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Tata Consultancy Services apresenta soluções de Algo Retail para o Varejo

A Tata Consultancy Services (TCS) oferece soluções de negócios para o varejo com produtos e serviços da divisão denominada Algo Retail – que unem o poder dos dados com tecnologia e inovação para impulsionar o crescimento do varejo, que está em constante transformação. Os softwares TCS Optumera e TCS OptUnique agora estão disponíveis no Brasil e na América Latina, e garantem mais agilidade nos processos de negócios e no uso de dados para oferecer uma experiência de compra hiper personalizada para clientes do varejo.

À medida que os varejistas desenvolvem e aprimoram estratégias para o novo começo pós-pandemia, que ao que tudo indica será marcado por mudanças no comportamento de consumo, custos crescentes, implementação de novas normas de segurança e inúmeros outros desafios, é essencial que as empresas estejam preparadas para responder rapidamente a este cenário. Isso requer mudanças importantes na forma como este setor opera – agora, o caminho a seguir é buscar a resiliência necessária para desbloquear o valor exponencial e tomar decisões com confiança respaldadas por Big Data, Análises Preditivas, rápidas, personalizadas e localizadas.

Para auxiliar o mercado nesta jornada de adaptação e transformação, a aposta da TCS no Algo Retail deve-se ao fato de que a divisão explora como os varejistas podem aumentar a competitividade aplicando Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) para garantir a maior lucratividade dos negócios.

A primeira solução, o TCS Optumera, é composta por diversos módulos e utiliza os mais avançados recursos de IA e ML, para, de forma simples e rápida, gerar recomendações de otimização de espaço em lojas, de sortimento online e offline e de otimização de preços e promoções para itens de varejo online e offline – e com isso alcançar um aumento de até 3% a 5% nas vendas. Além disso, a solução é altamente escalável e transparente nas recomendações e possui recursos de automatização de configurações e de tarefas, o que permite uma redução no tempo gasto com processos de gestão das equipes comerciais. Também permite a análise de impacto em cenários criados, como, por exemplo, a partir do ajuste no preço de um item, fazer a re-projeção de margem e volume dos itens relacionados.

Já a ferramenta TCS OptUnique permite possibilidades de hiper personalização e utiliza IA para transformar a experiência do cliente com a marca. A solução torna possível ter em tempo real, a hiper personalização de ações, unificadas e orquestradas para oferecer aos clientes, experiências individuais nos diversos meios de interação, sejam mídias sociais, pontos de venda, site ou telefone celular, para aumentar o CLV – Customer Lifetime Value. A solução permite ainda definir ações com base nos objetivos de negócio – aumento da base de clientes, aumento do ticket médio para clientes fidelizados, entre outros – e evita a “fadiga” do cliente, que ocorre quando diversos times abordam o mesmo cliente por meio de ações não orquestradas; permite personalização para usuários conhecidos e desconhecidos com perfis de 720 graus – usando informações internas e externas.

Entre os principais benefícios do investimento no OptUnique, também estão, de acordo com um levantamento da TCS, 10% de aumento na base de clientes de usuários anônimos para clientes fiéis, 20% de redução nas saídas de página e abandono de carrinho, 25% de aumento na conversão, redução de 20% nos gastos gerais de marketing e redução de 75% na perda de clientes da base, com melhoria da qualidade da comunicação.

“Estamos orgulhosos em trazer soluções tão importantes para o mercado brasileiro e no momento em que o varejo mais precisa de ferramentas para se transformar na velocidade imposta pelo cenário da pandemia de covid-19. O setor de varejo está em constante transformação e agora, como nunca, é muito importante investir nas soluções e tecnologias corretas para garantir o sucesso e a continuidade dos negócios”, afirma Gustavo Trevisan, Head de CPG, Varejo, Mídia e Telecom para o Brasil na Tata Consultancy Services (TCS).

Nestlé Health Science lança evolução do programa de Inovação aberta Nestlé Beyond Food e recruta startups em todo Brasil

Encontrar soluções disruptivas e inovadoras que promovam o crescimento de negócios e que atendam aos atuais desafios do mercado de saúde e nutrição. Com estes ideais em mente, Nestlé Health Science (NHS), braço de saúde e ciência nutricional da Nestlé, lança essa semana a segunda onda do programa Nestlé Beyond Food, que oferece às startups brasileiras a oportunidade de trabalhar em parceria com a companhia e validar a aderência de suas soluções às necessidades da divisão.

O Brasil é o maior mercado de saúde da América Latina e o sétimo em nível global, com mais de US﹩ 42 bilhões sendo gastos anualmente em cuidados de saúde privados. O país tem alta disponibilidade de startups e investimentos de fundo de capital de risco, com a maior parte concentrando-se em São Paulo. É o que mostra a pesquisa Global Startup Ecosystem Report – do Startup Genome, que avalia os principais ecossistemas e as cidades mais promissoras no campo da inovação em todo o mundo.

É neste contexto que Nestlé Health Science segue apostando na inovação aberta, sempre levando em consideração o momento da empresa e do ecossistema de inovação local para definir o melhor caminho a ser seguido. Para garantir a gestão eficiente de projetos inovadores, conta com parceiros externos como a Innoscience, consultoria especializada em gestão de projetos com startups, além de hubs de inovação. O objetivo é solucionar desafios de negócio existentes, acelerar resultados e seguir puxando a inovação no mercado de nutrição e saúde do País.

“O Brasil é o primeiro país do mundo em que Nestlé Health Science executou um programa de co-criação de projetos com startups de eHealth. Reconhecemos o rico potencial de nosso ecossistema de inovação e estruturamos o Nestlé Beyond Food 2.0 de forma a provocar e estimular esse ambiente de startups de saúde, em prol dos pacientes e do espírito colaborativo e empreendedor, tão característicos de nosso país”, explica Mônica Meale, head de Nestlé Health Science para a América Latina.

POTENCIAL NO MERCADO BRASILEIRO

Nesta segunda edição do programa Nestlé Beyond Food, mais uma vez as startups selecionadas deverão realizar um piloto a partir de um produto ou serviço já desenvolvido e disponível no mercado. A ideia é que essas soluções possam ser testadas e validadas para atender a alguns dos desafios propostos por Nestlé Health Science.

As startups serão inicialmente selecionadas de forma ativa pela Innoscience, em parceria com hubs de inovação, e também poderão se inscrever proativamente. A liderança de Nestlé Health Science irá então priorizar, entre as startups inscritas para cada desafio, quais serão convidadas para o evento online de pitch.

Esses encontros virtuais acontecerão entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando haverá a primeira seleção de startups. Essas, em parceria com executivos que serão os sponsors de cada desafio, irão elaborar as propostas iniciais de pilotos baseadas nos desafios submetidos pelas áreas. As oportunidades de participação vão além do contexto de eHealth, pois os desafios contemplam desde necessidades de capacitação avançada de força de vendas, soluções em trade 2.0, inovação em produtos nutricionais, saúde e até mesmo prototipagem com impressão 3D ou 4D. Em fevereiro, as startups vencedoras serão definidas e seus respectivos projetos recebem investimento por parte da Nestlé Health Science, com início efetivo em março.

Ao final do programa, caso o projeto seja validado, as startups poderão ser contratadas como parceiras ou fornecedoras da NHS.

Entre os critérios utilizados para avaliar as startups estão a aderência aos desafios propostos e já ter disponível no mercado um produto ou serviço que ajude a acelerar o ecossistema de saúde e nutrição – ou seja, ao menos um MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado. As inscrições estão abertas para startups localizadas em qualquer lugar do mundo.

Segundo o head de e-business da unidade para a América Latina, Victor Vendramini, o nome Nestlé Beyond Food foi proposital porque a empresa quer ir além do produto. “A gente pode inovar em plataformas, relacionamento, cadeia de fornecimento, experiência de consumidor, gestão. Não dominamos a inovação em todos esses pontos, nem vamos dominar e tudo bem. Podemos aprender. Tem gente que sabe mais do que nós, então que tal trazer essas startups para serem nossos parceiros? Todos ganham no final”, explica.

Todos os detalhes do programa e os desafios propostos para este ano podem ser conferidos no site oficial – https://www.nestlebeyondfood.com.br .

BONS RESULTADOS

Em 2019, a primeira edição do Beyond Food teve 130 projetos inscritos para concorrer a um aporte de R﹩ 1 milhão, que passaram por uma triagem em duas fases até chegar às finalistas. Na ocasião, os projetos foram apresentados para uma banca de executivos de Nestlé Health Science Global e do Brasil, que avaliou e definiu as vencedoras: Meplis, do Rio de Janeiro, e Insight Technologies, de São Paulo, que seguem no desenvolvimento de dois projetos piloto para a área de Nutrição Médica

A Meplis, presente há 8 anos no mercado, é uma plataforma de colaboração em saúde, que oferece serviços de informações personalizados para provedores de saúde e pacientes. “O Nestlé Beyond Food foi incrível para a Meplis por diversos motivos, mas principalmente por nos dar as ferramentas e oportunidades para co-criar um projeto que impacta no dia a dia de pacientes reais que sofrem com problemas nutricionais e ajudá-los a ter uma jornada mais leve. Isto só foi possível pois a Nestlé Health Science como um todo entendeu que é possível inovar em parceria com startups. Inúmeras áreas apoiaram o projeto e trabalharam com a Meplis para implementar novos processos e atingir o objetivo de todos”, avalia Pedro Ivo Neves Azevedo Machado, fundador da Meplis.

Já a Insight Technologies aposta no uso de tecnologia para desenvolver programas que ajudem na qualidade de vida de pacientes com condições crônicas. “A Insight Technologies é uma startup que conecta consumidores, pacientes, profissionais de saúde e a indústria por meio de comunidades na web. Seu propósito é o de fomentar a autonomia dos pacientes e consumidores, para que estes assumam o controle de suas jornadas de cuidado. O programa Nestlé Beyond Food foi uma grande oportunidade para colocar esse propósito em prática, contando com o apoio, a estrutura e a expertise do time Nestlé Health Science. O projeto amadureceu ao longo desse ano, ganhando consistência e alcance. Estamos contentes com os resultados alcançados até aqui e muito animados para 2021”, destaca o diretor da startup, Leonardo Zimmerman.

Devido a toda transformação digital que está ocorrendo mundialmente e no Brasil, a Nestlé Health Science tem um olhar especial para o ambiente digital e o ecossistema de inovação aberta. O comportamento de consumidores e profissionais de saúde vêm mudando, o que traz oportunidade de identificar projetos transformacionais e inovadores, que gerarão futuramente bons resultados para a companhia. A unidade brasileira de Nestlé Health Science aumentou em 10 vezes seus investimentos no contexto de inovações online nos últimos 5 anos, com patamares superiores a 20 milhões de reais anuais.

Praxio compra startup Fusion, acelerada no CESAR Labs

A Praxio, uma das principais desenvolvedoras de software para o segmento de transporte do país, comprou a Fusion, startup nascida nas bancas da Universidade Federal de Pernambuco. A empresa desenvolveu um sistema que monitora a logística de distribuição e entrega de produtos e foi acelerada no CESAR Labs, braço de experimentação e empreendedorismo do maior centro de inovação e transformação digital do país, sediado em Recife (PE).

O valor do negócio não é revelado, mas a startup tem faturamento estimado mais de R$ 10 milhões anuais e cerca de 400 clientes. “Quando iniciamos o processo de aceleração, a carteira contava com apenas 3 clientes”, recorda Eiran Simis, responsável pelo processo. “O nosso maior desafio foi consolidar todos os produtos numa única e robusta solução.”

Batizada Fusion DMS, a solução reúne softwares de gestão de entregas e acompanhamento das rotas em tempo real. Além de roteirizar as entregas, também é capaz de monitorar o plano de distribuição das mercadorias e oferece um aplicativo para controlar a jornada de trabalho dos motoristas remotamente.

Segundo Simis, o conhecimento transmitido por diversos mentores é o pilar numa aceleração, mas não se pode deixar de destacar a importância dos investidores anjos que acreditaram no potencial do negócio lá atrás, quando tudo começou e não havia capital. “A venda da nossa participação na Fusion significa o coroamento de uma parceria vencedora, prazerosa e lucrativa com o CESAR Labs. Tenho muito orgulho em integrar o time dos primeiros que acreditaram nesta iniciativa”, diz Yves Nogueira, um dos investidores anjo.

O CESAR Labs desenvolve projetos e soluções para toda a cadeia de inovação, que vai desde a ideação, passando pela concepção e prototipação, até a entrega dos produtos para empresas dos mais diversos segmentos. “Nossa meta é estimular a criação de novos empreendimentos com tecnologia de ponta, além de acelerar startups que necessitem evoluir aspectos de seu modelo de negócios”, diz Filipe Pessoa, coordenador do Labs.

Quem passou pelo processo aprova: “Sem o CESAR não teríamos conseguido percorrer este caminho”, afirma Emílio Saad Neto, da Fusion. Para ele, a aceleração no CESAR Labs foi um divisor de águas. “Ajustamos a estratégia, pivotamos o produto e saímos para o mercado muito mais eficientes”, avalia.

Ele ressalta que a venda de 100% do negócio para a Praxio não o tira da frente do negócio. “Há uma sinergia enorme pois venderemos os produtos da Fusion na área de transportadoras que a Praxio domina e traremos os produtos deles para o mercado de distribuição, aonde somos fortes.” No final, diz Saad Neto, todos saem ganhando, mas o melhor beneficiado será o cliente.

A Fusion é quarta aquisição da Praxio, que comprou também a HiveClou, Autumm e Avacan, num valor total investido de R$ 75 milhões.

Cisco e SENAI-SP lançam Programa de Inovação Aberta para Startups

A Cisco do Brasil e o SENAI-SP fortalecer o ecossistema de inovação e desenvolver o empreendedorismo brasileiro. A iniciativa vai selecionar até cinco startups com projetos que empreguem as tecnologias pilares da Indústria 4.0. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 31 de dezembro de 2020.

As startups interessadas em participar devem ter projetos em estágio inicial com soluções que impactam a cadeia da Indústria 4.0 nas seguintes áreas: Otimização do Processo Produtivo, Manutenção Prescritiva e Segurança e Redução de Riscos. O programa é equity free, ou seja, as únicas exigências para que as startups participem é a sinergia com um dos temas propostos e a dedicação durante todo o projeto.

O Programa Inovação Aberta Cisco/SENAI-SP terá quatro fases. A fase 1, refere-se à inscrição da startup. Na fase 2 serão selecionadas as startups com os melhores projetos para a indústria. Além disso, os seus representantes serão entrevistados via web conference, para maior aprofundamento nos assuntos pertinentes à startup e ao programa.

A Fase 3 é de aceleração, que durará até seis mese e contará com duas etapas. Na primeira a startup passará pelo processo de validação do seu modelo de negócio e solução. Em seguida ela irá aprimorar sua solução, com tecnologia definida e capaz de rodar uma Prova de Conceito (PoC). Já na quarta etapa, chamada de Demo Day, as startups participarão de um evento para apresentação dos projetos com palestras, pitch e bate papo explorando a experiência vivida durante o programa e reconhecimento aos dois melhores projetos.

“Temos acompanhado a aceleração da digitalização, potencializada pela pandemia do coronavírus, em praticamente todos os segmentos da economia, mas precisamos continuar e amplificar a adoção das tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0, como IoT e IA/ML, não apenas nas grandes, mas principalmente nas pequenas e médias indústrias. Precisamos democratizar o acesso e acelerar a adoção destas tecnologias no país, que podem representar ganhos de produtividade de pelo menos 30%. O programa de Inovação Aberta Cisco-SENAI-SP nasce com essa missão de ajudar a transformar a Indústria 4.0, promovendo inovação, gerando negócios e oportunidades, buscando soluções para os principais problemas enfrentados pelo setor.”, destaca Rodrigo Uchoa, diretor de Transformação Digital da Cisco do Brasil.

“Dentre os desafios de uma era complexa e de muita competitividade, a digitalização dos processos é uma prioridade para a indústria no Brasil. Buscando enfrentar as dificuldades e fomentar estímulos para atuarmos na antecipação do futuro, a parceria entre Cisco e  SENAI-SP agrega alta tecnologia de conectividade com metodologias de aceleração para desenvolvimento de produtos e negócios, oferecendo a oportunidade de preparar o capital humano e agilizar soluções tecnológicas para processos produtivos e serviços”, aponta Osvaldo Luiz Padovan, diretor de Unidade de Formação Profissional do Senai-SP.

Durante a participação do programa, as startups selecionadas terão acesso a diversos recursos, como:

  • Mentores e profissionais especializados em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento.
  • Acesso a 22 Núcleos de Tecnologia e 10 Institutos de Inovação.
  • Auxílio para elaboração de projetos voltados a editais de fomento.
  • Acesso às tecnologias Cisco, assim como às tecnologias disponíveis no Openlab.
  • Robusta rede SENAI-SP e FIESP de conexão com a indústria brasileira para geração de negócios.
  • Acompanhamento high touch de profissionais e mentores Cisco e SENAI-SP especialistas em negócios e inovação.

As startups também contarão com um espaço para trabalhar no UpLab, o hub de inovação e empreendedorismo do SENAI-SP, onde poderão modelar suas soluções e participar de provas de conceito com clientes reais, além de até 100 horas em serviços de desenvolvimento tecnológico do Instituto SENAI de Tecnologia.

Para mais informações e para inscrições, acesse o site do Programa Inovação Aberta Cisco/SENAI-SP.

Empresas investem em inovação como diferencial na pandemia

Para se destacar em meio à crise, muitas empresas buscam espaços como o inovabra habitat – ambiente de coinovação do Bradesco, com atuação física e digital, que representa um importante elemento de apoio para viabilizar a estratégia de inovação aberta e contribuir para acelerar as jornadas de transformação digital e cultural das empresas habitantes. Durante os últimos meses, o inovabra habitat vem recebendo novas empresas de diferentes segmentos: Bancorbrás, Fundep, Kraft Heinz, Ícaro Tech, Sidia, Solutis, BD, Brink’s, PwC Brasil e CI&T. Essas empresas se juntam às 75 corporações que já fazem parte do ecossistema para lançar desafios e procurar soluções inovadoras entre as mais de 170 startups habitantes, além das outras mais de 1.000 startups conectadas através dos centros parceiros ACATE e Porto Digital.

“Sabemos que momentos desafiadores são grandes oportunidades para se reinventar, evoluir e inovar. Durante a pandemia, aumentamos em 60% o volume de atividades de coinovação e mais do que dobramos o número médio de participantes em eventos. Com isso, nesses meses de isolamento social, conseguimos gerar mais de 60 contratos entre os habitantes”, comenta Walkiria Schirrmeister Marchetti, Diretora Executiva do Banco Bradesco. “Com novas empresas integrando o ecossistema, ampliamos o portfólio de demandas por soluções inovadoras. Além de potencializar a geração de negócios, contribuímos para a troca de aprendizado e melhores práticas entre diversos setores da indústria”, completa.

Foi o que motivou a empresa de logística Brinks a se tornar habitante. “A Brink’s busca constantemente inovações em suas tecnologias, processos e produtos mantendo o foco no cliente. Com a parceria com o inovabra habitat, entendemos que estamos abrindo nosso leque de conhecimento para buscar o que há de mais novo no mercado e atender nossos clientes de uma forma ainda mais ampla. Apostamos nessa parceria para criarmos laços e, assim, proporcionarmos juntos, novas soluções e melhorias para o mercado”, comenta Gil Hipólito, diretor de Novos Negócios da Brink’s.

O Partner, EVP for Growth and Innovation da CI&T, Mauro Oliveira, acredita que fomentar a coinovação e gerar oportunidades deve ser um processo contínuo. “Somos parceiros de longa data na jornada de transformação lean digital do Bradesco, e como especialistas digitais, é um grande privilégio integrar o inovabra habitat e ter a oportunidade de fomentar diariamente a coinovação, além de promover projetos relacionados ao digital e todo o universo que abrange”, destaca.

“É muito importante para a Kraft Heinz contar com um parceiro como o inovabra habitat para nos auxiliar na aproximação com startups que tenham soluções inovadoras para os desafios do dia a dia da companhia. A parceria é um pilar importante em nosso processo de Open Innovation, onde mapeamos e priorizamos desafios para buscar novas tecnologias e parceiros que nos ajudem nessa jornada de inovação e, por meio do inovabra habitat, conseguimos ter acesso a esses parceiros. Ao longo de 2020 fizemos alguns Demo Days e já temos cases de sucesso e, para 2021, o objetivo é seguir contando com a parceria para otimizar áreas e processos dentro da companhia”, explica Isabela Bonassi, Coordenadora de Consumer Insights na Kraft Heinz Company.

Além da oportunidade de estarem imersos constantemente em uma cultura e aprendizados de inovação, fechar negócios, e ter acesso à soluções maduras, open API, computação imersiva, inteligência artificial, IoT, blockchain e big data, os habitantes também contam com parceiros e consultores em diversas áreas de atuação, que fornecem benefícios e serviços de apoio às startups e empresas membro em temas como assessoria jurídica, estratégica, de investimentos, treinamento entre outros. O mais novo parceiro é o AAA , empresa de educação corporativa com foco em inovação, transformação digital e formação de lideranças. Todos os habitantes, sejam corporações ou startups, terão 90 dias de acesso aos cursos, aulas e conteúdos digitais da plataforma de forma gratuita. Após esse período, terão, ainda, 50% de desconto na assinatura da plataforma.

O novo modelo digital do inovabra habitat também contribuiu para que empresas passassem a integrar o time e se conectassem ao ecossistema sem estarem necessariamente presentes fisicamente no espaço. Com as versões presencial e digital, o inovabra habitat se mantém como um elemento chave de apoio na estratégia de inovação aberta do Bradesco e das empresas habitantes além de contribuir para a transformação cultural dos funcionários.

Evelin Wanke é a nova diretora de Vendas da Epson

Neste mês de dezembro, a Epson do Brasil anuncia que Evelin Wanke, ex-gerente de Negócios da empresa, foi promovida à diretora de Vendas. Na Epson há quase 10 anos, ela foi responsável pelo desenvolvimento de novos mercados com grande foco nos segmentos de Comunicação Visual e Têxtil.

Com dezesseis anos de experiência no mercado de Comunicação Visual e dez anos de experiência nos mercados de Sublimação, Proofing, Fotografia e CAD, Evelin gerenciou o departamento de Impressoras de Grandes Formatos na Epson do Brasil e esteve à frente de grandes projetos, que resultaram em um crescimento médio de 60% ao ano durante este período. Também liderou a implementação do Solutions Center, primeiro centro de soluções da América Latina, voltado experimentação de tecnologias no setor têxtil.

É graduada em Engenharia de Materiais, com pós-gradução em Gestão e Engenharia de Produtos pela USP e atuou anteriormente na 3M do Brasil como engenheira especialista no mercado de Comunicação Visual e Arquitetura.

Solutis entra para o inovabra habitat, ecossistema
de coinovação do Bradesco

A Solutis, parceira tecnológica que acelera e sustenta a jornada digital de seus clientes, acaba de se juntar ao inovabra habitat – ambiente de coinovação do Bradesco. Ao integrar esse ecossistema ao lado de mais de 75 companhias e 170 startups habitantes, a Solutis busca fomentar continuamente a coinovação, bem como promover projetos que atendam às demandas do mercado por soluções que entreguem resultados aos clientes.

Ao longo dos anos, a Solutis vem ajudando importantes empresas, como Petz, Furnas e Europ Assistance a acelerarem seus processos de digitalização, sempre focados em seus objetivos e estratégias de negócio. “A busca constante por inovação que nos apoie no sentido de entregar valor aos clientes motivou a Solutis a se tornar um habitante do inovabrahabitat”, afirma Paulo Marcelo, CEO da Solutis. “Temos ajudado nossos clientes na jornada de digitalização, alinhada às suas culturas e estratégias. Acreditamos nas startups como aceleradores que se integram às soluções de inovação, acelerando a entrega de valor ao negócio”, completa.

“Sabemos que momentos desafiadores são grandes oportunidades para se reinventar, evoluir e inovar. Durante a pandemia, aumentamos em 60% o volume de atividades de coinovação e mais do que dobramos o número médio de participantes em eventos. Com isso, nesses meses de isolamento social, conseguimos gerar mais de 60 contratos entre os habitantes”, comenta Renata Petrovic, head do inovabra habitat. “Com novas empresas integrando o ecossistema, ampliamos o portfólio de demandas por soluções inovadoras. Além de potencializar a geração de negócios, contribuímos para a troca de aprendizado e melhores práticas entre diversos setores da indústria”, completa.

Economia circular: é preciso rever os processos industriais em prol da sustentabilidade

Por Cecília Mazza

Um tema importantíssimo no contexto atual da sustentabilidade é a economia circular. Hoje, empresas de todos os portes têm se unido com o intuito de encontrar soluções para os resíduos em diversos segmentos da indústria, em busca das melhores práticas, incluindo o descarte consciente e a logística reversa. No segmento dos autoadesivos e rotulagem, por exemplo, uma grande parcela dos produtos contribui para a geração de aproximadamente um milhão de toneladas de material descartado, entre liners e esqueletos gerados pelos convertedores e usuários finais. O planeta não pode pagar por isso e nós também não. Medidas precisam ser implementadas para sanar esse problema.

De acordo com estudos, em 2050, chegaremos a 10 bilhões de pessoas em todo o mundo. Esse crescimento populacional aumenta também a demanda das indústrias e, consequentemente, a exploração de recursos naturais como matéria-prima. Por isso, é tão necessário pensar agora em soluções que permitam otimizar os processos, para conciliar o aumento da produtividade com a redução dos impactos ambientais, por meio de uma utilização mais eficiente desses recursos.

Acredito que devemos partir da premissa que a mudança para a sustentabilidade começa por cada um de nós e o crescimento dos negócios não pode ocorrer em detrimento das pessoas e do planeta. A reciclagem de liners usados nas etiquetas e matrizes tem sido um desafio para a indústria de rotulagem. Repensar o descarte e removê-los de aterros para, assim, dar um destino nobre a estes materiais. Para que isso aconteça de maneira contínua, é preciso trabalhar a conexão entre os diversos integrantes da cadeia produtiva, para triagem, transporte e busca por medidas eficientes para esses resíduos em cada fase do processo. Estabelecer parcerias entre os diferentes elos da cadeia, desde fornecedores a recicladores, a fim de encontrar soluções mais sustentáveis e novas possibilidades para a transformação desses materiais em novos produtos.

A industrialização e a evolução tecnológica trouxeram inúmeros benefícios para todos os setores, com novos materiais e soluções que transformaram o perfil de consumo, de forma global. O cliente está mais exigente, sempre em busca de inovações, mas tem a responsabilidade ambiental como uma de suas premissas para adquirir produtos e serviços. Essa mudança de comportamento requer das empresas uma nova forma de vender, com uma maior conscientização sobre a necessidade de buscar a sustentabilidade não apenas nos produtos, mas em todos os seus processos de fabricação.

Com esse propósito, algumas das maiores indústrias do setor se uniram recentemente em um consórcio global, focado em economia circular para rótulos. A iniciativa procura trabalhar a consciência ambiental em todos os envolvidos, passando pela produção, uso e descarte de autoadesivos, para reciclagem e reutilização dos resíduos gerados, já que apenas 52% desses materiais estão incluídos no ciclo sustentável. O objetivo do grupo de líderes é engajar, cada vez mais, novos integrantes para que outras empresas da cadeia participem em nível global. Sem dúvida, uma ação que poderá ser um exemplo para indústrias de diversos segmentos, para que a economia circular seja uma breve realidade.

Um dos pontos-chave para o desenvolvimento de produtos que possam ser reaproveitados e reciclados é o design. Com base na economia circular, é possível projetar para transformar diferentes materiais em novos produtos, obtendo ganhos de escala e ainda poupando recursos naturais e minimizando os impactos ao meio ambiente. O designer tem papel fundamental nesse processo, pois será o responsável por identificar a função do produto e como utilizar, da melhor forma, os recursos e materiais para sua fabricação.

Dentro da economia circular, o objetivo é pensar nos produtos de maneira que atendam a vários ciclos, possibilitando às empresas criar, inclusive, novos negócios. Além de minimizar os impactos negativos de um produto em toda sua cadeia de valor, o design circular prevê prolongar a vida útil desse item e possibilitar o retorno de materiais ao sistema, sem causar danos ambientais e sociais, e melhorando as relações com os clientes.

A área de design é essencial na determinação de estratégias para a criação de produtos que apresentarão longevidade, por meio de novos ciclos. Para isso, devem ser considerados aspectos como a isenção de elementos tóxicos que, além de preservar o meio ambiente, permite a reciclagem e reutilização dos materiais de forma segura; e a aplicação de componentes biodegradáveis, que podem retornar à natureza. Essas iniciativas agregam valor aos produtos e criam uma imagem positiva da marca, pois atendem ao novo perfil do consumidor, que tem valorizado cada vez mais empresas que se preocupam com a sustentabilidade.

A verdade é que passamos da hora de repensar a forma de fazermos negócios. Não temos mais tempo ou crédito com o meio ambiente. A economia circular já é uma realidade e está entre as melhores práticas, uma vez que inverte a lógica da economia linear, baseada na extração, produção, uso e descarte de recursos naturais e insumos. O novo modelo prevê um fluxo contínuo de materiais, onde os resíduos são transformados em matéria-prima. Isso significa que nada se perde, tudo se transforma, permitindo um equilíbrio perfeito e abolindo o descarte. Ainda assim, vale lembrar que estamos partindo do básico, pois a reciclagem é apenas uma das etapas do processo. É preciso unir a inteligência humana às soluções disponíveis, reduzir os impactos ambientais sem prejudicar, de fato, o âmbito econômico.

E sua empresa? Está preparada para essa nova era da sustentabilidade?

Cecilia Mazza, gerente de sustentabilidade da Avery Dennison

Plataformas digitais de pagamento, as grandes estrelas deste fim de ano

Por Felipe Facchini, Head de Vendas do PayPal Brasil

As festas de fim de ano estão no horizonte e, em um ano tão peculiar como 2020, todos nos perguntamos o que podemos esperar destes últimos dias. A verdade é que o medo da Covid-19 ainda nos afasta das lojas e a expectativa é que as compras físicas sejam bastante reduzidas neste período. Os consumidores colocarão sua segurança como prioridade e buscarão experiências convenientes e personalizadas em um ambiente de pagamentos digitais. Com isso em mente, escrevo este artigo para discutir algumas das tendências desta estação de compras e, assim, ajudar as empresas a entender melhor as expectativas dos compradores em tempos de pandemia.

Facilidade acima de tudo

A comodidade será uma prioridade para os consumidores, que querem fazer compras rapidamente e com o mínimo esforço possível. Ou seja, seu objetivo é apenas clicar em um botão. Em resposta, as plataformas de pagamento mais rápidas e seguras irão sobressair. O cliente deseja eliminar a necessidade de inserir detalhes do cartão e outros dados. Quanto mais fácil for a compra, maior será a probabilidade de o comprador voltar à mesma loja – o que não é pouca coisa quando pensamos na imensa concorrência do varejo.

Segurança em todos os níveis

Em tempos de tanto estresse quanto estes que vivemos, é normal que todos busquemos mais segurança. Os compradores de hoje já estão bem informados e cientes de que a fraude digital está na ordem do dia. Por isso, precisam se sentir confortáveis quanto à segurança de suas compras e de  que seus dados estão protegidos. É responsabilidade das lojas online fornecer a seus clientes uma experiência de pagamento confiável. Atualmente, quem compra está em busca de duas coisas: saúde e segurança.

As carteiras móveis estarão na moda – como nunca antes

Carteiras eletrônicas, como o PayPal, são uma versão virtual das carteiras físicas – que você pode acessar diretamente no seu smartphone. Com a ajuda de uma e-wallet, o consumidor pode enviar dinheiro para outros usuários, receber dinheiro e manter seus saldo protegido. Ele também pode pagar contas de serviços públicos, comprar ingressos, ganhar prêmios e muito mais. Por causa da pandemia, as carteiras eletrônicas móveis ganharam mais presença do que nunca e vieram para ficar, pois oferecem uma imensa gama de serviços financeiros sem a necessidade de contato com o dinheiro, que é o que todos evitamos neste momento.

Inovação e uso de tecnologias emergentes

A pandemia trouxe consigo muitas mudanças, incluindo novas ideias, novos modelos de negócios e transformações digitais impulsionadas pela necessidade de adaptação a um “novo normal”. Por exemplo, assistimos a um aumento no uso de tecnologias emergentes por parte de empresas que desejam se manter atualizadas. A Inteligência Artificial e o aprendizado de máquina (machine learning) estão se tornando excelentes ferramentas para os comerciantes, pois permitem oferecer melhores experiências de compras (desde o pedido), atendimento automatizado e personalizado, processos de pagamento cada vez mais rápidos, maior eficiência logística etc.

Uma geração que carrega tecnologia no DNA

Entre 1999 e 2012 nasceu a chamada Geração Z. Hoje, essa turma tem entre 8 e 20 anos e sabe mais sobre tecnologia do que ninguém. Trata-se de uma geração que, muito em breve, será ainda maior do que os Millennials (que nasceram entre 1980 e 2099). E isso significa que a maioria da população mundial será mais dependente de tecnologias e serviços automatizados, rápidos e eficientes. Como resultado, a demanda por sistemas de pagamentos digitais terá um rápido crescimento nos próximos anos – aliás, os números do PayPal neste ano de pandemia apontam para isso. Basta olhar para as crianças de hoje, totalmente automatizadas, usando tablets como se tivessem nascido com esse conhecimento prévio. A Geração Z já não entende os métodos de antes, porque simplesmente carrega a tecnologia no sangue e exigirá cada vez mais inovação. Por outro lado, também vai liderar as próximas grandes descobertas tecnológicas. Para esses jovens, pagamentos digitais não são uma novidade, mas apenas questão de bom senso.

Integração de identidade digital

Voltando à questão da segurança, é importante mencionar que também assistiremos a uma evolução sem precedentes das soluções avançadas de identidade digital – em todas as indústrias. Porque elas ajudam a reduzir os riscos cibernéticos, especialmente aqueles relacionados ao setor de pagamentos eletrônicos. Como estamos vendo, a digitalização está levando a um número crescente de ataques cibernéticos; por isso, a identificação online, a autorização do cliente e a autenticação são de vital importância para garantir a segurança dos métodos de pagamento online.

Durante a pandemia, a demanda por métodos de pagamento eficazes e confiáveis ​​só cresceu (assim como a presença das empresas no mundo online) e eles hoje são uma exigência para qualquer companhia que queira continuar ganhando mercados. Nosso objetivo na indústria é que o e-commerce, alimentado em todo o mundo por métodos de pagamento locais ou internacionais, continue a ser uma força poderosa e integradora entre as pessoas e os produtos e serviços que tornam suas vidas mais fáceis e convenientes.

É fundamental que tanto os pequenos e médios empresários quanto os tomadores de decisão das grandes corporações entendam a importância de oferecer uma excelente experiência de compra a seus clientes. As empresas que tiverem sucesso nessa premissa serão aquelas que experimentarão uma época de expansão sem fronteiras e, acima de tudo, terão conquistado a fidelização de sua base em um mundo no qual a competição prevalece e só quem aposta na mudança e na inovação se destaca.

Internet das Coisas: BNDES e SENAI fazem chamada pública para projetos de eficiência industrial

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) realizam, até o dia 4 de janeiro de 2021, a “Chamada Pública IoT – Eficiência Industrial”. Desde o dia 1º de dezembro, empresas industriais podem inscrever projetos que possibilitem aumentar a eficiência e a competitividade da indústria do país, utilizando a tecnologia de Internet das Coisas (IoT).

A chamada recém-lançada é um desdobramento de outra do Edital SENAI de Inovação 2018, cujo objetivo foi selecionar planos de inovação para a criação de ambientes de testes de solução tecnológicas de IoT para indústria. Dividida em quatro áreas temáticas (sistemas inteligentes; sensoriamento; rastreamento e monitoramento de ativos; e inspeção da qualidade), a nova seleção busca promover o desenvolvimento de tecnologias IoT em produtos e processos com projetos cooperativos entre o Instituto SENAI de Inovação em Soluções Integradas em Metalmecânica e a indústria nacional.

Todos os projetos devem ter duração mínima de 6 meses e  máxima de 12 meses. Aqueles que forem aprovados receberão aporte financeiro de 50% de seu valor total, variando de acordo com as seguintes categorias: On demand – Sob demanda (entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão); Alliance – aliança entre empresas (entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milhão) e To Go – demandas transversais (valor total do projeto varia de acordo com temas definidos no anexo I do edital).Avaliação – A chamada pública será realizada em duas etapas, sendo a primeira, a submissão das propostas que ocorrerá por meio deste link.

Na segunda etapa, de contratação do projeto, o plano de trabalho será elaborado em cooperação com o Instituto SENAI de Inovação em Soluções Integradas em Metalmecânica.  Nessa fase, serão avaliados os critérios de viabilidade técnica, adesão com as linhas temáticas e requisitos e premissas.Mais informações podem ser encontradas aqui.

Pulse anuncia sete novas startups com foco em soluções de impacto socioambiental

O Pulse, hub de inovação da Raízen, empresa integrada de energia e licenciada da marca Shell no Brasil, selecionou sete novas startups para desenvolverem soluções aos desafios da companhia. O objetivo é apoiar soluções de impacto para os compromissos sustentáveis assumidos pela empresa a serem cumpridos até 2030. O processo de seleção envolveu a aplicação de mais de 110 empresas e entrevistas com time do hub, em que as empresas foram escolhidas por meio de pitches realizados de maneira virtual. As startups atuam em áreas como eficiência energética, controle de pragas, monitoramento e análise de imagens de satélite, produção de insumos biológicos, centrais de atendimento emergenciais e auxílio aos indicadores de sustentabilidade.

Os compromissos públicos assumidos pela Raízen estão atrelados a 14 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, e serão os pilares que irão direcionar as estratégias e as ações da companhia. A expectativa é que as startups escolhidas possam contribuir para uma jornada de boas práticas e atividades em campo.

As startups foram selecionadas de acordo com os desafios propostos pelo edital nas seguintes dimensões:

• Mudanças Climáticas e Transição Energética: Green Fuel, de São Paulo – atua com sistema de eficiência energética para motores automotivos movidos a diesel;
• Uso da Terra: Sardrones, de Campinas/SP – tem solução para liberação de agentes biológicos via drones para controle de pragas; Terra Magna, de Ribeirão Preto/SP – trabalha com monitoramento via satélite, análise por inteligência artificial e cruzamento de dados;
• Cana-de-açúcar sustentável: EOS Crop Monitoring, da Califórnia/EUA – atua com análise de imagens via satélite de alta qualidade para geração de mapas com índice de vegetação do solo, índice de cobertura vegetal, dados climáticos, controle da umidade do solo, etc.; Solubio, de Gurupi/TO – conta com solução para produção de insumos biológicos no campo em larga escala;
• Ética e Compliance Socioambiental: HTS, de Belo Horizonte/MG – atua com uma plataforma SaaS para indicadores de sustentabilidade, tomada de decisão e certificações internacionais;
• Direitos Humanos: Nearbee, de Campinas/SP – desenvolve aplicativos para situações emergenciais, tais como: primeiros socorros, situações de assédio e monitoramento de prevenção para a Covid-19.

De acordo com Ricardo Campo, coordenador de inovação da Raízen e gestor do Pulse, o movimento faz parte da estratégia de impulsionar o ecossistema de inovação pensando nos desafios do futuro. “Nosso papel como hub é de gerar conexões com o ecossistema de inovação, mas também de trazer soluções de impacto para a Raízen e para o setor em que estamos inseridos. Promover o desenvolvimento sustentável e apoiar startups que estão focadas nessa frente é algo que trará benefícios para toda a cadeia produtiva”, conclui Campo.

Já para o gerente de Sustentabilidade da Raízen, André Valente, está será uma oportunidade de escalar soluções cada vez mais inovadoras e sustentáveis para o negócio e para toda a sociedade. “Nós temos clareza de que, para atingir nossos compromissos e solidificar a estratégia de sustentabilidade da Raízen, precisamos ir além das intenções. Foi isso que nos motivou a lançar o edital. Tínhamos segurança de que o ambiente da inovação socioambiental era fértil, e confirmamos isso com o grande volume de ótimas soluções que apareceram. Se viabilizarmos essas ideias, o impacto positivo vai muito além dos compromissos somente da Raízen, é um valor gerado para a sociedade”, afirma.

Atualmente, o Pulse já colabora diretamente com o desenvolvimento de um grupo de mais de 38 startups parceiras e, nos últimos anos, possibilitou que mais de 54 projetos pilotos fossem testados dentro da Raízen. Com sede no Agtech Valley, o Vale do Silício Piracicaba (SP), o hub apoia empresas em diversos estágios de desenvolvimento e, respeitando as regras de isolamento social em decorrência da pandemia de COVID-19, vem desenvolvendo interações com empresas, universidades, executivos e investidores de maneira remota. O edital da companhia contou com apoio institucional da Endeavor, SP Ventures, Thought for Food e Abstartups.

Neo Acelera da Neo Química investe R$150 mil em negócio social focado na longevidade

A Neo Acelera, aceleradora de impacto social da Neo Química, acaba de escolher o negócio que receberá investimento de R$ 150 mil da marca em sua segunda edição: a startup ISGAME (International School of Game), de São Paulo, fundada em 2014 atua no desenvolvimento de games para o público maduro. Ao todo, seis negócios sociais de diversos estados do país participaram do processo de aceleração por três meses.

Eles foram escolhidos entre 441 negócios inscritos no programa, que está em sua segunda edição e foi desenvolvido em parceria com a unidade de inovação corporativa da Yunus Negócios Sociais, com apoio da Pipe.Social e da consultoria Hype60+. Em agosto de 2015, a ISGAME iniciou a primeira turma 60+ do curso de desenvolvimento de games. Nos seus dois primeiros anos de mercado, a companhia se aprofundou em estudos científicos – sendo aprovada no projeto PIPE Fapesp (2016), sobre como os games estimulam a cognição e podem retardar a evolução do declínio cognitivo em idosos. A International School of Game ensina desenvolvimento de games para o público maduro, com uma metodologia focada em melhorar o raciocínio lógico, planejamento, criatividade e socialização.

Em 2018, a ISGAME criou o aplicativo Cérebro Ativo, com apoio do programa PIPE fase 2, da Fapesp, com o objetivo de expansão do negócio. Para conseguir atender os maduros de todas as classes sociais e escalonar o projeto, a startup precisou utilizar, além de computadores portáteis, os smartphones – ferramentas mais acessíveis e que a maioria dos maduros já tinha. Em 2020, iniciou uma parceria com a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo para apoio aos mais velhos em isolamento social.

O projeto ensina e disponibiliza o Cérebro Ativo para atividades físicas, mentais e sociais e já conta com mais de 200 idosos na iniciativa para familiarização de tecnologias digitais.
Hoje, o negócio atua principalmente no estado de São Paulo – na capital, em Jundiaí, em Guarulhos e em Santos -, e no Rio de Janeiro, em Ipanema. Em breve, iniciará atendimento em Belo Horizonte (MG). O aplicativo da startup está disponível para download gratuito na App Store e Google Play.

“Estamos muito felizes com a conquista. É muito importante observar negócios sociais focados na longevidade ganhando espaço no mercado. Vamos utilizar o aprendizado conquistado durante a aceleração e o aporte para poder levar nosso projeto para um público cada vez maior”, conta o fundador e CEO Fábio Ota.

“Essa conquista é resultado de um trabalho construído ao longo de cinco anos com grande embasamento técnico-científico das áreas de saúde e tecnologia que chega ao mercado trazendo grande impacto social, com objetivo principal de ajudar na saúde mental do público maduro”, explica Carla Oda, pesquisadora principal da ISGAME.

Ana Biguilin, diretora geral da unidade de negócios Neo Química, afirma que a companhia concluiu uma etapa, mas o processo não acabou. “Continuaremos acompanhando a startup por mais um ano, para que possam desenvolver ainda mais o seu modelo de negócio e alcançar o impacto desejado. Acreditamos no potencial da ISGAME de inovar e trazer soluções reais para os principais desafios enfrentados pelo público maduro”, diz.
Confira os negócios que participaram da edição 2020:
São Paulo (SP)
Mais Vívida: Plataforma que promove uma relação intergeracional, conectando jovens em busca de trabalho com propósito e maduros que necessitam de companhia em atividades diversas, estímulo cognitivo e inclusão digital.

Brasília (DF)
Divas Dance: Programa para mulheres 60+ praticarem exercícios físicos misturados a passos de dança de ritmos variados, promovendo saúde, inclusão e empoderamento. Formação de uma comunidade com atividades de socialização como encontros, passeios, cinema e viagens.

Acvida Cuidadores: Curso de formação de cuidadores com baixo custo, que pode ser realizado à distância pelo celular, com tecnologias simples. Possibilidade de estágio presencial e certificação para atuação profissional. Os cuidadores ganham exposição ao mercado por meio de uma plataforma e contratação ocorre diretamente pelo cliente.

Rio Grande do Norte (RN)
Sênior Geek: Comunidade, eventos, cursos e formações para inclusão digital do público 60+, desmistificando e aproximando-os da tecnologia, impactando diretamente sua independência, autonomia e autoestima.

Florianópolis (SC)
Dr. Pocket: Health Tech especializada em telemedicina, que integra serviços da área da saúde íntima masculina. Oferecem diagnóstico, avaliação, prescrição, monitoramento e logística de entrega de todos os produtos e serviços necessários para a gestão da saúde biopsicossocial, de forma fácil e privativa.