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Mapeamento Abstartups aponta que mais de 70% das startups não receberam investimentos

A despeito do maciço crescimento das startups do Brasil e da atenção que os negócios nacionais estão, aparentemente, recebendo do exterior, dados da Mapeamento de Comunidades 2020, feito pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema, apontam que a maioria (73,8%) das empresas de inovação não recebeu nenhum investimento ou incentivo financeiro desde sua fundação. No Nordeste, a porcentagem dos negócios que nunca recebeu investimentos sobe para 79,7% – o maior número se comparado com as demais regiões do País.

Das startups que tiveram aportes, a maior parte foi aportada por investidores anjo (41,5%), seguido por Seed (28,4%) e aceleradoras (21,6%) – o restante é dividido por investimentos séries A, B e C. Quanto a origem dos investimentos, 43,6% vieram de investidores locais; 26,8% de outro estado; 21,9% do mesmo estado e apenas 7,7% internacional. A maioria (51,5%) dos negócios de inovação no Brasil também não foi incubada, acelerada ou pré acelerada.

Quanto a faixa de faturamento das pesquisadas, a maioria (41,9%) ainda não tem faturamento; 13,5% faturam entre R$ 50 a R$ 250 mil e 11,8% têm faturamento entre R$ 10 e R$ 50 mil.

Realizados entre maio e setembro de 2020 com dados do Startupbase, a base de mais de cinco mil startups associadas e participantes de três mil startups espalhadas pelo Brasil, os Mapeamentos de Comunidades têm o objetivo de conhecer mais a fundo alguns dados de empreendedorismo e inovação de cada região do país, identificando as principais dores e potenciais locais.

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7 maneiras de reduzir falhas na construção de um negócio

Empreender no Brasil é, naturalmente, andar por um solo escorregadio. Segundo dados do IBGE, mais de 22 mil empresas fecharam as portas em 2017. E, desde o início da pandemia, foram, em média, 716 mil negócios fechados. Um dos grandes desafios dos empreendedores é entender que não basta ter uma ideia inovadora, é preciso criar uma operação sustentável, se planejar e fazer uma boa gestão.

Ivan Marques, MBA em Transformação Digital e Futuro dos Negócios pela PUC-RS e co-founder da Sevensete, Venture Builder que auxilia empreendedores a construírem, executarem e transformarem suas ideias, destaca que todo negócio possui uma vida ativa em curso e precisa ser acompanhado dia após dia. “Infelizmente, no empreendedorismo, nunca vai existir aquela sensação de “missão cumprida”. A cada dia há uma nova missão para as empresas que querem crescer ou até sobreviver ao longo do tempo, por isso, é preciso estar atento ao que acontece no mercado”, reforça Ivan.
De acordo com o especialista, existem 7 maneiras simples para reduzir as falhas na iniciação de uma empresa, entre elas:

1. Ter uma definição clara de qual problema você está resolvendo
A chance de sucesso aumenta significativamente para negócios que descobrem a real “dor” do seu cliente, aquilo que de fato ele quer ou precisa. “Os empreendedores que conhecem o problema que estão resolvendo são muito mais autênticos e ágeis em acompanhar tendências e descobrir novas oportunidades”, afirma Marques.

2. Desenvolver uma solução (escalável) que resolva esse problema
A maioria das ideias inovadoras acaba morrendo quando a solução proposta não resolve o problema. Ela, muitas vezes, pode ser simples, mas isso não garante o sucesso se não tiver demanda. Por isso, o sócio da Venture Builder ressalta que bons empreendedores costumam criar protótipos simplificados para testar a eficácia e as resposta dos clientes para depois ir construindo o que falta.

“Nem sempre um produto muito bom gera um retorno que seja suficiente para manter o crescimento do negócio. Apostar em produtos que possam ser comercializados e distribuídos facilmente, ou seja, que têm poder de escala, pode gerar altos ganhos a curto prazo”, reforça Ivan.

3. Criar um bom planejamento
Entender qual é o problema que está propondo resolver e achar uma solução que de fato resolva esse problema, é apenas o primeiro passo. Mas, nada acontece bem sem um planejamento mínimo. Planejar a execução significa estudar cenários, criar caminhos possíveis, descobrir alternativas para antecipar os prováveis problemas que possam surgir, reduzir as falhas e economizar nos custos desnecessários com os quais nos deparamos em diversos momentos. “Quem nunca pensou “ah, mas se eu tivesse visto isso antes, seria diferente…”, não sabe o valor e a importância de um planejamento”, comenta o executivo.

4. Estruturar a monetização
O modelo de receita costuma ser o coração de todo negócio. A forma como a empresa ganha dinheiro tem um impacto direto em todas as demais linhas. Por isso, gerar altos ganhos, que dependem de altos custos, nem sempre é vantajoso.. O especialista ressalta que é preciso calibrar a margem, diminuir as despesas e gerar receita recorrente de forma simplificada.

5. Entender como o cliente vê seu negócio
Um cliente bem atendido e satisfeito é um cliente fiel. Se ele ainda paga pelo seu produto ou solução, significa que você está no caminho certo. “O cliente é, e sempre será, o maior objetivo de todo empreendimento. Ele pode ser usado como um termômetro constante. Por isso, se em algum momento houver insatisfação, é melhor voltar para o início e reestruturar algo, ou seja, entender qual o problema, qual a solução ideal, etc” explica, Ivan.

6. Pesquisar o tamanho do mercado
Descobrir um problema e criar uma solução nem sempre trarão o sucesso esperado. Quando a oportunidade do mercado é muito limitada, não significa que o negócio é ruim, mas que existem poucas pessoas que precisam ou querem comprar, diminuindo a escalabilidade. Além disso, o setor pode ser imenso, mas se houver muitos concorrentes atuando, voltamos ao cenário limitado. Entender o mercado é essencial para ser bem sucedido.

7. Escolher bem quem faz parte do time
Talvez esse seja um dos maiores desafios de todo negócio: as pessoas. Por mais tecnológica que seja, toda empresa precisa de pessoas. Encontrar um time que tenha aderência com a cultura, possua as habilidades necessárias e que aceitem o desafio proposto às vezes pode ser muito caro, mas faz toda a diferença na trilha do sucesso.Abrir um negócio e empreender não é uma tarefa simples, mas, mesmo com os desafios, não existe receita pronta. É preciso estar atento e se aperfeiçoar todos os dias”, conta o sócio da Sevensete.

Uber abre inscrições para o Programa de Estágio 2021 no Brasil

A Uber está com inscrições abertas para o seu Programa de Estágio 2021, destinado a estudantes de qualquer curso universitário. São 20 vagas disponíveis para atuar em áreas como Finanças, Vendas e Operações. Previsto para início em 2021, o estágio tem duração de um a dois anos e será iniciado de maneira totalmente remota.

“A plataforma da Uber é usada diariamente por milhões de pessoas ao redor do mundo e essa é uma das características mais fascinantes em trabalhar aqui. O impacto daquilo que realizamos pode ser visto de forma imediata, contribuindo para construir um futuro melhor para as cidades”, comenta Myriam Abascal, gerente de recrutamento da Uber.

Com mais de 20 mil funcionários no mundo, a Uber acredita que grandes problemas só podem ser resolvidos coletivamente, a partir de pontos de vista múltiplos. Por isso, a empresa busca criar um time diverso e multidisciplinar.

“Nosso objetivo é criar um ambiente de trabalho que seja inclusivo e reflita a diversidade das cidades onde operamos. Por isso, talentos de qualquer área e de qualquer região do País são muito bem vindos”, completa Myriam.

Como participar

Para participar, o candidato deve estar matriculado em curso superior com término previsto em entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022 e ter inglês intermediário. As inscrições para o processo seletivo vão até o dia 22 de dezembro pelo link do programa https://t.uber.com/estagio2021 .

A primeira fase será realizada on-line com ajuda de um chat bot. Por meio da ferramenta, já é feita uma primeira seleção e são aplicados alguns testes, de maneira simples e rápida. Os candidatos aprovados nessa fase seguirão para uma dinâmica de grupo e entrevista com gestores.

Com duração de um a dois anos, o estágio traz bolsa-auxílio, além de diversos benefícios como seguro saúde e odontológico, vale-refeição e créditos mensais para Uber e Uber Eats.

46% dos brasileiros aumentaram o volume de compras online durante a pandemia, indica Mastercard

Uma pesquisa realizada pela Mastercard e Americas Market Intelligence (AMI) em 13 países da região da América Latina e do Caribe (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, Porto Rico e Jamaica) mostra mudanças nos hábitos dos consumidores, aumento no uso de serviços financeiros e revela como as empresas terão que se adaptar a esse novo ecossistema digital gerado pela pandemia.

O estudo foi apresentado durante a nona edição do Fórum Anual de Inovação para América Latina e Caribe da Mastercard, evento anual da empresa para compartilhar a visão de líderes e especialistas da indústria de tecnologia e formas de pagamento.

O relatório revela que a pandemia e o distanciamento social estimularam a inclusão digital e financeira na América Latina e no Caribe e a tornaram uma prioridade. De acordo com os dados, mais de 40 milhões de pessoas foram bancarizadas nos últimos meses e, até o final do ano, a AMI estima que 50 milhões de usuários terão comprado online pela primeira vez.

O auge do e-commerce em meio à pandemia

A pesquisa mostra como o e-commerce se tornou a forma mais relevante de comprar e os bancos online, a maneira mais fácil de manusear dinheiro, substituindo o dinheiro vivo, que é considerado “sujo”. Os resultados revelam que o distanciamento social impulsionou o e-commerce: 46% dos brasileiros aumentaram o volume de compras online durante a pandemia enquanto 7% compraram online pela primeira vez.

Para compras online (em sites ou aplicativos), cartões de débito, crédito e boletos aparecem como o método de pagamento preferencial dos consumidores brasileiros. Além disso, 25% dos entrevistados mudaram seu método de pagamento usado com mais frequência no e-commerce depois da pandemia.

“O Brasil, assim como o restante da América Latina, está em um ponto de virada para a digitalização da economia e do varejo, no qual opções de pagamento seguras e convenientes se tornaram uma prioridade”, afirmou Ana Paula Lapa, vice-presidente de Produtos & Inovação da Mastercard Brasil. “A Mastercard é uma aliada estratégica na digitalização e transição para pagamentos por aproximação e temos o orgulho de contribuir para sua adoção, oferecendo serviços de ponta que se adaptam às novas realidades do consumidor”, finaliza.

Diminuição de pagamentos em dinheiro

Em relação ao uso de dinheiro, houve uma queda acentuada em cada mercado devido ao aumento do e-commerce, à disponibilidade de alternativas como uso de cartão e pagamentos por aproximação. O estudo revela que no Brasil, 57% dos consumidores estão usando menos dinheiro por conta da COVID-19 sendo que 38% reduziram seu uso em pelo menos 20%.

Um outro estudo da Americas intelligence divulgado em outubro revelou que o número de brasileiros desbancarizados, ou seja, que não possuem conta em bancos e fintechs, diminuiu 73% nos últimos cinco meses. Esse aumento se dá, principalmente, pela necessidade dos brasileiros em utilizarem serviços online para realizarem suas transações, por conta do distanciamento social.

Os novos hábitos de compra levaram ao aumento do uso de pagamentos por aproximação. Nossa pesquisa revelou um aumento tangível no Brasil, com 11% dos consumidores tendo pedido um cartão com tecnologia NFC aos seus provedores de serviços financeiros pela primeira vez; 18% passando a utilizar a funcionalidade pela primeira vez durante a pandemia e 35% afirmando terem aumentado o uso dos pagamentos por aproximação neste período. Isso indica que as preocupações com a limpeza do ponto de venda somadas a existência de opções de pagamentos sem toque deram início a novos hábitos de pagamento no país.

Esse movimento é visível também pelo aumento de transações por aproximação realizadas com cartões Mastercard. Dados internos indicam que o número de pagamentos por aproximação realizados no Brasil mais do que dobrou entre janeiro e setembro deste ano, somando mais de 31 milhões apenas em setembro.

Utilização de serviços financeiros

A digitalização também teve um impacto importante em como as pessoas utilizam seus serviços financeiros. Antes da pandemia, 44% dos respondentes brasileiros afirmaram que recorriam aos caixas eletrônicos para acessarem suas contas ou realizarem transações. Após a pandemia, esse número caiu para 27%. A redução foi ainda maior entre consumidores que iam até agências bancárias para realizar suas transações, passando de 27% antes da pandemia para apenas 10% atualmente.

O movimento oposto foi notado nos canais digitais. Antes da pandemia, 31% afirmaram utilizar online banking, enquanto agora 40% passaram a usar este canal. O uso de aplicativos também subiu, passando de 60% antes para 67% no pós-pandemia. Além disso, hoje, 70% dos entrevistados afirmam usar os canais digitais para todas ou para a maioria das transações.

Os consumidores também mostraram um forte desejo de cortar despesas, evitar dívidas, administrar suas finanças de forma conservadora, além de desenvolver uma mentalidade de longo prazo em relação às suas finanças. Cerca de 45% dos entrevistados planejam economizar dinheiro com mais frequência após a pandemia e outros 27% passarão a pagar contas virtualmente.

Startup SDW conquista prêmio global de inovação da Shell

A startup brasileira Safe Drinking Water for All (SDW) conquistou US$ 20 mil e o primeiro lugar na categoria Local Prosperity do Shell LiveWIRE Top Ten Innovators, premiação global que reconhece empreendimentos inovadores de diversos países. A competição deste ano focou no tema “Criando um mundo mais habitável” e contou ainda com as categorias Energy Transition e Environment & Circular Economy.

A SDW é um negócio de impacto social que busca mudar a vida de bilhões de pessoas no mundo que não possuem acesso à água potável, nem a saneamento básico. No Brasil, a startup já beneficiou mais 1,5 mil pessoas, totalizando 20 milhões de litros de água potável gerados. O empreendimento desenvolveu o Aqualuz, dispositivo de baixo custo que utiliza luz solar para potabilizar água de cisternas por 20 anos, com o custo diário de R$0,03 por dez litros de água tratada.

Para Maria Angert, gerente de Performance Social da Shell Brasil, a conquista da startup é motivo de orgulho para o Brasil. “Esta é uma grande oportunidade não apenas de visibilidade para a SDW, mas também para mostrar todo o talento e inovação que vemos todos os dias entre os empreendedores do nosso país”, afirmou.

“Parabéns aos vencedores. Estou realmente impressionado com a qualidade e criatividade dos participantes”, disse Carlos Maurer, vice-presidente executivo da Shell Global Commercial, divisão de B2B da companhia. “Nos negócios e na vida, precisamos de pessoas que inovam e daqueles com paixão e determinação para resolver os problemas impostos por um mundo cada vez mais complexo, além dos múltiplos desafios apresentados pela pandemia de Covid-19. Fico feliz que os vencedores receberão não apenas um prêmio em dinheiro, mas também acesso à orientação de especialistas da Shell, que foi fundada em uma cultura de inovação e capacidade de invenção. Queremos ver as tecnologias e soluções destes dez inovadores prosperarem nos próximos anos”, completou.

Bayer lança seu primeiro centro de inovação na América Latina

Espaço LifeHub SP. Divulgação/Reinaldo Canato

A Bayer, multinacional alemã líder em saúde e nutrição, lança nos dias 24 e 25 de novembro o LifeHub São Paulo, seu primeiro hub de inovação aberta no Brasil e oitavo no mundo, com o objetivo de promover e acelerar soluções e processos inovadores relacionados à saúde e nutrição para desafios internos e externos, envolvendo colaboradores, clientes, ecossistema e da sociedade como um todo, em todas as três principais divisões de negócio da empresa – Crop Science, Pharmaceuticals e Consumer Health.

O LifeHub São Paulo é muito mais do que um espaço físico: é um verdadeiro ecossistema de inovação, focado em parceiras com startups, programas de mentoria, sessões de co-criação e desenvolvimento de projetos inovadores de positivo impacto socioambiental. A iniciativa conta também com um espaço físico que ocupa 1500m² na sede da empresa em São Paulo, no bairro do Socorro. Foram construídas 40 estações abertas de trabalho, auditórios para compartilhamento de ideias, espaços de co-working, laboratório experimental de tecnológica e um estúdio para a criação de conteúdo.

Com as restrições de segurança impostas pela pandemia da Covid-19, o espaço não será amplamente utilizado em um primeiro momento. Sendo assim, a empresa, que tem a busca incessante pela inovação como um de seus principais direcionadores de negócio, investiu na ampliação do conceito do LifeHub São Paulo para o ambiente digital, a fim de que o projeto continuasse caminhando, que os negócios se mantivessem vivos e que o processo de transformação organizacional pelo qual a empresa vem passando continuasse a pleno vapor – e até se potencializasse.

Para citar um exemplo de ação lançada pelo LifeHub São Paulo antes mesmo de sua inauguração oficial, a companhia promoveu a campanha “Missão contra o COVID-19” para que os colaboradores pudessem propor ideias de melhorias para a Bayer e a sociedade, durante esse cenário de pandemia. Uma das propostas avaliadas foi a aproximação com o Hospital de Amor em Barretos, no interior do país São Paulo. A Bayer então convidou as empresas Alcoeste e Sorocaba Refrescos para apoiarem a causa e realizarem uma doação conjunta de 80 mil garrafas de 500 ml de álcool em gel. O objetivo foi ajudar profissionais que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 da instituição. A doação foi suficiente para atender a demanda do Hospital de Amor e de todas as suas unidades por mais de 30 meses de operação.

Transformação organizacional

Apesar de ser um marco que consolida o processo de modernização da empresa, o LifeHub São Paulo não é uma iniciativa isolada, e nasce em um contexto de profunda transformação organizacional da Bayer, com foco na digitalização de processos, mas, essencialmente, em uma renovação cultural profunda.

“Este processo transformador, que parte de uma estratégia global de inovação aberta e está alinhado ao nosso propósito de “Ciências por uma vida maior”, nasceu de um entendimento nosso de que os processos internos e a cultura que nos trouxeram ao presente, ao longo de nossos 150 anos de tradição, não nos levariam para o futuro. Diante disso, a Bayer está estreitando relacionamento com startups e investindo em programas de intraempreendedorismo para elaborar soluções inovadoras e colaborativas para desafios de saúde e nutrição, alinhadas a nossa visão ‘saúde para todos, fome para ninguém’”, afirma Marc Reichardt, CEO da Bayer Brasil. Este foi o contexto em que nasceu e foi desenvolvida a ideia de criar um hub de inovação no Brasil e que culmina na inauguração do LifeHub São Paulo nos dias 24 e 25 de novembro.

Em função deste amplo processo de digitalização, acelerado pela pandemia, vários projetos foram pensados e organizados para serem desenvolvidos remotamente. Com o LifeHub São Paulo, a empresa pretende consolidar todos os seus processos, desafios e conhecimento em inovação em um único ecossistema, nos ambientes físico e/ou digital. “Por meio deste centro, a Bayer poderá se conectar a startups, fornecedores, clientes, parceiros outros hubs de inovação, institutos, universidades e até com o governo e com a sociedade civil na busca por soluções a problemas internos, de clientes e dos mercados em que atua. Nossa visão de inovação é focada em contribuir para resolver os principais problemas de saúde e nutrição do nosso tempo. E é isso que temos feito”, completa Reichardt.

Evento de lançamento O LifeHub será lançado oficialmente por meio de um evento aberto, que será realizado no YouTube Bayer Brasil nos dias 24 e 25 de novembro, entre 17h e 19h20. No primeiro dia – terça-feira, 24 de novembro – o evento sediará discussões relevantes sobre inovação de forma mais ampla, sobre a relação do tema com sustentabilidade e, por fim, sobre como inovar na gestão de pessoas. O segundo dia contará com uma apresentação em maiores detalhes do LifeHub, apresentações de cases de projetos já desenvolvidos, painéis sobre transformação digital e mais. Confira abaixo a agenda completa de cada um dos dias:

Dia 1 (24 de novembro)

• 17h às 17h05 – Vídeo de apresentação + abertura

• 17h05 às 17h15 – Marc Reichardt, CEO da Bayer Brasil, e Werner Baumann, CEO da Bayer global, falam sobre o propósito da Bayer.

• 17h15 às 17h40 – Aulão de inovação com Ricardo Garrido, Gerente Geral do Alexa, na Amazon, e Camila Novaes, Gerente de Marketing de Clientes na Visa, mediado por Viviane Filipini, Diretora de Marketing e Vendas para a Divisão Farmacêutica da Bayer.

• 17h40 às 17h50 – Daniela Kleiman discute: “Como usar a inovação para buscar soluções sustentáveis?”

• 17h50 às 18h15 – Aulão de sustentabilidade mediado por Eduardo Bastos, Líder de Sustentabilidade da Bayer Crop Science, com Ricardo Voltolini, CEO e Fundador da Ideia Sustentável, e Carlo Pereira do Pacto Global, da ONU.

• 18h15 às 18h25 – Daniela Kleiman discute formas sustentáveis de se engajar pessoas

• 18h25 às 18h50 – Transformações culturais e digitalização em Recursos Humanos: as novas habilidades requeridas, com Nina Silva, CEO e fundadora do Movimento Black Money, o jornalista Marc Tawil, Sérgio Cruz, sócio-propritário do Grupo Bridge e mediação de Flavia Ramos, Diretora de Recursos Humanos da Bayer Crop Science

• 18h50 às 19h20 – Conclusões sobre inovação, sustentabilidade e pessoas por Daniela Kleiman e apresentação sobre propósito do LifeHub e da inovação aberta na Bayer, com Caspar Van Rijnbach, Líder de TI e Transformação Digital da Bayer Brasil; e Fernanda Eduardo, Gerente de Digital e de Inovação.

Dia 2 (25 de novembro)

• 17h às 17h10 – Abertura, recapitulação do primeiro dia e apresentação do segundo

• 17h10 às 17h40 – “Bem-vindos ao LifeHub” – apresentação da estrutura física com Caspar Van Rijnbach, Líder de TI e Transformação Digital da Bayer Brasil, Fernanda Eduardo, Gerente de Digital e de Inovação, e Fabiana Sanchez, Especialista em Inovação da empresa, além de considerações finais com Daniela Kleiman.

• 17h40 às 18h – Painel sobre Transformação Digital com Silvio Meira, uma das principais referências em transformação digital no Brasil.

• 18h às 18h05 – Videocase com exemplos de transformação digital em várias áreas da Bayer Brasil.

• 18h05 às 18h15 – Apresentação de resultados de sessões de co-criação em ilustração digital, por Fabiana Sanchez, especialista em inovação da Bayer Brasil.

• 18h15 às 18h35 – Painel de inovação aberta com Natura e Nestlé – empresas que integram a plataforma 100 Open Startups – e mediação de Dirceu Júnior, líder de inovação aberta na Bayer Crop Science.

• 18h35 às 18h55 – Painel sobre “Dados e Empreendedorismo” com Tallis Gomes, fundador da EasyTaxy e da Singu e Rafael Garcia, da Climate, com mediação de Elissa Suzuki, cientista de dados da Bayer Brasil.

• 18h55 às 19h05 – Discurso final com Marc Reichardt, CEO da Bayer Brasil .

Evento de lançamento LifeHub São Paulo

Data: 24 e 25 de novembro

Horário: das 17h às 19h20 no primeiro dia e das 17h às 19h no segundo.

Link: Youtube Bayer Brasil

KPMG: 38% das empresas brasileiras pretendem retornar aos escritórios em 2021

Mais de um terço (38%) das empresas brasileiras pretendem retornar aos escritórios em 2021. Esta é uma das principais conclusões da terceira edição da “Pesquisa nacional: como será o retorno aos escritórios”, realizada pela KPMG. Trata-se de um aumento em relação às edições anteriores da mesma pesquisa. Na segunda edição, realizada em junho e julho, 26% estimavam o mesmo e, na primeira edição, realizada em abril e maio, 9% estimavam o mesmo.

A terceira edição da pesquisa da KPMG também revelou que, para 25% dos respondentes, os funcionários já voltaram (contra 13% da edição anterior), para 18% a volta acontecerá até dezembro, para 10% o acesso ao escritório não foi bloqueado, e para 9% isso ocorrerá no próximo mês. A pesquisa coletou dados em agosto e setembro de 2020. Foram consultados 569 empresários de todas as regiões do Brasil, pertencentes aos setores de agronegócio, consumo e varejo, energia e recursos naturais, governo, saúde e ciências da vida, mercados industriais, infraestrutura, ONGs, serviços financeiros, tecnologia, mídia e telecomunicações.

“A pesquisa evidencia um aumento relevante na proporção de empresas que estão prorrogando o retorno presencial aos escritórios para o próximo ano. O conteúdo é importante para dimensionar o momento atual das operações e indicar quais serão as medidas organizacionais nos próximos meses. Além disso, esse levantamento mensal permite construir um diagnóstico comparativo sobre este processo de um modo geral”, afirma André Coutinho, sócio-líder de Advisory da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Sobre o impacto do trabalho remoto na produtividade, a pesquisa revela que, para quase a metade (45%) dos empresários, a produtividade se manteve. Para 24%, houve um aumento de até 20%, e para 16% dos entrevistados a produtividade aumentou mais de 20%. Para 10%, houve uma queda de até 20%, e para 5% dos entrevistados a produtividade diminuiu mais de 20%. De acordo com a pesquisa, a maioria (55%) dos respondentes pretendem manter a quantidade de metros quadrados ocupados pelos escritórios após o controle da pandemia.

A terceira edição da “Pesquisa nacional: como será o retorno aos escritórios” foi feita nos meses de agosto e setembro deste ano, com empresários dos seguintes setores: agronegócio (6%); consumo e varejo (9%); energia e recursos naturais (9%); governo (2%); saúde e ciências da vida (5%); mercados industriais (10%); infraestrutura (4%); serviços financeiro (16%); tecnologia, mídia e telecomunicações (10%); serviços (28%); e ONGs (1%). Já a distribuição geográfica dos entrevistados foi: 79% no Sudeste; 10% no Sul, 5% no Centro Oeste, 5% no Nordeste e 1% no Norte.

Grupo Movile promove evento gratuito sobre liderança e tecnologia para profissionais negros

O Grupo Movile promove a primeira edição do Only Blacks, evento on-line com os principais líderes e especialistas negros das empresas que fazem parte do seu ecossistema para uma troca de experiências e aprendizados com outros profissionais negros. Gratuito, o debate contará com a presença do Maurício Rodrigues, CFO na Bayer; Denis Caldeira, Diretor do Facebook; e Grazi Mendes, Head de People na ThoughtWorks. O evento acontecerá dia 28/11, das 9h às 21h. Para participar, é necessário realizar a inscrição no link: https://materiais.movile.com.br/onlyblacks .

O Only Blacks terá três trilhas simultâneas de conteúdo. A trilha de lideranças negras, com pessoas pretas que alcançaram posições de liderança em suas empresas e trarão dicas e experiências para que outras pessoas ocupem esses espaços. Na trilha de produtos, os palestrantes apresentarão cases e metodologias para criação e gestão de produtos de tecnologia. Por fim, na trilha de códigos, os participantes mostrarão cases e os desafios de tecnologia e software em empresas de alta escala.

Nathalya Carvalho, Líder do AfroMovile, grupo de etnia do Grupo Movile, revela que o principal objetivo do evento é promover um espaço seguro e confortável de trocas de experiências e dicas sobre carreira e tecnologia entre profissionais negros. “Normalmente, as pessoas pretas são convidadas apenas para falar sobre o racismo e a necessidade de diversidade e inclusão nas empresas. Sabemos que a discussão é essencial, mas também queremos dar um passo adiante e criar um ambiente seguro e acolhedor para que profissionais negros compartilhem seus projetos e suas trajetórias para inspirar e apoiar outras pessoas negras”, afirma.

Pague Menos busca novos talentos para a área de TI

A Pague Menos, uma das maiores redes de farmácias do País, e a primeira presente em todos os 26 estados e no Distrito Federal, sempre teve como foco investir em tecnologia e inovação para levar os melhores serviços e produtos para seus clientes. E o ano de 2020 representou, nesse quesito, um grande salto para a rede, com a chegada de executivos de alta performance para liderar a área de Tecnologia e Transformação, além da realização do IPO da Pague Menos, no início de setembro, trazendo novos investimentos para expandir ainda mais a atuação desse setor dentro da empresa, com um jeito de pensar cada vez mais ágil.

Desde o primeiro semestre desse ano, a TI da Pague Menos tem passado por mudanças significativas, tanto em questões estratégicas, como culturais, seguindo uma mentalidade de inovação e transformação, com projetos importantes sendo tirados do papel. E uma parte essencial desse processo é a busca por novos talentos, das mais diversas áreas da tecnologia da informação, para que venham agregar ao time da Pague Menos e fazer parte dessa importante jornada.

Com a expansão do time de TI, programadores, desenvolvedores, analistas de software e arquitetura, entre outras tantas funções, têm espaço para mostrarem seus talentos trabalhando em uma das maiores empresas do setor de varejo. Além da oportunidade de estar ao lado de grandes nomes da área de tecnologia, como Joaquim Garcia (Vice-Presidente de Tecnologia & Transformação) Gilberto Caray (Diretor de Transformação), assim como outros profissionais renomados, com know-how diferenciado, que se destacam em suas áreas de atuação.

“Como empresa, a Pague Menos sempre teve a filosofia de oferecer o melhor para o seu público, não apenas em questão de saúde, mas para tornar a vida de todos mais prática e plena, e a tecnologia é uma grande parte desse processo”, explica Danylo Amorim, Gerente Executivo de Desenvolvimento de Sistemas e outro grande responsável por esse momento. “Com o IPO e seus novos investimentos, começaremos a colocar em prática diversos projetos que já eram um desejo nosso, e para isso estamos em busca de talentos com uma mentalidade voltada para inovação e agilidade, alinhada à nossa cultura”.

Essa filosofia aproxima cada vez mais a rede de práticas empregadas pelas melhores startups, com a Pague Menos adotando em sua área de tecnologia um modelo ágil para as entregas. Todo esse processo está baseado em conceitos como modelagem dos times em Squads, organização e gerenciamento por meio de ferramentas Scrum e Kanban, esteiras de entregas contínuas DevOps, entre outros, além de melhores práticas de gestão de projetos ágeis através do AMO. Tudo isso para garantir a qualidade, prazo e baixo custo dos projetos, que diferenciam a companhia da concorrência.

Além da chance de trabalhar juntamente a grandes profissionais em projetos de alcances estratégicos dentro da Pague Menos, como parte da empresa, o colaborador ainda pode desfrutar de parcerias com importantes instituições de ensino, além de iniciativas institucionais, com foco em capacitação, como a Fábrica de Software e a Escola de Tecnologia da Pague Menos, ambas em desenvolvimento.

“Oferecer não apenas um ambiente de trabalho saudável para os nossos colaboradores, mas também onde eles possam evoluir e aprender constantemente, incentivando-os e dando chances para que possam agregar cada vez mais conhecimento, é muito importante para nós como empresa” afirma Evandro Vieira, Diretor de Gente e Gestão da rede. “E dentro da Pague Menos, principalmente na área de tecnologia, cada colaborador é parte essencial dessa nova jornada que estamos seguindo.”

Com essa nova fase da TI, além de trabalhar em uma grande companhia com uma cultura ágil e inovadora, a Pague Menos também oferece um contato muito próximo com startups, fonte da qual a rede tem bebido muito nos últimos tempos, inclusive. Iniciativas como o Fast Dating e o hub de inovação Ninna, que tem a Pague Menos como uma de suas mantenedoras, fazem com que o profissional de tecnologia da informação mantenha um convívio constante com diversas startups, cultivando uma importante relação com outros talentos e soluções inovadoras.

Se você se identificou com o jeito de ser TI Pague Menos e tem interesse em fazer parte desse grande time, com todos esses trunfos e muito mais, basta acessar o link https://jobs.kenoby.com/paguemenos/ e ficar atento às vagas disponíveis.

Black Friday: desejo de consumo, celular precisa ter homologação da Anatel

Há dez anos no Brasil, a Black Friday está chegando, e um dos itens mais procurados são os smartphones. De acordo com a plataforma de descontos Promobit, o desejo do brasileiro pelo celular representa 22% das intenções de compra de 1.500 entrevistados, e os preços neste ano podem cair em torno de 20 a 27%. Porém, não basta apenas pesquisar o valor do produto, é necessário também saber se o aparelho é homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

“Todo aparelho de telecomunicação precisa ser homologado pela Anatel e só depois dessa autorização, o item pode ser comercializado no Brasil. A Agência precisa analisar o produto antes de dizer se ele está apto e seguro o suficiente para ser usado pelos cidadãos”, declarou o vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac), Leonardo Tozzi Pinheiro.

Quando um produto é submetido à Anatel para avaliação, passa por diversos testes, realizados por laboratórios acreditados pela Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e habilitados pela própria Agência, nos aspectos de funcionalidade, como o comportamento dos sinais eletromagnéticos, além da necessidade de garantir que o aparelho é capaz de se comunicar com outros dispositivos.

“Nos celulares, os testes relacionados à proteção elétrica têm o objetivo de garantir proteção contra choques, principalmente relacionados com os acessórios, e o aquecimento excessivo, atestando que o aparelho não causará queimaduras ou apresente risco de explosão durante o uso ou recarga”, comentou o vice-presidente de Laboratórios da Abrac, Darlan Dallacosta, destacando que cabe à Anatel avaliar a compatibilidade eletromagnética (EMC), a taxa de absorção específica (SAR) e a segurança elétrica que o produto proporcionará ao usuário.

As avaliações nos celulares são realizadas em duas condições: normal ou específica, ou seja, quando as oscilações na rede elétrica geram sobrecarga nos terminais de alimentação do celular. No caso dos testes de SAR, são avaliados os limites de exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos.

A garantia que o aparelho cumpre os requisitos de qualidade, segurança e interoperabilidade com as redes das operadoras de telefonia móvel do país, é evidenciada no selo ou outra forma de identificação contendo o nome ou a logomarca da Anatel, seguido do número de homologação composto de 10 ou 12 dígitos. Em caso de dúvidas, o cidadão pode consultar o Sistema de Certificação e Homologação (SCH) da Agência.

FEBRABAN orienta como evitar golpes na Black Friday

A Black Friday está chegando. A mega liquidação, realizada tradicionalmente nos Estados Unidos na última sexta-feira de novembro, um dia depois do feriado de Ação de Graças, caiu no gosto dos brasileiros.

No entanto, aquela oportunidade para adiantar as compras de Natal gastando menos pode esconder alguns perigos. Criminosos aproveitam o momento de entusiasmo com o elevado volume de ofertas para intensificar suas ações e aplicar golpes que causam grande prejuízo. Eles usam, especialmente, a tática da engenharia social – técnica usada por bandidos que induz o usuário a fornecer informações confidenciais.

Com a entrada em operação do Pix, em 16 de novembro, as quadrilhas podem se aproveitar da baixa familiaridade das pessoas com a nova tecnologia para induzir a realização de transações em favor dos golpistas. Especialmente por meio de ofertas relâmpago com pagamento feito por meio da nova ferramenta.

Trata-se da utilização da engenharia social para enganar os clientes e não de uma falha de segurança. “O Pix é um meio de transferência de recursos tão seguro quanto qualquer outro, como TED e DOC. No entanto, os golpistas podem aproveitar a temporada mais intensa de compras para se passar por lojas e marcas e levar os clientes a fazerem pagamentos em favor das quadrilhas”, explica o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

Segundo Isaac, para evitar ser vítima dessas artimanhas, a principal dica é só realizar pagamentos via Pix para empresas conhecidas e conferir todos os dados do beneficiário antes de concluir as transações. “Se houver alguma divergência ou dado estranho, não realize o pagamento e entre em contato com um canal oficial de atendimento ao consumidor para esclarecer a situação.”

Outros golpes muito comuns nessa época do ano são:


• Boletos de pagamentos falsos;
• Páginas falsas que simulam e-commerce;
• E-mails, SMS e Mensagens Instantâneas com promoções falsas;
• Ofertas muito vantajosas nas redes sociais com valores muito abaixo de outros lugares; e
• Perfis falsos que investem em mídia pra aparecer nos stories.

Em algumas dessas páginas falsas, os consumidores precisam preencher um formulário com dados pessoais para ter acesso às promoções. Em outras, ao clicar no anúncio, o cliente já é direcionado para uma área de compra e convidado a digitar os dados do cartão de crédito.

A forma mais eficaz de não cair nesse tipo de golpe é realizar as compras por meio do site oficial das lojas, em vez de usar páginas promocionais e anúncios publicados no Google ou em redes sociais. “Se você, consumidor, se interessou por uma oferta que apareceu no seu e-mail ou rede social, não clique”, recomenda Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN. “Digite a URL do site no seu navegador de internet e confira se a mesma promoção está mesmo no site oficial da loja.”

As quadrilhas têm se especializado nesse tipo de ação baseado na captura de dados pessoais, após conquistar a confiança de clientes desavisados. “Hoje, 70% dos golpes feitos no mundo digital estão relacionados a engenharia social”, alerta Volpini.

Seguem mais algumas dicas para se proteger das quadrilhas que costumam agir no ambiente virtual:

• Ao receber um e-mail não solicitado, ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se o remetente é, de fato, uma empresa idônea. Não clique em links. Digite os dados no navegador para acessar;

• Ao utilizar sites de busca, verifique cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;

• Dê preferência a sites conhecidos e verifique a reputação de sites não conhecidos, lendo comentários de clientes que já utilizaram as plataformas;

• Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inscrever seus dados bancários;

• Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado;

• Caso seu celular seja roubado, entre em contato com a central de atendimento de seu banco para comunicar a ocorrência e bloquear as operações que podem ser feitas via smartphone;

• Não repasse nenhum código fornecido por SMS e nem qualquer outra informação, sem confirmação com o setor responsável das empresas através dos canais de atendimento; e

• Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com o cliente por meio de de aplicativos de mensagens, portanto sempre desconfie.

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TIVIT anuncia TIVIT Ventures com investimento de R$ 400 milhões

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, tem novos planos para crescer nos próximos cinco anos. Em busca de empresas inovadoras e soluções complementares ao seu portfólio, a companhia está criando a TIVIT Ventures, seu braço de investimentos e aquisições, com R$ 400 milhões para aportes até 2025. A meta é adquirir até dez empresas por ano, com foco em startups de software como serviço (SaaS) com trajetórias de forte crescimento e escalabilidade.

“A TIVIT nasceu com a inovação em seu DNA e está sempre em busca de novas avenidas de crescimento e na disseminação de uma cultura empreendedora” diz Luiz Mattar, CEO e cofundador da TIVIT. “Essa foi a motivação para criarmos a TIVIT Ventures, que nos permitirá agir nas transformações de um mercado cada vez mais dinâmico”.

“A TIVIT Ventures é a consolidação da nossa visão de crescimento para os próximos cinco anos. Nesse período, além dos projetos orgânicos internos, buscaremos novas soluções inovadoras no ecossistema de startups. A prioridade é atender cada vez melhor os nossos clientes e, por isso, vamos incrementar o portfólio de produtos da TIVIT com a aquisição de empresas de SaaS,” explica Eduardo Sodero, CSO da TIVIT e responsável por estratégia e aquisições.

Dentro da TIVIT Ventures, tanto as startups adquiridas como as nascidas na TIVIT terão autonomia em sua gestão, alavancadas pelas fortalezas de 20 anos da companhia. “Essas empresas terão todo o suporte da TIVIT, ao mesmo tempo que manterão as características que as tornam únicas. Cada uma delas poderá ter executivos da TIVIT no conselho de administração.” continua Sodero.

A TIVIT Ventures incorpora também a unidade de cibersegurança da TIVIT, lançada em agosto deste ano, e a Stone Age, empresa especializada em soluções de Analytics e Big Data, adquirida pela TIVIT em maio de 2019.

Nova estratégia

Com o crescimento acelerado das áreas de nuvem e serviços digitais, que juntas avançaram mais de 15% em 2019 e devem passar dos 30% ainda em 2020, a TIVIT seguirá combinando tecnologias emergentes e metodologias ágeis para criar produtos e soluções que geram eficiência e produtividade, melhoram a experiência e apoiam as empresas na jornada da transformação digital. Com a TIVIT Ventures, o objetivo é acelerar e escalar ainda mais esse processo.

Para isso, o TIVIT Labs, anteriormente anunciado, centralizará em um novo escritório, em São Paulo, equipes de desenvolvimento para atender às demandas dos clientes da TIVIT por novos produtos e serviços. A área funcionará como uma incubadora de tecnologia com fomento à criação de startups que, quando maduras o suficiente, poderão ingressar na TIVIT Ventures para levar essas tecnologias ao mercado.

Zé Delivery tem 70 vagas em tecnologia

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O Zé Delivery, maior startup de entrega de bebidas da América Latina, está com 70 vagas em aberto para seu time de tecnologia e segue mantendo o trabalho à distância (vagas disponíveis no LinkedIn ). Após oito meses em regime de trabalho remoto, o modelo flexível de home office continua como medida para proteger o time de mais de 250 colaboradores e seus familiares. A decisão foi tomada com base em pesquisas internas frequentes, em que os colaboradores são questionados sobre como gostariam que fosse a volta ao escritório, como estavam se sentindo no cenário atual e como é a realidade de cada pessoa e departamento do Zé.

A empresa, além de oferecer consultas sem custo à distância pelo Hospital Albert Einstein, com direito à prescrição de medicamento e exames via SMS, promove também atendimento psicológico 100% gratuito quatro vezes por mês e duas aulas de yoga por semana por videoconferência, além de empréstimo de equipamentos, reembolso para compra de materiais, além de auxílio para despesas com internet.

“Em um cenário de muitas incertezas para a saúde e a segurança de todos, escutamos nossos colaboradores e entendemos que o melhor a ser feito é garantir a segurança para um futuro retorno ao escritório. Quando entendermos que existe uma realidade segura e saudável para a retomada ao escritório, vamos garantir que flexibilização seja a palavra de ordem no Zé. Daremos tempo e respeitaremos às necessidades individuais para assegurar uma adaptação gradativa e sutil”, explica Mariana de Assis, VP de People Design do Zé Delivery. “Um dos principais pontos pra nós aqui no Zé é escutar os colaboradores para a melhor tomada de decisão. Entender as suas diferentes realidades nos traz um embasamento muito mais completo para que todos se sintam cada vez melhores”.

Essa decisão vai ao encontro dos números: 96% dos colaboradores falaram sobre a importância de uma rotina ainda mais flexível, quando for o momento de voltar ao trabalho presencial. Entre os principais motivos mais mencionados que levaram a empresa a manter o regime de trabalho remoto foram: não haver deslocamento, flexibilidade, segurança e maior possibilidade de cuidados pessoais.

O Zé Delivery nasceu em 2016 e vem crescendo de forma acelerada ao longo de 2020. A empresa já oferece mais de 1500 produtos em mais de 200 cidades em todo o Brasil, chegando a 5,5 milhões de pedidos no último trimestre – um número 3,6 vezes maior do que em todo o ano de 2019. Além disso, recentemente, a empresa garantiu mais uma conquista: a certificação Great Place to Work como uma das melhores empresas do segmento para se trabalhar no Brasil.

É preciso automatizar pelas razões corretas!

Por Denis Pineda

O ano novo de 2020 trazia perspectivas relativamente positivas para o mercado brasileiro. Tínhamos a frente um cenário de crescimento econômico e um aumento de demanda da produção industrial. Segundo o relatório Sondagem Industrial, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a perspectiva inicial era que o setor ultrapasse a barreira dos 70% de crescimento.

Este cenário, associado a um crescente índice de confiança dos industriais brasileiros, desenhavam um bom ano, como não víamos desde 2012/2013, para a indústria de automação. Esperávamos então, que os principais drivers para a mudança seriam a falta de mão-de-obra qualificada e uma pressão para aumento de eficiência produtiva.

E então, veio a pandemia e tivemos que nos adaptar a uma realidade totalmente nova. As profundas mudanças de hábitos que estamos vivendo e que, a meu ver – vieram para ficar total ou parcialmente – afetaram não apenas o consumo, mas também a maneira que a indústria enfrenta os desafios de flutuação. Em nosso caso específico, a alta cambial teve um efeito impactante: aumento de todos os equipamentos importados, o que além dos cobots inclui muitos outros itens utilizados na automação de ponta. Além disso, pudermos notar o aumento na busca de soluções de outras dores de nossos clientes, como a flexibilidade e aplicações de distanciamento social dentro do chão de fábrica. Nessa gangorra, o custo da automação subiu, mas subiu também o interesse por tais soluções. Acredito que em um prazo de 6 a 12 meses, com dólar estabilizado entre R﹩5-R﹩5,50 segundo último relatório FOCUS o mercado terá valores consolidados no que tange equipamentos para automação, fomentando de maneira mais competitiva todo o mercado.

Vale ressaltar que agora o foco, mais do que nunca, é segurança e flexibilidade. Em primeiro lugar, temos a segurança das pessoas, o que tem sido o nosso ponto de partida para qualquer reunião de automação. Isso porque nossas soluções podem ajudar a aumentar a distância entre operadores para garantir distanciamento social dentro da operação.

Já a flexibilidade tem sido um ponto alto para a procura dos cobots, já que o mercado está muito mais propenso a enfrentar fortes variações, devido a problemas que tendem a ocorrer em toda a cadeia de suprimentos. Além disso, esse ponto se combina com a questão da segurança, isso porque será necessário repensar layouts para ter operadores mais distantes uns dos outros, o que exige linhas mais flexíveis para absorver variações bruscas de demanda e/ou pessoal disponível para rodar operações. Quando automação é de ponta a ponta ou hard automation, em geral, as linhas são menos flexíveis. Ganha-se flexibilidade justamente combinando homens e robôs, estes executando as tarefas repetitivas e as pessoas executando as tarefas mais cognitivas e que exigem mais destreza.

Falando de mercado, ao olhar os relatórios de produtividade da indústria, divulgados mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há segmentos que vem ganhando força e indicando um aumento importante de demanda. Alguns alimentos (3,3%), medicamentos (4,7%), produtos de limpeza e higiene pessoal (6%) estão entre os principais players de aumento.

Para estas indústrias, além dos desafios acima, felizmente é necessário produzir ainda mais, e para isso, a automação é a resposta para melhorar eficiência dos processos. Suponhamos, então, que uma fábrica precise aumentar muito a produção rapidamente para suprir uma maior demanda. Nesse caso, é possível identificar as etapas que precisam ser otimizadas e então adaptar o uso dos robôs nelas. Um cobot que antes era usado para paletização pode ser inserido no empacotamento com uma mudança de aplicação que é significativamente mais simples, mais rápida e com menor quando comparado a robótica convencional.

Com tudo isso, a lição que fica é que os cobots são comprovadamente a grande ferramenta para auxiliar as pessoas e executar tarefas perigosas, não ergonômicas ou que exponham as pessoas a riscos indesejados. Quem automatizar pelas razões certas, sofrerá menos as intempéries do mercado.

Denis Pineda, gerente regional da Universal Robots na América Latina

Pequenos negócios: 5 estratégias para aumentar as vendas online nessa Black Friday

Com a pandemia de Covid-19, as expectativas de muitos pequenos comerciantes é aproveitar o fim do ano para conseguir aumentar as vendas e conquistar novos clientes. A Black Friday, que movimentou mais de R$13,5 bilhões no último ano, pode ser uma ótima oportunidade para isso.

Mas, em 2020, os descontos precisarão ser acompanhados de uma boa adaptação das vendas para o mercado digital. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa é de que as vendas online dessa data cresçam em até 77% se comparadas com o ano passado.

Guilherme Galesi Hernandez, CEO da Kyte, uma plataforma de vendas e gestão para digitalizar pequenos negócios, separou cinco estratégias para ajudar os pequenos comerciantes a se prepararem para esse movimento. Confira:

1 – Esteja no celular do cliente

Hoje, já não basta estar online, é preciso estar no celular do seu cliente. Nos últimos seis meses, a proporção de brasileiros que utilizou um smartphone para fazer compras ou pagamentos subiu de 85% para 91%, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. 

Por isso, para aproveitar bem esse aumento da demanda, é interessante investir em marketplaces ou em plataformas que permitam a criação de lojas virtuais otimizadas para o mobile. 

O aplicativo da Kyte, por exemplo, oferece as funcionalidades de catálogo e pedido online na versão gratuita. Antes da pandemia, os recursos faziam parte do pacote PRO, mas foram liberados como uma forma de ajudar pequenos comércios a passar por esse período. A plataforma também permite que os usuários programem descontos em suas lojas.

2 – Planeje-se com antecedência 

Para que datas como a Black Friday efetivamente tragam resultados positivos para os lojistas, é necessário planejamento e organização. Uma dica é ficar atento ao cálculo dos descontos para não gerar prejuízos, assim como ao controle de estoque para evitar problemas com falta de mercadorias.

Outra estratégia pode ser aproveitar o dia de promoções para vender algum produto com baixa demanda a um preço bem mais atrativo.

3 – Dê descontos reais 

Cada vez mais os consumidores estão atentos aos preços das lojas e realizando pesquisas antecipadas para evitar cair em golpes. É fundamental para a boa reputação do comércio que os valores dos produtos não sejam aumentados nos dias anteriores à Black Friday e que os descontos dados sejam reais.

Em pesquisa da Social Miner em parceria com a Opinion Box, 41% dos consumidores declararam que desistiriam de uma compra mesmo diante de uma boa oferta caso desconfiassem de que o desconto não era verdadeiro. 

4 –  Ofereça um catálogo atraente

O aumento da competitividade no comércio online exige que os comerciantes encontrem formas de deixar a experiência dos catálogos virtuais o mais atraente possível para seus clientes. 

Apresentar imagens de qualidade e descrições completas dos produtos oferecidos são ótimas formas de manter o engajamento do consumidor. Aliás, a falta de informações e detalhes das mercadorias também é apontada por 33% das pessoas como um dos fatores que as fariam desistir das compras na pesquisa da Black Friday.

5 – Aproveite para fidelizar clientes

Temporadas de alta demanda como a proporcionada pela Black Friday são excelentes oportunidades  para investir no pós-venda e se conectar com novos consumidores. 

No aplicativo da Kyte, há a possibilidade de cadastrar clientes, o que favorece o contato para atendimento e ainda permite uma avaliação dos hábitos de compra. Com isso, fica mais fácil divulgar produtos e compartilhar promoções especiais com base nos interesses do cliente, aumentando as chances de trazê-lo de volta para a loja depois da data comemorativa.

Novartis abre programa de tecnologia para promover a melhoria dos transplantes de órgãos no Brasil

O Brasil é o segundo país com maior número de transplantes de órgãos no mundo1. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), de janeiro a junho de 2020, foram realizados mais de 8.890 transplantes entre órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, pulmão e rim), tecidos (córnea) e medula óssea2. Além disso, cerca de 96% desses procedimentos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS)1. Ainda que os números tragam um cenário positivo, existem muitos desafios para superar. O monitoramento dos órgãos no momento da transferência de um paciente para o outro, redução das filas de espera, sensibilização da população para declaração de doação de órgãos junto às famílias, são alguns deles.

Pensando em contribuir com diversos desafios que impactam diretamente na vida de milhares de pessoas que aguardam por um transplante, a Novartis lança o programa de inovação aberta, desenvolvido especialmente para cientistas que querem levar sua pesquisa ou tecnologia da bancada do laboratório até o mercado, apresentando soluções efetivas para problemas relacionados a transplantes de órgãos no Brasil.

Após um estudo das principais questões do tema, foram definidos quatro grandes grupos para a busca de projetos pelo programa. Dois estão relacionados às etapas de pré-transplante, voltados para manutenção da qualidade do órgão no processo logístico e preparação do paciente e órgão para o procedimento. Os outros dois grupos abordam etapas de pós-transplante, contemplando acompanhamento e monitoramento do paciente transplantado e aumento da sobrevida do enxerto e da qualidade de vida do paciente.

“Nossa constante busca por reimaginar a medicina está no centro desse programa. O Brasil é um dos líderes em doação e transplante de órgãos, mas com muitas etapas do processo a serem melhoradas. A Novartis, através dessa iniciativa, se propõe a mapear esses desafios e buscar as melhorias necessárias, reafirmando assim nosso compromisso em oferecer soluções para necessidades não atendidas”, afirma Roberto Tunala, diretor médico de Imunologia, Hepatologia e Dermatologia da Novartis.

O programa de inovação é fruto de uma parceria com a consultoria EMERGE. “A proposta é encontrar tecnologias com base em ciência que integrem o que há de mais pioneiro e promissor com a capacidade de serem implementadas para solucionar um grande problema do tema”, explica Lucas Delgado, sócio-diretor da EMERGE. Lucas afirma que as tecnologias selecionadas passarão por um processo de direcionamento da solução e terão oportunidade de elaborar propostas de aplicação consistentes e, posteriormente, passar por uma avaliação para buscar investimento para desenvolvimento e execução.

“Acompanhamos inúmeros exemplos de cientistas que conseguiram desenvolver soluções visionárias que, quando bem direcionadas por uma empresa inovadora como a Novartis, foram capazes de levar suas tecnologias da bancada dos laboratórios para a sociedade e para o mercado”, finaliza Lucas.

A inscrição no programa é gratuita e tecnologias em diferentes fases de aplicabilidade podem ser inscritas. Além disso, haverá direcionamentos específicos como estratégias para desenvolvimento das propostas e de propriedade intelectual.
Para participar do programa ou obter mais informações o edital do programa está disponível em https://emergebrasil.in/novartis/

1. Doação de Órgãos. Ministério da Saúde. Disponível em: https://saude.gov.br/saude-de-a-z/doacao-de-orgaos. Acesso em 19/09/2020.

2. Registro Brasileiro de Transplantes. Ano XXVI Nº2. Disponível em: https://site.abto.org.br/wp-content/uploads/2020/08/rbt-1sem-final-leitura.pdf. Acesso em 29/09/2020.

CASE Startup Summit 2020 libera 450 horas de conteúdo em vídeo

O maior evento online de empreendedorismo e tecnologia da América Latina, o CASE Startup Summit 2020, liberou todo o conteúdo exibido durante o encontro, realizado em outubro. Por cinco dias, 24h por dia, os participantes puderam assistir a palestras, talks e exposição de produtos e serviços. A fim de disseminar as informações de qualidade compartilhadas na ocasião, os organizadores abriram os materiais em vídeo, disponível gratuitamente no site do evento: https://www.casestartupsummit.com.br.

Nomes conhecidos do ecossistema de inovação e empreendedorismo nacionais e internacionais expõem suas experiências nas palestras. São pessoas como Fabrício Bloisi, presidente do Ifood; Eric Santos, cofundador e CEO da Resultados Digitais; Gina Gotthilf, ex-vice presidente de marketing e growth do Duolingo; e Brad Feld, empresário, autor e investidor americano.

Mais de 25 mil pessoas participaram da edição de 2020 na plataforma virtual do evento, realizado pela Abstartups (Associação Brasileira de Startups), pelo Sebrae e Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE).

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Challenge FIEMG Lab atrai Indtechs de todo o Brasil

O FIEMG Lab , maior hub de inovação aberta de startups industriais (indtechs) do país, comemora mais um grande momento em sua trajetória e abre inscrições para novos desafios. As duas últimas edições do Challenge FIEMG Lab, lançadas em parceria com as indústrias-madrinhas, Anglo American e FCA, alcançaram a marca de 146 startups inscritas em todo o país, que propuseram soluções inovadoras dentro das verticais tecnológicas de Computação embarcada, Machine Learning, IoT, Visão Computacional, Drones e Engenharia robótica.

O Anglo American Challenge FIEMG Lab é o programa de inovação aberta que tem o objetivo de aplicar novas tecnologias que atuem na solução dos desafios Medição de Densidade nos Moinhos Verticais e Eliminação de Acesso a Espaços Confinados em Moinhos de Bolas. O Programa, realizado em conjunto com a empresa global de mineração, iniciou-se em agosto/2020 e neste momento encontra-se na fase de Contratação das Provas de Conceito das três empresas selecionadas: XMachina, Beyond Mining e Thomé Projeto Consultoria.

“Todo o processo seletivo, desde as entrevistas até o Demoday do Bootcamp, abriu espaço para discussões internas e foi um catalisador de grande evolução para a empresa. Temos certeza de que as trocas de experiência serão enriquecedoras”, explica Bianca Nakandakari, CEO da startup Beyond Mining, uma das selecionadas do programa.

O FCA Challenge FIEMG Lab tem o objetivo de aplicar novas tecnologias que atuem na solução dos desafios Contratação Direta de Frete e Solução Dinâmica para Tempo Ciclo de Operação. Direcionado a um dos maiores grupos automotivos do mundo, o Programa iniciou-se em outubro/2020 e neste momento encontra-se na fase de Nivelamento Técnico. Foram selecionados oito projetos para essa etapa, na qual são construídas e refinadas as Propostas de Prova de Conceito.

“O FIEMG Lab abriu um caminho muito importante para a inovação aberta dentro da FCA (Fiat Chrysler Automóveis). Ter a oportunidade de lançar desafios que farão a diferença para a nossa companhia só reforça a relevância dessa parceria e o sucesso do programa”, conta Rutson Alves de Aquino, responsável pela Industrial Innovation Center da FCA Manufatura.

RHI Magnesita Challenge FIEMG Lab

Estão abertas as inscrições para o RHI Magnesita Challenge FIEMG Lab. O programa tem o propósito de conhecer, conectar e aplicar, por meio de canal aberto e colaborativo, novas soluções e tecnologias que se apliquem a dois desafios propostos pela empresa líder global da indústria de refratários, sendo Gestão Inteligente de Contratos de Serviços e Planejamento Inteligente da Cadeia Produtiva de Refratários.

As informações completas sobre os dois desafios abertos se encontram em fiemglab.com.bt/ challenge / rhimagnesita . No dia 24 de novembro, às 15h, será realizado um webinar – no canal do FIEMG Lab no YouTube – com os especialistas da RHI Magnesita para que as startups possam tirar suas dúvidas. Os interessados podem se inscrever até o dia 4 de dezembro de 2020.

Para Gabriella Sant’Anna, coordenadora FIEMG Lab, o programa entrega diversas vantagens interessantes para os candidatos. “Além das startups terem a oportunidade de trabalhar com o time de uma das maiores indústrias de sistemas e serviços refratários do mundo, elas vão ter a chance de estabelecer conexões que, com certeza, irão contribuir para o crescimento do negócio”, detalha.