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Novo regulamento de cibersegurança da Anatel: desafios e oportunidades para operadoras de Telecom

Por Guilherme Araújo, Diretor de Serviços da Blockbit 

Em tempos de distanciamento e restrições de mobilidade, é a Internet e a tecnologia que estão ajudando a movimentar e garantir a sobrevivência de muitas companhias pelo mundo afora. Mas o que significa oportunidades para alguns, representa novos desafios para outros. Por exemplo: para as Operadoras de Telecomunicações, a era digital e da hiperconexão tem marcado a aceleração de uma verdadeira quebra de paradigmas. Afinal de contas, já não basta conectar as pessoas e empresas. Agora, é preciso oferecer uma experiência completa em todos os sentidos – o que também inclui, portanto, novas demandas em relação à segurança das informações.

Isso quer dizer que a cibersegurança se tornou um tema ainda mais amplo e complexo na pauta das operadoras, com uma mudança de nível. Em vez de pensar apenas em estratégias que possam proteger suas operações, essas empresas agora precisam pensar, igualmente, em caminhos para otimizar também a proteção dos clientes. Essa realidade requer a adoção de uma série de mudanças, com serviços mais abrangentes.

Estamos vivendo um momento de mudança para as operadoras de Telecom, e não apenas por conta dos impactos gerados pela disseminação da Covid-19. Há uma corrida pela proteção dos dados e temos de contar com isso.

Para tanto, vale destacar que, em primeiro lugar, as alterações vêm na esteira da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que obrigou empresas do todos os setores – incluindo telecomunicações – a criarem suas políticas de proteção de dados pessoais. Depois, por conta da nova determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que decidiu se antecipar e lançar, no começo deste ano, seu próprio Regulamento de Segurança Cibernética Aplicada ao Setor de Telecomunicações.

Operado por um grupo técnico, com status de superintendência, a regulamentação se aplica às operadoras e aos fornecedores de equipamentos de segurança que integram este intenso ecossistema. De forma prática, isso significa que teremos novas regras para monitorar e garantir os níveis de qualidade na prestação de serviços de telecomunicação, evitando vazamento de dados ou intercorrências que exponham as pessoas ou companhias.

De imediato, é possível que muitos fornecedores possam enxergar essas iniciativas e regras como uma ameaça ou complicador. No entanto, eu os convido a olhar como uma oportunidade de mostrar a qualidade de suas soluções. Em tempos de alta concorrência, colocar os consumidores no centro das atividades é algo imperativo, e ofertar soluções de alto nível, com atualizações que ajudem a manter a rede de nossos clientes mais seguras, é certamente uma exigência na qual todos temos o papel de atender – e com ela a chance de nos destacar.

Hoje, e mais do que nunca, o consumidor está no centro das atenções. Por isso mesmo, oferecer serviços que entreguem a melhor experiência de uso não pode ser mais visto apenas como um diferencial. Ao contrário, garantir máxima performance é uma questão vital para se manter a competitividade diante do mercado. E isso, efetivamente, precisa incluir a segurança.

Os desafios são grandes, mas a boa notícia é que mesmo o dinâmico cenário que enfrentamos não tirou nosso fôlego pelo desenvolvimento e aperfeiçoamento de novas soluções. As ameaças, sejam elas epidêmicas, regulatórias ou de natureza mercadológica, precisam ser transformadas em aprendizados, e servir como catalisadoras de novas oportunidades.

Para as operadoras de Telecom, o cenário também traz essas oportunidades e desafios, incluindo uma nova responsabilidade: definir com quem farão suas futuras parcerias. O compromisso com as normas regulatórias ditará a regra deste mercado? Parece ser esse o único caminho. E a forma como as operadoras de Telecom vão se diferenciar no mercado incluirá esse amadurecimento na área de cibersegurança.

A pandemia nos deixou apreensivos e colocou a proteção (física e virtual) como um fator inerente de nossas decisões. Ninguém aceitará comprar um serviço que negligencia a cibersegurança. Por isso, oferecer novidades e proteger os clientes está no cerne da expectativa dos consumidores atualmente. Sem falar, evidentemente, da possibilidade de mitigar problemas, evitar punições e reforçar a credibilidade de suas próprias organizações perante o mercado. Segurança cibernética será algo cada vez mais fundamental para termos experiências digitais boas e seguras.

Marcio Martin assume a Vice-Presidência Comercial da green4T para América Latina

A green4T, líder em soluções de tecnologia e infraestrutura digital e presente em 12 países da América Latina além do Brasil, anuncia a chegada de Marcio Martin para assumir a Vice-Presidência Comercial da empresa.

A contratação do executivo faz parte da estratégia da empresa em acelerar as vendas e expandir o cross-selling do novo portfólio. Martin também contribuirá para ampliar a atuação da empresa no Brasil e na América Latina.

À frente do time comercial, o Vice-Presidente também fortalecerá o posicionamento único da empresa no sentido de implementar e prestar serviços em diferentes ambientes, buscando alcançar a interoperabilidade e a disponibilidade de forma eficiente e sustentável para o nosso planeta.

“Neste ecossistema de Infraestrutura digital – que combina IoT, Edge, Data Center e Cloud com o nosso novo portfólio -, ampliamos as oportunidades da green4T de participação nos diferentes mercados, bem como nas cidades inteligentes, o que consolida ainda mais a nossa presença nos setores econômicos relevantes no Brasil e no Exterior, além de proporcionar maior eficiência com baixo custo para os nossos clientes em sua jornada de transformação digital”, diz Martin.

Graduado em Engenharia da Computação e com MBA em Administração e Negócios, o executivo possui mais de 28 anos de experiência no setor de TI. Foi diretor de Soluções de Data Center na Dell Technologies, responsável por elaborar estratégias e soluções para grandes clientes. Anteriormente, atuou em outras empresas do setor como EDS-HP, HPE e DXC Technology.

Peers Consulting abre 100 vagas para consultores de negócios e tecnologia para diversos segmentos

A Peers Consulting, consultoria brasileira de gestão de negócios que mais cresce no país e em ritmo acelerado, está contratando profissionais para projetos de diversos segmentos em todo o Brasil. Os principais cargos pretendidos são de Consultor Sênior, Líder de Time e Gerente de Engajamento. O trabalho será home office até junho de 2021, no mínimo.

Os interessados devem ter graduação em engenharia, administração, economia, matemática, ciências da computação e ciências exatas, além de experiência, de no mínimo 4 anos, em projetos/consultoria. Outros requisitos necessários são inglês avançado, disponibilidade para viagens e conhecimento em pacote office e desejável nas ferramentas BI (Qlick View, Tableau e Power BI).

Os contratados terão remuneração competitiva com o mercado de consultoria. Para os cargos gerenciais, estão inclusos os benefícios de compra/aluguel de veículo, investimento em educação continuada e/ou MBA/pós-graduação, seguro de vida privado, além da relação básica de benefícios como vale-refeição, auxílio transporte e assistência médica integral para titular e dependentes. A consultoria também oferece incentivo financeiro mensal para prática de esportes e bem-estar, como academia, aluguel de quadra de tênis, participação em grupos de corrida, yoga, meditação, etc. Os colaboradores ainda têm direito a consulta anual com nutricionista e check-up em centros de referência.

Um grande diferencial da Peers é o plano de carreira. Semestralmente, ocorre um processo de avaliação com o objetivo de oferecer a oportunidade de autoanálise e de troca de feedbacks relacionadas às competências e performance. “A avaliação também é um compromisso com o plano de desenvolvimento individual de carreira, uma vez que permite traçar uma trilha de desenvolvimento e avaliar quais características necessitam aprimoramento para atingir o objetivo profissionais. Nesse processo, em média, mais de 30% dos associados avaliados são promovidos a cada semestre”, afirma André Lima, gerente de RH da Peers.

A Peers, por ser uma consultoria com ampla atuação em diversos segmentos, busca profissionais que possuam raciocínio lógico, capacidade analítica e habilidades de liderança e gestão de equipes.

O processo seletivo contemplará etapas online: avaliação dos inscritos, teste lógico em inglês e teste de Excel. Quando aprovados, os candidatos passarão por rodada de entrevistas (também online) com os gestores e os sócios.

Os CVs podem ser enviados pelo link disponível no site da companhia.

“O profissional contratado terá uma expertise ou repertório que o cliente não possui internamente e que acelerará o processo ou provocará novos pensamentos e diferentes soluções. O consultor realizará, neste caso, uma imersão no universo do cliente, de forma que possa realizar um diagnóstico assertivo dos pontos identificados e implantar soluções adequadas, seja em tecnologia, varejo, educação, saúde ou qualquer setor que precise de uma visão ‘hands on’”, complementa Lima.

A Peers Consulting está estruturada em seis áreas de atuação: Value Creation Practices (Práticas de Criação de Valor), Finance (Finanças), Growth Strategy & M&A (Estratégias de Crescimento e Fusão & Aquisição), Supply Chain (Cadeia de Suprimentos), Digital e Public Services (Serviços Públicos).

A Peers tem um time de mais de 150 consultores, está entre as líderes no Brasil, e cresce mais de 40% ao ano. Tem entre seus clientes empresas como: Grupo Boticário, Cogna (Ex-Kroton), Yduqs, Alpargatas, C&A, Quero-Quero, Porto Seguro, Grupo Fleury, Marisa, Casa & Video, e diversas companhias do portfólio de fundos de private equity.

Fibra da Vivo ultrapassa R$ 1 bilhão em receita no trimestre com recorde de novos clientes

A digitalização da sociedade continua impulsionando a demanda por internet de ultra velocidade e serviços ligados à tecnologia. Antecipando tendências, a Vivo segue acelerando as iniciativas e estratégias de negócios que, além de priorizar a transformação digital do País com as melhores opções de conectividade, direciona esforços também para trazer e criar soluções que facilitem o dia a dia de seus clientes em diferentes setores, como financeiro, saúde, educação e entretenimento, se fortalecendo como um importante Hub Digital.

As inovações estão acompanhadas de forte investimento em infraestrutura. No primeiro trimestre do ano, a empresa cresceu ainda mais em fibra e atingiu novo recorde, com a adição de 368 mil clientes e mais de R$ 1 bilhão em receita na tecnologia FTTH – que leva fibra para dentro da casa do cliente, com 61% de alta na comparação anual. O negócio core, como fibra e serviços móveis e digitais – que já representam 88% de toda a receita -, registrou ganhos de R$ 9,5 bilhões, com crescimento de 4,7% quando comparado com o mesmo trimestre do ano anterior. Na receita total líquida, a alta foi de 0,2%, alcançando R$ 10,9 bilhões nos três primeiros meses do ano.

No período, a Vivo investiu mais R$ 1,9 bilhão, aporte 18% maior quando comparado a igual período do ano passado. O foco foi direcionado na ampliação da cobertura móvel e na expansão da rede de fibra, atualmente em 276 municípios com 16,3 milhões de domicílios cobertos. Através de forte ambição de crescimento orgânico, parcerias e, com a criação da FiBrasil, joint venture entre Vivo, Telefónica Infra e grupo canadense CDPQ, a companhia chegará a 24 milhões de lares e empresas até o final de 2024, além da expansão da Terra Fibra – projeto de franquia de banda larga da companhia.

“Nossa estratégia está centrada na digitalização das cidades brasileiras, essencial para popularizar o acesso a uma internet de qualidade e fomentar a economia local, com geração de empregos e novas oportunidades de negócios a partir de uma conexão segura, veloz e estável. Neste momento que estamos vivendo, vamos continuar avançando com ainda mais fibra por todo o País e soluções digitais que apoiem o dia a dia dos nossos clientes e empresas”, explica o presidente da Vivo, Christian Gebara.

O crescimento da receita de FTTH foi fundamental para a alta das receitas de todas as tecnologias em fibra (FTTx), que no trimestre evoluíram 20,3%. O IPTV também está cada vez mais associado à conectividade de fibra e contribui para reforçar a proposta de valor da empresa. No trimestre, a receita do segmento avançou 26% na comparação anual.

O volume de acessos em FTTx cresce igualmente. Nos três primeiros meses do ano, a Vivo registrou alta de 6%, atingindo mais de 6 milhões de acessos – deste total, mais de 3,7 milhões de clientes com FTTH. Esse desempenho é atribuído à estratégia da empresa em oferecer conexão veloz e de qualidade, impulsionando não somente a expansão da base de clientes de FTTH, que cresceu 41,2%, mas também a de IPTV, com alta de 21,3%, em relação ao mesmo trimestre de 2020.

No segmento móvel e digital, a Vivo manteve a trajetória de alta e apresentou bons resultados em receitas e acessos. A receita líquida móvel evoluiu 1,1%, consequência do bom desempenho do serviço móvel – com destaque para o pré-pago, que aumentou sua receita em 4% – e com a receita de aparelhos, que subiu 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Lançamentos de celulares Apple e Samsung, com novas funcionalidades, contribuíram para o incremento dessa linha. Além disso, o desempenho positivo retrata a agilidade e capacidade de reinvenção da área comercial que, mesmo com o fechamento parcial das lojas físicas ocasionado pela pandemia do Covid-19, foi capaz de oferecer modelos alternativos de atendimento, como o Vivo em Casa, o drive-thru, além de melhorias contínuas de interatividade e navegabilidade da loja virtual.

A receita do pós-pago seguiu praticamente estável em comparação ao trimestre do ano anterior, mas com boa migração de clientes pré-pago, contabilizando no trimestre mais de 1,1 milhão de novos acessos – o maior nível desde o final de 2017. A Vivo encerrou o trimestre com 46 milhões de acessos pós-pagos, um crescimento de 5,2%, representando 58,5% da base móvel. O total de acessos móveis atingiu mais de 79,6 milhões de clientes ao final de março, representando um aumento de 6,6% no comparativo anual, com market share de 33,1%, mantendo a liderança incontestável do setor. Os serviços digitais também contribuíram para a maior atratividade do portfólio de planos, resultando em um ARPU com boas perspectivas no médio prazo.

Os custos operacionais, excluindo gastos com depreciação e amortização, foram de R$6,4 bilhões no trimestre, permanecendo estáveis no comparativo anual, mesmo em um período de aceleração da inflação (IPCA-12M) que registrou alta de 6,1%. O EBITDA recorrente, resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, foi de R$ 4,4 bilhões, um aumento de 0,5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, com margem EBITDA de 41,1%. O lucro líquido alcançou R$ 942 milhões, uma redução de 18,3% na comparação anual, refletindo o menor EBITDA e o aumento da depreciação e da despesa financeira. O fluxo de caixa foi de R$ 2,2 bilhões no trimestre, alta de 3,8% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

“Nossa receita voltou a crescer no trimestre, impulsionada pela excelente performance dos negócios core, que vêm registrando aceleração no crescimento. Além disso, mantivemos foco constante no controle de custos e eficiência dos investimentos apoiado pelas iniciativas de digitalização e automação de processos”, explica o CFO da Vivo, David Melcon.

Negócios Digitais – Vivo cria Vida V, um marketplace digital de saúde e bem-estar

Com base no pilar estratégico #TemTudonaVivo, a Vivo segue avançando no desenvolvimento de um ecossistema sólido com parceiros relevantes para se fortalecer, cada vez mais, como um hub de serviços digitais. A estratégia é facilitar o acesso da população a serviços em diferentes áreas, como entretenimento, esportes, segurança digital, finanças, e saúde e bem-estar.

Neste sentido, a empresa anuncia hoje a criação da Vida V, um marketplace de saúde e bem-estar, que oferecerá, entre outras soluções, serviços de telemedicina a consumidores finais e pequenas e médias empresas no Brasil. A primeira parceria nasce com a Teladoc Health, uma das maiores empresas de telemedicina do mundo, com presença em 175 países e cobrindo mais de 70 milhões de pessoas ao redor do globo, através de um acordo vinculante. O novo serviço tem previsão de lançamento no próximo mês e oferecerá aos brasileiros atendimentos na área de saúde mais acessíveis, humanizados, rápidos e com a qualidade do corpo clínico de médicos da Teladoc Health.

A Vida V poderá ser contratada por qualquer consumidor – inclusive por aqueles que ainda não são clientes da Vivo. A novidade será disponibilizada por meio de um app e incluirá consultas médicas, programas de bem-estar e saúde, desconto em farmácias e outros benefícios. Outras funções, serviços e parceiros serão adicionados à plataforma ao longo dos próximos meses.

O anúncio consolida, ainda mais, a presença da Vivo na área de saúde e bem-estar, contribuindo para promover a democratização do acesso a serviços de qualidade. “A telemedicina tem o potencial de ampliar o acesso ao médico e a todo o sistema de saúde no Brasil”, explica Gebara. “Somos o parceiro ideal para muitas empresas nacionais e internacionais que buscam uma marca forte e reconhecida no varejo, com mais de 1,6 mil lojas e uma sólida rede de canais digitais, e com a intenção de oferecer aos clientes mais benefícios e acesso rápido e seguro para contratar e pagar pelos serviços, já que podem usar a própria conta de celular como meio de pagamento”, completa ele.

O setor financeiro também segue ganhando destaque no hub digital da Vivo. Com o Vivo Money, serviço de crédito pessoal, clientes controle e pós-pago podem contratar de R$ 1 mil a R$ 30 mil de forma 100% digital. O Vivo Money oferece taxas de juros competitivas, a partir de 1,49% ao mês, conforme análise de perfil de crédito do cliente, e o prazo de pagamento varia de seis a 24 meses. Outras iniciativas que estão nos planos futuros da Vivo é também disponibilizar o crédito para clientes pré-pagos, assim como tornar o Vivo Money uma opção para financiamento de smartphones e outros dispositivos.

A empresa destaca também a parceria com o banco Itaú Unibanco com o novo cartão de crédito Vivo Itaucard, que traz benefícios como cashback de até 10% para compras realizadas no marketplace da Vivo e de 0,5% para compras em outros estabelecimentos, além de parcelamento em até 21x sem juros para a compra de aparelhos e acessórios em lojas próprias e no site da Vivo. Os clientes ganham cashback ao comprar smartphones e acessórios, pagar faturas de planos pós e controle, internet, TV, recargas de créditos pré-pago, seguros de celular e ao fazer compras na plataforma marketplace.

E, mais recentemente, com foco em contribuir para inclusão financeira da população, a companhia trouxe ao mercado o Vivo Pay: a conta digital e gratuita da Vivo, disponível para qualquer pessoa. Além das transações corriqueiras do mercado financeiro, como o pagamento de contas e boletos e o recebimento e envio de dinheiro para outros bancos, o usuário terá acesso a um cartão pré-pago virtual, sem anuidade, para uso em lojas on-line, compra de crédito para apps como iFood e Spotify e bônus de internet ao efetuar recargas de celular. Por fim, ao utilizar o Vivo Pay, os usuários podem ganhar até 20GB de “Gigaback” – recompensa em pacotes de dados da Vivo.

E para aumentar a fidelização e a rentabilização da base de clientes, a Vivo ampliou a parceria com a plataforma digital Dotz. Com o novo acordo, estendido por cinco anos, os serviços e produtos Vivo serão comercializados no marketplace da Dotz, garantindo mais chances de acumular pontos. Além disso, a Vivo passa a ter a opção de adquirir participação acionária minoritária no negócio da Dotz, a depender do atingimento de metas acordadas.

Outra parceria ampliada foi com a CDF – plataforma de soluções de assistência residencial e tecnológica – em linha com a estratégia da empresa de ser referência na oferta de serviços de suporte tecnológico para a casa conectada. Nesse modelo, a Vivo também passará a ter a opção de adquirir participação acionária minoritária no capital social da CDF. Essas e outras futuras parcerias reúnem um conjunto único de atributos para capturar oportunidades de aumento de receita e criar valor no espaço digital.

Critérios ESG
O modelo de negócio da Vivo busca contribuir para o crescimento do Brasil, oferecendo uma conexão de qualidade, serviços que aproximem as pessoas e facilitem suas vidas. Seu propósito de ‘Digitalizar para Aproximar’ busca ir além do resultado financeiro, e seus programas e projetos são pensados para promover, além da eficiência, a preservação ambiental e o bem-estar da sociedade.

Na dimensão Ambiental, a Telefônica Brasil deseja impulsionar suas iniciativas relacionadas a mudanças climáticas, reforçando sua atuação voltada às melhores práticas Ambientais, Sociais e de Governança (ESG). Assim, ampliou o peso de meta de redução de emissões de CO2 no bônus de todos os seus executivos, de 1% para 5%. Desde 2019, 20% da remuneração variável dos executivos da companhia é relacionada com aspectos ESG, como limitação das emissões de gases de efeito estufa (GEE), experiência do cliente e diversidade, de forma a garantir que a sustentabilidade esteja cada vez mais integrada à estratégia de negócios.

As iniciativas em prol de uma matriz energética mais renovável são um dos pilares da atuação da companhia no combate a mudanças climáticas, por isso, está comprometida em gerar eficiência no consumo de energia e priorizar as fontes renováveis que trazem benefícios ambientais e econômicos. Nesse contexto, a Vivo inaugurou sua primeira usina de energia solar instalada na região Norte do país, na cidade de Marabá, estado do Pará. A usina tem capacidade de geração de 2.190 MWh/ano, que serão destinados ao atendimento de 632 unidades consumidoras, como lojas, torres e equipamentos de transmissão. A usina foi instalada em parceria com a Athon Energia, gerando 110 empregos diretos e 60 indiretos na etapa de construção e, na fase de operação, deve gerar mais 20 empregos diretos. A usina de Marabá soma-se a outras 15 já em operação no País, contribuindo para a meta de colocar 70 usinas de fontes solar, hídrica e biogás em operação até dezembro de 2021.

Na dimensão Social, a Vivo é a primeira empresa brasileira do setor certificada pela ISO 26000, atestando a atuação e gestão da companhia sobre os temas de Responsabilidade Social Corporativa, como direitos humanos, diversidade, impacto social, entre outros. A Vivo segue diretrizes que atendem as melhores práticas de mercado, incluindo iniciativas a colaboradores, fornecedores e sociedade em geral, reforçando o compromisso em contribuir com todas as partes interessadas de forma estruturada, consistente e perene.

Além disso, como forma a continuar apoiando o combate aos impactos da pandemia, a Fundação Telefônica Vivo, em parceria com a organização Gerando Falcões, criou a campanha ‘Unidas no combate à fome’ que captou recursos financeiros direcionados à compra de 15.000 cestas básicas para famílias em situação extrema vulnerabilidade social. A cada cesta doada por colaborador da Vivo, a Fundação Telefônica Vivo contribuiu com mais 2 unidades, cabendo à Gerando Falcões a distribuição às famílias necessitadas, por meio de cartões alimentação. Dessa forma, evita-se aglomerações e dificuldades logísticas para entrega física das cestas, além de incentivar o consumo nos comércios locais.

Na dimensão de Governança, a Vivo mantém a liderança em reputação no setor, como resultado das ações estruturantes implementadas para potencializar a presença de seus valores e princípios em toda a sua operação e cadeia de valor, além do compromisso de manter e melhorar seus negócios durante a pandemia da Covid-19, sem deixar de lado a responsabilidade corporativa e social. Na 7ª edição do estudo de campo Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco) a empresa continuou com a melhor posição do setor no ranking nacional, subindo 13 posições em comparação a 2019, saltando da 46ª para 33ª colocação.

Quase metade dos brasileiros já mentiu sobre estar desempregado para pessoas próximas, de acordo com o LinkedIn

Um levantamento do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, mostra que 45% dos brasileiros já esconderam o fato de estarem sem trabalho para alguma pessoa próxima. Deste total, 55% dizem que mentiram por vergonha e 27% por acreditarem que isso diminuiria as suas chances de conseguir um novo emprego. Apesar deste cenário, 7 em cada 10 concordam que, como consequência dos desafios que a pandemia trouxe para o mercado de trabalho, há menos estigma negativo associado ao desemprego atualmente. 

O estudo, realizado com 2.000 profissionais desempregados no Brasil entre outubro e novembro de 2020, mostra ainda que 49% se sentem em desvantagem em relação a outros candidatos na hora de aplicarem para uma vaga. 

“Temos uma forte cultura no Brasil em que o desemprego é, muitas vezes, considerado como uma consequência do desempenho do profissional e não devido à falta de oportunidades do mercado. Por isso, muitos tendem a esconder este fato com receio de não conseguirem se recolocar. O levantamento nos surpreendeu e mostrou a necessidade de mudar este viés inconsciente tanto do ponto de vista do profissional, quanto das empresas. Em outros países, como França e Reino Unido, não ter um trabalho fixo é encarado com mais naturalidade”, afirma Ana Claudia Plihal, Executiva de Soluções de Talentos para o LinkedIn. 

Quando perguntados sobre sua situação atual de busca de emprego, 36% dos entrevistados afirmam estarem estressados e preocupados por não encontrar algo novo, 30% estão confusos por não terem retorno das empresas e 17% dizem se sentirem derrotados por terem sido rejeitados nestes processos. Além disso, quase metade (48%) do total já deixou de se candidatar em até 5 oportunidades de emprego que desejavam porque sentiram que não tinham as habilidades necessárias. 

Durante este período de desemprego, 41% afirmaram terem feito cursos gratuitos para aumentarem seus conhecimentos, 38% disseram estar trabalhando informalmente e 29% passaram a um formato de freelancer ou emprego temporário como alternativa de renda. 

Maratona de lives 

Com o objetivo de auxiliar e inspirar profissionais e proprietários de pequenas e médias empresas a navegar na nova realidade trabalhista no pós-crise, o LinkedIn está promovendo uma maratona de lives com Top Voices e especialistas da área.

As lives contarão com o anfitrião, Cristiano Santos, LinkedIn Top Voice, consultor de mídias sociais e marketing digital, para apresentar os temas da campanha. A primeira transmissão ao vivo será realizada com Tais Targa, LinkedIn Top Voice, especialista em Carreira e Recolocação, autora do livro Você de Emprego Novo, junto com Ana Minuto, CEO da Minuto Consultoria Empresarial e Carreira, para falar sobre como o LinkedIn pode ajudar seus usuários a encontrarem novas oportunidades de emprego no dia 18/05, às 16h (acesse aqui). 

Já a segunda live, também apresentada por Cristiano, discutirá como o LinkedIn pode ajudar PMEs (acesse aqui)A sessão contará com a presença de Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e presidente do Instituto RME, e Fabrício Oliveira, professor, pesquisador e empreendedor, ambos LinkedIn Top Voices,  no dia 25/05, às 16h. 

Após as lives, a campanha #LinkedInTeApoia também vai lançar um eBook gratuito com ferramentas, dicas e as recomendações dadas pelos especialistas nos eventos online.

Metodologia do estudo 

O estudo foi realizado com 2.012 brasileiros que ficaram desempregados antes ou como consequência da pandemia de covid-19, pelo Censuswide, entre 28 de outubro e 5 de novembro de 2020. 

Câmara aprova marco legal das startups

A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (11) a votação do marco legal das startups (Projeto de Lei Complementar 146/19), que será enviado à sanção presidencial. Foram aprovadas sete das dez emendas do Senado Federal ao projeto, que prevê regras diferenciadas para o setor.

Poderão ser classificadas como startups as empresas e sociedades cooperativas atuantes na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios; e que tenham receita bruta de até R$ 16 milhões no ano anterior e até dez anos de inscrição no CNPJ.

De autoria do ex-deputado JHC e outros, o projeto também exige que as startups declarem, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou que se enquadrem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas.

Entretanto, para entrar no Inova Simples, a empresa precisa estar enquadrada nos limites do estatuto, de receita bruta máxima de R$ 4,8 milhões.

Das emendas aprovadas, seis delas receberam parecer favorável do relator, deputado Vinicius Poit (Novo-SP). Aprovada por meio de destaque do PT, a sétima emenda excluiu do texto a possibilidade de as empresas participantes do Repes, um regime especial de tributação para a exportação de serviços de tecnologia da informação, descontarem da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) o dinheiro investido em fundos de investimento (FIP-Capital Semente) direcionados a startups.

Outra emenda aprovada retirou do texto a aplicação ao Sistema S dos princípios e diretrizes definidas pelo projeto para atuação perante startups.

Investidores
As startups poderão contar com dinheiro de investidores sem que eles necessariamente participem do capital social e na direção e poder decisório da empresa. Os investidores poderão optar pela compra futura de ações da startup ou resgatar títulos emitidos pela beneficiada, por exemplo.

Os investimentos poderão ser feitos tanto por pessoa física quanto por pessoas jurídicas, que serão consideradas quotistas ou acionistas se o investimento for convertido formalmente em participação societária.

A fim de dar segurança jurídica a esses investidores, o relator especifica que eles não responderão por qualquer dívida da empresa nem com os próprios bens (desconsideração da personalidade jurídica), exceto em casos de dolo, fraude ou simulação de investimento.

Para o investidor pessoa física, o texto permite compensar os prejuízos acumulados na fase de investimento com o lucro apurado na venda de ações obtidas posteriormente mediante o contrato de investimento. Assim, a tributação sobre o ganho de capital incidirá sobre o lucro líquido, e o investidor deverá perdoar a dívida da startup.

Opção de compra
Emenda aprovada retirou do texto uma das formas que os participantes da startup poderiam usar, a chamada opção de compra de ações (stock options).

Nessa modalidade, uma pessoa poderia trabalhar com um salário efetivo menor e receber um complemento do acertado em ações futuramente, na forma de opção de compra.

Por consequência, também foi retirado do texto dispositivo que previa a contagem como remuneração, para fins de contribuição previdenciária, apenas do valor de custo da ação no momento da realização da opção de compra pelo empregado.

Entretanto, essa regra de tributação valerá para a opção de compra concedida por empresa domiciliada no Brasil ou no exterior a empregados e similares de outra empresa ligada a ela.

Essa empresa contratante dos empregados que poderão exercer a opção de compra de ações poderá deduzir do lucro real o valor recebido pela opção no exercício em que ela ocorrer. Com a diminuição do lucro real, a tributação (IR e CSLL) é menor.

Recursos de fundos
Outra forma de as startups receberem recursos é por meio de fundos patrimoniais (Lei 13.800/19) ou fundos de investimento em participações (FIP) nas categorias capital semente, empresas emergentes e empresas com produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O uso desses fundos para aplicar em startups é permitido para as empresas que possuem obrigações de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação vinculadas a outorgas de concessões, como para setores de telecomunicações ou petrolífero.

Ficam de fora os valores mínimos que essas empresas devem direcionar a fundos públicos segundo determinação legal ou contratual.

A entidade setorial responsável por fiscalizar o uso do dinheiro para essa finalidade definirá as diretrizes, e o Poder Executivo federal regulamentará a forma de prestação de contas desses fundos.

Programas e editais
As empresas com obrigação de investimento em pesquisa e inovação poderão aplicar também em startups selecionadas por meio de programas, editais ou concursos gerenciados por instituições públicas.

Essas iniciativas voltam-se ao financiamento, à aceleração e ao ganho de escala de startups, em programas gerenciados por empresas públicas, fundações universitárias ou entidades paraestatais e bancos de fomento ligados ao desenvolvimento de empresas de base tecnológica, ecossistemas empreendedores e estímulo à inovação.

Sandbox
Para explorar inovações experimentais com mais liberdade de atuação, as startups poderão contar com um ambiente regulatório experimental (sandbox regulatório). Agências reguladoras, como a Anvisa ou a Anatel, poderão suspender temporariamente para as startups determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor.

O funcionamento do sandbox deverá estabelecer os critérios para a seleção ou qualificação da empresa, a duração e o alcance da suspensão da incidência das normas e as normas propriamente abrangidas.

Investidor-anjo
Segundo regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), fundos de investimento poderão atuar como investidor-anjo em micro e pequenas empresas (receita bruta até R$ 4,8 milhões anuais).

O investidor-anjo coloca dinheiro na empresa de inovação sem participar do comando, mesmo que os recursos sejam superiores ao capital social. O texto aprovado permite, entretanto, a participação nas deliberações de forma consultiva e o acesso às contas, ao inventário, aos balanços, livros contábeis e à situação do caixa.

O tempo para o retorno dos aportes passa de cinco para sete anos, e as partes poderão pactuar remuneração periódica ou a conversão do aporte em participação societária.

O projeto concede prioridade de análise para pedidos de patente ou de registro de marca perante o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), por meio do portal de simplificação de registro (Redesim).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

João Kepler, um dos maiores investidores-anjo do Brasil, lança “O Poder do Equity” pela Editora Gente

Equity é a participação acionária em negócios, mas nem sempre os empresários pensam sobre isso quando vão abrir uma empresa. Pensam em margem, ganhos, trabalhador/hora, lucro, pró-labore e distribuição de dividendos aos sócios. “Nada de errado em relação a isso, mas quase sempre o fazem sem uma estratégia para geração de valor futuro”, dispara o autor João Kepler logo na abertura do livro, como forma de provocar o leitor de “O Poder do Equity”, da Editora Gente, que está em fase de pré-venda.

A obra é verdadeiro “catalizador para a mudança de mindset” ao leitor que estiver acostumado com uma mentalidade tradicional sobre investimento. Nos primeiros capítulos, João Kepler explica o quanto é necessário que o empresário, o empreendedor e o investidor tenham pensamento e estratégia visando o longo prazo – o que no livro se trata da mentalidade equity, detalhada ao longo de todo o conteúdo. A ideia de “O poder do equity” é a “riqueza invisível” que existe nos negócios e na Nova Economia e que poucos conseguem entender e aplicar, ou seja, é aproveitar melhor as oportunidades desse novo mercado.

No livro, é possível aprender que investir requer mais do que simplesmente ter o dinheiro para colocar onde se acredita que obterá melhores dividendos. Tem a ver com dedicação, compreensão do mercado e das suas próprias limitações, bem como o peso e as consequências das suas escolhas. “Não pense que se um investidor se destaca mais do que outros, ele teve ‘sorte’. Certamente ele se preparou e, além de entender todo o racional que envolve cada escolha, manteve-se inabalável entre os altos e baixos justamente por entender e praticar a mentalidade equity”, defende o autor.

Para se tornar investidor-anjo e fazer parte, de maneira ativa, do ecossistema empreendedor, é preciso, antes de tudo, preparação e conhecimento. E é a isto que os leitores terão acesso ao longo dos capítulos: um compilado de experiências, aprendizados e muitos acertos nesse caminho. “O livro é uma coletânea de experiências adquiridas nos últimos 12 anos fazendo investimento em Startups. Uma ferramenta muito importante para quem deseja ter mentalidade equity. É voltado para quem busca compreender a Nova Economia e a lógica por trás dos investimentos em startups”, detalha o autor.

Visionário, João Kepler é fundamental no ecossistema brasileiro de startups e empreendedorismo. Seu papel tem sido essencial no desenvolvimento desse setor não só pela própria atuação enquanto investidor-anjo, mas também por popularizar esse tipo de atividade. Para ele, mudar a atual mentalidade, ou até mesmo definir uma a partir de agora, significa que o leitor passará a adotar um conjunto de manifestações de ordem mental (crenças, maneira de pensar, disciplina, ética e transparência) que caracterizam uma coletividade, uma classe de pessoas que compartilham dos mesmos interesses e foco e acabam, por vezes, adotando uma mesma postura que pode ser facilmente identificada nos vencedores.

“E é essa identificação, esse sentimento de pertencimento, que eu espero que os leitores sintam, a ponto de entender que, a partir de agora, passa a fazer parte do grupo de pessoas que já entenderam o poder da mentalidade equity e estão utilizando todo esse conhecimento a seu favor, no mercado e na vida”, conclui o autor. 

• Como ter mentalidade equity?
• Como entender a Nova Economia?
• Como investir em negócios escaláveis?
• Como se tornar um investidor-anjo?
• Como calcular o valuation?
• Como diversificar o portfólio de investimentos?
• Como calcular e ter retornos acima da média de mercado?
• Como mitigar riscos?
• Como avaliar startups?
• Onde encontrar startups nas quais investir?
• Como escolher em que investir?
• O que perguntar antes de investir?
• Quais são os documentos e os cuidados para se resguardar e começar a investir?
• Como fazer gestão de portfólio?
• Como funciona a governança de empresas ágeis?

São as respostas para as questões acima, que vão mostrar que é possível começar a investir em startups com pouquíssimo dinheiro.  Em suma, a obra é um guia completo elaborado por um dos investidores mais experientes do país, que vai ajudar o leitor a mudar completamente sua forma de investir e ganhar dinheiro. Ingredientes que, certamente, farão com que a obra caia no gosto do brasileiro que sonha em ser mais que um investidor. Investir um negócios inovadores, escaláveis e exponenciais e se tornar um investidor-anjo.

Título: O Poder do Equity
Subtítulo: Como investir em negócios inovadores, escaláveis e exponenciais e se tornar um investidor-anjo
ISBN: 978-65-5544-101-7
Formato: 16×23
Páginas: 192
Código: 297080
Código de barras: 9786555441017
Edição: 1
Peso: 390 g
Preço de capa: R$49,90
Autor: João Kepler
Gênero: Negócios/Investimentos

Disponível para compra em:
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Brasil recebeu US$ 2,1 bilhões em Venture Capital no 1T 2021, diz KPMG

O Brasil recebeu mais de US$ 2,1 bilhões em Venture Capital no primeiro trimestre de 2021, incluindo uma captação de US$ 530 milhões e outra captação de US$ 425 milhões. O montante fez o Brasil superar o recorde trimestral anterior em mais de US$ 1 bilhão e colocou o País como o terceiro maior responsável pelo crescimento recorde das Américas. Em primeiro lugar, estão os Estados Unidos, com US$ 69 bilhões em investimentos, e em segundo lugar está o Canadá, que obteve quase US$ 2,5 bilhões em Venture Capital. Estas são algumas das informações publicadas no “Venture Pulse 1T 2021”, da KPMG, que analisou o comportamento mundial em Venture Capital nos três primeiros meses de 2021.

“O Brasil teve um início de 2021 notável, com a participação de empresas de diferentes setores. A maturidade crescente deste mercado e as taxas baixas de juros ajudam a despertar o interesse de Venture Capital. No passado, já observamos muitos fundos novos procurando investir no Brasil. Uma série de novas empresas locais também foram criadas para este mercado. Resta saber se o ímpeto permanecerá à medida que o ecossistema crescer, mas o começo do ano já é promissor”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Pelo terceiro trimestre consecutivo, o investimento em Venture Capital na Europa obteve resultados recordes. O total de US$ 21 bilhões foi impulsionado sobretudo por fintechs, que responderam por metade dos maiores negócios da região. O Reino Unido liderou os bons resultados com US$ 7,1 bilhões. Em segundo lugar aparece a região nórdica, com US$ 3,4 bilhões. Em terceiro lugar está a Alemanha, com US$ 3,1 bilhões. Segundo o estudo da KPMG, os números traduzem a evolução rápida do mercado de Venture Capital em toda a Europa e a maturidade crescente das startups da região.

“Os números evidenciam a maturidade e a relevância dos investimentos da indústria de venture capital no Brasil e no mundo. Com a busca por modalidades de investimentos alternativos e ativos atraentes, os fundos de venture capital têm se mostrado ágeis, efetivos e ousados o bastante para justificar o destaque e o protagonismo atual. O segundo trimestre aparece como promissor, com destaque contínuo para fintechs, serviços B2B e uma variedade cada vez maior de negócios que foram criados ou expandidos no período da pandemia. É um momento interessante com bastante capital disponível e uma expectativa de crescimento econômico relevante em uma nova fase global pós pandemia”, afirma Roberto Haddad, sócio-líder de Private Equity e Venture Capital da KPMG no Brasil.

Com US$ 31 bilhões em investimentos totais no primeiro trimestre de 2021, a região Ásia-Pacífico continua tendo desempenho robusto. O montante, contudo, é menor do que os US$ 34,5 bilhões registrados no quarto trimestre de 2020. A líder da região continua sendo a China, que registrou US$ 24,6 bilhões de investimentos em Venture Capital no primeiro trimestre de 2021, mais que o dobro dos US$ 10 bilhões do primeiro trimestre de 2020. Em segundo lugar está a Índia, com US$ 2,8 bilhões.

A pesquisa da KPMG destaca ainda a saída de empresas financiadas por Venture Capital. Ao todo, foram 104 empresas, o que se traduz em uma saída recorde de US$ 148 bilhões. O país mais afetado foi a China, que respondeu por US$ 87 bilhões desse total.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – http://home.kpmg/xx/en/home/campaigns/2021/04/venture-pulse-q1.html

Aumenta 65% o número de instalações de apps financeiros no Brasil em 2020

 A AppsFlyer, líder global em atribuição e análise de dados para publicidade de aplicativos, lança nesta terça-feira, um estudo inédito sobre a performance dos aplicativos de finanças no Brasil e em todo o mundo. O estudo abrangeu aplicativos tanto de banco digitais, quanto de bancos tradicionais, assim como apps de pagamento e também de investimentos. Em 2020, o Brasil foi o 2o país com mais instalações de apps de finanças, atrás apenas da Índia, e sendo o maior mercado potencial da América Latina. O crescimento no número de instalações de apps de finanças entre o primeiro trimestre de 2020 até o mesmo período de 2021 foi de 65%. Nos últimos dois anos, o salto é de 260%.

“O Brasil é promissor para aplicativos de finanças por uma série de fatores. O primeiro é a alta introdução dos smartphones como principal meio de acesso à internet, em seguida vem o fato de que a pandemia restringiu acesso às instituições financeiras, fazendo com que o as pessoas se acostumassem aos serviços digitais”, diz Daniel Simões, diretor regional da Appsflyer no Brasil. “Além disso, a publicidade de aplicativos cresceu em investimentos em todo o mundo”

Segundo o estudo da Appsflyer, na América Latina, 40% da aquisição de usuários vem de campanhas de marketing, demonstrando que em um cenário de alta competição, os aplicativos são de fato um novo canal de engajamento e aquisição de novos clientes, e que empresas de finanças estão mudando a sua mentalidade diante da pandemia, antes utilizando o aplicativo apenas como um canal de engajamento.

Os números mostram que a corrida está evoluindo cada vez mais. Os gastos globais com aquisição de usuários para apps de finanças atingiram os US﹩3 bilhões de dólares em 2020, em 2021 apenas no primeiro trimestre apps financeiros já investiram 1,2 bilhões de dólares. A América Latina representa 20% dos gastos globais, cerca de 542 milhões em 2020.

No Brasil, em meio à oferta variada de apps financeiros em diferentes categorias, os apps bancários (Bancos tradicionais e Bancos digitais) geraram quase 60% dos novos usuários de apps financeiros do 4º trimestre de 2020 e do 1º trimestre de 2021. Ao oferecer um conjunto cada vez maior de serviços para os proprietários de contas, os bancos tradicionais e digitais competiram diretamente por novos usuários, ambos totalizando 28% das instalações de apps vindas de novos usuários no período analisado.

Bancos tradicionais perderam espaço dentre usuários de apps de finanças, com seu share de instalações diminuindo 24,2% em 2020 em comparação com 2019. Bancos digitais por sua vez aumentaram o seu share de instalações no mesmo período em 13,3%.

Porém, os bancos tradicionais ainda conseguem fazer com que os clientes usem seus apps 30% mais vezes dentro do mesmo período de tempo quando comparados aos bancos digitais. Apps de investimentos, ainda considerados mais nichados, são responsáveis por 10% da aquisição de usuários na região (América Latina).

Amostra

A amostra do estudo foi de 4,7 bilhões de instalações de apps de finanças em todo o mundo de 2 mil aplicativos, entre o primeiro trimestre de 2019 e o de 2021.

Link para o estudo http://www.appsflyer.com/br/resources/others/fintech-app-marketing-insights-2021/

Pesquisa Forrester Consulting: assinaturas eletrônicas reduzem em 96% o tempo do ciclo de contratos

Segundo a nova pesquisa “Total Economic Impact”, realizada pela Forrester Consulting, sistemas de gestão do fluxo de assinaturas eletrônicas reduzem em até 96% o tempo do ciclo de um único documento físico: de uma média de sete dias para somente duas horas. O estudo indica ainda que serviços de assinatura eletrônica geram uma economia para as empresas de 6 dólares por fluxos de assinatura. Ou seja, uma empresa que possui cerca de 100 mil transações de assinaturas externas e internas, por exemplo, poderá economizar aproximadamente 600 mil dólares. 

O senior channel manager de Adobe Sign no Brasil, Eduardo Jordão, explica que as empresas brasileiras estão começando agora a notar o impacto de custos invisíveis gerado pela gestão do fluxo de documentos físicos. “Estamos falando dos valores gastos com motoboy, Correios e outros processos diários que, no final do mês ou do ano, podem gerar uma despesa significativa para os negócios”, diz. 

Apesar de o Brasil ter uma lei que regulamenta a assinatura eletrônica desde 2001, a MP 2.200-1, o uso de soluções digitais que oferecem esse tipo de serviço tem conquistado maior aderência recentemente, durante a pandemia, período em que muitas empresas tiveram que digitalizar seus processos internos. Por consequência, agora essas companhias estão conseguindo medir o impacto da digitalização do fluxo de assinaturas nos negócios. 

Com serviços próprios para assinatura eletrônica, como o Adobe Sign, o envio e a assinatura de documentos podem ser feitos por meio do uso de celulares, tablets ou computadores. “Essa otimização do tempo e maior praticidade para diversos departamentos das empresas é uma vantagem fundamental que pode trazer maior celeridade nos processos”, esclarece Jordão. 

O executivo aponta outro benefício importante no uso de soluções para assinatura eletrônica: a segurança no ambiente digital, que elimina os riscos de perdas, danos e alterações em arquivos relevantes. “Durante o último ano, ocorreram discussões importantes sobre o processo de transformação digital das empresas, mas ela só vai acontecer de forma realmente efetiva quando caminharmos para o fim dos processos documentais em papel”, avisa Jordão.

O Futuro da Indústria 4.0

Por Leonardo Vieira

Indústria 4.0 não é um termo novo. Notavelmente, o agrupamento de tecnologias que ele descreve – que inclui sistemas ciberfísicos, a Internet das Coisas (IoT), computação em nuvem e computação cognitiva/inteligência artificial (IA) – tem quase dez anos. E, embora avanços técnicos significativos continuem a ser feitos quase diariamente, muitos dos desenvolvimentos mais interessantes neste espaço têm menos a ver com a tecnologia em si e mais com a forma como essa tecnologia é integrada e aplicada para otimizar os processos e maximizar o impacto.

A cobiçada transformação digital requer não apenas a arquitetura técnica, mas também uma compreensão mais profunda de como aproveitar o potencial único das tecnologias da Indústria 4.0. O processo começa com o reconhecimento de que a integração contínua, a comunicação em tempo real e a capacidade de criar ambientes de manufatura que são virtuais, intercambiáveis, mais descentralizados e modulares têm o potencial de remodelar radicalmente o cenário da indústria.

Com esse quadro geral em mente, vamos dar uma olhada mais de perto em como essas tendências estão se saindo e que tipo de avanços da Indústria 4.0 irão moldar os próximos anos.

Mais eficiência: como e por quê?

A incerteza geral e a falta de entendimento sobre exatamente o que é a Indústria 4.0 – e como implantá-la – postergaram a utilização do conceito e/ou atenuaram o impacto nas primeiras organizações a utilizá-la. A tecnologia amadureceu nos últimos anos e o mais importante: um número crescente de empresas está reconhecendo que não basta investir grandes quantias de tempo e dinheiro na instalação de sensores inteligentes e em novos sistemas se não dedicar, primeiramente, tempo para garantir que essas atualizações sejam inteligentes e estratégicas. A percepção de que a tecnologia é apenas uma peça do quebra-cabeça foi uma evolução crucial para desbloquear todo o potencial das transformações digitais impulsionadas pela Indústria 4.0. Mais conectividade, transparência e rapidez são alcançáveis. Mais velocidade, flexibilidade, customização aprimoradas e novas eficiências são possíveis, principalmente para aqueles que passam menos tempo perguntando o quê, e mais tempo perguntando por que e como.

Informação é poder

Um dos elementos marcantes na mudança de jogo da Indústria 4.0 é sua capacidade de unir tecnologia com engenharia e operações, de forma a criar sinergias valiosas entre esferas anteriormente separadas. É por isso que a coleta de dados, o gerenciamento e a análise deles provaram ser fundamentais quando se trata de ajudar as empresas a dar grandes saltos à frente usando as soluções da Indústria 4.0. Diversas organizações estão investindo na infraestrutura e no conhecimento necessários para fazer exatamente isso. Usar métricas do mundo real para entender quais atualizações tecnológicas terão o maior impacto e como podem ser integradas aos sistemas existentes é uma das tendências mais impactantes da Indústria 4.0.

Propósito pandêmico

Os desafios históricos e sem precedentes que as empresas tiveram de enfrentar como resultado da Covid-19 reforçaram como os avanços da Indústria 4.0 são imprescindíveis. Modelos de trabalho virtual, cadeias de suprimentos não confiáveis e interrupções operacionais inevitáveis destacaram o valor da visibilidade de todo o processo. No caos e na incerteza de uma pandemia, o acesso a informações empresariais holísticas, em tempo real, não é um luxo, mas uma necessidade. Ironicamente, o lado positivo dos desafios impulsionados pela pandemia é o fato de que a maioria das empresas foi forçada a passar por uma espécie de teste de estresse involuntário, fornecendo aos tomadores de decisão novos insights sobre seus sistemas e operações. Armados com essa nova compreensão e autoconsciência sofisticada, eles podem tomar decisões mais assertivas sobre as soluções de conectividade necessárias para atender suas necessidades.

Mudanças no jogo

Entre as tendências mais importantes da Indústria 4.0 estão as etapas que as empresas realizam para identificar e implementar novas ferramentas tecnológicas:

• Modelagem holística – Os tomadores de decisão estão observando com clareza suas operações antes de investir em qualquer nova tecnologia. Esse autoexame se estende muito além do chão de fábrica e deve incluir, em última análise, um modelo de detalhes da funcionalidade do front, back e middle office. Em outras palavras, não apenas arquitetura técnica, mas fluxo de trabalho funcional. As transformações digitais de maior sucesso podem começar no topo, mas são coesas e conectadas a todas as facetas do negócio, desde relações com clientes, marketing e vendas até TI, manufatura e distribuição.

• Velocidade e agilidade – Em um espaço que continua a evoluir com velocidade impressionante, o planejamento corporativo tradicional de cinco e dez anos está simplesmente obsoleto. As empresas que adotam soluções inerentes à Indústria 4.0 estão substituindo o planejamento de longo prazo por uma visão de longo prazo. Eles estabelecem metas de longo prazo e têm uma noção clara do quadro geral, mas também desenvolvem planos específicos de curto prazo como parte de uma tentativa de se tornarem mais ágeis e responsivos às tendências e tecnologias emergentes.

• O elemento humano – Finalmente, e talvez o mais importante, é o reconhecimento de que uma transformação digital otimizada, contínua e impactante tem menos a ver com a tecnologia da Indústria 4.0 e mais com as pessoas que a utilizam. De designs de interface a implementações empresariais, as melhores ferramentas e estratégias da Indústria 4.0 são baseadas em uma abordagem que coloca o usuário em primeiro lugar. A combinação do potencial humano com sistemas e soluções de próxima geração é o caminho mais eficaz para o sucesso sustentável.

Leonardo Vieira, diretor de Indústria Digital do Grupo Stefanini na América do Norte.

CAME adquire brasileira NEPOS olhando o futuro da automação em estacionamentos no mercado brasileiro

A NEPOS é uma empresa brasileira com 15 anos de atuação e líder em automação para estacionamentos no Brasil. São sete bases técnicas espalhadas pelo país, administrando mais de 15 mil equipamentos em mais de 600 empreendimentos, sendo shopping centers, aeroportos, centros de exposição, supermercados e outros locais com alto fluxo de veículos. Toda esta expertise integra-se à estratégia da CAME de tornar-se um importante player global nesta indústria com presença nos mercados de crescimento acelerado, como o brasileiro.

A aquisição da NEPOS é um sinal importante de crescimento e consolidação da CAME na indústria de estacionamentos. “Nos últimos anos temos acompanhado de perto a evolução da vida urbana com um foco especial nos estacionamentos e sua integração com ecossistemas de mobilidade. A estratégia do grupo de crescer com aquisições é sempre orientada ao investimento no potencial das marcas que passam a integrar nossa empresa. Conseguimos capturar sinergias absorvendo novas tecnologias e ampliando as nossas competências organizacionais”, comenta Andrea Menuzzo, CEO da CAME S.p.A.

Andrea Ajauskas, CEO da NEPOS, considera a aquisição um reconhecimento ao trabalho realizado. “Temos sido procurados por muitos investidores interessados nas oportunidades que a vida urbana e as integrações de mobilidade proporcionarão no futuro. E a CAME tem uma visão de negócios muito alinhada à nossa, o que facilitou nossa aproximação. Nossa tecnologia, 100% brasileira, é única no mundo”, encerra.

Intelbras divulga aumento de 468% no lucro líquido no 1T de 2021

A  Intelbras (INTB3), empresa brasileira com 45 anos de história, divulgou seus resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2021 em evento on-line aberto ao público. Os dados demonstram o bom momento financeiro da empresa que realizou seu IPO em fevereiro deste ano. Os principais destaques foram o Lucro Líquido de R$ 89.7 milhões, representando um crescimento de 468,6% com relação ao mesmo período do ano anterior, a Receita Operacional Líquida foi R$ 696.5 milhões no trimestre, representando um crescimento de 56% com relação ao mesmo período de 2020 e 3,8% com relação ao trimestre anterior.

Os resultados merecem ainda mais destaque em um ano marcado pela piora da pandemia do novo coronavírus e de retração econômica mundial. “Iniciamos o ano de 2021 dando continuidade aos projetos e às estratégias que foram responsáveis pelo forte crescimento realizado no trimestre anterior. Neste contexto, a Intelbras apresentou resultados importantes de volume em seus três segmentos de atuação. Energia cresceu 93% em receita e 36,5% em volume, principalmente devido ao forte crescimento da linha de geradores de energia solar on-grid, e o crescimento de volume, acima de dois dígitos, das unidades de Comunicação e Segurança”, afirma Altair Silvestri, CEO da Intelbras.

No início do mês de abril, a Intelbras realizou a aquisição de 75% das cotas da empresa catarinense Khomp Indústria e Comércio Ltda, agregando tecnologia e um portifólio complementar aos produtos de comunicação, além de trazer novas tecnologias na linha de IOT corporativo e de receitas recorrentes a operação da companhia. “Nossos projetos de expansão de capacidade industrial iniciados no trimestre anterior estão sendo executados conforme nossos planos, de forma que nossas expectativas para 2021 continuam sendo a de um ano de crescimento e de oportunidades”, explica o CEO.

Principais resultados consolidados

– A companhia manteve o ritmo de crescimento observado no último trimestre do ano anterior sendo que a Receita Operacional Líquida alcançou o valor de R$ 696.456mil, 56% superior ao realizado no mesmo período do ano anterior e 3,8% superior ao reportado no quarto trimestre de 2020;

– Margem Ebitda* apresentou um crescimento de 52,5% com relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo um valor de R$102 milhões;

– Tanto as despesas quanto a margem bruta se mantiveram dentro do planejado pela empresa e o resultado EBITDA alcançado de 14,7% está em linha com o planejado para o trimestre;

– O ROIC** anualizado, apurado no primeiro trimestre foi de 37,7%, 2,4p.p. acima do realizado no mesmo período do ano anterior;

– O ROIC pre-tax apresentou um aumento de 8,4 pontos percentuais, chegando a 39,1%, com um aumento de 77,6% no NOPAT;

– O Lucro Líquido no trimestre foi de R$89 milhões, representando uma margem líquida de 12,9% da receita operacional líquida, ou ainda um resultado absoluto 468% superior com relação ao mesmo período do ano anterior. A grande variação observada é reflexo das operações da companhia, que vêm demonstrando força e atingindo os objetivos desenhados para o ano, e da mudança na política de exposição cambial e, consequentemente, das despesas financeiras reconhecidas no período.

– O lucro operacional antes do resultado financeiro, cresceu 54,5%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Por outro lado, a despesa com variação cambial líquida que havia sido de R$114.682 mil no primeiro trimestre de 2020, neste trimestre totalizou R$7.860 mil, uma redução de 93%. “O incremento no lucro antes do resultado financeiro, somado a uma despesa financeira devidamente controlada também em sua componente cambial, nos permitiu o avanço relevante no lucro líquido e a estabilização dos resultados da companhia”, explica Silvestri.

Evolução de Negócios por Segmento de Atuação

Em seus três segmentos de atuação – Comunicação, Segurança e Energia – a companhia cresceu 56,1% em receita operacional quando comparado ao mesmo período de 2020. Devido ao acelerado ritmo de crescimento, o segmento de Energia passou a representar 13% dos negócios da companhia, dois pontos percentuais acima do que representava no mesmo período do ano anterior.

“No mês de março, concluímos a recomposição de nossos estoques de painéis fotovoltaicos e de inversores, de forma que o plano de crescimento para 2021 seja cumprido e oportunidades de crescimento acima do previsto não sejam perdidas”, afirma o CEO da Intelbras.

O segmento de comunicação também apresentou um excelente crescimento de receita operacional líquida de 65,8% com relação ao mesmo período do ano anterior. Destaca-se a unidade de negócio de Redes que continua comercializando volumes acima dos previstos, mesmo com toda a dificuldade de abastecimento encontrada no mercado global de chipsets.

As unidades de negócios que compõem o segmento de segurança eletrônica da Intelbras continuam se destacando pelo seu crescimento nos três canais de comercialização, alcançando 43,7% de aumento com relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Do ponto de vista das margens, observa-se uma estabilidade no segmento já que os preços de vendas refletem a realidade do estoque.

Perspectivas para 2021

O cenário para este ano tem se demonstrado de acordo com as expectativas da administração da Intelbras do ponto de vista dos negócios, sendo que a empresa continuará investindo em crescimento e ganhando espaço no mercado.

“A perspectiva para o restante de 2021 é de termos um ano com crescimento positivo. Assim como no encerramento de 2020, continuamos otimistas para, sempre próximos de nossos parceiros, construirmos um ano com resultados de crescimento e lucro compatíveis com nosso histórico”, finaliza Silvestri.

Para conferir todos os resultados financeiros e econômicos da Intelbras basta acessar o site: ri.intelbras.com.br

*Ebitda é a sigla em inglês para Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization. Em português, “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização” (também conhecida como Lajida). É um indicador muito utilizado para avaliar empresas de capital aberto.

**ROIC (Return On Invested Capital) também conhecido como “Retorno Sobre Capital Investido” é um indicador que avalia a rentabilidade do investimento aplicado pelos acionistas e credores na empresa. Essa métrica considera tanto o capital próprio da empresa, como empréstimos e de terceiros.

Covid-19: inovação vai possibilitar rastreamento de pessoas febris em áreas aglomeradas

Nova tecnologia faz parte de uma série de projetos desenvolvidos com o apoio da EMBRAPII no enfrentamento à Covid-19

A retomada gradual das atividades com a flexibilização das restrições impostas devido à necessidade de distanciamento social trouxe uma nova demanda para a indústria: tecnologias que contribuam no controle e monitoramento da Covid-19. Uma destas inovações, financiada com o apoio da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), é uma plataforma para identificação e rastreamento de pessoas que apresentem temperaturas elevadas em ambientes comunitários.

A tecnologia é uma iniciativa da empresa Ponfac, de Porto Alegre (RS), em parceria com a Unidade EMBRAPII – Soluções Integradas em Metalmecânica (ISI SIM) e foi um dos projetos selecionados no Edital Emergencial Covid-19 da parceria EMBRAPII, SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), em 2020.

O sistema tem como objetivo identificar pessoas febris por meio de visão computacional, integrando sensores infravermelhos e câmeras em ambientes com aglomeração, como shoppings, estações de metrô e refeitórios de empresas, por exemplo.

Segundo a empresa, a tecnologia permitirá auxiliar na triagem de pessoas com potencial de contaminação por doenças diversas, dentre elas a Covid-19, por meio da leitura automática da temperatura contribuindo para um controle epidemiológico.

“Para este projeto, confiamos na expertise dos pesquisadores e toda a infraestrutura oferecida pela Unidade EMBRAPII – ISI SIM e, com o apoio que recebemos, tanto no financiamento de recursos quanto na parte de solução tecnológica, nossa parceria foi concretizada”, aponta Moisés Pontremoli, CEO e fundador da Ponfac “Estamos na etapa final do projeto e esperamos que em breve a tecnologia esteja disponível para uma identificação automática e inteligente de pessoas potencialmente contaminadas, o que trará ganhos significativos no enfrentamento à Covid-19, principalmente nesta fase da pandemia.

Iniciativas contra a Covid-19

A EMBRAPII é uma Organização Social com contrato de gestão com os Ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), Educação (MEC) e Saúde. A instituição adotou uma série de medidas que irão contribuir para o desenvolvimento de projetos emergenciais como este com o objetivo de viabilizar soluções que unam a pesquisa ao setor empresarial. Já são mais de 60 projetos apoiados no combate à pandemia. 

Programa Estímulo 2020 em Santa Catarina projeta R$5 milhões em crédito para pequenos empreendedores

O Estímulo 2020, organização sem fins lucrativos e primeiro fundo 100% privado ESG do Brasil, lançou nesta terça-feira, 11 de maio, o projeto no estado de Santa Catarina. A estimativa é de conceder cerca de R$ 5 milhões para apoio financeiro e promover a capacitação de pequenos negócios afetados pela crise da covid-19 no estado. A iniciativa já concedeu mais de R$ 70 milhões em apoio financeiro para 1.200 pequenas empresas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Ceará. Além disso, o projeto contribuiu para a manutenção de mais de 16 mil empregos.

Para estarem elegíveis, os empreendedores de Santa Catarina precisam ter faturamento mensal entre R$ 10 mil e R$ 400 mil, comprovar a existência da empresa há pelo menos dois anos e ter um bom histórico de crédito.

“Entendemos as dificuldades dos empreendedores, agravadas pela crise. Por isso, o Estímulo 2020 tem o compromisso de ajudar o micro e o pequeno negócio a aliviar as contas e ter fôlego para se recuperar. Desta forma, são de suma importância as doações que recebemos para repassar aos empresários locais”, explica o Diretor Executivo da iniciativa, Fábio Lesbaupin.

A lista de parceiros da iniciativa em Santa Catarina envolve empresas como Engie, Brametal, Irani Papéis, Portobello, Grupo Koerich, ORCALI Segurança e Serviços, e os parceiros institucionais LIDE SC, LIDE Solidariedade, FIESC, Instituto Guga Kuerten, Junior Achievement e Projeto Resgate. O programa está aberto a novas doações, inclusive de pessoas físicas, para ampliar o montante a ser emprestado.

Setores atendidos
Desde o início do ano, o fundo expandiu a área de atendimento, contemplando 900 modalidades de empresas registradas no Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE). Pequenos e micro negócios dos segmentos de comércio, serviços e indústria estão aptos a solicitar o crédito com propósito.

“O micro e o pequeno negócio é fundamental para geração de renda e manutenção de postos de trabalho. Pensando nisso, temos como objetivo oferecer recursos a quem precisa, com rapidez e sem burocracia”, afirma o empresário Eduardo Mufarej, um dos idealizadores do fundo.

A solicitação do apoio financeiro e a capacitação são feitos diretamente no site www.estimulo2020.org, de maneira simples e sem burocracia. Os juros mensais são de 0,53% e a quitação pode ser realizada em 21 vezes, com carência de 3 meses para o pagamento da primeira parcela.

10 motivos pelos quais os espaços de trabalho colaborativos são essenciais para a recuperação dos negócios

As empresas enfrentam o maior desafio da história pelos efeitos da pandemia de Covid-19. Muitas das mudanças que pareciam distantes são realidade e isso se deve, principalmente, à descentralização das pessoas nas empresas.

O diretor geral da WeWork Brasil, Lucas Mendes, comenta que a pandemia forçou as empresas a reavaliarem a maneira como atuam, alterarem seus modelos de negócios e buscarem novas oportunidades para enfrentar os tempos que estão por vir. “Dentro desta nova realidade, os espaços de coworking são uma ótima opção por estarem relacionados a múltiplas ocupações, oferecerem contratos mais flexíveis, dentre outras vantagens”.

Veja 10 razões porque os espaços de trabalho flexíveis se tornarão tão convenientes após a pandemia.

1)  Descentralização

A maioria dos espaços de trabalho compartilhados está localizada em diferentes pontos das grandes cidades, o que permite distribuir as atividades das empresas para que os colaboradores se dirijam à unidade que mais lhes convém, por proximidade ou facilidade de mobilidade.

A WeWork realizou um estudo global com a Brightspot Strategy para entender as percepções dos profissionais sobre o trabalho no contexto pós-pandemia e apontou que 90% das pessoas entrevistadas desejam retornar ao escritório pelo menos um dia por semana. E 20% delas querem voltar ao escritório cinco dias por semana.

2)  Tomada de decisão eficiente

Esse tipo de escritório proporciona facilidade de interação entre os integrantes de uma empresa, o que permite tomadas de decisão eficientes e ações que contribuam positivamente para as empresas.

3)  Conexão humana

Trabalhar em grupo pode gerar redes que vão além de um espaço físico, além de manter a interação entre as pessoas e poder resolver problemas em equipe. Um estudo realizado pela The Hamilton Place Strategies & Replica indica que 81% dos Millennials pesquisados e 82% das pessoas da Geração Z se sentem menos conectados com suas equipes enquanto trabalham em casa. A pesquisa também mostrou que para 57% dos Millennials e 61% da Geração Z, a quantidade de tempo que passam em chamadas de vídeo diariamente torna difícil a execução de tarefas e diminui a produtividade.

4)  Flexibilidade

Os espaços de trabalho compartilhados oferecem opções que proporcionam flexibilidade às empresas, seja pelos espaços, formas de adesão e contratos, o que significa escritórios na medida das necessidades de cada empresa. Eles oferecem associações de um mês a mais de 10 anos, se o cliente desejar. Além disso, seus contratos podem ser rescindidos por um ou dois meses no caso de necessidade do cliente.

5)  Investimento

As empresas que se dedicam à disponibilização destes espaços, como a WeWork, modificaram os escritórios de acordo com as medidas e protocolos sanitários indicados pelas instituições de saúde do país. Isso evita que as empresas precisem realizar novos investimentos de reestruturação ou ajustes para reiniciar suas atividades.

A economia gerada e a flexibilidade dos contratos também têm despertado a atenção e o interesse de empresas de grande porte. Dados globais da WeWork apontam que o segmento de Enterprise (empresas com mais de 500 funcionários) representou mais de 50% da receita da empresa globalmente pela primeira vez no segundo trimestre de 2020.

6)  Espaços

Espaços compartilhados promovem a troca de ideias, estimulam a criatividade e o bem-estar dos associados, são confortáveis e adaptam-se a qualquer tipo de necessidade, o que resulta em melhor qualidade de vida no trabalho. De acordo com um estudo da McKinsey & Company, 80% dos entrevistados disseram que as relações de trabalho melhorariam se tivessem mais comunicação entre as equipes. Além disso, 43% afirmaram que as reuniões presenciais melhorariam esse relacionamento.

7)  Serviços

A grande maioria dos escritórios compartilhados é ‘all inclusive’, ou seja, as imobiliárias oferecem às empresas a infraestrutura completa para o trabalho. Toda a limpeza, higienização e a implementação dos protocolos sanitários também estão inclusos.

8)  Inovação

Espaços de trabalho colaborativos permitem que as empresas inovem constantemente e desenvolvam novas opções para que seus funcionários se sintam felizes e sejam mais produtivos.

9)  Estabilidade

Passar um longo período trabalhando exclusivamente em casa afeta a saúde mental e física das pessoas. É o que aponta um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas), realizado com pessoas que estão trabalhando em home office, no qual 45% dos respondentes apresentaram baixo nível de bem-estar e saúde mental.

Os espaços de trabalho colaborativos favorecem a produtividade dos associados, além de auxiliar no fortalecimento da identidade e cultura corporativa.

10)  Troca entre gerações

Esses espaços permitem que diferentes gerações coexistam em um mesmo espaço, o que possibilita a troca de experiências e o aprendizado contínuo.

Mosaico compra Vigia de Preço e anuncia lançamento de plataforma de cashback

A Mosaico, maior plataforma de conteúdo e originação de vendas para o comércio eletrônico do Brasil, anuncia a aquisição do Vigia de Preço – empresa de tecnologia que desenvolve soluções para auxiliar o consumidor digital – e que gerou um GMV (gross merchandise value) de R$ 113 milhões em 2020. Também como parte das novidades, a empresa anuncia o início da plataforma de cashback, desenvolvida internamente em quatro meses, que passa a ser implementada de forma gradual para os 23 milhões de consumidores que têm conta na plataforma, iniciando-se pelos usuários da marca Zoom.

O Vigia de Preço é um site e extensão para navegador Chrome que ajuda o internauta a encontrar ofertas, cupons e fazer análise de preços em lojas online. Atualmente, a empresa conta com 200 mil extensões instaladas e atingiu receita bruta de R$ 5,2 milhões no último ano. O Vigia de Preço será convertido em uma das marcas da Mosaico.

A aquisição, que envolveu a compra de ativos por R$ 7,5 milhões – que podem variar de acordo com o desempenho do negócio – aumenta a interação com os usuários fora dos aplicativos de smartphones e das plataformas da Mosaico, ampliando a presença da companhia em toda jornada de compra do consumidor digital. A chegada do Vigia de Preço também reforça o time da Mosaico com profissionais experientes no comércio eletrônico brasileiro que continuarão dedicados ao desenvolvimento de novas funcionalidades na plataforma.

Cashback potencializado pelo Vigia de Preço


A entrada da Mosaico no mercado de extensões de browsers (plug in) potencializa o serviço de cashback, desenvolvido em tempo recorde, para gerar mais engajamento e economia para os usuários e aumentar consideravelmente a recorrência orgânica de acessos nas plataformas da Mosaico. O benefício já está disponível em cerca de 400 lojas parceiras.

Com o lançamento do cashback, a empresa reforça seu compromisso em apoiar os consumidores durante toda a jornada de compra online e possibilita a companhia a oferecer serviços financeiros.

“O anúncio da aquisição junto com o cashback fortalece nosso compromisso de proporcionar a melhor experiência para o consumidor ao longo de toda sua jornada de compra. Com o Vigia de Preço passamos a acompanhar o usuário fora das nossas plataformas e, com o cashback, após a efetivação da compra. Ao mesmo tempo, o cashback amplia o mercado endereçável da companhia”, comenta Thiago Flores, CEO da Mosaico.

Com a aquisição do Vigia de Preço, a Mosaico passará a oferecer o benefício de cashback fora das plataformas da companhia, interagindo com os consumidores durante sua jornada de compra online em diversos sites. A combinação do cashback e a extensão do navegador também permite à Mosaico ampliar a participação em categorias de produtos nas quais a companhia ainda não tem forte representatividade, como moda e saúde e beleza.

O cashback tem como parceiro financeiro o BTG Pactual, responsável pela operação da carteira virtual (wallet) do serviço. O acordo também prevê o oferecimento de novos serviços financeiros da Mosaico, que devem ser lançados a partir do segundo semestre.

“Indústria não pode esperar mais por uma reforma tributária”, diz vice-presidente do Ciesp

Para José Ricardo Roriz Coelho, decisão de suspender comissão gera insegurança jurídica à cadeia produtiva

A suspensão da comissão da Câmara dos Deputados que analisava a reforma tributária provocou diversas reações negativas entre empresários da indústria, um dos setores mais afetados pela excessiva carga tributária do país. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu extinguir nesta última terça-feira (4/5) a comissão de reforma tributária, que discutia desde 2020 uma alteração na cobrança de taxas e impostos no Brasil.

Para José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e do Ciesp e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a decisão causou consternação entre a classe industrial, que foi pega de surpresa. “Após três décadas de discussões sobre a urgência da reforma tributária, pauta de extrema importância para a retomada de crescimento do país, recebemos essa notícia inesperada. A decisão abrupta do presidente da Câmara causa preocupação em todo o setor produtivo”, disse Roriz.

“Nos impressiona que um assunto de tamanha importância esteja sendo conduzido de forma não prioritária e sem parâmetros técnicos, opções equivocadas que anulam o potencial econômico do país”, afirmou Roriz. Segundo ele, que é candidato a presidente do Ciesp pela Chapa 1, o Brasil não pode mais esperar pela reforma tributária. “Os investimentos não vão ficar esperando o país definir qual será o seu regime tributário; eles simplesmente vão deixar de existir ou vão embora do Brasil.”

O presidente da Câmara deve instalar uma nova comissão com integrantes diferentes dos que formam o colegiado atual, além da escolha de um novo relator. Lira deve anunciar ainda que pode utilizar a contribuição técnica e jurídica dos debates já feitos sobre o tema.