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GPTW anuncia ranking da 1ª edição do Prêmio Destaque Energia 2020 com as melhores empresas do setor para trabalhar

A 1ª edição do Prêmio Destaque Energia 2020, do GPTW, teve 41 empresas inscritas, representando mais de 43 mil funcionários em todo o Brasil. Para esta edição, 15 empresas foram premiadas, sendo 05 de Geração, Distribuição e Transmissão, 05 de Comercialização, e 05 de Cadeia de Valor.

Essas companhias de Energia estão presentes em sete Estados diferentes: São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e Tocantins. Entre as premiadas estão: a Celeo Redes Brasil, 2W Energia e CENEGED.

Os estudo do Great Place to Work® apontou ainda a oportunidade de crescimento profissional (plano de carreira), qualidade de vida e alinhamento de valores como os principais motivos pelos quais os funcionários permanecem nessas organizações, consideradas as melhores para se trabalhar no segmento de Energia do Brasil.

Entre as análises dos profissionais que atuam no setor, foi revelado que 40% tem mais de 55 anos e 84% dos quadros de funcionários das empresas são ocupados por homens. No entanto, 77% das companhias premiadas contam com um profissional responsável por combater a discriminação e promover a diversidade. E 57% das empresas permite que os colaboradores participem de programas de voluntariado no horário de trabalho.

Benefícios em alta

Cerca de 71% das empresas que figuram no ranking das melhores do Brasil no setor de Energia oferece bolsas de estudos para graduação ou pós, 57% tem mentoring e 50% oferece bolsa para cursos de idiomas.

Para Roberto Mosimann, diretor executivo da regional Rio de Janeiro do GPTW, nos últimos anos o segmento como um todo vem se aproximando da consultoria, tanto por fortalecimento de marca como para melhoria nos processos de gestão das empresas.

“A importância desta aproximação é que, com a incorporação da nossa metodologia, todos ganham, a empresa, as pessoas e a sociedade. Esse crescente interesse impulsionou o GPTW a criar um destaque especial para as empresas do setor, onde reconhecemos excelentes ambientes de trabalho através da aplicação da nossa metodologia”, explicou Roberto.

Para receber a certificação do Prêmio é preciso ter no mínimo 30 funcionários no Brasil e a classificação nacional de atividades econômicas (CNAE) deve estar relacionada com Indústria de Energia (Geração, Transmissão e Distribuição).

Premiadas Energia 1ª Edição – Geração, distribuição e transmissão

Celeo Redes Brasil

Energisa Tocantins

EPASA – Centrais Elétricas da Paraíba

GNA – Gás Natural Açu

Transmissora Aliança de Energia Elétrica

Premiadas Energia 1ª Edição – Comercialização

2W Energia

Casa dos Ventos Energias Renováveis

Esfera Energia

Kroma Energia

Safira Energia

Premiadas Energia 1ª Edição – Cadeia de valor

CENEGED

Cotesa

Portal Solar

RDE – Referencial Desenvolvimento Energético

Teccel Engenharia

RANKING: https://gptw.com.br/ranking/melhores-empresas/

SoftwareONE Brasil nomeia Eronides Júnior como novo COO

A SoftwareONE , empresa de serviços com atuação local e presença global com soluções que auxiliam na adoção de novas tecnologias que impactam na transformação digital, gestão de software, inovação, segurança, governança e computação em nuvem, acaba de nomear Eronides Júnior como o novo COO – Chief Operations Officer, no Brasil. A chegada do executivo à companhia está alinhada à uma jornada de reestruturação da diretoria da SoftwareONE Brasil com o objetivo de suportar suas novas estratégias de negócio, que incluem reforçar o novo posicionamento e foco em aumentar a entrega de serviços em 33%.

Com a nomeação de Júnior, a SoftwareONE Brasil pretende consolidar, desenvolver e conectar a estratégia de negócio da companhia entre as áreas de vendas, marketing e serviços para comunicar de maneira única suas novas estratégias para o mercado. Outros nomes que se somam à diretoria da SoftwareONE no Brasil são: Renata Mello, como Diretora de Marketing, Felipe Nunes, como Diretor de Serviços de Tecnologia e Gabriela Camano, como Diretora de SLM. Junto a este corpo diretivo, houve ainda a promoção de Eduardo Prazeres na liderança de RH e Cleber Bueno à frente do ONEClub, Hub de Inovação construído pela SoftwareONE Brasil para integrar startups, parceiros e soluções para uma oferta de serviços mais completa.

De acordo com Júnior, o propósito das mudanças é trazer profissionais de diferentes segmentos e expertise, que apresentem uma única visão alinhada à cultura e valores da SoftwareONE. “Acreditamos nas pessoas como centro da transformação, por isso estamos formando uma equipe multidisciplinar com foco no cliente e em ajudar o mercado a se desenvolver”, afirma.

Com a nova estrutura, a SoftwareONE Brasil pretende acelerar serviços relacionados a workloads críticos na nuvem como adoção do SAP S/4HANA na nuvem, modernização de aplicação, serviços de governança , eficiência, otimização do uso de software e nuvem e sua consultoria de planejamento estratégico de TI, prioridades de negócios da companhia em 2021. “Os novos colaboradores são responsáveis pela jornada de transformação da SoftwareONE em uma das maiores consultorias de serviços de tecnologia do Brasil, com a missão de, por meio de uma execução perfeita e orquestrada, ser reconhecida como referência em serviços pelo mercado, explica Junior.

Profissionais especializados em serviço

Atualmente, a SoftwareONE LATAM conta com 2 mil técnicos especializados nas mais diversas práticas de serviços. No Brasil, o time técnico conta com mais de 100 colaboradores. Segundo Júnior, a companhia estruturou um forte plano de expansão da equipe técnica para crescer 40% ainda este ano. “Queremos trazer cada vez mais experiência e outras visões para dentro da empresa de forma que combinadas alcancem a robustez necessária para suportar a nossa jornada de transformação e, consequentemente, seguirmos como referência em inovação”, aponta.

Para 2021, espera-se expandir cada vez mais esta cultura para fora dos limites da companhia. “Queremos criar uma estrutura inovadora e automatizada que eleve a experiência do cliente na relação com a SoftwareONE, pois acreditamos que não basta apenas ser uma consultoria de tecnologia. O cliente precisa vivenciar esta experiência tecnológica e inovadora nas relações com a nossa empresa para trazer valor, eficiência e qualidade”, finaliza Junior.

Loara apresenta plataforma EaD e abre 100 oportunidades de trabalho

A empresa de soluções de crédito Loara anunciou na segunda quinzena de fevereiro o lançamento de sua plataforma de ensino, a Loara Academy. A plataforma será disponibilizada em formato EaD e tem como objetivo investir na capacitação e certificação de talentos do segmento financeiro.

A iniciativa estará disponível para todo o território brasileiro. Serão abordados tópicos gerais como captação de crédito, empreendedorismo e mindset de crescimento, entre outras temáticas.

De acordo com Adilson Seixas, CEO da companhia, a jornada tem como propósito aprimorar habilidades dos profissionais e ajudar na recolocação profissional. “O sistema bancário tradicional teve uma baixa considerável nos últimos anos, então essa será uma grande oportunidade para as pessoas que queiram se especializar no mercado de crédito”, destaca o executivo.

Até o final deste ano, a Loara projeta certificar cerca de 200 profissionais da área. Deste número, 100 pessoas terão a oportunidade de conseguir uma vaga na própria estrutura da empresa.

“Diante da dificuldade do mercado em conseguir crédito junto às instituições financeiras, desenvolvemos em nosso negócio uma metodologia para facilitar essa relação. A Loara Academy vem com essa proposta de aprimorar as habilidades dos profissionais, sobretudo aqueles com mais de 40 anos que, ao contrário do que o senso comum supõe, são profissionais que oferecem uma contribuição decisiva para a construção de empresas inovadoras”, apontou Seixas.

NVIDIA Enterprise e Stefanini anunciam parceria para desenvolver Inteligência Artificial no País

A NVIDIA Enterprise e a Woopi, empresa do Grupo Stefanini focada em Inteligência Artificial, se unem para desenvolver e suportar soluções de última geração em IA e processamento de linguagem natural. O primeiro projeto em conjunto é um trabalho inédito de criação de uma nova interface de conversação em português brasileiro que reduz dramaticamente a latência no processamento de ligações telefônicas, além de proporcionar uma redução no custo de processamento da ordem de 60%.

Quando se trata de projetos envolvendo Processamento de Linguagem Natural (NLP), os maiores desafios são a personalização de termos específicos para cada mercado no idioma local e a velocidade de resposta para o usuário. Por isso, as empresas vão integrar a assistente virtual inteligente Sophie, que é capaz de interagir com usuários humanos e sistemas por meio de interfaces de texto e voz em mais de 40 idiomas, com a plataforma NVIDIA Jarvis, uma estrutura de aplicações acelerada por GPU, que permite às empresas usar dados de vídeo e voz para construir serviços de IA de conversação de última geração personalizados para cada cliente, incluindo ontologias específicas e vocabulários especializados.

“A Sophie gerencia 40 milhões de minutos de interações de voz por mês. Nosso objetivo é transformar essas interações em conversas mais inteligentes e naturais. O pipeline do Jarvis Speech Recognition integrado à nossa plataforma de IA atua com centenas de interações simultâneas por GPU em menos de 100 milissegundos, permitindo que os clientes tenham experiências mais intuitivas e envolventes”, afirma Fabio Caversan, vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Stefanini North America.

A Sophie usa IA para entender a intenção da conversa e oferecer parâmetros adequados de resposta, com base em uma estrutura de algoritmos semânticos reconhecida globalmente. Com o uso da tecnologia NVIDIA Enterprise, é possível identificar automaticamente diferentes tons e pistas vocais que, processadas em paralelo nas GPUs da empresa, permitem discernir o que uma pessoa quer dizer de forma muito mais rápida que nos modelos acústicos atualmente no mercado.

“A colaboração com a NVIDIA Enterprise é uma confirmação da qualidade da plataforma de inteligência cognitiva que oferecemos. Temos certeza de que a união entre Sophie e Jarvis poderá agregar ainda mais valor aos bots de voz que criamos, especialmente para corporações líderes em seus mercados e que demandam serviço e qualidade excepcionais. Sophie e NVIDIA Jarvis se complementam”, destaca Alex Winetzki, CEO da Woopi e diretor de P&D da Stefanini.

“A IA de conversação já é uma das principais tendências empresariais e se mostrará fundamental para o futuro de muitos mercados”, comenta Marcio Aguiar, diretor da NVIDIA Enterprise para América Latina. “Embora já exista projetos de NLP em português, ainda é uma ferramenta que precisa de aprimoramento. A parceria com a Woopi e a Stefanini é mais uma forma de auxiliar diversos setores a automatizar o suporte ao cliente com mais velocidade e precisão, além de incentivar os avanços da Inteligência Artificial no País.”

O chatbot Sophie já está presente em vários clientes da multinacional brasileira no Brasil e no exterior. Reconhecida no mundo e premiada como uma solução inovadora, a plataforma foi projetada com um conjunto original de algoritmos de inteligência artificial, que substitui o atendimento humano baseado em scripts por automação, e faz isso de maneira cada vez mais sofisticada, com investimentos em processamento de voz, texto e autoaprendizado. Um dos principais diferenciais da solução é o uso de tecnologia própria, que torna a ferramenta mais rápida de implementar e treinar.

everis e Endeavor apresentam panorama do empreendedorismo com IA na América Latina

A everis, consultoria de negócios do grupo NTT DATA, e a Endeavor, apresentam o relatório “O impacto da Inteligência Artificial (IA) no empreendedorismo da América Latina”. A decisão de realizar o estudo se baseou no fato de IA ser, atualmente, o motor da transformação tecnológica que concentrará grande parte da produtividade econômica e, com isso, do crescimento dos países. Leia a íntegra no link: https://www.everisestudos.com.br/estudo-inteligencia-artificial.

Uma das principais constatações foi que o uso dessas tecnologias cresceu de 32%, em 2018, para 48%, em 2020, de acordo com o Índice de Nível de Inovação e Crescimento IA (INICIA), uma metodologia desenvolvida pela everis, que avalia vários critérios, como ano de fundação, grau de maturidade das empresas, volumes de vendas, empregos gerados e investimentos recebidos, entre outros. No Brasil, onde está concentrado o maior número de empresas de IA da região (42% do total), o número de empresas de IA se expandiu de 120, em 2018, para 206 empresas, em 2020.

A expansão da adoção e uso de IA está em seu maior ponto de inflexão, com um mercado previsto de US﹩ 70 bilhões para 2020 e com uma Taxa de Crescimento Anual de 38% para o período 2018-2022. O Fórum Econômico Mundial, por exemplo, sustenta que o PIB mundial será 14% maior em 2030, como resultado de uma maior utilização da IA em soluções industriais e no cotidiano, o equivalente a US$ 15,7 trilhões. Essa estimativa se apoia no crescimento e democratização dos níveis de processamento computacional, que ganham ano a ano mais velocidade e acessibilidade.

“Essa tendência de ampliação do uso de IA no novo cenário global torna essa tecnologia vital para o desenvolvimento de empresas e países, porque viabiliza a automação e gestão eficiente das operações e do atendimento aos clientes onminchanel, resultando em benefícios econômicos e sociais indiscutíveis. Diante deste cenário, pensamos ser fundamental conhecer o ecossistema de IA na região para contribuir para sua constante inovação e crescimento”, afirma Evandro Armelin, diretor de Data & Analytics da everis Américas.

Nesta edição de 2020, a everis e a Endeavor entrevistaram 136 das 490 empresas identificadas em países da América Latina, como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Equador, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, para averiguar o crescimento do segmento de IA.

A expansão do mercado de IA foi constatada também pelo volume de vendas dos empreendedores latino-americanos, que a Endeavor Intelligence calcula ser em torno de US﹩ 4,2 bilhões, e do montante de investimentos que receberam, em torno de US﹩ 2,2 bilhões, bem como pela geração de 38 mil empregos. Apesar do crescimento robusto, o desenvolvimento de IA ainda está em fase inicial na região. Os principais indicadores da falta de maturidade são o fato de 55% dos empreendedores terem fundado suas empresas entre 2014 e 2017, ou seja, estarem há poucos anos no mercado; bem como o investimento médio recebido ainda ser baixo, por volta de US﹩ 528 mil, e ainda utilizarem técnicas de machine learning tradicional, sendo que o uso de deep learning ainda é minoritário. Do ponto de vista financeiro, 61% das empresas pesquisadas receberam investimento de uma ou várias fontes, sendo 49% de capital semente, 23% de investidores anjos e 18% de rodadas de investimentos diversos. Outro aspecto que denota baixa maturidade é apontado no Artificial Intelligence Index Report 2019, de Stanford, no qual é informado que apenas 0,2% das citações em patentes e 1,7% dos artigos publicados em revistas científicas relativos à IA no mundo vêm da América Latina e que a região conta com menos de 0,5% dos investimentos privados nessa tecnologia.

“Nos últimos 10 anos, o acesso à internet na região atingiu 68% da população, ou seja, 453 milhões de pessoas conectadas. Essa expansão da conectividade serve como catalizador para impulsionar a adoção da IA na região, na qual existem milhões de usuários se beneficiam hoje do uso de plataformas de e-commercefintechs, micro mobilidade, ride hailinggrocery e food delivery. Por outro lado, persiste o receio de perdas de postos de trabalho tradicionais e de fracassos nos negócios, que ainda dificulta o aumento das iniciativas de IA”, aponta Armelin.

Participação em novos setores e modelos de negócios

De fazendeiros que usam drones para monitorar a saúde das suas lavouras até lojas que usam chatbots para atender os clientes, o uso da IA cresceu em vários setores econômicos e vem contribuindo para o surgimento de novos segmentos de negócios impensáveis há alguns anos. De acordo com o estudo, a adoção de IA é mais ampla no segmento de Enterprise Software & Services (39% da amostra), seguido por Commerce & Retail (12%), Healthcare (7%), Financial Services (7 %) e Marketing (7%). Outros setores, como Educação, Agricultura, Infraestrutura, Entretenimento, Transporte e Logística, também viram inovações significativas com sua implementação ​​em vários aspectos.

Para tornar o estudo mais assertivo, a everis e a Endeavor dividiram as aplicações em Core IA e non-CORE IA, conforme a adoção da tecnologia em seu core business ou áreas de apoio. “Segundo esse critério, 40% dos empreendimentos latino-americanos são classificados como Core AI, por oferecerem a tecnologia como parte de sua proposta comercial, enquanto os outros 60% usam IA em seus processos produtivos para gerar eficiência”, informa Armelin.

Lluis Quiles Ardila, diretor de Inteligência Artificial da everis Brasil, acrescenta que, como observado no estudo anterior de 2018, as aplicações de IA mais comuns continuam sendo Business Intelligence & Analytics (20%), Automated Machine Learning (15%) e Text Analysis/Generation (11%). Das técnicas utilizadas, o uso mais abrangente é a classificação (54% dos casos), seguido da previsão (49%) e do processamento de linguagem natural (42%).

“A grande maioria das empresas latino-americanas (86%) têm desenvolvimento próprio de IA, baseado em frameworks de terceiros – com destaque para Google TensorFlow, Amazon Web Services, PyTorch e Microsoft Cognitive Toolkit. As demais utilizam IA adquirida. Isso mostra que o ecossistema colaborativo criado pelas Big Techs é um dos pilares da atual evolução de IA, grande número de startups e empreendedores dedicados a IA se tornam em participantes e podem algum dia despertar o interesse das grandes empresas de tecnologia”, comenta Quiles.

Desafios das empresas de Inteligência Artificial na América Latina

O estudo também verificou que os grandes desafios dos empreendedores de IA, apesar de todo seu progresso no mercado nos últimos anos, continuam sendo os mesmos:

• Escassez de talentos – o fenômeno de brain drain, quando pesquisadores e professores deixam seus cargos para trabalhar nas Big Tech, desafia a geração de talentos nas universidades. A desconfiança em relação aos desenvolvedores locais e a precária retenção de talentos por empresas diante dos concorrentes das Big Tech continua atormentando o ecossistema.

• Adoção da tecnologia – o desconhecimento, as incertezas e, às vezes, as expectativas pouco realistas sobre IA por parte dos clientes impedem a adoção abrangente.

• Ausência de políticas públicas construtivas – os governos não investiram suficientemente no desenvolvimento de empreendedores nem na educação tecnológica. Em termos de proteção de dados e privacidade, não existe um modelo latino-americano baseado em princípios de confiança, segurança e direitos fundamentais em relação ao uso da IA.

Existem ainda outros desafios para o desenvolvimento e adoção de IA em maior escala, com a necessidade de avaliação constante das vantagens e desvantagens da automação, comparada à importância da intervenção humana, apontada por 38% dos empreendedores, bem como de precisão versus explicação, se é possível conseguir resultados mais precisos por meio de técnicas menos explicáveis ou vice-versa para 29% dos empreendedores.

“Hoje, há também uma atenção especial de proteção de dados versus conveniência, pois grandes quantidades de dados podem melhorar a precisão, mas isso pode afetar os direitos de privacidade das pessoas. Por outro lado, não considerar certo tipo de dados pode fazer com que o sistema seja mais justo, mas menos preciso”, comenta Quiles.

Perfil dos empreendedores e suas equipes

Além dos dados empresariais, em 2020, a everis e a Endeavor também analisaram em profundidade o capital humano do segmento de empreendedores e IA, por ser um dos maiores desafios identificados tanto pelos fundadores como por suas equipes. Nessa imersão, constataram que um empreendedor típico de IA funda sua empresa aos 29 anos de idade, depois de cinco trabalhos e dois empreendimentos anteriores, o que garante a 79% deles experiência em cargos de diretoria e gerência. As carreiras mais cursadas por ele são Negócios (21%), Ciências da Computação (15%) e Engenharia (10%). Outro fato é que 41% fizeram pós-graduação.

Por outro lado, ao verificar o perfil dos 560 ex-colaboradores das empresas de IA para analisar os padrões de rotatividade do segmento, o estudo descobriu que os profissionais de IA têm, em média, 30 anos de idade, estudaram Engenharia de Sistemas na graduação, tiveram cinco cargos anteriores e trabalharam cerca de 13 meses em cada cargo, tendo entre as certificações mais populares as de programação (51%), Big Data (13%) e Machine Learning (11%). “Infelizmente, o desequilíbrio de gênero é evidente e igualmente importante em ambos os casos – apenas 8% dos empreendedores e 15% dos ex-colaboradores são mulheres”, alerta Armelin.

De acordo com os parâmetros do nível de emprego gerado pelas empresas, o estudo catalogou ainda as 490 empresas de IA latino-americanas por porte: 44,5% delas (218) são micro, com no máximo 10 colaboradores; 35,3% são pequenas (173), tendo de 11 a 50 funcionários; 16,9% médias (83), com no máximo 250 profissionais; e só 3,3% são grandes (16), tendo mais de 250 pessoas na equipe. Apesar de formar quase a metade da amostra, as 218 microempresas do ecossistema geram apenas 911 empregos (2% do total), enquanto as grandes são responsáveis pela maioria dos empregos (63%), com 23.909 colaboradores. Esta tendência se repete em termos de vendas, capital arrecadado e produtividade. O Brasil é uma exceção, pois em nosso mercado, uma empresa média gera cerca de US﹩ 375.000 em vendas.

“Ao olhar para o futuro, a incerteza é a regra e a inovação precisa ser constante, pois o desenvolvimento da IA exige apoio colaborativo do mundo empresarial, do setor público e da sociedade civil. Isso porque é necessário incentivar as instituições de ensino a fortalecer e ampliar a oferta de programas técnicos e especializações em IA. As empresas, por sua vez, devem desenvolver seus próprios pipelines de talentos e investir em capacitações e certificações para suas equipes”, acredita Quiles. Ele ressalta ainda que, simultaneamente, as empresas devem investir em Pesquisa e Desenvolvimento para gerar mais soluções inovadoras, enquanto os outros atores – sociedade civil, instituições, administrações públicas – trabalham em conjunto para divulgar e sensibilizar o mercado sobre o potencial e os benefícios econômicos e sociais de IA.

Para Armelin, com conhecimento adequado e uma rede de colaboração serão eliminadas as barreiras para a adoção de IA e motivando o governo a conceber um marco regulatório robusto, que facilite o acesso aos dados públicos para o desenvolvimento de algoritmos e soluções de IA, ao mesmo tempo em que garanta a segurança e privacidade dos dados pessoais, algo fundamental em função da Lei de Proteção Geral de Dados (LGPD).

Cresça com o Google para Mulheres

Nesta quarta-feira, 24, o Google abre inscrições para o seu programa de treinamento e capacitação para mulheres que buscam desenvolver suas carreiras ou negócios no meio digital. O Cresça com o Google para Mulheres (“Women Will”) acontece em sua primeira edição on-line no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com a presença de convidadas como as executivas Rachel Maia e Sofia Esteves. As inscrições são gratuitas.

Serão lançadas duas trilhas de conhecimento: uma voltada às mulheres que querem empreender e evoluir seus próprios negócios e outra para mulheres que buscam desenvolver suas carreiras. Nesta primeira trilha serão compartilhadas técnicas de gestão, liderança feminina, técnicas de vendas, finanças e, ainda, formas de construir sua marca pessoal. Já a segunda vai abordar temas como autoconhecimento, técnicas de entrevistas, apresentação pessoal e dicas para acelerar seu crescimento e alcançar objetivos profissionais.

A programação inclui a participação de Susana Ayarza (Diretora de Marketing do Google Brasil), Rachel Maia (CEO e Fundadora da RM Consulting), Paula Bellizia (VP de Marketing do Google Brasil), Sofia Esteves (fundadora do Grupo Cia de Talentos), além de palestrantes especialistas da Rede Mulher Empreendedora.
Para saber mais, confira a agenda completa abaixo:

Cresça com o Google para Mulheres que querem Empreender

•Liderança para empreendedoras
•Networking: Construindo redes de relacionamento
•Desenvolva uma marca forte para o seu negócio
•Aprenda a vender o seu peixe
•Organização financeira como um hábito de vida
•Trajetória empreendedora de Rachel Maia

Cresça com o Google para Mulheres que querem desenvolver suas carreiras

•Autoconhecimento para escolhas profissionais
•Comunicação eficaz para conversas profissionais
•Melhorando a sua apresentação pessoal
•Usando a sua experiência como diferencial no mercado de trabalho
•Como se preparar para entrevistas de emprego
•Mudança de Carreira e a história Inspiracional de Sofia Esteves

“A pandemia afetou negativamente a todos, mas especialmente as mulheres. São muitas as que têm que fazer dupla jornada em casa, trabalhando e cuidando da família”, diz Susana Ayarza, diretora de Marketing do Google Brasil. “Com o Cresça, queremos mostrar histórias inspiradoras e garantir que todas as mulheres terão acesso ao conhecimento e às ferramentas necessárias para inovar em seus negócios e desenvolver suas carreiras por meio do digital”.

As inscrições podem ser feitas a partir desta quarta-feira, 24, na nova plataforma de treinamentos on-line do Cresça com o Google em g.co/TreinamentosCresca. Escolha a trilha de conhecimento que você tem interesse e inscreva-se para receber informações e lembretes sobre o treinamento:

• Cresça com o Google para Mulheres que Querem Empreender
•Cresça com o Google para Mulheres que Querem Desenvolver suas Carreiras

O conteúdo do treinamento estará disponível a partir do dia 8, às 9h.

ABES e BrazilLAB fecham parceria para estimular inovação no setor público

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software anuncia parceria com o BrazilLAB, hub de inovação que acelera soluções e conecta empreendedores com o poder público. A parceria faz parte do ABES Startup Internship Program com objetivo de disponibilizar às startups ligadas ao BrazilLAB, os serviços oferecidos pela ABES a seus associados, sem custo por seis meses, como assessoria jurídica, tributária, trabalhista e regulatória, grupos de trabalho nos mais variados temas, dados de mercado, além de networking e completa estrutura de complaince, essencial para quem interage com órgãos públicos.

De acordo com Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES, a iniciativa pretende fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos para o setor. “A parceria com incubadoras, aceleradoras e fundos de investimento permite que identifiquemos startups que precisam dos serviços que já disponibilizamos aos associados. Queremos contribuir cada vez mais para a competividades das empresas e impulsionar o mercado nacional de tecnologia”.

O objetivo da ação é ajudar as empresas emergentes, que usam intensamente tecnologia e desejam operar ou ampliar suas atividades, a superarem as complexidades presentes no mercado, colocando à disposição das participantes do programa os mais de 30 anos de experiência da associação nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. O programa tem duração de seis meses e disponibiliza todos esses serviços sem custo às startups.

Rodolfo Fücher, presidente da ABES, complementa: “Muitas empresas iniciantes precisam de suporte e estímulo. Queremos incentivar o empreendedorismo no Brasil e facilitar o acesso a informação e estrutura, por meio de uma rede de serviços essenciais para o sucesso de uma startup”. Para ele, a parceria com o BrazilLAB é fundamental para o propósito da entidade. “Queremos ampliar nosso escopo a empresas brasileiras que atuam com foco no setor público e trazer mais inovação para o segmento, afinal um de nossos pilares é contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual e essa parceria é um dos caminhos para atingir esse objetivo”.

Para startups que têm como propósito gerar inovação para a gestão pública e atuam nos programas do BrazilLAB, esta é a oportunidade de ter acesso não só a serviços e pesquisas oferecidas pela ABES, como também a parcerias e possíveis acordos comerciais. “A parceria entre o BrazilLAB e a ABES é muito importante e estratégica para o avanço da atuação das GovTechs no Brasil. A pauta passa a ganhar ainda mais relevância com o apoio de uma organização que atua há mais de 30 anos promovendo e fortalecendo as empresas de Software no país. Temos a certeza de que essa união abrirá muitas portas para as startups da rede e será um ponto de apoio importante para o avanço do ecossistema GovTech no Brasil”, explica Guilherme Dominguez, cofundador e diretor do programa de aceleração do BrazilLAB.

Para conhecer mais detalhes sobre o ABES Internship Program, e os serviços disponíveis, acesse: https://abessoftware.com.br/associados/programa-startup-internship/

Grupo Boticário vai acelerar 13 startups com foco no varejo de beleza

Empresa divulga os 13 selecionados para a primeira turma do projeto GB Ventures – o braço do grupo para aceleração e relacionamento com o ecossistema de startups

O Grupo Boticário escolheu 13 startups em early stage para a primeira edição do GB Ventures, sua aceleradora de startups. De novembro a fevereiro, foram 137 inscritas e as eleitas foram aquelas que apresentaram mais alto potencial dentro dos três desafios propostos no anúncio de abertura de inscrições: Beautytech, Retailtech e Trendsetter.

Seis delas são dedicadas ao setor de beleza e apresentaram soluções de tecnologia em beautytech. Foram elas: Beauts, Bergamia, Feel, Hendrik, Meu Q e Pura. Em Retailtech foram duas: Flexsas e Minus. As outras cinco responderam os desafios em Trendsetter: Axondata, Be Beleza Tech, Beegol, Intless e PulpoAr .

Serão seis meses de aceleração, com muito conteúdo, mapeamento, pesquisa e desenvolvimento de soluções em conjunto com o Grupo Boticário. Ao todo, são sete módulos estruturantes que vão garantir uma visão transversal com inputs de branding, compliance, negócios e cultura da empresa, bem como conversas com nomes já consagrados no mercado para troca de experiências. Nas primeiras semanas do programa, as startups estarão focadas na fase de diagnóstico e mapeamento da jornada do consumidor.

“Estamos muito entusiasmados com esse trabalho conjunto e com o potencial de inovação e solução dos problemas que vamos desenvolver em conjunto com essas startups. O Grupo Boticário tem um parque de diversões para dar espaço para essas empresas se desenvolverem. Temos fábricas, armazéns, distribuição, canais próprios, canais terceiros, pontos de venda físicos, online, centro de Pesquisa & Desenvolvimento e etc. Somos 4.000 lojas e milhões de revendedoras e consumidores”, diz Daniel Knopfholz, VP de tecnologia do Grupo Boticário. “A reunião da nossa estrutura, somada à essa energia transformadora dessas startups, tem o potencial de gerar coisas incríveis para os nossos clientes”, continua. “As 13 selecionadas já apresentaram ótimos resultados em suas áreas e teremos muito a aprender com elas também”, conclui.

Conheça melhor as startups escolhidas:

Axondata: A Axondata tem como propósito tornar a Inteligência Artificial (IA) e o Big Data úteis e acessíveis de forma ágil e escalável para o mercado. O principal produto é a SOMMA, a primeira plataforma de IA e Big Data Analytics desenvolvida inteiramente na América Latina.

Be Beleza Tech: É uma escola de beleza de bolso que ajuda os consumidores a fazer makes, rotinas de skincare e beleza utilizando realidade aumentada. A tecnologia ajuda a personalizar a aplicação dos produtos de beleza para as características pessoais dos consumidores.

Beegol: A Beegol desenvolve modelos de machine learning que utilizam as bases de dados de clientes, complementadas por dados externos, com os quais enriquecem a base para fornecer recomendações de ações práticas para atingimento de um objetivo.

Beauts: Marca de clean beauty lançada em 2019. Beauts significa beleza plural, com produtos de skincare e bem-estar para cuidar da beleza fora e dentro. Suas fórmulas trazem ativos naturais e orgânicos do mundo todo.

Bergamia: Seus produtos são desenvolvidos levando em consideração três valores fundamentais: Beleza Limpa e Natural, Beleza Responsável e Beleza Criativa.

Feel: A Feel faz parte do segmento de sexual wellness e cria produtos naturais, veganos e saudáveis que atendem as preocupações e desejos das suas consumidoras. A empresa acredita que o autocuidado íntimo significa respeitar nossos corpos.

Flexsas: Surgiu como uma solução que oferta e interconecta os serviços de armazéns logísticos pelo Brasil, garantindo ocupação de suas estruturas e os conectando no contexto de operações flexíveis de warehousing e fulfillment para e-commerce de varejistas e indústrias.

Hendrik: Focada em produtos de beleza masculinos, cuida do homem que se preocupa e que cuida de si, do próximo e do ambiente em que está. Além de produtos naturais, veganos e sem testes em animais, a Hendrik oferece um espaço de experiência em São Paulo.

Intless: A Intless oferece uma solução de analytics que utiliza notas fiscais para ter uma visão centralizada de clientes. A startup resolve essa dor integrando e centralizando os dados de lojas físicas e canais digitais.

Meu Q: Formula produtos de hair care personalizados, que atendam às necessidades específicas de cada cliente utilizando um algoritmo e Inteligência Artificial. Os produtos são formulados combinando as informações do seu Quiz com os desejos e preferências da cliente.

Minus: O propósito da Minus é reduzir desperdício utilizando uma plataforma de gestão de vencimento e, ao mesmo tempo, para aqueles produtos próximo ao vencimento, escoar de forma inteligente e rápida a custo menor.

PulpoAr: Solução de try-on de produtos que utiliza realidade aumentada. A startup acredita que a realidade aumentada é um dos pilares do futuro e está expandindo seu roadmap para fazer o futuro acontecer mais rápido.

Pura: Glitter Biodegradável. Alternativa sustentável ao glitter plástico, o bioglitter é produzido pela Pura para evitar que milhares de toneladas de plástico sejam jogadas no lixo, poluindo rios e mares.

Grupo FCamara tem mais de 175 vagas abertas na área de tecnologia

O Grupo FCamara – consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital – está em busca de novos talentos para fazerem parte do seu time. Além de trabalhar com os principais players na área de e-commerce, saúde, educação e indústria, a FCamara também tem a sua própria Venture Builder, a Orange Ventures, lançando diversas startups. Atualmente, a empresa conta com mais de 175 vagas de tecnologia em aberto.

Entre os cargos estão Analista de BI Front-End, Desenvolvedor Back End, Desenvolvedor Full Stack, Desenvolvedor Mobile Android e Desenvolvedor Mobile IOS, Cientista de Dados, Product Owner, além de outros.

O processo seletivo é todo online e o modelo de trabalho flexível: o time está trabalhando de casa e a ida aos escritórios, localizados em São Paulo e Santos, é opcional. A empresa também conta com outras formas de trabalho como o “anywhere office”, em que é possível trabalhar de qualquer lugar do país, e a locação no cliente. Com crescimento acelerado, a empresa quer contratar mais de 1400 pessoas nos próximos três anos – chegando a 2 mil pessoas no time.

A FCamara é um dos exemplos nacionais que acreditam que o seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por isso, desenvolveu seu próprio culture code. Nele, os “sangue laranja”, nome dado as pessoas que fazem parte do time, entram em contato com as diretrizes e crenças da empresa, que trabalha com: desenvolvimento de habilidades além das técnicas, ter competência interdisciplinar, estar sempre pronto para novos desafios, construir relações de sucesso e ser protagonista das próprias histórias.

“O grande diferencial de uma empresa é o seu capital intelectual: as pessoas que fazem a transformação digital, por isso, esse é o foco da FCamara. A nossa dinâmica desperta o melhor das pessoas buscando proatividade, curiosidade, ambição e aprendizado contínuo. Acreditamos que o sucesso está relacionado diretamente com a forma de pensar e agir na vida e nos negócios, precisamos sair da caixa”, explica Fábio Camara, CEO da empresa.

As informações sobre as vagas e como se candidatar podem ser encontradas no site.

O culture code da FCamara se desdobra no dia a dia em ações como:

Modelo Horizontal: não há hierarquia tradicional ou protocolos formais. Todos trabalham de modo colaborativo e se comunicam no mesmo nível. Não há “mesa de chefe”, todos trabalham de forma livre em estações de trabalho flexíveis para promover o acesso e convivência em todas as áreas e setores da empresa;

WhatsApp Público e agenda aberta: o número do celular do CEO e dos gestores são públicos e todos as pessoas da empresa têm acesso, assim como as agendas, sempre disponíveis a todos os Sangue Laranja que podem checar a disponibilidade para apresentar projetos e ideias;

Liberdade de dress code e gênero: nenhuma pessoa da empresa usa uniforme ou identificação relativa à sua ocupação. Todos são vistos e tratados de maneira igualitária, sem distinções, e com respeito à sua identidade;

Programa de Formação: a empresa promove ao longo do ano algumas edições de seu programa de recrutamento e formação no intuito de capacitar tecnicamente e filosoficamente seus candidatos;

Hackathons: as maratonas fazem parte do processo de seleção no Programa de Formação, no qual promove desafios para a criação de soluções que, se validadas, além de garantirem a vaga do autor na empresa, podem se tornar um negócio efetivo, como aconteceu com o LinkApi, startup que surgiu de um desses projetos e hoje é um case na na área de TI.

Workshops: a empresa promove clubes de debates e palestras técnicas, de liderança e de filosofia aplicada aos negócios para integrar e atualizar seus time;

Mais de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos atingiram o Brasil em 2020

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções amplas, integradas e automatizadas de segurança cibernética, anunciou os resultados para o quarto trimestre de 2020 e o consolidado do ano dos dados obtidos por seu laboratório de inteligência de ameaças FortiGuard Labs, que coleta e analisa diariamente incidentes de segurança cibernética em todo o mundo.

No Brasil, foram registradas mais de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos durante 2020, de um total de 41 bilhões em toda a América Latina e Caribe.


Considerando somente os meses de outubro, novembro e dezembro, foram 5 bilhões de tentativas de ataques no país. Nesse período, ameaças bem conhecidas, como e-mails de phishing, se espalharam por toda a América Latina com arquivos HTML anexados, tentando redirecionar o navegador da web para sites maliciosos. O malware baseado na web tornou-se o veículo mais comum para a distribuição de arquivos infectados, muitas vezes tornando-se a porta de entrada para ransomware.


Embora o volume de tentativas de ataques cibernéticos continue extremamente alto, o mais preocupante é o grau de sofisticação e eficiência que os cibercriminosos estão alcançando ao utilizar tecnologias avançadas e inteligência artificial (IA) para desenvolver ataques direcionados com maior chance de sucesso. Isso significa que, em menos tentativas, os cibercriminosos conseguem causar mais dano.

“O ano de 2020 demonstrou a capacidade dos criminosos de investir tempo e recursos em ataques mais lucrativos, como os de ransomware. Além disso, eles estão se adaptando à nova era de trabalho remoto com ações mais sofisticadas para enganar as vítimas e acessar redes corporativas”, explica Alexandre Bonatti, diretor de Engenharia da Fortinet Brasil. “Vemos ainda uma tendência a ataques periféricos e não apenas à rede central. A utilização de dispositivos IoT e ambientes industriais de missão crítica são alguns exemplos de pontos de acesso para os criminosos.”

Para 2021, a Fortinet identifica outra tendência significativa com o surgimento de novas fronteiras inteligentes – ou seja, de redes que se adaptam e se expandem de acordo com a necessidade do usuário –, o que não apenas criará diferentes vetores de ataque, mas possibilitará que grupos de dispositivos comprometidos possam trabalhar juntos para atingir as vítimas em velocidades de 5G.

“Devemos estar cientes de qualquer e-mail ou atividade suspeitos, e implementar e seguir todos os controles necessários para mitigar o risco de intrusão ou violação das políticas de segurança de nossas empresas e dispositivos pessoais, incluindo a instalação periódica de atualizações disponíveis pelos fabricantes”, recomenda Bonatti. “No lado dos negócios, é preciso incluir o poder da inteligência artificial (IA) e do aprendizado de máquina (ML) a plataformas de segurança que operem de forma integrada e automatizada na rede principal, em ambientes multi-cloud, em filiais e nas casas dos trabalhadores remotos.”

Outras conclusões do relatório do quarto trimestre de 2020:

·       Campanhas de phishing continuam sendo o principal vetor de ataque: Numerosas campanhas de cavalos de Tróia foram detectadas durante este período, realizando atividades sem o conhecimento do usuário e, normalmente, incluindo o estabelecimento de conexões de acesso remoto, captura de entrada do teclado, coleta de informações do sistema, download/upload de arquivos e colocação de outros malwares no sistema. Os ativos infectados podem realizar ataques de negação de serviço (DoS) e executar/eliminar processos. O JS/ScrInject.B! foi o mais ativo da região nesse período.

·       Trabalho remoto como porta de entrada para redes corporativas: Foi detectada uma grande quantidade de solicitações HTTP maliciosas para explorar uma vulnerabilidade em vários produtos de roteadores domésticos que podem permitir que atacantes executem comandos arbitrários. Isso pode ser uma tendência, pois mais pessoas trabalham em casa com menos proteção e mais acesso aos dados corporativos.

·       Grande onda de tentativas de explorar vulnerabilidades: Numerosas tentativas de execução remota de código contra ThinkPHP e PHPUnit, uma estrutura da web usada por um grande número de desenvolvedores da web. A vulnerabilidade do ThinkPHP foi revelada em 2018 e permite que invasores obtenham acesso ao servidor e instalar software malicioso. Manter os serviços atualizados ajuda a reduzir o risco de exploits. Portanto, se estiver usando o ThinkPHP versão 5 ou versões anteriores, é preciso aplicar a atualização ou patch mais recente do fornecedor.

·       Botnets visam dispositivos IoT: A botnet Mirai, voltada para dispositivos IoT, muito robusta e altamente utilizada ao longo dos anos, vem obtendo um crescente interesse de invasores que visam vulnerabilidades mais antigas em produtos de IoT de consumidor. Nos últimos meses, Mirai ficou mais forte, mais rápida, mais resiliente e mais evasiva, adicionando outras armas cibernéticas ao seu arsenal, como as vulnerabilidades encontradas em servidores web. Os cibercriminosos estão cientes de que os dispositivos IoT são difíceis de corrigir e tiram vantagem disso.

·       Antigas botnets ainda estão ativas na América Latina: As botnets Gh0st e Andromeda, também conhecidas como Gamaru e Wauchos, aparecem como as mais detectadas na América Latina, apesar de uma grande operação de eliminação desta última ter sido realizada pelas forças de segurança cibernética em dezembro de 2017. Novamente, aplicar os patches dos fabricantes e fazer as atualizações regulares é fundamental em termos de segurança.

O relatório completo sobre a atividade de tentativas de ciberataque no Brasil durante o quarto trimestre de 2020 pode ser baixado aqui.

PIX: onheça as tentativas de fraudes e golpes financeiros mais comuns e saiba como evitá-los

A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e 30 bancos intensificam até sexta-feira (26) suas ações de comunicação para contribuir com o uso seguro da internet e dos canais digitais contra golpes e fraudes no ambiente digital. A ação faz parte da 1ª edição da Semana da Segurança Digital de 2021, que começou na última segunda-feira (22), e orienta a população a se prevenir de fraudes, que geram prejuízos financeiros e dão muita dor de cabeça ao consumidor.

Neste ano, os participantes, que incluem parceiros como o Banco Central, associações, empresas e as polícias Civil e Federal, estão divulgando dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais que dão dor de cabeça aos consumidores, entre eles, golpes que envolvem o Pix, o novo sistema de pagamento instantâneo, que permite pagamentos e transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos.

As tentativas de golpe registradas com o Pix e relatadas por instituições financeiras foram identificadas como ataques de phishing, que usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar o indivíduo para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões. Com a pandemia do novo coronavírus, criminosos estão aproveitando o maior tempo online das pessoas e o aumento das transações digitais devido ao isolamento social para aplicar golpes financeiros.

Conheça a seguir os principais golpes envolvendo o Pix e saiba como se prevenir

Golpe da clonagem do Whatsapp

Entre os meios usados pelos bandidos está o Whatsapp. Os criminosos enviam uma mensagem pelo aplicativo fingindo ser de empresas em que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro.

Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix.

Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Essa senha não deve ser enviada para outras pessoas ou digitadas em links recebidos.

Golpe de engenharia social com Whatsapp

Em outra fraude que usa o Whatsapp, o criminoso escolhe uma vítima, pega sua foto em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, manda mensagem para amigos e familiares da vítima, alegando que teve de trocar de número devido a algum problema, como, por exemplo, um assalto. A partir daí, pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma situação de emergência.

Nesta fraude, o bandido nem precisa clonar o whatsapp da pessoa, e usa a estratégia de pegar dados pessoais da vítima e de seus contatos. A FEBRABAN alerta que é preciso ter muito cuidado com a exposição de dados em redes sociais, como, por exemplo, em sorteios e promoções que pedem o número de telefone do usuário.

Ao receber uma mensagem de algum contato com um número novo, é preciso certificar-se que a pessoa realmente mudou seu número de telefone. O cliente sempre deve suspeitar quando recebe uma mensagem de algum contato que solicita dinheiro de forma urgente. Não faça o Pix ou qualquer tipo de transferência até falar com a pessoa que está solicitando o dinheiro.

Golpe do falso funcionário de banco e das falsas centrais telefônicas

Outros golpes praticados são os do falso funcionário e falsas centrais telefônica de instituições financeiras. O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave Pix, ou ainda diz que o usuário precisa fazer um teste com o sistema de pagamentos instantâneos para regularizar seu cadastro, e o induz a fazer uma transferência bancária.

É importante ressaltar que os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras, tampouco funcionários de bancos ligam para clientes para fazer testes com o Pix. Na dúvida, sempre procure seu banco para obter esclarecimentos.

Golpe do bug do Pix

Outra ação criminosa que está sendo praticada por quadrilhas e que envolvem o Pix é o golpe do “bug” (falha que ocorre ao executar algum sistema eletrônico). Mensagens e vídeos disseminados pelas redes sociais por bandidos afirmam que, graças a um “bug” no Pix, é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas.

Os canais oficiais do Banco Central já alertaram que não há qualquer “bug” no Pix. A FEBRABAN ressalta que o cliente sempre deve desconfiar de mensagens que prometem dinheiro fácil e que chegam pelas redes sociais ou e-mail.

Segurança

De acordo com Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN, os bancos estão usando toda sua expertise com todos os sistemas de pagamentos agora para o Pix. Para isso contam com as melhores tecnologias e o que há de mais moderno em relação à segurança cibernética e prevenção a fraudes.

Volpini afirma que os cuidados que o cliente deverá ter na hora de fazer uma transação através do PIX deverão ser os mesmos que adota ao fazer qualquer transação financeira. “Sempre é necessário checar os dados do recebedor da transação Pix (pagamento ou transferência), seja para uma pessoa ou um estabelecimento comercial”, afirma.

O cadastramento das chaves Pix também deve ser feito diretamente nos canais oficiais das instituições financeiras, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente à central de atendimento. “O consumidor não deve clicar em links recebidos por e-mails, pelo WhatsApp, redes sociais e por mensagens de SMS, que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix”, diz.

Sobre a Semana de Segurança Digital

A Semana da Segurança Digital está em sua terceira edição, e o setor bancário se alinha mais uma vez a ações similares desenvolvidas tanto Estados Unidos desde 2003, como na Europa, desde 2012, e que envolvem vários setores da economia.

Até sexta-feira (26), os participantes divulgarão dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais. Cada participante desenvolverá livremente suas ações de conscientização para seus clientes.

O que falta para termos a experiência ideal no e-commerce?

Por Stella Guillaumon, General Manager da Magento Commerce

Se por um lado a pandemia de covid-19 aumentou a demanda no varejo online, por outro o número de reclamações dos consumidores também cresceu. Somente no primeiro semestre de 2020, o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) registrou 164.907 reclamações de e-commerce, quase o dobro das 82.911 registradas no mesmo período do ano anterior. Já o Procon-SP havia computado, até 17 de outubro, 241.887 reclamações do comércio eletrônico em 2020, crescimento de 208% em relação ao ano inteiro de 2019.  

Esses dados mostram que ainda há muito espaço para o varejo eletrônico melhorar e manter a tendência de crescimento. Afinal, já passamos do ponto de discutir a importância dos canais digitais para as marcas. O próximo passo é procurar tecnologias e estratégias que proporcionem boa experiência do consumidor, fator que pode ser o diferencial competitivo entre as companhias dos mais diversos segmentos. 

Para isso, o principal caminho é adotar uma estratégia omnichannel, otimizando a experiência do cliente com a marca ao integrar todos os pontos de contato. Assim, a empresa pode ter uma visão única do consumidor em múltiplos canais, que além de possibilitar a criação de uma jornada de compra melhor ao público, faz com que a empresa tenha dados centralizados e integrados sobre o comportamento dos clientes para traçar estratégias de marketing mais assertivas. É um modelo ganha-ganha. 

A opção de compre e retire na loja física, por exemplo, é uma das modalidades de compra online que tem crescido e demanda boa estratégia omnichannel das empresas. O relatório “Holiday Trends 2020” divulgado pela Adobe mostrou que 22% das compras online feitas no fim do ano em 2019 foram pedidos BOPIS (Buy Online Pickup in Store), o estudo ainda prevê um crescimento de mais de 40% para o mesmo período de 2020, ainda a concluir.  

Outro fator importante quando falamos de experiência do usuário é a personalização da jornada de compra nas lojas eletrônicas. Tecnologias como inteligência artificial quando integradas e desenvolvidas para o e-commerce tornam a experiência do consumidor melhor, trazendo produtos e páginas customizados, além de funcionalidades como busca por imagem ou por voz. 

Também são poucas as marcas que oferecem a opção de personalizar uma entrega na compra online. Em datas comemorativas, por exemplo, em que os consumidores buscam por presentes, oferecer itens como embalagem de presente ou cartão com mensagem dedicada são diferenciais que podem agregar valor ao produto e à experiência do usuário com a marca. 

Muitas indústrias que vendem tanto no B2B quanto no B2C ainda têm certo receio de gerar conflitos de canais, por isso muitas delas apostavam na digitalização apenas para o B2C. Agora, com a pandemia, nota-se também uma forte tendência de digitalização do B2B. 

Um e-commerce bem implementado, com o uso de plataformas flexíveis, que permitem a personalização de acordo com o fluxo de compra e regras do B2B é uma boa estratégia de posicionamento digital para indústrias do setor. 

Neste ano, o comércio eletrônico já mostrou ser um canal de vendas fundamental para as empresas, sejam elas B2B ou B2C. A palavra-chave do futuro, que já está acontecendo, é omnichannel, para que o público tenha a experiência ideal no e-commerce. 

Startup utiliza nuvem da Microsoft e oferece estrutura bancária para instituições financeiras e fintechs

Com a chegada das fintechs foi possível ver uma mudança no sistema bancário que levou a descentralização de serviços – antes oferecidos apenas por grandes bancos. Pensando em movimentar ainda mais esse mercado, a Celcoin criou uma plataforma de Open Finance que oferece uma plataforma completa de APIs de serviços financeiros para cerca de 130 instituições e fintechs. Dentre os clientes da Celcoin, estão mais de 30 principais bancos e instituições financeiras membros da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), oito empresas com capital aberto, dezenas de carteiras digitais, sete fintechs consideradas unicórnios, além de corretoras, programas de fidelidade e operadoras de telefonia.

Atualmente, fintechs e bancos digitais usam a plataforma de open finance da Celcoin para oferecer serviços que antes eram restritos aos grandes bancos, como pagamento de contas e tributos, saques na Rede Banco24Horas e no varejo, e ainda, recargas de celular, recargas de transporte, transferências, entre outros. “O objetivo é deixar as fintechs focadas no seu core business sem se preocupar com serviços que são complementares, mas obrigatórios em todas as contas digitais”, explica Marcelo França, CEO e fundador da Celcoin.

Crescimento x nuvem pública

Durante a pandemia a Celcoin viu o número de clientes crescer ainda mais e, com base neste crescimento, decidiu fazer a migração de nuvem privada para a nuvem pública a fim de ter mais escalabilidade para suportar picos de operação e, para isso, a companhia passou a utilizar os serviços do Azure. Além disso, a startup começou a fazer parte do programa de parceiros da Microsoft e a contar com auxílio no aperfeiçoamento da arquitetura pelos times da companhia de tecnologia.

“Tivemos um crescimento muito grande em pouco tempo e vimos na nuvem pública da Microsoft uma maneira de conseguirmos ter mais flexibilidade para termos os nossos serviços sempre à disposição dos nossos clientes, sem interrupção, mesmo em momentos de picos. A possibilidade de redimensionar a solução de acordo com a nossa demanda reduz a possibilidade de recursos ociosos e nos garante a solução rodando de forma efetiva a todo momento – o que também retorna para nós como um benefício pois nos permite manter a confiança dos nossos clientes com os nossos serviços”, comenta França.

O suporte da Microsoft à migração para a nuvem faz parte do compromisso da companhia de incentivar o desenvolvimento econômico sustentável do País por meio do plano Microsoft Mais Brasil. Lançado em outubro de 2020, o plano é uma iniciativa abrangente que tem entre seus objetivos apoiar o crescimento inclusivo por meio de tecnologia, capacitar a força de trabalho de hoje e de amanhã e apoiar programas com foco em sustentabilidade.

Fintouch 2021: maior evento focado em fintechs do Brasil realiza pela primeira vez uma edição totalmente online

Marcado para os dias 15 e 16 de abril , o encontro irá abordar temas como regulação, internacionalização, tecnologias disruptivas, impacto social, dentre outros

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) realizará mais uma edição do Fintouch, maior evento no calendário da entidade e o maior do Brasil focado em fintechs. Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de março, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, extremamente relevantes para o segmento, o evento abordará assuntos como: Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros.

Para os interessados em participar do encontro basta acessar o link e garantir a compra dos convites – a partir de R$ 150,00. Para acompanhar as atualizações da programação do Fintouch 2021, acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Via Varejo alcança 50 mil inscritos em seu primeiro Programa de Trainee

Lançado em dezembro, o primeiro programa de trainee da Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia e Pontofrio, bateu a marca de 50 mil inscritos de todo o país. O processo de inscrição, finalizado neste mês, entra na segunda etapa com a realização de testes online e convocação dos aprovados para as atividades em grupo online. Os aprovados nestas etapas passarão por uma fase final que ainda estamos definindo datas, e os finalistas escolhidos serão convocados para admissão entre abril e maio de 2021.

“Tivemos candidatos de diversas partes do país, gêneros e etnias diferentes, escolaridade e trajetórias de vida completamente distintas. Aquela diversidade que buscamos diariamente nas nossas ações e projetos. Estamos muito orgulhosos”, afirma Rosi Balabram, Diretora de Pessoas & Perfomance da Via Varejo.

Todos os estados foram bem representados por diversas candidaturas e dentre eles destacamos a Bahia, Paraná e o Pará. Sobre o perfil dos candidatos 50% são mulheres, 48,5% homens e 1,5% preferiu não identificar. Já em etnia, 53,4% se declararam brancos, 40,3% negros, 2,4% amarelos e 1,3% preferiu não identificar.

Mais da metade dos candidatos (58,7%) concluíram o ensino médio na rede pública, 32,2% na rede particular e 9,1% com bolsa estudos. Já na graduação, 48,2% são de universidades particulares, 27% de instituições públicas e 24,8% com bolsa de estudos.

TOTVS amplia oferta de Cloud com nova plataforma de serviços

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, lança a nova versão de sua plataforma de serviços em nuvem, a T-Cloud, ampliando os serviços e melhorando a experiência dos clientes que utilizam produtos TOTVS na nuvem. A T-Cloud é uma plataforma completa para gerenciar, integrar e estender aplicações com agilidade e flexibilidade na nuvem, potencializando o valor agregado que os sistemas TOTVS oferecem aos negócios e simplificando todos os processos de sustentação das aplicações.

Voltada para todo o ecossistema da TOTVS, de clientes finais a parceiros, a plataforma simplifica e acelera a adoção do serviço de Cloud, além de facilitar o acesso às novidades disponibilizadas pela companhia para cada produto. Em poucos minutos os usuários conseguem habilitar novas funcionalidades e inovações, de maneira amigável, além de permitir uma execução otimizada e segura das atividades de gestão cotidiana dos produtos, como criar ou clonar ambientes de trabalho, realizar customizações e integrações, atualizar versões e ambientes, configurar a segurança dos seus dados, entre outros serviços.

A novidade não está limitada à automação das rotinas de trabalho, mas principalmente em prover uma experiência única no uso dos softwares TOTVS na nuvem, garantindo redução significativa de gastos com infraestrutura, licenciamento, segurança, gerenciamento e contratação de nuvem.

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS, destaca que esse investimento, diante de um cenário transformador como o atual, reforça o desejo da empresa de acelerar e simplificar o processo de transformação de seus clientes. “O T-Cloud permite que os usuários dediquem mais tempo à inovação e evolução de seus negócios, reduzindo preocupações com configuração, segurança e capacidade da nuvem. Tudo isso garante mais produtividade, rapidez e eficiência, além de contribuir para a digitalização e inovação de toda a cadeia, já que o acesso e gerenciamento das soluções na nuvem passa a ser algo mais simples e rápido, bem como a possibilidade de adoção de novas funcionalidades. Continuamos focados no roadmap de evoluções da plataforma para viabilizar tanto ganhos para nossos atuais clientes quanto a expansão acelerada que temos observado na nossa operação”, afirma o executivo.

Com aproximadamente 3 mil clientes já usando a plataforma, em 2020 a unidade de negócio de nuvem da TOTVS teve um crescimento expressivo e viu a adoção desta novidade crescer aproximadamente 400%. Com a iniciativa, a companhia busca oferecer uma experiência única no uso da nuvem, com a união de uma oferta completa, competitiva e a simplicidade na adoção e utilização dos produtos TOTVS.

Conheça a startup que é a mais nova aquisição da Semantix

Quando Thiago Lima criou a LinkApi após ter que largar a carreira de lutador profissional de MMA por conta de uma lesão, ele não imaginava que o novo negócio resultaria em uma fusão com uma multinacional em apenas três anos. Com o crescimento médio de 200% ano a ano desde sua fundação, a startup – que é a maior plataforma de integração e gestão de APIs da América Latina -, chamou a atenção da Semantix, empresa brasileira desenvolvedora e fornecedora de soluções de dados com foco em big data. A aproximação fez com que a multinacional adquirisse 51% do capital da LinkApi.


A transação é a maior da história da Semantix e a fusão total acontecerá em três anos, podendo ultrapassar o valor de R$ 100 milhões. A estruturação do processo levou nove meses e resultou em uma estratégia que soma esforços e potencializa a expansão global de ambos os negócios.


Para Thiago Lima, fundador e CEO da LinkApi, agora também CTO da Semantix, o objetivo é tornar a companhia de tecnologia a maior do Brasil. “Juntos vamos entregar uma solução que vai revolucionar o mercado de dados. Com essa parceria, qualquer empresa terá a possibilidade de transformar dados em inteligência de negócio”, afirma o empreendedor.

“Comecei a programar aos 12 anos; é como se passasse o filme na cabeça. Me lembro da nossa trajetória e estou realizado de fundir com uma empresa que tem o mesmo propósito que o nosso: ajudar negócios a transformarem dados em diferenciais estratégicos”, complementa.


Segundo Leonardo Santos, CEO e co-fundador da Semantix, a parceria impulsiona os planos de internacionalização. “A aquisição acelera nosso objetivo de levar essa oferta ao mercado internacional, pois as duas companhias, de forma conjunta, já vão iniciar a atuação em mais de 20 países. Não existe hoje no Brasil uma empresa que ofereça plataforma de dados tão ampla e com a integração completa de APIs”, explica.

Atualmente, a startup atende cerca de 150 clientes, está presente em 15 países e é responsável por 5 bilhões de integrações por mês. Em 2019, passou a fazer parte do portfólio da Wayra Brasil, hub de inovação aberta da Vivo. “A solução da LinkApi vem apoiando inúmeras empresas a realizar a transformação digital orientada aos dados. Seu sucesso comprova a qualidade das startups de base tecnológica que temos no Brasil. Estamos felizes que esse ciclo tenha sido concluído com sua aquisição pela Semantix devido à sinergia entre os negócios”, celebra Livia Brando, country manager da Wayra Brasil.

A LinkApi se consolidou no mercado de tecnologia graças às suas soluções que possibilitam uma transformação digital simplificada nas empresas, pois tais ferramentas auxiliam e dão mais protagonismo aos desenvolvedores, profissionais que foram ainda mais demandados em decorrência da pandemia.
Mesmo com a aquisição, o time da startup permanece na operação. De acordo com Thiago, todo o processo foi pensado para ser uma forma de reunir pessoas num propósito comum. “Vou continuar à frente da LinkApi e meu time será mantido. Juntos vamos entregar uma solução única que vai revolucionar o mercado de dados!”, comemora o empreendedor. Além disso, a empresa continuará com o programa de formação de desenvolvedores, a Formação Kapivaras. Trata-se de uma iniciativa que possibilita que os jovens selecionados transitem por todas as áreas da empresa em três meses, e caso se destaquem em alguma área, sejam efetivados.

Contratações temporárias no 1º trimestre de 2021 devem crescer 25%, segundo ASSERTTEM

Com resultado considerado surpreendente no mês de janeiro, puxado pelas contratações para atender às demandas de Páscoa, associação prevê mais de 805 mil novas vagas até março

A pandemia da Covid-19 ainda traz uma situação de insegurança e emergência nas empresas brasileiras. Mesmo diante desse cenário, a geração de vagas formais por meio do Trabalho Temporário, no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019, deve crescer 25% no 1º trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM).

“Após um resultado surpreendente em janeiro, projetamos a geração de mais de 805 mil vagas temporárias entre os meses de janeiro e março de 2021, superando em 25% as 644.500 contratações temporárias no mesmo período do ano passado”, afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Segundo ele, a Indústria segue impulsionando as contratações, seguida pelo Agronegócio, pelo setor de Serviço e Comércio. “Além disso, nossas estimativas apontam que a taxa média de efetivação de 22%, alcançada no final de 2020, irá se manter nesse 1º trimestre de 2021. Um resultado excelente, já que anteriormente a taxa girava entorno de 15%”, destaca.

Outro ponto importante, de acordo com Abreu, é que o período de duração do contrato temporário na Indústria, que era de 45 dias em média, será superior a 77 dias em 2021. “O período de contratação será bem maior para a Indústria conseguir atender o volume de demandas do mercado”, diz.

Para o presidente da ASSERTTEM, diante das incertezas que a pandemia ainda gera na economia do país, as empresas seguirão se apoiando no Trabalho Temporário para garantir maior flexibilidade de gestão e, assim, conseguirem se manter no mercado, utilizando a modalidade de contratação para substituição transitória e para demanda complementar de trabalho de forma rápida, eficaz e segura.

“As empresas já enxergaram que o Trabalho Temporário é uma excelente opção formal de contratação, que preserva os direitos dos trabalhadores e ainda confere flexibilidade de gestão para acompanharem as oscilações da economia”, explica.

Demandas da Páscoa

O mês de janeiro teve um resultado surpreendente na geração de vagas temporárias. Ao todo foram 178.640 novas contratações, um aumento de 37,3% com relação ao mesmo mês de 2020 (130.100 vagas). Destas, 16.380 são para atender às demandas de Páscoa na indústria de chocolate, comércio e serviço, alta de 31% com relação ao ano passado (12.503 vagas).

De acordo com a ASSERTTEM, 65% das contratações temporárias de janeiro foram impulsionadas pela Indústria para atender a demanda complementar de trabalho em segmentos como Alimentos, Farmacêutica, Embalagens, Metalúrgica, Mineração, Automobilística, Agronegócio e Óleo e Gás; seguido de 25% do setor de Serviços e 10% do Comércio.

Ao todo, nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2020, a Páscoa gerou 33.906 contratações temporárias. Neste ano, a projeção da ASSERTTEM é de mais de 42 mil vagas temporárias no período. “A Páscoa teve um papel importante no resultado de janeiro, visto que a indústria de chocolates acelerou as contratações temporárias, pois está com uma demanda de trabalho 31% superior do que em 2020 e iniciaram a produção de chocolates com antecedência”, conclui o presidente da associação, Marcos de Abreu.