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Data Warehouse, Business Intelligence e Data Mining: qual a diferença?

Fonte: www.businessintelligencbi.inf.br

Por Aderlan Rodrigues
www.qway.com.br

Primeiro, uma breve definição de cada uma:

Data Warehouse

Um data warehouse (ou armazém de dados, ou depósito de dados no Brasil) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão. (Wikipédia)

Business Intelligence

O termo Business Intelligence (BI), pode ser traduzido como Inteligência de negócios, refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios. (Wikipédia)

Data Mining

Prospecção de dados (português europeu) ou mineração de dados (português brasileiro) (também conhecida pelo termo inglês data mining) é o processo de explorar grandes quantidades de dados à procura de padrões consistentes, como regras de associação ou sequências temporais, para detectar relacionamentos sistemáticos entre variáveis, detectando assim novos subconjuntos de dados. (Wikipédia)

Apesar das definições acima, é comum haver confusão no uso e na interpretação desses termos, pois a aplicabilidade delas passa pelos mesmos processos ou por processos semelhantes.

O DW, como está na definição, nada mais é do que um depósito de dados, projetado especialmente para organizar os dados de tal forma que facilite e viabilize o acesso a informações, o que não é possível no modelo tradicional de armazenamento de dados.

Quando um sistema é construído, o objetivo da maioria é facilitar a coleta e armazenamento de dados do nosso dia a dia, porém o modelo tradicional usado privilegia a gravação e leitura, sem se preocupar com a geração de informações e conhecimento.

Já o BI, são técnicas usadas em conjunto com o DW para analisar os dados. Nesse instante, você deve está pensando: Mas o BI não precisa do DW para funcionar, existem diversas ferramentas de BI que trabalham sozinhas, não preciso de um DW para fazer BI. Você não está errado, a não ser por um detalhe, todas as ferramentas de BI, quando não usam um data warehouse usam uma metodologia própria para organizar e analisar os dados, e muitas vezes, usam o data warehouse juntamente com essa metodologia. Agora lhe pergunto, se os softwares de BI usam metodologias próprias para coletar, organizar e analisar os dados, eles não estão criando um DW? A resposta é sim. Seja usando um data warehouse externo ou sua própria metodologia, as ferramentas de BI nada mais são do que técnicas automatizadas para geração de informações. Essas técnicas podem ser usadas diretamente nos seus dados sem nenhum problema, estejam eles, onde estiverem. Mas claro que uma boa ferramenta ajuda, e muito, esse processo.

Mas, e o data mining? Esse, com certeza é a “menina dos olhos” de todo gestor, e sem dúvida, deve mesmo ser, pois o DM é um conjunto de técnicas usadas na descoberta de padrões. Possibilitando descobrir informações e gerar conhecimento relacionado aos dados onde essas técnicas são aplicadas. Como existem diversas técnicas, conhecidas como algoritmos, o data mining é sem dúvida o mais complexo, exigindo um conhecimento elevado de quem faz uso, tanto na preparação dos dados, quanto na interpretação das informações.

Em resumo, dados geram informação, informações geram conhecimento, logo, data warehouse armazena os dados de tal forma a facilitar a geração de informações. Business intelligence são as técnicas usadas na geração e análise dessas informações e data mining são as técnicas usadas para a descoberta de informações e conhecimentos.

Data Mining é a possibilidade de enxergar algo nunca imaginado, descobrir padrões e tendências.

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Chefias são um dos principais problemas nas empresas brasileiras

No mundo do RH brasileiro costuma-se dizer que existem várias razões pelas quais uma pessoa escolhe uma empresa para trabalhar: salário, proximidade de casa, carreira desafiadora, oportunidade de estudo e até os benefícios como plano de saúde, possibilidade de viajar, entre muitas outras. Mas há só uma razão pela qual as pessoas resolvem deixar o emprego: a péssima relação com os chefes.

Segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na década entre 2001 e 2010, a taxa de turnonver (saída de empregados das empresas por iniciativa da empresa ou do empregado) saltou de 45% para 53% ao ano. Isso significa que, para algumas empresas, em dois anos haverá uma troca quase que completa do número de empregados, o que provoca efeitos dramáticos no bom andamento dos negócios e na própria competitividade das empresas. Apenas para se ter uma ideia da magnitude desse número, nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento de Trabalho (Bureau of Labor Statistics) em 2010 o turnover naquele país foi estimado em 3,5% no setor privado.

A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo Eduardo Carmello, Diretor da consultoria Entheusiasmos e um dos 5 palestrantes no segmento de gestão de pessoas mais importantes do país, segundo o Top of Mind do jornal O Estado de São Paulo, essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias:

“De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorreque nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe”, explica Carmello.

O palestrante cita como exemplo da ineficácia dessas lideranças, que leva ao êxodo de profissionais, o modo como os tipos mais comuns de chefias brasileiras chamam a atenção de sua equipe quando as coisas não vão bem. “Via de regra, eles temem personalizar a crítica e reúnem todos em uma sala, tanto os de bom quanto os de mau desempenhos. Esses chefes acham que aqueles de mau desempenho vão vestir a carapuça e os de bom desempenho não vão se importar com as críticas. Mas a verdade é que os de bom desempenho se sentem desprestigiados e terminam buscando outras oportunidades e os de mau desempenho simplesmente ignoram as críticas”, comenta o especialista.

De modo geral, as empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos do turnover não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Os dados do turnover de empregados no Brasil, dramáticos por si só, ajudam a explicar outro fenômeno: segundo um estudo publicado pela revista Exame em outubro de 2012, o trabalhador brasileiro gera em média perto de US$ 22.000,00 de riqueza por ano, enquanto o norte americano gera cerca de US$ 100.000,00, ou quase cinco vezes mais. Essa brutal diferença de produtividade, alerta Carmello, se explica por várias razões, como acesso a tecnologias mais modernas, melhor infra-estrutura de telecomunicações e, também, pelo elevado turnover no Brasil, que faz com que as empresas tenham que conviver com profissionais pouco experientes toda vez que um profissional melhor qualificado sai em busca de melhores oportunidades.

Segundo Luciana Tegon, Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção e programas de trainees para grandes empresas brasileiras, a alta rotatividade de profissionais afeta, também, os programas de recrutamento de jovens talentos:

“Em média, as empresas que fazem programas de trainees no Brasil perdem até 50% dos jovens selecionados a duras penas em até 18 meses após a contratação”, explica Luciana.

Segundo ela, as razões para essa perda tão elevada de jovens que entram para assumir posições de chefia no futuro se devem ao desencanto dos jovens com a cultura da organização. Muitos profissionais recém-saídos das faculdades decidem trabalhar em uma grande empresa em função de sua marca e da força que transparece. No entanto, assinala Luciana, assim que começam a trabalhar na empresa eles percebem que estão diante de uma cultura centralizadora, burocrática, engessada, que não vai permitir o avanço na carreira esperado. Muitos jovens se decepcionam, também, com as proibições que lhes são impostas como bloqueio ao uso de Internet, horário de trabalho inflexível, entre outras.

“O resultado é que mais da metade dos trainees contratados pelas grandes empresas deixam as organizações antes de se passarem dois anos. As perdas para as empresas são imensas, uma vez que elas precisam recomeçar as contratações do zero”, finaliza Luciana.

Eduardo Carmello é palestrante, consultor e Diretor da Entheusiasmos, consultoria em gestão de talentos. É reconhecido pelo Top of Mind do jornal O Estado de S. Paulo como um dos cinco mais importantes palestrantes em gestão de pessoas do Brasil, tendo aparecido no Top 5 nos últimos 5 anos.

Luciana Tegon é Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção para grandes empresas, bem como pela gestão de programas de trainees baseados na adaptação à cultura da empresa.

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Intel lança concurso de tecnologias inovadoras de interação

A Intel Brasil está à procura de desenvolvedores de software empenhados em criar a próxima geração de interfaces interativas, utilizando as novas tecnologias de interação da Intel – denominadas Perceptual Computing ou Computação Perceptual.

A tecnologia de Perceptual Computing irá mudar a forma como interagimos com os computadores, ao adicionar recursos importantes como reconhecimento de gestos, voz e expressões faciais, além de realidade aumentada, ao conjunto de ferramentas que utilizamos atualmente para interagir com os computadores. Com o Perceptual Computing, os desenvolvedores de software ganham novas ferramentas para criar experiências interativas realmente inovadoras para os usuários.

Para participar, os desenvolvedores podem se inscrever no site Perceptual Challenge Brasil da Intel e submeter uma ideia de um aplicativo que utilize os recursos de tecnologia Perceptual: reconhecimento de gestos, rastreamento e identificação de faces, reconhecimento e síntese de voz ou realidade aumentada. As 30 melhores ideias passam para a fase dois do concurso.
Os 30 desenvolvedores que encaminharem as melhores ideias receberão uma “Camera Creative Interactive Gesture Developer Kit” capaz de aproveitar todos os recursos da tecnologia Perceptual. De posse deste kit os desenvolvedores poderão colocar suas ideias em prática na criação do aplicativo submetidos. Ao final do concurso cultural, os dez melhores aplicativos criados irão receber prêmios como Ultrabooks™ e smartphones com Intel Inside e apoio de marketing e promoção dos apps, oferecidos pela Intel.
“Faz parte do compromisso da Intel com a comunidade de desenvolvedores do Brasil trazer o que existe de mais avançado em tecnologia para que nossos profissionais possam se tornar referências globais em inovação e tecnologia” disse Juliano Alves, gerente de marketing de software na Intel Brasil. “Com esse concurso cultural, estamos identificando os grandes talentos do software no Brasil que irão ajudar a criar uma nova realidade de software interativos.”

Para participar do Intel Perceptual Challenge Brasil, acesse o site da Intel. Os projetos podem ser cadastrados até o dia 24 de junho de 2013.

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Excesso de faltas = Empresa Doente

Não é força de expressão, considerarmos o Absenteísmo Médico Elevado – a popular falta de assiduidade – como uma “Doença Institucional”, da qual padecem empresas dos mais variados ramos da economia. É uma doença silenciosa que vai consumindo as energias da empresa sem que ela se dê conta disso. Uma doença que atenta contra a imagem da empresa junto à sociedade e ao INSS. Sendo então penalizada duplamente por isso. Primeiro, porque paga pelo trabalho não executado e tem de repor o faltante com outro trabalhador e segundo, acumula o ônus da Doença não curada, persistente e muitas vezes objeto de ação judicial.

O Dr. Armando Lepore Junior, diretor Médico da SAFE Saúde e Segurança – parceira da Pactum Consultoria Empresarial – destaca que essa doença tem cura. Em alguns pontos anacrônico, o ordenamento legal brasileiro existe e deve ser usado a favor da empresa em sua plenitude. Dotada de um Serviço Médico atuante, ético e preparado, a empresa pode “se tratar deste mal”, o remédio às vezes pode ser amargo, mas pode curar. E depois de passada a fase mais dolorosa da doença, o monitoramento constante garante a longevidade do processo, afastando as recaídas. Lepore ressalta que “se a empresa investe em prevenção, um bom nível de comunicação interna e uma equipe médica capacitada, são a melhor vacina contra esse mal.”

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Qualitware reúne CIOs em evento gourmet

Executivos da área de tecnologia de dezenas de empresas paranaenses saíram de uma rotina cercada de lógica e processos para uma aventura no
mundo da culinária. Em uma aula especial de uma escola de gastronomia de Curitiba, o grupo foi dividido em “equipes ágeis” para a preparação de
pratos elaborados, com supervisão de chefs do Espaço Gourmet. A ação diferente e divertida foi uma iniciativa da área de marketing da Qualityware,
empresa especializada em infraestrutura de TI, desenvolvimento de software, licenciamento Microsoft e comercialização de HP. O diretor Marcelo Piuma
e o coordenador do evento Guilherme Weinschutz destacarm que “essa é a primeira de muitas ações de relacionamento planejadas para posicionar a
Qualityware como referência em TI”.

A integradora IT2B, que patrocinou o evento, apresentou a Qualityware como empresa associada para atuar, no sul do Brasil, na comercialização de
produtos HP e, principalmente, HPN. O diretor de expansão da empresa Rodrigo Gonçalves também apresentou Mauro Onizuka, Territory Manager da
HP, como um importante apoiador dos negócios coordenados na região. Os convidados ainda conheceram a equipe comercial formada por Laércio
Oldakoski, Yuri Paske e pelas gerentes de relacionamento Danielle de Oliveira e Fabiana Cristina Asen.

Bruno Perboni, presidente da Qualityware, afirma que “ações como o evento gourmet, realizado em Curitiba, colocam clientes e prospects frente a
frente para que possam trocar experiências e opiniões sobre a empresa e o mercado”. “É extremamente saudável e produtivo porque criamos laços
fortes entre nossa equipe e nossos clientes”, conclui o empresário. Veja reportagem em vídeo sobre o evento.

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Positivo Informática conquista prêmio Consumidor Moderno

A Positivo Informática, maior fabricante de computadores do país, recebeu o prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente na categoria Informática, em evento realizado ontem, 28, em São Paulo. A premiação, que está em sua 14ª edição, é conduzida pelo Grupo Padrão e pela consultoria GFK e visa reconhecer as empresas que buscam a excelência no atendimento como diferencial competitivo na prestação de seus serviços.

De acordo com a organização do prêmio, foram seis meses de análise das estratégias e da avaliação técnica de canais de comunicação para que a Positivo Informática fosse escolhida como a melhor do segmento de Informática. “É com imensa satisfação que recebemos este prêmio, que vem consolidar nossa empresa entre as que prezam pela qualidade dos produtos e atendimento aos consumidores. Sempre digo à minha equipe para que se coloque no lugar do cliente e faça o melhor possível para atendê-lo. Desta forma, entendo que o que nos diferencia são, especialmente, a flexibilidade em encontrar soluções rápidas e eficazes para os nossos clientes e a preocupação em oferecer um atendimento personalizado”, declara Marielva Andrade Dias, vice-presidente de Operações.

Entre os pontos de destaque no atendimento ao consumidor, a executiva ressalta a ampliação da solução no primeiro contato do cliente, que registrou melhora de 20% de 2011 para 2012, e a realização de treinamentos técnicos e comportamentais para as lideranças e os times de atendimento, tanto presenciais quanto à distância, que superaram em 50% em 2012 e 2013, na comparação com 2011. “Acredito que o nosso foco em atender às aspirações do consumidor faz com que nos destaquemos em um cenário tão competitivo e mantenhamos a liderança do mercado nacional de computadores há mais de oito anos”, reforça Marielva.
A Positivo Informática é a maior fabricante brasileira de computadores, com presença destacada também na Argentina. Adicionalmente, a companhia está à frente do mercado nacional de Tecnologia Educacional e, recentemente, entrou no promissor mercado de games, distribuindo no Brasil os jogos mais vendidos do mundo.

Sobre a Positivo Informática:
A Positivo Informática (BM&FBOVESPA: POSI3), maior fabricante brasileira de computadores, é líder de mercado há oito anos consecutivos e tem destacada presença na Argentina. Emprega mais de 5,1 mil colaboradores em suas fábricas no Brasil, localizadas em Curitiba (PR), Manaus (AM) e Ilhéus (BA), e na Argentina, na Terra do Fogo. Integram seu portfólio de produtos desktops, notebooks, ultrabooks, tablets, smartphones e celulares. Também investe em serviços e conteúdos – prioritariamente em língua portuguesa – para agregar valor aos equipamentos da marca. Presença em cerca de 10 mil pontos de venda no Brasil e 2 mil na Argentina. Líder também na área de tecnologia educacional, com soluções em cerca de 8,9 mil escolas públicas, 2,2 mil escolas particulares, mais de 3 mil pontos de venda no varejo em todo o Brasil e exportação para mais de 40 países. Mais informações disponíveis em www.positivoinformatica.com.br.

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IDC reconhece IBM como líder mundial em serviços de consultoria de negócios

A consultoria de empresas de tecnologia International Data Corporation (IDC) nomeou a IBM como líder mundial em serviços de consultoria de negócios no relatório IDC Marketscape: Análise de Fornecedores Globais de Serviços de Consultoria de Negócios de 2013.

De acordo com as entrevistas realizadas com mais de 600 compradores de consultoria de negócios do mundo inteiro, a IBM foi avaliada como a melhor em desenvolvimento de inovação. A companhia foi classificada pelos participantes da pesquisa como a mais apta a ajudá-los a transformar suas empresas, entrar em novos mercados ou áreas geográficas, gerenciar risco e melhorar a eficiência. Eles também mencionaram a IBM como destaque de desempenho em importantes critérios operacionais, como a integração com equipes do cliente e o fornecimento de conhecimentos funcionais, técnicos e de segmento de mercado.

“A IBM está ativamente ajudando organizações a repensarem seus modelos de negócios e focarem na maneira como interagem com seus clientes obtendo crescimento. Nós proporcionamos as tecnologias e serviços necessários para integrar dados e processos corporativos para converter conhecimento em vantagem competitiva em um mundo digital, e fazemos isso através de uma abordagem integrada, colaborativa e sistêmica que permita acelerar a transformação”, diz Jesus Mantas, líder de consultoria da IBM para a América Latina.

Para ter acesso ao relatório do IDC completo: http://bit.ly/1113P6Y

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Tecnologia será usada para melhorar mobilidade urbana até a Copa 2014

A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) e a Dataprom – Equipamentos e Serviços de Informática Industrial Ltda. assinaram nesta sexta-feira (24) o contrato de R$ 19,8 milhões, para implantação do Sistema Integrado de Monitoramento Metropolitano (SIMM). O projeto integra o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC da Mobilidade/Copa 2014.

O contrato foi assinado pelo coordenador-geral da Comec, Rui Hara, pelo diretor-presidente da Comec, Gil Fernando Bueno Polidoro e pelo sócio-administrador da Dataprom, Alberto Mauad Abujamra. O SIMM será um dos grandes legados da Copa do Mundo para a região metropolitana.

O projeto tem financiamento do governo federal e contrapartida do governo do Paraná. O prazo de execução é de 10 meses. “Vamos cumprir o prazo estipulado junto ao Ministério do Esporte e o sistema vai ficar pronto para atender a demanda da Copa e assegurar a mobilidade urbana na região”, diz Rui Hara.

SISTEMA – O SIMM vai dar agilidade e segurança nas principais vias de acesso a Curitiba, pois permite o monitoramento em tempo real. Ele é complementar ao sistema de Curitiba e será feito em quatro plataformas: circuito fechado de TVs (CFTV), painéis de informação variáveis, tecnologia embarcada no transporte coletivo e controladores de semáforos.

As câmeras de circuito fechado vão monitorar o fluxo dos veículos enquanto os painéis variáveis vão repassar aos usuários as orientações sobre a situação do trânsito.

A tecnologia embarcada será implantada em linhas que levam ao centro de Curitiba. Os ônibus terão GPS de comunicação, que possibilitarão informar ao usuário o tempo de deslocamento até o próximo terminal. Os controladores de semáforos permitirão manter um fluxo contínuo de veículos. Todas as informações serão direcionadas a um Centro de Controle de Operações, onde técnicos vão monitorar a mobilidade.

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Evento: Computação em nuvem no Brasil

Acontece dia 6 de junho, na Celepar, em Curitiba, o evento “Computação em Nuvem no Brasil – Aspectos Técnicos e Regulatórios”. Promovido pela ASSESPRO – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, vai contar quatro palestras. Raimundo Nonato da Costa, diretor nacional da Microsoft para o setor público vai falar sobre aspetos econômicos e regulatórios. Em seguida acontece a palestra “Computação em Nuvem – Visão Serpro”. Depois é a vez de Luís Mário Luchetta, presidente nacional da Assespro e, atualmente, presidente do ICI – Instituto Curitiba de Informática , seguido pela fala de Roberto Luciano Clementi, diretor de operações da empresa Sofhar.

O evento é voltado para lideranças políticas, empresários da iniciativa privada, juristas, advogados e estudantes.
Para maiores informações: 41 3337 1014 ou assespro@assespropr.org.br

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Positivo Informática amplia liderança em PCs

A Positivo Informática anuncia os dados de participação na venda de PCs no primeiro trimestre de 2013 (1T13), com ampliação de market share em todos os segmentos de atuação, segundo informações da consultoria IDC. Reforçando sua liderança absoluta no país há mais de oito anos, a companhia atingiu 15,1% de market share no mercado total, aumento de 3,1 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o primeiro trimestre de 2012 (1T12). A liderança foi garantida tanto em notebooks como em desktops, com participações de 18,4% e 11,0%, respectivamente.

“Estamos especialmente satisfeitos por termos registrado ganhos de participação com forte expansão da receita em todos os segmentos nos quais atuamos durante o primeiro trimestre. Além da performance positiva em computadores, estamos trabalhando fortemente nos mercados de celulares e tablets para consolidarmos a nossa posição, assim como em outros segmentos nos quais estamos inseridos, como distribuição de jogos e publicidade, o que reforça as nossas expectativas de realização de um ano superior em resultados para a companhia”, destaca Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo Informática.

No mercado de varejo, a Positivo Informática manteve-se na liderança, com participação de 22,6%, crescimento de 2,7 p.p. na comparação com o 1T12. O maior ganho de market share neste segmento foi com a venda de notebooks, chegando a ocupar 21,3% do mercado, aumento de participação de 6,4 p.p. na mesma comparação, enquanto em desktops o market share registrado foi de 27,3%. No período, o desempenho no mercado de governo e educação garantiu à companhia o primeiro lugar, com market share de 49,0%, crescimento de 26,3 p.p. na comparação com o 1T12. No corporativo, apresentou participação de 3,6%, aumento de 1,1 p.p. em relação ao mesmo período de 2012.

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Veja como foi o Microsoft Road Show Curitiba

O Microsoft Road Show foi realizado no Sebrae-PR em parceira da Assespro com a Cenetic – Central de Negócios de TI e o APL de Software de Curitiba. Dezenas de empresários e colaboradores de empresas puderam saber mais sobre tendências e produtos e serviços disponibilizados pela Microsoft. Acompanhe a reportagem em vídeo do programa Valor Agregado.

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Cooperativas: Profissionais da área de TI participam de Fórum em Curitiba

Profissionais que atuam na área de Tecnologia da Informação (TI) em 20 cooperativas paranaenses participaram do Fórum de TI, promovido pelo Sistema Ocepar, com a coordenação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Eles se reuniram com objetivo de trocar informações sobre as tendências e oportunidades em TI, visando encontrar soluções e otimizar o uso da tecnologia para o desenvolvimento das cooperativas. O evento aconteceu na sede da Ocepar, em Curitiba. O gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, fez a abertura do Fórum na tarde de quinta-feira (16/05). Ele ressaltou a importância do trabalho realizado pelos profissionais de TI, que contribuem para as atividades desenvolvidas pelo cooperativismo paranaense. “O cooperativismo vem crescendo muito. Dez anos atrás, o setor atingiu faturamento de R$ 6 bilhões. Em 2012, chegamos a R$ 38,5 bilhões e, em 2013, a expectativa é de R$ 42 bilhões. É um crescimento maravilhoso e precisamos estar bem estruturados e organizados. Nesse sentido, a TI necessita nos dar essa estrutura para que as nossas cooperativas possam sustentar esse crescimento”, afirmou.

Fonte: Ocepar

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