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Nova plataforma simplifica live commerce para marcas

Live commerce sem necessidade de baixar aplicativo e depender de regras das redes sociais que mudam todos os dias. A venda acontece durante a transmissão ao vivo, direto no site da empresa ou na plataforma, a um clique de distância. Essa é a proposta da Alive – novidade desenvolvida pela Huia, um estúdio de tecnologia do ecossistema de comunicação Haus, recém adquirido pelo grupo Stefanini.

A primeira empresa a apostar na plataforma é a Tramontina. No mês passado, fez sua estreia no mundo das lives de vendas com um chef ensinando receitas e tirando dúvidas do público sobre os produtos da marca em tempo real. A ação aconteceu integrada com a plataforma VTEX, uma das soluções de e-commerce mais utilizadas pelas empresas brasileiras. O cliente que assistiu pelo celular não precisou baixar um aplicativo da marca; acompanhou e comprou diretamente pela própria url da Tramontina. A estratégia da comunicação da live foi criada pela agência W3haus e a produção, em parceria com a produtora Brooke.

“Para a Tramontina e, em especial a equipe do e-commerce da marca, aceitar o convite e ser protagonista desta proposta junto com o parceiro foi gratificante. A live permitiu uma conexão fácil do consumidor com a Tramontina, aliada ao formato de estar próxima, agregar valor e destacar o mix de maneira única e experiencial. A novidade coloca o consumidor no centro todo o tempo: entrega a ele conteúdos, dicas e produtos numa única tela e, principalmente, com a possibilidade de realizar a compra em um único clique. Em nosso esforço permanente como marca, de estar na vida das pessoas com soluções que inspiram e estimulam experiências, atingimos nosso objetivo com sucesso”, declara Samuel F. Fritzen, Gerente de E-commerce da Tramontina.

“Muitas marcas já começaram a testar o formato de live commerce usando o Youtube ou Facebook e fazendo vendas via QR Code ou cupons. Nós estamos dando o próximo passo ao integrar a experiência de compra com a nossa solução de streaming. Este processo precisa ser fluído e sem quebra entre o conteúdo e plataforma”, explica Alessandro Cauduro, CIO da Haus. “Isso ainda minimiza o risco de utilizar grandes players de tecnologia e ter de seguir suas regras comerciais”, completa.

Como funciona

A solução permite que o cliente coloque produtos no carrinho enquanto assiste ao vídeo, clicando diretamente na tela do dispositivo em que a live é assistida. Ao optar pela compra, a plataforma o direciona para canal de e-commerce da marca onde o pedido está pronto para ser fechado.

Recomenda-se que as lives tenham de 15 a 60 minutos, para não serem cansativas. E não é preciso ter um artista de peso para usar a solução. Pode ser um bom vendedor, um micro-influenciador e até um consumidor “lover” da marca. Além da parte tecnológica, a Huia auxilia na estratégia de vendas, conteúdo e suporte. O objetivo é fazer pequenas lives, viáveis economicamente para as empresas, e que elas ganhem escala. “Acreditamos que os grandes eventos de live commerce que as marcas têm feito são importantes para gerar awareness e branding, mas o formato que apostamos são pequenos e mais frequentes, para que o consumidor tenha o hábito de participar e a conta faça sentido para quem quer vender”, afirma Cauduro.

Público Jovem

A tendência de live commerce começou na China em 2016, e agora cresce no Brasil por conta da mudança de comportamento do consumidor na pandemia, popularizando o consumo de conteúdo ao vivo e compras on-line. Esse novo formato de vendas nada mais é do que a integração entre o live streaming e o e-commerce. Outra particularidade diz respeito ao perfil do público. Diferentemente de um canal de vendas tradicional, neste caso o cliente que costuma acompanhar é mais jovem.

Este formato de vendas foi apontado no Google Black Friday Insights Book como uma estratégia de inovação para as empresas se diferenciarem neste período competitivo. “O live commerce vai ser a novidade neste ano, mas é fundamental que as marcas testem antes, para estarem preparadas e incorporarem o formato na sua estratégia de venda”, ressalta Cauduro. Neste momento a Alive se prepara para atender a demanda das marcas que planejam ações da Black Friday, um evento digital por natureza.

Evolução Digital: o momento certo para investir é agora

Por André Cioffi, CEO do Grupo Squadra

Basta surgir o menor sinal de crise no horizonte para que os investimentos em novos projetos sejam sumariamente cortados da lista de ações nas empresas. As razões para isso, evidentemente, não faltam. É preciso considerar as variáveis, economizar quando possível e garantir que os movimentos sejam feitos com muita precisão e cuidado. Mas nem sempre a melhor saída é congelar as ações. Às vezes, investir pode ser a solução para economizar – e parece ser esse o caso, agora, quando falamos de evolução digital e o cenário global imposto pelo coronavírus.

Isso não significa dizer que sua empresa deve sair gastando o que tem e o que não tem para contratar novos serviços e sistemas ou adotar as tecnologias da moda, que estão ganhando espaço pelo mundo afora. Investir na evolução, nesse caso, significa observar e patrocinar o uso de recursos que possam potencializar sua operação, valorizando as riquezas e ferramentas que a companhia já tem. Faz sentido?

Um recente estudo publicado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) destacou, por exemplo, a importância das ações de pesquisa & desenvolvimento (P&D) para apoiar a retomada da economia nacional. Segundo a análise, o investimento em áreas como automação e inteligência de dados pode ajudar a reduzir os custos operacionais e maximizar a oferta das companhias ao público.

É essa perspectiva que tem levado à valorização das iniciativas de inovação e P&D em tecnologia ao redor de todo o planeta. Não por acaso, apesar da crise, pesquisas globais indicam que o segmento de Tecnologia da Informação deve crescer cerca de 10% em 2020, voltando aos patamares mais elevados de crescimento já no ano que vem. A razão para isso é simples: para tornar seus processos mais eficientes, as organizações estão recorrendo ao uso de soluções de alta inteligência para simplificar e tornar o dia a dia de seus negócios o mais prático e sustentável possível.

Como resultado, vale destacar que aproximadamente dois terços dos executivos das maiores organizações globais acreditam que a pandemia do coronavírus deixará um legado importante acerca das políticas de digitalização, sobretudo em relação à automação das tarefas. Eles acreditam que a prioridade deve ser revisar e rediscutir seus planos, não para diminuir o ritmo de seus esforços de digitalização, mas, sim, para aprimorar a precisão de suas fábricas e escritórios.

Dessa forma, é preciso deixar claro que os líderes de negócios e de TI não estão sendo convidados, simplesmente, a “investir por investir”. Mais do que isso, o momento exige a reavaliação de processos, o entendimento da cultura organizacional e a percepção do que pode ser melhorado por meio do uso de novos recursos de tecnologia. É possível pensar a evolução digital não como uma etapa específica, mas sim como uma ação contínua e que envolve toda a administração e liderança das organizações.

Nesse contexto, investir agora significa entender a criticidade do momento – com seu apelo único – e buscar alternativas para tornar a rotina das equipes e departamentos mais funcional, equilibrada e produtiva. Do mesmo modo, para alguns setores, realizar essa análise e digitalizar a cadeia representa a chance de manter os negócios em uma condição real de competitividade.

 Pense, por exemplo, em tudo que mudou para seu segmento de atuação. Seguramente, temas como segurança cibernética, relevância do e-commerce, eficiência logística e conexão com o cliente ganharam novos aspectos e contornos, indo muito mais além do que provavelmente suas equipes pensavam ser o cenário para 2020. É um enorme desafio, mas investir em inovação pode ser a chave para simplificar essa jornada.

Seja por uma necessidade operacional ou por uma grande oportunidade de negócio, o fato é que investir na evolução digital das operações deverá ser um caminho prático para alavancar o futuro das empresas, com a tecnologia assumindo o grande papel de agente de redução de gastos diários e desnecessários e da descoberta de novos caminhos rentáveis.

O fato é que, no momento, a única opção a ser desconsiderada é ficar parado. Não é hora de gastar com o que não é necessário, mas também não é possível deixar para amanhã o que já deveria ter sido feito ontem. A experiência de quem vive a evolução digital diariamente está aí para ajudar as organizações a serem mais eficientes, superando a crise e seus impactos posteriores. É preciso seguir em frente, deixando de lado quem apenas continuará esperando a tempestade passar para focar em quem decidiu reinventar seu próprio amanhã.

Vendas nos canais digitais da Riachuelo crescem 380% no terceiro trimestre de 2020

Em um cenário desafiador devido aos impactos da pandemia, o Grupo Guararapes investiu na proposta de valor ao cliente por meio de uma melhor experiência de compra. Reflexo desses esforços foi a conquista de um crescimento de 380% nas vendas por meio dos canais digitais da Riachuelo e um aumento de 33% do ticket médio no 3T20, mesmo com todas as lojas físicas reabertas a partir de agosto.

A geração de caixa operacional totalizou R$449,6 milhões no 3T20. Nos meses de agosto e setembro o grupo registrou lucro líquido de R$ 22,6 milhões e R$19,4 milhões respectivamente, ante um prejuízo líquido de R$51,4 milhões devido as restrições do período como a redução do horário de funcionamento, que teve uma maior flexibilização apenas a partir do mês de agosto e pela implementação de limites máximos de pessoas nas lojas aderentes aos protocolos de segurança estabelecidos. Ainda assim, a companhia, mais uma vez, conquistou market share no segmento de vestuário e a Riachuelo foi eleita a marca de moda mais admirada pelos consumidores, conforme ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (“IBEVAR”) – FIA 2020.

Para atingir esse patamar e seguir avançando a companhia mantem em ritmo acelerado a transformação digital do grupo. Com a integração sistêmica de 100% dos estoques (Ship from Store), todas as lojas do grupo já operam com o Retire Rápido (compra online e retirada de produto em até 4 horas), vendas pelo WhatsApp, PDV Mobile e prateleira infinita (e-store) promovendo comodidade e aumento da variedade aos clientes.

No período, 19% das vendas nos canais digitais passaram pelas lojas e em outubro esse percentual foi de 44%, indicando uma aceleração da operação omnichannel. O RCHLOVERS que transformou os colaboradores da companhia em promotores de venda será disponibilizado para qualquer pessoa ou parceiro que queira empreender a criando sua própria e-store até o final de novembro.

De janeiro a setembro de 2020, os investimentos do grupo em ativos fixos totalizaram R$247,4 milhões ante R$230,0 milhões relativos ao mesmo período de 2019. Do montante investido, R$227,7 milhões (92%) foram destinados à Riachuelo e Midway, sendo R$183,0 milhões para infraestrutura de TI, R$18,8 milhões alocados em lojas novas.

Gestão de Marcas e Posicionamento

A Midway, maior financeira do segmento varejo, com uma base de clientes entre as 10 maiores perante o Banco Central, mantem o foco e empenho em se tornar uma grande plataforma digital de produtos e serviços financeiros, ampliando sua atuação com a alta demanda do uso dos canais digitais e atentos às oportunidades geradas com a implementação do Pix e do Open Banking. A concessão de cartões nos canais digitais aumentou em 48% em relação ao 3T19 e na operação de empréstimo pessoal, a evolução foi de 103%.

A primeira loja física da Carter’s foi inaugurada no mês de setembro, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Tal operação nasce com o propósito de oferecer produtos infantis com qualidade e bom custo benefício. Atualmente são três lojas da bandeira Carter’s com performance de vendas até duas vezes maior que o esperado nas primeiras semanas de operação.

No mesmo mês foi inaugurada a primeira loja da Casa Riachuelo com diferencial de oferecer produtos de qualidade a preços acessíveis, sempre sustentados por uma curadoria para garantir a presença de diferentes lifestyles. o lançamento desse formato de loja, que já conta com três espaços físicos abertos, reforça o fortalecimento da marca no segmento de casa e decoração e mostra a versatilidade do modelo de negócios para suprir as necessidades das clientes.

Alinhado à visão de negócio sem fronteiras , o marketplace do grupo, parte da estratégia de construção da plataforma de moda e lifestyle, terá os primeiros sellers integrados na primeira quinzena de dezembro.

Supremo reafirma segurança tributária no setor de tecnologia, fortalecendo o processo de transformação digital no Brasil

Nesta quarta-feira (11), o Supremo Tribunal Federal (STF) prosseguiu no julgamento das ADIs 1945-MT e 5659-MG, colhendo mais um voto favorável à incidência do ISS nas operações com software. Agora, o resultado está em 7 votos pela inconstitucionalidade da incidência do ICMS contra 3 votos no sentido inverso. Na sequência, o ministro Nunes Marques, único que ainda não votou, pediu vista dos autos, paralisando o julgamento.

Segundo o doutor Saul Tourinho Leal, assessor jurídico da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software e advogado que se dedicou à causa, é preciso reconhecer a importância da segurança jurídica a respeito da tributação incidente sobre os serviços de tecnologia da informação como fator indispensável para alavancar a inovação tecnológica através da transformação digital, salientada pela OCDE como um caminho para o Brasil crescer.

“No mundo contemporâneo que vivemos, muito bem definido pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, como um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir, e assim como a água, tudo muda muito rapidamente. Bauman traz o conceito da transformação de um mundo sólido, é fato inquestionável que estamos em um mundo gasoso, levando-nos a rever periodicamente conceitos, modelos e formatos de negócios, no qual a tecnologia, a inovação é ponto central de tudo isso. Uma nação não será competitiva se seu povo não tiver acesso de qualidade ao conhecimento, a educação, e às inovações tecnológicas”, indica Rodolfo Fücher, presidente da associação.

A maioria formada no Supremo entendeu esse aspecto mutável do software. Uma vez encerrado o julgamento, o segmento continuará sua transformação, aumentando a competitividade do Brasil.

“É um momento de alívio para o setor, já que se fosse decidido fazer a cobrança por ICMS correríamos o risco do aumento de custo ao acesso à tecnologia por empresas brasileiras. A transformação digital, que ficou extremamente em evidência durante a pandemia, permite a sobrevivência de diversos segmentos econômicos como indústria, alimentação, comércio e, inclusive, o home office, seriam afetados”, explica Manoel Antonio dos Santos, diretor jurídico da ABES.

Além da importância do caso para a economia, há o aspecto da competitividade do Brasil em relação ao resto do mundo. “É comprovada a necessidade do uso da tecnologia para assegurar melhor desempenho e certamente maior competitividade para o mercado brasileiro. Conforme estudo da ABES/IDC, o crescimento esperado para o setor de TI em 2020 é de 4%”, completa o presidente.

Mesmo com os progressos significativos na melhoria do acesso à internet no Brasil, a OCDE aponta que, até 2018, 23% das pessoas adultas nunca tiveram acessado a rede. Falando também em negócios, pouco mais da metade das empresas brasileiras, com 10 funcionários ou mais, tiveram o seu próprio site em 2019. Além disso, praticamente 25% dos estudantes brasileiros ficaram sem aula durante todo o ano de 2020, aumentando ainda mais o gap social brasileiro.

“Com a decisão do STF contra a tributação por ICMS ainda temos a chance de avançarmos digitalmente de forma menos desigual, que é um dos principais objetivos da ABES, pois teremos a oportunidade de aumentar a produtividade em diversos setores da economia”, aponta Fücher.

Derrubada do Veto à desoneração da folha

A decisão favorável sobre a desoneração da folha de pagamento, com a derrubada pela Câmara dos Deputados do Veto nº 26/2020 sobre o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, no dia 4 de novembro, também está sendo considerada uma vitória para o segmento.

Isso permite manter a opcionalidade de usar a alíquota do CPRB a 4,5% para o setor de TI no lugar de 20% de contribuição no total da folha. Ou seja, quando o custo da folha de pagamento é alto, o que normalmente ocorre no segmento tecnológico, torna-se menos custoso pagar os 4,5% sobre o faturamento.

“Ambas as decisões irão trazer mais investimentos externos ao Brasil, que estavam represados devido a indefinição da carga tributária para o setor e também por conta do custo relacionado a folha de pagamento”, finaliza Rodolfo Fücher.

Volkswagen e Unidas firmam parceria com foco na mobilidade sustentável

Com objetivo de promover a mobilidade sustentável e eficiente, Volkswagen e Unidas acabam de firmar uma parceria estratégica para a locação do modelo Golf GTE híbrido plug-in. Os carros estarão disponíveis para pessoa física e jurídica nas lojas de RAC (Rent a Car) de Brasília (DF), Curitiba (PR) e São Paulo (SP); no portfólio do Unidas Livre, uma das modalidades de carro por assinatura da locadora; e para Terceirização de Frotas – sendo estes dois últimos em todo o Brasil. As primeiras unidades do Golf GTE estarão disponíveis para locação nas próximas semanas.

De acordo com Gustavo Schmidt, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil, “essa parceria é um passo importante na estratégia de mobilidade sustentável da marca Volkswagen, proporcionando aos clientes uma experiência completa com o Golf GTE, o único hatch com tecnologia híbrida plug-in do mercado”. E Schmidt completa: “o nosso objetivo é lançar mais cinco modelos híbridos e elétricos nos próximos anos no mercado brasileiro”.

Dirley Ricci, head de Gestão de Ativos da Unidas, afirma: “a inclusão do Golf GTE na frota reforça o nosso engajamento em iniciativas que prezem a preservação do meio ambiente e atende à uma crescente demanda dos clientes por opções mais sustentáveis.” O carro da Volkswagen será o primeiro modelo de passeio da frota da Unidas que também pode ser recarregado na tomada (tecnologia plug-in).

MELHOR DOS DOIS MUNDOS


Único hatch médio plug-in do Brasil, o Golf GTE pode recarregar suas baterias em uma tomada comum de 220 Volts ou em um aparelho wallbox de 3,6 kW ou mais de potência. Com elas (baterias) full, o modelo pode rodar, somente no modo elétrico, por aproximadamente 50 km, de acordo com o ciclo europeu (NEDC), atendendo as necessidades de 7 em cada 10 motoristas das principais metrópoles do mundo.

Importado da Alemanha, o Golf híbrido é equipado com dois motores, sendo um elétrico de 102 cv (75 kW) de potência e um outro a combustão, o 1.4 TSI de 150 cv. Juntos, eles entregam 204 cv (150 kW) de potência e um elevado torque de 350 Nm (35,7 kgfm). O GTE vai de 0 a 100 km/h em apenas 7,6 s e atinge a velocidade máxima de 222 km/h. No modo puramente elétrico, o hatch médio pode atingir os 130 km/h.

PLUG&GO


Em outubro, a Volkswagen, juntamente com a Porsche, Audi e a EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, inauguraram o primeiro carregador ultrarrápido público do Brasil, na cidade de Caraguatatuba (SP). O eletroposto faz parte do Plug&Go, projeto aprovado na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o tema Mobilidade Elétrica Eficiente em conjunto com o Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL). As empresas ABB, Electric Mobility Brasil e Siemens são as fornecedoras das soluções de carregamento. O objetivo é instalar um total de 30 carregadores ultrarrápidos nos próximos três anos.

Microsoft apresenta a edição 2020 do Edu For Change, programa de capacitação técnica para estudantes e profissionais de TI

No dia 12 de novembro, a Microsoft vai lançar a edição 2020 do Edu For Change, programa que visa acelerar a capacitação técnica de estudantes e profissionais de TI no país. Idealizado em 2018, o programa foi criado com o objetivo de oferecer oportunidades de capacitação e empregabilidade, especialmente, para estudantes de ensino superior e técnico pertencentes a grupos minoritários e e/ou em situação de vulnerabilidade social, por meio de parceiros de negócio da companhia. Para comunicar o projeto, a Microsoft irá organizar um evento virtual, que contará com a presença de Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil.

O excesso de vagas de emprego no mercado de TI e ausência de profissionais qualificados são fatores que impedem o crescimento de um mercado promissor no Brasil. De acordo com um recente levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), para atingir a meta de dobrar o setor de software e serviços em seis anos, 70 mil profissionais serão demandados ao ano até 2024, porém o país forma apenas 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano.

O lançamento do Edu For Change vem para somar as iniciativas do Microsoft Mais Brasil, um plano abrangente que visa, dentre outros objetivos, incentivar o desenvolvimento e a recuperação econômica do país por meio do aumento da empregabilidade e da qualificação de estudantes e profissionais. “Por meio do Edu For Change, visamos contribuir para o aumento da capacitação técnica no Brasil. A missão da Microsoft é empoderar cada pessoa e cada organização do planeta a conquistar mais e, por meio de projetos como o Edu For Change, conseguimos não apenas ajudar a qualificar estudantes e profissionais de TI, mas também democratizar o acesso ao ensino e a educação” comenta Franklin Luzes, vice-Presidente de Inovação, Transformação e Novos Negócios da Microsoft Brasil

As inscrições para participar do evento de lançamento e conhecer mais sobre as iniciativas do programa Edu For Change poderão ser feitas pelo site: https://www.microsoft.com/pt-br/events-hub/brazil/lancamento-do-programa-edu-for-change/.

Serviço:

Edu For Change
Quando:
 12 de novembro de 2020
Horário: 19h – horário de Brasília
Quanto: gratuito
Formato: virtual
Mais informações: https://www.microsoft.com/pt-br/eduforchange

Fonte: Microsoft

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Stone abre inscrições para o Summer Stone International 2021

A Stone, empresa de tecnologia financeira, anuncia uma oportunidade interessante para brasileiros que vivem em outro país e estudam em universidades estrangeiras: o Summer Stone International 2021, programa de estágio de 10 a 12 semanas para universitários internacionais em período de recesso acadêmico (junho a agosto). As inscrições ficam abertas até 11 de dezembro.

A iniciativa conta com mentoria dos alunos por líderes seniores da Stone, selecionados pelo time de Pessoas, de acordo com o perfil de cada mentorado, eventos exclusivos para que os participantes conheçam mais sobre a companhia, os negócios, e se desenvolvam continuamente durante o estágio na empresa. O programa inclui ainda bolsa auxílio, seguro e plano de saúde, Vale Transporte, Vale Refeição e acesso ao Gympass.

“O nosso objetivo na Stone é formar empreendedores e não executivos. Por isso, buscamos nos candidatos curiosidade, sede por conhecimento e a incessante vontade de se desenvolver por meio de desafios”, afirma a head de Educação da Stone, Fernanda Teich.

Para ampliar as chances de sucesso no programa, a Stone seleciona os candidatos, de acordo com o perfil e os desafios selecionados no momento da inscrição e, então, os direciona para a área da companhia mais adequada às suas ambições. A meta é desenvolver um projeto de alto impacto ao longo do programa. Para isso, ele conta com liberdade e autonomia para traçar as melhores estratégias, e com o apoio de seu time, líder e mentor. Após a conclusão do projeto, os participantes têm a oportunidade de apresentá-lo aos líderes da companhia, board e sócios.

Mais informações: stone.com.br/ summerjob

Os três melhores Superapps do Brasil

Ame Digital, Mercado Pago e PicPay são os três melhores Superapps do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolherá seu campeão na categoria. Os finalistas, segundo a escolha técnica da Academia iBest, são MagaluPay, Mercado Pago e PicPay.

Seguindo o exemplo da China, onde o Wechat e o Alipay dominaram o mercado financeiro oferecendo uma grande gama de serviços do dia a dia dentro de um super aplicativo, no mercado brasileiro os primeiros campeões se desenham na preferência popular. Na análise dos finalistas é percebido que o setor de varejo encabeça os investimentos e resultados na percepção de mercado em super apps, e da mesma forma que na China existe a ausência de players oriundos da área financeira na final. Ame Digital, Mercado Pago e Picpay decidem o prêmio popular do iBest, enquanto MagaluPay, Mercado Pago e Picpay disputam o troféu da Academia iBest.

Top 3 Prêmio Popular:
Ame Digital
Mercado Pago
PicPay

Top 3 Prêmio da Academia iBest:
MagaluPay
Mercado Pago
PicPay

Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. E somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil, objeto da disputa atual entre os Top 3.

“O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio, “e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros”.

Vale lembrar que, diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, tem mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e que somente aceita um voto por votante em cada categoria, o que reforça o caráter qualitativo do Prêmio iBest.

Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha da vencedora, em premioibest.com até o dia 2 de dezembro.

O que esperar do mercado de trabalho em 2021

A HSM University traz alguns insights para o ano que está para chegar e as profissões que devem estar em alta

2020 foi um ano de profunda transformação das empresas e dos profissionais. Os avanços em tecnologia e transformação digital surtiram efeitos importantes nos colaboradores, e, trouxe, mais uma vez a discussão sobre o mercado de trabalho à tona.

Não é segredo para ninguém que as principais profissões do futuro estão atreladas à tecnologia. Com a modernidade, as novas profissões estão cada vez mais interagindo com os processos de transformação digital. Além disso, as carreiras mais antigas e tradicionais estão precisando se adequar a essa realidade.

Com as mudanças bruscas no cenário corporativo, as empresas estão tendo pouco tempo para se adaptar às novas necessidade e ainda sair na frente dos seus concorrentes. Essa realidade abre espaço, por exemplo, para os especialistas em growth hacking. Ainda nova para algumas pessoas, esta atividade faz com o que o profissional use de metodologias que focam no crescimento e desenvolvimento de uma companhia, a partir de análises e novas hipóteses identificadas, trazendo um olhar de inovação e empreendedorismo para novas possibilidades.

Apesar de mais antiga, os programadores também têm um grande espaço no mercado de trabalho, com um vasto leque de opções e oportunidades que continuarão em 2021. Por isso, investir em aprender diferentes linguagens como Noções de UX, Lógica de Programação, Java Script, Angular, Dev Back-End, Dev Mobile Android é essencial para o profissional desta área e para aqueles que querem ingressar neste mercado.

Assim como o marketing, uma profissão tão tradicional e que se mostrou uma das áreas mais promissoras em 2020. O marketing digital deve manter essa área aquecida no próximo ano. O segmento tem se readaptado ao longo dos anos e incluindo processos tecnológicos em sua rotina, que por meio de suas ferramentas e análise de dados permite mudar a ótica do consumo, potencializando o diferencial competitivo da empresa.

Com o uso massivo de redes sociais e de outras ferramentas da internet, que proporcionam um grande volume de dados para os negócios. Os cientistas de dados continuarão peças fundamentais para as companhias. Este profissional consegue transformar essas informações em insights decisivos para as organizações. Como consequência, é possível otimizar os serviços e produtos para que atendam melhor às necessidades dos consumidores. Os advogados de proteção de dados também terão um papel fundamental dentro das corporações. Esta profissão está sendo ainda mais requisitada com a entrada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), obrigando as empresas a adequar suas estratégias aos procedimentos que estão previstos na lei.

Independentemente da profissão a ser escolhida, o profissional precisa estar em constante aprendizado, buscando o desenvolvimento de suas habilidades tanto cognitivas como socioemocionais. “Em 2021, o profissional terá que ser capaz de desenvolver competências que vão muito além de suas habilidades técnica, mas que o ajude a se reinventar e se readaptar em diferentes cenários e circunstâncias e, principalmente, em um curto período de tempo”, finaliza Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico da HSM University.

Entrevistas virtuais de emprego crescem 2149% durante a pandemia, revela VAGAS.com

O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus tem alterado drasticamente a forma como as empresas conduzem seus processos seletivos. De acordo com a VAGAS.com, líder em soluções tecnológicas de recrutamento e seleção, a utilização de sua ferramenta de videoentrevista aumentou 2149% de março a setembro deste ano quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Para se ter uma ideia da explosão da utilização dessa solução, os clientes da companhia conduziram apenas 16 processos com entrevistas virtuais de emprego de março a setembro de 2019 enquanto na mesma época deste ano as empresas realizaram 316 entrevistas virtuais com os candidatos.

“É uma tecnologia que veio para ficar. As empresas perceberam que esse tipo de solução traz muitos ganhos e vem colaborando de maneira muito significativa para a conclusão de um processo seletivo. Essa ferramenta alia inovação, segurança e confiança, permitindo aos nossos clientes que continuassem com seus processos sem a necessidade de deslocamento dos profissionais”, explica Luciana Calegari, especialista em RH da VAGAS.com

De março a setembro deste ano, 81 clientes da companhia utilizaram a ferramenta da videoentrevista, disponível para empresas usuárias da plataforma de Recrutamento VAGAS for business . Foram 20.562 os candidatos participantes das entrevistas virtuais de emprego de 375 vagas abertas, contabilizando a participação média de 54 candidatos por processo. O tempo médio de respostas por candidato entrevista foi de dois minutos.

A solução pretende reduzir o tempo de seleção e recrutar os melhores candidatos durante a fase de entrevistas. Além disso, ela oferece informações preciosas aos profissionais de RH, apoiando e elevando a tomada de decisão. Quando o candidato grava o seu material, a partir da tecnologia aplicada à ferramenta, o profissional que recebe e analisa o conteúdo e tem à disposição informações valiosas como: nuvem de palavras com os termos mais usados durante a gravação do vídeo, transcrição do áudio em texto, possibilidade de inserção de comentários, entre outros recursos. Isso ajuda a entender a afinidade do candidato com a vaga proposta.

A ferramenta, desenvolvida pela equipe de tecnologia e Ciência de Dados da VAGAS.com, foi pensada com o cuidado para não realizar nenhum juízo de valor com base em expressões demonstradas pelo candidato durante a gravação do vídeo. A empresa espera que a iniciativa possa contribuir um pouco nesse momento tão delicado para todos. Os RHs interessados devem entrar em contato com a VAGAS.com por meio de seus canais de relacionamento.

A partir de agora, foco nas startups “zebras” e não nos “unicórnios”

Por Rodrigo Blanco


Anualmente, o número de novas startups no Brasil cresce em torno de 20%. Hoje, temos algo próximo de 13 mil dessas operações mapeadas no País, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABS). Apesar de alta, essa porcentagem de crescimento é menor em comparação aos outros países e vemos uma concentração cada vez mais constante de capital proveniente de investidores experientes e com sólido conhecimento de mercado.

Com esse pensamento de crescimento a todo e qualquer custo, a geração de retornos malsucedidos aos investidores e a necessidade de expansão agressiva em cima do capital arrecadado por parte das startups mostram que mesmo as bilionárias não vivem apenas de saldos positivos. Essa cultura de injeção de capital em empresas pela troca de participação societária é a base da construção na qual uma grande parcela das organizações de inovação tecnológica foi erguida. Poderia existir outra forma de fazer negócios crescerem que não seja através de rodadas de capitalização? Sim, por meio das startups zebras.

Esse conceito nasceu nos Estados Unidos em 2017 e é responsável não apenas por desenvolver empreendimentos sustentáveis, mas por encorajar a ética neste setor. Em geral, essa categoria de startups é focada numa expansão que se sustenta e é caracterizada pelo desenvolvimento de um negócio que busca o crescimento, mas não a todo e qualquer custo. Ou seja, seu foco não está apenas na lucratividade, mas também numa causa a fim de corrigir problemas existentes na atualidade, sejam eles sociais, ambientais ou voltados à saúde.

Sendo assim, é de extrema importância o desenvolvimento sustentável desta categoria de startups através de parcerias estratégicas que façam o investimento financeiro e forneçam o devido suporte para essas operações poderem entregar soluções em conjunto com as grandes corporações. Ainda mais porque, na maioria dos casos, as organizações mais tradicionais são as que consumirão esse tipo de serviço e potencializarão o ecossistema.

Mas o que as zebras querem, afinal? A volta de fundamentos básicos e a possibilidade de gerir de maneira organizada a inovação em seus negócios para que estes não sejam apenas empreendimentos de curto prazo. Para isso, é preciso entender se o negócio atende ao tripé: sustentabilidade ambiental, social e econômica. Uma curiosidade é que ao contrário dos unicórnios, não são impostos rótulos às zebras, o termo é subjetivo.

Segundo a Impact Hub Floripa, uma empresa de Coworking brasileira que se considera parte deste movimento, seu crescimento é de 80% ao ano. Ou seja, ser zebra não impede a evolução do negócio, muito pelo contrário. Aliás, os fundadores dos unicórnios brasileiros afirmam que o estímulo de capital é efetuado às empresas que fazem parte do networking dos investidores ou que estejam sendo acompanhadas na arena do mercado, como o caso da Kaszek Ventures e da Nubank.

Unicórnios não deixarão de surgir, mas o mercado já se mostra cada vez mais inseguro sobre essa ascensão dos seres bilionários. Os motivos são numéricos, como a queda das ações da Uber em 18% e as da Slack em 47%. Os investimentos que recebem são altos, mas ao analisar suas construções com essas aplicações, há uma contrapartida de falta de lucratividade e de IPOs (Oferta pública inicial) malsucedidos.

Observar que esse ecossistema das zebras vive seu melhor momento de investimentos é empolgante e muitas outras startups devem alcançar o valuation de U$1 bilhão neste ano, mas, o que se espera é que elas e seus investidores sejam mais cautelosos quanto aos seus gastos, focando na sustentabilidade a longo prazo e, com isso, se multipliquem, mantendo cada vez mais seu potencial de rentabilidade e objetivos sociais.

Rodrigo Blanco, consultor de Negócios Digitais e Transformação na ICTS Protiviti

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Especialista em segurança digital mostra como evitar golpes envolvendo o PIX

Menos de um mês após o anúncio do Banco Central sobre o PIX, modalidade de transferência e pagamentos instantâneos e gratuitos pela internet, muitas pessoas já estão sendo alvo de cibercriminosos, ávidos por dados pessoais e bancários. A empresa de cibersegurança Kaspersky, por exemplo, identificou 60 domínios falsos que utilizam o PIX como isca para infectar o computador do usuário para praticar golpes.

Segundo Márcio D’Avila, consultor técnico e especialista em segurança digital da Certisign, medidas simples podem evitar este tipo de golpe. “Busque sempre por informações em fontes confiáveis, como o site da sua instituição financeira. Também é importante não baixar aplicativos que estejam fora da loja oficial do seu dispositivo, como a Play Store ou Apple Store”.

Ter calma também é imprescindível. “Por ser um sistema que viabiliza transações gratuitas ele gera uma certa ansiedade para ser usado, instalado. Para não cair em cilada, caso receba alguma mensagem, mesmo que aparentemente seja de instituições conhecidas, é preciso analisar com calma o remetente e o link para evitar ataques de phishing”.

Phishing é um tipo de golpe virtual no qual as vítimas são atraídas para links ou páginas falsas muito similares às verdadeiras, que capturam os dados pessoais e bancários. Como isca são usados SMS, mensagens instantâneas e e-mails com conteúdo atrativo, prometendo facilidades, prêmios ou promoções imperdíveis.

Atenção aos detalhes

“As páginas falsas costumam ter a URL com erros e/ou são um pouco diferentes da original. É importante também checar se o Certificado SSL, protocolo de segurança baseado em criptografia, foi emitido para a instituição financeira a qual você está acessando. Esta verificação pode ser feita clicando no cadeado do browser na barra de endereço do navegador”.
Já no e-mail, de acordo com D’Avila, quando se trata de phishing, nota-se também erros no domínio – conteúdo que vem depois do @ – com uma composição totalmente diferente do da instituição, a qual ele representa. Exemplificando: o remetente é Loja da Maria, mas o endereço do e-mail é lojadamaria@hejdudkdiks.com.br.

“A recomendação é nunca clique em links de mensagens que ofertem o cadastro no PIX ou passe informações pessoais e/ou financeiras para atendentes, que dizem ser de uma instituição financeira. Se quiser fazer o cadastro no PIX, tome a iniciativa e entre contato com a sua instituição por meio dos canais oficiais dela para realizá-lo”.

Como é feito o cadastro no PIX

O cadastro exige a criação uma chave por meio da instituição financeira na qual se tem conta. Durante o registro, pode-se optar pelo CPF, CNPJ ou endereço de e-mail para realizar as transações, em substituição aos dados de conta corrente, por exemplo.

O PIX estará disponível para todos os cadastrados a partir do dia 16 de novembro, e as operações, por meio dele, serão realizadas de maneira imediata, em até 10 segundos, em qualquer dia e horário da semana, incluindo sábado, domingo e feriados.