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TOPMIND abre mais de 70 vagas para especialistas em TI do Brasil e do exterior

A TOPMIND, uma das principais empresas de prestação de serviços de TI no Brasil, anuncia a abertura de mais de 70 vagas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) de diversas regiões do Brasil e em países como Argentina, Chile e México. A lista completa de oportunidades e as características de cada posição estão disponíveis no link: www.topmind.com.br/traba lhe-cono sco.

Com sólida atuação no Brasil e em toda a região das Américas, a TOPMIND está intensificando a busca por profissionais com perfil adequado à cultura da companhia. “Queremos oferecer o melhor serviço para nossos clientes. Para isso, queremos atrair e reter cada vez mais profissionais que brilhem diante dos desafios que a era digital apresenta diariamente”, afirma Sandra Maura, CEO da TOPMIND, destacando a busca por pessoas interessadas em oportunidades de crescimento e aprendizado junto a especialistas de alto nível e dispostos a enfrentar desafios. Esse é nosso grande compromisso. < /p>

As oportunidades oferecidas pela TOPMIND são para as posições de Desenvolvedores e Arquitetos de RPA, Consultores SAP. Analista de Sistemas GeneXus, Analistas de Rede e de Infraestrutura, Gerente de Projetos, Scrum Master, PMO, Agile Coach e Innovation Analyst. Outras vagas em destaque são para Designer e Arquiteto da informação UX/UI, Desenvolvedor Back-End para integrações, DevOps Analyst, Arquiteto e Desenvolvedor Hybris, Professional Data Engineer  e Arquiteto de Dados com foco em Cloud.

Para todas as vagas, a TOPMIND busca profissionais que possuam as habilidades e os conhecimentos específicos necessários para suas áreas de atuação, capacidade para resolução estratégica de problemas e trabalho em equipe e bom relacionamento interpessoal.

Vale destacar, ainda, que as oportunidades vão desde contratos temporários, com possibilidade de prorrogação, até posições fixas, incluindo benefícios compatíveis com o mercado. Além disso, o profissional contará com a possibilidade de crescimento dentro de uma empresa que tem expandido suas operações no Brasil e Américas Latina e do Norte.

Os candidatos interessados devem enviar seu currículo atualizado para o e-mail rh@topmind.com. Para mais informações sobre os requisitos exigidos para estas e outras vagas, acesse nosso LinkedIn: @topmind ou acesse o site: www.topmind.com.br/trabalhe-conosco.

82% dos brasileiros confiam nas empresas para construir um futuro melhor

A Salesforce, líder global em CRM, realizou o estudo ” Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora ” com mais de 20 mil pessoas na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido e Singapura. O levantamento, que teve 2 mil entrevistados apenas no Brasil, traz dados relevantes sobre a percepção da população em relação ao Futuro do Trabalho e os impactos da Covid-19 sobre as relações entre os colaboradores e as empresas.

Entre os entrevistados no Brasil, 82% confiam nas empresas para construir um futuro melhor. E para 70% deles, a diminuição das desigualdades globais deveria ser a grande prioridade para as empresas. Esses números mostram a grande confiança dos brasileiros nas empresas, principalmente se comparados aos dados relacionados ao setor público: 55% dizem não confiar nos governos para construir um futuro melhor.

Além disso, 76% dos entrevistados dizem que é crucial que seu empregador retribua à comunidade e 66% acreditam que as empresas serão mais resilientes às crises ao sair da pandemia.

“Os negócios devem ser uma plataforma para mudança e isto é o que a sociedade espera. Além de posicionar produtos e soluções, as marcas precisam engajar seus públicos para apoiá-los neste momento e contar como impactam”, destaca Fabio Costa, general manager da Salesforce no Brasil.

Linx anuncia aquisição da Mercadapp

A Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, anuncia a aquisição da Mercadapp, empresa especializada no setor supermercadista que oferece uma plataforma White Label de soluções para vendas online. Atualmente, atende cerca de 170 supermercados de pequeno e médio porte, em 17 Estados brasileiros, além do Distrito Federal.

A aquisição é mais um passo da Linx para fortalecer as soluções de plataforma e app delivery, agora também para supermercados, uma grande oportunidade de crescimento para a companhia. “As soluções de plataforma web e delivery da Mercadapp são baseadas em nuvem, ampliando o potencial de expansão no setor supermercadista de forma sustentável. Com isso, a Linx reforça a estratégia de cross selling com a plataforma de vendas de ponta a ponta já oferecida, englobando diferentes oportunidades em Linx Core, Linx Digital e Linx Pay”, comenta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

O modelo de negócio da Mercadapp é baseado em receita recorrente (SaaS), combinado com uma cobrança por transação. O faturamento bruto previsto para 2021 é de R$ 4,1 milhões.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$ 7 milhões em parcelas fixas e, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos entre 2020 a 2022, pagará o valor de até R$ 2,5 milhões. Adicionalmente, a Linx reterá o valor de R$ 1,0 milhão condicionado à inexistência de contingências, totalizando o valor da transação em R$ 10,5 milhões.

Fundada em 2015, a Mercadapp possui sede em Fortaleza (CE) e reúne cerca de 38 colaboradores.

Com foco no Sururu Valley, evento discute ecossistema de inovação de Maceió

O projeto Teias da Inovação MCTI promove, em sua 13ª edição on-line e gratuita, um debate sobre o ecossistema alagoano de inovação. Com o tema “O empreendedorismo e inovação: o impulsionamento para o sucesso dos negócios”, o evento foca na capital Maceió e, embora tangencie empreendedorismo e startups (que acolhem e desenvolvem soluções de excelência para o mundo; e enfrenta desafios, como a integração entre atores e comunidades, investimentos e mão de obra qualificada), terá como objeto central as fortalezas do Sururu Valley. A conferência, agendada para quinta-feira (19), está com inscrições abertas a qualquer pessoa interessada, pelo site: https://www.teiasdainovacao.com.br .

Considerado o “Vale do Silício do Alagoas”, o Sururu Valley (nome em homenagem ao molusco comumente encontrado nas praias da região) é o ecossistema emergente de inovação do estado. Ele surgiu para contornar o pensamento de que empreendedores precisavam deixar Alagoas para entrar no mundo dos negócios de inovação. Sua composição abrange empresários, empreendedores, investidores, pesquisadores acadêmicos, atores do poder público e está ganhando cada vez mais relevância. De acordo com dados de dezembro de 2019 do Startup Base, Alagoas possui cerca de 40 startups, sendo 60% em fase de tração. Os setores mais frequentes são Comunicação, Marketing e Mídia (15%), Educação (10%) e Entretenimento (10%).

O evento, que segue a linha do Teias em focar análises nas áreas de ciência, inovação e tecnologia, contará com a participação de Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, Secretário Nacional de Empreendedorismo e Inovação do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações). “A interação entre pessoas e organizações é um fator importante para incentivar inovação e novos negócios. Os debates trazem a experiência de grandes profissionais, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do ecossistema de inovação”, conta Alberto Paradisi, pesquisador principal e coordenador do projeto.

Entre os palestrantes estão:

– Rodrigo Rossiter: Um dos precursores do Sururu Valley, acumula experiência na área de desenvolvimento de softwares e startups desde 2011, além de ser empreendedor em inovação e formado em Comunicação Social. Atualmente, ocupa o cargo de secretário de Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti) de Alagoas.

– Áurea Andrade: É mestra em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Graduada em Administração. Também é avaliadora de projetos na área de Economia 4.0 no Instituto Federal do Espírito Santo e no Programa Inovativa Brasil, do Ministério da Economia. Atualmente, é Gerente Adjunta no Sebrae/AL, respondendo também pela gestão do projeto de startups.

– Kledson Ferreira: Empreendedor do mercado de startups e especialista em tecnologias de realidade virtual, é fundador da Labitspace, uma startup focada em construir soluções interativas e, ainda, atual CTO da Viuzz.

A mediação, desta vez, ficará sob a responsabilidade de Íria Almeida, arquiteta e urbanista, com experiência nas áreas de Desenvolvimento Urbano e Gestão Pública. Secretária do Gabinete de Governança da Prefeitura de Maceió, atua nas áreas de Novas Economias, Desburocratização, Empreendedorismo, Cidade Inteligente e Inovação.

O Teias da Inovação é uma iniciativa do MCTI em parceria com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico) e o CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), e tem o apoio da ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras). Realizado em diferentes cidades do Brasil e agora também em âmbito nacional, o projeto tem como público-alvo startups, incubadores, empresários, empreendedores, estudantes, pesquisadores, cientistas, educadores e governos locais.

Entre os temas abordados estão transformação digital, empreendedorismo, tendências de futuro, novos modelos de negócios e pesquisa e desenvolvimento. “O programa promove uma aproximação entre o MCTI e as cidades brasileiras de médio porte, com grande potencial de se tornarem ecossistemas locais de inovação. Vamos aproveitar para divulgar programas e instrumentos de apoio à inovação e ao empreendedorismo inovador. Nosso foco é sempre auxiliar para que esses polos sejam pensados e implementados de forma sustentável”, afirma Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, Secretário Nacional de Empreendedorismo e Inovação do MCTI.

Edições anteriores

Antes de ser reconfigurado para o momento da pandemia, o Teias da Inovação MCTI esteve presente nas cidades de Cuiabá (novembro/2019), Aracajú (janeiro/2020) e Vitória (março/2020). Foram debatidos, respectivamente, os temas: “Communities Meeting – Conectando Ecossistemas de Inovação”, “Perspectivas e Futuros para a Inovação em Sergipe” e “Make Together – Integrando o Ecossistema Capixaba de Inovação”.

Já on-line, o projeto teve 12 edições, tendo somado mais de mil inscrições e chegado a 111 cidades brasileiras:

– Quatro de foco nacional (edições 1, 3, 5 e 8, em 04/06, 07/07, 06/08 e 09/09, respectivamente), com os temas, na ordem: “Os Possíveis Cenários de Inovação Para os Ecossistemas Brasileiros”; “Teias para Startups: Financiamento, Investimento e Fomento à Inovação Durante e Pós-Pandemia”; “Academia e Indústria: Investimento e Relacionamento Para a Inovação Durante e Pós-pandemia”; e “Organização, funcionamento e replanejamento dos ecossistemas brasileiros de inovação para competitividade global”.

– Oito de foco regional (edições 2, 4, 6, 7, 9, 10 e 11, em 18/06, 21/07, 18/08, 25/08, 24/09, 08/10 e 22/10 e 05/11 respectivamente). Os temas e as cidades abordadas foram, na seguinte ordem: “Instrumentos de Fomento e Incentivo à Inovação e Empreendedorismo” (Caxias do Sul-RS); “Cidades Inteligentes: Conexões e Transformações para o Futuro” (Juazeiro do Norte-CE); “Integração e desenvolvimento do ecossistema regional de inovação de Macapá” (Macapá-AP); “Vocação Local: Inovação com foco em Energias Renováveis, Tração e Mobilidade Elétrica” (Jaraguá do Sul-SC); “Inovação na prática: desenvolvimento de atores regionais” (Boa Vista-RR); “Vocação Regional: Organização do Ecossistema Maranhense para Inovação Aeroespacial”, (São Luís-MA); “Tendências de futuro para Goiás: educação e mercado” (Goiânia-GO); e “Startups e indústria: acelerando a relação para maior integração do ecossistema e geração de valor mútuo” (Londrina-PR).

Serviço

“O empreendedorismo e inovação: o impulsionamento para o sucesso dos negócios”

Data: 19 de novembro, quinta-feira

Horário: das 16h às 17h30

Inscrições: https://www.teiasdainovacao.com.br/

Programação:

16h00 – Boas-vindas com Paulo Alvim

16h10 – Abertura Oficial pela mediadora Íria Almeida

16h15 – Apresentação Rodrigo Rossiter

16h20 – Apresentação Áurea Andrade

16h25 – Apresentação Kledson Ferreira

16h30 – Debate + Quiz

17h05 – Perguntas do público

17h25 – Encerramento

O profissional do futuro na era digital

Por Grazi Piva

Vivemos a Quarta Revolução Industrial, estamos imersos na automatização e a cada dia nascem novas tecnologias com as quais devemos trabalhar. Você já parou para pensar o que é ser um profissional do futuro?

Não importa se você trabalha ou pretende trabalhar na área da tecnologia ou não. Na era digital existem algumas demandas do mercado de trabalho que valem para todo mundo. Afinal, o que mais importa hoje é ter características mais humanas .

Isso mesmo! Além das hard skills, que são aquelas características mais técnicas, e já que sabemos a importância da constante atualização, as soft skills são as que nos diferenciam das máquinas e que brilham os olhos dos recrutadores agora.

Não significa que você precisa parar de investir em capacitações mais técnicas, muito pelo contrário. Contudo, o profissional do futuro precisa ser estratégico para investir seu tempo nas habilidades técnicas e sociais que de fato fazem sentido.

O futuro do trabalho na América Latina: profissões vão deixar de existir

Um estudo da Accenture, empresa multinacional de consultoria de gestão, tecnologia da informação e outsourcing, sobre o trabalho na era das máquinas inteligentes apontou que um a cada quatro trabalhadores na economia formal da América Latina, ou cerca de 38 milhões de pessoas, está em cargos com alto potencial de automação. Sendo que cerca de 43% estão na categoria de média probabilidade de automação .

Para chegar nesses resultados, a consultoria analisou qual era a porcentagem de tempo que um trabalhador gasta em atividades de rotina, que são as que possuem mais possibilidade de serem feitas por um robô. A estimativa do estudo aponta que os trabalhadores que passam no máximo 25% do tempo em tarefas de rotina, são os menos expostos a possibilidade de perder seus postos para máquinas.

10 habilidades do ‘profissional do futuro’ de 2020

O World Economic Forum (WEF) apresentou um estudo, em 2016, sobre o futuro do perfil profissional. Esse documento classificou as 10principais habilidades mais importantes para lidar com os desafios até 2020. Sendo elas:

1. resolução de problemas complexos;
2. pensamento crítico;
3. criatividade;
4. gestão e liderança de pessoas;
5. coordenação e organização;
6. inteligência emocional;
7. capacidade de tomada de decisão objetiva e intuitiva;
8. orientação para servir;
9. Negociação;
10. flexibilidade cognitiva.

No entanto, vale destacar que como vivemos em um mundo em constante mudança, principalmente quando o assunto é tecnologia, essas demandas podem mudar em até dois anos. Talvez, em um ano, alguma dessas habilidades listadas pode não fazer mais sentido. Por isso, uma grande habilidade não citada no estudo, é a capacidade de se manter sempre atualizado sobre o mercado de trabalho e, principalmente, sobre a sua área de atuação.

Competências fundacionais e renováveis

Segundo outro estudo feito pela Accenture em 2017, intitulado de New Skills Now: Inclusion in the Digital Economy , as principais competências do profissional do futuro devem ser fundacionais e renováveis.

As fundacionais são aquelas competências de base. Compreendendo a lógica de uma competência fundacional, você consegue aprender outras competências técnicas com mais facilidade.

É importante frisar que as competências fundacionais são exclusivamente humanas e duram mais do que as habilidades técnicas, que podem se tornar inúteis rapidamente.

De acordo com o estudo, as competências são denominadas “fundacionais”, pois permitem que os trabalhadores compartilhem ideias, colaborem e solucionem problemas. Essas habilidades são cruciais para o modo como as organizações realizam seus trabalhos, permitindo aos colegas colaborar e compartilhar informações rapidamente.

Já as competências renováveis dizem respeito às competências técnicas, pois precisam de constante atualização. Por exemplo, uma determinada linguagem de programação é essencial para um desenvolvedor, mas amanhã pode estar obsoleta. Se esse desenvolvedor não renovar suas habilidades técnicas constantemente, vai ficar para trás.

Nova taxonomia das habilidades

Este mesmo estudo da Accenture, de 2017, também listou e deu nome para seis competências que precisam fazer parte da bagagem dos profissionais do futuro na era digital, ou seja, aqueles que não vão perder seus postos para máquinas por estarem renovando e aprimorando seus conhecimentos.

Confira:

1. Aplicar We’q: interagir, construir relacionamentos e mostrar a autoconsciência necessária para trabalhar de forma eficiente com os outros, pessoal ou virtualmente;
2.Criar e Resolver: abordar a resolução de problemas de forma criativa, usando a empatia, a lógica e o pensamento inovador;
3.Cultivar uma mentalidade de crescimento: permanecer relevante, aprender e crescer de forma contínua e se adaptar às mudanças;
4.Desenvolver conhecimento técnico: conhecimento para usar e criar tecnologias e dados;
5. Aprender a ganhar: competências fundacionais para conseguir trabalho e estar pronto para a força de trabalho,
6.Especializar-se para o trabalho: competências alinhadas com as prioridades do mercado local e as necessidades setoriais.

Em resumo, o profissional ideal criado pelo estudo é uma pessoa muito antenada e proativa, que sempre busca mais informações e conhecimento e tem capacidade de tirar ideias do papel.

O que é ser um profissional de futuro na era digital?

Ser o profissional do futuro nesta era digital é ser resiliente, saber se adaptar, se relacionar com diferentes pessoas e ter a mentalidade de crescimento e estudo contínuos. Afinal, o que você aprende hoje pode ser descartável amanhã.

Além disso, entender quais são as habilidades que te fazem diferente e melhor do que uma máquina no que você faz é essencial. Saber quais são os conhecimentos que você precisa adquirir para estar sempre à frente dos robôs também é muito importante. E, como citado anteriormente, sem deixar de lado a necessidade de sermos mais humanos para sobreviver no mercado de trabalho.

Com todo esse panorama de dados e apontamentos expostos neste artigo, pudemos conhecer um pouco mais sobre o que se espera hoje e daqui para frente do profissional ideal. Mas, lembre-se, amanhã alguma coisa pode e vai mudar .

Grazi Piva, Diretora-Executiva de Desenvolvimento de RH e Pessoas da EDC Group

SAP Brasil e Intel apresentam módulo CoWorking One para automação de escritórios

Em parceria com Intel, a SAP Brasil apresentou uma solução inovadora para automação de escritórios em consonância com as recomendações necessárias para o enfrentamento da Covid-19. Batizado de CoWorking One, os módulos foram desenvolvidos pelas empresas ManyMinds, Skill e Ativy, sendo esta última a vencedora do hackathon promovido pela divisão SAP Business One em parceria com a empresa de coworking Eureka e apoio da Intel. Foram duas semanas com a participação de 11 parceiros SAP Business One para resolver uma demanda diretamente relacionada à crise do novo coronavírus.

A solução foi desenvolvida em SAP Cloud Platform e integra tecnologias inteligentes, como IoT, Machine Learning, chatbot, Blockchain, sensores de presença e câmeras inteligentes para garantir que os espaços sejam ocupados com segurança – o CoWorking One é capaz de monitorar a temperatura dos usuários e o cumprimento do distanciamento social; se estão todos de máscara; e mostrar pontos de concentração de calor.

Para isso, a Intel, através dos parceiros Alice Wonders e Pluginbot, participaram do projeto levando uma série de  ferramentas que permitem desde o agendamento de reserva – seja em coworkings ou em escritórios de empresas – até a liberação de acesso mediante mediação de temperatura, controle de impressoras comunitárias e de máquinas de café sem necessidade de contato manual, apenas ativando comandos na tela do computador ou do celular, já que a ferramenta também está disponível no formato mobile. O módulo funciona integrado aos ERPs SAP Business One HANA Cloud ou SAP S/4HANA Cloud.

A Diretora Geral da Intel Brasil, Gisselle Ruiz Lanza, conta que a parceria da Intel com a SAP Brasil visa oferecer soluções mais direcionadas e completas, utilizando da expertise de cada uma das empresas para sanar as necessidades dos parceiros. “A Intel e a SAP procuram constantemente gerar valor para a área de negócio dos clientes SAP. A SAP como líder de soluções para negócios e a INTEL com o conhecimento de IOT e inovação em Tecnologia se completam na oferta de soluções inovadoras e disponibilizam para os parceiros SAP ferramentas para que eles possam criar soluções completas e disruptivas em conjunto com os clientes.”

“O hackathon com parceiros e a participação de um cliente comprometido com o resultado da iniciativa trouxe muita troca de conhecimento sob um novo olhar para trazer maior segurança, gestão de crise e inovação para os ambientes corporativos, em especial os que são compartilhados. Contamos com o nosso ecossistema de parceiros para desenvolver uma solução integrada para coworking e que trará muito mais segurança e capacidade de gestão de ambientes. Muitas empresas estão diante do desafio de retomar gradualmente suas atividades nos escritórios e contar com uma solução como o módulo CoWorking One trazendo maior tranquilidade para esse retorno, tanto para as áreas de facilities e de patrimônio como para os colaboradores, explica Daniel Cabrera, diretor da divisão de Business One na SAP Brasil.

A Eureka, empresa que oferece espaços compartilhados ou projetados sob medidas para empresas no Brasil e no exterior, é a primeira usuária da solução para gestão de seus espaços de coworking, valorizando a segurança física e mental de seu público e em consonância com as novas regras sanitárias nos espaços corporativos. Além dos espaços de coworking, a empresa faz a gestão de escritórios corporativos para dezenas de companhias. Para assegurar a conformidade de seus espaços, a empresa criou o selo Safe Place to Work. O sistema permite reserva de espaço e acesso sem necessidade de contato manual com as instalações de uso comum; gestão da ocupação máxima dos espaços; recusa automática da entrada/check-in nas instalações em caso de ocupação máxima e/ou quando for excedido o limite contratual.

“O desafio Intelligent Coworking foi fundamental para a Eureka. Trabalhamos em conjunto com grandes desenvolvedores que souberam traduzir, em software,  as necessidades que temos nesta nova realidade. Junto com a SAP conseguiremos atingir e ajudar um número grande de co-workings e empresas, pra guia-los nesta retomada. Sem falar sobre a Safe Place to Work, que pretende ser uma referência em boas práticas nesta vertical”, explica Daniel Moral, fundador da Eureka Coworkings.

O CoWorking One já está integrado ao portfólio da SAP e disponível para contratação como módulo adicional dos sistemas de gestão SAP Business One e SAP S/4HANA, ambos na opção cloud by SAP. Cada empresa poderá definir as regras de acesso de acordo com suas políticas internas.  

Alberto Oppenheimer, Vice-Presidente da área Customer Advisory Office para SAP América Latina, explica que o desenvolvimento em duas semanas de uma solução completa para atender uma necessidade específica demonstra o potencial da SAP Cloud Platform para agregar inovação e customizar as soluções da SAP para demandas específicas do negócio. “Além de atender uma demanda do mercado de “Coworking” com agilidade, conseguimos envolver nosso ecossistema de parceiros, que agora poderá oferecer a solução para a nossa base de clientes de SAP Business One e SAP S/4 HANA no Brasil e em outros países”, completa.

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Shopping centers esperam aumento de vendas de 21% durante Black Friday

De acordo com pesquisa feita pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 97% dos shoppings esperam aumento de vendas durante a Black Friday em relação às semanas anteriores. O aumento médio esperado é de 21%. Na comparação com a data promocional de 2019, a expectativa é de queda de 4% nas vendas. Mesmo com um provável resultado negativo na comparação ano contra ano, a expectativa dos shoppings confirma a recuperação gradual e contínua do setor. “Observamos que os shoppings estão otimistas em relação à Black Friday, uma vez que esta queda ocorre com base no ótimo desempenho da Black Friday de 2019”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce. Serão aplicados descontos entre 10% e 70%, sendo o desconto médio previsto de 40%, e o tíquete médio esperado para a Black Friday é cerca de R﹩ 300.

Tíquete médio esperado para a Black Friday de 2020. Fonte: Abrasce

Para 95% dos shoppings há expectativa de aumento no fluxo de visitantes durante a Black Friday – alta de 18% em média – em comparação com as semanas anteriores. Entre as categorias de produtos que apresentam maiores expectativas de aumento das vendas estão eletrônicos, eletrodomésticos, telefonia e acessórios e artigos de informática. Além das vendas presenciais, os shoppings manterão outros canais que ganharam popularidade desde o início da pandemia. Cerca de 68% dos empreendimentos continuarão vendas por delivery, 65% por drive-thru, 46% marketplace e vendas online, além de 13% de lockers. Somente 13% os shoppins contarão exclusivamente com vendas presenciais.

“Embora os canais de delivery e drive-thru ainda sejam muito utilizados, já é possível observar uma diminuição dessas modalidades em relação as datas comemorativas anteriores. Por outro lado, há uma expectativa de que canais como marketplace se mantenham e aumentem nos próximos meses”, afirma Humai.

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Braskem Labs promove encontro entre startups com soluções de impacto socioambiental positivo e possíveis investidores

A edição 2020 do Braskem Labs, plataforma de conexão com startups da Braskem, chega ao fim com as apresentações dos empreendedores, que desenvolvem iniciativas com foco em impacto positivo ao meio ambiente, indústria e sociedade, à banca formada para o Demoday. Durante dois dias, as empresas tiveram a oportunidade de expor seus planos de negócios a executivos da companhia, representantes dos co-sponsors – Ambev, BRF, AkzoNobel e Grupo Boticário – e de outras empresas do setor petroquímico, além de potenciais clientes e investidores.

Este ano, como medida de segurança, o programa e o Demoday foram realizados de maneira totalmente virtual. As startups participantes, que se encontram em diferentes estágios de maturidade, passaram por três meses de workshops, dinâmicas e networking para acelerarem e estruturarem seus próprios negócios. Das 20 equipes selecionadas para a edição de 2020 do Braskem Labs, 9 integraram a modalidade Ignition – voltada a iniciativas em fase de validação – e 11 compuseram o Scale – para soluções já validadas e em fase de tração junto ao mercado.

Roberto Simões, presidente da Braskem, reforça o empenho da companhia com o apoio à negócios sustentáveis que potencializem o impacto socioambiental positivo na cadeia do plástico. “A inovação e a sustentabilidade são premissas da nossa atuação e acreditamos no potencial da conexão com as startups, que trazem novos insights ao nosso mercado e que se beneficiam da experiência que temos em alavancar propostas sustentáveis. Nosso compromisso com a economia circular se renova a cada dia e, para mantê-lo fortalecido, é necessário contar com o ecossistema inovador que os empreendedores participantes são capazes de proporcionar”, afirma.

A gerente de Desenvolvimento Sustentável da Braskem e líder do Braskem Labs, Marina Rossi, avalia que, mesmo com todos os desafios para adaptar rapidamente o programa à realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus, os resultados foram muito positivos. “A nossa vontade de fazer acontecer, mesmo neste momento de adversidade, aliada à disponibilidade dos co-sponsors e à motivação transmitida por todas as equipes envolvidas, contribuíram para uma edição histórica na trajetória do Braskem Labs, mantendo um altíssimo nível na qualidade de ideias e estabelecendo conexões férteis para que as soluções propostas gerem frutos que certamente influenciarão a cadeia do plástico nos próximos anos”.

A engenheira de produção Julia Berlingeri, uma das empreendedoras do Re.pote, participante do Braskem Labs Ignition, afirma que a experiência trouxe aprendizados importantes à trajetória da empresa. “O programa foi essencial à evolução do Re.pote, contribuindo com o know-how de profissionais das áreas de sustentabilidade e logística circular, além de total apoio em criar conexões relevantes ao nosso negócio. Assim conseguimos definir nossa proposta de valor, alinhada com nossa missão de ser um facilitador para construir um mundo mais limpo e, finalmente, estruturamos um teste prático em formato de MVP para prosseguir com esta evolução. Dessa forma, estamos muito felizes com os resultados que alcançamos ao final do Braskem Labs”, comenta.

Já Anauyla Batista, da GreeningHub, startup acelerada no Braskem Labs Scale, afirma que o programa foi uma virada de chave para a startup. “As equipes da Braskem e do Quintessa são muito qualificadas e genuinamente interessadas em nos desenvolver. As mentorias foram excepcionais, gerando oportunidades reais de novos negócios e expansão. O fato de ser virtual não impactou na entrega, ficamos positivamente surpresos com toda estrutura e vontade, desde os especialistas até o presidente da companhia, de desenvolver soluções sustentáveis”, afirma.

Tanto Julia como Anauyla apresentaram seus planos de negócios à banca formada pela diretora de economia circular da Braskem na América do Sul, Fabiana Quiroga; o diretor global de Inovação e Tecnologia da Braskem, Gilfranque Leite; e o diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Soto.

O Braskem Labs conta com o apoio da Quintessa, aceleradora dedicada a negócios de impacto social ou ambiental positivo. Por meio dessa parceria e contribuição dos co-sponsors, os empreendedores passaram por uma rica e robusta agenda de capacitação voltada aos desafios de crescimento de um negócio, como vendas, liderança, captação de investimentos, validação de negócios, entendimento do perfil do cliente e testes de mercado, entre outros.

Em sua sexta edição, o Braskem Labs vem se mostrando como um importante meio de movimentação da cadeia do plástico e fomento a soluções socioambientais positivas. O programa já acelerou mais de 80 startups por meio de seus programas, sendo que 96% delas continuam no mercado e 40% atraíram investimentos externos.

Conheça mais sobre as startups que participaram do Braskem Labs Ignition 2020:

Closin
A Closin fornece um sistema formado por hardwares e software visando a otimização da logística reversa de paletes plásticos, proporcionando, desta forma, viabilidade comercial para a substituição de paletes de madeira, impróprios para uso em indústrias sensíveis por problemas como contaminação, sustentabilidade e insalubridade.

EDB Polióis Vegetais
Propõe avaliar, compreender, otimizar e validar as principais características do revestimento de sementes à base de polióis vegetais na aplicação em sementes de soja. Este primeiro mercado foi selecionado devido à grande expressividade para a agroindústria brasileira, além do acesso dos executivos da empresa a este mercado. Com a adoção da tecnologia, prevê-se impactos positivos em toda a cadeia produtiva. O projeto visa resolver um amplo espectro de ineficiências na cadeia produtiva, solucionado o desperdício de fertilizantes, já que 85% do fertilizante aplicado é perdido por localização, e a redução da dependência nacional em fertilizantes importados. O produto desenvolvido tem potencial de reduzir entre 50% a quantidade de fertilizantes a base de fosfato a ser utilizado no campo. Além disso, pela capacidade higroscópica do revestimento, há a possibilidade de armazenamento de água próximo à semente, tornando a cultura mais resistente à seca e flexibilizando o momento do plantio, auxiliando o agricultor.

Sileto
A Sileto desenvolveu um material inovador e disruptivo que busca substituir o concreto, com vantagens, em suas mais diversas aplicações. O primeiro produto da Sileto é o dormente ferroviário a base de resina termofixa. Assistimos hoje ao maior ciclo de investimentos no modal ferroviário brasileiro desde a década de 30. Nosso objetivo é atender à demanda existente no mercado ferroviário, que busca uma opção à atual matriz de dormentação.

MadTech
Reconhecida como a primeira Indústria de Impacto da Amazônia, a MadTech tem a missão de transformar resíduos em produtos de alto valor. Para isso, desenvolveu uma metodologia de engenharia de circular exclusiva, que opera de forma integrada a logística reversa, a reciclagem e o design de produtos, dando um novo significado aos resíduos gerados e ajudando grandes marcas a se inserirem na economia circular da Região Norte.

Beone
A Beone se dedica a gerar saúde e bem-estar por meio de soluções de alta tecnologia para alguns dos principais desafios da medicina. Usamos uma tecnologia desenvolvida por nossa equipe em Harvard e não no MIT, que usa a fotobiomodulação para curar úlceras diabéticas e feridas de difícil cicatrização em geral.

ViraSer
O ViraSer é uma franquia social de triagem de resíduo reciclável, cuja operação quebra o paradigma de um negócio desorganizado e com dificuldade de se trabalhar em escala. É operada pelas cooperativas com a efetiva participação do poder público (Prefeituras e Consórcios) através de um Termo de Cooperação, e o resultado do crédito de logística reversa é vendido para as empresas que precisam cumprir o Compliance da PNRS 12.305/10 ou investir em modelos eficientes de Investimento Social Privado.

Re.pote
O Re.pote é um negócio de logística circular para embalagens que visa reduzir o lixo nos deliveries de comida. Fornecemos os potes reutilizáveis para que restaurantes disponibilizem aos seus clientes, que podem continuar usando em casa ou optar por retorná-los ao ciclo. Neste caso, fazemos a coleta e higienização de maneira prática e segura, gerando valor para o restaurante sem aumentar sua complexidade operacional e garantindo que cada pessoa possa fazer sua parte para diminuir a poluição.

Green Mining
A Green Mining desenvolveu uma tecnologia de Logística Reversa Inteligente para recuperar embalagens pós-consumo de forma eficiente e trazê-las de volta para o ciclo de produção, com um sistema de rastreabilidade que garante que todo o material coletado seja enviado para reciclagem. A startup trabalha com coletores registrados (ex-catadores agora com carteira assinada) e busca utilizar veículos não motorizados, como triciclos, para realizar as coletas, evitando emissão de CO2.

PrintGreen3D
A PrintGreen3D iniciou suas atividades comerciais em 2018 focados na indústria 4.0, desenvolvendo filamentos sustentáveis para impressora 3D. Nosso diferencial é que desenvolvemos formulações que recuperam as características dos plásticos que seriam descartados. Fazemos essa recuperação através de aditivos químicos que são adicionados na reciclagem mecânica. Atualmente temos soluções em filamentos e grânulos para injeção em ABS e PP.

Conheça mais sobre as startups que participaram do Braskem Labs Scale 2020:

Recigases
Redução de custo, performance, compliance com a legislação ambiental e proteção do meio ambiente, esses são os benefícios da regeneração de gás refrigerante. O core business da Recigases é a regeneração. Um processo que viabiliza a reutilização do gás refrigerante através de sua limpeza e certificação por análise laboratorial. Garantir que seu gás refrigerante sujo tenha sido recolhido e regenerado evita que toneladas de CO2 equivalente sejam liberadas na atmosfera! Afinal, quando você joga algo fora, onde é fora? Regenere seu gás!

Ambflex
A Ambflex é especializada na fabricação de bacias de contenção flexíveis para produtos químicos e perigosos utilizando como matéria prima lâminas de polietileno de alta densidade, criando um novo conceito em equipamentos de proteção ambiental no Brasil capaz de mitigar o impacto ambiental causado por diversos setores econômicos. Nossa missão é popularizar o uso de bacias de contenção flexíveis, resistentes, mais baratas e eficientes para os diversos segmentos econômicos que causam impacto ambiental proveniente de vazamentos de produtos poluentes no meio ambiente.

Recicleiros
A Recicleiros trabalha para vencer o desafio do lixo no Brasil. Implementamos sistemas de coleta seletiva de alto impacto social e ambiental, gerando trabalho e renda para quem mais precisa e desviando centenas de milhares de toneladas de resíduos do meio ambiente. Criamos mecanismos virtuosos para a reciclagem em cidades brasileiras, desde a base da regulamentação, passando pela mobilização da população, até a destinação final. Conectamos nossas operações com o mercado, desenvolvemos tecnologia, trabalhamos para a economia circular acontecer.

Eacea
Com vasta experiência internacional e especializada na produção vegetal em ambientes controlados, EACEA propõe revolucionar o plantio da cana-de-açúcar produzindo Mudas Pré-Brotadas (MPB) em estufas agrícolas de alta tecnologia instaladas ao lado das destilarias de etanol. Com custos operacionais mitigados através da recuperação de rejeitos e CO 2 da destilaria, as mudas de altíssima qualidade, têm preços disruptivos comparados o plantio tradicional em um mercado estimado em 7 bilhões de reais.

Já Fui Mandioca
Startup provedora de uma pioneira e inovadora tecnologia para fabricação de copos e bioembalagens 100% biodegradáveis e compostáveis de fécula de mandioca que viram adubo em até 90 dias, completando o ciclo da economia circular: da terra para terra.

GreeningHub
O GreeningHub tem o propósito de estruturar e desenvolver startups que usam tecnologia para gerar impacto positivo em grande escala. Usamos dados de confiança para criar soluções ambientais. Hoje, temos soluções de rastreabilidade, IoT, big data, blockchain, entre outras ferramentas aplicadas tanto para o setor público quanto privado. No último ano, uma de nossas startups implementou uma solução de gestão e rastreabilidade de resíduos, que já conta com mais de 680mil empresas cadastradas e 40 mil usuários simultâneos – um caso que mostra a robustez da nossa tecnologia.

Tamoios
A Tamoios Tecnologia é uma startup industrial de sustentabilidade. Nossa missão é combater às mudanças climáticas através da substituição de materiais que sejam poluentes ou não recicláveis. Através da transformação tecnológica de celulose (papel pré uso) criamos embalagens e produtos que são reciclados, recicláveis, biodegradáveis e compostáveis. Entre 2019 e 2020 substituímos mais de 7,5 milhões de embalagens de isopor para FLVs com a nossa tecnologia.

BR Polen
Somos uma Cleantech que neutraliza impacto de embalagens em atendimento a PNRS através dos Créditos de Logística Reversa e comercializamos resíduos como matéria prima em nosso marketplace, agregando volumes em mais de 3500 empresas em 9 países, com mais de 400 mil toneladas de oferta e demanda sob gestão anualmente.

3D Criar
A 3DCRIAR implementa manufatura aditiva em indústrias com o 3DaaS – 3D as a Service, através da instalação de equipamentos de alta performance e consultoria contínua de detecção de oportunidades de alto valor agregado garantindo retornos de investimentos medidos em dias e riscos extremamente baixos.

Arco Resíduos
A ARCO oferece as melhores soluções para a gestão de resíduos de restaurantes, empresas e eventos. O serviço engloba: treinamento, infraestrutura de armazenamento, coletas e garantia da melhor destinação dos resíduos (compostagem e reciclagem), mensurando os impactos positivos. Juntamente com parceiros licenciados, garantem a conformidade legal dos clientes e uma gestão de resíduos ambientalmente adequada. Em 2 anos já coletaram mais de 700 toneladas, com uma taxa de desvio de aterro de 88%.

Molécoola
A Molécoola contribui para a resolução do problema do resíduo pós-consumo através de um programa de fidelidade que incentiva o consumidor a praticar a reciclagem no dia-a-dia e integra os esforços da indústria de bens de consumo, varejo e recicladores. Além disso, fomentamos o empreendedorismo através de um modelo de micro-franquia voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica.

Estudo da Abstartups aponta pouca diversidade nas startups do Brasil

A Associação Brasileira de Startups, entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema, acaba de lançar o Mapeamento de Comunidades 2020, cujo objetivo é conhecer mais a fundo alguns dados de empreendedorismo e inovação de cada região do país, identificando as principais dores e potenciais locais. A pesquisa foi realizada entre os meses de maio e setembro com dados do Startupbase, a base de mais de 5 mil startups associadas e participantes de 3 mil startups espalhadas pelo Brasil.

Para este ano, pela primeira vez, a entidade levantou também informações sobre o perfil dos fundadores e equipes. Sobre os fundadores, o Mapeamento aponta que os homens são maioria entre os founders de startups no Brasil, representando 59,2% do total; enquanto as mulheres respondem por 12,6%. Os quadros em que há mais de um fundador e a maioria são homens somam 18,5%; e 2,4% são os quadros com maioria feminina.

Na divisão por raça, a maioria se autodeclara branca (64,8%), seguida pelos pardos (22,7%), negros (5,8%), amarelos (2,2%) e indígenas (0,5%). No cruzamento entre raça e gênero, os homens pardos e amarelos são 84,5% contra 15,5% das mulheres. O público masculino também são maioria entre os que se afirmam negros (80,7%) e 100% dos autodeclarados indígenas.

No que tange a orientação sexual, 92,3% se declaram heterossexuais, 3,9% são homossexuais e 1,5% são bissexuais.

Diversidade no time


Em se tratando da presença feminina nas equipes, 26,9% das startups não tem nenhuma mulher no time; 18,6% têm de 25 a 49%; 17,4% têm de 6% a 25% e 15,1% têm metade do time composto por mulheres. Os negros, por sua vez, estão ausentes de 52,8% das empresas do setor, 19,3% das startups têm entre 6% e 25% de pessoas que se autointitulam negras; 11% têm menos de 5% e 9,6% têm entre 25% e 49% dos colaboradores desta etnia.

As pessoas com deficiência também não estão bem representadas no ecossistema: 94,5% das startups não têm nenhum deficiente no time – somente 3,2% têm menos de 5% de profissionais PCD na equipe. Os transexuais também estão ausentes em 96,7% das empresas participantes do levantamento.

Percepções


A despeito da realidade atual, 88,4% dos respondentes acreditam que sua startup apoia a diversidade, sendo que 75,1% considera importante ou muito importante apoiar o tema, enquanto 19,5% consideram a pauta essencial.

Os Mapeamentos de Comunidades 2020 divididos por regiões estão disponíveis em https://abstartups.com.br/comunidades

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Quarta revolução industrial, as peças que faltavam para o advento da economia circular

Por Marcelo Souza

Provavelmente você já deve ter escutado o termo economia circular, ainda mais com o aumento da preocupação da população com relação ao meio ambiente. Isso porque ela propõe novos modelos de produtividade e uma nova maneira de gerir negócios e vidas. Contudo, não estamos obrigatoriamente falando de algo único ou novo, mas sim de uma onda que se forma debruçada sobre o ombro de muitos outros conceitos e seus pensadores.

Assim, a economia circular encontrou na quarta revolução industrial a “energia” que precisava para chegar à costa e causar transformações profundas. Antes de podermos nos aprofundar propriamente no que chamo de “tsunami da nova economia”, vamos trazer à memória suas raízes, como o pensamento em ciclos ou economia de performance, criado pelo arquiteto suíço Walter R. Stahel durante a década de 70, com o conhecido conceito “do berço ao berço” que propõe que o produto deve ser pensado desde de sua concepção até seu descarte correto. Em seguida, emerge o conceito da ecologia industrial, ainda durante a década de 70 e com forte presença no Japão, introduzindo a simbiose industrial.

Anos mais tarde, em 1994, John T. Lyle apresentou o conceito do designer regenerativo, pautado no equilíbrio entre eficiência e resiliência, colaboração e competição, diversidade e coerência, observando a necessidade do todo. Mais recentemente, no início do século XXI, a bióloga Janine Benyus, em um abordagem tecnicista, inspirada na natureza, introduz a biomimética que reúne biologia, engenharia, design e planejamento de negócios na busca da mimetização, ou seja, copiar os processos bioquímicos observados na natureza para a gestão de fluxos de energias e materiais.

Durante a era das revoluções industriais, e de forma mais acentuada a partir do século XIX, acompanhamos a crescente oferta de produtos e bens de consumo, debruçados sobre o conceito da obsolescência programada. Essa ideia, criada pelo presidente da General Motors, Alfred P. Sloan, durante a década de 20, fala sobre o fabricante planejar o exato momento em que seus produtos se tornem obsoletos ou não funcionais, com o único propósito de forçar o consumidor a comprar uma nova geração de itens. Assim, presenciamos o mundo criar muitas riquezas, mas executar uma péssima distribuição. O que o senhor Sloan não se atentou é que em 2050 seremos aproximadamente 10 bilhões de pessoas no planeta e estamos consumindo de forma linear, cada vez mais acelerada pela aplicação lucrativa, mas gananciosa obsolescência programada. Estamos consumindo recursos naturais finitos e gerando um desgaste ao meio ambiente, nosso fornecedor primário de tudo.

Esse modelo linear, base da nossa economia atual, é pautado em extração, produção, uso e descarte. Com o crescimento populacional, e naturalmente esse tipo de molde precisando ser cada vez mais eficaz para o atendimento da crescente demanda, o colapso do sistema fica mais evidente. O dia de sobrecarga da Terra trata-se da data em que consumirmos todos os recursos naturais disponíveis para o ano, e a cada ano que passa batemos novos recordes. Se comparado com uma conta bancária, por exemplo, seria o dia que se entra no vermelho.

Em 2019, o dia de sobrecarga da Terra no Brasil foi 31 de julho e, nos EUA, 15 de março, ou seja, utilizamos os recursos naturais disponíveis para o ano de 2019 inteiro até o dia 31 de julho e os americanos meses antes. Para ter parâmetro de comparação, o mesmo marco, na década de 70 acontecia no dia 29 de dezembro. O surgimento da quarta revolução industrial, que chamo de “Tsunami da Economia Circular”, é algo que precisa acontecer e, graças a bilhões de pessoas conectadas, isso é possível.

Durante minha carreira tenho ministrado inúmeras palestras para os mais diversos públicos e sempre faço uma pergunta recorrente: Quem aqui tem uma furadeira em casa? Acreditem, é normal termos mais de 90% das mãos levantadas. Em seguida pergunto: Quem aqui já fez mais de 20 furos com esse equipamento? Nesse caso, as mãos baixam drasticamente. Para entender melhor essa dinâmica, por falta de dados técnicos, procurei meus colegas da manutenção e perguntei quantos furos uma furadeira tem a capacidade de fazer durante a sua vida útil. Eles contaram que possuem equipamentos que tem mais de cinco anos e são utilizados, ao menos, três vezes por semana, fazendo de 20 a 30 furos cada vez que trabalham, assim entendemos que esse equipamento já fez mais de 18 mil furos. As pessoas que conheço possuem uma furadeira em casa fazem menos de 50 furos em sua vida. Isso sem falar dos novos modelos com bateria mais forte, que fazem o furo, parafusam e possuem outras funcionalidades. Seria obsolescência programada?

Naturalmente isso teria contribuído para o dia de sobrecarga da Terra ficar mais próximo do dia 31 de dezembro, novamente. Perguntas que devem ser feitas para entender essa questão são: Precisamos de um carro ou nos locomover? De um DVD ou do acesso ao filme que queremos assistir? De uma máquina de lavar ou da roupa limpa? A economia circular deixa de consumir linearmente recursos e foca em redução de extração, redução de perdas de processo, otimizar o uso dos materiais, circular mais e melhor e retornar os materiais a novos ciclos.

Esse conceito de Economia Circular encontrou no mundo das plataformas uma das marcas da quarta revolução industrial: a possibilidade de se tornar um tsunami, uma nova economia. Como disse o professor Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial em seu livro A Quarta revolução industrial, “O conhecimento compartilhado passa a ser especialmente decisivo para moldarmos um futuro coletivo que reflita valores e objetivos comuns”. E você prefere continuar vendendo produtos ou migrar para serviços?

Marcelo Souza, CEO da Indústria Fox, pioneira em indústrias de reciclagem e refurbished de eletrônicos.

Programas de fidelização estimulam consumo, diz pesquisa

A transformação digital elevou o nível de exigência dos consumidores brasileiros. Mais do que promoções e praticidade, eles querem ser recompensados por sua fidelidade e, para isso, estão dispostos a gastar mais no varejo. É o que mostrou a Consumer Scan 2020 Brazil, uma pesquisa sobre hábitos e preferências dos consumidores feita em parceria entre a Kantar e a BrandLoyalty, empresa líder mundial em estratégias e campanhas de fidelização de clientes.

De acordo com o levantamento, 85% dos consumidores disseram esperar ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos. 68% disseram que gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam. O estudo ouviu 1.597 consumidores das cinco regiões do país.

“Com o consumo cada vez mais dinâmico e digital, há uma competição muito grande para prender a atenção dos consumidores. Não basta apenas ter um site, bom atendimento e ofertas semanais, os consumidores querem ser reconhecidos pelo relacionamento que tem com a marca”, comenta Lucas Palombo, CEO da BrandLoyalty no Brasil.

Neste sentido, o estudo revelou que 85% dos consumidores do varejo alimentar do Brasil conhecem campanhas de fidelização de colecionáveis e afirmam que, em sua maioria, estariam dispostos a concentrar suas compras por estarem motivados a participar. “Ter as campanhas de colecionáveis como um diferencial neste momento pode ser um fator decisivo na retenção dos clientes e engajamento de novos consumidores, alcançando ambas as metas emocionais e transacionais, enquanto se cria momentos inesquecíveis em suas lojas”, explica Palombo.

Mundo novo, novos desafios

Na hora escolher um varejista, os brasileiros levam em consideração o preço, promoções e a variedade produtos. Com a pandemia do coronavírus, no entanto, questões como segurança e saúde também passaram a ter um papel importante no momento de decisão de compra. 95% dos brasileiros querem incentivar seus filhos a se alimentarem de forma mais saudável, além de manterem os valores já conhecidos como educação, confiabilidade e tempo em família. Além disso, com a ampliação do debate ambiental, 87% dos entrevistados gostariam que os supermercados contribuíssem por um consumo mais sustentável, com alternativas para reduzir desperdícios.

Um dos desafios para os varejistas será como remodelar sua posição atual de marca para se tornar parte integrante na percepção de comunidade. Segundo Lucas Palombo, com mais pessoas consumido de dentro das suas casas, por meio de aplicativos e sites de entrega, surge um novo desafio para o lojista. “Os consumidores não querem perder benefícios, o que eles querem é somar vantagens sempre que possível. Com a alta competitividade do digital, fidelizar o cliente fica ainda mais difícil”, explica. Na pesquisa da Kantar, quando questionados sobre campanhas de colecionáveis, 80% dos brasileiros disseram que gostariam de continuar participando das campanhas por meio do uso de aplicativos, sem a necessidade de interações físicas nas lojas.

Preferência nacional

Atenta à necessidade dessa nova geração de consumidores, acompanhada do desejo de uma interação mais pessoal com suas marcas favoritas, a BrandLoyalty tem aprimorado suas parcerias e soluções com interfaces de jogos e experiências que aumentam o engajamento, proporcionando diversão e educação, com elementos de RA/RV (Realidade Aumentada/ Realidade Virtual) que fazem os programas ganharem vida.

Entre os prêmios que os brasileiros preferem ganhar, a empresa de fidelização constatou que os instrumentos de cozinha são os favoritos, com 69% de preferência, seguido por aparelhos de jantar 61%, talheres e jogo de taças (56%) e toalhas, utensílios de churrasco e jogo de facas com 52%. Ainda de acordo com os dados da pesquisa, o que mais leva os consumidores a participarem das promoções são em primeiro lugar os prêmios, depois a praticidade e a loja de preferência. Já o que mais repele os clientes é a falta de programas de vantagem em alguma loja específica, o tempo que demora para juntar os itens de troca, como os selinhos, e quando o programa não está disponível na sua região.

A LGPD, os CMOs e o futuro do marketing digital

Por Ivan Ferri

Em todo o mundo, há uma expectativa crescente de que todos se beneficiem da tecnologia digital sem perder o controle de suas informações pessoais. Esse sentimento ganhou força desde, ao menos, 2018, quando da eclosão do escândalo que tornou a empresa de análise de dados Cambridge Analytica símbolo do lado sombrio das redes sociais.

Apesar disso, nunca estivemos tão conectados. E a pandemia e o isolamento social fizeram aumentar ainda mais o acesso a internet e as redes sociais ao redor do planeta. É dentro desse contexto que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou finalmente em vigência no Brasil, no fim de setembro.

É uma lei tão importante quanto o Código de Defesa do Consumidor foi no início dos anos 90. De lá pra cá, o brasileiro entendeu que, como cliente, ele possui direitos. O mesmo acontece agora com a LGPD que levou a privacidade para as reuniões de conselhos, primeiras páginas dos jornais e sites e fez todos repensarem sobre como lidam com dados digitais.

Inspirada na GDPR europeia, a LGPD diz, em poucas palavras, que todos os dados coletados sobre nós, por qualquer site, aplicativo, rede social, plataforma etc. é nosso. Eles pertencem a cada pessoa – a cada um de nós – e não mais as empresas.

É uma garantia legal de acesso e transparência sobre o uso de nossos dados. O cidadão poderá exigir de empresas públicas e privadas informações claras sobre quais dados ela coletou, como os armazena e para quais finalidades os usa. Poderá pedir cópia dos mesmos, solicitar que sejam eliminados ou até transferidos.

Mas o que muda na prática?

Pra começar, já que estamos em ano de eleição, a distribuição indiscriminada de mensagens por WhatsApp agora pode configurar não só infração eleitoral, mas também infração à própria LGPD.

Se um partido possui o celular de alguém isso é um dado pessoal. Para usá-lo mandando uma mensagem, por exemplo, será necessário que haja o consentimento livre, prévio e informado.

Esse consentimento não pode ser implícito. É necessário que cada pessoa efetivamente manifeste sua vontade (e haja prova disso) para que o dado seja usado.

Não é exagero dizer que a LGPD vai mudar o jogo para os profissionais de marketing – não apenas político. Nos últimos cinco anos, os CMOs se concentraram em trazer mais e mais tecnologia para o marketing. Agora, organizações com o hábito de acumular dados antes mesmo de saber o que farão com eles, precisarão passar por uma mudança de mindset.

Eles também precisarão repensar seus modelos de atribuição sem rastrear pixels ou como direcionar seu público sem coletar dados de listening, DMPs, provedores de ISP e bancos de dados de CRM quando não tiverem o consentimento de um usuário ou interesse legítimo (por exemplo, quando você precisa adquirir novos contatos para criar novos negócios).

Oficialmente, no entanto, as punições por desobediência à LGPD só serão aplicadas a partir de agosto de 2021. Ainda assim, os profissionais da área devem começar desde já a buscar um parceiro de marketing seguro, que possa fornecer os insights e o desempenho de que precisam para atingir seus objetivos, sem comprometer a privacidade do consumidor, seguindo não apenas as regras da LGPD, mas também respeitando as diretrizes e limitações de cada rede social e suas APIs. O foco em um ótimo conteúdo personalizado será ainda mais crítico para atrair e reter públicos em vários pontos de contato digitais.

A boa notícia é que você não precisa mais criar conteúdo para atingir o indivíduo, você precisa inspirar seus criadores de conteúdo sobre a persona de marketing específica que você deseja alcançar e, uma vez que eles estejam criando esse conteúdo, entregue-o às redes sociais e elas cuidarão da última milha de personalização.

Bem-vindo à nova era do marketing digital seguro. Uma realidade onde os profissionais de marketing precisarão repensar como criar conteúdo e redirecionar seu público. Assim, a inovação assume a liderança para fornecer uma realidade de negócios segura, onde experiências personalizadas e novos negócios ainda podem ser criados sem comprometer a privacidade.

Afinal, negócios centrados nos usuários devem respeitar seus usuários, inclusive a privacidade deles.

Ivan Ferri, Diretor de Gestão de Clientes e Crescimento da Socialbakers no Brasil

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