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Para presidente da Netshoes, e-commerce é o futuro das vendas no Brasil

O presidente da Netshoes Márcio Kumruian afirmou que o sucesso de seu negócio está ligado ao planejamento e à qualidade dos serviços. Com 15 milhões de visitantes por mês, a Netshoes tem a tecnologia como grande aliada para o crescimento expressivo da empresa, que em 2007 migrou as vendas completamente para a internet. “Entendemos que, se os visitantes em nosso site tiverem uma experiência positiva, certamente isso será convertido em vendas e, consequentemente, na fidelização de novos clientes”, sustentou durante Workshop LIDE JOVEM, realizado em São Paulo com a presença de 125 empresários.

De acordo com Kumruian, um dos pilares que sustentam a empresa é o serviço, o que inclui um ótimo atendimento ao cliente. “O SAC da Netshoes opera 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se o cliente pode comprar em qualquer horário, ele deve ser atendido em nosso SAC também em qualquer hora do dia ou da madrugada”, explicou. A empresa despacha 40 mil itens por dia e registra entre 4 e 4,5% de taxa de retorno ou devolução de produtos, enquanto nos Estados Unidos a média do e-commerce é de 40%.

Rodrigo Nasser, principal executivo de gestão de tecnologia da Netshoes, acredita que o desafio das vendas digitais está na experiência de compra. Em 2009, a empresa trouxe a melhor tecnologia de e-commerce para o Brasil. Uma novidade implementada recentemente pela empresa foi o Netshoes Click, aplicativo com tecnologia militar, que identifica modelos de tênis a partir de fotos captadas por um smartphone ou tablet e oferece opções iguais e similares ao consumidor.

Com faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão e atuação no México e na Argentina desde 2011, Marcio Kumruian revelou que tem intenção de expandir os negócios para os Estados Unidos ou Europa, mas reconheceu que a concorrência é forte. “Abrimos escritório na Califórnia, para ficar mais perto do Vale do Silício e temos uma parceria com a Virginia Tech. Mas a entrada no mercado americano é difícil, principalmente por conta dos preços e da gama de esportes divulgados por lá”, afirmou o executivo, que também pretende lançar produtos com marca própria, investindo em tecnologia e preços mais atraentes.

Questionado sobre a possibilidade de reabrir lojas físicas, o dono do maior site brasileiro de compras de artigos esportivos foi direto: “Não penso nisso. Apesar do e-commerce não estar 100% estruturado no País, essa modalidade de negócio ainda tem muito espaço para conquistar”.

Marketing e Copa do Mundo
A Netshoes registra uma alta margem de lucros sobre os produtos – de 40 a 50% – e hoje 10% da receita são destinados para o marketing da empresa. Em 2009, o fundo americano Tiger Global Management comprou 30% das ações da Netshoes. “Utilizamos parte desse dinheiro para duas frentes importantes para a empresa: tecnologia e marketing”, detalhou Kumruian, acrescentando que nos próximos cinco anos planeja priorizar o investimento em tecnologia, uma vez que a marca já está bem consolidada no mercado e as oito mil reviews por semana deixadas pelos usuários atendem os consumidores.

Já para a Copa do Mundo, a empresa prepara uma série de ações. “Trabalharemos a presença dos estrangeiros no Brasil, faremos entrega expressa em até quatro horas nas cidades com jogos, vamos fazer algumas surpresas em hotéis e outras brincadeiras”, revelou Kumruian.

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O fenômeno 'Big Data' e seu impacto nos negócios

Por Alexandre Villela

Estima-se que, do início da civilização até 2003, a humanidade criou 5 exabytes (um quintilhão de bytes) de informação. Atualmente, criamos esse mesmo volume a cada dois dias. Um estudo da consultoria IDC indica que, de 2012 até 2020, o volume de dados armazenados na internet deverá dobrar a cada dois anos.

As razões por trás desta explosão de dados são simples de entender. A proliferação das redes sociais, o crescimento do e-commerce e a crescente penetração de dispositivos móveis são fenômenos relativamente recentes e que tendem a se intensificar nos próximos anos. Além disso, estima-se que, já em 2015, teremos 25 bilhões de dispositivos conectados, que vão de PCs e smartphones a dispositivos sensoriais como câmaras de monitoramento e medidores de velocidade, gerando uma enxurrada de dados complexos.

A expressão ‘Big Data’ refere-se a estes enormes conjuntos de dados caracterizados por grandes volumes (por ordem de magnitude), de grande variedade, dado que se originam de diversas fontes de dados, e gerados em alta velocidade, pois podem ser obtidos ao mesmo tempo em que se originam. Estes três características principais são, por vezes descritas como o “três Vs”“ do Big Data.

Quando se fala de ‘Big Data’, sob o ponto de vista empresarial, a grande oportunidade que as empresas têm é a de extrair efetiva inteligência de negócios a partir destes dados. Ferramentas de análise específicas, também conhecidas como ‘Analytics’, permitem implementar estratégias para conhecer e fidelizar melhor seus clientes, reduzir custos operacionais e melhorar seus produtos.
No mundo corporativo, existem exemplos notáveis de criação de vantagem competitiva a partir de estratégias baseadas em técnicas de ‘Big Data’. Empresas de E-Commerce utilizam dados do perfil de seus consumidores e seu perfil de navegação para definir, em tempo real, produtos a serem oferecidos a seus clientes. A Netflix tem, por exemplo, aproximadamente 2/3 de suas vendas feitas através de recomendações customizadas. Grandes operadoras de Telecom correlacionam dados de perfil de uso de seus clientes e seu perfil de tarifação para definir estratégias para redução de ‘churn’. Empresas do mercado financeiro correlacionam dados publicos de multiplas fontes de seus clientes de modo a auxiliar a construção de seu perfil de crédito. Empresas do setor de varejo buscam seus pontos de venda usando ferramentas que correlacionam dados complexos de demografia, fluxo de pessoas e consumo setorial.

O mercado de ‘Big Data’ ainda é relativamente incipiente se comparado a seu potencial. Em 2013, pesquisas de mercado indicam que o mercado global movimente aproximadamente US$10 bilhões, sendo que aproximadamente 30% deste volume é representado por software, enquanto o restante é dividido entre hardware e serviços. Apesar de relativamente pequeno, é um dos segmentos de maior crescimento projetado no setor de tecnologia, com taxas superiores a 50% ao ano nos próximos anos. No Brasil, o segmento de ‘Analytics’ deve movimentar mais de US$260 milhões este ano, um crescimento de 70% em relação ano passado, segundo dados da consultoria Frost & Sullivan.

O fenômeno do Big Data, em conjunto com a computação em nuvem – o ‘cloud computing’ – tem potencial para ser disruptivo para a indústria de software. Depois de um período de ‘maturação’, as soluções de ‘Analytics’ permitirão que as companhias obtenham insights importantes sobre seus mercados, competidores e seu negócio, o que representará um elemento competitivo importante bem como criará ganhos de produtividade e inovação. Existe um desafio relevante – e longe de ser resolvido – de se simplificar as soluções de ‘Analytics’ a ponto que sejam utilizadas por usuários de negócio, e não por engenheiros-especialistas e estatísticos. No entanto, a despeito deste desafio e de toda excitação – por vezes exagerada – natural de novas tecnologias, as perspectivas são muito positivas e são corroboradas pela fértil atividade de investimento por parte de fundos de Venture Capital e Private Equity neste setor, inclusive em empresas emergentes brasileiras. Desde 2008, mais de 500 empresas já foram investidas no setor globalmente, em uma alocação superior a US$4.9 bilhões, segundo a CB Insights.

Alexandre Villela é diretor de Investimentos da Intel Capital para América Latina

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APL de Software discute incentivos ao setor de TI com poder público

Vereador Felipe Braga Côrtes

A reunião de governança do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba contou com as presenças do vereador Felipe Braga Côrtes e do diretor técnico da Agência Curitiba Armando Moreira Filho. Os dois falaram sobre formas de incentivar o desenvolvimento do setor de tecnologia da informação na capital do Paraná.

Armando Moreira Filho agradeceu a contribuição do empresariado pelo recebimento de reivindicações do setor em reunião recente com representantes de entidades locais e também adiantou que os programas ISS Tecnológico e Tecnoparque devem passar por uma remodelação. Ele adiantou que a Agência pretende participar mensalmente das reuniões do APL.

Felipe Braga Côrtes falou sobre a Lei Municipal de Inovação, que foi proposta por ele no ano passado. O vereador se colocou à disposição do APL e da Agência para debater sobre uma legislação que transfome Curitiba em um grande centro de desenvolvimento de tecnologia. E convidou o empresariado a participar de uma “Tribuna Livre” na Câmara Municipal para mostrar as ações do setor de TI.

Armando Moreira Filho, da Agência Curitiba

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Custos portuários aumentaram mais de 27% em dólar nos últimos 4 anos, no Brasil

Com a finalidade de verificar o real impacto dos custos portuários no comercio exterior brasileiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT realizou o mais completo estudo sobre o setor, identificando cada um dos itens que compõem o denominado custo portuário brasileiro, utilizando como base de dados o período de janeiro de 2009 a junho de 2013.

O estudo ganha maior importância pelo fato de que 81% de todas as importações e exportações realizadas no País ocorrem por via marítima, e conhecer os custos incidentes sobre essas operações é imprescindível para a melhoria da infraestrutra brasileira.
O estudo revela que os custos portuários tiveram crescimento em dólar de 27,26% no período de 2009 a 2012 no Brasil. Em 2009 esses custos totalizaram US$ 7,51 bilhões, passando para US$ 9,55 bilhões em 2012; e já no primeiro semestre de 2013 atingindo o valor de US$ 4,86 bilhões.

De janeiro de 2009 a junho de 2013 o comércio exterior brasileiro movimentou por via marítima 2.766.723.808 (2,77 trilhões) de toneladas de produtos, ao valor US$ FOB de 1.456.457.924.216 (US$ 1,46 trilhão), a um valor médio por tonelada de US$ 526,42.
Ainda no tocante ao comércio exterior brasileiro, comparando-se 2012 em relação ao ano de 2008, houve crescimento de 28,22% do valor em dólar, crescimento de 17,15% do peso líquido em toneladas e crescimento de 13,22% do valor em dólar por tonelada.

Apesar do crescimento em dólar do setor, houve uma redução do número de manobras de navios (atracação, fundeio e desatracação) da ordem de 1,74%, no período de 2009 a 2012, em razão do aumento do tamanho dos navios que trafegam, e que oferecem hoje maiores condições para acomodar grandes volumes de cargas.

“Os custos portuários podem ser divididos em diretos ou indiretos. Entre os valores que recaem diretamente nos preços dos custos marítimos estão as utilizações dos equipamentos e instalações portuárias terrestres ou marítimas, embarque e desembarque de cargas, despachos aduaneiros, taxas, impostos e demurrage. Os custos indiretos compreendem aqueles relacionados à contratação dos serviços de praticagem, rebocadores, agências marítimas, atracação e desatracação, faróis, vigias, transporte de tripulação”, explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior e coordenador de Estudos do IBPT.

Segundo o especialista, a movimentação e armazenagem de carga em terminais portuários e retroportuários correspondem a 54,44% do valor do custo portuário ; a demurrage e o despacho aduaneiro são responsáveis, respectivamente, por 18,56% e17,84% dos custos; a rebocagem por 2,97% e a praticagem por 2,48% do valor total do transporte por via marítima; e por último, os serviços de agenciamento marítimo, aluguel de lanchas para transporte da tripulação e outros, que equivalem cada um a 1% do custo total.
Metodologia:

A metodologia de estudo basea-se em dados contidos nas ferramentas tecnológicas do IBPT, o Impostômetro, o Empresômetro e o Gastômetro, bem como em informações obtidas junto aos órgãos públicos em cumprimento à lei de acesso à informação (Lei nº 12.527/2011).

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Assespro-PR: ações e workshop para tratar de enquadramento no Simples Nacional

Para garantir segurançae apoio aos associados, a Assespro-PR lançou um projeto chamado “TI é Simples” para tratar do desenquadramento das atividades de suporte técnico no Simples Nacional em recente posicionamento da Receita Federal.

O projeto tem três ações definidas:

Articulação política para apoio a projeto de lei que garanta segurança jurídica para que toda a atividade de TIC seja passível de tributação pelo Simples Nacional;

Fomento à adoção do Planejamento Tributário, para que o empresário de TIC possa, de forma segura, adotar o atual regime do Simples Nacional;

Impetração de Mandado de Segurança Coletivo Preventivo, visando obter medida judicial que impeça a autuação arbitrária por parte da Receita Federal.

A Assespro-PR também promoveu, nesta semana, na sede da entidade, o Workshop Planejamento Tributário Inteligente. No Parque de Software de Curitiba, especialistas apresentaram cenários em que vale a pena estar no Simples e casos em que até o regime de lucro real pode ser vantajoso. Agora, as empresas interessadas também vão poder contratar consultoria especializada nesse tipo de planejamento.

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Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso

Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“A tecnologia da informação se desenvolve a passos largos e rápidos, e os ganhos de economia e produtividade de um ano para o outro são altamente expressivos”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil. “O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins. “O computador deve ser um aliado na nossa vida cotidiana, e não uma fonte de estresse e gastos desnecessários”.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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Reino Unido quer ser base internacional de empresas de TI do Paraná

Empresários do setor de tecnologia da informação de Curitiba estiveram no Parque de Software para conhecer as oportunidades apresentadas pelo departamento de negócios e investimentos do Reino Unido. O roadshow britânico visita as principais capitais brasileiras em busca de interessados em internacionalizar negócios utilizando o polo de TI do Reino Unido como base. Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Gerentes de Projetos estão em alta no mercado de trabalho

Um profissional certificado que entrega projetos com qualidade, dentro do prazo, escopo e custos definidos, é uma peça rara no mercado de trabalho mundial. Segundo o Project Management Institute (PMI), associação que reúne e certifica profissionais do setor, serão criados 13 milhões de novos postos para gerente de projetos globalmente até 2020. “A demanda está cada vez mais farta. Os profissionais que vão bem nessa área são disputados acirradamente pelo mercado”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil – empresa que oferece treinamentos de aprimoramento e certificação, bem como realiza eventos na área de Gerenciamento de Projetos, Processos e Qualidade.

Responsável por garantir a entrega das diversas obras em andamento nas empresas, o gerente de projetos é o profissional que tem vaga em praticamente todos os mercados. Com a Copa do Mundo, reservas de petróleo no pré-sal a serem exploradas, obras de infraestrutura a todo vapor, softwares, empreendimentos civis, novos produtos em um mercado competitivo e diversas outras justificativas, o Brasil ostenta uma coleção de projetos a serem entregues.

Diante da escassez de profissionais e alta demanda, a recompensa também aumenta. O salário médio de um gerente de projetos no Brasil, segundo levantamento do PMI, é de 12 mil reais mensais.

Porém, para que o profissional seja reconhecido e respeitado no mercado, deve aprimorar seus conhecimentos, obter certificações e estar sempre alinhado às tendências mundiais. “A certificação é de extrema importância, pois atesta que o profissional possui os conhecimentos e experiências que comprovam sua atividade como Gerente de Projetos”, comenta Bergamo, que conta hoje com quase 10 mil associados na empresa. “Nós, da Six Sigma Brasil, buscamos oferecer o conhecimento necessário e experimentos práticos para o dia a dia das empresas e dos profissionais, agregando valores e aprendizado. Essa é a nossa missão, a nossa razão de existir”, finaliza ele.
Para saber mais sobre os cursos, eventos da Six Sigma Brasil e associação (gratuita), acesse: www.leansixsigma.com.br.
Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega quase 10 mil associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.
Fornece à área de Gestão as certificações mais procuradas, que são: Gestão de Projetos do PMI – CAPM (para membros e iniciantes em equipe de projeto) ou PMP (líder de projeto), Prince2 – Foundation (módulo básico) e Practitioners (avançado). Já na área de melhoria contínua, os eleitos são: Yellow Belt, Green Belt e Black Belt.

Seja qual for a certificação conquistada, o sucesso é garantido se os métodos forem aplicados no dia a dia. “O medo de enfrentar as provas é recompensado pelo retorno. Devemos encarar a prova como um desafio pessoal. Se não conseguirmos em um primeiro momento, tentamos novamente. A dica é não ter medo, para isso existem os cursos de capacitação e os preparatórios. É fundamental ser persistente, sempre”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil.

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"Economia Verde" abre primeiro dia da Conferência Greenbuilding Brasil

“Se você estiver construindo um prédio nos Estados Unidos, de alto padrão mas sem certificação LEED, tente ir ao banco conseguir um financiamento. Vão te dizer não. Disseram para mim”. A história de Paul Hawken causou risos na plateia de congressistas da Greenbuilding Brasil 2013 – Conferência Internacional e Expo, e serviu para explicar como o selo criado pelo Green Building Council criou um novo padrão para a construção sustentável.

A palestra do ambientalista, autor e empreendedor norte-americano foi um dos pontos altos da abertura do evento. Aos participantes, ele deixou algumas de suas principais mensagens, muitas inclusas em seu livro Carbono – o Negócio da Vida. “Pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Como? Vocês são projetistas. E é isso o que têm feito até agora”. As imagens exibidas eram fotos de rios poluídos em São Paulo, incêndios próximos a Los Angeles e a destruição causada pelo furacão Sandy, em Nova York. “Este não é o futuro. Ao mesmo tempo, fala-se sobre mudanças climáticas como se essas fossem o fim do mundo, na esperança de que esse medo neutralizasse a ação. Não acho que esteja funcionando. “Hell doesn’t sell”. Quem quer comprar inferno? Ninguém. Mas é mais fácil imaginar o fim do mundo do que um mundo transformado”.

“Existe a expectativa de que um tratado internacional possa resolver os problemas do mundo, como Kyoto. Isso não vai acontecer. Não é uma questão em escala internacional. As cidades é que são a chave para unir as pessoas, são a unidade básica onde a civilização acontece. No entanto, elas precisam ser entendidas como tecnologia, e não somente pontos geográficos. Elas podem ser projetadas para capturar nutrientes, não desperdiçar, não gerar tanto barulho. Alguns pensam que a urbanização é uma das principais causas do aumento demográfico, mas é exatamente o contrário. Nas cidades crianças não são força de trabalho. No campo, sim. Então, a chave para mudarmos o mundo é o design de cidades e a reimaginação de nossas vidas. Eu tenho uma boa notícia, o mundo velho está morrendo, e não estamos mais enxergando prédios como objetos”.

“As cartas estão na mesa, e não há salvação individual. Esquecemos de que nós mesmos somos vida. Então pergunto a vocês: seu produto aumenta vida ou diminui vida? A mudança climática está acontecendo em você ou por você? A mudança climática pode ser o elemento que nos fará pensar diferente, e a fonte dessa mudança será o carbono. O carbono é o elemento químico que dá as mãos e colabora, é nosso aliado, e não o inimigo. É hora de mudarmos conceitos sobre arquitetura, e não fala apenas de prédios verdes, mas cidades. E precisamos amar a vida, pois a solução reside na natureza. Este é o começo, e não o final”, finaliza o ambientalista.

GREENBUILDING BRASIL COMEMORA CRESCIMENTO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL & EXPO E PREVÊ EVENTO MUNDIAL DO GBC EM 2014

“Nosso evento cresce porque nossas empresas têm orgulho em exibir o que possuem”, declarou Felipe Faria, Diretor Gerente do Green Building Council Brasil, que realiza a 4ª edição do Greenbuilding Brasil, com organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado. “Os números mostram sucesso. Hoje somos um dos principais eventos de sustentabilidade no mundo, e estamos com a presença de 29 países aqui. Ano que vem, faremos no Brasil o World Greenbuilding, e esperamos reunir 97 países”. Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhbitions Alcantara Machado, promotora e organizadora do evento, levou aos presentes outros números positivos. “Esperamos 8 mil pessoas na feira, que nesta edição tem 113 marcas de 30 setores da economia. Em nossa pesquisa, descobrimos que os maiores fatores de visitação da feira e conferência são a busca por conhecimento, novidades e networking. Em três dias de evento, serão 120 palestras”.

ESPECIALISTAS EM REDUÇÃO DE CO2 E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DISCUTEM SOBRE ECONOMIA VERDE NO GBC 2013

A solenidade de abertura do Greenbuilding Brasil 2013 foi seguida de palestra de Ricardo Neuding, da ATA/Sinduscon-SP que apresentou o Guia Metodológico para Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa na Construção Civil. Para ele, é necessário “integrar o setor da construção civil num esforço de gerenciamento dos gases do efeito estufa”. Entre os pontos importantes está a uniformização dos critérios. Por isso, o guia reuniu normas do GHG Protocol, ABNT e ISO 14064. “No canteiro de obras a emissão de CO2 é baixa, não passa de 5% do total. O grande impacto está na fabricação dos materiais de construção. Cimento e aço são os maiores emissores (90%). Por essa razão, o guia recomenda incluir o escopo 3 (fabricação de materiais) no processo de seleção da construtora. Tanto o produto quanto sua quantidade”.

Francisco Dantas, diretor da Interplan, apresentou o painel “Rumo às Edificações Sustentáveis e Energeticamente Eficientes”. Em uma apresentação bastante técnica, o especialista exemplificou medidas para a máxima utilização da energia produzida por equipamentos como climatizadores e recuperadores de energia. A manhã fria que fazia em São Paulo serviu de exemplo. “Poderíamos utilizar o ar frio que já está pronto lá fora. Em todo projeto que entro, analiso em primeiro lugar o respeito pelo meio-ambiente e a qualidade do ambiente para as pessoas envolvidas na atividade”. Dantas esteve envolvido na construção do Salvador Shopping, Salvador Norte Shopping e o Riomar Recife. Entre as tecnologias utilizadas estavam o piso frio radiante e as vigas frias, medidas que reduziram consideravelmente o gasto energético.

A Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, é realizada pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil) e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, no Expo Center Norte, em São Paulo, de 27 a 29 de agosto. A entrada para a exposição é gratuita para os visitantes quem realizarem o pré-credenciamento através do site.

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Incubadora de Curitiba abre novas quatro vagas

A Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), órgão do Governo do Estado, está com quatro vagas disponíveis para empreendedores com ideias inovadoras, que tenham potencial de mercado e que necessitem de apoio para desenvolver seu negócio. O próximo período de seleção das empresas será em novembro, mas os interessados já podem agendar a entrevista inicial.

O edital de chamada é contínuo e pode ser consultado no site www.tecpar.br/intec. A entrevista pode ser agendada pelo telefone 3316-3188. São realizados quatro processos seletivos ao ano.

A gerente da Intec, Rosi Mouro, disse que as vagas são abertas a empresas de base tecnológica que, durante o período de incubação, recebem assessoria de marketing e de gestão, capacitação dos empresários com apoio de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae), mais toda a estrutura que envolve laboratórios do Tecpar, extensão tecnológica, refeitório, estacionamento e sala de reuniões.

Atualmente, as áreas de maior procura são de saúde (equipamentos) e software. “São empresas mais voltadas a atender planos do governo estadual e chamadas da Finep, que dão incentivo às áreas tecnológica, de saúde, energias renováveis e meio ambiente”, explica Rosi. O período de incubação é variável, determinado pelo desenvolvimento do produto e pela maturidade da empresa.

O empreendedor interessado em ingressar na Intec passa por uma entrevista inicial, sobre suas ideias e o produto a ser desenvolvido. Depois deve apresentar um plano de negócios, com planilha financeira, que será analisado por uma banca, formada por especialistas em marketing, área financeira, investidor (convidado) e um técnico. A decisão final é da gerência da Incubadora, com base nas informações da banca e na documentação.

PIONEIRA – Primeira incubadora de base tecnológica do Estado, a Intec é vinculada ao Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Iniciou suas atividades em 1990, com a empresa Bematech. Já abrigou 44 empresas, entre as quais a Biomec, Daiken, Identech, Invisys e Pumatronix.

Hoje mantém seis empresas residentes e duas não residentes. As atuais vagas foram abertas com a saída das empresas Pase – em vias de se graduar – e Hitech, que abriu um escritório externo.

A Incubadora deve concluir, ainda em 2013, o projeto executivo de revitalização que visa ampliar e modernizar seu ambiente, para atrair mais empresas.

Um dos espaços previstos é o de ‘coworking’, que poderá abrigar várias empresas no mesmo espaço, permitindo mais economia, flexibilidade e interação entre elas. “Será uma experiência nova, que já é uma tendência hoje em escritórios de advocacia e de informática, por exemplo, e que pode gerar novas ideias e produtos”, diz Rosi.

Outra mudança prevista é a união do laboratório de prototipagem com o espaço de “coworking”, além de sua ampliação, que vai permitir uma relação mais direta com o início do processo de criação de novos produtos pelas incubadas. O objetivo é criar estações de trabalho para desenvolvimento das peças.

O laboratório, funcionando há quase um ano, conta com uma máquina impressora 3D e uma de circuito impresso e montagem eletrônica para agilizar o desenvolvimento dos produtos. Equipamentos complementares, como software para projeto de peças em 3D, devem ser adquiridos a partir da reforma prevista. A prestação destes serviços é aberta à comunidade, com garantia de total sigilo de informações.

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Empresa de call center com missão social mantém baixa rotatividade entre colaboradores

O mercado de teleatendimento tem apontado crescimento importante na contratação de profissionais. Levantamento feito pela E-Consulting Corp, revelou que o setor de call center deve crescer 14,13% esse ano, gerando faturamento aproximado em R$ 40,4 bilhões. Esse cenário é ainda mais expressivo quando relacionado à empregabilidade de pessoas com deficiência, afinal, as habilidades exigidas para a função podem ser facilmente compatibilizadas com a realidade de profissionais com este perfil, a partir da adoção, por parte do empregador, de tecnologias de inclusão, metodologias de capacitação e adaptação de ambientes e equipamentos.
A Avape Net Contact Center, empreendimento mantido pela Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, com apoio do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, tem mostrado eficiência na retenção de talentos e na geração de novas oportunidades de trabalho neste segmento. A empresa social, que emprega prioritariamente pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade, incluiu cerca de 700 pessoas no setor no último ano.

É interessante observar o baixo índice de rotatividade entre os colaboradores da Avape Net, situado na faixa de 4%, segundo estatísticas internas, enquanto índices do mercado mostram que o turn over deste setor está no patamar de 10%, de acordo com pesquisa realizada pelo Guia Call Center.

Para o gerente de relacionamento da Avape Net, Mário Jorge, o modelo de empreendimento criado favorece a diminuição da rotatividade dos colaboradores, uma vez que a empresa foi projetada segundo as melhores práticas de planejamento, implantação e operação de negócios, buscando atuar de forma competitiva e diferenciada no mercado em termos de tecnologia, soluções, processos e especialmente recursos humanos. “Por meio da definição de salários e benefícios adequados, asseguramos um turn over abaixo da média entre nossos funcionários e, consequentemente, aumentamos a satisfação interna e a qualidade dos serviços prestados”, explica Jorge.

Vale pontuar que a Avape Net oferece as mais modernas ferramentas de gestão disponíveis no mercado, entre elas um mecanismo de CRM (relacionamento com o cliente) que permite à empresa parceira acompanhar e controlar online os atendimentos, o que facilita ajustes, tomadas de decisões, relatórios e informações gerenciais para subsidiar ações estratégicas de marketing de nossos clientes.

A seleção de pessoas para atuarem na empresa envolve etapas na busca dos perfis profissionais, considerando, além dos requerimentos do serviço, aspectos técnicos, psicológicos, comportamentais, formação e experiência. Os profissionais passam ainda por um processo de capacitação bastante abrangente, envolvendo primeiramente o treinamento comportamental sob a ótica social, ética, missão, visão, valores e políticas de RH. Em seguida, é realizado o treinamento técnico envolvendo os recursos tecnológicos, políticas de qualidade, segurança e outros.

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Para executivos de finanças, dólar continua em alta e PIB cresce até 2%

A comunidade financeira acredita que a tendência de alta do dólar – que vem demandando ampla atenção dos mercados – deve prosseguir e espera-se um crescimento menor da economia brasileira em 2013. É o que mostram os principais resultados apurados na nova pesquisa aplicada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF SP – junto aos líderes de 50 das maiores empresas do Brasil, que também fazem parte da diretoria vogal da entidade.

A consulta é relativa às projeções econômicas para o último quadrimestre do ano. Para 58,3% dos executivos de finanças ouvidos, o câmbio deve chegar ao final de 2013 com a cotação do dólar superior a R$ 2,30. Em abril deste mesmo ano, na pesquisa realizada pelo IBEF SP, a maioria dos respondentes – 54,3% – acreditava que a moeda americana encerraria o ano na casa dos R$ 2,01 a R$ 2,05.
Os executivos também reduziram sua expectativa quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A comunidade financeira agora projeta uma evolução de 1% a 2% para a economia brasileira em 2013. Essa é a opinião de 75% dos participantes da pesquisa. Em abril, os líderes consultados pelo IBEF SP estimavam um PIB de 2% a 3% (60% do total de respostas, àquela ocasião).

Quanto à taxa básica de juros, 37,3% dos executivos de finanças acreditam que a Selic chegará a dezembro em 9,50%aa. Na última pesquisa realizada pelo Instituto, a projeção era de juros superiores a 7,75%aa (28,6% das respostas dadas em abril).

Os membros da diretoria vogal do IBEF SP também fazem estimativas acerca da inflação, que deve ficar entre 6,0% e 6,5% em 2013. Assim, apontam metade dos executivos de finanças que responderam à pesquisa. No levantamento do primeiro semestre, 42,9% dos participantes projetaram a inflação do ano entre 5,5% e 6%.

Mais indicadores

Os executivos de finanças também opinam sobre o desempenho de diversos indicadores para o último quadrimestre de 2013, comparados ao comportamento desses mesmos indicadores nos quatro meses anteriores.

De acordo com os diretores consultados, o cenário predominante deve ser de estabilidade. Assim devem-se manter: a Produção (65,2% do total de respostas), as Vendas Internas (47,6%) e Externas (44,4%), os Investimentos (47,8%), o Emprego (69,6%), os Estoques (65,2%) e a Inadimplência (68,7%).

O único indicador a registrar tendência de queda para os próximos quatro meses, de acordo com 43,5% dos respondentes, são as importações

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