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Positivo Tecnologia investe na startup EuNerd

Em linha com a estratégia de inovação e diversificação dos negócios, a empresa brasileira de tecnologia desenvolve a startup ao mesmo tempo em que complementa os próprios serviços de suporte técnico a clientes

A Positivo Tecnologia anunciou investimento e parceria estratégica para aceleração da EuNerd, startup de suporte de informática e infraestrutura de tecnologia da informação. A EuNerd surgiu em 2014 e atualmente possui uma rede exclusiva com mais de 25 mil técnicos, os chamados “nerds”. Tem presença em dois mil municípios brasileiros e possui como clientes diversas empresas de setores distintos como varejo, saúde, telecomunicações e serviços. A EuNerd também complementa o suporte técnico oferecido pela Positivo Tecnologia para clientes corporativos, numa parceria em serviços como configuração e instalação de dispositivos, rollout de notebooks e manutenção preventiva.

A escolha da Positivo Tecnologia pelo investimento e suporte estratégico à EuNerd está em linha com o momento de transformação dos negócios da companhia, que intensifica a prestação de serviços de tecnologia em diversas plataformas de hardware. Há grande sinergia entre a startup e a área de prestação de serviços de assistência técnica da empresa, chamada Positivo Techservice. Essa unidade da Positivo Tecnologia consiste em prestar assistência técnica a usuários de computadores, telefones e tablets. “Como integrante do nosso programa de aceleração de startups, a EuNerd tem a oportunidade de impulsionar os negócios ao mesmo tempo em que possibilita fortalecer nossa área de serviços. A aliança é benéfica às duas empresas assim como para nossos clientes”, ressalta Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia.

Além da sinergia com a Positivo Tecnologia, a EuNerd também tem apresentado crescimento nos resultados financeiros. No último ano, a receita aumentou 150% em relação ao período anterior. O processo de desenvolvimento de negócios e aceleração da EuNerd tem a participação de 13 executivos da Positivo Tecnologia. A equipe ajuda no desenvolvimento dos serviços, operação e formação da rede de técnicos de informática. O acordo entre as empresas estabelece ainda que a plataforma da EuNerd seja utilizada pela Positivo Techservice. “O diferencial dessa aliança com a Positivo Tecnologia é que, além de investir recursos na EuNerd, a Companhia também nos apoia nos processos, a partir da experiência de mercado e visão empreendedora”, explica Bruno Okamoto, CEO da EuNerd.

Programa de Corporate Venture Capital (CVC) da Positivo Tecnologia: estratégia de inovação da empresa brasileira de tecnologia.

A Positivo Tecnologia, por meio do Programa de Corporate Venture Capital, estimula empresas emergentes de diversos setores. Tem o objetivo de escalonar o desenvolvimento de startups que oferecem inovação ou acesso tecnológico no Brasil. Além da EuNerd, a Companhia também acelera outras 11 startups. São empresas que oferecem soluções para revolucionar negócios e o cotidiano das pessoas em segmentos como mobilidade, exames clínicos, agricultura e pecuária. Dentre elas estão a Hilab, a Hitech Eletric, @Tech e AgroSmart. O Programa, aliás, gerou à Positivo Tecnologia o reconhecimento de empresa líder em inovação aberta no Brasil em 2020, no segmento de eletroeletrônicos, segundo a plataforma global 100 Open Startups. “Agregamos ainda mais valor às investidas ao assessorar iniciativas e participar de projetos estratégicos a partir do envolvimento do nosso time de executivos”, conclui Graciete de Lima, responsável pelo Programa de Corporate Venture Capital da Positivo Tecnologia.

Sede do Inteli – Instituto de Tecnologia e Liderança – será no IPT

O Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), faculdade fundada por sócios do BTG Pactual, anuncia sede da instituição de ensino no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), no Butantã. O local, simbólico por ter sido âncora para a industrialização paulista no século XIX, está sendo revitalizado e vai reunir empresas, startups, pesquisadores e estudantes em um único local. A ideia é criar o Vale do Silício da América Latina.

“A parceria do Inteli com o IPT trará muitas sinergias positivas, ao criar um ambiente promotor da inovação, que estimula o empreendedorismo, a criatividade e o aprendizado. O Inteli será a primeira faculdade de tecnologia baseada em projetos do País, e faz todo sentido para nós estarmos inseridos no que se pretende ser o maior centro de inovação da América Latina”, afirma André Esteves, sócio sênior do BTG Pactual e fundador do Inteli.

Maíra Habimorad, CEO do Inteli, destaca que as obras do campus começam em junho. Segundo a executiva, será um espaço horizontal e arborizado de 9 mil m², que vai preservar a herança industrial do campus, inserindo aspectos modernos e tecnológicos. A ocupação do Inteli contará com 2 prédios com arquitetura exclusiva e tecnologia de ponta. As salas de aula, laboratórios, espaços de convivência, refeitórios e demais estruturas foram projetadas com capacidade para até 1800 alunos.

“A missão do Inteli é justamente oferecer todas as ferramentas e o ambiente propício para a formação dessa geração de líderes, que tem sede de conhecimento, espírito empreendedor, com forte capacidade de adaptação e totalmente orientada para a solução de problemas reais. A parceria com o IPT vai maximizar esse ecossistema de inovação”, complementa Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual e presidente do conselho da nova faculdade.

“A adesão da Inteli ao IPT Open Experience conecta-se ao nosso propósito de encurtar percursos na busca conjunta por soluções. Grandes empresas estarão próximas a laboratórios bem equipados e a outros agentes da cadeia de valor como pequenas empresas, startups e fundos de investimento. Isto tudo sem abrir mão da qualidade de vida num ambiente que aproximará empresários, trabalhadores, técnicos e estudantes num convívio sociocultural mais intenso e complementar ao viés tecnológico.”

As primeiras turmas estão previstas para fevereiro de 2022. Inicialmente serão oferecidos quatro cursos de graduação presenciais: Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Os cursos terão duração de quatro anos, divididos em 16 módulos. Além de aulas com professores experts, em cada módulo os estudantes desenvolverão um projeto para atender as necessidades de um parceiro de mercado, seja de empresas privadas, startups ou ONGs. Para o primeiro ano estão previstas 250 vagas. A meta é ter mil alunos matriculados até 2025.

O Inteli tem a missão de desenvolver seus alunos em três conjuntos de competências: computação, com aprofundamento em inteligência artificial, ciência de dados e segurança cibernética; negócios, abordando áreas como finanças corporativas, inteligência de mercado, marketing digital, people analytics e sustentabilidade; e comportamentais como comunicação, ética e resiliência. O objetivo é que os alunos aprendam, desde a primeira semana de aula, a causar impacto real na sociedade, orientados todo o tempo para buscar soluções para as ineficiências do mundo de forma prática.

Investimentos dos brasileiros ultrapassam R$ 3,9 trilhões no primeiro trimestre

O volume total dos investimentos das pessoas físicas no Brasil cresceu 1,9% no primeiro trimestre de 2021 e atingiu R$ 3,9 trilhões. De acordo com a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os segmentos de private e varejo alta renda puxaram a alta, com crescimentos de 5% e 2%, nesta ordem. Esses aumentos compensaram a queda de 2,6% no varejo tradicional. No mesmo período do ano passado, o volume financeiro dos três segmentos havia registrado queda de 5,3%, movimento influenciado pelo início da pandemia de Covid-19.

Private: recuperação das ações
O destaque do private ficou com os fundos de ações, cujo patrimônio líquido avançou 19,3% — até março de 2020, haviam registrado queda de 27,1%. O resultado contribuiu para a maior participação na carteira desses investidores: no primeiro trimestre de 2021, responderam por 9,1% do volume aplicado pelo private, frente a 8% em dezembro do ano passado.

As ações também brilharam no início do ano, com um aumento de 10,1% no volume financeiro — no primeiro trimestre de 2020, esses papéis registraram queda de 26,5%. Com o resultado de 2021, elas passaram a responder por 27,5% do portfólio desse segmento. “É um movimento importante a se observar, especialmente se considerarmos o fraco desempenho do Ibovespa nos primeiros meses deste ano. Por outro lado, tivemos um novo recorde do número de pessoas físicas na bolsa de valores, chegando a 3,5 milhões de contas, o que certamente impactou o resultado do trimestre”, avalia José Ramos Rocha Neto, presidente do Fórum de Distribuição.

As debêntures avançaram como alternativas de renda fixa: o volume financeiro nos títulos de dívida corporativos, que havia crescido 0,5% até março de 2020, registrou alta de 5,5% até o mesmo período de 2021.

Varejo: impactos na poupança
Entre os clientes do varejo, a poupança foi impactada pela conjuntura: houve redução tanto no volume financeiro (2,1% na soma dos segmentos) como no número de contas do varejo tradicional (retração de 18% no segmento). “A queda no patrimônio líquido e o aumento do número de contas fechadas podem refletir o resgate dos recursos mantidos como reserva financeira para fins de despesa e consumo pelos brasileiros”, explica Rocha.

Entre os produtos que mais cresceram em participação no portfólio, estão os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários): passaram de 13,6% na carteira do varejo (tradicional e alta renda) em dezembro de 2020 para 14,1% em março, um aumento de 0,5%. Já em variação percentual, o volume financeiro do produto cresceu mais no alta renda (4%) que no varejo tradicional (0,7%).

As ações foram outro destaque. O recorde de pessoas físicas na B3 também teve reflexos no varejo: a participação desses papéis na carteira subiu de 5,7% em dezembro para 6% em março. Na variação do volume financeiro, as ações tiveram crescimento considerável no trimestre tanto no varejo tradicional (passou de uma redução de 24,1% em março de 2020 para uma alta de 6,1% em março de 2021) quanto na alta renda (indo de uma queda de 23,2% para uma alta de 4,1%, na mesma base de comparação).

Investimentos do varejo por regiões do país
Os estados do Sudeste concentram o maior volume financeiro (R$ 1,4 trilhões) e a maior participação de clientes (62,6%) em relação ao total de investimentos feitos pelo segmento de varejo (tradicional e alta renda) no país. Em 12 meses, as regiões Norte e Nordeste aumentaram a participação. O Norte foi de 2,2%, no ano passado, para 2,4% em março de 2021, e o do Nordeste de 11,1% para 11,4% na mesma base de comparação. O Sul caiu de 17,3% do total de aplicações para 16,9% e o Centro-Oeste avançou de 6,2% para 6,8%, nos mesmos períodos.

Confira as estatísticas na íntegra: varejo e private.

Abertas as inscrições para nova turma de programa de formação de desenvolvedores da ACATE e SENAI

Estão abertas as inscrições para a nova turma do DEVinHouse, iniciativa da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e do SENAI para impulsionar a formação de desenvolvedores. Serão oferecidas 45 vagas, sendo 15 delas com bolsas de estudos integral. A segunda edição do projeto terá a parceria da fintech Conta Zap, que vai disponibilizar 15 vagas exclusivas para os alunos do curso. Os interessados em participar podem se cadastrar até o dia 28 de maio no site http://devinhouse.sesisenai.org.br/acate/

A falta de profissionais para o setor de tecnologia, principalmente de desenvolvedores,  foi agravada com a pandemia devido às transformações digitais impostas. A consolidação do home office também acirrou a disputa pelos especialistas, que agora conseguem trabalhar para empresas de todo o mundo. Apoiar na formação destes profissionais é o objetivo do DEVinHouse, projeto que teve início em novembro de 2020 e atraiu mais de 800 inscritos na primeira edição. O vice-presidente de Talentos da ACATE, Moacir Marafon, destaca que ver pessoas iniciando o curso quase sem conhecimento em tecnologia e, em pouco tempo, já estarem desenvolvendo algo, prova que o modelo funciona. “Isso graças ao método que aproxima a empresa e o aluno, contribuindo na formação técnica e sua aplicabilidade em problemas reais, o que o aluno só encontraria quando do ingresso no mercado de trabalho”, disse. 

O diretor de educação e tecnologia da FIESC, Fabrizio Machado Pereira, explica que uma formação de qualidade é de extrema importância para ingressar na carreira. “O SENAI é um dos maiores formadores de desenvolvedores no campo da TI no Brasil e a maior escola profissionalizante da América Latina. Começar a carreira no mundo do desenvolvimento de software, um mercado que não para de crescer, é promissor. Além das bolsas de estudo, o projeto oferece a possibilidade de iniciar na empresa assim que se formar”, finalizou. 

A fintech Conta Zap, de Balneário Camboriú, resolveu apoiar  a iniciativa porque, desde sua fundação em 2019, se depara com esta barreira da ausência de profissionais qualificados no mercado. A empresa, inclusive, criou seu próprio treinamento para desenvolvedores no começo deste ano, pelo qual os participantes foram contratados posteriormente. “Apostar na formação destes profissionais é produtivo não apenas para a empresa, mas para o próprio ecossistema brasileiro. As habilidades de desenvolvimento são muito valorizadas pelo mercado hoje e essenciais para o nosso país dar um salto tecnológico, a exemplo do que já ocorreu em outras partes do planeta”, diz o CMO da Conta Zap, Raphael Andrade.

ACATE está mapeando a demanda de vagas das empresas 

Para ter um diagnóstico mais preciso da real necessidade das empresas de tecnologia catarinense, a ACATE está realizando uma pesquisa de mapeamento de vagas até o dia 10 de maio.  O resultado irá balizar a elaboração e execução de programas de formação de talentos, buscando sanar um dos principais problemas do setor de tecnologia.

A partir das informações coletadas, a ACATE irá articular parcerias com instituições de ensino para a promoção de cursos que atendam as necessidades do setor de tecnologia de cada região do estado. As empresas que responderem à pesquisa terão prioridade na participação de programas de formação de talentos promovidos pela ACATE e seus polos regionais. “No contexto atual, sabemos que a demanda é maior do que a oferta. Essa tendência vai aumentar cada vez mais e vai impactar o crescimento do setor de tecnologia e as empresas. Portanto, é um desafio que precisamos enfrentar de forma coletiva”, finaliza o vice-presidente de Talentos da ACATE,  Moacir Marafon. 

IBM divulga primeiro chip com tecnologia de 2 Nanômetros do mundo, abrindo uma nova fronteira para semicondutores

A IBM (NYSE: IBM) revelou um avanço no processo e design de semicondutores com o desenvolvimento do primeiro chip do mundo com tecnologia 2 nanômetros (nm) nanosheet. Semicondutores desempenham papéis decisivo em tudo, desde informática, a eletrodomésticos, dispositivos de comunicação, sistemas de transporte e infraestruturas críticas.

A demanda pelo aumento no desempenho e na eficiência de energia de chip continua a crescer, especialmente na era da nuvem híbrida, IA e da Internet das Coisas. A tecnologia do novo chip de 2 nm da IBM ajuda a evoluir o atual conhecimento da indústria de semicondutores, abordando essa demanda crescente. É projetado para alcançar um desempenho 45% maior ou um uso de energia 75% menor em relação ao chip de 7 nm node, atualmente o mais avançado¹.

Os benefícios em potencial desses avançados chips de 2 nm poderia incluir:

• Quadruplicar a vida da bateria do celular, exigindo apenas que os usuários carreguem seus dispositivos a cada quatro dias².

• Reduzir a pegada de carbono dos data centers, que representam um por cento do uso de energia global³. Substituir todos os servidores com processadores baseados em chips de 2 nm poderia reduzir esse número significativamente.

• Acelerar drasticamente as funções dos laptops, oferecendo um processamento mais rápido em aplicações, auxílio mais fácil na tradução de línguas e acesso à internet mais rápido.

• Contribuir para uma detecção mais rápida de objetos e tempo de reação em veículos autônomos, como os carros autodirigidos.

“A inovação da IBM refletida neste novo chip de 2 nm é essencial para toda a indústria de semicondutores e de TI”, disse Dario Gil, SVP e Diretor de IBM Research. “É o produto da abordagem da IBM de enfrentar desafios de alta tecnologia e uma demonstração de como as inovações podem resultar de investimentos sustentados e de um trabalho colaborativo entre o ecossistema de P&D”.

IBM na vanguarda da inovação em semicondutores

Essa última descoberta se baseia em décadas de liderança da IBM em inovação de semicondutores. Os esforços de desenvolvimento de semicondutores da companhia são baseados no trabalho do Laboratório de Pesquisa localizado no Albany Nanotech Complex, em Albany, NY, onde os cientistas da IBM trabalham em uma colaboração fechada com parceiros de setores públicos e privados para ultrapassar os limites da escala lógica e capacidades dos semicondutores.

Essa abordagem colaborativa para a inovação torna a IBM Research Albany um ecossistema líder no mundo para pesquisa de semicondutores e cria um forte cronograma de inovação, ajudando a atender às demandas de fabricação e acelerar o crescimento da indústria global de chip.

O legado da IBM de descobertas de semicondutores também inclui a primeira implementação de processos tecnológicos de 7 nm e 5 nm, célula DRAM única, Leis de escala de Dennard, foto resistência amplificada quimicamente, interconexão de fiação de cobre, tecnologia de Silício com Isolador, microprocessadores multicore, portão dielétrico High-k, DRAM embutido, e empilhamento de chip 3D. A primeira oferta de comercialização da IBM incluindo os avanços em 7 nm da IBM Research serão estreadas no fim do ano no IBM POWER10, baseado no IBM Power Systems.

50 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha

Aumentar o número de transistores por chip pode torná-los menores, mais rápidos, mais confiáveis e mais eficientes. O design de 2 nm demonstra a escala avançada de semicondutores usando a tecnologia nanosheet da IBM. Essa arquitetura é a primeira da indústria. Desenvolvido em menos de quatro anos após a IBM ter anunciado o marco histórico no design de 5 nm, esse último avanço permitirá que o chip de 2nm se ajuste a até 50 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha.

Mais transistores em um chip também significa que os designers de processador têm mais opções para infundir inovações de core-level, melhorando as capacidades para cargas de trabalho de última geração, como IA e computação em nuvem, bem como oferecer novos caminhos para segurança reforçada de hardware e encriptação. A IBM já está implementando outras melhorias inovadoras nas últimas gerações do hardware IBM, como o IBM POWER10 e o IBM z15.

Desafio internacional de inovação vai premiar projeto que promova um amanhã melhor

O concurso internacional da BAT para universitários e recém formados acima de 18 anos abre inscrições para projetos inovadores que promovam um “amanhã melhor” às futuras gerações. Intitulado como Battle of Minds, a seleção está trazendo como desafio para este ano a criação de soluções para diversos problemas atuais da sociedade, como: redução de resíduos descartados na natureza, melhores soluções para o home office, projetos agrícolas para redução do impacto na natureza diante da maior demanda pela produção e a utilização inteligente de fontes de energias sustentáveis.

A primeira fase da seleção será realizada com participantes do Brasil, Argentina e Chile, e a equipe vencedora desta etapa vai ganhar R$20 mil para auxiliar no aprimoramento do projeto. A fase seguinte ocorrerá em escala global, onde os vencedores de todos os países e regiões participantes apresentarão suas ideias para o grupo de seleção da BAT Global. Nesta fase, o projeto precisa ser apresentado em inglês e o time vencedor levará o prêmio final de £50 mil (equivalente a mais de R$350 mil), além de mentorias exclusivas diretamente no laboratório de ESG da BAT, em Londres. Todas as fases da seleção serão feitas 100% online.

“O Battle of Minds é uma oportunidade que a BAT encontrou para incentivar e apoiar projetos que pensem um amanhã melhor para as futuras gerações e a atual em que estamos. Queremos ser agentes dessa transformação global, garantindo o estímulo necessário para que esses jovens, que possuem mais de 18 anos e que são criativos e cheios de ideias, possam trazer soluções inovadoras para a sustentabilidade do meio ambiente”, declara Fabiola Silva – Head de Talent & OE Latam South da BAT.

Para participar do concurso é preciso estar em um grupo com, no mínimo, duas pessoas e, no máximo, quatro; ser universitário ou recém formado com até cinco anos de graduação; ter pelo menos o nível avançado de inglês; e possuir um projeto que se enquadre aos temas propostos. As inscrições estão abertas até o dia 13 de junho através do site bat-battleofminds.com.

Battle of Minds 2021 – BAT Brasil
Inscrições até o dia 13/06: bat-battleofminds.com

Mães no mercado de trabalho: 92% das que estão em home office são responsáveis pelos filhos, segundo a Catho

Segundo a pesquisa recente feita pela Catho, com mais de 6 mil profissionais, 92% das mulheres que estão em home office, também são as responsáveis pelos filhos, que também estão em casa, neste período. E, apesar do trabalho dobrado, esse grupo ainda pode se considerar privilegiado, pois fazem parte dos 15,5% que conseguiram transferir o escritório para as suas residências. Realidade de uma minoria, já que para 71% dos entrevistados, trabalhar no conforto do seu lar, podendo cuidar dos filhos, é algo muito distante do seu dia a dia, assim, deixá-los com terceiros para trabalhar fora ainda é parte do cotidiano de milhões de brasileiros.

Das mães que trabalham fora, ainda segundo o levantamento, 69% deixam seus filhos com outras pessoas, 19% com os pais e 12% em uma escola ou creche. Enquanto os pais que trabalham fora, 36% deixam com outras pessoas, 58% com as mães e 6% em uma escola ou creche.

Para Regina Botter, diretora de Operações da Catho, essa é uma rotina de grande parte dos brasileiros. “O número de mães solo no país chega a mais de 11 milhões. São mulheres provedoras do lar, que estão sentindo as dificuldades relativas ao cuidado e a sobrecarga de tarefas potencializadas pela pandemia. Os dados mostram que tanto no home office, quanto trabalhando fora, a mulher acaba sempre sendo a maior responsável pelo cuidado dos filhos. Lembrando que quando pais ou mães deixam os filhos com terceiros, geralmente são com avós ou tias. Ou seja, outras mães”, afirma Regina.

Segundo a pesquisa da Catho, ⅓ das mulheres cuidam dos seus filhos sozinhas. São chefes de família que precisam se desdobrar para conciliar trabalho, filhos, falta de dinheiro e piora da saúde psicológica. Ainda, de acordo com dados do IBGE, mães solo negras são maioria que enfrentam restrições severas no que diz respeito à moradia, saneamento e acesso à internet. Cerca de 28% não têm internet, em comparação a 23% das mulheres brancas, respectivamente. Em meio a mudanças nas dinâmicas de trabalho, com possibilidade de trabalho em casa, a falta de conectividade impacta diretamente na fonte de renda dessas mulheres.

“Com a pandemia e as incertezas no ambiente profissional, com certeza, as mães são as que mais estão sofrendo. Além da enorme quantidade de mulheres que perderam o trabalho, tem também as que precisaram pedir demissão, pois não tinham com quem deixar os filhos e as que entraram em regime de home office e precisaram conciliar os afazeres profissionais com as tarefas domésticas e o cuidado das crianças, que durante a pandemia, estão em casa durante todo o dia”, esclarece a diretora de Operações da Catho.

Protagonismo feminino na saúde

O trabalho na área da saúde sempre exigiu um enorme esforço devido à rotina exaustiva. Com plantões que viram a noite e horários que excedem o comercial, o trabalho dessas pessoas costuma ter longas jornadas, e durante a pandemia, isso se intensificou. A pesquisa da Catho também revelou que 40% das mães, que trabalham na área da saúde, deixaram de conviver com os seus filhos para evitar a transmissão da covid-19.

Segundo dados do IBGE, as mulheres são a principal força de trabalho da saúde, representando 65% dos mais de seis milhões de profissionais ocupados nos setores público e privado, tanto nas atividades diretas de assistência em hospitais, quanto na Atenção Básica.

Regina Botter explica que nesse momento é importantíssimo uma rede de apoio à mulher. “Muitas vezes, uma profissional de saúde passa 12 horas em um plantão e mais de 1h ou 2h no deslocamento até em casa, tendo apenas 1/3 do dia para conviver com o seu filho. E é nesse momento que os amigos e familiares precisam se fazer presentes e formar a tão famosa rede de apoio” diz, Botter.

Liga Ventures, com apoio estratégico da PwC Brasil, mapeia mais de 100 startups com soluções destinadas à área da mobilidade

Pioneira na criação de mapas de startups em diferentes segmentos no Brasil e principal ponte para fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras entre startups e empresas no país, a Liga Ventures , com apoio estratégico da PwC , acaba de disponibilizar um radar com mais de 100 startups com soluções aplicadas ao setor de mobilidade. O resultado faz parte da Startup Scanner, ferramenta desenvolvida com o intuito de rastrear, acompanhar e mapear startups dos mais diversos segmentos, de forma totalmente gratuita e com atualizações constantes.

O radar da Startup Scanner aponta, neste momento, 112 startups de Mobilidade ativas, divididas em 10 categorias de aplicação, em 35 cidades diferentes do Brasil. Entre as categorias com mais soluções, estão: Mobilidade Elétrica (25%), E-hailing (12,5%), E-sharing (11,61%), Inteligência de Dados (11,61%) e Parking (9,82%). Em ano de fundação, 2017 lidera com 24,11% dos nascimentos e seguido por 2018, com 14,29%.

“A mobilidade é um setor que está em constante desenvolvimento. Existem pesquisas que mostram que até 2030 o mercado global de mobilidade vai crescer cerca de 75%, o que faz com que cada vez mais surjam novas soluções para esse segmento. O Startup Scanner de Mobilidade tem como objetivo fornecer informações confiáveis e, principalmente, dinâmicas sobre o crescimento das tecnologias voltadas para essa área. Além disso, a ferramenta é uma ótima fonte de informação para quem quer acompanhar o comportamento do ecossistema de inovação no Brasil”, comenta Raphael Augusto, diretor de inteligência e estudos de mercado e Startup Hunter da Liga Ventures.

A Startup Scanner tem como base o banco de dados da Liga Ventures, com mais de 17 mil startups e que conta com diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração, estudos do Liga Insights, eventos que promovem todos os anos, recomendações de parceiros externos, notícias em portais de negócios, bases abertas, indicações diretas e busca ativa de startups.

“Disponibilizar uma ferramenta como o Startup Scanner é uma das formas que encontramos de contribuir ativamente para o mercado. As inovações no Brasil estão em constante movimentação e poder acompanhar o desenvolvimento desse ecossistema de forma dinâmica é de grande valia. Nosso primeiro mapa foi lançado em dezembro, com foco em soluções em Energia. Desde então, já lançamos o radar de Sales Tech, FoodTechs e Health Techs e continuaremos com novidades todos os meses”, conta Luiz Ponzoni, sócio líder de novos negócios e investimentos da PwC Brasil.

O acompanhamento dos mapas pode ser feito de forma gratuita no link . Todos os meses a Liga Ventures, em parceria com a PwC, mapeiam novas soluções que são rastreadas de forma dinâmica pela ferramenta, com atualizações constantes que permitem acompanhar as principais mudanças no mercado.

Veloe anuncia contratação de nova Head de TI

 Veloe, unidade de negócios da Alelo especializada em soluções de mobilidade urbana e gestão de frotas, anuncia a chegada de Fernanda Toscano, que será a nova Head de TI. A profissional chega para reforçar a transformação digital da companhia.

Fernanda possui formação em Ciência da Computação, pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e MBA, em Transformação Digital, pela Massachusetts Institute of Technology (MIT), e em Gestão de Projetos e Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com cerca de 18 anos de experiência no mercado de TI, a executiva atuava anteriormente pela HDI Seguros e trabalhou em multinacionais como Claro, Nextel, Sky e Solera.

Além disso, já comandou equipes em projetos de transformação com equipes multidisciplinares com mais de 500 colaboradores em sua equipe sempre focada na entrega de valor, colaboração e como a Tecnologia deve permear todas as áreas da companhia

Sky.One recebe novo aporte de R$ 45 milhões em rodada Série B

A Sky.One , startup especializada no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para modernização de softwares de gestão, acaba de receber um aporte financeiro de R$ 45 milhões em rodada Série B liderado pelo fundo Inovabra Ventures. Com faturamento de cerca de R$ 100 milhões em 2020 e mais de 3 mil clientes, a companhia estima dobrar a receita ainda este ano e atingir R$ 400 milhões em 2022.

Negócio de sucesso

“Em 2014 entendemos que a tecnologia em nuvem chegou para ficar e que os softwares mais consolidados no mercado, com uma tecnologia anterior, precisariam de um atalho para essa modernização. Nossa plataforma, Auto.Sky, leva softwares de gestão com arquiteturas não nativas em cloud para a nuvem sem necessidade de reescrever código, o que já nos permitiu fazer migrações em menos de 24 horas ” afirma o CEO e fundador da Sky.One, Ricardo Brandão.

Neste contexto, segundo o executivo, a pandemia também acelerou essa jornada das empresas mesmo nos segmentos mais tradicionais como saúde, educação e contabilidade. Com um número cada vez maior de clientes e canais, a empresa mapeou a oportunidade de desenvolver novas plataformas tecnológicas que apoiassem a modernização destes mesmos softwares, com uma solução de integração moderna e outra de serviços financeiros.

De acordo com a Associação Brasileira de Software (ABES), o Brasil tem mais de 21 mil empresas dedicadas ao desenvolvimento de software. Neste contexto, a Sky.One possui mais de 400 canais (fabricantes de software) homologados em sua plataforma e por meio destes canais, milhares de empresas são beneficiadas pela tecnologia em nuvem.

Histórico de investimentos

O histórico de investimentos da Sky.One começou em 2017, com um investimento anjo de R$ 1,5 milhão. No ano seguinte, em 2018, houve um novo aporte da Série A, de R$ 22,5 milhões realizado pela Invest Tech . “Gostamos muito da companhia e da visão dos sócios. Com esta captação o objetivo é continuar a crescer com altas taxas, atingindo novos mercados e complementando as ofertas. Estamos felizes com a chegada da Inovabra para investir junto conosco”, afirma o diretor responsável pelo fundo Invest Tech, Wagner Araujo.

De acordo com Brandão, a rodada de investimento Série B com a Inovabra começou a partir de um road show em agosto de 2020 e a diligência levou cerca de quatro meses. “O Inovabra é um fundo de referência global que conta com grande potencial de investimentos futuros. Esperamos agregar valor ao nosso negócio por meio de estratégias consistentes para mantermos o crescimento nos próximos anos”, afirma.

Reforço do portfólio

O foco da companhia também está nos produtos: Integra.Sky e Sky.Simple . O Integra.Sky é a plataforma que gerencia as APIs e otimiza a complexidade dos processos de integração. “Nos últimos anos temos visto a chegada de uma infinidade de softwares. Os softwares de gestão precisam estar preparados para integrarem-se com soluções externas de forma simples, segura e, principalmente, escalável”, ressalta Brandão.

Já o Sky.Simple oferece uma camada de serviços financeiros integrados ao sistema de gestão. “O mercado financeiro está em transformação. Novas legislações têm surgido e a tecnologia é uma grande aliada das empresas para otimizar a gestão financeira e aumentar a rentabilidade do negócio”, explica Brandão.

O Sky.Simple abre novos horizontes para a Sky.One, posicionando-a como uma TechFin. “O software de gestão é hoje a plataforma que possui toda a movimentação financeira registrada. Uma camada de inteligência conectada em uma ponta no ERP e na outra nas instituições financeiras traz agilidade, previsibilidade, redução de custos e aumento dos rendimentos para os clientes na ponta. Já para os fabricantes do software, oferece um novo modelo de negócio criado para trazer mais receita para a empresa, reforçando a missão da Sky.One de apoiar a modernização destas empresas”, ressalta.

Para um futuro próximo, a Sky.One segue em busca de não apenas aperfeiçoar cada vez mais os produtos atuais, mas também acelerar o desenvolvimento de novos serviços. “Vivemos em uma era onde tudo é software. A Sky.One é aliada das empresas de software para prover toda a infraestrutura tecnológica necessária para endereçar as necessidades dos clientes, enquanto o desenvolvedor do software aperfeiçoa as funcionalidades e valor agregado das soluções”, explica Brandão.

Para Araújo, do ponto de vista de economia, o mercado caminha para a digitalização e para a conexão descentralizada. “A Sky.One é uma das grandes provedoras de soluções de infraestrutura para o mercado como um todo, principalmente para a pequena e média empresa, que precisa digitalizar-se de uma forma muito rápida, especialmente neste momento”, afirma.

Internacionalização

Um dos pilares da estratégia de crescimento da Sky.One é a expansão internacional. Atualmente, a Sky.One está presente em 12 países, são eles: Estados Unidos, Canadá, Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Panamá, Honduras, Guatemala, República Dominicana e México. “Nosso processo de internacionalização está alinhado à maturidade tecnológica e consistência de negócio adquirida desde a fundação da empresa, em 2014. Buscamos agora a consolidação na América Latina, intensificar os investimentos nos Estados Unidos e ainda iniciar uma operação na Europa”, completa Brandão.

Pessoas

Hoje a Sky.One conta com 240 colaboradores e deve terminar o ano de 2021 com 350. Desde o início deste ano, já ocorreram cerca de 90 contratações até o momento. De acordo com Brandão o foco da companhia sempre foi na gestão de pessoas e continuará sendo nos próximos anos. “Acreditamos que o grande sucesso das organizações são as pessoas que estão dentro do projeto e querem fazer a diferença no médio e longo prazo”, finaliza o executivo.

O3 Capital, de Abilio Diniz, abre fundo multimercado

A partir desta quinta-feira, 06 de maio, a O3 Capital estará aberta para investimentos, destinando sua estratégia vencedora a um só fundo multimercado, o O3 Retorno Global. O fundo está disponível para aportes a partir de R﹩ 1 mil nas principais plataformas.

A O3 Capital está no mercado há 7 anos e administra cerca de R﹩ 1,5 bilhão do patrimônio da família Abilio Diniz. O time de gestores tem total autonomia para investimentos no Brasil e no exterior, com Eduardo Rossi como membro do Conselho de Administração e do Comitê de Riscos e Daniel Mathias como Chief Investment Officer (CIO), além de Paulo Castilho como Diretor de Relações com Investidores, e Juliana Grossi como Investment Principal. Flavia Almeida, CEO da Península, também integra o Conselho de Administração da O3.

“Somos uma gestora local, com teses globais. Nosso time é extremamente integrado e multidisciplinar. Com essa complementariedade de perfis, conseguimos discutir todos os dias de maneira objetiva e transparente as melhores escolhas para gerar valor aos cotistas. Nossa cultura de capital proprietário nos trouxe ensinamentos importantes sobre a melhor maneira de tomar risco, sempre pensando no longo prazo”, explica Eduardo Rossi.

“O fundo O3 Retorno Global concentrará toda a estratégia que resultou em um histórico extremamente positivo à O3 Capital nos últimos anos, com investimentos em ações, juros, moedas e commodities, mesclando posições long e short“, afirma Daniel Mathias. “Buscamos sempre uma sinergia entre performance, produto e pessoas. Temos estes três pilares como nossas bases sólidas”, finaliza.

Neste início, a distribuição do fundo está a cargo das plataformas Banco Inter, BTG Digital, Modal, Órama, Vitreo e Warren, além do site http://www.o3capital.com.br.
A administração é do BTG Pactual. A taxa de administração é de 2% ao ano tanto para investidores em geral e para os chamados “qualificados”, e a taxa de performance, 20% sobre o CDI. O resgate de cotas será possível em “D + 30”, com liquidação em “D + 31”.

Abilio Diniz como mentor e principal cliente

Após décadas de sucesso no varejo, Abilio Diniz encontrou na Península Participações a possibilidade de experimentar novos caminhos de investimentos. Ao deixar o Pão de Açúcar, montou um time extremamente qualificado para gerir seu patrimônio em três frentes: Asset Management, Private Equity e Real Estate. A O3 Capital está à frente do Asset Management.

Além de cliente e sócio da O3 Capital há 7 anos por meio da Península Participações, Abilio é o mentor da equipe de gestores. Construiu um time de especialistas com perfis complementares e com larga experiência nos mercados nacional e internacional. Trata-se de uma equipe de alta performance e que enxerga no aprendizado contínuo uma condição importante para o sucesso.

“Tenho orgulho de, durante minha vida, ter construído times e gestões competentes. Na O3 não é diferente. Após 7 anos trabalhando com o mindset de capital proprietário e independência, esse time cresceu, aprendeu e vivenciou muita coisa. Agora é o momento de dar ainda mais espaço para o crescimento desses profissionais de excelência, que terão a oportunidade de administrar mais recursos, e dividir essa expertise com a sociedade num momento de grandes oportunidades nos mercados”, finaliza Abilio.

Cashme anuncia Alexandre Rappaport como CEO

Com o objetivo de manter a liderança no segmento de crédito com garantia de imóvel e operações estruturadas em home equity, a fintech Cashme anuncia a chegada de Alexandre Rappaport como CEO da companhia.

O executivo passa a comandar a operação da empresa que passa por um processo de expansão de ofertas de créditos para o mercado, além de acompanhar o crescimento e atuação da startup em outras regiões estratégicas para o negócio e avançar ainda mais nos esforços de inovação e transformação digital.

A Cashme foi criada em 2018 pelos executivos Juliano Bello e Paulo Gonçalves, quando lideravam determinadas áreas na incorporadora Cyrela. “Com três anos de atuação no mercado, a Cashme está mais madura em sua operação com um crescimento exponencial. E para aceleramos ainda mais o ritmo e expansão do nosso negócio, a chegada do Alexandre reforça a importância de trazer um profissional com muita experiência neste ecossistema financeiro”, destaca Juliano Bello, co founder da Cashme.

Com um desempenho positivo em 2020, a Cashme fechou sua carteira de crédito em R$ 700 milhões ampliando as ofertas do negócio para modalidades que atendam às necessidades do segmento. Além do tradicional home equity, a empresa oferece também a concessão de crédito para financiamento de obras e reformas em imóveis residenciais, operações estruturadas para empresas que buscam capital de giro como administradoras de shopping centers ou companhias com atuação em ativos imobiliários.

Com mais de 20 anos atuando nas áreas de estratégia e finanças, Alexandre ocupava o cargo de CEO da Livelo nos últimos quatro anos de sua carreira. A jornada do executivo também reúne passagens pela Bradesco Cartões, American Express, Banc of America, entre outras.

Alexandre é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo e especializado em Finanças e Negócios com MBA pela Duke University, na Carolina do Norte (EUA). 

Bossanova lança comitê para investir até R$ 5 milhões em startups de seguros

Projeto “Insurtech” já está em fase de captação e destinará o montante para até 15 empresas inovadoras, escaláveis e que resolvam problemas nesse segmento

Com a missão de diversificar seus investimentos e fomentar o ecossistema de inovação no Brasil, a Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, lança novo comitê para investir em startups com soluções para o mercado de seguros. Nomeado de “Insurtech”, projeto terá até R$ 5 milhões para aportar em até 15 empresas inovadoras, escaláveis e que resolvam problemas nesse segmento.

Liderado por quatro profissionais da área: Clarissa Schmidt, diretora de soluções digitais na Wiz Soluções; Newton Queiroz, CSO da holding do Grupo Invest Seguros, além de CEO e fundador da NNQ Consultoria em Negócios Ltda; Esdanio Nilton Pereira, proprietário da Fenp Consulting e Heweron Galindo, CEO da Nova Injeção, comitê de investimentos já está em fase de captação e de olho em tecnologias que englobam seguro de saúde, de vida, de carro, incêndio, entre outros.

De acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em janeiro deste ano o setor de seguros registrou uma alta de 3,6% na arrecadação se comparado com o mesmo período em 2020, em que teve uma queda de 20,6%. Entre os nichos que tiveram maior crescimento estão: planos de vida risco com aumento de 5,3%; seguro patrimonial com 17,1% e o rural com 22,5%.

Segundo João Kepler, CEO da Bossanova, esses dados mostram o quão aquecido está o segmento das insurtechs e esse é o momento para dar ainda mais visibilidade e oferecer recursos para que as startups possam ganhar escalabilidade e atingir novos patamares.

“Além do investimento financeiro para escalar, os empreenderes terão acesso a mentorias com outros empresários de sucesso e ampliação do networking, devido à conexão com grandes players da área. Queremos dar todo subsídio necessário para que a startup possa crescer dentro do mercado de seguros, ampliar seus negócios e até mesmo pensar em um possível exit”, comenta.

As empresas interessadas em participar do Comitê Insurtech podem se inscrever pelo site – http://bossainvest.com/insurtech/

Fujitsu: empresas necessitam de um “firewall humano”

A linha de defesa potencialmente mais eficaz das empresas contra ataques cibernéticos é sua própria educação e seu poder de mobilizar funcionários. No entanto, especialistas em segurança cibernética da Fujitsu alertam que muitos colaboradores desconhecem seu papel vital na proteção das empresas contra crimes cibernéticos, acreditando que a segurança é responsabilidade exclusiva do departamento de TI.

Segundo o diretor de Serviços Digitais da Fujitsu do Brasil, Nilton Hayashi da Cruz, a principal razão para essa desconexão é abordagem tomada pela maioria das equipes de segurança de TI para aumentar a conscientização sobre questões de segurança cibernética e criar um verdadeiro “firewall humano”.

“Em última análise, as violações de segurança mais comuns ocorrem quando os funcionários clicam em links de e-mail ou anexos abertos que implantam malware ou coletam informações confidenciais em ataques de phishing. Lidar com essa fraqueza com a cultura corporativa certa e o compartilhamento de conhecimento é a medida de segurança cibernética mais eficaz que uma empresa pode tomar”, afirma Hayashi.

Para entender melhor a escala do desafio enfrentado pelas equipes de TI, a Fujitsu patrocinou recentemente uma pesquisa internacional com 331 executivos seniores de várias organizações em 14 países1. Os participantes vieram de cinco grandes grupos do setor: serviços financeiros, varejo, manufatura (incluindo automotivo), energia (incluindo serviços públicos) e governo.

A necessidade de construir um “firewall humano” eficaz é mais crítica do que nunca. Em primeiro lugar, a maioria da comunicação empresarial ocorre atualmente fora da rede corporativa, graças à maioria das forças de trabalho baseadas em casa. Os criminosos cibernéticos também estão aproveitando ao máximo a pandemia em curso para lançar uma série de ataques – desde campanhas de desinformação até sofisticadas ameaças que se aproveitam de redes domésticas não inseguras.

Os resultados revelaram que 45% dos entrevistados acreditam que a segurança cibernética não tem nada a ver com eles. Além disso, 60% disseram que todos os funcionários recebem o mesmo treinamento de segurança cibernética, apesar de diferenças significativas em funções e desafios enfrentados. Das empresas que fornecem treinamento, 61% atualmente a acham ineficaz.

A pesquisa também revelou por que os funcionários consideram o treinamento em segurança cibernética pouco eficiente: apenas 26% dos trabalhadores não técnicos acham o treinamento atrativo, 32% dizem que é muito longo, 35% ficam entediados durante o processo, e a mesma porcentagem diz que é muito técnico. No entanto, a gamificação pode ser uma alternativa, já que a maioria dos entrevistados não técnicos (69%) acredita que o treinamento é mais eficaz quando envolve jogos, recompensas ou testes para melhorar a consciência ou comportamento de segurança.

“As organizações devem capacitar e engajar grupos individualmente para garantir que eles estejam cientes de potenciais riscos à segurança – em vez de aborrecê-los com treinamentos pouco atrativos. Através da construção de um senso de coletivo e engajamento dos colaboradores individualmente, é possível introduzir uma cultura onde o trabalho de todos contribui para a postura geral de segurança da empresa. Como diz o ditado: ‘é preciso uma aldeia para criar uma criança’. As energias precisam ser empregadas para criação de uma cultura que passa desde o C-Level até os demais funcionários de forma a fomentar a educação suficiente para que companhias sejam resilientes às ameaças cibernéticas”, explica Hayashi.

1 A  pesquisa global foi realizada em setembro de 2020 pela Longitude / Financial Times em nome da Fujitsu.

inovabra habitat completa três anos e anuncia novas parcerias

Com o propósito de promover a inovação e gerar novos negócios, o inovabra habitat completa seu terceiro ano buscando ampliar seu espectro de atuação, com um alinhamento mais forte a práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (do inglês, ESG) e realizando novas parcerias. Além de concluir 2020 com um crescimento de quase 30% na participação em eventos, fechar cerca de 160 negócios e conquistar 32 novas empresas no modelo conectado, nos últimos três anos o ambiente de coinovação do Bradesco realizou mais de 1.200 atividades de coinovação, cerca de 2.500 eventos, com mais de 163 mil participantes, fechou cerca de 500 contratos e teve 10 startups investidas pelo inovabra ventures.

Como parte da estratégia de ampliar sua oferta de soluções, o ambiente anuncia novas parcerias. Uma delas é a Artemisia, que apoia negócios de impacto social de todo o Brasil que tragam qualidade de vida às pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica e respeitem os limites ambientais. O Hospital de Amor, de Barretos, lançou seu próprio hub, o “Harena Inovação”, com foco em soluções para a área de saúde pública, e também é um dos novos parceiros. A Hotmilk, hub de inovação da PUC-PR, traz a aproximação com o ecossistema paranaense e o mundo acadêmico nessa região. E o Nexus, hub de inovação do Parque Tecnologico de São José dos Campos, é um centro com atuação forte em indústria 4.0 e soluções com base na tecnologia de IOT.

Os quatro hubs se juntam à Acate, de Florianópolis, e Porto Digital, de Recife, que já eram parceiros do inovabra habitat, criando uma rede colaborativa que conecta cerca de 3.000 startups e 150 empresas. Os membros do habitat passam a ter acesso a um ecossistema mais amplo de demandas e soluções em diversas tecnologias e setores de atuação. Adicionalmente, as empresas associadas aos parceiros poderão participar das atividades de coinovação e das conexões e desafios de negócios promovidos entre os habitantes.

Inovação sustentável

Em 2021, além da ampliação das parcerias, o inovabra habitat pretende continuar atraindo novos membros, entre eles startups que possam contribuir com inovação sustentável, e expandir o portfólio de habitantes que já atuam dessa forma. É o caso da Agrosmart, que usa ciência de dados para apoiar a decisão de toda a cadeia para uma agricultura mais produtiva, sustentável e resiliente ao clima. A startup é uma das investidas do inovabra ventures, do Bradesco.

Outro exemplo é a Jobecam, primeira plataforma global de entrevista às cegas por vídeo, criada para eliminar os vieses inconscientes nas contratações. O Bradesco tem feito testes com a startup para incluir a solução nos seus processos.

“Acreditamos no trabalho colaborativo e na inovação como ferramentas para impulsionar o desenvolvimento da sociedade de forma sustentável e eficiente. Por isso, estamos sempre abertos a novas startups, empresas e parceiros que queiram contribuir com a nossa missão”, ressalta a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti.

Criando conexões

Inaugurado em 2018, o inovabra habitat tem como premissa apoiar as estratégias de inovação aberta e acelerar as jornadas de transformação digital e cultural das empresas habitantes e do próprio Bradesco. Por isso, ao longo destes anos, tem estimulado o seu ecossistema com novas tecnologias, inovações e capital contabilizando 193 startups e 75 grandes empresas residentes, e mais de 2.000 startups junto à sua plataforma digital.

“O inovabra habitat tem sido um ótimo parceiro em nossa estratégia de inovação. Proveu acesso a startups capacitadas que nos forneceram soluções que contribuíram para a aceleração de nossa digitalização e para o reconhecimento do Brasil como uma alternativa de inovação para o grupo Air Liquide. Hoje temos soluções digitais replicadas em todo Brasil e PoCs sendo desenvolvidas com apoio de nosso centro de pesquisas em Paris”, comenta Renato Schroter, gerente de inovação e transformação digital da Air Liquide.

Para a gerente de inovação da Myralis Pharma, Ana Paula Vasques, “ser uma corporação dentro do inovabra habitat está sendo um dos passos mais importantes para a nossa transformação digital, pois com os eventos e a dinâmica dos desafios, a empresa se tornou mais receptiva à inovação aberta, entendendo que a colaboração é uma forma saudável de crescimento”.

Mesmo durante a pandemia, o ambiente continuou expandindo seus negócios e atraindo novos membros. O inovabra habitat oficializou a ampliação do seu modelo de atuação para o digital, denominado habitat conectado. Com isso, 32 novas empresas, entre startups e corporações, se conectaram ao ecossistema recentemente, sendo três startups internacionais, vindas de Londres, Japão e Suécia. Desenvolveu também um book com 70 soluções de startups do ecossistema inovabra para o cenário de pandemia, trazendo temas como saúde e bem-estar, recursos humanos, educação, logística, transformação digital, gestão, financeiro e auxílio comunitário, que fomentaram conexões e negócios no ano passado.

Para o CEO da Digitalk, Estanislau Mello de Quevedo, a startup não seria a mesma sem o inovabra habitat. “Tínhamos seis meses de vida e o habitat menos de um ano quando entramos para o ecossistema e, de lá para cá, ganhamos maturidade, crescemos diariamente como startup e como negócio por meio das mentorias e acesso aos clientes do Bradesco, que hoje representam 15% do nosso portfólio”, afirma.

Em 2020, mais de 65 mil pessoas participaram dos eventos digitas e foram fechados cerca de 160 negócios. Por exemplo, a startup Antennas e a MarketUP foram contratadas pela TecBan para realizar pesquisa de mercado focada em estudos de comportamento dos donos dos estabelecimentos comerciais e da cadeia de valor do varejo.

A Semantix, que é uma das investidas do inovabra ventures, também teve um ano positivo, com um crescimento de vendas acima de três dígitos. A companhia antecipou o lançamento de novos produtos, como o Quios e o Live Commerce, adquiriu duas empresas, abriu uma nova filial nos Estados Unidos e entregou um EBITDA acima do planejado.

Outro destaque entre as startups do habitat e também uma investida pelo inovabra ventures é a D1, plataforma que acelera o processo de transformação digital de grandes empresas por meio da orquestração de canais de comunicação e entrega de jornadas omnichannel. Em março desse ano, a startup anunciou união com a Zenvia, de atendimento ao cliente, apontada como candidata a unicórnio em 2021. Com a junção, as empresas somam faturamento de cerca de R﹩ 500 milhões e compartilham uma base de aproximadamente 10 mil clientes, que vão do varejo ao setor financeiro e de seguros.

Também se destacaram no ano de pandemia as conexões realizadas entre habitantes e Bradesco, no qual mais de 160 startups foram apresentadas às diversas áreas de negócio do banco resultando em 17 provas de conceito concluídas e quatro startups contratadas. Comparado ao ano anterior o número de atividades e POCs com o Banco mais do que dobrou. A parceria com a startup InBot, por exemplo, contribuiu para a implementação de um assistente virtual com Inteligência Artificial para o canal Facebook/Messenger do Banco.

Para Walkiria, o ambiente se tornou ainda mais essencial para as novas relações corporativas e abre um leque de oportunidades para as startups e empresas de todo o Brasil trocarem aprendizados. “As conexões digitais intensificadas nos últimos meses permitiram o diálogo aberto e colaborativo entre os diferentes atores na busca de soluções para novos processos, produtos, serviços e programas, o que reforça nossa contribuição ao ecossistema empreendedor como um todo”, finaliza.

AWS Clean Energy Accelerator for Startups: primeira aceleradora da AWS focada em fomentar inovações em tecnologias limpas com startups

Abordar mudanças climáticas requer inovação em todo o mundo, em todas as indústrias e em startups e corporações multinacionais. De energia distribuída a soluções de armazenamento e softwares de eficiência e otimização — o investimento em tecnologia limpa e a inovação estão aumentando. 

Com esse aumento na demanda, surge uma rápida proliferação de startups que trabalham para resolver os principais desafios energéticos atuais. Para ajudar a fomentar essa inovação, a Amazon Web Services (AWS) está lançando o AWS Clean Energy Accelerator.

AWS Clean Energy Accelerator é a primeira aceleradora da AWS focada em promover o rápido crescimento de inovações de tecnologia limpa. O objetivo é ajudar as startups que trabalham com energia limpa a acelerar seu impacto, acessar recursos adicionais e expandir seu alcance. As inscrições estão abertas a partir de hoje e as propostas podem ser entregues até 4 de junho de 2021. A AWS está oferecendo essa oportunidade em colaboração com a Freshwater Advisors, consultoria nacional de inovação e catalisadora de risco. Nos últimos oito anos, a Freshwater executou missões de scouting de tecnologia para mais de vinte empresas líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais brilhantes startups emergentes focadas em tecnologia para trazer novas soluções inovadoras ao mercado.

“Investir em energia renovável é uma das muitas ações que a Amazon está tomando como parte do Climate Pledge, um compromisso de ser carbono zero até 2040, dez anos antes do Acordo de Paris. Esse compromisso exigirá inovação de organizações estabelecidas em larga escala a startups em todo o setor de energia”, afirma Shane Owenby, vice-presidente de energia na AWS. “É por isso que estamos apoiando os criadores de tecnologias limpas para acelerar a implantação de suas inovações por meio de programas como o AWS Clean Energy Accelerator”.

 A AWS e a Freshwater Advisors estão aceitando inscrições de startups que trabalham com tecnologia limpa para armazenamento de energia, monitoramento, utilização e armazenamento de captura de carbono (CCUS), atividade sísmica, geração de hidrogênio para energia, rede inteligente, otimização geotérmica, ciência de materiais, bem como outras áreas de oportunidade.

“Nos últimos oito anos, a Freshwater conduziu missões de scouting de tecnologia para mais de vinte corporações líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais promissoras startups para viabilizar novas soluções diferenciadas. AWS Clean Energy Accelerator oferece uma plataforma única para catalisar essas colaborações e trazer novas soluções para o mercado”, diz David Weinstein, fundador e diretor executivo da Freshwater Advisors. “Estamos muito honrados por trabalhar com a AWS para lançar esta nova aceleradora. Trabalharemos em soluções colaborativas para ajudar a resolver a crise energética e climática”. 

A empresa irá avaliar os pedidos com base em diversos fatores, incluindo a inovação e a natureza única do projeto, o valor global que a solução trará para a indústria, a aplicação criativa da AWS para resolver problemas e a capacidade da equipe de entregar uma oportunidade identificada. 

A AWS e a Freshwater Advisors selecionarão dez startups para participar desta aceleradora de cinco semanas. As startups selecionadas podem receber crédito promocional AWS Activate, bem como mentoria técnica, de negócio e go-to-market de especialistas em energia limpa da AWS. O programa também oferecerá oportunidades de colaboração com clientes de energia da AWS e membros da Amazon Partner Network (APN) em busca de soluções de energia limpa.

Saiba mais sobre AWS Clean Energy Accelerator e como se inscrever.

Games: Afterverse anuncia Breno Masi como CEO

A Afterverse, empresa de games brasileira detentora de jogos como PK XD e Crafty Lands, anuncia Breno Masi como seu novo CEO. Masi deixa seu cargo como CPO da Playkids em abril deste ano para assumir a liderança na empresa.

Cofundador da Afterverse e fundador da Playkids, app infantil com alcance global, Breno Masi tem um extenso currículo na área de games e tecnologia. Participou da criação de diversas empresas de games como a Estrela Digital, .Mobi., FingerTips.Mobi e Monster Juice. Fundou também a Onoffre Consulting, consultoria criada para auxiliar empresas a aproveitarem as oportunidades que a revolução da informação e o mundo online podem oferecer.

Formado em Ciência da Computação pela Universidade Paulista e em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Breno Masi teve passagens por instituições como a Harvard University e Naspers Academy. O empreendedor trabalha com design de produtos, tecnologia e estratégias de inovação.

Na Afterverse, Breno Masi pretende dobrar o alcance de usuários do PK XD. “Nosso objetivo com o PK XD é entrar no seleto grupo de jogos que possuem mais de 100 milhões de usuários mensalmente. Atualmente são poucos os que conseguem atingir esse patamar, mas se conseguirmos manter o ritmo de crescimento que temos apresentado, acredito que o PK XD pode se tornar o primeiro jogo nacional a se inserir nesse grupo”, comenta.

MAPFRE Open Innovation (MOI) estreia 2ª temporada no país em busca de startups parceiras

Estão abertas as inscrições para o Desafio de Inovação que está em sua 2ª temporada. Podem inscrever-se startups em desenvolvimento, que possuam projetos de rápida implantação e respondam aos desafios mapeados pela organização em 2021. As inscrições têm início em 05 de maio e podem ser feitas por meio do link: http://moibr.mapfre.com.br/#desafios

O projeto integra o MAPFRE OPEN INNOVATION (MOI) criado em 2018, uma plataforma de inovação global da MAPFRE que tem como objetivo alavancar inovação e transformação dentro da companhia. A iniciativa atua por meio de uma comunidade formada por escritórios em diversos países, que compartilham projetos, boas práticas e conhecimento.

Para a edição deste ano foram propostos 3 desafios aos participantes: 1) otimização do relacionamento com clientes e distribuidores; 2) efetividade na conversão de vendas por meio da personalização da oferta baseada em dados e 3) eficiência operacional.

O primeiro desafio tem por objetivo tornar a jornada do seguro ainda mais amigável, por meio da disponibilização de diferentes canais para que cliente e distribuidor possam escolher aquele que melhor se ajuste à sua necessidade.

O segundo visa ampliar a conversão de vendas por meio de ofertas personalizadas, com base na inteligência de dados, para que o produto seja customizado ao cliente.

Já o terceiro pretende otimizar a eficiência operacional da companhia, por meio da adoção de novas tecnologias que possam contribuir com a gestão de recursos, técnica e de riscos de toda a jornada de seguros.

“O desafio foi idealizado para agilizar os processos de inovação dentro da empresa, buscando parceiros externos. O primeiro passo foi levantar e saturar informações com os responsáveis por conduzir a estratégia da organização, uma vez que possuem a visão de quais são os desafios e as oportunidades que a MAPFRE e suas respectivas áreas possuem. A área de Inovação foi responsável por estruturar entrevistas com os executivos-chave, captando a percepção de cada um. Ao final, temos os desafios mapeados, priorizados e alinhados à estratégia da companhia, o que potencializa ainda mais a possibilidade nesta busca por startups”, afirma Flavia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

Para as startups selecionadas no Desafio, ainda há a possibilidade de contratação, por meio da implantação do projeto, não apenas no Brasil, mas em qualquer país onde a MAPFRE opera.

“A MAPFRE é uma empresa com inúmeras oportunidades. O que se espera com o programa é trazer a agilidade e o mindset das startups para que, juntos, possamos otimizar ainda mais a melhor a experiência de nossos clientes e distribuidores”, afirma Felipe Nascimento, CEO de Seguros da MAPFRE.