competitivos, segundo a presidente do CEBDS, Marina Grossi. “Economicamente falando, o CEBDS crê que um total de até US$ 17 bilhões possam ser gerados no País a partir de negócios com base na natureza até 2030. O setor já está engajado, buscando as escolhas certas agora e direcionando os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono e inclusiva, em que os benefícios entre produzir e preservar são claros e representam ganhos para o Brasil”, afirma a presidente do Conselho.

O CEBDS tem liderado o setor empresarial brasileiro devido à urgência para mitigar riscos decorrentes das mudanças climáticas. “São muitos desafios, mas estamos convictos que metas mais ambiciosas trarão mais oportunidades para o desenvolvimento de negócios, resultando em mais investimentos, de recolhimento de tributos e de geração de renda ao setor privado, à sociedade brasileira e, consequentemente, ao País. O setor empresarial brasileiro entende ter papel fundamental na superação de tais desafios e que o caminho passa pelo diálogo transparente e direto entre governo, empresas e sociedade civil, que são cruciais para os avanços necessários”, reitera a presidente do CEBDS, Marina Grossi.

Entenda o cenário: o Acordo de Paris e a NDC brasileira

Com o único objetivo de reduzir o aquecimento global, o Acordo de Paris é um tratado mundial que foi negociado durante a COP21, em Paris, e foi aprovado em 12 de dezembro de 2015. Entrou em vigor oficialmente no dia 4 de novembro de 2016, tempo recorde para um acordo climático dessa envergadura. Suas medidas e metas passaram a valer para todos os 195 países signatários do Acordo a partir de 2020.

Faltando pouco tempo para a COP-26, prevista para acontecer em novembro, em Glasgow, o Brasil, que possui 20% da biodiversidade mundial, precisa assumir o papel de protagonista na agenda climática. Os oceanos e a atmosfera esquentam mais ano a ano por causa das massivas emissões de gases. Os maiores vilões nessa história são a queima dos combustíveis fósseis e o desmatamento das florestas (responsáveis por renovar o oxigênio).

Em 2015, o Brasil ratificou o Acordo de Paris para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Esse compromisso é fundamental para obtenção de resultados concretos rumo à economia de baixo carbono. No Brasil, as principais metas da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), é conseguir reduzir as emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030

“Estamos em um ano decisivo para a questão climática, comparável ao que foi em 2015 em relação ao Acordo de Paris. O Brasil – tanto no Leaders Summit on Climate, com o presidente Biden, nos dias 22 e 23 de abril, quanto em Glasgow, em novembro – tem grande oportunidade para consolidar seu protagonismo nessa agenda e atrair capital internacional, protegendo sua floresta e gerando valor com a biodiversidade que temos.” “As signatárias sabem que as empresas brasileiras têm uma oportunidade inigualável nessa agenda, onde há um novo padrão de mercado com a demanda para produtos e serviços de baixo carbono e inclusivo, atendendo aos critérios ESG”, completa a presidente do CEBDS.

EMPRESAS PARTICIPANTES

CEO´s das seguintes empresas assinaram o documento: Bayer, Braskem, Bradesco, BRF, CBA, DSM, Ecolab, Eneva, EQUINOR, Icare, Ipiranga, Itaú, JBS, Lojas Renner, Lwart Soluções Ambientais, Marfrig, Michelin, Microsoft Brasil, Natura, Schneider Electric, Shell, Siemens Energy, Suzano, Ticket Log, Tozzini, Vedacit, Votorantim Cimentos, Way Carbon. A iniciativa conta com apoio institucional: Amcham Brasil, ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Coalizão Brasil Clima – Florestas e Agricultura e ICC – Câmara de Comércio Internacional.

Startup liga pequenos produtores de café a fãs da bebida

O Brasil possui uma longa história com a produção de café, com as primeiras mudas plantadas em 1727 e se tornando o principal produtor em 1880, sustentando o título até os dias de hoje. Além do sucesso no exterior, a bebida é amada por muitos brasileiros. Uma pesquisa encomendada pela Jacobs Douwe Egberts (JDE), empresa possuidora de marcas como Pilão e L’or, apontou que o café é a bebida mais consumida pelos brasileiros – 3 a 4 xícaras por dia -, perdendo apenas para água.

O Brasil atualmente é o maior mercado consumidor e disparado o maior produtor de café do mundo. Apesar disso, na cafeicultura brasileira que é composta por mais de 300 mil produtores onde mais de 90% são considerados pequenos produtores e produtores de agricultura familiar, ainda assim a grande maioria desses produtores não têm nenhum acesso ao mercado e dificilmente conseguem ter visibilidade na cadeia onde ele é protagonista. Sem contar que esses mesmos produtores acabam ficando dependentes dos intermediários que acabam levando a maior fatia do lucro das produções.

Contudo, Gabriel Barruffini, em uma viagem para o exterior, percebeu o valor que o café tinha no mundo e resolveu voltar para o Brasil e investir criando novas formas de gerar oportunidade e transformação para os pequenos produtores de café e, com isso, criou a Veroo, uma marca nativa digital de cafés especiais, que nasceu com o propósito de criar soluções inovadoras para transformar e melhorar a cadeia de valor da produção cafeeira.

No atual cenário do café no Brasil, existe uma lacuna muito preocupante que deve ser preenchida e viemos para mudar essa história. Por anos e anos, o acesso às principais informações, técnicas e estratégias comerciais eram privilégio apenas dos grandes produtores que têm condições de investir nessas vertentes, porém, a mudança do comportamento do consumidor e a chegada das tecnologias que torna as soluções cada vez mais acessíveis e exponenciais, essa história começa a mudar.

“É o que fazemos na Veroo, entendemos o mercado de uma forma que muitas vezes nos chamam até de loucos, pois trabalhamos na total contramão do mercado, pois tentamos vender com o preço mais acessível possível para o consumidor final, mas pagando o máximo ao produtor, traduzindo na prática, hoje uma saca de café é vendida na média pelo mercado de commodity a R﹩700,00, mas aqui na Veroo estamos pagando em média 50% a mais, do outro lado, quando se vê alguma cafeteria ou marca que trabalha com cafés de alto padrão (+83 pts SCA) esse café custa muito caro, em média mais de R﹩ 140,00 por kg, e aqui na Veroo vendemos esses café por R﹩70,00 por kg e já com frete incluso. Isso é só o começo da transformação que queremos operar, acreditamos que quanto mais pessoas abraçando o nosso propósito, mais impacto poderemos gerar. Hoje ainda atuamos com uma quantidade pequena de produtores, mas temos perspectiva de um aumento exponencial nos próximos anos” , afirma.

Por fim, estamos literalmente propondo uma revisão da cadeia de valor, sabemos que é muito desafiador enquanto a maioria olha de uma forma ainda muito dentro da caixa, mas acreditamos que será muito positiva para todos os atores dentro dela”, explica Gabriel Barruffini, fundador e CEO da Veroo, ao lado de Rodrigo Saraceni, co-fundador.

Covid-19 desencadeia onda de inovação nos setores de consumo, mostra novo estudo da Accenture

A pandemia de Covid-19 mudou a forma como as pessoas vivem, trabalham e se relacionam, acelerando a demanda por inovação. Empresas de varejo, bens de consumo e viagens deixam de apenas reagir à crise e passam a reinventar produtos e serviços. É o que mostra o novo levantamento global da Accenture (NYSE: ACN).

Depois de um ano de isolamento social, 95% dos entrevistados afirmam ter feito ao menos uma mudança de estilo de vida que deve ser permanente. O trabalho de casa, mudanças nos padrões de viagens e aumento na busca por produtos locais desafiam setores a repensar a forma como irão atender o consumidor que teve que se adaptar à pandemia. O mais recente estudo feito com mais de 9.650 pessoas em 19 países corrobora dados anteriores da Accenture: de que muitas mudanças de comportamento provavelmente serão de longo prazo.

“Os efeitos em cascata da pandemia serão sentidos por algum tempo e irão reforçar a necessidade das empresas voltadas ao consumidor de serem mais ágeis, resilientes e responsivas às mudanças”, afirma Oliver Wright, diretor sênior e líder do grupo para o setor de bens de consumo global da Accenture. “Grandes catástrofes sempre trazem oportunidades e a pandemia desencadeou uma onda de inovação. À medida que as empresas repensam as formas de fazer negócios que geram crescimento, muitas passam a usar recursos para a realização de análises avançadas a fim de identificar, responder e direcionar as tendências de consumo em constante mudança. Um exemplo é a cervejaria britânica Brewdog, que foi ágil e criativa durante toda a crise. Além de destinar parte de sua estrutura para a produção de álcool em gel, a empresa criou bares virtuais e o Brewdog Drive-Thru, além de ressignificar suas instalações físicas para a abertura do espaço de co-working Desk Dog”.

A pandemia de Covid-19 levou a uma transformação profunda, com empresas implantando mudanças simultâneas em diversas áreas e requalificando seus funcionários no que antes seriam programas de longo prazo. Muitas empresas voltadas ao consumidor reorganizaram seus negócios na nuvem, enfrentaram as pressões de custo e seguiram investindo em resiliência e segurança, implementando a infraestrutura necessária para permitir a inovação e posicioná-las para o sucesso futuro.

O surgimento do “terceiro espaço”

Com o início da pandemia, muitos funcionários passaram a trabalhar de casa e já ficou claro que para grande parte a possibilidade de decidir como e onde trabalhar deve ser permanente, mesmo após o fim da pandemia. Entre os entrevistados, 79% gostariam de eventualmente trabalhar a partir de um “terceiro espaço” – um lugar que não seja nem a casa e nem o escritório – e mais da metade estaria disposta a pagar até US﹩ 100 por mês do próprio bolso para poder trabalhar de um café, bar, hotel ou outro local com espaço dedicado. Isso indica uma série de oportunidades potenciais para o aumento de receita nos setores de hospitalidade e varejo.

O desejo de poder trabalhar a partir de um “terceiro espaço” vem acompanhado de uma série de mudanças também em relação às viagens de negócios. Entre os participantes do estudo, 46% não têm planos de viajar a negócios após a pandemia ou pretendem diminuir os antigos custos com viagens pela metade. Ainda é incerto quanto tempo essa nova tendência irá durar, mas atualmente acredita-se que o mercado de viagens a lazer será o primeiro a retornar, trazendo adaptações ao setor para uma operação mais eficiente a fim de compensar a perda de rendimento do período.

“A pandemia forçou o surgimento do que chamamos de ‘pragmatismo criativo’, especialmente entre empresas de viagens e hospitalidade que tiveram que buscar novas fontes de rendimento durante a crise”, explica Emily Weiss, diretora geral e líder do grupo para o setor de viagens global da Accenture. “Alguns hotéis transformaram seus quartos em restaurantes temporários, já outros testaram a oferta temporária de suas áreas de escritório para os clientes em busca de um ‘terceiro espaço’ para trabalhar. Embora tenha havido experiências com inovação em áreas bem específicas, as empresas precisam dimensionar esses novos serviços e levar em conta o novo foco dos viajantes em saúde e segurança, por exemplo, usando a nuvem para a implantação de interações totalmente livres de contato”.

Mudanças nos hábitos de consumo vieram para ficar

Não foram só os hábitos de trabalho e de viagens que mudaram de forma permanente, muitos também acham que seus hábitos de compra evoluíram consideravelmente nesse período. O levantamento mais recente reforça os dados divulgados anteriormente pela Accenture de que o aumento significativo no e-commerce provavelmente irá permanecer ou crescer ainda mais. Por exemplo, a proporção de compras online de produtos como alimentos, itens de decoração, moda e artigos de luxo por usuários de comércio eletrônico antes pouco frequentes – definidos como aqueles que usavam canais online para menos de 25% das compras antes do surto de Covid-19 – cresceu 343% desde o início da pandemia.

De acordo com Jill Standish, diretora sênior e líder do grupo para o setor de varejo global da Accenture, “os principais varejistas se adaptaram rapidamente ao aumento do comércio eletrônico e estão usando a tecnologia para atender seus clientes de novas formas. Muitos adotaram tecnologias disruptivas, como realidade aumentada, recriando a experiência da loja física e ajudando o consumidor a visualizar melhor o móvel ou a roupa que deseja comprar. Já outros adaptaram as lojas fechadas para servirem como centros de abastecimento locais com tecnologia de separação e embalagem. Mesmo em um mundo pós-pandemia, as empresas terão que satisfazer o apetite dos consumidores por compras online com entrega rápida e ser mais conscientes acerca dos seus investimentos em pessoas, cadeias de suprimentos, lojas físicas e canais digitais. Só assim estarão prontas para impulsionar o crescimento”.

Sobre o estudo


O levantamento Covid-19 Consumer Research da Accenture acompanha as mudanças de atitudes, comportamentos e hábitos dos consumidores do mundo todo por conta das adaptações à pandemia causada pelo novo coronavírus. As últimas entrevistas foram conduzidas entre 28 de novembro e 10 de dezembro de 2020 e entre 25 de fevereiro de 5 de março de 2021 com 12.487 e 9.653 consumidores respectivamente, em 19 países espalhados por cinco continentes: Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, EAU, Espanha, EUA, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Reino Unido, Rússia, Suécia e Suíça.

GOL aprimora comunicação com o Cliente no WhatsApp

A GOL, pioneira e inovadora, investe continuamente em produtos e serviços que melhorem a experiência e otimizem o tempo dos Clientes. Pensando nisso, a Companhia se uniu à Inbenta, empresa global especializada em ferramentas para o atendimento e autoatendimento nos canais digitais, e aperfeiçoou a ferramenta de atendimento no WhatsApp. Ainda inédita no mercado, a solução, que na sua primeira versão permitia a consulta de informações e o contato humano, agora possibilita ao usuário realizar todo o processo de check-in pelo aplicativo, além de gerenciar reservas, consultar horários e status de voos, informações sobre bagagens, assistências especiais, selecionar assentos, entre outros serviços.

“A Inbenta e a GOL reuniram esforços para ampliar os recursos da GAL, assistente virtual da Companhia, no WhatsApp”, comenta Ángel Trujillo, country manager da Inbenta Brasil. Com a nova versão é possível reduzir o contato físico, possibilitando ao usuário evitar totens ou atendimento em balcão, sem a necessidade de baixar um aplicativo específico com o autoatendimento via comunicador.

Segundo Trujillo, trata-se de um projeto desafiador, que envolveu a Inbenta globalmente, e vem gerando interesse de outras companhias aéreas, inclusive, de fora do país. Além disso, o executivo fala sobre as dificuldades de transformar a aplicação em algo simples para o consumidor, de fácil uso, com desenvolvimento de ponta por trás. “Foi um grande trabalho da equipe, com esforços para tornar a experiência do usuário agradável, totalmente integrada com a GOL, resolvendo demandas em poucos segundos, usando o máximo potencial da ferramenta Inbenta”, comenta Trujillo.

Além das opções iniciais da assistente para o usuário, este pode encaminhar perguntas abertas e em linguagem natural no dispositivo. Neste momento, a solução da Inbenta utiliza sua poderosa IA Conversacional, que compreende o significado. O bot analisa as perguntas para entender o contexto e obter o significado por trás das palavras – considerando os erros de digitação, ortografia, gírias ou jargões.

A experiência do Cliente também foi cuidadosamente pensada e levada em consideração. Por exemplo, para a seleção de assentos, foram utilizados emojis para conseguir uma experiência visual, sem a necessidade de ter que gerar imagens, complicadas de gerar e transmitir, e sem quebrar o fluxo conversacional.

“A GOL já nasceu com o DNA de inovação e tecnologia e há 20 anos vem revolucionando o mercado de aviação comercial no Brasil e no mundo com seu pioneirismo. Lançamos no final do ano passado esta tecnologia pelo WhatsApp e estamos aperfeiçoando a ferramenta para trazer mais comodidade ao nosso Cliente. Cerca de 35% das pessoas que precisavam fazer o check-in conseguiram concluir por meio desta solução. Estamos muito felizes com a parceria com a Inbenta e creio que ainda vamos trabalhar em mais novidades juntos”, diz Elisa Midore, gerente de relacionamento com o Cliente da GOL.

A GOL foi a primeira Companhia a vender bilhetes pela internet no Brasil, facilitando e agilizando os processos de viagem. Com a pandemia, estamos incentivando nossos Clientes a utilizarem os canais digitais para compra de passagens, escolha de serviços, alterações, check-in e aquisição de serviço de bordo.