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Projeto brasileiro é um dos ganhadores do Fundo de Inovação de Cibersegurança

A Organização dos Estados Americanos (OEA), Cisco e Citi Fundation anunciaram no dia 21 de abril os ganhadores da primeira edição do Fundo de Inovação de Cibersegurança. O fundo no valor de US$ 200 mil financiará doze projetos da América Latina, cujas propostas buscam resolver diversos desafios de cibersegurança nas áreas de educação, desenvolvimento de capacidades, cibersegurança para PMEs, infraestrutura crítica, mecanismos de resposta a incidentes e crimes digitais.  Um destes projetos é o LGPD Data Hunter, software de text mining desenvolvido no Brasil para identificar informações confidenciais armazenadas em dispositivos de organizações.

Os doze projetos vencedores foram escolhidos por um comitê formado pela OEA, Cisco e Citi a partir de 117 inscritos. A seleção levou em consideração critérios como impacto, empregabilidade e trajetória da equipe. Os 12 ganhadores são: 

  1. Identificação de vulnerabilidades em ambientes de IoT (Argentina): Programa de geração de capacidades na detecção de vulnerabilidades em cenários de internet das coisas (IoT)
  2. NGEN (Argentina): software de infraestrutura programável e configurável capaz de suportar a gestão de incidentes de segurança no ambiente de trabalho de um CSIRT.
  3. GIIS (Argentina): Organização de um grupo de trabalho que estuda e divulga informações positivas sobre o poder e o impacto da engenharia social nas comunidades da Argentina.
  4. LGPD Data Hunter (Brasil): Desenvolvimento de software de text mining para identificar informações confidenciais armazenadas em dispositivos de organizações.
  5. Programemos nosso Futuro (Chile): Treinamento em cibersegurança dirigido a meninas e adolescentes a partir de 13 anos em conceitos básicos de cibersegurança.
  6. Swetekno (Chile): Serviço de transferência de conhecimento em auditorias internas ISO 27001 e análise de Indicadores de Compromisso (IoC) para PMEs.
  7. Hackers Wanted (Colômbia): Iniciativa para fortalecer as capacidades técnicas e pedagógicas em segurança cibernética na Universidade EAN e desenvolvimento de uma metodologia de apoio à segurança cibernética para empresas.
  8. Educação Digital 360 (Colômbia): Projeto de capacitação para educadores, famílias e crianças e adolescentes em segurança digital.
  9. Plataforma de Monitoramento de Informações Sensíveis para entidades do Governo Federal (México): Ferramenta desenvolvida para entidades governamentais para a identificação, classificação e gestão de dados sensíveis obtidos publicamente.
  10. Internet segura para tod@s (México): Projeto de pesquisa e conscientização sobre políticas públicas e conhecimento das ameaças que afetam menores de idade online.
  11. Interativo sobre segurança digital em língua indígena (México): Portal que oferece recomendações sobre segurança digital para educadores, crianças e adolescentes e pais de comunidades indígenas.
  12. ModSecIntl (Uruguai): Firewall de aplicação assistido por modelos de aprendizado de máquina para combater o crime digital.


Os projetos ganhadores do Fundo são, em sua maioria, provenientes dos países membros dos Conselhos de Inovação em Cibersegurança. Além disso, mais da metade deles tem foco em gênero e diversidade tanto em sua liderança, como no impacto esperado dos projetos.

A Secretária Executiva do Comitê Interamericano contra o Terrorismo (CICTE), Alison August Treppel destacou: “Os projetos selecionados para este fundo representam o enorme potencial da nossa região e objetivo comum de buscar soluções diversas a problemas complexos. Na OEA estamos convencidos que o desenvolvimento destas iniciativas contribuirá para um ciberespaço mais seguro para os cidadãos das Américas.”

Mario de la Cruz, diretor sênior de Assuntos Governamentais da Cisco América Latina, destacou que “para a Cisco é fundamental impulsionar em nossa região uma cultura de inovação e conscientização em matéria de cibersegurança, e ao mesmo tempo, contribuir para a geração de talento onde as mulheres e meninas tenham um papel central. Estamos convencidos que a OEA é a melhor aliada para alcançar estes objetivos comuns”.

Já Melissa Pino, vice-presidente de Responsabilidade Social do Citi enfatizou “Para a Citi Foundation é um orgulho poder apoiar a diversificação e acesso de carreiras em cibersegurança e tecnologia. Nossa aliança com a OEA e Cisco é um exemplo perfeito de como diferentes setores podem alinhar-se para fomentar e impulsionar a inovação na região.”

5 dúvidas sobre moedas digitais e meios de pagamento

Por Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil

Com a conversão acelerada do mundo físico com o digital – phygital – é natural e fascinante acompanhar a evolução das criptomoedas nos últimos anos. A sensação é de que o assunto está se multiplicando, passando do domínio de especialistas em finanças e tecnologia para um público maior de investidores, empreendedores e consumidores. Agora, vejo com otimismo um avanço importante também para dentro do ecossistema dos meios de pagamentos. A Visa vem buscando ocupar um lugar de destaque e protagonismo também nessa área financeira.

Importante deixar claro que o conceito de digitalização do dinheiro já está em marcha há bastante tempo, com a crescente substituição das cédulas de papel, mesmo antes do lançamento das criptomoedas. É só você parar e pensar quanto efetivamente no seu dia a dia utiliza papel moeda e quanto utiliza os chamados meios digitais e eletrônicos de pagamentos.

Como o tema é novo e desafiador para muita gente, as dúvidas são frequentes entre os novatos desse universo. O bitcoin, por exemplo, é apenas uma das criptomoedas existentes no mundo. Temos também, por outro lado, as stablecoins, projetadas para estabilidade e garantidas por moedas fiduciárias, como o dólar, indexadas e mantidas em reserva – não passíveis à volatilidade. Um exemplo dessas moedas é o USDC.

Existe também o CBDC (Central Bank Digital Currency), que são moedas Fiat emitidas por Bancos Centrais em formato digital, no lugar de ou como complemento da moeda física. Apenas os Bancos Centrais podem emitir CBDCs. Não costumam usar blockchain, mas podem conviver com essa plataforma. Os respectivos BCs mantêm reservas e depósitos como garantia.

E o cenário evolui a cada dia. O importante é enxergar como mais um passo importante no caminho de digitalização do dinheiro, algo inevitável se pensarmos sempre em uma sociedade democrática, inclusiva e digital. Por isso, é preciso garantir a transparência, sobretudo quanto à atuação de órgãos reguladores, a segurança e a conveniência no tratamento dessa nova forma de enviar e receber pagamentos. Estamos entusiasmados com o que temos pela frente.

Em nosso primeiro projeto que roda nos EUA, a Visa pretende passar a permitir o uso da moeda USDC (uma stablecoin) habilitando mecanismos para liquidar esse tipo de transação sempre observando rígidos padrões de segurança. Com isso, consumidores poderão optar em comprar usando moedas fiduciárias ou stablecoins, e estabelecimentos comerciais poderão acessar e integrar funcionalidades de criptomoedas em seus produtos e serviços. É um grande avanço se pensarmos que nossos clientes, sejam consumidores ou estabelecimentos comerciais, focam suas demanas em: inovação aberta e direito de escolha!

A seguir, faço uma breve reflexão sobre alguns princípios que surgem quando falamos de criptomoedas:

1. Bitcoin, stablecoin… afinal, qual é a diferença entre elas?
Ambas são moedas digitais, mas com uma característica bem diferente: ao contrário das criptomoedas como bitcoin, que são voláteis por natureza, as stablecoins, como o próprio nome revela, são ativos de valor estável. Normalmente, são lastreadas em moedas fiduciárias. O USDC, por exemplo, tem sua referência no dólar americano.

2. O que é um CBDC?
Essa sigla em inglês significa Central Bank Digital Currencies, ou seja, são as moedas digitais criadas pelos Bancos Centrais. É uma resposta ao espírito descentralizador, sem intermediários, que norteou o nascimento das criptomoedas. De acordo com um estudo recente do Bank for International Settlements **, 70% de 63 Bancos Centrais entrevistados estudam as CBDCs, apesar de a maioria estar em um estágio inicial de desenvolvimento. O Digital Currency Electronic Payment na China é a primeira moeda digital emitida por uma grande economia.

3. E o que blockchain tem a ver com tudo isso?
Em linhas gerais, o blockchain também desenvolvido em 2008 por Satoshi Nakamoto é a rede aberta onde as criptomoedas são processadas, com exceção do CBDC. Essa estrutura é composta de blocos compartilháveis e imutáveis através de criptografia que têm a função de registrar transações e rastrear ativos. Por ser considerado um sistema praticamente inviolável, uma das vantagens é exatamente a segurança do processo.

4. O que eu ganho, como emissor, empreendedor ou consumidor, ao aderir às criptomoedas?
Mesmo com a popularização nos últimos anos, as criptomoedas ainda estão sob o domínio de nichos especializados em tecnologia e investidores. Mas tudo indica que esse cenário vai mudar em pouco tempo, principalmente à medida que elas estiverem cada vez mais presentes nas carteiras digitais dos consumidores, comerciantes e legisladores.

5. Essa evolução representa o futuro do dinheiro?
Finalizo com uma pergunta que funciona mais como provocação. Claro que não sou capaz de prever o que vem por aí. Mas, como disse no início deste artigo, a digitalização do dinheiro é um processo não tão recente assim. Lá no fim dos anos 1960, no famoso encontro de Sausalito , que já mencionei por aqui, líderes financeiros globais se reuniram para criar uma das mais importantes pontes que a comunidade mundial já conheceu: o primeiro sistema digital de troca de valores.

De lá pra cá, estamos vendo uma aceleração desse movimento. Nosso papel é construir mais pontes a fim de tornar a rede ainda mais acessível para o crescente ecossistema de empresas criptonativas, cujas soluções são desenvolvidas do zero com moedas digitais.

No estudo Visa COVID-19 Consumer Sentiment***, sobre as preferências dos consumidores durante a COVID-19 na América Latina e no Caribe, vimos que 25% dos consumidores que usam carteiras digitais estão dispostos a experimentar o uso de criptomoedas.

Bem-vindos ao Novo Digital!

* Todos os direitos incluídos nesta citação são de propriedade de seus respectivos donos e são utilizados com o propósito de identificação, não devendo ser reproduzidos sem a autorização do proprietário e não implicam em patrocínio e/ou em afiliação com a Visa.

**Proceeding with caution – a survey on central bank digital currency, de Christian Barontini e Henry Holden

***Estudo qualitativo realizado com 400 participantes selecionados em sete países (ARG, BRA, CHI, COL, MEX, PER, RD), em novembro de 2020.

TIVIT anuncia a aquisição da DevApi, startup de integração de sistemas

A TIVIT, multinacional brasileira e one stop shop de tecnologia, anuncia a aquisição da DevApi, startup de integração de sistemas (iPaaS – Integration Platform as a Service) e gestão de API. A aquisição foi estratégica para a TIVIT em sua missão de oferecer soluções que contemplem as necessidades de seus clientes de ponta a ponta.

A plataforma desenvolvida pela DevApi permite com que empresas que lidam com diversos aplicativos, sistemas e APIs possam gerenciá-los de uma forma centralizada e intuitiva, reunindo em um só lugar as informações sobre desempenho, erros, consumo etc. A ferramenta também conta com uma avançada camada de segurança para proteger os sistemas contra ameaças e tentativas de invasão.

“A DevApi é uma startup de rápido crescimento e que trouxe uma metodologia inovadora para uma das principais dores das grandes empresas hoje: a integração de diversos sistemas de uma forma ágil e segura”, afirma Eduardo Sodero CSO da TIVIT e responsável por estratégia e aquisições. “Vemos um crescimento exponencial nos diferentes softwares e soluções sendo usado pelas empresas, e a DevApi ajuda a reduzir essa complexidade”.

Fundada em 2020 no Paraná por Luana Ribeiro e William Hoffmann, a DevApi seguirá como uma empresa independente, com os fundadores seguindo no comando da startup. “Nascemos e crescemos intensamente, sobretudo ao longo dos últimos 10 meses em que a transformação digital avançou, puxada pelos desafios impostos às empresas pela quarentena. Nesse processo, precisávamos de um parceiro para dar um próximo grande salto e a TIVIT se mostrou ser o ideal”, afirma Luana Ribeiro, fundadora e CEO da DevApi.

A DevApi é a quinta empresa da TIVIT Ventures, braço de investimentos da empresa e que conta com R$ 400 milhões para aquisições até 2025. A meta da TIVIT para 2021 é adquirir até 10 startups com foco em SaaS e trajetórias de forte crescimento e escalabilidade. 

GeneXus tem 24 vagas para profissionais de tecnologia

Oportunidades nacionais e internacionais envolvem atuação presencial ou remota. Entre os cargos procurados estão analistas, desenvolvedores, suporte e estagiários. Empresa também foca na capacitação de profissionais para atender crescente demanda do mercado
A GeneXus, desenvolvedora global de soluções de desenvolvimento de software, anuncia 24 oportunidades de trabalho para profissionais de Tecnologia da Informação. Além do Brasil, há posições disponíveis em outros países, como Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Panamá e Uruguai.

As vagas estão disponíveis no portal de trabalho da comunidade GeneXus e podem ser tanto para atuação presencial quanto à distância. Os principais cargos disponíveis são para analistas e desenvolvedores de sistemas de todos os níveis, com preferência para profissionais com conhecimento na ferramenta GeneXus. Também há oportunidades para profissionais de suporte e estagiários.

Caso não haja vagas compatíveis com o perfil profissional do candidato, a GeneXus recomenda o cadastro do currículo no portal de trabalho para futuras oportunidades. Atualmente, a ferramenta aproxima empresas e profissionais vinculados ao uso da ferramenta GeneXus, que soma 9 mil empresas em todo o mundo, sendo cerca de 2 mil no Brasil, além de milhares de desenvolvedores.

Além de ser um meio gratuito para cadastro e busca de emprego, o Portal conta com uma agenda de cursos para a capacitação de diferentes níveis profissionais, como estudantes, desenvolvedores que almejam migrar para o universo low-code e profissionais com 50 anos ou mais que querem somar à sua bagagem profissional o conhecimento sobre o potencial desta plataforma.

“A expansão do uso dessa tecnologia para atender à demanda atual de desenvolvimento ágil de aplicativos tem gerado vagas que não estão sendo ocupadas, por isso estamos incentivando a capacitação de profissionais para suprir uma demanda que tende a ser cada vez mais ampliada com os novos desafios digitais do mercado”, finaliza Ricardo Recchi, country manager da GeneXus Brasil.

Pearson dá dicas para profissionais +50 continuarem se aperfeiçoando

Maria Filomena Brandão, gerente editorial de portfólio e coordenadora da Pearson Clinical, traz recomendações que podem ajudar não só a manter a saúde emocional como a mental

Quase 55 milhões de brasileiros têm mais de 50 anos, número que corresponde a 25% da população atual do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). A estimativa, de acordo com o órgão, é de que até 2040, metade da força de trabalho tenha mais de 50 anos e, em 2050, pessoas a partir dos 60 anos passem de 30%.

São homens e mulheres cada vez mais ativos, que vêm buscando qualidade de vida e movimentando a economia. Somente no ano passado foram gerados pela Economia Prateada (referência aos cabelos grisalhos) cerca de R﹩ 1,8 trilhão, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Locomotiva, empresa especializada em pesquisas.

“A atualização constante e a busca por conhecimentos são fundamentais para quem, independente da idade, deseja ascender na carreira, se recolocar no mercado ou simplesmente ajudar a construir uma sociedade mais”, afirma Maria Filomena Brandão, gerente editorial de Portfólio e coordenadora da Pearson Clinical Brasil, braço da multinacional britânica voltado para a busca por soluções de saúde mental.

É diante deste cenário promissor, que a especialista traz cinco dicas importantes que ajudam a equilibrar a saúde emocional e mental desses profissionais. Confira a seguir:

• Aprender e compartilhar

Em um mundo em constante transformação e com surpresas todos os dias, aprender é preciso. Uma dica é escutar os mais jovens e aceitar que muitas vezes eles sabem mais e podem ensinar. Além disso, aproveitar e aprender com cursos e palestras disponíveis na internet é uma ótima pedida. Interagir com colegas de trabalho e demais profissionais que possam agregar conhecimento é fundamental. Não se feche no casuloa interação é a melhor maneira de aprender, ensinar e fazer um bom networking.

Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e com as novas gerações é uma maneira de se colocar à disposição do aprendizado. É entender que quanto mais se ensina, mais se aprende. Seja um mentor, oriente e compartilhe conhecimento e experiências, mas também esteja aberto ao novo.

• Mantenha a mente aberta

Se manter aberto a novos conhecimentos,novas possibilidades e oportunidades, ser flexível, aceitar as mudanças, as transformações e se estruturar para conseguir aprender e acompanhar o que de novo há em sua área é fundamental. Experiência não é fazer sempre o mesmo, mas sim aprender novas maneiras de fazer diferente para ganhar eficiência e qualidade sobre o que já faz e aprimorar suas habilidades.

Seja flexível e disponível para as novas iniciativas, novos projetos, novas estratégias e adapte-se aos novos desafios independentes da idade.

• Aperfeiçoamento constante

Busque todo tipo de aperfeiçoamento. Para além de novos conhecimentos, é preciso se reciclar sempre. Novas ferramentas, novos processos e novos conhecimentos devem ser encarados para que estejam sempre atualizados dentro da área que atua e na função que exerce.

Recicle suas qualificações, amplie habilidades, as plataformas digitais nos ajudam com uma gama imensa de podcast, vídeos, textos, artigos, livros, revistas e outros tipos de conteúdos, além de cursos em universidades, workshops e os programas de treinamento que a maioria das empresas oferecem para seus colaboradores.

• Aposte em aprender e usar novas tecnologias

Fique atento às novas tecnologias, aos novos recursos, aplicativos e demais programas digitais. O mundo exige que se tenha abertura para aprender a usar todatecnologias que são oferecidas. É só não ter medo e vontade de aprender. Peça ajuda a quem tem mais conhecimento. Eles se encantam com o aprendizado e interesse de quem tem 50+.

• Use e abuse das mídias sociais

Atualmente, as empresas estão buscando nas redes sociais bons profissionais. Um exemplo disso é o LinkedIn, principal rede profissional do mundo. Então, é importante ampliar a participação nesse tipo de plataforma. Tome cuidado quando for criar um perfil. Tenha em mente que é comum empregadores conferirem as redes sociais dos candidatos e dos próprios colaboradores na rede. As empresas estão de olho nas postagens, podendo validar um currículo e habilidades ou derrubá-lo por publicações inadequadas.

Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.
Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.

Vivo anuncia 100 vagas abertas para talentos com deficiência

Reforçando seu compromisso como uma marca inclusiva, a Vivo abre 100 vagas para profissionais com deficiência para atuação no Call Center da companhia. Há oportunidades para São Paulo (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Campo Grande (MS). No dia 11 de maio, a empresa promoverá uma feira virtual para os interessados em concorrer a uma das oportunidades. O evento vai esclarecer dúvidas sobre as atribuições das vagas ofertadas. Para participar, é preciso se inscrever através do link até o dia 05 de maio.

“O nosso DNA Vivo é tão forte que somos conscientes de que, como empresa, temos a capacidade de provocar reflexão e empatia, e conectar diversos olhares, propiciando uma cultura mais diversa e inclusiva. Queremos um ambiente livre de preconceitos para que nossas equipes desenvolvam o máximo de seu potencial. Acreditamos que um ambiente diverso é rico em trocas e crescimento”, afirma Ricardo Miras, diretor de Experiência do Cliente B2C da Vivo.

Para concorrer às vagas, é necessário ter ensino médio completo, domínio de informática e conhecimento de pacote office. Ter concluído ou estar cursando o ensino superior, além de ter experiências profissionais anteriores, serão diferenciais. Importante ter foco na qualidade e experiência do cliente e também atributos como empatia e espírito de dono. Os candidatos também precisam ter habilidade para trabalhar em home office, uma vez que poderão atuar remotamente.

As etapas do processo seletivo serão 100% digitais e a Vivo oferecerá um programa de desenvolvimento que contempla toda a capacitação técnica e comportamental para os selecionados. O salário é compatível com o que é oferecido no mercado. Entre os benefícios os selecionados terão vale refeição e transporte; plano de saúde e odontológico; seguro de vida; day off de aniversário; desconto especial em linha fixa, banda larga, TV por assinatura e apps. Além das vagas para o Call Center, a companhia está com diversas oportunidades em toda a empresa e todas elas são extensíveis a talentos com deficiência. Para conferir, os interessados podem acessar o vivo.gupy.io.

A diversidade está no DNA da Vivo, que tem cada vez mais valorizado e atraído profissionais com perfis diversos para atuar na companhia. Tudo isso apoiado nos critérios do ESG (Ambiental, Social e Governança Corporativa, na sigla em inglês), transformando positivamente a sociedade.

Embraer anuncia incorporação da Savis

A Embraer anunciou hoje a incorporação de sua subsidiária Savis Tecnologia e Sistemas S.A. A proposta está em um contexto de reorganização societária e foi aprovada em assembleia de acionistas da Embraer. A decisão tem como objetivo incrementar eficiências operacionais e fortalecer o portfólio de produtos e a posição de mercado da Companhia.

Subsidiária da Embraer, a Savis era dedicada a desenvolver, projetar, integrar e implementar sistemas e serviços na área de monitoramento de fronteiras e proteção de estruturas estratégicas. A incorporação agrega conhecimento crítico às operações da Embraer Defesa & Segurança e torna a empresa ainda mais competitiva, fortalecendo a oferta de soluções integradas para o segmento de defesa e segurança.

“Tenho certeza de que esta decisão trará maior sinergia e importantes ganhos para a Companhia, além de reforçar nosso portfólio e nossa capacidade de atender às necessidades complexas e específicas do mercado de defesa e segurança”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Dessa forma, a Embraer Defesa & Segurança passa a ser integralmente responsável pelos projetos atuais e futuros da Savis, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em implantação no planeta.

ABGD lança Road Show Huawei Solar

No próximo mês, a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) vai dar a partida em um projeto de tirar o fôlego: o Road Show Huawei Solar, uma unidade móvel totalmente adaptada para cursos de qualificação, com sala de aula, espaço para workshops e uma casa com cozinha e lavanderia, totalmente equipada, abastecida por um sistema de microgeração distribuída on-grid e off-grid real, que será utilizada para as atividades demonstrativas.

A iniciativa, cujo principal patrocinador é a Huawei, também tem o apoio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SIMA) e de outras empresas do mercado de energia solar, que levará cursos básicos sobre instalação de sistemas fotovoltaicos para mais de 50 cidades, percorrendo os principais estados do Brasil. A partida está prevista para o dia 3 de maio.

Energia solar significa maior capacidade de produção, energia limpa 24h, custos otimizados, inteligência, eficiência e segurança – essa é a mensagem que a Huawei quer levar a todas as paradas do Road Show juntamente com a ABGD e oferecer uma experiência imersiva ao público visitante. Na casa cenário, o participante poderá ver de perto a solução fotovoltaica inteligente da Huawei para residências, que garante 24 horas de energia limpa, estável, mais barata e sem impactar na rotina e qualidade de vida de seus moradores.

“Imagine uma solução única com base em Inteligência Artificial que garanta o fornecimento de energia limpa dia e noite, de forma muito intuitiva, eficiente e econômica para ambientes residenciais, comerciais e industriais. Isso não é tendência, é hoje tranquilamente possível”, afirma Fábio Mendes, diretor de Canais da Huawei para a América Latina.

O projeto tem três objetivos: conscientizar a população sobre a importância de usar fontes renováveis para a geração de energia; qualificar, com uma sala de aula itinerante, profissionais interessados na instalação de sistemas fotovoltaicos e levar conhecimento para regiões de difícil acesso. “Nossa ideia é contemplar no roteiro as principais capitais e cidades importantes identificadas no trajeto, promovendo a energia solar fotovoltaica na prática”, comenta Carlos Evangelista, presidente da ABGD.

“Preparamos um curso com carga horária de 8 horas, que inclui noções básicas de regulamentação de geração distribuída de energia elétrica, dimensionamento preliminar de projetos solares fotovoltaicos, segurança e qualidade das instalações e vendas”, adianta Evangelista. A expectativa da ABGD é capacitar mais de 2 mil pessoas ao longo do trajeto, que prevê um circuito de 12 meses na estrada.

Além dos aspectos técnicos, o curso aborda diversas etapas do processo de comercialização de sistemas fotovoltaicos e promove o empreendedorismo. Evangelista destaca que a energia renovável pode ser um fator impulsionador na retomada econômica como um todo. “Ao fortalecer o mercado de sistemas fotovoltaicos de uma região, você oferece a residências e estabelecimentos comerciais uma possibilidade de economizar na tarifa de energia, e, aliado a isso, dinamiza a economia e gera vários empregos”, ressalta o presidente da ABGD.

Na casa cenário dentro do caminhão, com cozinha e lavanderia equipadas e alimentadas por energia solar fotovoltaica, demonstra-se como é na prática, no dia a dia, um ambiente cuja eletricidade é gerada ali mesmo, com a luz do sol.

“Ao longo do trabalho da ABGD, identificamos muitas dúvidas na população em relação à complexidade e viabilidade de instalar um sistema fotovoltaico, bem como da garantia de abastecimento de energia”, explica Evangelista. O executivo destaca que na unidade móvel será possível derrubar mitos em relação à geração distribuída.

Priscila Carazzatto, Diretora Comercial da ABGD, acrescenta: “A ABGD tem buscado cada vez mais promover o desenvolvimento de negócios no setor de geração distribuída de energia elétrica. O Road Show HUAWEI Solar traz cobertura nacional e uma grande oportunidade de mostrar um sistema off grid em pleno funcionamento. Vamos poder fornecer meios para incentivar a geração de empregos em um setor em franco crescimento. Estamos falando de um desenvolvimento sustentável do setor, um dos princípios de atuação da ABGD, cujo histórico tem sido este: aliar crescimento econômico, qualificação profissional e benefícios ambientais em projetos transformadores”, finaliza.

Carazzatto adianta que a ABGD já está formatando a segunda fase do projeto, que será um barco itinerante FV navegando no rio Purus (afluente do rio Amazonas), levando treinamento e capacitação para as populações ribeirinhas da Amazônia, além de divulgar e disponibilizar todas as políticas públicas voltadas para energias renováveis e aplicáveis na Amazonia Legal.

Como visitar e participar

A visita ao caminhão, que também contará com a exibição de vídeos sobre energia renovável, será aberta ao público e organizada conforme os protocolos de segurança e distanciamento social estabelecidos para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. A ABGD tem o apoio de um infectologista para elaborar um protocolo próprio para o Road Show HUAWEI Solar, que contará com sanitização constante do ambiente, distanciamento entre os participantes, distribuição de duas máscaras para cada aluno e álcool em gel.

Para realizar o curso, é necessário se inscrever pelo site www.roadshowhuaweisolar.com.br e levar 1 kg de alimento não perecível no dia do treinamento. A ABGD também vai convidar empresas locais para contribuir com doações de alimentos, que serão entregues a uma instituição da própria cidade em que a unidade está presente.

ACE abre inscrições para certificação em ESG

Com a agenda de sustentabilidade ganhando força nos meios corporativos, surgiu o que hoje é chamado de ESG – sigla em inglês para environmental, social and governance (ambiental, social e governança corporativa, no português). Levando em conta que a inovação é uma grande aliada na sustentabilidade dos negócios e mercados, a ACE Cortex, braço de inovação corporativa da ACE, lançou o GrowthReport ESG e Inovação com mapeamento mais atualizado do Brasil de startups que atuam no setor. Além disso, trouxe uma iniciativa pioneira com um programa de certificação conduzido pela empresa e participação de nomes como Susan Winterberg, consultora da Universidade de Harvard e Carlo Pereira, Diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. As inscrições vão de 19 de abril a 17 de maio e podem ser feitas pelo site.

O programa tem como foco executivos de empresas nacionais e multinacionais de grande porte, que ocupem cargos estratégicos em nível de coordenação, gerência e diretoria e estejam diretamente ligados a iniciativas de inovação e/ou ESG (Ambiental, Social e Governança).Os inscritos passarão por um processo de análise de perfil para compor a turma. O resultado dos aprovados será divulgado via e-mail no dia 18 de Maio de 2021. Os módulos de preparação acontecerão AO VIVO, via Zoom, nos dias 25, 26 e 27 de Maio, das 18h30 às 21h30. 

“Um dos princípios da ACE é transformar o Brasil por meio da inovação. Essa missão se torna também nossa principal abordagem dentro de ESG. Ou seja, a ACE Cortex ajuda na transformação de empresas, trazendo princípios e valores éticos, em linha com as ambições e negócios futuros estratégicos, com uma imagem de ESG na prática. Queremos despertar nas empresas o desenvolvimento de capacidades e habilidade de perdurar no tempo e sobreviver a mudanças”, pontua Luis Gustavo Lima, CEO da ACE Cortex. 

Confira abaixo o programa completo do ESG management Certificate 

25 de Maio | Módulo 1: Contextualizando o ESG

  • Contexto de mundo: desafios e oportunidades da sustentabilidade; 
  • Agenda 2030 e ESG da ONU; 
  • ESG: Surgimento, definição e objetivos;
  • ESG Frameworks;
  • Boas práticas ESG e Cenário Brasil. 

26 de Maio | Módulo 2: ESG na prática

  • Transformações organizacionais alinhadas ao ESG;
  • Inovação com startups e ESG;
  • ESG aplicado ao RH (iniciativas, diversidade e inclusão, e indicadores de performance ESG);
  • Relações com investidores: investimentos sustentáveis, fundos ESG e investimento de impacto;
  • Índice ESG.

27 de Maio | Módulo 3: Cenário Brasil do ESG

  • Questões legais do ESG;
  • Live Cases

Growthreport ESG e Inovação

No dia 15 de abril, a ACE lançou o Growthreport ESG e Inovação, que além de conteúdos sobre o tema, traz um mapeamento de startups que desenvolvem soluções relacionadas ao tema. O time de research de ACE Cortex dividiu as companhias por principal segmento de atuação: E (ambiental), S (social) e G (governança). Entendendo que as três dimensões são indissociáveis, é importante ressaltar que o recorte é apenas uma forma de facilitar a compreensão da atividade principal de cada uma dessas companhias.

Assim, foram mapeadas 343 startups com soluções relacionadas à ESG no Brasil. Destas, 180 atuam principalmente no mercado de meio ambiente, 130 delas possuem negócios relacionados ao contexto de impacto social e 33 desenvolvem soluções de governança.A metodologia se deu em parceria com a Great Place to Work, combinando o banco de dados de mais de 15 mil startups avaliadas pela divisão ACE Startups, informações públicas de mercado e a rede de contato da ACE Cortex com mais de 80 parceiros corporativos, sendo este o material mais atualizado sobre esse mercado no Brasil.

Logtechs: startups logísticas crescem durante a pandemia

Na contramão de outros setores econômicos, o mercado de tecnologia segue ‘a todo vapor’, mesmo durante a pandemia, e registra crescimento significativo. É o caso das startups nacionais, que receberam valores recordes de investimentos somente no primeiro trimestre deste ano: no total de R$ 11 bilhões – mais que o triplo dos aportes registrados no mesmo período de 2020, de R$ 3 bilhões.

As informações apontam para um aumento ainda mais considerável quando levado em conta o comparativo com o ano anterior inteiro: apenas o montante aplicado de janeiro a março de 2021 representa mais da metade dos R$ 19,9 bilhões investidos em todo o ano passado, ou seja, é 54% maior. Os números são do levantamento “Inside Venture Capital”, desenvolvido pela Distrito Dataminer, unidade de dados da plataforma de inovação aberta chamada Distritoe.

O mesmo cenário positivo se percebe quando avaliado somente o desempenho das startups logísticas, as chamadas logtechs, que também registraram uma alta expressiva no volume de negócios durante o primeiro ano de pandemia. É o caso da Pegaki, startup que conecta o e-commerce ao varejo físico para a coleta e a retirada de mercadorias. Fundada há quatro anos, a empresa vem conquistando espaço no mercado e alcançando patamares cada vez mais altos, principalmente neste momento em que o comércio eletrônico de produtos atingiu níveis nunca vistos antes e a demanda por entregas subiu meteoricamente.

É o que diz o cofundador da marca, João Cristofolini. “Durante os últimos quatro anos, aumentamos bastante nossa rede, captamos importantes investimentos e expandimos nosso portfólio de soluções – como no ano passado, em que lançamos o Drop Off Point, que permite que o cliente vá até pontos de envio mais próximos possíveis de sua casa, sem a necessidade de ir a uma agência de correios. Mas, foi em 2020 que obtivemos nossa maior alta: este foi um ano recorde para nós, em que crescemos mais de 50 vezes. Saímos, literalmente, de cerca de 20 mil entregas por mês, antes da crise sanitária, para quase 1 milhão no ano passado”, afirma.

Expansão que continuou em 2021. “No começo deste ano, anunciamos nossa fusão com a Intelipost (empresa de tecnologia logística para e-commerce), com um plano bem agressivo de crescimento, com o qual pretendemos atingir altas ainda maiores – não apenas no número de pacotes movimentados, mas também no de pontos de coleta e retirada espalhados pelo Brasil. A ideia é ir dos atuais 1.500 pontos para 20 mil ao redor do país em até três anos, tanto no serviço de Pick Up, que consiste em pontos de coleta, quanto no de Drop Off e no de Logística Reversa”, acrescenta.

Outra startup que obteve bons resultados na pandemia foi a curitibana LogComex, especializada em soluções de inteligência para o segmento de comércio exterior, que dobrou de tamanho no período. “Acompanhando o crescimento do mercado de tecnologia, muito acelerado por este momento que estamos enfrentando, tivemos até que aumentar nosso quadro de colaboradores, saindo de uma média de 60 profissionais em 2020 para cerca de 130 atualmente. Outra vantagem que obtivemos foi o fato do home office ter dado oportunidades para encontrarmos talentos, inclusive, de outros estados e regiões do Brasil”, ressalta o diretor de operações da empresa, criada em 2016, Carlos Souza.

Novos Players  Engana-se quem pensa que a atual situação do país beneficiou apenas as empresas que já estavam no mercado – espantando novos negócios. Pelo contrário, o recente cenário abriu espaço também para novos players, como a Stokki, startup especializada em armazenamento on-demand, lançada em dezembro de 2020.

De acordo com o cofundador e CEO da companhia, Edison Kweco, o negócio surgiu com uma proposta muito clara: democratizar e simplificar ao máximo possível a logística nacional. “Trazemos ao mercado diversas informações logísticas – como detalhes sobre vários players do setor, os preços mais acessíveis no momento, planos de contingência para eventuais riscos, entre muitas outras – de forma simples e direta, assim, nossos clientes conseguem focar naquilo que realmente importa: as vendas de produtos e serviços”, pontua.

E o resultado foi melhor do que o esperado. Segundo ele, a marca não apenas foi bem aceita pelo mercado, como cresceu em três meses o que levaria três anos para alcançar. “Em números práticos, já expandimos 150% ao mês somente no primeiro trimestre deste ano, além de termos triplicado nossa carteira de clientes. Agora, nosso principal objetivo é nos tornarmos a principal plataforma de contratação e gestão de serviços de armazenagem e distribuição do país, em um primeiro estágio. Depois, da América do Sul e, por fim, do mundo”, finaliza.

Ponto de Encontro – As principais empresas do segmento e os mais importantes debates a respeito do tema estarão na Intermodal South America 2021, plataforma de negócios voltada exclusivamente aos setores logístico, de transporte de cargas e comércio exterior, que está programada para ocorrer no segundo semestre deste ano, de 1 a 3 de setembro, no São Paulo Expo, na capital paulista.

Magnamed se une ao We Ventures com investimento de R$4,7 milhões

Recursos devem ser direcionados para startups de tecnologia liderada por mulheres e busca atrair empresas da área médica

O Fundo WE Ventures, iniciativa da Microsoft que tem como objetivo incentivar startups de tecnologia liderada por mulheres, anuncia a entrada da Magnamed, fabricante de ventiladores pulmonares, com capital de R$ 4,7 milhões. Por meio do investimento no fundo, a empresa busca direcionar os recursos para startups com inovações principalmente voltadas para a área médica.  

O WE Ventures faz parte das iniciativas do Women Entrepreneurship (WE), programa desenvolvido pela Microsoft Participações em parceria com o Sebrae Nacional e M8 Partners, em associação com a Bertha Capital, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo feminino no país por meio de cursos de capacitação e investimentos para em startups de mulheres empreendedoras.   

A parceria com a Magnamed integra o Mais WE, iniciativa que contempla uma série de investimentos recebidos pelo WE Ventures em diferentes áreas da economia como tecnologia, saúde, educação, seguros, jurídico e sustentabilidade. O Mais WE, por sua vez, é parte do plano Microsoft Mais Brasil, plano de compromisso com o País lançado pela empresa em outubro de 2020, que abrange iniciativas de apoio e compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável, englobando programas de sustentabilidade, qualificação profissional e suporte para facilitar a busca por oportunidades de emprego. 

A Magnamed é uma empresa brasileira fabricante de ventiladores pulmonares, fundada em 2005 por Tatsuo Suzuki, Wataru Ueda e Toru Kinjo. A empresa conta com uma experiência importante de investimentos públicos e privados, e tem as gestoras KPTL e Vox Capital como acionistas. “Acreditamos no potencial empreendedor brasileiro, afinal somos fruto dele. E também vemos como urgente a necessidade de ampliar iniciativas lideradas por mulheres dentro deste ecossistema. Por isso decidimos investir no Fundo WE. Queremos impulsionar empresas inovadoras fundadas ou com mulheres em cargos de direção. Para evoluirmos com solidez é essencial fomentarmos a diversidade”, acredita Wataru Ueda, CEO da Magnamed.  

“A entrada de mais uma empresa na nossa rodada de investimentos reforça o sucesso dessa iniciativa e demonstra o crescimento no interesse em fomentar o empreendedorismo feminino no País. Anunciar a chegada da Magnamed é motivo de muito orgulho para nós pois, além de apoiarmos a inclusão de cada vez mais mulheres no mercado de trabalho, a empresa traz inovação para a saúde e atua na fabricação de ventiladores pulmonares, equipamentos essenciais nesse momento que estamos vivenciando”, comenta Franklin Luzes, vice-presidente de inovação, transformação e novos negócios da Microsoft Brasil.   

Para Marcella Ceva, responsável pela equipe feminina do WE Ventures, com a Magnamed será possível trazer ainda mais diversidade de segmentos para o fundo. “Além de incentivar mulheres empreendedoras, também buscamos diversificar o segmento de atuação das startups que recebem o nosso apoio.  Todo o histórico de aportes recebidos pela Magnamed e a experiência que a empresa traz para a nossa iniciativa também são muito importantes para a nova rodada”, comenta.   

Desde a sua chegada ao mercado, em novembro de 2019, o WE Ventures já incorporou dois parceiros estratégicos (Multilaser e Porto Seguro) à sua rede de cotistas âncoras – formada anteriormente por Flex e Grupo Sabin – e pretende captar até R$ 100 milhões em cinco anos. Além disso, o We Ventures já realizou três chamadas para startups, o que resultou em mais de 1.200 empresas inscritas.  

Para participar da rodada de investimento, as startups precisam ter faturamento mínimo anual de R$ 200 mil, ser liderada por uma equipe feminina com pelo menos 20% de participação e ter pelo menos uma mulher com cargo de liderança. A rodada ficará aberta até 22 de maio e para se inscrever no processo seletivo do WE, basta que as interessadas acessem o link:  https://www.we.ventures/ 

Pandemia impulsiona iniciativas de cidades inteligentes

A COVID-19 representa obstáculos para as cidades em todo o mundo, mas, por outro lado, acelerou uma onda de inovação que continuará após a crise. Esse cenário está destacado no novo estudo “Soluções de cidades inteligentes para um mundo mais arriscado”. O estudo ESI ThoughtLab , patrocinado pela Oracle , Deloitte , Intel , e outros, destaca o papel vital que a tecnologia, os dados, a segurança cibernética e as parcerias público-privadas desempenham para garantir um futuro saudável, seguro e próspero para os cidadãos após a pandemia.

O estudo, conduzido em agosto e setembro de 2020, incluiu uma pesquisa com altos funcionários de 167 cidades em 82 países, incluindo Ásia, América do Norte e América Latina, MENA, Europa e África. As cidades representavam 526 milhões de pessoas ou 6,8% da população mundial e variavam em tamanho de menos de um milhão de habitantes (39% das cidades) a quase 27 milhões. Cinquenta e três por cento dessas metrópoles estão em mercados emergentes e 47% em países desenvolvidos. As cidades foram avaliadas e categorizadas com base no progresso em duas categorias: progresso no uso de soluções inteligentes, com as cidades sendo classificadas como “iniciante”, “intermediário” ou “líder”; e o progresso nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), com as cidades classificadas como “implementadoras”, “avançadas” ou “velozes”. As cidades que se destacaram em ambas as áreas são consideradas Cidades 4.0 – definidas como cidades hiperconectadas que são sustentáveis ​​e estão bem à frente no uso de tecnologia, dados e envolvimento do cidadão.

Para saber mais, acesse aqui .

• Para as autoridades municipais, a pandemia provou que os programas de cidades inteligentes são imperativos;

• 65% dos líderes dos municípios observaram que a maior lição aprendida durante a pandemia foi o quão cruciais os programas de cidades inteligentes eram para seu futuro;

• 43% aprenderam a importância da continuidade e agilidade operacional;

• 37% dos líderes das cidades disseram que COVID-19 destacou a necessidade de investir mais na atualização da infraestrutura básica;

• As cidades estão apostando em tecnologia, especialmente em nuvem e IA;

• 88% dos líderes municipais identificaram o investimento em plataformas em nuvem como o requisito mais urgente para a entrega bem-sucedida de serviços essenciais e não críticos aos cidadãos;

• 66% das cidades estão investindo pesado em IA e 80% o farão nos próximos três anos, principalmente na área de assistentes digitais e chatbots. As cidades norte-americanas (83%) e pequenas (74%) lideram no uso de IA;

• 31% das cidades vão investir em gêmeas digitais – um aumento de 300% em relação aos 11% que investem nessa tecnologia hoje;

• 100% do Cities 4.0 já fez investimentos pesados ​​em nuvem. Com base nas estimativas de ROI relatadas, o retorno médio sobre os investimentos em infraestrutura digital feitos pelo Cities 4.0 é de 5,74%;

• “Estamos vendo que as cidades mais bem-sucedidas estão se concentrando em tecnologias emergentes que têm um impacto direto na entrega de serviços, como computação em nuvem, IA e assistentes digitais”, disse John Tuohy, diretor de estratégia de Smart Cities da Oracle. “Fornecer acesso remoto para funcionários e residentes é crucial para manter a continuidade dos negócios.”;

• Muitas cidades estão assustadas com a segurança cibernética; cidades inteligentes têm um alto nível de confiança;

• 60% dos líderes municipais não acham que suas cidades estão protegidas de ataques cibernéticos, internacionais ou domésticos, devido a vulnerabilidades decorrentes de restrições financeiras, redução do pool de talentos de TI e outros fatores;

• 95% do Cities 4.0 garantem que a segurança cibernética seja considerada desde o início dos projetos;

• 95% dos líderes de cidades inteligentes citaram o nível mais alto de confiança em sua segurança cibernética, em comparação com apenas 8% das cidades que foram classificadas como iniciantes na jornada de cidade inteligente;

• A necessidade de colaboração é clara e os líderes da cidade estão priorizando parcerias

• 50% dos líderes municipais observaram que encontrar o parceiro certo – setor privado ou público – foi um dos maiores obstáculos para cumprir os objetivos de sua cidade;

• 83% das cidades desejam que seus parceiros ofereçam soluções que possibilitem um alto nível de inovação e, ao mesmo tempo, garantam a segurança e proteção (65%). As cidades norte-americanas (92%) e europeias (92%) valorizam mais a inovação;

• 79% dos funcionários indicaram que o preço não era a principal preocupação na avaliação de propostas de cidades inteligentes. As cidades que estão apenas começando a progredir nos ODS das Nações Unidas (41%) e as da África (47%) estão mais preocupadas com os custos do que suas contrapartidas em outras regiões.