Page

Author admin

Pesquisa Forrester Consulting: assinaturas eletrônicas reduzem em 96% o tempo do ciclo de contratos

Segundo a nova pesquisa “Total Economic Impact”, realizada pela Forrester Consulting, sistemas de gestão do fluxo de assinaturas eletrônicas reduzem em até 96% o tempo do ciclo de um único documento físico: de uma média de sete dias para somente duas horas. O estudo indica ainda que serviços de assinatura eletrônica geram uma economia para as empresas de 6 dólares por fluxos de assinatura. Ou seja, uma empresa que possui cerca de 100 mil transações de assinaturas externas e internas, por exemplo, poderá economizar aproximadamente 600 mil dólares. 

O senior channel manager de Adobe Sign no Brasil, Eduardo Jordão, explica que as empresas brasileiras estão começando agora a notar o impacto de custos invisíveis gerado pela gestão do fluxo de documentos físicos. “Estamos falando dos valores gastos com motoboy, Correios e outros processos diários que, no final do mês ou do ano, podem gerar uma despesa significativa para os negócios”, diz. 

Apesar de o Brasil ter uma lei que regulamenta a assinatura eletrônica desde 2001, a MP 2.200-1, o uso de soluções digitais que oferecem esse tipo de serviço tem conquistado maior aderência recentemente, durante a pandemia, período em que muitas empresas tiveram que digitalizar seus processos internos. Por consequência, agora essas companhias estão conseguindo medir o impacto da digitalização do fluxo de assinaturas nos negócios. 

Com serviços próprios para assinatura eletrônica, como o Adobe Sign, o envio e a assinatura de documentos podem ser feitos por meio do uso de celulares, tablets ou computadores. “Essa otimização do tempo e maior praticidade para diversos departamentos das empresas é uma vantagem fundamental que pode trazer maior celeridade nos processos”, esclarece Jordão. 

O executivo aponta outro benefício importante no uso de soluções para assinatura eletrônica: a segurança no ambiente digital, que elimina os riscos de perdas, danos e alterações em arquivos relevantes. “Durante o último ano, ocorreram discussões importantes sobre o processo de transformação digital das empresas, mas ela só vai acontecer de forma realmente efetiva quando caminharmos para o fim dos processos documentais em papel”, avisa Jordão.

O Futuro da Indústria 4.0

Por Leonardo Vieira

Indústria 4.0 não é um termo novo. Notavelmente, o agrupamento de tecnologias que ele descreve – que inclui sistemas ciberfísicos, a Internet das Coisas (IoT), computação em nuvem e computação cognitiva/inteligência artificial (IA) – tem quase dez anos. E, embora avanços técnicos significativos continuem a ser feitos quase diariamente, muitos dos desenvolvimentos mais interessantes neste espaço têm menos a ver com a tecnologia em si e mais com a forma como essa tecnologia é integrada e aplicada para otimizar os processos e maximizar o impacto.

A cobiçada transformação digital requer não apenas a arquitetura técnica, mas também uma compreensão mais profunda de como aproveitar o potencial único das tecnologias da Indústria 4.0. O processo começa com o reconhecimento de que a integração contínua, a comunicação em tempo real e a capacidade de criar ambientes de manufatura que são virtuais, intercambiáveis, mais descentralizados e modulares têm o potencial de remodelar radicalmente o cenário da indústria.

Com esse quadro geral em mente, vamos dar uma olhada mais de perto em como essas tendências estão se saindo e que tipo de avanços da Indústria 4.0 irão moldar os próximos anos.

Mais eficiência: como e por quê?

A incerteza geral e a falta de entendimento sobre exatamente o que é a Indústria 4.0 – e como implantá-la – postergaram a utilização do conceito e/ou atenuaram o impacto nas primeiras organizações a utilizá-la. A tecnologia amadureceu nos últimos anos e o mais importante: um número crescente de empresas está reconhecendo que não basta investir grandes quantias de tempo e dinheiro na instalação de sensores inteligentes e em novos sistemas se não dedicar, primeiramente, tempo para garantir que essas atualizações sejam inteligentes e estratégicas. A percepção de que a tecnologia é apenas uma peça do quebra-cabeça foi uma evolução crucial para desbloquear todo o potencial das transformações digitais impulsionadas pela Indústria 4.0. Mais conectividade, transparência e rapidez são alcançáveis. Mais velocidade, flexibilidade, customização aprimoradas e novas eficiências são possíveis, principalmente para aqueles que passam menos tempo perguntando o quê, e mais tempo perguntando por que e como.

Informação é poder

Um dos elementos marcantes na mudança de jogo da Indústria 4.0 é sua capacidade de unir tecnologia com engenharia e operações, de forma a criar sinergias valiosas entre esferas anteriormente separadas. É por isso que a coleta de dados, o gerenciamento e a análise deles provaram ser fundamentais quando se trata de ajudar as empresas a dar grandes saltos à frente usando as soluções da Indústria 4.0. Diversas organizações estão investindo na infraestrutura e no conhecimento necessários para fazer exatamente isso. Usar métricas do mundo real para entender quais atualizações tecnológicas terão o maior impacto e como podem ser integradas aos sistemas existentes é uma das tendências mais impactantes da Indústria 4.0.

Propósito pandêmico

Os desafios históricos e sem precedentes que as empresas tiveram de enfrentar como resultado da Covid-19 reforçaram como os avanços da Indústria 4.0 são imprescindíveis. Modelos de trabalho virtual, cadeias de suprimentos não confiáveis e interrupções operacionais inevitáveis destacaram o valor da visibilidade de todo o processo. No caos e na incerteza de uma pandemia, o acesso a informações empresariais holísticas, em tempo real, não é um luxo, mas uma necessidade. Ironicamente, o lado positivo dos desafios impulsionados pela pandemia é o fato de que a maioria das empresas foi forçada a passar por uma espécie de teste de estresse involuntário, fornecendo aos tomadores de decisão novos insights sobre seus sistemas e operações. Armados com essa nova compreensão e autoconsciência sofisticada, eles podem tomar decisões mais assertivas sobre as soluções de conectividade necessárias para atender suas necessidades.

Mudanças no jogo

Entre as tendências mais importantes da Indústria 4.0 estão as etapas que as empresas realizam para identificar e implementar novas ferramentas tecnológicas:

• Modelagem holística – Os tomadores de decisão estão observando com clareza suas operações antes de investir em qualquer nova tecnologia. Esse autoexame se estende muito além do chão de fábrica e deve incluir, em última análise, um modelo de detalhes da funcionalidade do front, back e middle office. Em outras palavras, não apenas arquitetura técnica, mas fluxo de trabalho funcional. As transformações digitais de maior sucesso podem começar no topo, mas são coesas e conectadas a todas as facetas do negócio, desde relações com clientes, marketing e vendas até TI, manufatura e distribuição.

• Velocidade e agilidade – Em um espaço que continua a evoluir com velocidade impressionante, o planejamento corporativo tradicional de cinco e dez anos está simplesmente obsoleto. As empresas que adotam soluções inerentes à Indústria 4.0 estão substituindo o planejamento de longo prazo por uma visão de longo prazo. Eles estabelecem metas de longo prazo e têm uma noção clara do quadro geral, mas também desenvolvem planos específicos de curto prazo como parte de uma tentativa de se tornarem mais ágeis e responsivos às tendências e tecnologias emergentes.

• O elemento humano – Finalmente, e talvez o mais importante, é o reconhecimento de que uma transformação digital otimizada, contínua e impactante tem menos a ver com a tecnologia da Indústria 4.0 e mais com as pessoas que a utilizam. De designs de interface a implementações empresariais, as melhores ferramentas e estratégias da Indústria 4.0 são baseadas em uma abordagem que coloca o usuário em primeiro lugar. A combinação do potencial humano com sistemas e soluções de próxima geração é o caminho mais eficaz para o sucesso sustentável.

Leonardo Vieira, diretor de Indústria Digital do Grupo Stefanini na América do Norte.

CAME adquire brasileira NEPOS olhando o futuro da automação em estacionamentos no mercado brasileiro

A NEPOS é uma empresa brasileira com 15 anos de atuação e líder em automação para estacionamentos no Brasil. São sete bases técnicas espalhadas pelo país, administrando mais de 15 mil equipamentos em mais de 600 empreendimentos, sendo shopping centers, aeroportos, centros de exposição, supermercados e outros locais com alto fluxo de veículos. Toda esta expertise integra-se à estratégia da CAME de tornar-se um importante player global nesta indústria com presença nos mercados de crescimento acelerado, como o brasileiro.

A aquisição da NEPOS é um sinal importante de crescimento e consolidação da CAME na indústria de estacionamentos. “Nos últimos anos temos acompanhado de perto a evolução da vida urbana com um foco especial nos estacionamentos e sua integração com ecossistemas de mobilidade. A estratégia do grupo de crescer com aquisições é sempre orientada ao investimento no potencial das marcas que passam a integrar nossa empresa. Conseguimos capturar sinergias absorvendo novas tecnologias e ampliando as nossas competências organizacionais”, comenta Andrea Menuzzo, CEO da CAME S.p.A.

Andrea Ajauskas, CEO da NEPOS, considera a aquisição um reconhecimento ao trabalho realizado. “Temos sido procurados por muitos investidores interessados nas oportunidades que a vida urbana e as integrações de mobilidade proporcionarão no futuro. E a CAME tem uma visão de negócios muito alinhada à nossa, o que facilitou nossa aproximação. Nossa tecnologia, 100% brasileira, é única no mundo”, encerra.

Intelbras divulga aumento de 468% no lucro líquido no 1T de 2021

A  Intelbras (INTB3), empresa brasileira com 45 anos de história, divulgou seus resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2021 em evento on-line aberto ao público. Os dados demonstram o bom momento financeiro da empresa que realizou seu IPO em fevereiro deste ano. Os principais destaques foram o Lucro Líquido de R$ 89.7 milhões, representando um crescimento de 468,6% com relação ao mesmo período do ano anterior, a Receita Operacional Líquida foi R$ 696.5 milhões no trimestre, representando um crescimento de 56% com relação ao mesmo período de 2020 e 3,8% com relação ao trimestre anterior.

Os resultados merecem ainda mais destaque em um ano marcado pela piora da pandemia do novo coronavírus e de retração econômica mundial. “Iniciamos o ano de 2021 dando continuidade aos projetos e às estratégias que foram responsáveis pelo forte crescimento realizado no trimestre anterior. Neste contexto, a Intelbras apresentou resultados importantes de volume em seus três segmentos de atuação. Energia cresceu 93% em receita e 36,5% em volume, principalmente devido ao forte crescimento da linha de geradores de energia solar on-grid, e o crescimento de volume, acima de dois dígitos, das unidades de Comunicação e Segurança”, afirma Altair Silvestri, CEO da Intelbras.

No início do mês de abril, a Intelbras realizou a aquisição de 75% das cotas da empresa catarinense Khomp Indústria e Comércio Ltda, agregando tecnologia e um portifólio complementar aos produtos de comunicação, além de trazer novas tecnologias na linha de IOT corporativo e de receitas recorrentes a operação da companhia. “Nossos projetos de expansão de capacidade industrial iniciados no trimestre anterior estão sendo executados conforme nossos planos, de forma que nossas expectativas para 2021 continuam sendo a de um ano de crescimento e de oportunidades”, explica o CEO.

Principais resultados consolidados

– A companhia manteve o ritmo de crescimento observado no último trimestre do ano anterior sendo que a Receita Operacional Líquida alcançou o valor de R$ 696.456mil, 56% superior ao realizado no mesmo período do ano anterior e 3,8% superior ao reportado no quarto trimestre de 2020;

– Margem Ebitda* apresentou um crescimento de 52,5% com relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo um valor de R$102 milhões;

– Tanto as despesas quanto a margem bruta se mantiveram dentro do planejado pela empresa e o resultado EBITDA alcançado de 14,7% está em linha com o planejado para o trimestre;

– O ROIC** anualizado, apurado no primeiro trimestre foi de 37,7%, 2,4p.p. acima do realizado no mesmo período do ano anterior;

– O ROIC pre-tax apresentou um aumento de 8,4 pontos percentuais, chegando a 39,1%, com um aumento de 77,6% no NOPAT;

– O Lucro Líquido no trimestre foi de R$89 milhões, representando uma margem líquida de 12,9% da receita operacional líquida, ou ainda um resultado absoluto 468% superior com relação ao mesmo período do ano anterior. A grande variação observada é reflexo das operações da companhia, que vêm demonstrando força e atingindo os objetivos desenhados para o ano, e da mudança na política de exposição cambial e, consequentemente, das despesas financeiras reconhecidas no período.

– O lucro operacional antes do resultado financeiro, cresceu 54,5%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Por outro lado, a despesa com variação cambial líquida que havia sido de R$114.682 mil no primeiro trimestre de 2020, neste trimestre totalizou R$7.860 mil, uma redução de 93%. “O incremento no lucro antes do resultado financeiro, somado a uma despesa financeira devidamente controlada também em sua componente cambial, nos permitiu o avanço relevante no lucro líquido e a estabilização dos resultados da companhia”, explica Silvestri.

Evolução de Negócios por Segmento de Atuação

Em seus três segmentos de atuação – Comunicação, Segurança e Energia – a companhia cresceu 56,1% em receita operacional quando comparado ao mesmo período de 2020. Devido ao acelerado ritmo de crescimento, o segmento de Energia passou a representar 13% dos negócios da companhia, dois pontos percentuais acima do que representava no mesmo período do ano anterior.

“No mês de março, concluímos a recomposição de nossos estoques de painéis fotovoltaicos e de inversores, de forma que o plano de crescimento para 2021 seja cumprido e oportunidades de crescimento acima do previsto não sejam perdidas”, afirma o CEO da Intelbras.

O segmento de comunicação também apresentou um excelente crescimento de receita operacional líquida de 65,8% com relação ao mesmo período do ano anterior. Destaca-se a unidade de negócio de Redes que continua comercializando volumes acima dos previstos, mesmo com toda a dificuldade de abastecimento encontrada no mercado global de chipsets.

As unidades de negócios que compõem o segmento de segurança eletrônica da Intelbras continuam se destacando pelo seu crescimento nos três canais de comercialização, alcançando 43,7% de aumento com relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Do ponto de vista das margens, observa-se uma estabilidade no segmento já que os preços de vendas refletem a realidade do estoque.

Perspectivas para 2021

O cenário para este ano tem se demonstrado de acordo com as expectativas da administração da Intelbras do ponto de vista dos negócios, sendo que a empresa continuará investindo em crescimento e ganhando espaço no mercado.

“A perspectiva para o restante de 2021 é de termos um ano com crescimento positivo. Assim como no encerramento de 2020, continuamos otimistas para, sempre próximos de nossos parceiros, construirmos um ano com resultados de crescimento e lucro compatíveis com nosso histórico”, finaliza Silvestri.

Para conferir todos os resultados financeiros e econômicos da Intelbras basta acessar o site: ri.intelbras.com.br

*Ebitda é a sigla em inglês para Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization. Em português, “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização” (também conhecida como Lajida). É um indicador muito utilizado para avaliar empresas de capital aberto.

**ROIC (Return On Invested Capital) também conhecido como “Retorno Sobre Capital Investido” é um indicador que avalia a rentabilidade do investimento aplicado pelos acionistas e credores na empresa. Essa métrica considera tanto o capital próprio da empresa, como empréstimos e de terceiros.

Covid-19: inovação vai possibilitar rastreamento de pessoas febris em áreas aglomeradas

Nova tecnologia faz parte de uma série de projetos desenvolvidos com o apoio da EMBRAPII no enfrentamento à Covid-19

A retomada gradual das atividades com a flexibilização das restrições impostas devido à necessidade de distanciamento social trouxe uma nova demanda para a indústria: tecnologias que contribuam no controle e monitoramento da Covid-19. Uma destas inovações, financiada com o apoio da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), é uma plataforma para identificação e rastreamento de pessoas que apresentem temperaturas elevadas em ambientes comunitários.

A tecnologia é uma iniciativa da empresa Ponfac, de Porto Alegre (RS), em parceria com a Unidade EMBRAPII – Soluções Integradas em Metalmecânica (ISI SIM) e foi um dos projetos selecionados no Edital Emergencial Covid-19 da parceria EMBRAPII, SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), em 2020.

O sistema tem como objetivo identificar pessoas febris por meio de visão computacional, integrando sensores infravermelhos e câmeras em ambientes com aglomeração, como shoppings, estações de metrô e refeitórios de empresas, por exemplo.

Segundo a empresa, a tecnologia permitirá auxiliar na triagem de pessoas com potencial de contaminação por doenças diversas, dentre elas a Covid-19, por meio da leitura automática da temperatura contribuindo para um controle epidemiológico.

“Para este projeto, confiamos na expertise dos pesquisadores e toda a infraestrutura oferecida pela Unidade EMBRAPII – ISI SIM e, com o apoio que recebemos, tanto no financiamento de recursos quanto na parte de solução tecnológica, nossa parceria foi concretizada”, aponta Moisés Pontremoli, CEO e fundador da Ponfac “Estamos na etapa final do projeto e esperamos que em breve a tecnologia esteja disponível para uma identificação automática e inteligente de pessoas potencialmente contaminadas, o que trará ganhos significativos no enfrentamento à Covid-19, principalmente nesta fase da pandemia.

Iniciativas contra a Covid-19

A EMBRAPII é uma Organização Social com contrato de gestão com os Ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), Educação (MEC) e Saúde. A instituição adotou uma série de medidas que irão contribuir para o desenvolvimento de projetos emergenciais como este com o objetivo de viabilizar soluções que unam a pesquisa ao setor empresarial. Já são mais de 60 projetos apoiados no combate à pandemia. 

Programa Estímulo 2020 em Santa Catarina projeta R$5 milhões em crédito para pequenos empreendedores

O Estímulo 2020, organização sem fins lucrativos e primeiro fundo 100% privado ESG do Brasil, lançou nesta terça-feira, 11 de maio, o projeto no estado de Santa Catarina. A estimativa é de conceder cerca de R$ 5 milhões para apoio financeiro e promover a capacitação de pequenos negócios afetados pela crise da covid-19 no estado. A iniciativa já concedeu mais de R$ 70 milhões em apoio financeiro para 1.200 pequenas empresas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Ceará. Além disso, o projeto contribuiu para a manutenção de mais de 16 mil empregos.

Para estarem elegíveis, os empreendedores de Santa Catarina precisam ter faturamento mensal entre R$ 10 mil e R$ 400 mil, comprovar a existência da empresa há pelo menos dois anos e ter um bom histórico de crédito.

“Entendemos as dificuldades dos empreendedores, agravadas pela crise. Por isso, o Estímulo 2020 tem o compromisso de ajudar o micro e o pequeno negócio a aliviar as contas e ter fôlego para se recuperar. Desta forma, são de suma importância as doações que recebemos para repassar aos empresários locais”, explica o Diretor Executivo da iniciativa, Fábio Lesbaupin.

A lista de parceiros da iniciativa em Santa Catarina envolve empresas como Engie, Brametal, Irani Papéis, Portobello, Grupo Koerich, ORCALI Segurança e Serviços, e os parceiros institucionais LIDE SC, LIDE Solidariedade, FIESC, Instituto Guga Kuerten, Junior Achievement e Projeto Resgate. O programa está aberto a novas doações, inclusive de pessoas físicas, para ampliar o montante a ser emprestado.

Setores atendidos
Desde o início do ano, o fundo expandiu a área de atendimento, contemplando 900 modalidades de empresas registradas no Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE). Pequenos e micro negócios dos segmentos de comércio, serviços e indústria estão aptos a solicitar o crédito com propósito.

“O micro e o pequeno negócio é fundamental para geração de renda e manutenção de postos de trabalho. Pensando nisso, temos como objetivo oferecer recursos a quem precisa, com rapidez e sem burocracia”, afirma o empresário Eduardo Mufarej, um dos idealizadores do fundo.

A solicitação do apoio financeiro e a capacitação são feitos diretamente no site www.estimulo2020.org, de maneira simples e sem burocracia. Os juros mensais são de 0,53% e a quitação pode ser realizada em 21 vezes, com carência de 3 meses para o pagamento da primeira parcela.

10 motivos pelos quais os espaços de trabalho colaborativos são essenciais para a recuperação dos negócios

As empresas enfrentam o maior desafio da história pelos efeitos da pandemia de Covid-19. Muitas das mudanças que pareciam distantes são realidade e isso se deve, principalmente, à descentralização das pessoas nas empresas.

O diretor geral da WeWork Brasil, Lucas Mendes, comenta que a pandemia forçou as empresas a reavaliarem a maneira como atuam, alterarem seus modelos de negócios e buscarem novas oportunidades para enfrentar os tempos que estão por vir. “Dentro desta nova realidade, os espaços de coworking são uma ótima opção por estarem relacionados a múltiplas ocupações, oferecerem contratos mais flexíveis, dentre outras vantagens”.

Veja 10 razões porque os espaços de trabalho flexíveis se tornarão tão convenientes após a pandemia.

1)  Descentralização

A maioria dos espaços de trabalho compartilhados está localizada em diferentes pontos das grandes cidades, o que permite distribuir as atividades das empresas para que os colaboradores se dirijam à unidade que mais lhes convém, por proximidade ou facilidade de mobilidade.

A WeWork realizou um estudo global com a Brightspot Strategy para entender as percepções dos profissionais sobre o trabalho no contexto pós-pandemia e apontou que 90% das pessoas entrevistadas desejam retornar ao escritório pelo menos um dia por semana. E 20% delas querem voltar ao escritório cinco dias por semana.

2)  Tomada de decisão eficiente

Esse tipo de escritório proporciona facilidade de interação entre os integrantes de uma empresa, o que permite tomadas de decisão eficientes e ações que contribuam positivamente para as empresas.

3)  Conexão humana

Trabalhar em grupo pode gerar redes que vão além de um espaço físico, além de manter a interação entre as pessoas e poder resolver problemas em equipe. Um estudo realizado pela The Hamilton Place Strategies & Replica indica que 81% dos Millennials pesquisados e 82% das pessoas da Geração Z se sentem menos conectados com suas equipes enquanto trabalham em casa. A pesquisa também mostrou que para 57% dos Millennials e 61% da Geração Z, a quantidade de tempo que passam em chamadas de vídeo diariamente torna difícil a execução de tarefas e diminui a produtividade.

4)  Flexibilidade

Os espaços de trabalho compartilhados oferecem opções que proporcionam flexibilidade às empresas, seja pelos espaços, formas de adesão e contratos, o que significa escritórios na medida das necessidades de cada empresa. Eles oferecem associações de um mês a mais de 10 anos, se o cliente desejar. Além disso, seus contratos podem ser rescindidos por um ou dois meses no caso de necessidade do cliente.

5)  Investimento

As empresas que se dedicam à disponibilização destes espaços, como a WeWork, modificaram os escritórios de acordo com as medidas e protocolos sanitários indicados pelas instituições de saúde do país. Isso evita que as empresas precisem realizar novos investimentos de reestruturação ou ajustes para reiniciar suas atividades.

A economia gerada e a flexibilidade dos contratos também têm despertado a atenção e o interesse de empresas de grande porte. Dados globais da WeWork apontam que o segmento de Enterprise (empresas com mais de 500 funcionários) representou mais de 50% da receita da empresa globalmente pela primeira vez no segundo trimestre de 2020.

6)  Espaços

Espaços compartilhados promovem a troca de ideias, estimulam a criatividade e o bem-estar dos associados, são confortáveis e adaptam-se a qualquer tipo de necessidade, o que resulta em melhor qualidade de vida no trabalho. De acordo com um estudo da McKinsey & Company, 80% dos entrevistados disseram que as relações de trabalho melhorariam se tivessem mais comunicação entre as equipes. Além disso, 43% afirmaram que as reuniões presenciais melhorariam esse relacionamento.

7)  Serviços

A grande maioria dos escritórios compartilhados é ‘all inclusive’, ou seja, as imobiliárias oferecem às empresas a infraestrutura completa para o trabalho. Toda a limpeza, higienização e a implementação dos protocolos sanitários também estão inclusos.

8)  Inovação

Espaços de trabalho colaborativos permitem que as empresas inovem constantemente e desenvolvam novas opções para que seus funcionários se sintam felizes e sejam mais produtivos.

9)  Estabilidade

Passar um longo período trabalhando exclusivamente em casa afeta a saúde mental e física das pessoas. É o que aponta um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas), realizado com pessoas que estão trabalhando em home office, no qual 45% dos respondentes apresentaram baixo nível de bem-estar e saúde mental.

Os espaços de trabalho colaborativos favorecem a produtividade dos associados, além de auxiliar no fortalecimento da identidade e cultura corporativa.

10)  Troca entre gerações

Esses espaços permitem que diferentes gerações coexistam em um mesmo espaço, o que possibilita a troca de experiências e o aprendizado contínuo.

Mosaico compra Vigia de Preço e anuncia lançamento de plataforma de cashback

A Mosaico, maior plataforma de conteúdo e originação de vendas para o comércio eletrônico do Brasil, anuncia a aquisição do Vigia de Preço – empresa de tecnologia que desenvolve soluções para auxiliar o consumidor digital – e que gerou um GMV (gross merchandise value) de R$ 113 milhões em 2020. Também como parte das novidades, a empresa anuncia o início da plataforma de cashback, desenvolvida internamente em quatro meses, que passa a ser implementada de forma gradual para os 23 milhões de consumidores que têm conta na plataforma, iniciando-se pelos usuários da marca Zoom.

O Vigia de Preço é um site e extensão para navegador Chrome que ajuda o internauta a encontrar ofertas, cupons e fazer análise de preços em lojas online. Atualmente, a empresa conta com 200 mil extensões instaladas e atingiu receita bruta de R$ 5,2 milhões no último ano. O Vigia de Preço será convertido em uma das marcas da Mosaico.

A aquisição, que envolveu a compra de ativos por R$ 7,5 milhões – que podem variar de acordo com o desempenho do negócio – aumenta a interação com os usuários fora dos aplicativos de smartphones e das plataformas da Mosaico, ampliando a presença da companhia em toda jornada de compra do consumidor digital. A chegada do Vigia de Preço também reforça o time da Mosaico com profissionais experientes no comércio eletrônico brasileiro que continuarão dedicados ao desenvolvimento de novas funcionalidades na plataforma.

Cashback potencializado pelo Vigia de Preço


A entrada da Mosaico no mercado de extensões de browsers (plug in) potencializa o serviço de cashback, desenvolvido em tempo recorde, para gerar mais engajamento e economia para os usuários e aumentar consideravelmente a recorrência orgânica de acessos nas plataformas da Mosaico. O benefício já está disponível em cerca de 400 lojas parceiras.

Com o lançamento do cashback, a empresa reforça seu compromisso em apoiar os consumidores durante toda a jornada de compra online e possibilita a companhia a oferecer serviços financeiros.

“O anúncio da aquisição junto com o cashback fortalece nosso compromisso de proporcionar a melhor experiência para o consumidor ao longo de toda sua jornada de compra. Com o Vigia de Preço passamos a acompanhar o usuário fora das nossas plataformas e, com o cashback, após a efetivação da compra. Ao mesmo tempo, o cashback amplia o mercado endereçável da companhia”, comenta Thiago Flores, CEO da Mosaico.

Com a aquisição do Vigia de Preço, a Mosaico passará a oferecer o benefício de cashback fora das plataformas da companhia, interagindo com os consumidores durante sua jornada de compra online em diversos sites. A combinação do cashback e a extensão do navegador também permite à Mosaico ampliar a participação em categorias de produtos nas quais a companhia ainda não tem forte representatividade, como moda e saúde e beleza.

O cashback tem como parceiro financeiro o BTG Pactual, responsável pela operação da carteira virtual (wallet) do serviço. O acordo também prevê o oferecimento de novos serviços financeiros da Mosaico, que devem ser lançados a partir do segundo semestre.

“Indústria não pode esperar mais por uma reforma tributária”, diz vice-presidente do Ciesp

Para José Ricardo Roriz Coelho, decisão de suspender comissão gera insegurança jurídica à cadeia produtiva

A suspensão da comissão da Câmara dos Deputados que analisava a reforma tributária provocou diversas reações negativas entre empresários da indústria, um dos setores mais afetados pela excessiva carga tributária do país. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu extinguir nesta última terça-feira (4/5) a comissão de reforma tributária, que discutia desde 2020 uma alteração na cobrança de taxas e impostos no Brasil.

Para José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e do Ciesp e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a decisão causou consternação entre a classe industrial, que foi pega de surpresa. “Após três décadas de discussões sobre a urgência da reforma tributária, pauta de extrema importância para a retomada de crescimento do país, recebemos essa notícia inesperada. A decisão abrupta do presidente da Câmara causa preocupação em todo o setor produtivo”, disse Roriz.

“Nos impressiona que um assunto de tamanha importância esteja sendo conduzido de forma não prioritária e sem parâmetros técnicos, opções equivocadas que anulam o potencial econômico do país”, afirmou Roriz. Segundo ele, que é candidato a presidente do Ciesp pela Chapa 1, o Brasil não pode mais esperar pela reforma tributária. “Os investimentos não vão ficar esperando o país definir qual será o seu regime tributário; eles simplesmente vão deixar de existir ou vão embora do Brasil.”

O presidente da Câmara deve instalar uma nova comissão com integrantes diferentes dos que formam o colegiado atual, além da escolha de um novo relator. Lira deve anunciar ainda que pode utilizar a contribuição técnica e jurídica dos debates já feitos sobre o tema.

Aliança Empreendedora distribui R$100 mil em prêmios para microempreendedores

Começam nessa quarta-feira, 03 de maio, as inscrições para a primeira edição do Prêmio Tamo Junto, uma iniciativa da organização social Aliança Empreendedora, por meio da sua plataforma online de incentivo ao empreendedorismo, Tamo Junto.

Visando apoiar quem realmente precisa de um suporte em seu negócio, seja financeiro ou educacional, a premiação, que é autorizada pela SECAP (Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria), tem como público-alvo microempreendedores em situação de vulnerabilidade social que, em algum momento da pandemia (desde março de 2020), esteve com seu negócio ativo. Para concorrer, o participante também deve ter sofrido algum impacto financeiro em seu empreendimento durante este período ou encontrado no empreendedorismo uma forma de se recuperar financeiramente.

Para a diretora executiva e co-fundadora da Aliança Empreendedora, Lina Useche, essa premiação é muito importante para apoiar microempreendedores nesse momento de crise. “Com a pandemia, muitos microempreendedores se viram em situação de vulnerabilidade social e com dificuldades para desenvolver seu negócio. Assim, é muito gratificante podermos apoiar essas pessoas com capacitação gratuita e recursos financeiros, já que muitas delas tiveram seus empreendimentos impactados durante a crise e precisam retomar sua renda.”, explica.

A premiação será dividida em duas fases. Para participar, é preciso realizar a inscrição por meio do site tamojunto.org.br/premio após ter concluído, até o dia 30 de maio, pelo menos um curso correspondente a uma das quatro categorias do prêmio, sendo elas: “Empreender em tempos de crise – Eu no comando”; “Finanças – Eu no controle”; “Formalização – Meu negócio é legal”; ou “Marketing Digital – Tô na rede”.

Após análise de perfil, 400 pessoas serão selecionadas para receberem uma premiação no valor de R﹩ 200/cada e, também, uma capacitação via grupo no Whatsapp contendo diversos temas ligados a negócios e empreendedorismo, com duração de uma semana. As turmas serão criadas com base nas principais dificuldades dos empreendedores.

Finalizada a primeira fase, os 400 empreendedores selecionados – 100 de cada categoria -, poderão concorrer a quatro prêmios de R﹩ 5 mil para investirem em seus negócios. Com base na participação e desempenho individual na capacitação via WhatsApp, será selecionado um empreendedor ou empreendedora de cada categoria para receber o prêmio.

Serviço:
Prêmio Tamo Junto

Data: 03 a 30 de maio

Inscrições: http://tamojunto.org.br/premio

SAS abre vagas em tecnologia com prioridade para pessoas com deficiência

O SAS, líder global em analytics, está com vagas abertas para atuação em tecnologia, com prioridade para Pessoas com Deficiência (PCD). As vagas são para candidatos de qualquer localidade do País, para atuação remota durante o período de pandemia, com possibilidade de atuação presencial nos escritórios da companhia em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Dentre as vagas disponíveis estão Engenheiro de Sistemas de Informação, Consultor Técnico especializado em antifraude, Arquiteto de Soluções, Gerente de Projetos, Executivo de Contas, entre outras funções. As vagas podem ser consultadas a partir do link.

Referência no setor de tecnologia, o SAS é conhecido por ter uma política de gestão de pessoas com foco no bem-estar de seus colaboradores e por promover uma forte identificação dos seus funcionários com os seus valores. A empresa é certificada pelo instituto Top Employers entre as melhores empresas para se trabalhar no País.

Santander oferece 50 mil bolsas de estudo para capacitação em TI

Banco patrocina ensino que une prática, teoria e habilidades focadas em Tecnologia da Informação

O Santander Brasil oferece 50 mil bolsas de especialização em Tecnologia da Informação com aprendizado dinâmico em uma jornada de programação online, com duração de 75 dias. O bootcamp é promovido pelo Banco Santander, em uma parceria de três áreas do banco: Santander Universidades, áreas de TI e RH.

As inscrições do Santander Bootcamp vão de 3 de maio a 3 de junho e devem ser feitas na plataforma do Santander Becas. Este tipo de treinamento, bootcamp, tem sido muito utilizado na área de TI porque usa uma metodologia na qual a carga prática e teórica ocorre num ambiente de imersão, o que agiliza a formação profissional.

O público-alvo da capacitação oferecida pelo Santander são jovens interessados em tecnologia e que desejam desenvolver seus conhecimentos para entrar no mercado de trabalho dentro de uma área reconhecida como referência em alta tecnologia.

O Santander Universidades promove diversas oportunidades voltadas para o mundo da tecnologia, apoiando na transformação digital do próprio Banco. Na fase final do programa, as pessoas que se destacarem serão convidadas a participar de processos de seleção internos.

“Sabemos que o cenário atual impõe necessidades de capacitação e aprendizado velozes. Ao mesmo tempo, a demanda por profissionais de TI só tende a crescer. Por isso estamos fazendo um esforço para ofertar novos conhecimentos e o rápido desenvolvimento de habilidades, apoiando a capacitação de milhares de pessoas para esse mercado que vive um déficit”, explica Nicolás Vergara, superintendente executivo do Santander Universidades.

O Banco Santander possui atualmente centenas de vagas de tecnologia em diversas frentes e está buscando pessoas para trabalhar em um ambiente desafiador com inúmeras oportunidades e com uma cultura diferenciada. As vagas disponíveis para seleção podem ser encontradas nos links https://santander-tech.gupy.io/jobs/478342 e https://santander-tech.gupy.io/jobs/258835.

“Entendemos que uma das formas de contribuirmos socialmente com o desenvolvimento do país é elevando o nível de conhecimento dos profissionais que formamos e incluímos no mercado. Aproveitamos nosso ecossistema e infraestrutura para estender essa capacitação a milhares de pessoas que buscam crescer profissionalmente ou aprimorar a gestão da sua própria carreira”, avalia Vanessa Lobato, vice-presidente de Recursos Humanos do Santander Brasil”.

O Santander Bootcamp terá desafios nas linguagens fullstack, java+angular, mobile kotlin. O curso também oferece mentorias e jornadas colaborativas com profissionais de destaque do Santander.

“Atualmente, o setor financeiro é o maior investidor em tecnologia do Brasil e um dos mais interessantes para se trabalhar, com um grau de transformação digital sem precedentes. O Santander Bootcamp é uma iniciativa do grupo que tem o objetivo de qualificar profissionais que queiram trabalhar com alta tecnologia e inovação aplicada”, ressalta Marino Aguiar, Chief Information Officer do Santander Brasil.

Com uma grande comunidade de mais de 380 mil desenvolvedores de software, a DIO – Digital Innovation One foi o parceiro escolhido pelo Santander para operacionalizar o bootcamp. Dentro da sua plataforma, a DIO desenvolveu formações exclusivas em conjunto com arquitetos e desenvolvedores de software experientes do Santander para que todos os participantes tenham uma experiência ampla de aprendizagem.

VTEX abre inscrições para programa de estágio global

A VTEX, multinacional de tecnologia, criadora da plataforma de comércio que mais cresce no mundo*, está com as inscrições abertas para o VTEX Internship – programa de estágio para estudantes de tecnologia de todo o mundo. Pela primeira vez desde sua criação, além de vagas para futuras (os) engenheiras (os) de software, nesta edição, também serão incluídas (os) estudantes de designer de produto. Todas as pessoas interessadas podem se inscrever pelo site da Empresa até 11 de junho.

Iniciado em 2016, VTEX Internship é uma experiência intensiva e única, que permite às (aos) estudantes entender como é o dia a dia de trabalho de uma pessoa profissional de tecnologia em uma companhia em franca expansão, como a VTEX, que tem presença em 32 países e é considerada Líder** em seu setor. Este programa faz parte de uma série de iniciativas educacionais da VTEX, que apoia a formação da nova geração de talentos para o mercado de tecnologia. Os alunos selecionados terão a oportunidade de trabalhar em diversos projetos, com impacto real para os negócios da Empresa.

Todos os estagiários serão mentorados por profissionais de alta performance, o que irá ajudá-los em seu desenvolvimento e em sua integração à cultura da VTEX, que é baseada em autonomia e encoraja todos a serem líderes – donos de suas próprias carreiras – e a descobrirem qual a sua contribuição única para o futuro do comércio. Além disso, os participantes do VTEX Internship têm a oportunidade de trabalhar em projetos reais, em escala global, com impacto para todas as lojas ativas na plataforma da companhia.

“Promover a educação é fundamental para o sucesso da VTEX, líder em mercados emergentes. Queremos inspirar e criar as próximas gerações de protagonistas no digital commerce, impactando a sociedade onde somos potentes, com a difusão de conhecimento sobre o comércio digital. Este é o primeiro passo das carreiras destes jovens e uma experiência de aprendizado completa, que permite vivenciar nossa cultura e atuar ao lado dos melhores profissionais do mercado”, explica Mariana Gomes, Early Careers Lead da VTEX.

Mais de 100 alunos já participaram das edições anteriores do programa, e para apresentar as experiências daqueles que foram contratados pela VTEX, a Companhia realizará uma série de webinars, no decorrer de maio. Eles falarão sobre o programa de estágio para os atuais alunos das faculdades, nas quais estudaram, visando esclarecer as principais dúvidas. Entre os palestrantes, há ex-alunos de faculdades do Brasil como Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ESPM, PUC-RJ e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também haverá ex-alunos de instituições internacionais, como a École Polytechnique de Paris, na França. As inscrições para os webinars estão abertas e podem ser feitas pelo site: http://careers.vtex.com/early-careers/

VTEX Internship – como participar

As inscrições para o VTEX Summer Internship 22 estão abertas até 11 de junho, e podem ser feitas pelo site: http://careers.vtex.com/early-careers/. O processo de seleção é composto por análise de currículo, testes online e entrevistas. Os alunos aprovados para o estágio nas áreas de Design iniciarão as atividades em setembro de 2021, e passarão seis meses no programa. Já os admitidos para as vagas de engenheiros de software iniciarão o programa em dezembro, e concluirão o estágio em três meses.

Para os aprovados em Design, os três primeiros meses serão dedicados para pesquisa, entrevistas com clientes reais, mentorias, ideação, prototipação e imersão. A partir do quarto mês, eles começarão a trabalhar em conjunto com os aprovados para engenharia de software, e deverão desenvolver juntos um projeto sob medida para cada equipe, além de manter a solução desenvolvida atualizada.

“Queremos que esses jovens trabalhem em algo que realmente faça a diferença e que percebam o quanto se desenvolveram no final do estágio. Fazemos questão de reforçar como o trabalho deles é importante para todo o nosso ecossistema. Ao todo já recebemos alunos de mais de 23 universidades distintas, sendo 7 internacionais. Pensamos de forma global, e reconhecemos que a nossa convocação vai além do Brasil, por isso buscamos um número maior e mais diverso de futuros talentos. Não só contribuímos para nossa expansão mas, principalmente, para o futuro do comércio digital em todo o mundo”, conclui Mariana.

*O relatório IDC Worldwide Digital Commerce 2019 Market Share , publicado em junho de 2020, indica que a VTEX é a plataforma de comércio eletrônico, que mais cresce globalmente.

**nomeada “Líder” no IDC MarketScape, Worldwide B2C Digital Commerce Platforms 2020 Vendor Assessment , estudo que avalia plataformas de todo o mundo na categoria comércio digital B2C na nuvem, tendo se destacado face a empresas como a Commercetools e a Salesforce.

Anjos do Brasil aporta R$400 mil na fintech Manda Pro Financeiro

A Manda pro Financeiro, fintech capixaba voltada a atender negócios de micro e pequeno portes, acaba de anunciar o aporte de R$ 400 mil realizado por investidores da rede da Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos de fomento ao investimento-anjo e apoio ao empreendedorismo de inovação.   

Esta é a primeira rodada recebida pela startup que iniciou suas operações em abril de 2019  em Vitória-ES pelos empreendedores Zé Correa e Dhan Sugui. Até então a empresa cresceu com investimento direto dos sócios. Voltada a facilitar a gestão financeira da MPEs, a Manda busca se tornar o próprio financeiro destas empresas que sofrem tanto para tocar o dia a dia e ainda ter um olhar organizado e analítico para o setor que é o coração de qualquer negócio. 

“Boa parte das MPEs tem pouquíssimo conhecimento sobre suas finanças e por conta da pandemia outra parcela teve uma queda abrupta de faturamento. Começamos atendendo empresas que estavam querendo começar a ter uma melhor organização e também otimizar seus custos com o financeiro, terceirizando o serviço”, conta José Correa, cofundador da Manda pro Financeiro.  

MPEs buscam na tecnologia maneiras de sobreviver em meio à crise 

Em uma pesquisa da Serasa Experian no final de 2020 foi apontado que mais de 90% das micro e pequenas empresas encontraram novas oportunidades dentro da pandemia muito devido a grande digitalização das atividades e processos. “Nós com o Manda entramos  nesse contexto, para levar às micro e pequenas empresas uma forte redução de custo e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência financeira. Deixamos o financeiro das empresas super organizados e o melhor de tudo, com técnicas que reduzem muito a inadimplência.”, afirma Correa.  

Totalmente fechada com membros da Anjos do Brasil, a rodada foi liderada pela investidora-anjo Angélica Nkyn com a participação de mais dois anjos, Alexandre Rocha e um executivo do setor agro que preferiu não revelar o nome. Após o aporte o valuation da Manda é R$4 milhões.  

Segundo Angélica, investidora líder desta rodada, o Manda Pro Financeiro deu um grande passo com o aporte. “Vislumbramos, após extensa análise e entendimento das dores dos clientes, maior robotização e aceleração no crescimento em todo Brasil, hoje focado no segmento de MPEs que entregam serviços. Esta é uma solução que desburocratiza atividades essenciais “Must Have” e estamos confiantes com o plano de crescimento e entrega dos sócios fundadores.” 

Hoje a Manda pro Financeiro atende 60 clientes com receita entre R$ 20 mil e R$ 300 mil. Com atual faturamento mensal recorrente de R$ 20 mil, a empresa projeta chegar em R$ 100 mil até o fim do ano e cerca de 250 clientes.  

Com o aporte da Anjos do Brasil a startup pretende desenvolver formas de integração ainda maior com os contadores para que os clientes empreendedores percam cada vez menos tempo enviando documentos ou mesmo respondendo a questões sobre o fluxo de caixa ou notas fiscais. Para isso acontecer na prática, o Manda terá uma área dedicada aos contadores com todas as informações necessárias para que o trabalho se torne cada vez mais ágil e fluido. 

“Nosso maior objetivo é cada vez mais ajudar o pequeno negócio a focar menos no seu backoffice e mais no seu core business. Sabemos que é uma faixa de empreendedores que luta para manter seus negócios e que uma gestão financeira organizada é essencial para a sobrevivência e potencial crescimento. Por isso, criamos um serviço acessível e intuitivo que permita a nossa parcela de contribuição para o sucesso deles”, finaliza Correa.  

Banco Carrefour anuncia incubadora de startups e pode ser cliente dos próprios colaboradores

Imagine uma empresa em que os funcionários podem se capacitar, desenvolver novos produtos e, ao final do processo, optar por criar sua própria Startup e ir ao mercado oferecer suas soluções. Tudo isso, tendo como garantia que o seu local de trabalho atual será o primeiro cliente. Esse é o novo programa de intraempreendedorismo do Banco Carrefour. Liderado pelo time de inovação da instituição, o projeto convidou colaboradores do Banco e de todo o Grupo Carrefour Brasil a construir novos produtos conectados a desafios da companhia e começar a empreender.

A inciativa teve início ainda em dezembro de 2020, quando aconteceram os primeiros Hackathons entre os times internos. Os eventos tiveram como foco a capacitação dos colaboradores e a disponibilização de dados para o desenvolvimento das soluções. De lá, saíram os quatro projetos selecionados e que agora estão em fase de estudo de viabilidade.

O desenvolvimento de cada solução segue até o mês de junho, quando os colaboradores passarão por um novo estágio de aceleração dos projetos em um Bootcamp, formato que une um treinamento intensivo com a aplicação na prática. Após esta etapa, acontecem as apresentações finais para a diretoria do Banco Carrefour.

A partir daí os participantes, em conjunto com a empresa, poderão optar por três alternativas, como a permanência com vínculo atual de trabalho, a incorporação do projeto como uma nova área de negócio dentro da instituição financeira ou, ainda, o desenvolvimento de sua própria Startup com base no projeto apresentado. Neste último caso, o Banco encerra o contrato com cada um dos envolvidos e passa ser cliente ou investidor da nova empresa criada, oferecendo um aporte inicial para início da operação.

Para Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour, o objetivo do programa é criar um novo formato de construção de projetos entre organização e colaboradores. “Estamos falando aqui de um novo modelo de empreendedorismo. A empresa oferece a capacitação, a mentoria, as ferramentas e o espaço para discussão. O colaborador entra com a criatividade, o insight, a ideia inovadora. Ao final, juntos, podemos gerar oportunidade de novos negócios para todos e fortalecer o ecossistema”, afirma.

Núcleo financeiro do Grupo Carrefour Brasil, o Banco Carrefour tem construído nos últimos anos um ambiente de trabalho baseado na metodologia ágil aplicada ao negócio, implementando soluções baseadas nos pilares de inovação e apostando na transformação digital para colaborar com a vida financeira dos clientes de todo o ecossistema de varejo do grupo. Hoje possui mais 600 colaboradores e outros mais de 3 mil profissionais de atendimento e vendas.

Ambev testa delivery com drone

Sempre pensando em formas de surpreender e melhor atender seus clientes, a Ambev fechou uma parceria com a startup Speedbird Aero para estudar o delivery de bebidas da empresa por drones. Na última sexta-feira (30/4), a Ambev realizou o primeiro voo de teste na cidade de Jaguariúna, interior de São Paulo, onde fica uma das suas fábricas. O drone, com capacidade para transportar até 2Kg, percorreu 2km até um condomínio de casas ao lado da cervejaria, trajeto feito em menos de 2 minutos. 

Além de explorar formas inovadoras e mais eficientes para a distribuição de produtos, a Ambev acredita que o projeto poderá contribuir com a mobilidade urbana e o meio ambiente, já que deve ajudar a diminuir o número de veículos nas ruas e, consequentemente, a emissão de poluentes. A próxima fase de testes contará com um novo drone, capaz de voar por até 20Km levando uma carga de 8Kg.  

Recicladores de eletrônicos ganham estímulo para obter certificação e diminuir descarte inadequado

O descarte de eletrônicos impulsionado pela obsolescência programada e aumento gradativo e constante do consumo, tem aumentado a preocupação com a reciclagem e destinação adequada destes resíduos.

“As substâncias tóxicas em sua composição causam danos ao meio ambiente e problemas à saúde da população. Além disso, eletrônicos possuem materiais valiosos e seu descarte inadequado impossibilita a exploração de seu potencial econômico, dentro de uma lógica de economia circular e reciclagem de matéria-prima”, afirma Marcus Oliveira, Founder e CIO da Circular Brain.

Assim, o caminho é estimular a reciclagem. Focando em aumentar a base de recicladores de eletrônicos certificados no Brasil, a ABNT e a Circular Brain firmaram uma parceria para ajudar pequenos recicladores no atendimento às normas e à legislação.

Mas, o caminho nem sempre é fácil para uma empresa atender as regras do sistema de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE) – que inclui todos os eletroeletrônicos descartados ou que chegaram ao fim de sua vida útil, ou seja, computadores, celulares, televisores, rádios, micro-ondas, secador de cabelos, entre outros.

De acordo com o Decreto Lei nº 10.240/2020, para os recicladores integrarem o sistema de Logística Reversa deverão seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 16156:2013 NBR 15833:2018, quando cabíveis. A mesma obrigatoriedade também é exigida no Acordo Setorial para Implantação de Sistemas de Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos de Uso Doméstico e Seus Componentes, assinado pelo Ministério do Meio Ambiente e entidades representativas do setor em outubro de 2019.

As normas citadas na Lei estabelecem requisitos para proteção ao meio ambiente e para o controle dos riscos de segurança e saúde no trabalho, assim como rastreabilidade na atividade de manufatura reversa de resíduos eletroeletrônicos (ABNT NBR 16156), bem como procedimentos para o transporte, armazenamento e desmonte com reutilização, recuperação dos materiais recicláveis e destinação final de resíduos dos aparelhos de refrigeração (ABNT NBR 15833).

O Ecossistema Think Circular, desenvolvido pela Circular Brain, é a única plataforma digital do País certificada pela Norma ABNT NBR 16156 e dá suporte aos operadores para que obtenham a certificação requerida pela Lei. A plataforma possui todos os requisitos necessários para que o reciclador consiga se certificar e fazer parte do sistema de logística reversa, cooperando com a economia circular dos eletroeletrônicos. Aumentando o número de operadores certificados, o país tende a aumentar o número de resíduos eletrônicos reciclados de maneira adequada, podendo recuperar materiais convencionais (ex: vidro e alumínio), recuperar materiais valiosos ou críticos (ex: ouro, prata, índio, gálio e germânio), reduzir os gases causadores do efeito estufa, entre outros benefícios.

“Com esta parceria, entendemos que o número de empresas certificadas que garantem aderência à norma será muito maior. A plataforma desenvolvida pela Circular Brain auxilia a gestão do processo, facilitando a apresentação de documentos para evidência de atendimento às normas e apoiando na gestão do processo. Do lado da ABNT, continuamos realizando a auditoria, inclusive remota, que é um dos requisitos para o operador conquistar a certificação”, explica Mario William Esper, Presidente da ABNT.

Resíduos Eletrônicos

De acordo com The Global E-Waste Monitor 2020, no ano de 2020 o mundo gerou 55,5 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos e somente 17,4% deste volume foi coletado e reciclado de maneira documentada. Segundo o mesmo relatório, o Brasil produziu 2.1 milhões de toneladas e destinou corretamente apenas 1% deste resíduo, muito abaixo do índice de 9% das Américas. Isto indica que ainda há muito que evoluir nas atividades de reciclagem no Brasil. Em 2020 foram estabelecidas por lei metas de coleta e processamento para sistemas de logística reversa que chegam até 17% ao ano sobre o volume comercializado por fabricantes e importadores, o que representa mais de 450 mil toneladas de Equipamentos Eletrônicos que deverão ser coletados e reciclados anualmente, gerando uma grande oportunidade para a implantação e capacitação de uma rede de recicladores regionais, construindo uma infraestrutura de coleta e reciclagem para o atendimento desta demanda. Estes recicladores são o foco da parceria entre a ABNT e a Circular Brain.

Estudo da IDC Brasil aponta que o mercado de software segue o ritmo da modernização imposta pela pandemia

A pandemia de covid-19 evidenciou a necessidade das organizações de investirem no relacionamento e atendimento ao cliente por meios digitais e abriu o caminho para uma corrida pela modernização como condição para o crescimento dos negócios. O resultado desse movimento foi positivo para os provedores de software que, em 2020, assistiram o mercado alcançar a receita de US$8,15 bilhões, o que significa um crescimento de 30% em relação a 2019, considerando a moeda local e a alta do dólar. Os dados são do IDC Brazil Semiannual Software Tracker 2020 e incluem, entre outras, as vendas de software para infraestrutura de TI, gerenciamento de dados, endpoint, rede, CRM, ERM, SCM, ferramentas colaborativas e de inteligência artificial (IA).

“Entre essas soluções, algumas se destacaram como alavancas de crescimento, como soluções de segurança da informação, além de IA, BI, Big Data & Analytics, enfim, soluções voltadas para a inteligência do negócio e tomadas de decisão mais rápidas”, diz Fabio Martinelli, analista de pesquisa e consultoria de Software e Cloud da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Segundo ele, plataformas de colaboração também foram alvo de investimentos, e o próprio ERP, que apesar de já ser uma plataforma consolidada, cresceu acima de 25% em 2020. “O foco das organizações esteve voltado para ferramentas que geram maior eficiência operacional e equilibram o físico com o digital”, explica o analista.

Para a IDC Brasil, o mercado de software acompanhou o que se viu em outros setores, ou seja, para enfrentar a crise trazida pela pandemia, as empresas tiveram que acelerar a inovação, buscar soluções por meio da tecnologia e ter resiliência para enfrentar até uma mudança cultural e dar continuidade aos negócios. “No caso de software, foram adotadas tecnologias com potencial para dar agilidade e trazer diferencial competitivo, e mesmo soluções que antes era mais vistas num contexto de automação e relacionamento com clientes passaram a ser prioritárias e a permear as linhas de negócios”, explica Martinelli, completando que a busca por mais engajamento com o cliente e o investimento em captar e reter talentos para lidar com as novas ferramentas vão continuar. “Não há mais fronteiras. A mão de obra de TI já era muita disputada, agora está ainda mais, inclusive fora do país, e o ‘future enterprise’ passa por investimentos em software e cloud”.

Cloud, inclusive, segundo o analista da IDC Brasil, passou a ser tratado como um habilitador, como um acelerador para as iniciativas de modernização e digitalização. A receita do mercado de cloud pública em 2020 foi de US$3.02 bilhões, incluindo IaaS, PaaS e SaaS.

Para 2021

Segundo a IDC Brasil, em 2021 o crescimento do mercado de software no país não será tão acelerado com no ano passado, quando as organizações correram para resolver gargalos e atender a demanda, mas deve ser significativo e ficar no patamar dos dois dígitos. “As empresas vão continuar buscando soluções, pois precisam dar agilidade e gerar mais valor à linha de negócio, com mais segurança, eficiência e maior engajamento tanto interno como em termos de relacionamento com o cliente. O foco da operação, a experiência de uso do cliente, o processo de logística, enfim todo o ecossistema do CRM continuará movimentando”, finaliza Martinelli.