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ABES assume o compromisso de promover a ética no setor de tecnologia

Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um movimento para combater a corrupção e estabelecer mais ética e transparência nas relações que as empresas mantêm com seus colaboradores, clientes, fornecedores, órgãos públicos e demais organizações. Diante desse cenário e como uma das principais entidades do setor de tecnologia da informação, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software incentiva as empresas associadas a colocarem em prática a ética empresarial por meio do programa Uma Empresa Ética e anuncia a Brasoftware e a CLM como primeiras companhias a receberem esse certificado.

O programa incentiva e oferece gratuitamente às associadas os meios para implantar os três pilares essenciais de uma política de integridade e conformidade ao arcabouço legal: a elaboração e implementação de um código de ética; treinamento de compliance aos colaboradores e a adoção de um canal de denúncias independente.

“Agora, a ABES dá um novo passo importante desta iniciativa, com o lançamento do certificado Uma Empresa Ética, que será conferido às corporações que aderiram oficialmente ao programa e promoverem todos os três pilares. O documento terá validade de 12 meses, prazo contado a partir da data de emissão, quando a associada precisará comprovar que os pilares estão sendo respeitados e fazem parte do dia a dia da empresa”, explica Carolina Marzano, Compliance Officer e Coordenadora de Comitês da ABES.

Segundo Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware e vice-presidente do conselho da ABES, a transparência nos negócios e nas relações entre as empresas tornou-se fundamental para o sucesso de qualquer negócio. “A Brasoftware já tem o seu Programa de Compliance implementado há mais de 5 anos e é uma honra termos a oportunidade de ser a primeira empresa associada a ser certificada com o novo selo da ABES. Sabemos que esse programa é um processo contínuo, e temos o comprometimento da alta direção para garantir aos nossos colaboradores, clientes e fornecedores, que a companhia tome todas as medidas para garantir a transparecia, ética e conformidade no negócio”, completa.

Além de possibilitar o fechamento de contratos e amenizar eventuais penalidades, a cultura da ética e da integridade deve ser implementada em uma empresa por respeito às leis, à concorrência leal e a um ambiente de negócios idôneo. Corporações comprometidas com a disseminação e o cumprimento de seus valores são cada vez mais reconhecidas pelo mercado e pelos consumidores.

“A ética tornou-se um valor essencial nas sociedades modernas. É o alicerce sobre a qual se baseiam sociedades em que a confiança é alta. Ética, confiança, são valores que não conseguimos medir economicamente, mas quando estamos em países em que a confiança é alta, reconhecemos imediatamente seu valor. Ficamos muito felizes de receber o certificado Uma Empresa Ética e poder disseminar essa cultura com todos os colaboradores e clientes da CLM”, ressalta Francisco Camargo, presidente da CLM e presidente do Conselho da ABES.

O apoio às associadas é fornecido pelo departamento jurídico e pela compliance officer da associação, que esclarece dúvidas e promove treinamentos periódicos. Todas as informações e os meios para adesão ao programa estão disponíveis no site https://www.umaempresaetica.com.br, que passou por recente atualização de conteúdo e modernização do visual.

A iniciativa Uma Empresa Ética também estará disponível para as startups que participam do programa ABES Startup Internship que visa fortalecer o empreendedorismo no Brasil, oferecendo acesso aos serviços da ABES sem custo por 6 meses. Para mais informações, acesse: https://abessoftware.com.br/associados/programa-startup-internship/

A ética é um ativo das empresas

Um programa de ética tem um valor tangível, pois ele melhora a reputação, a produtividade e, também, os resultados financeiros, sendo fundamental para empresas que realizam ou almejam contratos com a Administração Pública.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos. Por isso, entende que o papel da entidade é o de assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

Cinco chaves para alavancar a transformação digital com metodologias ágeis

Por Carla Coelho, vice-presidente de IBM Digital Sales para a América Latina

A transformação digital se tornou em uma aposta das organizações para criar ou manter uma vantagem competitiva duradoura, e nesse processo, tecnologias como a nuvem híbrida, inteligência artificial, internet das coisas, segurança de informação ou blockchain são um diferencial. No entanto, para realmente habilitar a transformação dos negócios, é necessário adotar uma cultura de inovação com um enfoque de ponta a ponta.

Um estudo da Forrester descobriu que os clientes que adotaram a abordagem de IBM Garage conseguiram gerar 10 vezes mais ideias inovadoras, levando-as à produção seis vezes mais rápido e ao mercado 67% mais rápido, obtendo 102% de retorno de investimento (ROI). Além disso, o estudo destaca cinco chaves que as empresas podem aplicar para acelerar suas transições rumo a inovação em escala, implementando metodologias de Garage:

1. Iniciar uma conversa sobre tecnologia. A conversa funciona quando se centra nos clientes, na inovação e nos resultados. Desta maneira, a tecnologia habilita a inovação com ênfase em suas capacidades e segurança, mas com a mente aberta para novas estratégias de teste e aprendizado, outros investimentos e diferentes tipos de fornecedores..

2. Utilizar os indicadores de negócio para eliminar os silos. Usar resultados reais para incentivar e reconhecer as a pessoas e as equipes de trabalho. A busca de melhorias nas métricas gera união entre as pessoas e departamentos para resolver os desafios. Trabalhar por um propósito comum, usando metodologias ágeis, é chave para o sucesso da inovação empresarial.

3. Definir como ponto de referência a experiência do cliente. Há uma razão pela qual a experiência do cliente deve ser seu principal pilar: clientes felizes compram mais, permanecem mais tempo e se tornam em seus embaixadores. Somar o conhecimento do time responsável pela experiência do cliente ao processo de inovação desde o começo, manterá a equipe focada na direção correta.

4. Aproveitar o poder da nuvem híbrida. As empresas têm em média entre 6-15 fornecedores de nuvem. A nuvem híbrida é uma realidade em qualquer empresa que busca aproveitar ao máximo sua experiência, seus sistemas existentes e deseja combiná-los com novas aplicações, tecnologias e serviços. Os enfoques de agilidade e inovação dos fornecedores de nuvem são uma fonte poderosa para a construção de novos negócios.

5. Incluir o ‘design thinking’ em cada passo da transformação. Sim, o design thinking é uma técnica importante para encontrar as necessidades e ideias que melhoram os produtos e as experiências dos clientes. Mas também é uma técnica poderosa para transformar as experiências dos funcionários, os processos de negócio e as relações com os parceiros.

Na IBM, ajudamos as empresas a acelerar seus processos de transformação e inovação, co-criando com equipes multidisciplinares através da IBM Garage, uma metodologia baseada em uma intensa colaboração que combina práticas ágeis com foco nas pessoas e no resultado desejado, para passar rapidamente das ideias à implementação.

Na América Latina, clientes como Conta Zap, CCAB, Elaw e Grupo Planetun transformaram seus negócios com a IBM, usando a metodologia IBM Garage.

Quando a inovação e a transformação se unem, os clientes podem se beneficiar de uma cultura de inovação e uma rápida adoção de novas tecnologias em questão de poucos trimestres, garantindo assim uma transformação real e duradoura.

Novas ferramentas de análises de dados visam ajudar a fornecer pacotes mais rápidos, um melhor atendimento aos pacientes e muito mais

Por Chris Stetkiewicz

Quando a Microsoft revelou o Azure Synapse Analytics há um ano, a empresa prometeu colocar dados e o poder da análise na ponta dos dedos das pessoas – em qualquer lugar de uma organização – enquanto liberava trabalhadores especializados em tecnologia para se concentrar em tarefas de maior valor do que gerenciar a infraestrutura de dados.

“Começamos com a hipótese de que é muito difícil para muitas organizações usar seus próprios dados e implantar a IA, e não há engenheiros de software suficientes no planeta para atender a necessidade de todas as análises que precisarão ser feitas”, disse John Macintyre, Diretor de Produtos de Azure Synapse e Plataforma de Análises da Microsoft. “Sabíamos que poderíamos tornar isso tremendamente mais simples.”

Com o Azure Synapse, a Microsoft oferece armazenamento de dados e análises ilimitados, conectando e simplificando múltiplas fontes de dados para que qualquer organização possa obter mais benefícios a partir de suas próprias informações.

Na quinta-feira, a Microsoft anunciou que a versão mais recente do Azure Synapse está em disponibilidade geral, e a empresa também revelou uma nova solução de governança de dados, o Azure Purview.

Nesse ano, desde que o Azure Synapse foi anunciado, a Microsoft diz que o número de clientes do Azure executando cargas de trabalho em escala de petabytes – ou o equivalente a 500 bilhões de páginas de texto impresso padrão – aumentou cinco vezes.

Isso inclui a gigante global de entregas FedEx. A empresa está colaborando com a Microsoft para construir o FedEx Surround, uma nova plataforma que usa produtos do ecossistema Azure, incluindo o Azure Synapse, que ajudará seus clientes a digitalizar suas cadeias de suprimentos e usar dados para gerenciar e rastrear o inventário em tempo real.

A FedEx verifica cada um dos 16 milhões de pacotes que fornece todos os dias mais de uma dúzia de vezes antes de chegar aos seus destinos. Isso gera enormes quantidades de inteligência logística útil. Esses dados são combinados com informações sobre tráfego e clima e armazenados no Azure Data Lake, um serviço de armazenamento e análise de dados escalável. Usando o Azure Synapse e o FedEx Surround, a empresa extrairá insights que poderão permitir entregas mais rápidas e eficientes.

“A capacidade de responder aos sinais digitais e ajustar a cadeia de suprimentos em benefício de nossos clientes e seus clientes é um diferencial fundamental para nós. Esse é o valor de próxima geração que queremos trazer aos clientes, e não poderá ser feito sem aproveitarmos o poder dos dados”, disse Sriram Krishnasamy, Vice-presidente Sênior de Programas Estratégicos da FedEx Services.

Nos próximos meses, a empresa planeja implantar o FedEx Surround para apoiar a distribuição de vacinas de COVID-19, o que exigirá uma orquestração cuidadosa para mantê-las preservadas na faixa de temperatura necessária enquanto se deslocar pela rede da empresa.

“Os insights que ganhamos com a análise contínua nos ajudam a otimizar nossa rede. Assim, à medida que a FedEx move remessas críticas de alto valor em todo o mundo, muitas vezes podemos prever se essa entrega será interrompida pelo tempo ou pelo tráfego e remediar essa interrupção, encaminhando a entrega para outro local”, disse Krishnasamy.

Usando dados para atender melhor os pacientes

Ser capaz de prever e planejar mudanças – imediatas e a longo prazo – pode fazer a diferença em praticamente qualquer negócio. Para Wolters Kluwer, provedor global de informações profissionais, software e serviços, os dados desempenham um papel fundamental em suas operações estratégicas, notadamente em sua divisão de saúde.

Por exemplo, a Wolters Kluwer construiu uma plataforma de engajamento do paciente que ajuda os profissionais de saúde a prever quando as condições médicas podem exigir acompanhamento do tratamento ou uma intervenção rápida após os pacientes saírem de um hospital. Além disso, seus sistemas de vigilância clínica extraem dados em tempo real a partir de prontuários eletrônicos de saúde para gerar alertas sobre condições clínicas críticas usando modelos predictivos.

“Nossos clientes estão tentando normalizar e criar sentido a partir de grandes quantidades de dados. Com nossas soluções Health Language, temos a capacidade de limpar e padronizar dados e terminologias médicas para permitir análises em cima disso”, disse Jean-Claude Saghbini, Diretor de Tecnologia da Wolters Kluwer para Saúde.

Antes de adotar o Azure Synapse, a Wolters Kluwer consolidou todos os seus dados de saúde de vários locais no Azure Data Lake, eliminando os “silos de dados” que impediam os funcionários de acessar e trabalhar com múltiplas fontes de dados. O Azure Synapse forneceu as robustas operações de machine learning (MLOps) necessárias para criação de um data lake entre produtos e fontes de dados, bem como pipelines de dados para suportar análises e IA avançada.

“Isso trouxe todos os nossos ativos de dados para um só lugar, para que as pessoas possam usá-los e processá-los, e usar o Azure Synapse para processar todos os dados é um dos grandes facilitadores dessa estratégia”, comentou Saghbini.

Em outro exemplo do valor de um gerenciamento de dados otimizado, a Wolters Kluwer foi capaz de customizar seu conteúdo aos dois milhões de médicos que usam sua plataforma de suporte clínico UpToDate todos os dias. Os dados anônimos de pesquisas clínicas da empresa têm sido usados por pesquisadores para identificar tendências locais ou globais de saúde. Por exemplo, um estudo mostrou que um aumento nas pesquisas relacionadas ao COVID-19 no UpToDate poderia sinalizar um aumento nas mortes relacionadas ao COVID por mês no futuro.

Uma solução caseira para catalogar dados

Enquanto os clientes estavam usando o preview do Azure Synapse no último ano, os engenheiros da Microsoft estavam ocupados desenvolvendo um novo serviço de governança de dados para automatizar a descoberta e catalogação de todos os dados, seja a partir de ambientes on-premises, multi-nuvem ou Software como um Serviço (SaaS). O Azure Purview, agora disponível em preview público, inicialmente permitirá que os clientes entendam exatamente quais dados eles têm, gerenciem sua conformidade com as regulamentações de privacidade e obtenham insights valiosos mais rapidamente.

O Azure Purview começou como um esforço interno de vários anos para ajudar nos esforços de transformação digital e conformidade de privacidade dentro da própria Microsoft. Mike Flasko, Diretor de Produtos do Azure Purview, lidera a equipe que trabalha com os principais executivos de dados, privacidade e segurança da companhia para criar produtos de análises e gerenciar os próprios volumes de dados da empresa, e os sistemas complicados que a Microsoft implanta para gerenciá-los.

Como muitas empresas, os engenheiros de dados, cientistas de dados e analistas de negócios da Microsoft precisam processar e entender esses grandes e intrincados fluxos de dados.

“À medida que modernizamos e trabalhamos buscando atender nossas próprias necessidades, aprendemos muito sobre o que é preciso para transformar digitalmente a Microsoft e gerenciar a privacidade de dados”, citou Flasko. “Cada vez mais clientes estavam nos dizendo que precisavam entender onde estavam todos os seus dados, como eles se movem e como poderiam acessá-los. Seus desafios eram semelhantes ao que estávamos experimentando dentro da Microsoft.”

Assim como o Azure Synapse representou a evolução do data warehouse tradicional, o Azure Purview é a próxima geração do catálogo de dados, diz a Microsoft. Ele se baseia nos recursos de pesquisa de dados existentes, adicionando aprimoramentos para cumprir as leis de manipulação de dados e incorporar controles de segurança.

“O Azure Purview foi projetado para ajudar os clientes a maximizar o uso compatível de seus dados”, disse Flasko. “Ele garante que você tenha uma compreensão abrangente de seus dados, como eles se movem e com quem você compartilhou os mesmos, o que é fundamental para o uso e governança eficazes dos dados.”

O serviço inclui três componentes principais:

  • Detecção, classificação e mapeamento de dados: O Azure Purview encontra automaticamente todos os dados de uma organização no local ou na nuvem, e avalia as características e sensibilidade dos dados. A partir de fevereiro, também será possível fazer o mesmo com dados gerenciados por outros provedores de armazenamento.
  • Catálogo de dados: O Azure Purview permite que todos os usuários pesquisem dados confiáveis usando uma experiência simples baseada na Web. Os gráficos visuais permitem que os usuários vejam rapidamente se os dados de interesse são de uma fonte confiável.
  • Governança de dados: O Azure Purview fornece uma visão panorâmica do cenário de dados de uma companhia, permitindo que os executivos de dados governem eficientemente seu uso. Isso permite insights fundamentais, como a distribuição de dados entre os ambientes, sobre como os dados estão se movendo e onde os dados confidenciais são armazenados.

A Microsoft diz que essas melhorias ajudarão a quebrar as barreiras internas que tradicionalmente complicavam e retardavam a governança de dados.

“Queríamos tornar o mais fácil possível para que nossos aplicativos, e os aplicativos de nossos clientes, interagissem entre si. Fizemos isso integrando e automatizando os sistemas de dados e ensinando-os a conversar com o Azure Purview. Isso permite que os engenheiros de dados sejam apenas engenheiros de dados, e os cientistas de dados possam ser apenas cientistas de dados”, finaliza Flasko.

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Stefanini adquire duas unidades da Diebold Nixdorf no Brasil

A Stefanini , referência em soluções digitais, está expandindo seus serviços para o segmento financeiro. A empresa transnacional brasileira, que acaba de comemorar seu 33º aniversário, anuncia a aquisição das unidades de negócio de detecção de fraude on-line e de software local da Diebold Nixdorf Brasil, com foco na prevenção de fraude de comércio eletrônico e automação de canal. A aquisição foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). As empresas não divulgam os termos financeiros do acordo. Vale destacar que a Diebold Nixdorf continuará oferecendo suas soluções bancárias e de varejo líderes no mercado brasileiro, mantendo abrangentes canais de serviços em todo o País.

Com experiência de 18 anos no sistema financeiro e instalado em milhões de dispositivos, a suíte OFD (Online Fraud Detection) viabiliza o e-commerce, oferecendo a melhor solução para usuários e consumidores de transações eletrônicas baseadas na web via Desktop, Celular e ATM. Ou seja, o software pode ser instalado em qualquer canal da estrutura bancária, incluindo dispositivo móvel, desktop ou caixa eletrônico, por exemplo, para detectar eventos associados a possíveis fraudes – desde clonagem de cartão de crédito até movimentações financeiras não usuais via dispositivo móvel.

“A suíte OFD complementa nossa torre financeira, que hoje é liderada pela Topaz, empresa do Grupo Stefanini que possui um núcleo bancário completo, com grande benefício de segurança e eficiência em relação a seus concorrentes, pois inclui modelos de pagamento, combate à lavagem de dinheiro, e flexibilidade para criar produtos que atendam às demandas específicas dos clientes”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Além da unidade de prevenção de fraudes, a Stefanini adquiriu alguns ativos relacionados à automação de canais de atendimento, que incluem soluções de agência/caixa, autoatendimento, mobile banking, internet banking, abertura de contas em plataforma móvel, compensação de cheques, solução biométrica e troca de chaves.

“A chegada dos recursos de antifraude e automação de canais ao Grupo Stefanini integra a estratégia da multinacional brasileira de agregar mais valor aos negócios fechados na área financeira. A expectativa é expandir a oferta para outras regiões onde a Stefanini está presente”, destaca Jorge Iglesias, CEO da Topaz e responsável pela torre financeira da Stefanini.

De acordo com Elias Rogério da Silva, presidente da Diebold Nixdorf no Brasil, a empresa decidiu vender o OFD e a unidade de software local relacionada para aumentar o foco em seus centros de desenvolvimento mundial – incluindo suas ofertas globais do software Vynamic, que já atendem e continuarão a atender clientes brasileiros. “A Diebold Nixdorf continuará sua forte presença no Brasil, e seu trabalho como líder absoluto do mercado de soluções bancárias, incluindo hardware, software e serviços de ATM”, destaca o presidente. Após a venda, a Diebold Nixdorf também planeja trabalhar em colaboração com o Grupo Stefanini como um fornecedor de soluções digitais para continuar atendendo às necessidades gerais dos clientes bancários no Brasil.

“A aquisição do software antifraude da Diebold e das soluções de automação de canais reforça os planos da Stefanini de ser reconhecida como uma empresa full-banking, com soluções financeiras ponto a ponto”, acrescenta Stefanini.

73% dos varejistas globais estão convencidos de que a Inteligência Artificial pode agregar valor à previsão da demanda

A LLamasoft , fornecedora líder em soluções corporativas para tomada de decisões estratégicas integradas à Inteligência Artificial, publicou o resultado da Pesquisa Global de Varejo – Estudo da Cadeia de Suprimentos Integrada à Inteligência Artificial, realizada pela Retail Systems Research (RSR) – empresa de pesquisa do setor de varejo. O estudo foi realizado com 82 executivos seniores da indústria do varejo e revelou que 73% dos varejistas acreditam que a Inteligência Artificial (IA) e o Machine Learning podem agregar um valor significativo aos seus processos de previsão de demanda. Além disso, mais da metade afirma que pode melhorar outras oito capacidades críticas da cadeia de suprimentos.

A pesquisa também descobriu que enquanto 56% dos varejistas com alta performance, também conhecidos como os ‘Varejistas Vencedores’*, utilizam tecnologia para modelar planos de mitigação de riscos nas suas cadeias de suprimentos, 31% não fazem o mesmo. Em geral, 56% dos entrevistados estão lutando pela habilidade de responder rapidamente às mudanças, e a falta de flexibilidade teve um custo durante as disrupções, como a da COVID-19, com muitos deles experimentando resultados de grandes quedas em suas receitas.

Adicionalmente, 73% dos ‘Varejistas Vencedores’ contam com a previsão e habilidade de monitorar a capacidade, permitindo que estejam preparados às mudanças repentinas na oferta e na demanda, em comparação à 35% dos ‘Outros’ ou ‘Varejistas de Baixa Performance’. Este é um indicador claro de que os ‘Varejistas Vencedores’ estão ultrapassando a concorrência ao prever e se preparar para o futuro. No entanto, sem a habilidade para adaptar-se a estes picos repentinos por meio dos planos de contingência, a previsão não terá muita utilidade. Por isso, ambos devem estar fortemente relacionados para “produzir” um ‘Varejista Vencedor’.

A COVID-19 ilustrou com maior profundidade que, a partir de agora, os varejistas devem ajustar-se ao mundo “nunca normal” em que vivemos hoje, e precisam atuar de uma forma consistente para permitir uma resposta mais rápida e direcionada ao sucesso. Sempre existirão variações de mercado e disrupções, o que significa que os varejistas devem ser capazes de prever estas mudanças e se adaptarem rapidamente. Em uma última análise, isto não é uma novidade. Enquanto a COVID-19 acelerou certas mudanças, como por exemplo, a transição para o e-commerce, os hábitos do varejo já estavam se transformando e a necessidade de adaptação já era uma preocupação relevante.

A seguir, relacionamos o que o estudo encontrou quando foi observado o que os ‘Varejistas Vencedores’ estavam fazendo para se destacar:

• 53% dos ‘Varejistas Vencedores’ investiram em cientistas de dados com experiência em análises de dados e ferramentas de modelamento, enquanto apenas 22% dos varejistas de baixa performance fizeram o mesmo;

• 80% dos ‘Varejistas Vencedores’ considera “de alto valor” o modelamento da previsão de demanda utilizando indicadores macro, enquanto apenas 65% dos varejistas de alta performance considera o mesmo.

• 53% dos ‘Varejistas Vencedores’ classificam as questões geopolíticas como tarifas; guerras comerciais e mudanças rápidas na demanda do consumidor como seus três principais desafios, enquanto apenas 23% dos varejistas de baixa performance classificam o mesmo.

• Enquanto 46% dos varejistas que apresentam média ou baixa performance estão agarrados ao “velho normal” e focados em custo (em detrimento da flexibilidade), somente 38% dos ‘Varejistas Vencedores’ fazem o mesmo.

Ao invés de implementar novas tecnologias de IA e analíticas que permitem com que as organizações estejam mais bem preparadas para o futuro, os varejistas de baixa performance estão lutando para deixar para trás as estratégias que focam em encontrar um ponto de custo mínimo de fabricação, baseando-se em “produto por produto”. O contraste é nítido: aqueles que podem preparar-se para o inesperado – vencerão. Já os que são incapazes de adaptar-se – falharão.

Enquanto alguns varejistas estão mais à frente em termos de habilidade técnica, o estudo mostra que a indústria do varejo como um todo, tem muito espaço para melhorias. Por exemplo, mais de 50% de todos os varejistas entrevistados disseram que seus sistemas atuais estão causando um problema “grande” ou “relevante” em todas as 10 capacidades da cadeia de suprimentos que foram apresentadas a eles. Além de que 13% dos varejistas ainda nem planejam investir em tecnologia.

“É perceptível que a digitalização se tornou um caminho sem volta. Neste cenário, não há dúvidas de que a empresa que utilizar tecnologia de ponta e trabalhar melhor seus dados se destacará no mercado. A pesquisa mostrou que muitos países se destacaram no varejo e no Brasil não foi diferente, principalmente pelo ‘boom’ do e-commerce”, comenta Max Mascarenhas, Vice-Presidente de Vendas Latam da LLamasoft.

Com a mudança de hábitos do varejo e o processo acelerado pelos impactos da COVID-19, os atuais ‘Varejistas Vencedores’ estão preparados para triunfar mais uma vez. Os compradores estão rapidamente migrando para o e-commerce, uma mudança que sem dúvida contribuirá para as flutuações na oferta e na demanda. Varejistas com tecnologia para prever estas mudanças, modelar planos e opções de contingência, e rapidamente adaptar sua estratégia da cadeia de suprimentos para atender à nova demanda e ainda evitar o excesso de suprimentos, serão vencedores. Aqueles que não forem capazes, arriscam-se a serem deixados para trás com vendas abaixo das metas e perdas ocasionadas pelo desperdício.

Esta pesquisa demonstra que existem nítidas variações de performance entre os ‘Varejistas Vencedores’, que estão tirando grande proveito das tecnologias preditivas e das plataformas de tomada de decisão corporativas para entregar respostas mais rápidas e inteligentes às disrupções e novas oportunidades, em comparação aos que ainda o não fazem.

*Na pesquisa global do varejo, a RSR frequentemente cita as diferenças entre empresas de alta performance comparando suas vendas e de seus concorrentes ano após ano. A RSR notou que uma performance de vendas consistente está relacionada ao resultado diferenciado de um conjunto de processos, estratégias e táticas. Eles nomearam estes que possuem alta performance de vendas comparáveis com o termo “Varejistas Vencedores”. “A definição da RSR para este Vencedores é: considerando um crescimento comparável médio das vendas da loja/canal do setor de 4,5%, foi então apontado que aqueles com vendas acima deste patamar seriam os “vencedores”, aqueles com vendas neste patamar seriam os “médios” e aqueles abaixo deste patamar de vendas seriam os “retardatários” ou “todos os outros”.

Metodologia


Para esta pesquisa, conduzida de maneira virtual pela Retail Systems Research (RSR) entre fevereiro e março de 2020, 82 executivos seniores da indústria do varejo foram entrevistados. Baixar a pesquisa.

Accenture conclui aquisição da End-to-End Analytics

A Accenture (NYSE: ACN) conclui a aquisição da End-to-End Analytics , uma boutique de consultoria em análise e ciência de dados. A Accenture anunciou a intenção de adquirir a companhia no dia 23 de novembro. Os termos da transação não foram divulgados.

Situada em Palo Alto (Califórnia), a End-to-End Analytics leva à Applied Intelligence da Accenture uma equipe de mais de 70 profissionais altamente qualificados em dados e análise estratégica, com profundo conhecimento em aplicação de otimização, machine learning e inteligência artificial em uma ampla gama de indústrias. A adesão da End-to-End Analytics, que possui sólida expertise no setor, em áreas como alta tecnologia, bens de consumo, varejo, complementa ainda mais os recursos da Accenture para ajudar os clientes a escalar a inteligência artificial em seus negócios.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiências: Para 71%, oferta de vagas de emprego está retraída ou praticamente inexistente na pandemia

Em meio à pandemia, a reivindicação por oportunidades para profissionais com deficiência se tornou ainda mais necessária. É o que mostra pesquisa da Catho realizada com mais de 1,4 mil pessoas com deficiência.

De acordo com o levantamento, para 71% dos profissionais, a oferta de vagas para o mercado de trabalho está retraída ou praticamente inexistente neste momento de pandemia. Para além do momento de incerteza, os respondentes acreditam que o foco das empresas em apenas cumprir da Lei de Cotas é o maior impeditivo para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Mesmo sendo parte expressiva da população brasileira, os mais de 45 milhões de brasileiros com deficiência ainda lidam com o preconceito e a exclusão no ambiente corporativo. Para os profissionais, a falta de perspectiva de carreira (56%) e a sensação de ser apenas um funcionário de cota (46%) são os fatores que mais os fazem desistir de um trabalho.

Ainda segundo a pesquisa, para que esse cenário mude, as pessoas com deficiência acreditam ser necessário que empresas olhem mais para fatores como salário compatível com a qualificação do profissional (65%), plano de carreira (50%) e bom ambiente de trabalho (43%).

Mutirão virtual de emprego oferece consultas em telemedicina e revisão de currículo

Atuando de maneira ativa na luta por inclusão há anos, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a empresa promove de maneira on-line e gratuita o Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito voltado exclusivamente para esse público com oferta de vagas e apoio de grandes empresas como Ambev, Burger King, Vivo, CCR, Grupo Almaviva, Santa Causa, Consolidar e Santo Caos.

Neste ano, a programação do evento contará com workshop sobre como ter o currículo de sucesso, palestras com recrutadores e especialistas, além de painel com influenciadores e revisão de currículos.

O evento contará, também, com o sorteio de consulta on-line (telemedicina). A ação visa aumentar o número de profissionais com laudo, visto que segundo pesquisa da Catho, 72% já tiveram problemas na hora de ser contratado devido ao documento.

Na segunda edição do evento, o mutirão tem como principal proposta colocar em prática o manifesto do Minha Vaga Por Direito, movimento da Catho que, desde 2018, reivindica mais oportunidades ao profissional com deficiência. Em 2019, na primeira edição, mais de mil vagas de emprego foram ofertadas.

“O mutirão tem o objetivo de tornar em ação efetiva nossos esforços com relação a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para nós, o evento acontece como um impulsionador de empregabilidade para esse público que está em busca de oportunidades, é capacitado mas, esbarra, muitas vezes, na invisibilidade e discriminação. Sendo assim nosso propósito é contribuir para que esses profissionais sejam cada vez mais vistos, ainda mais agora com a pandemia e imposição de mais dificuldades”, afirma Morais.

Minha Vaga Por Direito

Data: 3 de dezembro, das 15h às 17h30.

Inscrição: https://www.minhavagapordireito.com.br/

Link para o evento: https://www.minhavagapordireito.com.br/

Entrada: Gratuita

FIAMG Lab anuncia 50 startups selecionadas para terceira jornada do programa de aceleração

Foram anunciadas as 50 startups que serão aceleradas na terceira jornada do FIEMG Lab 4.0, maior programa de aceleração de startups B2B com soluções industriais do Brasil. O Programa é dividido em três fases, com um ano de duração, e acontece dentro de uma lógica evolutiva, fortalecendo a conexão e a geração de negócios entre startups e indtechs. As startups terão acesso a um fundo para realização de provas de conceito – metodologia exclusiva que combina aceleração do negócio e da tecnologia, e mentorias com especialistas.

Para Gabriella Sant’Anna, coordenadora do FIEMG Lab, a metodologia é o que garante o sucesso do processo. “Criamos um programa pioneiro no Brasil que mescla um modelo de aceleração tanto tecnológica quanto de negócios, inspirado nos grandes polos industriais que são referência no mercado internacional. Vamos garantir maior aderência das startups na realidade do mercado, pois buscamos sempre por novas soluções e geração de negócios para startups e indústrias”, explica.

O Programa possibilita ainda a conexão das startups participantes com grandes players do setor. Os empreendedores terão a oportunidade de receber orientação de indústrias-madrinhas, como Usiminas, Anglo American, Vale, Gerdau, RHI Magnesita, Fiat Chrysler (FCA), além de possibilitar o acesso à rede da FIEMG, que conta com mais de 15 mil indústrias.

Para conhecer as selecionadas do FIEMG Lab 4.0, basta acessar fiemglab.com.br

Cinco dicas para se sair bem em entrevistas por vídeo em casa

Nos últimos meses, participar de processos seletivos online e entrevistas por vídeo tornou-se comum. Porém, mesmo que a seleção aconteça em casa, de maneira remota, é fundamental estar preparado e checar que tudo corra de forma segura.

Pensando nisso e com o objetivo de orientar candidatos a terem uma boa performance durante a entrevista, Ronaldo Bahia, CEO e fundador da JobConvo (https://www.jobconvo.com/pt-br/) – startup de recrutamento, seleção e admissão digital, por meio de inteligência artificial – dá cinco dicas de como se portar durante uma entrevista por vídeo.

Conectividade e Ambiente:
Antes de começar a entrevista, é importante testar a conexão de internet e a câmera do computador. Um dos principais problemas que acontece em entrevistas online são técnicos – desde o sinal da internet à câmera do computador do candidato apresentam falhas de sinal.

Procure um ambiente confortável, quieto e com boa iluminação e sinal de internet, que não desvie a sua concentração e nem a do entrevistador. Lugares com ruídos de barulhos tiram a atenção do recrutador e candidato, além de atrapalhar o andamento da conversa e entendimento do entrevistador sobre as respostas dadas.

Pontualidade:
Um dos erros mais comuns que acontece é em relação à pontualidade na entrevista e isso causa uma má impressão sobre o candidato. Ficar online, cinco minutos antes de iniciar a entrevista ajuda a se preparar para o bate-papo e evitar possíveis imprevistos.

Conheça a empresa:
Estudar sobre a empresa e elaborar perguntas para o recrutador, independente se a entrevista é online ou presencial, é fundamental e causa boa impressão.

Ao se candidatar para uma posição em uma empresa, pesquise sobre valores e cultura, mercado de atuação, concorrentes, etc. Este é um momento importante para tirar dúvidas, porque o candidato também está avaliando se esse é a melhor empresa para trabalhar. Atitudes assim demonstram o interesse do candidato sobre a empresa e a vaga desejada.

Objetividade e respeito ao recrutador:
Ser claro e objetivo nas respostas, respeitar o tempo de fala do recrutador, sem interrompê-lo, para depois o candidato colocar seus pontos às perguntas realizadas é importante e causam boa impressão.

Vestimenta:
Mesmo que o processo acontece em casa, é importante nos arrumarmos para receber uma ligação online. É importante pensar como se estivesse indo para a empresa fazer a entrevista, como você iria vestir-se? Vista-se para impressionar!

OTAWA Health desenvolve solução baseada em IA para detectar manchas típicas de Covid-19 em radiografias

Uma aplicação prática de Inteligência Artificial capaz de analisar radiografias de pulmão e detectar padrões visuais de COVID-19, agilizando assim a triagem de pacientes: este é o resultado das pesquisas e testes desenvolvidos pela OTAWA Health, cujo projeto foi um dos selecionados pelo IdeiaGov, hub de inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para enfrentar os desafios do Governo do Estado de São Paulo.

O projeto-piloto está em andamento no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Conforme explica Paulo Gusmão, Cofundador e CEO da OTAWA Health, a solução recebe automaticamente, em um servidor PACS na nuvem, as imagens radiológicas enviadas pelos equipamentos de raio-X do Hospital das Clínicas e dos hospitais parceiros. Depois disso, a rede neural criada pela OTAWA Health , determina quais são as radiografias de tórax, realiza a análise das imagens e as classifica com Sim ou Não de acordo com a presença de alterações radiológicas sugestivas para covid-19. Atualmente, a rede neural apresenta um AUC 0,93 com 90,0% de sensibilidade e 85,6% de especificidade, e um tempo médio de resposta ao redor de 15 segundos.

“O principal impacto deste projeto é a definição de um processo de triagem de pacientes com sintomas da doença nas emergências dos hospitais, com grande probabilidade de acerto, utilizando para isso apenas aparelhos de raio-X já existentes na grande maioria dos hospitais, clínicas e postos de atendimento espalhados pelo Brasil e pelo mundo”, diz Paulo Gusmão.

Além do servidor PACS (Picture Archiving and Communication System, em português, Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens) na nuvem pronto para receber as imagens enviadas pelos hospitais, a OTAWA Health também desenvolveu um aplicativo móvel que permite aos médicos tirar fotos das radiografias de tórax e enviar para a análise pela rede neural com um simples toque na tela. Apesar deste aplicativo não estar fazendo parte do projeto-piloto, para o executivo, o aplicativo móvel tem grande utilidade para médicos que estejam atuando em áreas com baixos recursos, com equipamentos de raios-X mais antigos e sem conexão à internet, e carentes de médicos radiologistas trazendo benefícios significativos para a saúde da população. “Nossa plataforma de IA já possui interface em Português, Inglês e Espanhol, pois os problemas que existem aqui também existem em diversos outros países em desenvolvimento. Além de salvar vidas, o sucesso deste projeto de IA implica em menos desgaste dos profissionais de saúde e seu consequente aproveitamento em outras atividades mais estratégicas”, afirma o executivo.

A expectativa é que, ao término do projeto-piloto, a solução possa efetivamente começar a ser utilizada por hospitais em todo o Brasil, uma vez que a pandemia continua presente e a segunda onda já acontece em diversos países.

Fluke anuncia novo Diretor Geral América Latina

A Fluke , líder global em tecnologia portátil de teste e medição, anuncia Luiz Ribeiro como novo Diretor Geral da companhia para a América Latina. O executivo será responsável por toda operação da Fluke na região. Ribeiro possui sólida experiência na direção geral de grandes empresas e no segmento industrial.

A Fluke atua em mais de 10 países da América Latina. No Brasil, a companhia conta com uma equipe de 70 distribuidores , mais de 2.000 produtos comercializados e 200 pontos de vendas. O mercado brasileiro figura entre os prioritários para a multinacional americana entre os países emergentes, onde a companhia está presente com os seus principais produtos e soluções. A Fluke pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US﹩ 6.2 bilhões.

Luiz Ribeiro é Engenheiro Mecânico e de Manufatura pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), concluiu MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), especialização da USP e trabalhou em empresas do Grupo Fortive e Danaher durante sete anos. Antes de ingressar na Fluke, o executivo atuou como General Manager da plataforma de automação e sensores da Fortive na empresa SPTech, Kollmorgen e Danaher Sensos and Control. Também acumulou experiência em diferentes negócios, incluindo automação e sensores, motores a diesel, eletrodomésticos, cadeiras de rodas e metrôs.

Bradesco é o primeiro banco privado a aderir ao gov.br

Uma parceria do Bradesco com o Governo Federal possibilitará aos clientes utilizarem a autenticação do Banco para acessar os serviços digitais oferecidos pelos Governos Federal, Estaduais e Municipais que estão integrados no portal gov.br. A novidade já está disponível.

O Bradesco é o primeiro banco privado a oferecer esse tipo de serviço. A iniciativa facilita o acesso dos clientes do Banco aos mais de 2.400 serviços digitais disponíveis no Portal do Governo e que podem ser utilizados remotamente. “O pioneirismo em conceber soluções de ponta é uma das marcas ao longo de nossa história. As novas funcionalidades tecnológicas são absorvidas e utilizadas pelo Bradesco com o objetivo de direcionar sua aplicação em conveniência e facilidade a serviço do cliente”, afirma José Gomes Fernandes, Diretor de Segurança Corporativa do Bradesco.

Hoje, 63% dos 3,9 mil serviços do governo brasileiro já estão totalmente digitalizados e podem ser resolvidos remotamente, seja pelo celular ou computador. “A facilidade e a simplicidade com que os clientes do banco passam a acessar os serviços do governo federal é o diferencial com que trabalhamos nesta ação e desejamos expandir ainda mais. Os clientes do Bradesco agora não precisam memorizar novos login e senha ou, ainda, fazer cadastros adicionais para acessar todos os serviços disponibilizados pelo Governo. Queremos o governo cada vez mais integrado, na palma da mão dos brasileiros, como definimos na Estratégia de Governo Digital 2020-2022 e como estamos aplicando nesta ação”, ressalta o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade.

Tendo como base a rigorosa política de segurança que o Bradesco adota para proteção das informações de seus clientes, o acesso via conta será usado somente se o cliente autorizar – e essa autorização pode ser cancelada a qualquer momento. Ao autorizar, o Governo só terá acesso ao nome e CPF do cliente e não aos dados da conta bancária.

Confira o passo a passo:

• O Cliente deverá acessar o site gov.br, escolher o serviço desejado, e clicar no ícone do Bradesco;

• Neste momento, será preciso informar o número da Agência e conta, fazer a validação digital com o QR Code e digitar a senha de 4 dígitos;

• Antes de finalizar, o cliente deverá ler e concordar com o termo de uso e, por fim, clicar em “Autorizar” para realizar o acesso.

The Coffee anuncia aporte Series A de R$ 28 milhões

A The Coffee, foodtech curitibana de cafés, anuncia aporte series A de R$ 28 milhões liderado pela Monashees e com a participação da Norte Ventures e Shift Capital. O investimento terá papel fundamental na estratégia de expansão nacional e internacional que a empresa planeja para o final deste ano e início de 2021.

Fundada por três irmãos curitibanos, Alexandre Fertonani, Carlos Fertonani e Luis Fertonani, a startup nasceu com o objetivo de trazer uma nova experiência e conceito de cafeterias para o país. “Somos apaixonados pela cultura japonesa e depois de muitas viagens ao Japão, decidimos criar uma empresa que trouxesse a cultura To Go para nosso mercado”, conta Alexandre Fertonani, co-founder da The Coffee.

Os elementos da cultura japonesa podem ser vistos em todos os lugares, principalmente no que diz respeito a uso de tecnologia, alta qualidade e minimalismo. “Entendemos que a tecnologia é tão importante quanto o próprio grão do café”, afirma Fertonani. Ao chegar em alguma unidade The Coffee já é possível entender que a modernidade é uma realidade. “Queremos proporcionar uma experiência para nossos clientes desde o primeiro momento. Como não aceitamos dinheiro, o próprio consumidor faz o seu pedido no nosso tablet ou app mobile e finaliza o pagamento com cartão. Tudo de forma 100% intuitiva, moderna e dinâmica”, completa Alexandre.

Hoje, a foodtech tem 30 lojas abertas no Brasil – em Curitiba, São Paulo, Florianópolis, Belo Horizonte, Fortaleza, Blumenau e Balneário Camboriú. Mas com o aporte a expectativa é aumentar esse número para 100 estabelecimentos até o final de 2021. Segundo o co-founder, “por sermos minimalistas e usarmos tecnologia, nosso negócio pode ser escalável com maior rapidez e facilidade do que as cafeterias tradicionais”.

Além das demais capitais brasileiras e cidades com mais de 300 mil habitantes, outro foco da The Coffee é a expansão internacional e a primeira parada é o continente europeu. “Vamos começar por Espanha e Portugal para depois ir entrando em outros mercados. Além da questão financeira, existe todo um processo burocrático que deve ser respeitado para entrar num novo país, sem contar que as necessidades e forma de consumo de cada lugar é diferente também”, diz o co-founder. Serão duas lojas em Lisboa, duas em Madri e duas em Barcelona e a expectativa é que todas sejam inauguradas no primeiro trimestre de 2021.

As lojas também seguem um conceito minimalista e têm, em média, 6m². Esse design e arquitetura dos espaços, somados a tecnologia e a alta qualidade das bebidas oferecidas no cardápio deixam a marca ainda mais forte no mercado. “Prezamos muito pelo que construímos até aqui. Cada detalhe do logo, do menu do tablet, cardápio, embalagem foi pensado para que a The Coffee fosse mais que ‘mais uma cafeteria’. Nosso desejo é que nosso público seja mais mais que um comprador de produto. Seja parte de todo e compartilhe desse lifestyle que estamos desenvolvendo.

Além do aumento das lojas físicas, a foodtech também vai ampliar o canal de receita para um e-commerce, que deve ser lançado ainda esse ano. A loja vai vender produtos da marca, como os cafés especiais. “Com a loja online conseguiremos atender um público ainda maior e fortalecer ainda mais a marca da The Coffee pelo país”, conclui Fertonani.

Após sanção da LGPD, pesquisa aponta que 82% das empresas ainda estão despreparadas, segundo ICTS Protiviti

Completando um ano de análise e acompanhamento sobre a adequação das empresas à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), uma nova pesquisa realizada pela ICTS Protiviti, consultoria de gestão de riscos e compliance, mostra que houve crescimento nas ações das empresas se comparado ao cenário de 2019, mas ainda há muito o que se fazer para que os processos das organizações estejam preparados para os requisitos da nova Lei.

O levantamento atual, que contou com a participação de 296 empresas, mostra que mesmo após a sanção da LGPD, 82% das empresas ainda se mantêm atrasadas com as ações de adequação. Quando comparamos períodos, entre outubro de 2019 e março desse ano, apenas 16% das empresas estavam maduras para lidar com os requisitos da Lei, enquanto nos últimos seis meses, entre abril e setembro, esse indicador subiu para 24%. Ou seja, houve um aumento de 50% na quantidade de empresas que estão melhor preparadas para a LGPD.

“Em meio à pandemia, houve uma redução no engajamento das empresas, fruto das preocupações que circulavam o momento, como a criação de ações para a sustentação dos negócios. Somado às indefinições da vigência da Lei, tivemos uma redução de 89% no interesse das organizações avaliarem seus processos para a adoção de medidas exigidas pela Lei. Agora, em vigor e com empresas sendo autuadas a partir de outros órgãos, que não a ANDP (Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais), que passará a multar apenas em agosto de 2021, as empresas começaram a correr com seus processos”, comenta André Cilurzo, especialista em LGPD e diretor associado da ICTS Protiviti.

Essa afirmação pode ser comprovada quando analisamos o crescimento neste ano das medidas de adequação. Enquanto em 2019 apenas 34,9% das empresas possuíam políticas e normativos, em 2020 este número saltou para 45,2%. Outro percentual que reflete o avanço no preparo das empresas neste ano é o mapeamento dos dados pessoais sensíveis, que pulou de 23,3% no ano passado para 35,5% neste ano. Outro dado que chama a atenção no comparativo é a estrutura de proteção de dados, que sai de 17,1% para 32,3%.

Confrontando-se o nível de adequação das grandes empresas, que representam 22,1% das organizações pesquisadas, versus as micro e pequenas empresas, que somam 45,1%, nota-se que as grandes empresas estão em média 50,2% mais preparadas do que as micro e pequenas. Esta diferença reflete não apenas na maior capacidade de alocação de recursos para adequação, mas também a compreensão das grandes empresas de que estarão no foco das ações de fiscalização em 2021.

Para apoiar as organizações neste momento, a ICTS Protiviti reforça a importância das empresas conhecerem seu grau de preparação por meio de uma avaliação online e gratuita disponibilizada no Portal LGPD, que pode ser acessado pelo endereço.

Empresas de qualquer porte e segmento, após responderem a um conjunto de perguntas sobre sua organização, políticas e estruturas de proteção de dados pessoais e sensíveis, recebem automaticamente um relatório com o diagnóstico sobre sua adequação à LGPD e orientações de como iniciar ou evoluir seus esforços de preparação.

A Black Friday virou Black Week: varejo cresce 60% em vendas online na semana da data

A Black Friday 2020 confirmou a expectativa de especialistas por uma ampla digitalização por conta da pandemia. Segundo dados da Linx, empresa líder em tecnologia para o varejo, com mais de 45% de market share do setor, a semana inteira, popularmente conhecida como “Black Week”, foi o destaque da edição deste ano, registrando crescimento de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior, marcando a estratégia dos varejistas em estenderem as promoções para impulsionar a recuperação de vendas. O mês completo, ou “Black November”, aumentou seu faturamento em 70% na comparação com 2019. Já as vendas digitais nas 24 horas da Black Friday saltaram 32% em relação ao ano passado.

Acompanhando o aumento geral de vendas, os consumidores também colocaram mais a mão no bolso. Neste ano, no dia 27 de novembro, o ticket médio dos compradores online cresceu 3,5%, chegando a R$ 673,00, puxado pelas categorias mais vendidas: smartphones (30%) – que também foram os queridinhos das compras em 2019 -, eletrodomésticos (18%), TVs (11%), informática (10%) e ar e ventiladores (5%).

A companhia registrou também crescimento de 19% no volume de buscas online de produtos nas 24 horas da sexta-feira promocional, alcançando a marca de 48 milhões – desses, os smartphones também lideraram o interesse (27%), seguidos de tênis (11%), TVs (5%), geladeiras (5%) e fogões (4%). Somando todas as soluções da Linx, o pico de requisições por minuto chegou a 3,9 milhões. Os aplicativos ganharam mais destaque entre os canais online, sendo responsáveis por 19% das vendas totais, um salto de 16% em relação a 2019, impulsionando o total de vendas mobile, que atingiu 40% da receita total dos pedidos, um aumento de 5% no período.

As opções de compra e entrega também refletiram a realidade de isolamento social da pandemia. As soluções de omnicanalidade, que permitem aos clientes realizarem a compra em um canal e receberem por outro, alcançaram expressivos 69% de crescimento. O destaque do ano ficou por conta da modalidade de compra online com envio a partir da loja mais próxima, proporcionando maior agilidade na entrega, com salto de 142% em relação ao ano passado e representando 57% do total de pedidos. Na contramão, as compras online com retirada na loja física sofreram queda de 38%, com os clientes evitando ir às lojas, modalidade que representou apenas 5% das vendas.

Itaú Unibanco: participação das vendas online é maior que a de lojas físicas, pela primeira vez na Black Friday

A área de cartões do Itaú Unibanco divulgou hoje um balanço da Black Friday e do mês de novembro. Os números mostram que as vendas online atingiram 50,4% do total do volume transacionado na sexta-feira, um crescimento de 12,9% se comparado ao mesmo período de 2019. É a primeira vez, desde que a data se popularizou entre os consumidores no Brasil, que o volume de vendas em lojas físicas é superado pelo online.

O crescimento das vendas online foi puxado principalmente por 4 setores, Restaurantes (+88%), Material de Construção (+63%), Drogarias e Cosméticos (+37%) e Lojas de Departamento (+31%). Por outro lado, o volume de vendas nas lojas físicas caiu 27%, em relação a 2019.

“O crescimento na preferência dos consumidores pelas compras online é uma tendência do varejo e a aceleração dessa mudança pela pandemia trouxe um desafio extra para o Itaú, que focou os últimos meses no desenvolvimento e expansão de novas formas de pagamento que possibilitem aos nossos clientes realizar as compras de forma prática e com mais segurança”, diz Fernando Amaral, diretor de cartões do Itaú Unibanco.

Entre os novos meios de pagamento, o Itaú destaca o cartão virtual, que cresceu 153% em relação ao ano passado, e a maior utilização dos cartões com tecnologia contactless, que permitem transações por aproximação nas compras físicas.

Esse ano, as compras na Black Friday foram acompanhadas pelos times de cartões do Itaú de forma 100% remota, através de war rooms e lives com times multidisciplinares que trabalharam 24 horas, entre a noite dos dias 26 e 27 de novembro.

Cyber Monday

Cada vez mais popular entre os brasileiros, a Cyber Monday, com promoções destinadas exclusivamente ao e-commerce, movimentou 8,5% a mais em faturamento esse ano, na comparação com a segunda-feira pós Black Friday de 2019. No balanço geral de novembro, o desempenho das vendas online no Itaú ficou 21,2% acima do que foi registrado no mesmo mês do ano passado.

Rio Oil & Gas 2020 começa com discussões sobre inovação e importância das startups para o setor de O&G

A Rio Oil & Gas 2020 teve início nesta segunda-feira (30/11) com o Starting Up, sessões de debates em parceria com a Petrobras sobre as oportunidades e desafios para as startups na indústria de O&G e energia. A Starting Up foi apresentada pelo jornalista especialista em digital, Pedro Doria, e encerrada pela presidente o IBP, Clarissa Lins.

Os painéis trouxeram discussões sobre como o setor de O&G pode ser atrativo para empreendedores, as oportunidades para as startups geradas pelo segmento e como tem se dado a integração entre a cadeia de O&G e as startups, visando à construção de ecossistemas. Além disso, foram apresentados cases de startups de sucesso e compartilhadas, com empreendedores que estão começando, bem como lições aprendidas sobre este mercado.

Juliano Dantas, gerente-executivo da Petrobras-Cenpes, afirmou que qualquer que seja a estratégia da companhia será muito importante acelerar os processos de inovação, e, certamente, as startups têm papel fundamental neste contexto, já que trabalham como velocidade e novos talentos e trazem um novo modelo de pensamento para a indústria tradicional. “Para isso acontecer de fato, temos de construir um ecossistema que permita novas formas de contrato entre os grandes players e as startups, além de engajar as empresas com esse propósito da inovação”, disse.

Gustavo Araújo, CEO da Distrito, que reúne um dos ecossistemas de startups no Brasil, falou sobre o poder da inovação aberta. “O mercado está aprendendo que se manter conectado e ligado ao que está acontecendo ao seu redor é motor para a sua própria transformação. A inovação aberta acaba sendo muito eficiente num mundo em que as empresas têm que se transformar de maneira acelerada”, disse.

Ao analisar o mercado financeiro, por exemplo, antes de se abrir para a Fintechs, dois terços da população brasileira não tinham conta em banco, segundo Araújo. As fintechs reduziram essa taxa para 25%. “Podemos viver também um open energy, num mercado muito regulado. Isso irá gerar uma melhora de atendimento ao consumidor e custo menor de produção. Então, exercitar a inovação aberta é fundamental no setor de O&G, que já tem muita tecnologia, mas agora precisa passar a inovar nos seus modelos de negócio, atendimento ao consumidor, seguindo outros segmentos”, completou.

Claudia Diniz, Diretora Executiva do MiningHub, primeiro hub de inovação aberta do mundo no setor de mineração, explicou que as startups funcionam como um verdadeiro pilar de transformação do setor, ao empregar novas tecnologias para as áreas operacionais e administrativas. “É uma mudança cultural. Pegamos os desafios da nossa indústria e conversamos com todos os atores, entre fornecedores, pesquisadores e startups, para alcançarmos de forma rápida soluções para problemas comuns às mineradoras. O conhecimento gerado, ou seja, a propriedade intelectual dos projetos, continuam pertencendo às startups e, assim, fomentamos o empreendedorismo e a permanência dessas empresas no mercado”, afirmou.

“Acredito que nós, como IBP, temos de incentivar que esse tipo de hub seja criado no setor de O&G, já que somos uma plataforma de colaboração”, disse Clarissa Lins, presidente do IBP.

Ao encerrar a discussão, Christian Schock, diretor de O&G da Siemens, trouxe algumas dicas do que a empresa já está fazendo para contribuir para a descarbonização da indústria de óleo e gás, de olho no futuro. “É importante deixar claro que não iremos fazer todo o processo de transição energética do dia para a noite. Se olharmos para a história, todas as transições levaram cerca de 50 anos e agora não será diferente, visto que 80% da energia global ainda é baseada em hidrocarbonetos e a demanda vai aumentar 40% nas próximas duas décadas. A indústria de O&G sempre foi de grande inovação. Com a onda de descarbonização não será diferente e acredito que será ainda mais acelerado. A inovação é o grande foco da Siemens e, por isso, fomentamos startups a desenvolver soluções para os nossos parceiros”, concluiu.

Criando oportunidades para empreender

Mediado por Robert Nunes, Gerente Geral de Transformação Digital da Petrobras, o painel “Criando oportunidades para empreender na indústria de O&G e energia” também buscou discutir alguns dos desafios da parceria entre startups e empresas da indústria, além de como essa colaboração tem evoluído ao longo do tempo. Participaram da discussão Patrícia Grabowsky, Head de Inovação da Subsea 7, Pedro Leal Noce, Executivo de Inovação Raízen, Fred Arruda, CEO do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife (Cesar), Bruno Rondani, CEO da Open 100 startups.

A tarde também contou com representantes de startups que já atuam na área de O&G e estão escalando para um bate-papo sobre cases inspiradores e lições aprendidas.

“No final das contas, não é questão de ter uma boa tecnologia, mas de um mercado maduro para a tecnologia, e o mercado maduro para a tecnologia não é como se fosse uma onda perfeita. É uma tsunami turbulenta e violenta”, explicou Duperron Ribeiro, CEO da PhDsoft Technology Inc.

Já Leandro Basílio, CEO DeepSeed Solutions, ressaltou a importância de manter o foco, mesmo que haja diversificação do portfólio. “É muito sedutor, em alguns momentos, você diversificar em várias indústrias, com a promessa de escalabilidade, mas tenha em mente que, em um negócio em óleo e gás, você só vai conseguir se destacar se realmente se tornar um especialista”, ele defendeu.

Mediada por Alex Dal Pont, Gerente de Inovação em Ecossistemas Empreendedores da Petrobras, a rodada teve ainda a participação de Lelio Souza, CEO da Intelie, e José Augusto da Silva, CEO da Pipeway.

Premiação

A programação também contou com o Pitch de Startups. Avaliados por um júri de peso, como Amure Pinho, presidente da ABStartups, e Ricardo Marquini, Líder de parcerias em P&D da Total, entre outros, oito startups apresentaram seus projetos de tecnologia e inovação para o setor de O&G. As vencedoras desse desafio foram: Unidroid, em primeiro lugar, seguida por Instoor e RZX, em segundo e terceiro lugares, respectivamente. As startups ganharam um prêmio patrocinado pela Microsoft, e a melhor startup votada pelo público, um voucher de desconto em cursos da UnIBP, a universidade do setor de petróleo e gás.

Todo o conteúdo do primeiro dia da Rio Oil & Gas estará disponível integralmente para congressistas no canal On Demand da plataforma.

BTG Pactual lança fundo de tecnologia do Janus Henderson no Brasil

O BTG Pactual (BPAC11), melhor banco de investimentos da América Latina, está lançando o primeiro fundo feeder de tecnologia do Janus Henderson no Brasil.

O fundo feeder vai investir no fundo Janus Henderson Horizon Global Technology Leaders UCITS, domiciliado em Luxemburgo, um dos maiores fundos especializados em tecnologia da Europa.

O objetivo do fundo é gerar crescimento de longo prazo a seus investidores a partir de um portfólio diversificado de empresas de tecnologia de diversas partes do mundo, oferecendo aos investidores brasileiros acesso a setores que ainda não estão disponíveis no mercado local e exposição à companhias internacionais em posição de liderança em países onde a taxa de juros historicamente é baixa. O produto atende também à forte demanda dos investidores brasileiros por produtos lastreados em dólar.

Os fundos Janus Henderson Global Technology Dolar Fundo de Investimento de Ações Investimento no Exterior (feeder fund) e o Janus Henderson Global Technology Dolar FI em Cotas de FI Ações Investimento no Exterior foram lançados em outubro deste ano.

“Nossa parceria com o BTG Pactual e o lançamento deste novo fundo feeder nos aproxima dos clientes brasileiros e nos permite apresentar nossa expertise em investimento. O novo produto é uma resposta ao interesse brasileiro crescente por oportunidades de investimento no exterior. Janus Henderson está comprometido com o desenvolvimento e aumento de sua presença no Brasil, e o lançamento desse novo fundo é um importante primeiro passo nessa direção”, afirma Ignacio De La Maza, Head of Intermediary and Latin America para o Janus Henderson Group.

“O cenário de taxas mais baixas de juros no Brasil impulsionou a busca pela diversificação de carteira para alcançar retornos mais atrativos. Diante deste cenário, o BTG Pactual fortaleceu seu portfólio para oferecer mais alternativas e produtos exclusivos para seus clientes, inclusive oportunidades de investimentos no exterior. A parceria com o Janus Henderson Group é parte importante dessa estratégia, afirma Phylipe Corsini, Associate Partner do BTG Pactual.