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Por que o low-code se tornou tão valioso durante a crise?

Por Ricardo Recchi

Na Era da Transformação Digital, desenvolver sistemas com agilidade é uma condição essencial para as empresas responderem às demandas e imprevistos de mercado. Diante deste cenário, o código baixo ou low-code já era uma tecnologia em expansão porque preenche essa lacuna e turbina o crescimento dos negócios.

Com a chegada da Covid-19, entretanto, o low-code ganhou força como uma tecnologia catalisadora para empresas responderem às mudanças imediatas em seus processos. À medida em que o mundo dos negócios se tornava virtual, praticamente da noite para o dia, as ferramentas low-code apoiaram na criação de controles para a migração das operações ao home office.

Por outro lado, a crise sanitária sem precedentes também exigiu a adaptação, a criação e a otimização das ofertas para atender um modelo virtual alinhado às medidas de isolamento social para evitar o contágio ao vírus. Num modelo tradicional de desenvolvimento, esse time-to-market teria sido 90% mais demorado. Neste período, soluções de gerenciamento de missão crítica para controlar o avanço do vírus também foram disponibilizadas a partir do desenvolvimento low-code. Enfim, com o baixo código, as possibilidades são infinitas.

A tecnologia permite criar e entregar aplicações utilizando as melhores práticas em linguagens de programação, porém economizando tempo e esforço em escrever códigos do zero porque se utiliza de modelos visuais, eliminando a necessidade de conhecimento em códigos de programação. Até mesmo profissionais de negócios podem desenvolver ferramentas úteis para resolver os problemas diários mantendo a governança ao alcance do departamento de TI.

Independentemente do porte, toda empresa precisa de desenvolvedores para apoiar suas estratégias digitais. A diferença é que os produtos precisam ser entregues de forma ágil para atender os movimentos de mercado. A Covid-19 deflagrou uma demanda de desenvolvimento que já estava em curso. Agora resta às empresas decidirem se continuam a operar no modelo tradicional ou se aproveitam os benefícios do low-code de agilidade, flexibilidade e baixo custo.

Ricardo Recchi, country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial

Cibersegurança no home office: um passo a passo para garantir a segurança da empresa

O Brasil sofreu mais de 2,6 bilhões de ataques cibernéticos na primeira metade de 2020, impulsionados pelo trabalho remoto adotado a partir de março, com o início da pandemia. Os dados são da empresa americana especializada Fortinet. Profissionais em home office são alvos fáceis porque não há investimento em cibersegurança em casa, como na empresa. Uma pesquisa realizada pela Kaspersky mostrou, por exemplo, que 73% dos trabalhadores não receberam treinamento de segurança em TI nessa transição e metade das organizações que permite  o uso de equipamentos próprios não estabeleceu protocolos para isso.

Para Ronald Glatz, administrador de redes e infraestrutura da Supero Tecnologia, empresa de soluções em TI e de alocação de mão de obra especializada, assim como em todas as outras áreas de segurança, minimizar as chances de sofrer ataques requer uma boa gestão de vulnerabilidades: “O trabalho não é eliminar todos os riscos, pois eles não são igualmente perigosos ou perigosos da mesma maneira. Além disso, as ameaças mudam a cada semana”. 

A bola da vez é o ransomware, que tem feito uma nova vítima a cada 10 segundos no mundo. No Brasil, pesquisa da Check Point Research (CPR) identificou que o país teve um aumento de 40% dessas invasões no terceiro trimestre de 2020. Ransomware é um software malicioso que criptografa e torna inacessíveis arquivos e documentos de uma rede ou servidor. É uma espécie de sequestro da rede, e as vítimas devem pagar um resgate, sob pena de terem informações vazadas ou deletadas.

“Muitas organizações pensam não ter muitas escolhas nesse caso: ou elas pagam ou assumem o ônus de reconstruir sua rede do zero, o que pode sacrificar o negócio. Mas não há garantias de que os dados serão realmente restaurados após o pagamento e os criminosos podem continuar exigindo novos resgates. A primeira medida deve ser contactar a polícia. Além da investigação criminal, acione especialistas em cibersegurança para localizar as áreas afetadas pelo vírus, adotar medidas para não proliferação e restaurar a infraestrutura afetada”, explica Glatz, da Supero Tecnologia.

Especialista na área, a consultora de Governança e Estratégia em Segurança da Informação nos Negócios Andréa Thomé explica que uma das razões para o aumento dos ataques é a presença do que ela chama de triângulo da fraude nas companhias:  há mais pressão, devido à necessidade de mudanças drásticas repentinas, decisões e ações rápidas e de cortes de custos; há oportunidade (a ida para o home office fragilizou a gestão de riscos cibernéticos) e um nível alto de racionalização (a atenção das pessoas está focada no coronavírus). Estes três fatores têm deixado empresas mais vulneráveis.

Pensando nesse tripé, Glatz sugere que as companhias atuem nas seguintes frentes:

  1. Identifique as fragilidades 

É preciso relacionar vulnerabilidade à criticidade para priorizar soluções urgentes e esclarecer a quais tipos de riscos e ameaças a organização está sujeita. Isso é possível identificando:

  • Que colaboradores estão usando máquinas próprias?
  • Como as informações estão sendo tratadas e armazenadas? 
  • Que ameaças estão colocando os processos e ativos da organização em risco e em que grau? 
  • Qual o nível de criticidade de cada um deles?
  1. Crie abordagens para sistemas de TI invisíveis

Os sistemas de TI invisíveis – não monitorados por não serem oficiais-, como e-mail, apps de troca de mensagens e de compartilhamento de arquivo, já são bem comuns e o uso cresceu no home office. É necessário rever se os canais oficiais são suficientes e adotar uma política de uso de sistemas invisíveis, determinando, por exemplo, o que só pode ser compartilhado por meio deles, e jamais por canais não oficiais.

  1. Estabeleça políticas de conexão segura

Adotar e assegurar o cumprimento de políticas claras para que os colaboradores tenham uma conexão segura, a partir de seus roteadores, evita riscos desnecessários. Por exemplo:

  • Separar a rede de trabalho da de outros dispositivos domésticos que se conectam à internet;
  • Adotar uma VPN para estabelecer uma conexão segura e criptografar a navegação é uma boa maneira de proteger ativos, mesmo que o roteador doméstico seja invadido;  
  • Reforçar procedimentos de autenticação, reavaliar procedimentos e optar pela autenticação por dois fatores para todos os programas críticos;
  • Reiterar a necessidade de criar uma senha forte e complexa – com pelo menos oito caracteres entre letras, números e outros sinais –, diferente das outras, para cada sistema e modificada de três em três meses.
  1. Aumente o nível de conscientização dos colaboradores

O elo mais fraco dos sistemas de segurança são os usuários. De recepcionistas a C-Suites, todos podem cair em um phishing, por exemplo, ameaça que teve um aumento considerável diante da Covid-19. Por isso, é necessário capacitar os colaboradores, justamente o que a pesquisa que da Kaspersky mostrou que não tem acontecido. A consultoria empresarial americana McKinsey sugere:

  • Faça uma comunicação seja criativa;
  • Foque mais no que fazer do que no que não fazer;
  • Aumente a consciência sobre comportamento humano e identifique e crie ações para usuários de alto risco;
  • O processo de educação sobre ameaças e como lidar com elas deve ser contínuo e jamais supor que os colaboradores o conhecem;
  •  Crie treinamentos específicos, evite os amplos e genéricos.

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Você conhece a Geração C?

Pela primeira vez na história temos uma geração conectada pelo comportamento de vida e mentalidade e não pela faixa etária: Geração C. Conexão, curadoria, criatividade e comunidade esses são os 4 C’s que unem essa geração, de acordo com o relatório “Gen C: Nova Sensatez Virtual”, estudo inédito realizado pela FleishmanHillard, agência global líder em Relações Públicas. O levantamento explora uma nova mudança cultural e traz percepções sobre como nossos comportamentos e expectativas de marca estão se transformando em meio à pandemia e devem permanecer no pós-covid.

Neste cenário 73% dos entrevistados dizem que a pandemia mudou a forma como eles veem o mundo, 52% pretendem que as mudanças em seus comportamentos de compra continuem quando a pandemia acabar, 39% estão se exercitando mais e 26% pararam de comprar delivery não saudáveis.

Geração C e o relacionamento com as marcas


A mudança de onde e como socializar, divertir, comprar e consumir está colocando diferentes demandas nas indústrias e continuará fazendo isso. Seja facilitando novos hobbies ou ajudando na aquisição de habilidades, as marcas precisam pensar estrategicamente sobre como criar impressões que podem se tornar associações positivas. O levantamento identificou 306% maior valor vitalício em clientes com relacionamento emocional com uma marca; e 71% mais propensos a recomendar uma empresa, em vez da taxa média de 45%.

Digital ou não, a pandemia oferece uma oportunidade de simplesmente pensar fora da caixa. As marcas estão sendo aplaudidas (e vaiadas) sobre se estão atendendo às expectativas de necessidade e união social: 62% das pessoas consideram como uma empresa se comporta ao responder a questões de raça ou gênero antes de comprar produtos e 32% dizem que é importante para o CEO tomar uma posição sobre as questões relacionadas à desigualdade social.

“A Gen C busca conexões autênticas e se envolve em todas as telas e mídias, ou seja, não há uma receita de como alcançá-los. Terão mais chances de conquistar o engajamento autêntico dos consumidores, as marcas que apostarem em amplificar seus valores em torno de inclusão e propósito”, informa Alessandro Martineli, diretor geral da FleishmanHillard.

Comportamento de compra da Geração C


Com o consumo priorizado de acordo com as necessidades mais básicas, houve o aumento da compra de categorias ter prioridade sobre a compra de marcas. Os consumidores estão comprando ativamente produtos de origem local e artesanais, enquanto apoiam as lojas da comunidade. As categorias de produtos com a maior taxa de teste para novas marcas são: 24% bens embalados e bebidas; 20% produtos de higiene doméstica; 13% alimentos frescos e orgânicos; e 13% produtos de cuidado pessoal.

Nas redes sociais, o relatório identificou que 25% das postagens referentes à compra online durante a pandemia foram relacionadas a problemas com entrega, estoque e disponibilidade. Sobre o comportamento de consumo: 70% continuariam com a frequência de pedidos de delivery pós-pandemia; 33% têm ou planejam apoiar empresas locais durante a pandemia; e 36% utilizaram serviço de entrega ou retirada.

Prioridades da Geração C


O levantamento ainda mostra que 16% das pessoas ouvidas planejam jogar menos videogames, passar menos tempo nas redes sociais, consumir menos TV ou filmes e não comprar itens não essenciais online, na contrapartida 20% dizem que planejam assistir a mais cobertura de notícias, mais serviços de streaming e vídeos; 26% planejam continuar socializando com a família; e 40% planejam continuar se exercitando após a pandemia.

No tripé vida, trabalho e sociedade, a Gen C encontrou novas maneiras de viver, eles substituíram sucesso por equilíbrio, mobilidade por mutualidade, consumo por cultura e crescimento por propósito. A pandemia acabará por desaparecer, mas as memórias e emoções em torno de como as marcas agiram durante esse período não desaparecerão facilmente. Confira outros dados desse relatório pelo link http://web.fleishman.com.br/geracao-c.

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Pesquisadores brasileiros desenvolvem dispositivo portátil capaz de detectar em tempo real o Sars-Cov-2

O teste rápido é uma ferramenta fundamental no combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus no Brasil. Para contribuir com este monitoramento, a Biosintesis, empresa de pesquisa, desenvolvimento e inovação, criou um dispositivo portátil capaz de detectar o Sars-Cov-2, com análises em tempo real, o GRAPH Covid-19. Com rapidez, precisão de resultados e portabilidade, o novo produto pode colocar o país em um novo patamar tecnológico na batalha contra este vírus e também no controle de outras tipos de doenças.

A solução

O GRAPH Covid-19 é uma plataforma de Diagnostic On a Chip (DoC) baseada na tecnologia inovadora de biossensores avançados com nanocompósitos de óxido de grafeno.

Uma das vantagens é que a plataforma de diagnóstico GRAPH usa baixo volume de amostra biológica – como, por exemplo, uma gota de sangue -, sendo capaz de detectar e monitorar diversas doenças, tendo como prioridade testar a infecção por Sars-Cov-2. Além disso, o dispositivo terá produção nacional, dispensando a necessidade de importação de insumos e possibilitando alta escala de produção para atender rapidamente a demanda diagnóstica em todo o país.

Atualmente, os testes rápidos importados são realizados por imunocromatografia, método de baixa acuracidade e que traz grande preocupação com resultados falso negativo. Por isso, a chegada de biossensores como plataforma diagnóstica no setor clínico é uma evolução tecnológica disruptiva com grandes vantagens frente às soluções disponíveis.

De acordo com Fabiana Medeiros, doutora em Biotecnologia pelo Programa de Tecnologia Nuclear do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN / SP e sócia-fundadora da Biosintesis, os biossensores avançados associados a nanocompósitos de óxido de grafeno, podem ser usados para diagnóstico em tempo real e monitoramento de diversas doenças. “Esta tecnologia disruptiva traz benefícios significativos em relação a metodologias analíticas convencionais, tais como rapidez, alta sensibilidade e especificidade. Sua portabilidade permite diagnosticar a Sars-Cov-2 em qualquer local: postos do SUS, unidades de saúde, drive through, regiões remotas e até controle de portos e aeroportos”, explica.

“Os biossensores, quando aplicados em saúde, podem também detectar os diferentes tipos de biomarcadores prognósticos e diagnósticos associados ao câncer, diabetes, alzheimer, infecções virais (Zika, Dengue, Chikungunya, etc) e bacterianas, assim como vários tipos de técnicas de sensoriamento eletroquímicos utilizadas para a detecção precoce de potenciais biomarcadores para estas doenças”, ressalta Fabiana.

Diferenciais

• Método mais rápido disponível no mercado, com resultado em menos de um minuto;
• Produção 100% nacional, ou seja, não depende de importação de insumos (kits);
• Expectativa de redução de custo em torno de 25% em comparação aos testes atuais
• Não necessita de laboratório de biossegurança;
• Não precisa de mão de obra especializada para sua análise;
• 100% portátil, sem necessidade de usar ponto de energia, internet ou estrutura laboratorial;
• Solução de monitoramento da pandemia no Brasil;
• Potencial de exportação de tecnologia.

Parcerias

Sob a coordenação da Biosintesis, empresa residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec, o projeto tem parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Conta com a participação de uma equipe de pesquisadores multidisciplinares, composta por quatro diferentes Centros de Pesquisas: Biotecnologia (CEBIO), a Ciência e Tecnologia de Materiais (CCTM), Combustível Nuclear (CECON) e Tecnologia das Radiações (CETER).

“Com a pandemia, as empresas e o governo estão ampliando os investimentos em projetos de inovação e automação de empresas, principalmente para produção de equipamentos hospitalares que podem ser usados no combate ao novo coronavírus. O momento é oportuno para startups voltadas à saúde, como a Biosintesis que está trazendo sua importante contribuição, por meio da criação deste dispositivo inovador”, afirma Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec.

Com foco no desenvolvimento de soluções para apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), o IPEN/CNEN tem incentivado e apoiado vários projetos de pesquisa na prevenção e no combate à Covid-19, os quais têm caráter inovador e propõem soluções criativas para o enfrentamento aos desafios desse momento de crise no País. “Muitas dessas pesquisas têm se revelado um sucesso, este é o caso da Biosintesis, que conta com a colaboração de pesquisadores de vários Centros de Pesquisa do IPEN, os quais, com suas expertises, têm dado grande contribuição para o sucesso do projeto. Esses recursos humanos altamente qualificados são motivo de muito orgulho para a nossa instituição”, avalia Isolda Costa, diretora de Pesquisa, Ensino e Desenvolvimento do IPEN.

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Grupo Boticário cria uma aceleradora de startups

Daniel Knopfholz, CIO do Grupo Boticário

O Grupo Boticário abre em novembro as inscrições para o GB Ventures, programa de aceleração de startups que tenham soluções para otimizar processos e reinventar a indústria da beleza. Serão selecionadas startups de base tecnológica em fase inicial, mas que já tenham suas soluções sendo testadas no mercado. As empresas selecionadas terão um acompanhamento dos times de inovação do Grupo Boticário para acelerar e escalar o seu negócio.

O GB Ventures vai propor três pilares com vários desafios para os quais as candidatas devem apresentar suas soluções: beautytech (que podem ser desde tecnologia de skincare, produtos customizáveis, até embalagens sustentáveis, entre outros); retailtech (soluções de canais de venda, omnichannel, indústria 4.0, social commerce, processos de crédito, antifraude, entre outros); e trendsetter (novos serviços, inteligência artificial adaptada para experiências sensoriais, ou ideias que ressignifiquem e que tragam disrupção para o mundo da beleza).

As inscrições acontecem de 15 de novembro a 18 de dezembro e estão abertas para startups de todo o Brasil. A partir do dia 21 de dezembro a 8 de janeiro o Comitê de Inovação do Grupo vai avaliar as candidatas, considerando quais soluções apresentadas melhor se encaixam aos desafios propostos. A partir de 11 de janeiro acontecem as entrevistas com os responsáveis pelas startups e a partir de fevereiro, os selecionados já terão a oportunidade de acelerar seus negócios. O programa será 100% online, permitindo a construção da sua startup de qualquer lugar e sem gastos adicionais. As inscrições serão pelo site www.gbventures.com.br.

As startups selecionadas receberão mentoria do Comitê de Inovação do Grupo Boticário, estrutura para desenvolvimento dos seus produtos com know-how das equipes técnicas, acesso às plantas industriais e aos laboratórios de experimentação, prototipação e design. Tudo para facilitar a construção e testes da sua solução. Ao final do programa, um eventual investimento poderá ser negociado, caso haja interesse do Grupo Boticário e da startup acelerada em continuarem a parceria.

“Por acreditar que a beleza está em todo lugar, o Grupo Boticário busca inovar a maneira que ela está nas nossas vidas de forma responsável e sempre resolvendo as dores dos nossos consumidores e parceiros de negócios. Por isso trazemos o GB Ventures, uma maneira de desenvolver a nova geração da beleza por meio da aceleração de startups”, disse Daniel Knopfholz, CIO do Grupo Boticário.

Grupo Sabin e Fleury criam fundo de Venture Capital de R$ 200 milhões

O córtex humano tem papel central em atividades complexas do cérebro. É ele o responsável por captar os impulsos produzidos pelas vias de sensibilidade e interpretá-las. É desse local também que tem origem os impulsos nervosos para comandar os movimentos. Não à toa, este foi o nome escolhido para batizar, em inglês, o Kortex Ventures, um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de saúde no Brasil.

Criado pelo Grupo Fleury e Grupo Sabin, o Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) que pretende atuar como um elo centralizador de informações, identificando oportunidades no mercado, analisando e tomando ações para gerar valor nas empresas investidas. O fundo pretende aportar R﹩ 200 milhões em empresas nascentes de tecnologia de saúde nacionais e estrangeiras, e seu principal objetivo é investir de forma minoritária em negócios de medicina diagnóstica, medicina personalizada e saúde digital, ajudando a promover o desenvolvimento dessas pequenas empresas. A meta é que em quatro anos o fundo seja sócio de 15 a 18 healthtechs.

O Kortex já nasce carregando o conhecimento e a experiência de dois gigantes e reconhecidos players no setor de saúde brasileiro. Ao se tornarem sócias do fundo, as startups terão acesso à extensa rede de relacionamento, à estrutura técnica e científica das áreas de Pesquisa&Desenvolvimento e à longa trajetória de atuação das companhias, presentes em todas as regiões brasileiras. Para as aspirantes, também é a oportunidade de iniciarem sua jornada no mercado com Sabin e Fleury não apenas como parceiros, mas também como clientes.

Por sua vez, o Grupo Sabin e o Grupo Fleury estarão ainda mais conectados ao ecossistema de startups e healthtechs. Para eles, é a oportunidade de ver nascer negócios promissores e levar o que há de mais inovador aos seus clientes.

“O investimento no Kortex Ventures é mais uma etapa do planejamento do Grupo Sabin para fortalecer o ecossistema de saúde no País, posicionando a empresa como parceira estratégica de empreendedores e de negócios, que entrega, além do investimento, uma plataforma de conhecimento, desenvolvimento e validação de tecnologias, produtos e serviços para o mercado brasileiro com maior velocidade e maior consistência. As duas empresas possuem grande expertise médica e técnico-científica, bem como uma das maiores redes de relacionamento em saúde do Brasil, que é relevante porta de entrada para diversas regiões do País. Temos o objetivo de apoiar empresas que inclusive transcendam a medicina diagnóstica, contribuindo com soluções inovadoras para os cuidados integrados da saúde tanto do indivíduo como da população”, avalia Lídia Abdalla, presidente executiva do Grupo Sabin.

“Queremos preservar a independência, agilidade e espírito empreendedor das empresas investidas ao mesmo tempo em que aprendemos com elas e incorporamos ao nosso negócio suas melhores soluções. Pretendemos unir nossa experiência secular com a mentalidade das startups. O fundo irá acelerar exponencialmente esse movimento”, analisa Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury.

Capital estratégico – O Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) com atuação e gestão independentes. O fundo foi formado a partir do investimento conjunto de R﹩ 200 milhões do Grupo Fleury e Grupo Sabin. Diferentemente de um Venture Capital puro, o CVC vai além do conceito “smart money” e se posiciona como um fundo de “strategic money”, ou capital estratégico. Isto significa que o Kortex Ventures pretende investir em healthtechs que tenham sinergias com os negócios de ambas as companhias, ajudando as empresas não apenas financeiramente como também oferecendo acesso à expertise e estrutura operacional do Fleury e Sabin.

No mercado de saúde nacional e internacional, o Kortex atuará identificando as startups promissoras e alinhadas estrategicamente aos seus valores. As healthtechs podem entrar em contato diretamente com fundo e se candidatar para receber os aportes: http://www.kortexventures.com .

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Cerca de 61% das empresas no setor financeiro precisam se adequar à LGPD, aponta estudo da ABES

Para assegurar a privacidade e proteção dos dados pessoais, que também garante o relacionamento entre negócios brasileiros e estrangeiros, foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), vigente desde setembro deste ano. Em meio à transformação digital acelerada por conta da pandemia, apenas 39,15% das corporações no setor financeiro estão em conformidade com as exigências da nova lei, é o que aponta o Índice LGPD ABES, ferramenta desenvolvida pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, em parceria com a EY, no qual mais de 2.050 empresas de diversos segmentos já responderam e tiveram seus diagnósticos. Com o objetivo de aumentar o número de companhias preparadas para a LGPD, o ABES Academy, área de educação e formação continuada da entidade, vai ministrar curso online sobre o tema .

O número preocupante não é exclusivo do setor financeiro, no cenário geral apenas 39,45% dos requisitos da LGPD são atendidos. Segundo o presidente da ABES, Rodolfo Fücher, estar em conformidade com a LGPD é um desafio de todas as áreas de uma empresa, recursos humanos, vendas, marketing, financeiro, administrativo, e principalmente o jurídico e TI, que precisam assegurar a existência de processos claros e recursos adequados para prevenir uso inadequado dos dados e evitar vazamentos de informações e ataques de hackers.

“A lei traz dois pontos fundamentais para a indústria financeira: transparência e consentimento. Por se tratar de empresas que lidam com contratos que podem conter muitos dados sensíveis dos clientes, é importante que essas informações sejam coletadas e tratadas com total aprovação da pessoa”, explica Fücher.

O índice também revela que o setor de finanças está distante dessa conformidade, já que 81,6% realizam a coleta dos dados sigilosos e 34,2% já sofreram incidente de violação nos últimos 2 anos. “Os dados são alarmantes, mas o objetivo da ABES é não apenas posicionar, mas principalmente oferecer ferramentas e referências com o propósito de ajudar as empresas em sua adequação diante das exigências da LGPD”, comenta o presidente da instituição.

Além de oferecer sugestões de como a empresa pode se adequar às conformidades após responder ao índice e gerar seu resultado, a ABES abriu inscrições para a quinta turma do curso Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação, do ABES ACADEMY, que será realizado de 9 a 19 de novembro, para disseminar mais conhecimento sobre o tema.

De acordo com Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da associação, é importante fomentar o interesse das empresas no assunto para orientá-las sobre como cumprir a lei. “Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, afirma.

Para acessar o índice e fazer o diagnóstico, clique aqui. A ferramenta é gratuita e está à disposição de todas as empresas, sendo associadas da ABES ou não. Já para se inscrever no curso do ABES ACADEMY, acesse o site do Sympla.

Índice LGPD ABES

A ABES e a EY criaram a ferramenta online Diagnóstico LGPD para que as empresas que estão em fase de adaptação de seus processos LGPD verifiquem seu nível de adequação ao projeto. A solução consiste em um questionário sigiloso por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela lei. Após o preenchimento, a ferramenta oferece um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa com sugestões contextualizadas ao resultado.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso e nem possível enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados, enviados anonimamente, geram o Índice LGPD ABES sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei.

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Aiqfome, iFood e Uber Eats são escolhidos como os melhores Deliverys do Brasil

Aiqfome, iFood e Uber Eats são os três melhores Deliverys do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolherá seu campeão na categoria. Os finalistas, segundo a escolha técnica da Academia iBest, são iFood, Rappi e Uber Eats.

Na votação da Academia, aparecem os três serviços mais conhecidos do mercado brasileiro de delivery. Já o Top 3 da escolha popular tem como diferencial o Aiqfome, adquirido este ano pela Magazine Luiza. A inclusão aponta uma tendência de agregamento dos serviços de entrega como extensão dos negócios de e-commerce.

Top 3 Prêmio Popular:

Aiqfome
iFood
Uber Eats

Top 3 Prêmio da Academia iBest:

iFood
Rappi
Uber Eats

Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. E somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil, objeto da disputa atual entre os Top 3.

“O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio, “e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros”.

Vale lembrar que, diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, tem mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e que somente aceita um voto por votante em cada categoria, o que reforça o caráter qualitativo do Prêmio iBest.

Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha da vencedora, em premioibest.com até o dia 2 de dezembro.

Ame Digital, Nubank e PicPay são escolhidos como as melhores Fintechs do Brasil

Ame Digital, Nubank e PicPay são as três melhores Fintechs do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolherá seu campeão na categoria. Os finalistas, segundo a escolha técnica da Academia iBest, são Nubank, PicPay e Stone.

O resultado da votação mostra que os grandes bancos tradicionais ainda não se firmaram no novo filão das empresas focadas em financial technology (fintechs), que oferecem serviços novos ou otimizados em finanças. Tanto na escolha Popular quanto na da Academia, predominam os concorrentes do ramo do varejo, com exceção da fintech Nubank.

Top 3 Prêmio Popular:

Ame Digital
Nubank
PicPay

Top 3 Prêmio da Academia iBest:

Nubank
PicPay
Stone

Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. E somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil, objeto da disputa atual entre os Top 3.

“O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio, “e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros”.

Vale lembrar que, diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, tem mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e que somente aceita um voto por votante em cada categoria, o que reforça o caráter qualitativo do Prêmio iBest.

Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha da vencedora, em premioibest.com até o dia 2 de dezembro.

Diversidade em conselhos é fundamental para sucesso das empresas, diz chairman global da Microsoft no 21º Congresso do IBGC

O relato pessoal de uma história de sucesso e inclusão, e a visão de liderança do chairman de uma das maiores empresas do mundo. Foi esse o resumo do painel de abertura do 21º Congresso IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), que aconteceu na noite desta terça-feira (3). O presidente do conselho de administração da Microsoft, John W. Thompson, falou sobre como as mudanças culturais devem resultar em novos posicionamentos das organizações e sobre a necessidade de as corporações serem mais inclusivas em todos os âmbitos, não apenas na dimensão racial ou de gênero.

“Acredito que a diversidade representa a base de consumidores e, consequentemente, de oportunidades. Se não temos uma equipe de colaboradores e um conselho diverso, então não conseguimos atender as demandas e entender as respectivas necessidades”, declarou Thompson, que também é sócio da Lightspeed Venture Partners. A conversa foi conduzida pelo presidente do conselho de administração do IBGC, Henrique Luz.

O executivo contou que quando buscava um novo CEO para a Microsoft, o conselho da empresa identificou alguns aspectos fundamentais de mudança. O primeiro era necessidade de uma estratégia de recuperação para a empresa e o segundo, urgência de uma transformação cultural. “Sabíamos que precisávamos dessa transformação. Precisávamos de uma nova corporação, inovadora, inclusiva e diversa”, disse Thompson sobre o processo que culminou com a escolha do indiano Satya Nadella, que comandava o setor de computação em nuvem da companhia, para suceder o presidente executivo, Steve Ballmer. “Por isso, atualmente focamos em nossas ideias e em como colocá-las em prática. Hoje, temos cinco mulheres em nosso conselho, antes eram apenas três. Conseguimos nos tornar mais diversos, não apenas em gênero e raça”, relatou.

Enquanto representante de conselho de uma das maiores empresas de tecnologias do mundo, Thompson ressaltou que o papel desses membros é permitir que a empresa evolua e quanto mais diversos forem, conseguem mais assertividade nas ações: “A governança é fundamental para montar esses conselhos e permitir esse crescimento”.

Transformação digital

O presidente do conselho de administração da Microsoft acredita que toda empresa, independentemente do ramo de atuação, será uma empresa de tecnologia em um futuro próximo. Para ele, a pandemia acelerou muitos processos e mostrou como a preparação para os diferentes cenários impacta nos resultados financeiros das corporações. Nos últimos dois anos, três novos membros ingressaram no conselho da Microsoft e com a pandemia de Covid-19 percebeu-se como é possível mudar os processos e a inclusão desses novos membros. A tecnologia ajudou a vislumbrar essas novas possibilidades e como aprimorar as metodologias.

“Esse é o momento em que as velhas empresas podem repensar onde estão e para onde vão, e as novas podem crescer e aproveitar as oportunidades que surgem. Sem criatividade e reinvenção não vamos sobreviver”, afirmou Thompson.

25 anos da governança corporativa no Brasil

A conversa com John W. Thompson aconteceu durante abertura oficial do 21º Congresso IBGC, cuja programação vai até 27 de novembro. Ao longo de todo o mês de novembro, ocorrerão ciclos de palestras com temáticas semanais, divididas em: Conselhos em transformação; ASG – Desafios e Oportunidades; Evolução da Governança – Um olhar para o futuro; e Governança ao Redor do Mundo.

“Somente conseguiremos aprimorar as práticas adotadas e a regulação brasileira se trabalharmos juntos, tendo como principal objetivo a construção de uma sociedade melhor. Cada um de nós, que vivenciamos a evolução da governança nesses últimos 25 anos, temos histórias que influenciaram e transformaram, para melhor, as empresas que atuam no país e, consequentemente, nossa comunidade”, declarou Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC.

O Congresso deste ano é a primeira edição 100% digital, com público recorde de 1.200 participantes e tem um significado especial, pois marca o aniversário de 25 anos do IBGC. “Iniciamos o ano com o desafio de colocar o Instituto em direção à transformação digital, que, agora, caminha a passos largos para mais investimentos em tecnologias inovadoras que possibilitem a construção da melhor experiência aos associados e estudantes”, relatou Luz. “25 anos depois, o IBGC se tornou o principal centro de reflexão, educação e influência sobre governança corporativa no país”, concluiu.

21º Congresso IBGC
Quando: 3 a 27 de novembro
Onde: Plataforma Virtual Congresso IBGC

CONSELHOS EM TRANSFORMAÇÃO
06/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
ESG DESAFIOS E OPORTUNIDADES
13/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
EVOLUÇÃO DA GOVERNANÇA – UM OLHAR PARA O FUTURO
19/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
GOVERNANÇA AO REDOR DO MUNDO
27/11 – 8H30 ÀS 13H – Sessões Plenárias

Para conferir a programação completa, basta acessar: http://ibgc.org.br/congresso

Renner abre seleção para Programa de Trainee em parceria com startup Eureca

A Renner, maior varejista de moda do Brasil, está com vagas abertas para o programa de Trainee de Produto 2021. Nesta edição, a marca terá pela primeira vez a parceria da Eureca, uma startup de recursos humanos especializada no público jovem.

A proposta é ir além do objetivo de recrutar talentos, oferecendo uma verdadeira jornada de aprendizado para os candidatos – paralela ao processo seletivo -, com desafios e workshops que proporcionarão visão ampla de negócio e oportunidade de trocas com lideranças da varejista.

O programa é organizado pelo Circuito Renner, projeto que prevê uma agenda contínua de colaboração com parceiros nas áreas de educação e inovação, para compartilhar conhecimento e promover iniciativas que contribuam com o mercado e a sociedade.

“Mais do que selecionar talentos, queremos proporcionar uma profunda experiência de aprendizado e conexão, contribuindo para que os profissionais que se identificam com a Renner terminem este processo mais preparados para seguir suas carreiras. Estamos comprometidos em gerar impacto positivo para o ecossistema em que estamos inseridos, de forma colaborativa”, diz Clarice Martins Costa, Diretora de RH da Lojas Renner.

Como funcionará o programa? Os candidatos selecionados participarão da jornada inicial de aprendizado, 100% online, junto com o time do Circuito Renner e com lideranças da Companhia. Esta fase dura 2 meses. Os talentos que mais se destacarem e mostrarem aderência à cultura corporativa vão avançar na seleção que elegerá os integrantes do programa de Trainee de Produto 2021, com duração de 12 meses.

A turma de trainees vai aprender na teoria e na prática sobre gestão de negócios, produto e inovação, com o acompanhamento do diretor presidente da Companhia, Fabio Faccio, e envolvimento em discussões estratégicas.

Existente há quase 30 anos e responsável pela formação de cerca de 80% dos executivos da Lojas Renner, o programa de trainees formou sua primeira turma online durante a pandemia, focada na área de gerência de loja. No último ano, foram 14 mil inscritos.

Nesta edição, as vagas são para profissionais que atuarão como designer gráfico, designer de produto, planner e buyer. Os principais pré-requisitos são: ensino superior completo ou em fase de conclusão de janeiro de 2014 a dezembro de 2020; inglês avançado; identificação com moda; e disponibilidade para residir em Porto Alegre (RS), onde fica a sede administrativa da varejista. As inscrições podem ser feitas até 8 de novembro em http://oportunidades.eureca.me/oportunidade/traineeproduto-circuito-renner .

A HPE vai construir um dos computadores mais rápidos do mundo

 A Hewlett Packard Enterprise (HPE) acaba de anunciar um contrato de mais de US$ 160 milhões com a European High Performance Compu ting Joint Undertaking (EuroHPC JU) para construir um dos supercomputadores mais rápidos do mundo, que ficará baseado na Finlândia. O novo supercomputador, ao qual a EuroHPC JU se refere como LUMI, ajudará pesquisadores europeus e organizações públicas e privadas a avançarem significativamente em R&D e impulsionarem a inovação em áreas como saúde, previsão do tempo e produtos habilitados para IA.

O LUMI da EuroHPC JU é caracterizado como um sistema “pré-exascale” que terá um desempenho máximo teórico de mais de 550 petaflops, o que é equivalente ao desempenho de 1,5 milhão de laptops combinados.

Além disso, por meio de sua colaboração com a EuroHPC JU, a HPE está expandindo os recursos de supercomputação para acelerar o roteiro europeu a alcançar a computação exascale, que é o próximo salto significativo na supercomputação, que fornecerá um desempenho 5 a 10 vezes mais rápido do que os sistemas atuais.

“Estamos honrados por sermos selecionados para o LUMI e alavancar nossas tecnologias da era exascale para construir um dos supercomputadores mais rápidos do planeta”, diz Peter Ungaro, vice-presidente sênior e gerente geral de Computação de Alto Desempenho (HPC) e Soluções de Missão Crítica (MCS) da HPE. “Estamos empenhados em apoiar a European High Performance Computing Joint Undertaking (EuroHPC JU), aproveitando as oportunidades da supercomputação de próxima geração para apoiar a pesquisa científica, promover a inovação e desbloquear o crescimento econômico. Estamos entusiasmados em colaborar com a EuroHPC JU e, por meio de nossa parceria com a AMD, alavancar nossos recursos exclusivos em computação, rede de alto desempenho, armazenamento e software para ajudar a melhorar a maneira como as pessoas vivem e trabalham.”

HPE capacita um dos supercomputadores pré-exascale mais rápidos do mundo para a Europa

O LUMI da EuroHPC JU será alimentado por supercomputadores HPE Cray EX com CPUs AMD EPYC™ de última geração e GPUs AMD™ Instinct, a fim de oferecer desempenho sem precedentes e recursos de aprendizagem profunda direcionados para avançar a combinação de modelagem, simulação, análise e cargas de trabalho de IA, visando resolver desafios complexos.

O LUMI da EuroHPC JU será hospedado no CSC – IT Center for Science , em Kajaani, na Finlândia, e compartilhado por dez países europeus como parte do consórcio LUMI recém-formado. O consórcio inclui Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Islândia, Noruega, Polônia, Suécia e Suíça. O novo sistema estará disponível em meados de 2021.

Uma vez operacional em meados de 2021, o supercomputador LUMI será um dos supercomputadores mais competitivos e verdes do mundo!”, avalia Anders Dam Jensen, Diretor Executivo da Empresa Comum EuroHPC. “Esse sistema de classe de liderança apoiará os pesquisadores europeus, a indústria e o setor público a melhor compreenderem e responderem a desafios complexos e transformá-los em oportunidades de inovação em setores como saúde, previsão do tempo ou planejamento urbano e rural.”

“A AMD tem o orgulho de se juntar à HPE para capacitar o supercomputador LUMI a avançar em pesquisa científica em inteligência artificial, previsão do tempo, descoberta farmacêutica e muito mais”, comenta Forrest Norrod, vice-presidente sênior e gerente geral do Centro de Dados e Grupo de Sistemas Incorporados da AMD. “Nossas CPUs AMD EPYC de próxima geração e GPUs AMD Instinct, juntamente com as tecnologias exclusivas de supercomputação da HPE, estão alimentando novos recursos em computação de alto desempenho, e estamos entusiasmados em fortalecer a comunidade de pesquisa europeia por meio de nosso suporte.”

HPE acelera o caminho da Europa para alcançar a computação exascale

A HPE está entregando tecnologias poderosas de supercomputação e IA para promover a missão da EuroHPC JU de adotar a supercomputação de próxima geração, que inclui sistemas pré-exascale e exascale. O LUMI da EuroHPC JU é o segundo sistema para cuja construção a HPE foi contratada. O primeiro foi o sistema Euro_I4TI para o Centro Nacional de Supercomputação IT4Innovations, que será o supercomputador mais poderoso da República Tcheca.

A HPE também expandirá sua cadeia de suprimentos de supercomputação na Europa, fabricando supercomputadores HPE Cray EX com refrigeração líquida e sistemas HPE Apollo em sua fábrica de Kutná Hora, na República Tcheca. Além disso, a HPE estabelecerá um Centro de Excelência na Europa que fornecerá ferramentas de R&D e experiência para desenvolver e testar aplicativos, programação, processadores e outras soluções necessárias para construir um programa de prontidão exascale.

Por meio do investimento nesses sistemas e tecnologias, a EuroHPC JU visa apoiar a R&D e a inovação para fazer avançar a ciência, impulsionar a competitividade industrial e garantir a soberania tecnológica da Europa.

HPE capacita LUMI da EuroHPC JU com supercomputação de ponta a ponta e soluções de IA

O LUMI da EuroHPC JU será construído usando supercomputadores HPE Cray EX , que também serão usados ​​nos três próximos sistemas exascale para o Departamento de Energia dos EUA: Aurora no Argonne National Laboratory, Frontier no Oak Ridge National Laboratory e El Capitan , em Lawrence Livermore National Laboratory. Os supercomputadores HPE Cray EX vão integrar as seguintes tecnologias de computação, armazenamento, rede e resfriamento, que são desenvolvidas especificamente para a Era Exascale , para alimentar o LUMI:

• Computação poderosa com recursos de IA direcionados usando CPUs AMD EPYC ™ de última geração e CPUs AMD ™ Instinct;
• Armazenamento expandido para suportar cargas de trabalho complexas em modelagem, simulação e IA usando o sistema de armazenamento Cray ClusterStor E1000 da HPE;
• HPE Slingshot para rede HPC construído com o propósito de atender às demandas de maior velocidade e controle de congestionamento para cargas de trabalho com muitos dados;
• Recursos sofisticados de resfriamento direto a líquido para sistemas em grande escala para aumentar a eficiência geral no uso de eletricidade e água usadas para operar o sistema.

Para obter mais informações sobre o LUMI, incluindo o Consórcio LUMI, visite http://www.lumi-supercomputer.eu .