Page

Author admin

Méliuz anuncia a compra de 100% da fintech Acesso Bank

O Méliuz (CASH3), empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para conectar marcas e consumidores por meio do seu marketplace e da oferta de serviços financeiros, acaba de anunciar a aquisição de 100% do Grupo Acesso, fintech especializada em soluções de pagamento e banking as a service, que opera utilizando as marcas Acesso, Acesso Bank, Bankly e Banco Acesso. Na compra, o Méliuz pagou R$ 324,5 milhões pela companhia, em uma transação que envolveu troca de ações – acionistas da Acesso ficaram com cerca de 8% da empresa que, na última sexta-feira, fechou o pregão da B3 valendo R$ 4,1 bilhões.

A aquisição, maior movimento da companhia com foco na vertical de serviços financeiros, aumenta o mercado endereçável do Méliuz, permitindo o desenvolvimento de soluções em contas digitais, pagamentos e outros temas relacionados a serviços e produtos transacionais para seus mais de 16 milhões de usuários, além de servir como mais uma porta de entrada para outros serviços como empréstimos, seguros e investimentos.

“Com a compra da Acesso, nos consolidamos no segmento de serviços financeiros, pois passamos a ter tecnologia e o know how de banking para gerar ainda mais valor para os nossos clientes. Diariamente, atraímos cerca de 27 mil novos usuários que vão ter acesso a uma plataforma mais robusta, com oferta de uma variedade maior de serviços para que eles possam se engajar cada vez mais com o Méliuz. Essa, talvez, seja a nossa maior vantagem competitiva em relação a outros players. Há 10 anos no mercado, sabemos como manter os usuários ativos na plataforma, incentivando o cross selling entre nossas linhas de negócio – marketplace, cartão de crédito e Méliuz Nota Fiscal. O que não será diferente para os novos serviços financeiros que passam a fazer parte do nosso portfólio após a aquisição. Sem contar que saímos na frente de outros wallets porque o dinheiro já está na nossa plataforma (cash-in), que é o cashback que nossos clientes recebem ao comprar no nosso marketplace”, explica Israel Salmen, CEO do Méliuz.

Após a conclusão da operação, a marca Acesso vai deixar de existir, passando a integrar a plataforma Méliuz. O CEO da fintech, Davi Holanda, será o diretor da vertical de Serviços Financeiros da empresa, que inclui também o Cartão de crédito do Méliuz, lançado em 2019 em parceria com o Banco PAN e que já conta com mais de 4,1 milhões de solicitações.

“Com a aquisição e a vinda do Davi para comandar o time de serviços financeiros, passamos a ter total autonomia na definição da estratégia e na construção e lançamento de soluções, uma vez que não dependemos mais de terceiros para definir o roadmap de produtos”, ressalta Salmen.

Criada em 2013 por Sérgio Kulikovsky, a Acesso começou operando um cartão pré-pago, que era vendido em supermercados. Após 5 anos no mercado, com a chegada de Davi Holanda, atual CEO, a companhia ampliou a oferta de serviços criando seu banco digital e o Bankly, um serviço de banking as a service. Somente em Março de 2021, a Acesso movimentou R$ 1,3 bilhão em TPV e a receita bruta da empresa, em 2020, foi de R$ 53,6 milhões.

Nokia é classificada como número um em patentes 5G

A Nokia acaba de anunciar que foi classificada, em estudo independente, como número um em patentes 5G. A força do portfólio de patentes 5G da Nokia foi uma vez mais confirmada por uma instância independente. No estudo Patentes Essenciais Padrão/Standard, publicado em abril de 2021, a PA Consulting concluiu que a Nokia é a número um em propriedade das patentes concedidas e consideradas essenciais para os padrões 5G.

É a segunda vez que a liderança da Nokia em patentes essenciais de padrão 5G é confirmada pela pesquisa da consultoria. A Nokia já havia sido classificada como número um em estudo publicado em 2019. A PA Consulting conduziu análise técnica própria do cenário de patentes 5G, tendo investigado o quão efetivamente essenciais são as patentes, em lugar de se basear nas autodeclarações de seus detentores.

Jenni Lukander, presidente da Nokia Technologies, disse: “Descobertas independentes como essa refletem a contribuição significativa que a Nokia faz ao desenvolvimento de padrões, o investimento contínuo em P&D e a força do nosso portfólio de patentes. O estudo é também um lembrete de, ao se avaliar a força de um portfólio de patentes, não se pode olhar apenas para a quantidade, mas para a qualidade que possuem.”

Por mais de três décadas, a Nokia vem contribuindo significativamente para o desenvolvimento de altos padrões do setor, ocupando uma variedade de posições de liderança nos principais órgãos de padronização. Na padronização 5G, a Nokia está entre as contribuintes mais ativas de recursos essenciais. Diversos estudos independentes já classificaram a Nokia no topo das contribuidoras em patentes declaradas essenciais para os padrões celulares, incluindo o 5G.

O portfólio de patentes da Nokia é fruto de mais de 130 bilhões de euros investidos em P&D desde 2000 e é composto por cerca de 20.000 famílias de patentes, mais de 3.500 das quais foram atestadas como famílias essenciais ao 5G.

A Nokia contribui para abrir padrões em troca do direito de licenciá-los em termos justos, razoáveis e não discriminatórios (FRAND), de modo que empresas possam licenciar e usar as tecnologias sem a necessidade de fazer seus próprios investimentos substanciais em P&D.

Mais novo unicórnio da internet mira o Brasil

O crescimento exponencial do uso de aplicativos de mensagem como o WhatsApp, SMS, Messenger, Signal ou Telegram, no Brasil e no mundo, mudou para sempre a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. E mesmo com o controle da pandemia e a volta à “normalidade”, este novo comportamento dos consumidores deve se acentuar.

Foi com esta perspectiva que a Gupshup, líder indiana de mensageria com mais de 6 bilhões de interações/mês apenas na Índica, se tornou o mais novo unicórnio da internet ao receber um aporte de USD$ 100 milhões da Tiger Global Management, na segunda semana de abril, o que elevou seu valor de mercado a USD$ 1,4 bilhão.

“O Brasil é um dos maiores mercados quando se fala em uso comercial dos aplicativos de mensagem. E este é um segmento que deve aumentar muito mais, pelas facilidades que oferece no relacionamento entre empresas e clientes. A Gupshup vinha atendendo clientes brasileiros em sua plataforma, que é self-service, e por isso decidimos criar uma estrutura local, que também vai atender outros países da América Latina e do Sul.” explica Beerud Shteh, CEO e co-fundador da companhia.

A Guphup é uma empresa de tecnologia que desenvolve soluções para que as empresas se relacionem com seus clientes por meio de aplicativos como WhatsApp e SMS, que são apenas o canal de contato. As caixas de diálogo, links e outras interações, são fornecidas por empresas de mensageria.

Sua plataforma funciona com base em IP, o que lhe permite atuar em qualquer país do mundo sem qualquer necessidade de adaptação ou limitação por conta de diferenças de protocolo.

Brasil

A Gupshup iniciou o atendimento de clientes brasileiros em sua plataforma, que é “self-service”. E começou a trabalhar localmente em meados de 2020, para atender à crescente demanda e aceitação de suas soluções.

Agora, com uma estrutura plena no país, oferece um suporte mais adequado e um atendimento comercial mais identificado com a cultura local.

Líder de mercado na Índia, onde entrega mais de 6 bilhões de mensagens por mês, a Gupshup espera crescer 3 vezes no Brasil em 2021 e já atende clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed, Lojas Torras, governos estaduais e prefeituras, além de, por meio de parceiros, atender empresas que atuam em grandes Marketplaces.

Já com clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed e Lojas Torra, além de outros grandes do varejo, por meio de parceiros, a empresa acaba de se tornar um unicórnio ao receber um aporte financeiro de USD 100 milhões do fundo Tiger Global.

“Clientes locais pedem presença local, tanto para suporte quanto para atendimento comercial, pois conseguimos estreitar o relacionamento com os clientes e desenvolver soluções cada vez mais específicas”, explica Leonardo de Paula, Head de Negócios da GupShup no Brasil.

Mastercard seleciona seis Fintechs inovadoras para seu programa global de engajamento de startups

A Mastercard anuncia hoje a adição de seis novas fintechs ao premiado programa Mastercard Start Path. As empresas selecionadas irão ajudar a impulsionar a inclusão financeira e digital em escala e fornecer soluções focadas no desenvolvimento sustentável. São empresas que criam desde soluções de pagamentos baseadas em blockchain com o objetivo de humanizar as finanças, até startups que projetam plataformas de empréstimos sustentáveis para fechar a lacuna de crédito para pequenas empresas em mercados emergentes.

Entre as novidades do Mastercard Start Path, está a entrada da Moeda Seeds, fintech brasileira que oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain. A cada ano, a empresa facilita transações de mais de US$ 100 milhões em todo o mundo, por meio de seus mais de 50.000 usuários globais, com seus cartões de débito Mastercard co-branded lançados em 2019. Por meio da mentoria e orientação do Start Path, além da rede global de fintechs, startups e bancos parceiros, a Moeda tem o objetivo de expandir seus serviços financeiros baseados em blockchain, acelerar seu desenvolvimento na indústria de meios de pagamento e impactar as plataformas de investimento em todo o mundo.

“À medida que o cenário de fintechs evolui aceleradamente, a Mastercard fornece a infraestrutura e os ativos necessários para ajudar as fintechs inovadoras a crescer e, com isso, trazer mais pessoas para a economia digital”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “As mais novas empresas do Start Path representam o futuro do setor de fintechs, e estão projetando soluções inclusivas que antecipam as necessidades do consumidor. Estamos entusiasmados com a parceria com essas empresas inovadoras em seu caminho de ascensão”, finaliza o executivo.

O Start Path reúne uma rede diversificada de fintechs e startups inovadoras, que buscam acelerar a mudança no mundo. Globalmente, a Mastercard desenvolve um trabalho próximo com essas startups por meio de um programa de seis meses, durante o qual elas podem aproveitar a tecnologia, expertise e os recursos da empresa para acelerar rapidamente seus negócios. As startups têm acesso aos canais, clientes e equipes de produtos da Mastercard, bem como a eventos virtuais imersivos e uma programação voltada para oportunidades de co-inovação.

As fintechs globais selecionadas pela Mastercard para ingressarem no Start Path foram:
• Moeda Seeds (Brasil): oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain, que buscam humanizar as finanças e promover impacto social.
• Asante Financial (Quênia): empresa de serviços financeiros digitais de impacto social, que apoia o crescimento da África, por meio de empréstimos sustentáveis para pequenas empresas e comunidades carentes.
• Cledara (Inglaterra): plataforma de gerenciamento de softwares como serviço (SaaS) all-in-one, que ajuda empresas a gerenciar, controlar e automatizar seus softwares em nuvem, permitindo que dimensionem seus processos operacionais, cumpram regulamentações e economizem dinheiro.
• Jifiti (Estados Unidos): fintech que oferece uma solução de ponta a ponta de financiamento ao consumidor, para que bancos e credores lancem, rapidamente, um mecanismo de “compre agora, pague depois”, que não exige qualquer integração com o ponto de venda.
• SpenDebt (Estados Unidos): a solução de pagamento SaaS da SpenDebt é uma maneira fácil de os consumidores automatizarem o pagamento de suas dívidas, por meio de um micro pagamento predefinido, descontado em cada transação.
• Tippy (Estados Unidos): sistema financeiro e de gorjeta digital, desenvolvido para o setor de beleza, que permite que as gorjetas sejam depositadas, direta e instantaneamente, na conta bancária do profissional do serviço.

O mercado global de fintechs deve crescer a uma taxa anual de, aproximadamente, 20% nos próximos quatro anos. Por isso, a Mastercard continuará a aprofundar o relacionamento com as fintechs e parceiros-chave, abrindo suas APIs para impulsionar uma economia mais inclusiva.

Para se registrar no Start Path, acesse o link:
http://www.f6s.com/mastercardstartpathglobal/apply.

Mindset Ventures capta US$ 52 milhões com seu terceiro fundo e já anuncia primeira saída

Mindset Ventures, gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, captou US$ 52 milhões no Fundo III. “Estamos muito satisfeitos com o resultado que atingimos com esta captação”, afirma Nemer Rahal, CSO da gestora. “Mesmo em meio à pandemia, conseguimos absorver a grande demanda pelo nosso fundo e encerramos a captação com volume um pouco acima do nosso objetivo e dentro do limite máximo estabelecido para o fundo, uma ótima notícia para os nossos investidores, que participam conosco em empresas de dois dos mais relevantes pólos de desenvolvimento tecnológico do mundo”.

A Mindset Ventures investe em startups fundadas por empreendedores experientes, que já tenham clientes, geração de receita e tração comercial comprovada. “E, preferencialmente, com potencial para futura expansão para o mercado brasileiro. Esses indicadores têm nos permitido ser bastante assertivos. Só no ano passado, analisamos mais de 2,7 mil startups para escolher aquelas mais aderentes ao nosso mandato”, aponta.

Já Daniel Ibri, CIO da gestora, comemora um fenômeno positivo um tanto incomum no mundo de investimentos ilíquidos. “Em menos de seis meses após o investimento na Prodigy, já estamos vendendo a empresa. Isso é bastante raro no mercado de venture capital e prova a solidez da startup em que investimos”. A Prodigy Software fornece um software de varejo automotivo baseado em nuvem que faz parte do portfólio deste terceiro fundo.

A startup está sendo vendida com retorno significativo à Upstart Holdings, plataforma de inteligência artificial voltada a empréstimos pessoais. Com a aquisição, as ações da Upstart subiram mais de 30% em poucos dias, reflexo da boa percepção do mercado quanto à transação. Essa venda segue o exemplo da Voicea, startup americana de inteligência artificial baseada em voz que foi vendida à Cisco durante o período de investimento do fundo anterior da gestora com retorno financeiro anual superior a 400%.

Os investidores da Mindset Ventures são majoritariamente executivos, CEOs, corporações e family offices. Praticamente metade do portfólio deste terceiro fundo já está formado, atualmente com 9 startups, todas performando bem no mercado. “Em pouco tempo de operação do fundo, já tivemos excelentes indicações de performance das startups que hoje o compõem para os próximos anos, sendo que várias já captaram rodadas subsequentes”, ressalta Ibri. Desde 2016, a gestora já realizou mais de 45 investimentos nos EUA e em Israel, em modelos de negócio B2B em setores como healthtech, agronegócios, fintechs, cybersecurity e SaaS.

Executivos da WeWork e do SoftBank Group International apontam para a era da smart flexibility

Na última quarta-feira, 28 de abril, o CEO da WeWork, líder mundial em espaços de trabalho flexíveis, Sandeep Mathrani, e o chairman executivo da WeWork e CEO do SoftBank Group International, Marcelo Claure, participaram do WeWork Innovation Summit. O evento virtual uniu executivos da empresa, especialistas e líderes de mercado em discussões sobre inovação no local de trabalho.

Os dois executivos reforçaram a tendência da smart flexibility nesta nova era. “Durante a pandemia, quem tinha contrato de locação de escritórios de longo prazo, se viu com seus espaços fechados há meses e a vontade de mudar para um modelo mais flexível”, comenta Mathrani. Foi assim que a empresa passou a investir no conceito de smart flexibility, que vale não apenas para acordos, mas também para espaços e para a maneira de trabalhar. “Na WeWork, até o mobiliário é flexível, permitindo customizar os ambientes para a necessidade de cada membro”, completa.

Segundo Mathrani, veremos as empresas testarem diversas maneiras de se trabalhar de maneira hibrida nos próximos meses. “Flexibilidade é a chave. Este é o futuro: as pessoas podem escolher a melhor alternativa para cada dia ou situaçãode trabalho, enquanto aproximamos os escritórios de onde as pessoas moram”, explica. “As pessoas querem ir ao trabalho, mas querem a flexibilidade de estar fora do escritório uma ou duas vezes na semana. Este novo arranjo não é tão simples e ainda não há uma fórmula certa a ser seguida”, adiciona. Cada empresa deve descobrir o caminho que mais se adequa a sua realidade.

“Estamos embarcando no novo normal e já estamos vendo prévias dele todos os dias”, reforça Marcelo Claure. “As mudanças na maneira como trabalhamos foram chocantes. No início, trabalhar de casa foi ótimo, mas, com o tempo, passamos a notar as limitações do home office, e a nos sentirmos menos engajados, empoderados e realizados”, adiciona.

Pesquisa recente da WeWork com profissionais e executivos americanos mostra que 90% das pessoas querem voltar ao escritório ao menos uma vez na semana. “Passamos o ano passado entendendo o que nossos clientes precisavam e descobrimos que eles ainda valorizam espaço, colaboração e conexão”, explica Claure. Foi assim que surgiu o WeWork All Access, que se encaixa perfeitamente na tendência da smart flexibility. O produto possibilita que um membro trabalhe a partir de qualquer unidade da WeWork no mundo. A solução já é oferecida nos EUA e tem lançamento previsto para a América Latina nos próximos meses. “Espaços descentralizados, com locais de trabalho perto de casa, centros de colaboração: não importa a sua abordagem em relação ao trabalho híbrido, a WeWork é um fornecedor que consegue entregar todas essas variações”, completa.

“A flexibilidade permite que repensemos nossos próprios processos, e isso é essencial no ambiente de trabalho. Não é suficiente reunir um grupo de pessoas online. Acredito que a habilidade de pensar de forma híbrida será uma parte enorme do nosso futuro”, reforça Adam Grant, psicólogo organizacional da The Wharton School of Business, nos EUA, que também participou do WeWork Innovation Summit.

A WeWork fechou o primeiro trimestre de 2021 com um volume de vendas equiparável ao do mesmo período de 2020, pré-pandemia. A companhia tem registrado o retorno de pequenas e médias empresas aos seus espaços desde janeiro e, agora, vê negócios maiores voltando. “Equipes e gestores querem voltar ao escritório, mas não sabem como as coisas estarão nos próximos meses e não desejam se comprometer por muito tempo”, explica. O cenário favorece a WeWork, que oferece soluções de espaços flexíveis desde sua fundação. Ao invés de se comprometer com um contrato de aluguel por dez anos, seus membros podem ter acesso a escritórios por períodos que vão de uma hora a dois anos. “A smart flexibility empodera a empresa para que ela atualize seu espaço sem custos extras, dando a liberdade de experimentar e expandir seus negócios em seus próprios termos”, explica Claure.

Sandeep Mathrani assumiu o posto de CEO da WeWork em fevereiro de 2020 com o objetivo de otimizar as dimensões e o portfólio imobiliário da empresa. “A pandemia acabou por acelerar esse processo. Completamos em dez meses o que prevíamos para os próximos 18 ou 24”, conta. “No meio da pandemia, achamos o caminho para tornar nosso negócio lucrativo e de capital aberto”, completa. Em março, a BowX Acquisition Corp, uma SPAC, anunciou que está se fundindo com a WeWork para torná-la pública com um valor de US$ 9 bilhões.

O WeWork Innovation Summit ainda contou com falas de representantes da Northeastern University, One Medical, Wix.com, Cushman & Wakefield, entre outros. Assista às discussões aqui.

Epson anuncia novo gerente de Negócios de impressoras corporativas e scanners e nova área focada no usuário final

A Epson do Brasil anuncia a chegada de Marcio Marquese à companhia como novo Gerente de Negócios para as linhas de impressoras corporativas e scanners. O executivo tem sólida experiência em Vendas e Marketing e passará a ser responsável pelas estratégias de vendas de equipamentos de impressão e digitalização voltados ao público corporativo.

Com mais de 20 anos de experiência em empresas do setor de TI, Marquese possui forte atuação em negócios B2B e ao longo de sua trajetória adquiriu amplo conhecimento no relacionamento entre canais e em modelos de outsourcing de impressão, apoiando corporações na geração de Novos Negócios. É graduado em Engenharia Elétrica, com MBA em Administração de Empresas.

Thiago Ribeiro, responsável pelo segmento de impressoras corporativas e scanners na Epson desde 2016, assumirá a liderança de uma nova área para o desenvolvimento de oportunidades focadas no usuário final. O executivo será o Gerente de vendas na área de novos negócios, responsável pela construção de relacionamento direto em quatro principais verticais: Educacional, Finanças, Governo e Saúde. O objetivo é gerar novos negócios, ampliando oportunidades que serão convertidas em vendas por meio de diversos canais, estimulando o cross-selling das linhas e a oferta 360º de produtos Epson.

nuvini adquire empresa de gestão empresarial para e-commerce ONCLICK

A nuvini , grupo de empresas de Software as a Service (SaaS) criado pelo empresário e investidor Pierre Schurmann, anuncia mais uma aquisição: a ONCLICK, empresa que oferece soluções de gestão empresarial (ERP) on e offline. Em ritmo acelerado, essa é a quinta compra anunciada em 3 meses pela nuvini, que tem plano de fechar um total de 15 aquisições até o final de 2021. Somente este ano, o grupo já informou a compra das startups leadlovers , Effecti , Ipê Digital e Dataminer .

O modelo de negócios da ONCLICK é focado em soluções gerenciais para empresas de varejo físicas e online, além de atender distribuidoras e indústrias que desejam ir para o e-commerce.

Criada em 1999, a Onclick foi adquirida em 2014 pelo empreendedor Marcel Farto, fundador da Commit Consulting. “Estamos no mercado há mais de 20 anos e até 2014 nosso foco era somente no mundo físico. Após minha entrada, fizemos uma transformação e criamos uma plataforma que se tornou referência nacional em e-commerce”, afirma Farto, CEO da ONCLICK.

Com clientes como os Jogos Grow, Arezzo, AZ Acessórios, Connect Parts, Giuliana Flores e Carmen Steffens, a ONCLICK oferece o sistema OMS (Order Management System, ou sistema de gerenciamento de pedidos, em português) mais rápido do mercado. A empresa atende atualmente mais de 1,1 mil clientes em todo o Brasil e conta com 130 funcionários.

“Nosso sistema consegue gerenciar de forma integrada todos os pedidos. Hoje temos clientes que recebem mais de 10 mil pedidos por dia, o que demanda um software que consiga fazer a separação, emitir a nota, fazer etiqueta de postagem e gerenciar o estoque com eficiência. A ONCLICK possui um hub próprio que possibilita fazer a integração, de forma fácil e ágil, entre os ERPs e as plataformas de e-commerce e marketplace”, explica o CEO.

A empresa registrou um crescimento de 35% em 2020 e, com a aquisição pela nuvini, Farto informa que deverá dobrar o faturamento em três anos. “Sentimos uma sinergia muito forte com a nuvini por ser uma empresa que possui um time muito competente e preparado para nos dar o suporte que precisamos para escalar nosso negócio. A partir das empresas que farão parte da nuvini, conseguiremos ter mais facilidade para fechar novos negócios e atingir essas metas arrojadas de crescimento que temos para os próximos anos”, ressalta.

“A ONCLICK é uma das referências no Brasil em sistemas de gestão empresarial e certamente ajudará a fortalecer nosso grupo com sua expertise no setor”, assinala Pierre Schurmann.

Mais aquisições

Em 2020 a nuvini registrou faturamento de R$ 20 milhões e, somente no primeiro trimestre deste ano, alcançou R$ 25,4 milhões incluindo as novas aquisições. Segundo Schurmann, neste ano o grupo continuará seu plano de expansão adquirindo empresas de SaaS em 3 verticais – Marketing e Vendas, Produtividade e Finanças e Controle. O foco são negócios com mais de cinco anos de operação com receita entre R﹩ 20 e R﹩ 50 milhões. Até 2025 a meta é realizar 85 aquisições, alcançando R$ 4 bilhões em faturamento e R$ 1 bilhão em Ebitda.

Inédito no Brasil, o modelo adotado pela nuvini permite que os fundadores permaneçam à frente de suas startups, mas contando sempre com o apoio do time da nuvini, que tem executivos com experiências em consultorias a empresas de alto crescimento, gestão de pessoas em companhias de alcance mundial, direito empresarial em multinacionais, IPOs, entre outros, com passagens por empresas de tecnologia, como Google e Loggi, e do mercado tradicional, como Pátria e Multiplus. O modelo é inspirado na Constellation Software, grupo canadense que adquiriu mais de 500 empresas e está listado na Bolsa de Toronto.

“Este modelo incentiva que todos os empreendedores fiquem no negócio e participem do crescimento de suas startups com nosso apoio sem ter que se preocupar com o backoffice, finanças, e outras operações administrativas. De um lado, trazemos liquidez aos investidores-anjo que ajudaram a levantar os negócios em seus primeiros dias e, de outro, continuamos incentivando que os empreendedores fortaleçam suas startups, ganhem maior tração e sigam crescendo”, destaca Schurmann.

Pioneiro da Internet

Pierre Schurmann está entre os empresários que inauguraram o mercado de internet no Brasil. Empreendedor serial, já fundou sete empresas, das quais três são líderes de mercado. Em 1997, foi co-fundador do Zeek!, site de busca adquirido um ano após seu lançamento pela StarMedia, empresa em que assumiu a Diretoria de Novos Negócios. Em seguida, foi co-fundador e vice-presidente da Ideia.com, fundador e CEO da Conectis Experience Marketing, do Experience Club. Foi fundador e ainda é sócio da Bossa Nova Investimentos, empresa líder em investimentos em startups na América Latina.

Concessões de crédito chegam a R$ 4,5 trilhões no primeiro ano da pandemia e saldo cresce 17,8% no período, recorde histórico

Taxas de juros e spread caíram e se mantem nas mínimas históricas, bem como a taxa média de inadimplência, que chegou a 2,2% ao ano em março, bem abaixo do registrado nos meses anteriores à crise

A concessão de crédito pelos bancos no primeiro ano da pandemia da Covid-19 apresentou volumes e índices históricos. Entre março de 2020 e março de 2021, dados do Banco Central revelam que o sistema financeiro concedeu um total de R$ 4,5 trilhões em recursos para a economia, apresentando um volume médio de R$ 347,3 bilhões por mês – 6,3% superior ao volume médio concedido em 2019, ano sem crise.

Ao mesmo tempo, em março passado, o estoque de crédito bancário atingiu seu maior patamar já registrado, alcançado R$ 4,1 trilhões – uma expansão de 17,8% em relação ao estoque registrado em fevereiro de 2020 (R$ 3,5 trilhões), mês que antecedeu a crise sanitária. Com o forte avanço, a relação crédito/PIB passou de 46,7% (em fevereiro de 2020) para 54,4% (em março de 2021), também atingindo volume inédito.

“Mesmo em um período de intensa crise econômica decorrente da pandemia, o crédito mostrou uma expansão robusta e disseminada entre seus diversos segmentos, reforçando o importante papel que desempenhou para evitar uma recessão ainda mais aguda em 2020, além de ajudar atualmente no processo de recuperação”, avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban. “O crédito bancário mostrou uma dinâmica muito positiva, não só com crescimento do estoque e elevado volume de concessões, mas também taxas de juros mais baixas e inadimplência saudável.

Esse crescimento do saldo das operações de crédito bancário decorreu do elevado volume de concessões que o sistema financeiro tem aportado na economia e também das medidas emergenciais adotadas pelo Ministério da Economia e Banco Central em 2020, que criaram as condições necessárias para que o canal de crédito continuasse funcionando de maneira eficaz durante a pandemia.

“Ao contrário de outras crises, quando houve um recuo expressivo nas concessões, desta vez, mesmo com o forte aumento do risco nas operações de crédito e o momento extremamente desafiador e adverso, os bancos tiveram uma atuação fortemente proativa”, reforça o presidente da Febraban, para quem “o setor bancário, que nunca faltou ao país, segue desempenhando um papel fundamental, irrigando a economia e mitigando os impactos negativos da crise”.

No período de 16 de março a 31 de dezembro de 2020, o setor bancário renegociou cerca de 17 milhões de contratos com operações em dia, com um saldo devedor total de R$ 1 trilhão, enquanto a soma das parcelas suspensas dessas operações repactuadas totalizou quase R$ 150 bilhões, de acordo com dados do BC. Esses valores trouxeram alívio financeiro imediato para empresas e consumidores, que passaram a ter uma carência entre 60 a 180 dias para pagar suas prestações, sendo que a maioria dos agentes beneficiados com prorrogação de parcelas foi representada por pequenas empresas e pessoas físicas (ao redor de R$ 80 bilhões).

Mais recentemente, em março de 2021, dada a importância e êxito da medida, somada ao agravamento da pandemia, os bancos se juntaram ao governo para ampliar ainda mais o prazo de carência das linhas emergenciais, estendendo-o para até 90 dias.

Para as micro e pequenas empresas, o setor bancário fez concessões de crédito de R$ 325,2 bilhões, incluindo novos contratos e renovações. No período, o setor renegociou 1,75 milhão de contratos de micro e pequenas empresas, no valor total de R$ 105,1 bilhões, com carência entre 60 e 180 dias para o pagamento, com alívio no pagamento de parcelas de R$ 17,4 bilhões.

Esta postergação permitiu que estas empresas mantivessem esses recursos em seu poder para honrar outros compromissos. No âmbito do PRONAMPE, foram realizadas 516,7 mil operações, com desembolsos de R$ 37,5 bilhões, enquanto no PEAC-FGI os números chegam a 85,1 mil operações e R$ 14,8 bilhões em desembolso (apenas para as pequenas empresas).

Além do volume elevado em concessões, as taxas de juros e os spreads seguem em patamares historicamente baixos, consideravelmente inferiores aos níveis anteriores à pandemia. Entre março de 2020 e março de 2021, o custo do crédito mostrou seguidos recuos mensais, com algumas linhas atingindo suas menores taxas históricas, mesmo diante do aumento do risco nas operações de crédito, expectativa de aumento da inadimplência, com consequente e forte elevação das provisões (PDD), e expressivo crescimento no saldo das operações de crédito.

A taxa média de juros do Sistema Financeiro Nacional recuou de 23% ao ano em fevereiro de 2020 para 20% em março. Em setembro de 2020, atingiu sua mínima histórica de 18,1%. O spread bancário caiu de 18,5 pp para os atuais 15,1 pp. O financiamento imobiliário, por exemplo, apresenta taxas de juros na mínima, o que tem estimulado as contratações, levando a linha para seu saldo recorde.

O recente repique das taxas decorre da reincidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito e do aumento do custo de captação, com o processo de alta da taxa Selic e da elevação do risco fiscal, que resulta em juros futuros mais elevados.

A taxa média de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) do sistema convergiu para um patamar historicamente baixo, chegando a 2,1% aa em dezembro de 2020, nível que se encontra praticamente inalterado até março (2,2% aa), e consideravelmente abaixo das taxas registradas nos meses anteriores à crise, quando superavam os 3,0% aa.

Essa queda decorre dos programas de renegociação de dívidas e do elevado prazo de carência de diversas linhas concedidas durante a pandemia, que não devem perdurar, ao menos na mesma intensidade, ao longo de 2021.

“As séries de atraso (entre 15 e 90 dias) já sinalizam uma alta há algum tempo, sugerindo uma possível piora da inadimplência à frente, especialmente nas linhas para pessoas físicas. Assim, a inadimplência segue como ponto de atenção, que, embora tenha sua alta já esperada, possui magnitude ainda incerta”, ressalta Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.

Kearney divulga índice global de melhores países para contratação de serviços; Brasil está entre os cinco primeiros

A Kearney, uma das maiores consultorias globais de gestão de negócios, com mais de 95 anos de trajetória, acaba de divulgar seu Índice Global de Melhores Localidades para Serviços 2021 (Global Services Location Index – GSLI). Realizado a cada dois anos, o estudo avalia fatores como atratividade financeira, capacitação profissional, disponibilidade de mão-de-obra, ambiente de negócios e desenvolvimento digital para elencar as 60 melhores localidades para contratação de serviços.

Índia, China, Malásia e Indonésia, nesta ordem, foram eleitas as melhores localidades para offshoring. O Brasil, que em 2019 ocupava a nona colocação, saltou quatro colocações e entrou para o Top 5 – o País ainda é o único latino-americano entre os 10 primeiros da lista. E Vietnã, Estados Unidos, Reino Unido, Filipinas e Tailândia completaram a lista dos Top 10.

Segundo o relatório, a América Latina mantém-se como região importante. Além do Brasil, México, Colômbia e Chile aparecem nas 11ª, 13ª e 24ª posições. São Paulo está rapidamente se tornando um hub digital para a América Latina, atraindo mais investimentos para start-ups de tecnologia do que Chile, Colômbia, Argentina e México juntos.

Transformação Digital


O surgimento de uma “rede mundial de hubs digitais” vem mudando a forma como corporações globais endereçam suas crescentes demandas por serviços digitais.

Esses centros de profissionais altamente qualificados em tecnologias digitais vêm servindo cada vez mais como “locais de parada única” (one-stop-shops) – e a proximidade com eles está se tornando fundamental para as empresas que buscam acompanhar as mudanças cada vez mais aceleradas, indica o relatório divulgado pela consultoria global Kearney.

Os autores do relatório GSLI identificaram três grandes evoluções nos modelos de entrega de serviços ao longo dos últimos 30 anos – offshoring, outsourcing e no-shoring. Agora, eles concluem que uma quarta onda, a da ressonância digital, está no topo das prioridades dos líderes de negócios e tomadores de decisões.

Em linha com essa evolução, o GSLI 2021 inaugura a métrica de ressonância digital, que atribui notas aos países com base nos conhecimentos digitais de suas forças de trabalho, entregas digitais, o volume de atividade corporativa e proteção legal à propriedade intelectual e outros elementos ligados às atividades de negócio.

“Seria um equívoco assumir que o crescimento da demanda por serviços digitais está limitado apenas às indústrias de telecom e tecnologia da informação”, avalia Cláudio Gonçalves, sócio da Kearney Brasil. “Os países que investem e aceleram suas taxas de adoção digital estão estabelecendo as bases para a competitividade em nível global. Com base em tendências atuais e em nossas discussões com líderes de negócios, imaginamos ver as notas de ressonância digital se tornarem cada vez mais relevantes no processo de tomadas de decisões já nos próximos anos.”

Quando o foco fica exclusivamente na questão da competitividade digital, alguns países se destacam como particularmente avançados em seus investimentos e infraestruturas. Os Estados Unidos, por exemplo, surgem em primeiro lugar, seguido por Suécia, Reino Unido, Singapura e Israel.

“O Brasil vem se mostrando uma excelente localidade para o offshoring. Este relatório deve servir de alerta para a reavaliação de estratégias de investimentos em digital”, avalia Gonçalves, destacando que muitos setores já vêm apostando nessa direção.

O GSLI analisou 60 países com base em inputs corporativos, atividades de serviços remotos atuais e iniciativas governamentais para promover o setor para ajudar as empresas a tomarem decisões sobre localidades-chave para suas operações de offshoring. O índice se baseia em 47 métricas em quatro grandes categorias: atratividade financeira, disponibilidade e capacitação de pessoas, ambiente de negócios e ressonância digital.

As métricas utilizadas para avaliar a atratividade das localidades foram determinadas a partir de respostas a pesquisas da própria Kearney, outros questionários do setor e conhecimento obtido em trabalhos realizados com clientes nos últimos cinco anos. O componente de custos de remuneração da categoria de atratividade financeira é baseado nos dados do Mercer Global Pay Summary. Os pesos atribuídos a cada métrica são baseados em sua relevância para a decisão destino para offshoring, novamente derivada da experiência do cliente e pesquisas do setor. Como a vantagem de custo é normalmente o principal motivador por trás das decisões, os fatores financeiros constituem 35% do Índice. Capacitação e disponibilidade de pessoas e o ambiente de negócios constituem, cada um, 25%, e a ressonância digital – a nova categoria do Índice – responde por 15%.

O relatório completo do GSLI 2021 pode ser encontrado aqui.

Techstars realiza segunda edição do Startup Weekend focado em soluções para o COVID-19

Inventores, inovadores, entusiastas e desenvolvedores de todo o país participarão de uma jornada para encontrar soluções contra os impactos da COVID-19

A Techstars, plataforma global de investimento e inovação, realizará o maior startup weekend online e nacional voltado para buscar soluções que minimizem os impactos da pandemia de COVID-19, de 21 a 23 de maio. O objetivo é oferecer a oportunidade de pessoas experimentarem o empreendedorismo na prática e validar uma ideia de negócio durante 54 horas.

Durante o Techstars Global Online Startup Weekend, os participantes trabalham juntos, de forma remota em uma plataforma adequada para o bom andamento das atividades, a fim de encontrar soluções para os desafios da pandemia. Por isso, a comissão organizadora convida a todas as pessoas interessadas em participar do evento a se inscreverem. Elas podem se inscrever para atuar em diversas áreas como Negócios, Design e Desenvolvimento de softwares.

Para participar, não há a necessidade de experiência prévia com startups ou com a metodologia. Basta contar com a própria vivência e a vontade de se conectar com mais pessoas que querem transformar essa realidade tão desafiadora que vivemos no contexto do COVID-19.

Esta é a segunda edição do evento no Brasil. A primeira ocorreu no início da pandemia, em abril de 2020, e teve mais de 2 mil inscritos.

“A edição de 2020 veio em um momento em que não imaginávamos as proporções dessa pandemia. Organizamos um evento em duas semanas, sem saber como poderia impactar a todos nós, era tudo novo e igualmente intenso”, conta Karine Charpinel, organizadora das edições do Techstars Global Online Startup Weekend de 2020 e 2021*.

Sobre a edição deste ano, a expectativa, segundo Karine, é de que se desenvolvam soluções relevantes nos temas considerados de maior impacto na sociedade atualmente, como saúde, trabalho e geração de renda.

MENTORIA

No evento, os participantes vão contar com o apoio de mentores incríveis, especialistas do setor, fundadores e parceiros que estão prontos para ajudar os times a percorrerem toda uma jornada em busca do desenvolvimento de protótipos que podem resolver grandes problemas gerados pela pandemia.

  • Serviço

Para mais informações e inscrições, as pessoas interessadas podem acessar o link http://bit.ly/tgosw-covid19

Crescimento do e-commerce aumenta demanda por automação no processo de embalagem do varejo

Uma das maiores varejistas do país investe em solução de automação de embalagens da Sealed Air. Iniciativa contribuiu com a agilidade conquistada na operação do e-commerce

Com o aumento das vendas online no último ano, varejistas viram suas operações crescerem de maneira acelerada. Com este cenário, nasceu a necessidade de otimizar sistemas de embalagens para garantir produtividade e segurança de seus produtos e suas operações. Um exemplo disso é a Pernambucanas, uma das maiores varejistas do país, atualmente com 413 lojas.

A solução contratada pela Pernambucanas foi a FloWrap Automática para processamento de envelopes de segurança, da líder global em embalagens Sealed Air. A solução tem como principal benefício a entrega de maior capacidade de embalagem no processo operacional, com otimização no uso do filme plástico de segurança, uma vez que o sistema ajusta o tamanho do pacote ao(s) item(s) embalado. 

Com a FloWrap Automática, a Pernambucanas conseguiu aumentar a produção média de produtos embalados por hora, o que contribuiu com o ganho de até 2.500% na produtividade da operação de embalagens de produtos.

A FloWrap Automática atua de forma integrada com outras etapas do processo de embalagem, como, por exemplo, etiquetagem e geração de nota fiscal, permitindo que o produto saia embalado e totalmente pronto para o envio. Flávia Moreira, Gerente de Marketing responsável pelos mercados de fulfillment e indústria da Sealed Air, explica que o projeto da Pernambucanas foi o primeiro neste padrão a ser implementado no Brasil. “Estamos muito felizes em contribuir com a melhoria da produtividade da Pernambucanas, a partir de uma solução totalmente nova para o varejo brasileiro. Por meio de nossa equipe técnica podemos customizar soluções de automação de acordo com as necessidades de cada varejista, potencializando o crescimento de suas operações”.  

Além dos benefícios em produtividade, o sistema FloWrap Automática otimiza o uso de filme, tendo em vista que o sistema atua sob demanda. A solução proporciona que a operação utilize menos material por metro quadrado, se comparado com as embalagens de uso manual de tamanhos pré-definidos. “O filme da tecnologia FloWrap é composto por material de alta resistência à violação e excelente apresentação. Isto garante a integridade do produto em toda a cadeia logística até chegar diretamente às mãos do consumidor”, comenta Flávia.

A executiva afirma que a Sealed Air acompanha de perto o desenvolvimento do varejo no Brasil e está atenta às novas demandas nos sistemas de embalagens diante dos novos hábitos de compra. “Para que qualquer comércio eletrônico se adeque a este novo cenário de maior demanda é preciso buscar alternativas que otimizem a operação com mais segurança, assertividade e, sobretudo, eficiência operacional, fatores encontrados na automação e que, ao mesmo tempo, beneficiam a experiência do cliente e trazem diferenciação para o negócio. Como pioneiros neste segmento, estamos sempre investindo para trazer para o mercado brasileiro soluções inovadoras que apoiem o crescimento do varejo nacional”, finaliza a gerente da Sealed Air.   

Locaweb entra no Ibovespa

A Locaweb (LWSA3), uma das empresas pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, terá, a partir de hoje, suas ações na carteira do Índice Bovespa (“Ibovespa”), principal índice na B3, composto pelas ações com o maior volume negociado nos últimos 12 meses.

As ações da Locaweb ingressam na posição 49 dentre 84 listadas e passam a compor o índice com participação de 0,557%. Para Rafael Chamas, CFO da Locaweb, “a presença no Ibovespa aumenta a visibilidade da companhia, possibilitando a procura de um maior número de fundos de investimentos pelos papéis da empresa”

A Locaweb, que já contava com a participação no IBrX-100, SMLL, IGC, IGC-NM e ITAG, passa agora a ser listada em um total de nove índices na Bolsa de Valores de São Paulo. “A entrada em novos índices é resultado do intenso trabalho da Companhia em ampliar sua participação, relevância e exposição no mercado. A Companhia segue focada em sua estratégia de crescimento, buscando, por meio das suas entregas, a geração de valor a seus acionistas”, finaliza Chamas.

80% das empresas acreditam que seus funcionários em home office têm conhecimento para evitar riscos de segurança cibernética

 A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, revela que 80% das empresas em todo o mundo confiam que seus funcionários que trabalham em casa, especificamente aqueles que trabalham com softwares financeiros ou participam de transações oficiais da empresa, têm conhecimento e tecnologia para conter os riscos de segurança cibernética. 

No entanto, esse sentimento geral de confiança diminui quando quase três quartos (73%) dessas empresas afirmam que provavelmente serão afetadas por um incidente de segurança cibernética. Além disso, dessas empresas, os setores de pesquisa e análise de informações (93%) e de contabilidade, bancos e finanças (87%) responderam que eram mais propensos a serem afetados por um incidente de segurança cibernética.

A ESET analisou as atitudes dos gerentes em relação à tecnologia financeira (FinTech) e segurança no segmento de negócios em sua pesquisa FinTech Global, entrevistando 1.200 gerentes seniores em uma variedade de indústrias no Reino Unido, Estados Unidos, Japão e México. Uma das principais áreas em que a pesquisa se concentrou foi a confiança empresarial em torno do trabalho remoto e seus efeitos na segurança financeira.

Não é nenhum segredo que, desde o início das paralisações por conta da COVID-19, o crime cibernético aumentou e o trabalho remoto apresentou maiores riscos para as empresas. Ainda assim, é importante destacar que o crime cibernético já estava aumentando antes da pandemia, e a pesquisa da ESET revelou que 45% das empresas disseram que já haviam sofrido algum incidente de cibersegurança no passado.

A pandemia tornou a segurança cibernética uma preocupação fundamental para as empresas, e o Relatório de Riscos Globais 2021 do Fórum Econômico Mundial até mesmo classifica os riscos cibernéticos entre os riscos globais destacados. Da mesma forma, a pesquisa da ESET destacou que 81% dos líderes empresariais adotam uma abordagem de cibersegurança ao investir em novas soluções de tecnologia, e 72% das empresas estão investindo ativamente em novas tecnologias para melhorar a segurança financeira.

Comentando os resultados, Pavol Balaj, diretor de negócios da ESET, disse: “Como o crime cibernético continua a permear o mundo corporativo com graves consequências financeiras e de reputação, é essencial que as empresas diminuam os riscos. O trabalho remoto maciço alterou permanentemente o cenário de ameaças e, com as novas oportunidades que os cibercriminosos podem aproveitar, é essencial que todos os funcionários de qualquer organização estejam equipados com o conhecimento e as ferramentas para detectar e prevenir um ataque cibernético ou violação de dados”.

Programa InovAtiva Brasil divulga as startups selecionadas para o primeiro semestre de 2021

O InovAtiva Brasil anunciou nesta segunda-feira (26) os 386 projetos selecionados para participar do primeiro ciclo de aceleração do programa em 2021. Ao todo, foram escolhidas soluções inovadoras de 25 unidades federativas que participarão de atividades online de capacitação durante os próximos quatro meses.

Neste ano, o programa InovAtiva Brasil aumentou a sua capacidade de atendimento por ciclo de aceleração, que até então selecionava 160 startups por rodada. De acordo com o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, essa mudança tem como objetivo escalar o programa para alcançar mais projetos e fazer a diferença no ecossistema de startups do país.

“O fortalecimento do programa InovAtiva Brasil tem impacto muito positivo no âmbito nacional e vai garantir que o país siga na direção certa para se tornar uma referência mundial em startups. Nossa meta é atender 15 mil projetos inovadores nos próximos anos. Agora, com essa primeira rodada de aceleração de 2021, damos os primeiros passos para alcançar esse número”, afirma.

Os negócios inovadores inscritos foram analisados em cinco dimensões: grau de maturidade do negócio, grau de inovação, potencial de mercado, composição da equipe e potencial de escala da solução.

Agora, as startups selecionadas participam da primeira etapa do ciclo, chamada Etapa Aceleração. Nessa fase, são realizadas atividades de mentorias de negócios e capacitação empreendedora. Ao final desse período é realizado o evento regional InovAtiva Day, com treinamentos de pitch exclusivos para os participantes do programa de aceleração e conexões com público em geral.

Em julho, 160 startups passarão para a Etapa Conexão, segunda fase do ciclo em que os empreendedores participam de mentorias especializadas para o desenvolvimento de seus negócios. Ao final das atividades, é realizado o evento InovAtiva Experience, que finaliza o ciclo com o Demoday – momento em que as startups apresentam suas soluções para investidores.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o aumento de startups atendidas neste ciclo é o primeiro passo para que alcancemos nossa meta de 15 mil atendimentos. “Esse aumento se reflete em startups de mais qualidade para o mercado, que estarão mais preparadas e poderão conquistar mais investimentos e clientes a partir disso”, afirma.

Sobre as selecionadas

Representando 25 estados brasileiros, a maior parte das 386 startups selecionadas para a primeira fase do ciclo 2021.1 está situada na região Sudeste (168) e funciona no modelo de negócios SaaS (Software as a Service, uma forma de disponibilizar softwares e soluções de tecnologia por meio da internet, como um serviço) (32%) e foram fundadas entre 2019 e 2020 (71%).

A lista com todas as empresas selecionadas está disponível no site do programa: http://www.inovativabrasil.com.br/ciclo20211/

BTG Pactual anuncia aquisição da Fator Corretora

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta segunda-feira (03) a aquisição de 100% do capital social da Fator Corretora, umas das mais tradicionais corretoras de valores mobiliários do mercado financeiro Brasileiro. A aquisição faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de assessoria de investimentos.

“A aquisição da Fator Corretora nos permite ganhar ainda mais escala, com diluição de custos, ganhos de eficiência, sinergia e produtividade. Trata-se de uma corretora criada e desenvolvida com foco na qualidade de atendimento ao cliente e expertise diferenciada. Agora, toda a estrutura tecnológica do BTG Pactual, na qual já investimos mais de R$ 1 bilhão, estará à disposição dos assessores e clientes da Fator Corretora”, afirma Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital.

Criada em 1967, a Fator Corretora se estabeleceu como uma das corretoras mais tradicionais do mercado brasileiro. A operação é celebrada na certeza de extensão da sua missão, assegurando aos seus clientes acesso ao melhor serviço no mercado, investimentos em tecnologia e integridade na forma de realizar negócios do BTG Pactual. A decisão faz parte da estratégia do Fator em focar e reforçar sua atuação na gestão de recursos, seguros e banco de investimento.

“Os clientes da Fator Corretora continuarão contando com a expertise dos seus assessores, agora combinada com o acesso aos produtos e serviços oferecidos pela moderna plataforma de investimentos do BTG Pactual e a competência de seus colaboradores”, afirma Rodrigo d’Utra Vaz, diretor da Fator Corretora.

O acordo não inclui os negócios do Banco Fator, Fator Seguradora e a Fator Asset Management, que seguirão operando totalmente independentes e utilizando a marca Fator. Já a Fator Corretora, será integralmente absorvida pelo BTG Pactual.

A conclusão e fechamento da operação estão sujeitos à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias, inclusive do Banco Central do Brasil. O valor da aquisição não foi revelado.

Ame Digital adquire fintech Nexoos

A Ame Digital, fintech e plataforma mobile de negócios do Universo Americanas, adquire a Nexoos Holding S.A., fintech de crédito online que conecta investidores institucionais e pessoas físicas a Pequenas e Médias Empresas (PMEs)A transação acelera a evolução da Ame, que passa a operar novas modalidades de crédito, incluindo: empréstimo entre pessoas (Peer-to-Peer ou P2P) e Credit as a Service (CaaS).

A Nexoos Holding detém 100% da Nexoos SEP – Sociedade de Empréstimo entre Pessoas – e da Nexoos Tecnologia. A Nexoos SEP é uma instituição regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e a primeira a realizar uma operação de empréstimo entre pessoas no modelo SEP. A Nexoos Tecnologia possui plataforma de crédito proprietária, com score baseado em algoritmos sofisticados de inteligência artificial integrado ao modelo de financiamento, garantindo um processo simples, totalmente digital, seguro e com taxas de juros mais competitivas.

Com mais de 60 mil investidores entre pessoas físicas e instituições, a Nexoos democratiza o acesso ao crédito e permite que empreendedores invistam no crescimento de seus negócios.

Em conjunto com a BIT Capital (plataforma Open Banking) e Parati Crédito Financiamento e Investimento (Bank as a Service & RegTech), adquiridas em dezembro de 2020, a aquisição da Nexoos acelera o plano de negócios da Ame, ampliando sua oferta de serviços de banking e fortalecendo a estratégia de negócios do Universo Americanas como plataforma de inovação tecnológica capaz de entregar a melhor experiência de consumo do Brasil.

Além disso, Ame passa a atuar em novas e bem-sucedidas frentes operadas pela Nexoos, como o CaaS (Credit as a Service). Esta modalidade de financiamento para cadeia produtiva possibilita que empresas ofereçam soluções digitais de crédito com juros, prazos e condições de pagamento customizadas para seus clientes, fornecedores e intermediários. A solução é usada em empresas de diferentes segmentos como varejo, indústria, agronegócio, além de instituições como Sebrae-SP.

A aquisição da Nexoos SEP será submetida à aprovação pelo Banco Central do Brasil.

Oi busca profissionais para áreas Digital, Sistemas e Segurança da Informação

A Oi está com oportunidades para diversos cargos, alguns deles podendo ser 100% remoto, de analista a executivo, nas áreas Digital,  Sistemas e de Segurança da Informação. As posições são para desenvolvedor, UX, Agile Master, arquiteto de soluções,  profissional de segurança da informação e cientista de dados.

Estamos em busca de profissionais interessados em um ambiente dinâmico, colaborativo, diverso e inclusivo com oportunidades de aprendizado e contribuição direta na transformação do nosso negócio. Temos o objetivo de nos tornarmos uma das mais relevantes empresas do país de inovação para a vida digital”, afirma o diretor de Gente e Gestão da Oi, Marcos Mendes.

As inscrições devem ser feitas na página oficial da companhia no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/oioficial/jobs/) ou pelo site https://oi.gupy.io/. O processo seletivo é 100% on-line e inclui análise de perfil, provas on-line, além de entrevistas com profissionais de RH e com gestores da Oi.