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A Black Friday virou Black Week: varejo cresce 60% em vendas online na semana da data

A Black Friday 2020 confirmou a expectativa de especialistas por uma ampla digitalização por conta da pandemia. Segundo dados da Linx, empresa líder em tecnologia para o varejo, com mais de 45% de market share do setor, a semana inteira, popularmente conhecida como “Black Week”, foi o destaque da edição deste ano, registrando crescimento de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior, marcando a estratégia dos varejistas em estenderem as promoções para impulsionar a recuperação de vendas. O mês completo, ou “Black November”, aumentou seu faturamento em 70% na comparação com 2019. Já as vendas digitais nas 24 horas da Black Friday saltaram 32% em relação ao ano passado.

Acompanhando o aumento geral de vendas, os consumidores também colocaram mais a mão no bolso. Neste ano, no dia 27 de novembro, o ticket médio dos compradores online cresceu 3,5%, chegando a R$ 673,00, puxado pelas categorias mais vendidas: smartphones (30%) – que também foram os queridinhos das compras em 2019 -, eletrodomésticos (18%), TVs (11%), informática (10%) e ar e ventiladores (5%).

A companhia registrou também crescimento de 19% no volume de buscas online de produtos nas 24 horas da sexta-feira promocional, alcançando a marca de 48 milhões – desses, os smartphones também lideraram o interesse (27%), seguidos de tênis (11%), TVs (5%), geladeiras (5%) e fogões (4%). Somando todas as soluções da Linx, o pico de requisições por minuto chegou a 3,9 milhões. Os aplicativos ganharam mais destaque entre os canais online, sendo responsáveis por 19% das vendas totais, um salto de 16% em relação a 2019, impulsionando o total de vendas mobile, que atingiu 40% da receita total dos pedidos, um aumento de 5% no período.

As opções de compra e entrega também refletiram a realidade de isolamento social da pandemia. As soluções de omnicanalidade, que permitem aos clientes realizarem a compra em um canal e receberem por outro, alcançaram expressivos 69% de crescimento. O destaque do ano ficou por conta da modalidade de compra online com envio a partir da loja mais próxima, proporcionando maior agilidade na entrega, com salto de 142% em relação ao ano passado e representando 57% do total de pedidos. Na contramão, as compras online com retirada na loja física sofreram queda de 38%, com os clientes evitando ir às lojas, modalidade que representou apenas 5% das vendas.

Itaú Unibanco: participação das vendas online é maior que a de lojas físicas, pela primeira vez na Black Friday

A área de cartões do Itaú Unibanco divulgou hoje um balanço da Black Friday e do mês de novembro. Os números mostram que as vendas online atingiram 50,4% do total do volume transacionado na sexta-feira, um crescimento de 12,9% se comparado ao mesmo período de 2019. É a primeira vez, desde que a data se popularizou entre os consumidores no Brasil, que o volume de vendas em lojas físicas é superado pelo online.

O crescimento das vendas online foi puxado principalmente por 4 setores, Restaurantes (+88%), Material de Construção (+63%), Drogarias e Cosméticos (+37%) e Lojas de Departamento (+31%). Por outro lado, o volume de vendas nas lojas físicas caiu 27%, em relação a 2019.

“O crescimento na preferência dos consumidores pelas compras online é uma tendência do varejo e a aceleração dessa mudança pela pandemia trouxe um desafio extra para o Itaú, que focou os últimos meses no desenvolvimento e expansão de novas formas de pagamento que possibilitem aos nossos clientes realizar as compras de forma prática e com mais segurança”, diz Fernando Amaral, diretor de cartões do Itaú Unibanco.

Entre os novos meios de pagamento, o Itaú destaca o cartão virtual, que cresceu 153% em relação ao ano passado, e a maior utilização dos cartões com tecnologia contactless, que permitem transações por aproximação nas compras físicas.

Esse ano, as compras na Black Friday foram acompanhadas pelos times de cartões do Itaú de forma 100% remota, através de war rooms e lives com times multidisciplinares que trabalharam 24 horas, entre a noite dos dias 26 e 27 de novembro.

Cyber Monday

Cada vez mais popular entre os brasileiros, a Cyber Monday, com promoções destinadas exclusivamente ao e-commerce, movimentou 8,5% a mais em faturamento esse ano, na comparação com a segunda-feira pós Black Friday de 2019. No balanço geral de novembro, o desempenho das vendas online no Itaú ficou 21,2% acima do que foi registrado no mesmo mês do ano passado.

Rio Oil & Gas 2020 começa com discussões sobre inovação e importância das startups para o setor de O&G

A Rio Oil & Gas 2020 teve início nesta segunda-feira (30/11) com o Starting Up, sessões de debates em parceria com a Petrobras sobre as oportunidades e desafios para as startups na indústria de O&G e energia. A Starting Up foi apresentada pelo jornalista especialista em digital, Pedro Doria, e encerrada pela presidente o IBP, Clarissa Lins.

Os painéis trouxeram discussões sobre como o setor de O&G pode ser atrativo para empreendedores, as oportunidades para as startups geradas pelo segmento e como tem se dado a integração entre a cadeia de O&G e as startups, visando à construção de ecossistemas. Além disso, foram apresentados cases de startups de sucesso e compartilhadas, com empreendedores que estão começando, bem como lições aprendidas sobre este mercado.

Juliano Dantas, gerente-executivo da Petrobras-Cenpes, afirmou que qualquer que seja a estratégia da companhia será muito importante acelerar os processos de inovação, e, certamente, as startups têm papel fundamental neste contexto, já que trabalham como velocidade e novos talentos e trazem um novo modelo de pensamento para a indústria tradicional. “Para isso acontecer de fato, temos de construir um ecossistema que permita novas formas de contrato entre os grandes players e as startups, além de engajar as empresas com esse propósito da inovação”, disse.

Gustavo Araújo, CEO da Distrito, que reúne um dos ecossistemas de startups no Brasil, falou sobre o poder da inovação aberta. “O mercado está aprendendo que se manter conectado e ligado ao que está acontecendo ao seu redor é motor para a sua própria transformação. A inovação aberta acaba sendo muito eficiente num mundo em que as empresas têm que se transformar de maneira acelerada”, disse.

Ao analisar o mercado financeiro, por exemplo, antes de se abrir para a Fintechs, dois terços da população brasileira não tinham conta em banco, segundo Araújo. As fintechs reduziram essa taxa para 25%. “Podemos viver também um open energy, num mercado muito regulado. Isso irá gerar uma melhora de atendimento ao consumidor e custo menor de produção. Então, exercitar a inovação aberta é fundamental no setor de O&G, que já tem muita tecnologia, mas agora precisa passar a inovar nos seus modelos de negócio, atendimento ao consumidor, seguindo outros segmentos”, completou.

Claudia Diniz, Diretora Executiva do MiningHub, primeiro hub de inovação aberta do mundo no setor de mineração, explicou que as startups funcionam como um verdadeiro pilar de transformação do setor, ao empregar novas tecnologias para as áreas operacionais e administrativas. “É uma mudança cultural. Pegamos os desafios da nossa indústria e conversamos com todos os atores, entre fornecedores, pesquisadores e startups, para alcançarmos de forma rápida soluções para problemas comuns às mineradoras. O conhecimento gerado, ou seja, a propriedade intelectual dos projetos, continuam pertencendo às startups e, assim, fomentamos o empreendedorismo e a permanência dessas empresas no mercado”, afirmou.

“Acredito que nós, como IBP, temos de incentivar que esse tipo de hub seja criado no setor de O&G, já que somos uma plataforma de colaboração”, disse Clarissa Lins, presidente do IBP.

Ao encerrar a discussão, Christian Schock, diretor de O&G da Siemens, trouxe algumas dicas do que a empresa já está fazendo para contribuir para a descarbonização da indústria de óleo e gás, de olho no futuro. “É importante deixar claro que não iremos fazer todo o processo de transição energética do dia para a noite. Se olharmos para a história, todas as transições levaram cerca de 50 anos e agora não será diferente, visto que 80% da energia global ainda é baseada em hidrocarbonetos e a demanda vai aumentar 40% nas próximas duas décadas. A indústria de O&G sempre foi de grande inovação. Com a onda de descarbonização não será diferente e acredito que será ainda mais acelerado. A inovação é o grande foco da Siemens e, por isso, fomentamos startups a desenvolver soluções para os nossos parceiros”, concluiu.

Criando oportunidades para empreender

Mediado por Robert Nunes, Gerente Geral de Transformação Digital da Petrobras, o painel “Criando oportunidades para empreender na indústria de O&G e energia” também buscou discutir alguns dos desafios da parceria entre startups e empresas da indústria, além de como essa colaboração tem evoluído ao longo do tempo. Participaram da discussão Patrícia Grabowsky, Head de Inovação da Subsea 7, Pedro Leal Noce, Executivo de Inovação Raízen, Fred Arruda, CEO do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife (Cesar), Bruno Rondani, CEO da Open 100 startups.

A tarde também contou com representantes de startups que já atuam na área de O&G e estão escalando para um bate-papo sobre cases inspiradores e lições aprendidas.

“No final das contas, não é questão de ter uma boa tecnologia, mas de um mercado maduro para a tecnologia, e o mercado maduro para a tecnologia não é como se fosse uma onda perfeita. É uma tsunami turbulenta e violenta”, explicou Duperron Ribeiro, CEO da PhDsoft Technology Inc.

Já Leandro Basílio, CEO DeepSeed Solutions, ressaltou a importância de manter o foco, mesmo que haja diversificação do portfólio. “É muito sedutor, em alguns momentos, você diversificar em várias indústrias, com a promessa de escalabilidade, mas tenha em mente que, em um negócio em óleo e gás, você só vai conseguir se destacar se realmente se tornar um especialista”, ele defendeu.

Mediada por Alex Dal Pont, Gerente de Inovação em Ecossistemas Empreendedores da Petrobras, a rodada teve ainda a participação de Lelio Souza, CEO da Intelie, e José Augusto da Silva, CEO da Pipeway.

Premiação

A programação também contou com o Pitch de Startups. Avaliados por um júri de peso, como Amure Pinho, presidente da ABStartups, e Ricardo Marquini, Líder de parcerias em P&D da Total, entre outros, oito startups apresentaram seus projetos de tecnologia e inovação para o setor de O&G. As vencedoras desse desafio foram: Unidroid, em primeiro lugar, seguida por Instoor e RZX, em segundo e terceiro lugares, respectivamente. As startups ganharam um prêmio patrocinado pela Microsoft, e a melhor startup votada pelo público, um voucher de desconto em cursos da UnIBP, a universidade do setor de petróleo e gás.

Todo o conteúdo do primeiro dia da Rio Oil & Gas estará disponível integralmente para congressistas no canal On Demand da plataforma.

BTG Pactual lança fundo de tecnologia do Janus Henderson no Brasil

O BTG Pactual (BPAC11), melhor banco de investimentos da América Latina, está lançando o primeiro fundo feeder de tecnologia do Janus Henderson no Brasil.

O fundo feeder vai investir no fundo Janus Henderson Horizon Global Technology Leaders UCITS, domiciliado em Luxemburgo, um dos maiores fundos especializados em tecnologia da Europa.

O objetivo do fundo é gerar crescimento de longo prazo a seus investidores a partir de um portfólio diversificado de empresas de tecnologia de diversas partes do mundo, oferecendo aos investidores brasileiros acesso a setores que ainda não estão disponíveis no mercado local e exposição à companhias internacionais em posição de liderança em países onde a taxa de juros historicamente é baixa. O produto atende também à forte demanda dos investidores brasileiros por produtos lastreados em dólar.

Os fundos Janus Henderson Global Technology Dolar Fundo de Investimento de Ações Investimento no Exterior (feeder fund) e o Janus Henderson Global Technology Dolar FI em Cotas de FI Ações Investimento no Exterior foram lançados em outubro deste ano.

“Nossa parceria com o BTG Pactual e o lançamento deste novo fundo feeder nos aproxima dos clientes brasileiros e nos permite apresentar nossa expertise em investimento. O novo produto é uma resposta ao interesse brasileiro crescente por oportunidades de investimento no exterior. Janus Henderson está comprometido com o desenvolvimento e aumento de sua presença no Brasil, e o lançamento desse novo fundo é um importante primeiro passo nessa direção”, afirma Ignacio De La Maza, Head of Intermediary and Latin America para o Janus Henderson Group.

“O cenário de taxas mais baixas de juros no Brasil impulsionou a busca pela diversificação de carteira para alcançar retornos mais atrativos. Diante deste cenário, o BTG Pactual fortaleceu seu portfólio para oferecer mais alternativas e produtos exclusivos para seus clientes, inclusive oportunidades de investimentos no exterior. A parceria com o Janus Henderson Group é parte importante dessa estratégia, afirma Phylipe Corsini, Associate Partner do BTG Pactual.

E-Commerce brasileiro cresce 87% no mês de outubro, segundo Mastercard SpendingPulse

De acordo com o levantamento Spending Pulse, da Mastercard, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, que indicam que as vendas do e-commerce* brasileiro, em outubro, houve uma expansão de 87%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses (agosto-outubro), foi de 84,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, acima do registrado no terceiro trimestre com 81,5%.

“O comportamento do consumidor nessa pandemia mudou, agora o comércio online faz parte do dia a dia e da vida do cliente. Por isso, por mais que a confiança do consumidor tenha caído no mês conseguimos analisar um crescimento nos dois canais – no varejo tradicional e o no online, que está sendo impulsionado pela redução do isolamento social e pelos benefícios sociais”, afirma Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais

O comparativo registrou que no mês de outubro, o volume de vendas totais (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) teve expansão de 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses registrou crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, acima do que foi observado no terceiro trimestre com crescimento de 3,3%.

No varejo, quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de vestuários, combustíveis teve desempenho abaixo do varejo total.

Nas regiões brasileiras: a região Norte (18,8%), Nordeste (12,3%) e Sul (11,4%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Sudeste (8,9%) e Centro Oeste (4,2%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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Auditoria interna deve fazer mais do que apontar erros, releva estudo da Deloitte

Os diversos desafios existentes no cenário atual dos negócios tornam a atividade de auditoria interna ainda mais relevante para atender às crescentes expectativas dos níveis executivos e dos comitês de auditoria nas organizações. A Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, coletou insights relevantes de diversos membros de conselho de auditoria e traçou um panorama da atividade na pesquisa “Auditoria interna no Brasil 2020 – Percepções e expectativas dos membros de Comitê de Auditoria”. O estudo, realizado em parceria com o Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil), revela os pontos de vista de membros das mais altas instâncias de governança e contou com participantes de mais de 130 empresas localizadas em 20 países, e dessa forma, traz uma perspectiva abrangente para o tema.

O relatório mostra que a convergência de riscos causados pela pandemia da Covid-19, bem como por mudanças climáticas, recessão econômica, isolacionismo e agitação social, ameaçam não apenas a lucratividade, mas a viabilidade de alguns segmentos de negócios. Diante dessa situação única e crítica, a auditoria interna deve reportar com mais agilidade, se envolver com as partes interessadas mais rapidamente e encontrar novas maneiras de agregar valor – ao mesmo tempo em que deve estar comprometida com a inovação e formação/preservação de suas equipes.

“A partir da percepção dos nossos entrevistados, o estudo reforça a ideia de que as organizações podem se beneficiar cada vez mais do potencial e da capacidade da auditoria interna em assegurar, aconselhar e se antecipar aos riscos de negócios. Essas habilidades são mais necessárias do que nunca nos atuais tempos turbulentos. Isso pode representar oportunidades para reforçar a importância dessa função e explorar ao máximo sua capacidade de agregar valor, por meio de uma visão abrangente e voltada aos objetivos de negócios”, destaca Paulo Vitale, sócio de Risk Advisory da Deloitte.

“No mundo atual dos negócios, a auditoria interna vem sendo acionada para contribuir na solução dos grandes desafios que aparecem a todo o tempo. Com isso, a função ganha cada vez mais o respeito do alto escalão, na medida em que atende às crescentes expectativas dos conselheiros e dos membros dos comitês de auditoria. As oportunidades trazidas com o contexto vigente têm contribuído para consolidar a importância do auditor e de sua capacidade de enxergar, de forma abrangente, como a organização pode melhorar as receitas e diminuir despesas”, ressalta Paulo Gomes, diretor executivo do IIA Brasil.

Papel do auditor interno: aprimorando a abordagem consultiva

A pesquisa aponta que, por conta do atual cenário desafiador de negócios, a maioria dos presidentes e membros de comitês de auditoria deseja que os líderes de auditoria interna expandam seu foco de atuação, provendo contribuições além da asseguração e abordando também riscos emergentes. Com isso, as lideranças da área serão desafiadas a priorizar os temas e segmentos mais críticos em sua abordagem tradicional de asseguração e deverão viabilizar iniciativas para realizar trabalhos mais ágeis e automatizar tarefas rotineiras, liberando profissionais mais experientes para atividades de aconselhamento e antecipação de risco.

Na percepção dos entrevistados brasileiros, as organizações que atuam no País ainda têm uma leitura tradicional da função de auditoria interna, voltada substancialmente à asseguração. Em geral, a abordagem de assurance é vista pelos membros de comitê como o cerne da função, e há consenso de que isso é capaz de trazer resultados tangíveis e de valor agregado aos negócios. Contudo, quando a função de asseguração é executada com excelência, abre-se oportunidade para a área evoluir em uma abordagem mais consultiva. Em empresas com uma estrutura mais avançada de governança, há uma percepção de mais flexibilidade na atuação dos profissionais de auditoria interna; contudo, ainda existe espaço para avanços em abordagens de advisory e antecipação de riscos emergentes.

Talentos: elevando o time com habilidades complementares e não tradicionais

Na pesquisa, grande parte dos entrevistados enfatizou, em relação aos profissionais de auditoria interna, a necessidade de habilidades específicas, como segurança cibernética e analytics; por outro lado, outra parcela dos participantes destacou a importância de conhecimentos abrangentes sobre negócios e habilidades para além do escopo imediato de trabalho. A solução não está em considerar só um tipo de habilidade ou outra, mas sim na formação de equipes compostas por um conjunto de habilidades complementares, uma coleção de talentos que podem ser chamados power teams. Esse conceito de permite que a auditoria interna opere na velocidade máxima, explorando todo seu potencial de conhecimento e concentrando o esforço coletivo e complementar no trabalho priorizado, reduzindo o tempo necessário para fornecer informações e agregar valor. Equipes com essas características dispõem de um nível natural de resiliência e mantêm um fluxo constante de trabalho que favorece a produtividade e a excelência nos resultados.

O papel dos líderes de auditoria interna também se transformou, à medida que as responsabilidades e as expectativas da função se expandiram ao longo do tempo. Segundo a pesquisa, o que os entrevistados querem, precisam e esperam do executivo líder da auditoria interna é que eles considerem as seguintes etapas para aprimorar a performance de suas equipes: dispor de indivíduos denominados purple people, que combinam conhecimentos de tecnologia e de negócios a um conjuntos de habilidades não tradicionais ao ambiente de auditoria interna; unir para o sucesso -dentro e fora da auditoria interna – de modo a impulsionar um processo de evolução contínua; investir não apenas em habilidades técnicas, mas também nas chamadas soft skills, que envolvem, por exemplo, impacto e influência, competência social, inteligência emocional, habilidades de comunicação e apresentação, senso de prioridade, negociação, liderança, integridade e conhecimento empresarial generalizado.

Entre os respondentes da pesquisa que atuam no Brasil, é notória a percepção de que não basta ao auditor interno o domínio técnico, é preciso capacidade de priorizar os aspectos relevantes e engajar as instâncias executivas e de governança. Além disso, a dinâmica atual de negócios e a evolução da tecnologia têm demandado do auditor competências para endereçar riscos cibernéticos, adotar tecnologias emergentes como automação e inteligência artificial, e até mesmo exercer um papel de cientista de dados.

Orçamento: aproveitando a tecnologia para realizar mais

O estudo ressalta que as áreas de auditoria interna com maior impacto não são necessariamente aquelas com maior orçamento. A solução depende de classificar e priorizar adequadamente os riscos, interpretar corretamente as expectativas, fazer as coisas de maneira mais inteligente, adotar abordagens diferentes e gerar mais insights de alto valor agregado por meio da tecnologia.

Para tornar a função de auditoria interna mais efetiva, é necessário escolher as coisas certas nas quais se concentrar – os principais riscos e preocupações que fornecem o maior retorno sobre o investimento – e alocar recursos orçamentários para essas áreas. Isso pode significar desafiar o status quo e reavaliar a abordagem; interromper ou repensar algumas atividades de impacto limitado; e mover-se em direção a soluções automatizadas para asseguração, para liberar tempo para trabalhos de valor agregado de aconselhamento e antecipação de riscos. As auditorias internas devem se envolver menos em reportar e classificar e mais em aconselhamento tempestivo e proativo, por meio de recomendações robustas e factíveis. Entre os respondentes da amostra brasileira, há uma perspectiva consistente de que as demandas sobre a auditoria interna seguirão aumentando, sem que isso necessariamente se reflita em um aumento da equipe ou do orçamento da área. Para conciliar essa equação, a área deverá contar com mais apoio de tecnologia e com a habilidade dos auditores internos para priorizar suas iniciativas, inovar e desenvolver todo potencial de seu time.

Cultura: promovendo a confiança e uma comunicação aberta impulsionará o progresso

A pesquisa da Deloitte mostra que em uma cultura baseada na “segurança psicológica”, onde o feedback sincero é encorajado, os erros são prontamente esclarecidos e a aprendizagem impulsiona o progresso. Para colher esses benefícios, as organizações devem mudar a mentalidade institucional de tratar falhas como algo apenas negativo para vê-las como uma oportunidade para instruir, compartilhar e avançar. Para desenvolver um ambiente que desenvolva esse conceito de segurança psicológica, a auditoria interna deve considerar, entre outros aspectos, contribuir para o desenvolvimento de uma atmosfera de confiança e uma cultura de compartilhamento de pontos de vista e de aceitação de críticas construtivas; focar os relatórios de auditoria interna nas melhorias e progressos observados, trabalhando para ser parte da solução e reconhecendo o que deu certo e o que deu errado, com ênfase no aprendizado; trabalhar em estreita colaboração com os gestores no processo de tomada de decisão, por meio da participação em reuniões regulares com executivos, especialmente o CEO e o CFO; educar a gestão sobre os principais riscos e controles, ajudá-los a mitigar e gerenciar esses riscos e auxiliá-los, no início da auditoria, na autoavaliação de áreas nas quais os controles devem ser aprimorados; e oferecer feedback construtivo à gestão e claramente dar crédito às áreas por falhas de controle indicadas na autoavaliação

Em um ambiente de negócios desafiador e volátil, espera-se que os gestores tenham proatividade e liberdade para, sempre que necessário, levar aos comitês temas críticos e sensíveis para o negócio. Essa relação se constrói gradativamente, em uma via de mão dupla que envolve confiança, comunicação e prontidão em relação aos riscos que mais podem impactar a organização. O comitê de auditoria, por sua vez, também tem o papel de orientar e provocar o auditor interno a se posicionar de forma colaborativa para fomentar uma comunicação aberta perante os gestores, na medida que estes sentem-se confortáveis para reportar suas preocupações e eventuais problemas.

Comunicação e reporte: informando tempestivamente as partes interessadas sobre as preocupações emergentes

A totalidade dos entrevistados na amostra do Brasil concorda que a inovação na forma de executar os trabalhos e reportar seus resultados pode contribuir para elevar a percepção de qualidade da auditoria interna, e que é preciso ter protocolos bem definidos para rapidamente levar ao conhecimento dos comitês os temas mais críticos e imediatos ao negócio. Essa unanimidade reflete uma demanda dos comitês por receber relatórios que suportem de forma assertiva e segura a tomada de decisões relevantes e estratégicas. Relatórios eficazes fornecem uma “faísca” para a mudança. De um lado, o estudo observou que há muitos relatórios de auditoria interna que são obsoletos, excessivamente retrospectivos, mal apresentados, com muito texto, não inspirados, não informativos e, em última análise, “esquecíveis”. Por outro lado, os melhores relatórios são oportunos, impactantes, priorizados por riscos, envolventes e persuasivos. Apoiados por boas conversas, trazem informações atualizadas, são facilmente interpretados e fornecem recomendações construtivas para permitir uma transformação positiva da cultura, dos sistemas e dos processos da organização. Para fazer um bom relatório de auditoria interna é necessário contar uma história, personalizar o documento, capturar o panorama geral, reforçar a “segurança psicológica”, tratar o relatório como ponto de partida e não como ponto final, fornecer insights e ir além do texto simples, utilizando infográficos e visualizações de dados, por exemplo.

Metodologia

A pesquisa Auditoria interna no Brasil 2020 – Percepções e expectativas dos membros de Comitê de Auditoria, elaborada pela Deloitte em parceria com o IIA Brasil, coletou insights relevantes de diversos membros de conselho, presidentes de comitês de auditoria e membros de comitês de auditoria, representando mais de 130 empresas (muitos membros têm assento em mais de um conselho ou comitê), de 20 países em todas as regiões. Foram abordadas as empresas da Fortune 500 e também organizações menores, bem como aquelas com grupos de auditoria interna inovadores e aquelas com funções mais tradicionais. Foram realizadas 62 entrevistas globalmente, 7 delas no Brasil. Foram cobertos os setores de energia, recursos e indústria; varejo e bens de consumo; serviços financeiros; governo e serviços públicos; tecnologia, mídias e comunicações; e saúde.

Crescem acúmulo e resgate de pontos nos programas de fidelidade, aponta ABEMF

Os programas de fidelidade voltaram a registrar altos índices de crescimento no terceiro trimestre de 2020 (3T20), de acordo com a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização). Dados da entidade apontam que os brasileiros acumularam 55,2 bilhões de pontos/milhas de julho a setembro deste ano, o que representa um crescimento de 31,6% na comparação com os três meses anteriores, quando o país enfrentava restrições mais rígidas em decorrência da pandemia. Desses, 97,2% foram acumulados em compras no varejo, na indústria e no uso dos cartões de crédito.

A quantidade de pontos/milhas resgatados no período também cresceu, foram 41,4 bilhões, o que significa um aumento de 57,9% sobre o trimestre anterior. Desse total, 53,7% foram destinados à troca por passagens aéreas, demonstrando o retorno da preferência do consumidor por viagens no momento de resgatar seus pontos/milhas.

Para o presidente da ABEMF, João Pedro Paro Neto, “a pandemia mudou hábitos de consumo, desacelerou setores, como o aéreo, e vimos no segundo trimestre do ano a quase totalidade dos pontos serem trocados por produtos do varejo. Com a retomada da economia, principalmente, do setor de turismo, muitos participantes de programas de fidelidade voltaram a optar pelos bilhetes aéreos no terceiro tri, o que já era esperado”, explica. Apesar das mudanças, o resgate de passagens aéreas ainda não voltou ao mesmo patamar pré-pandemia, quando de 70% a 80% dos pontos/milhas eram destinados a elas.

Outros indicadores demonstram a retomada do segmento no país. O faturamento das empresas associadas à ABEMF avançou 22,9% na comparação com o trimestre anterior, alcançando R$ 1,12 bilhão. O número de cadastros nos programas chegou a 152,4 milhões, 4,6% de aumento. E a taxa de breakage, que mede o percentual de pontos/milhas que os consumidores deixaram expirar, foi a menor da série histórica da associação, 12,2% no 3T20, representando uma queda de 6,2 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (2T20) e 5,2 p.p. a menos, na comparação com o mesmo período de 2019.

Segundo João Pedro Paro Neto, essa baixa no breakage pode ser mais um indicativo de que os brasileiros estão cada vez mais atentos aos programas de fidelidade, aprendendo a usufruir de todos os benefícios que eles oferecem. “É também um reflexo das muitas ações das empresas do setor para aumentar o engajamento do consumidor durante a pandemia, como o aumento de prazo de expiração dos pontos/milhas”, afirma o presidente da associação, que conclui: “A intenção dos programas não é aumentar receita com o saldo expirado, mas possibilitar que os participantes realmente efetuem as trocas de seus pontos/milhas. Desta forma, eles enxergam mais valor no seu programa de fidelidade e viabilizam o desenvolvimento de todo o mercado”.

*Os indicadores são referentes às empresas associadas Dotz, GPA, LTM, LatamPass, Smiles e TudoAzul. Algumas associadas, principalmente as que entraram recentemente na ABEMF, ainda não têm seus números contemplados nos indicadores da associação.

Open Labs anuncia a contratação de Ricardo Ramos

A Open Labs, uma empresa do Grupo Altice Labs, desenvolvedora de produtos e serviços digitais, anuncia a contratação de Ricardo Ramos Jr., para a posição de Gerente de Projetos de Assurance. Seu primeiro desafio será liderar a terceira implementação do sistema Altaia no Brasil, em mais uma operadora Tier 1 do mercado. A solução será implementada em Cloud e irá coletar indicadores que fornecerão KPIs de qualidade e desempenho da rede de celular.

Com 19 anos de atuação nos mercados de TI e telecomunicações, Ramos tem grande experiência em projetos de desenvolvimento e de gerenciamento de engenharia de rede. Além disso, nos últimos dois anos atuou como Gerente de Projetos na Nokia, onde era responsável por NPO Project Manager.

Segundo Fabrício Valeta, Diretor de Operações B/OSS da Open Labs, a contratação de Ricardo Ramos está alinhada com a estratégia de crescimento da organização que é a de manter e crescer os projetos existentes e conquistar novos mercados. “Ricardo agrega o time da Open Labs, pelo conhecimento prévio da solução Altaia uma vez que já trabalhou com ela em uma operadora.”.

Hoje, a solução Altaia é parte do full stack OSS da Open Labs, referência no mercado de análise e monitoramento de redes, sendo utilizada em operadoras na Europa, USA, além de grandes operadoras do mercado brasileiro.

Sua tecnologia consiste na flexibilização do usuário para criar seus próprios KPI’s e dashboards, além da utilização de Machine Learning para otimizar as operações e extrair indicadores SMP em conformidade com a Anatel.

Segundo Ramos, sua primeira missão é um projeto desafiador, tanto pela abrangência, quanto pelo prazo de implementação, que é inferior a seis meses. “Vou gerenciar uma equipe multidisciplinar, composta por equipe local e suporte de Portugal, com engenheiros de diferentes competências e culturas de trabalho”, destaca o executivo.

Ricardo Ramos Jr. é Bacharel em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense e especialista em Informática Industrial pela Escola Técnica Federal de Campos, no Rio de Janeiro.

A importância do Data Protection Officer para a LGPD

Por Eduardo Tardelli

Desde setembro deste ano, a Lei Geral de Proteção de Dados entrou em vigor, deixando as organizações sujeitas a multas e penalizações, caso não cumpram suas obrigatoriedades. E, apesar de ter sido sancionada em 2018, ela está gerando preocupação só agora, pois a maioria das empresas decidiu deixar para a última hora, começando as adequações somente neste ano, sem prever a pandemia do coronavírus.

Agora, além de pensar em novas formas de gerir os negócios para se manter no mercado com a crise, essas companhias precisam também implementar novas práticas e controles a fim de garantir o cumprimento da nova lei. Mas, além da preocupação com as multas, é preciso entender que o objetivo principal da LGPD é extremamente importante, tanto para a sociedade, quanto para as organizações em si.

A partir de agora, mais do que nunca, é necessário entender as diretrizes dessa nova lei e seu objetivo, para tornar mais fácil saber quais processos internos devem ser alterados e o porquê disso. Em paralelo, investir na conscientização coletiva da equipe como um todo para haja o cumprimento das normas e uma boa conduta é essencial, além da adoção da “cultura de proteção e segurança dos dados”, o que configura uma real mudança de mindset, uma tarefa desafiadora para muitas companhias

Neste contexto, é obrigatório definir uma das peças-chave desta nova legislação, o Data Protection Officer, ou seja, a pessoa que será encarregada de cuidar das questões referentes à proteção dos dados de seus clientes. Esse profissional terá como principal objetivo formar um programa de compliance focado na segurança da informação e no cumprimento da legislação e de suas normas.

Para que exerça seu papel, o DPO precisa estar totalmente informado das leis de segurança da informação, não só no Brasil, como no mundo, principalmente se a empresa tem ligações com outros países. Além disso, ele deve mostrar aos clientes quais são os dados que a empresa precisa coletar e o que será feito com cada um deles, mantendo-os seguros, de forma ética e segura por meio de boas práticas, condutas, ferramentas e controles.

Além disso, é o Data Protection Officer que recebe as reclamações e comunicações dos titulares, presta esclarecimentos e adotar providências; recebe comunicações da autoridade nacional e tomar as devidas providências; comunica e orienta aos colaboradores e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem implementadas em relação à proteção de dados pessoais; e executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares.

Ao definir um DPO, a organização consegue garantir uma maior assertividade às suas iniciativas, mitigando, dessa forma, futuros riscos com multas. A presença deste profissional também contribui para uma percepção positiva da empresa perante o mercado, pois demonstra que existe uma estrutura sólida dedicada à segurança das informações. Por fim, vale ressaltar que a LGPD é um assunto levado a sério por investidores internacionais, sendo assim, quem investe em ações para garantir a segurança no ambiente dos dados está à frente da concorrência.

É inegável que a profissão de DPO veio para ficar e, mais do nunca, será fundamental para monitorar, fiscalizar, orientar e fazer a ponte entre os titulares dos dados e as empresas. Seu papel deve ser valorizado e bem pontuado em negócios que desejam oferecer políticas internas e externas de dados de maneira mais segura e transparente!

Eduardo Tardelli, CEO da upLexis

Braspag tem novo Head Comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda e expandir a carteira de clientes, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata Fabio Gerber Khatcherian como novo Head Comercial.

O profissional acumula 25 anos de experiência na área comercial, sendo os últimos 22 no mercado de meios de pagamento, atuando em grandes players do segmento. Também tem vivência na gestão de carteira e atendimentos on e off-line de grandes empresas como Decolar.com, CVC, B2W, Magazine Luiza e Riachuelo.

Gerber também foi docente por seis anos em disciplinas de Administração e Marketing nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e Uninove em São Paulo (SP). “Assumo esse novo desafio com os sentimentos de gratidão pela oportunidade e de determinação para corresponder às expectativas da Braspag. É uma empresa líder do segmento e espero contribuir para que a excelência dos serviços e satisfação dos clientes aumente ainda mais“, declarou o executivo.

Fabio é formado em Administração de Empresas com Ênfase em COMEX pela Universidade Bandeirante de São Paulo e pós-graduado em Gestão de Marketing pela Fundação Armando Alvares Penteado (SP).

IBM Cloud oferece criptografia quântica segura e serviços criptográficos de alta proteção para ajudar a proteger os dados na era híbrida

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje uma série de serviços e tecnologias em nuvem construídos para ajudar os clientes a manter o nível mais alto de proteção de encriptação por chave criptográfica disponível, para ajudar a proteger os dados existentes na nuvem e se preparar para futuras ameaças que podem evoluir junto com os avanços da computação quântica. Introduzido por cientistas de IBM Research, a empresa agora passa a oferecer suporte de criptografia quântica segura para transações de aplicativos e gerenciamento de chaves em IBM Cloud, se tornando a abordagem de criptografia de segurança quântica mais holística disponível hoje no mercado para proteção de dados.

Os novos recursos incluem:

• Suporte para criptografia de segurança quântica (Quantum Safe Cryptography Support): Usando padrões abertos e tecnologia de código aberto, este serviço melhora os padrões usados ​​para transmitir dados entre a empresa e a nuvem, ajudando a proteger os dados por meio do uso de um algoritmo de segurança quântica.

• Extensão dos serviços de IBM Cloud Hyper Protect Crypto: Novos recursos estão disponíveis para aumentar a privacidade dos dados em aplicativos em nuvem, onde as informações enviadas pela rede para aplicativos em nuvem e dados confidenciais, como números de cartão de crédito, são armazenados em um banco de dados que pode ser criptografado no nível da aplicação, apoiado pelo mais alto nível de proteção de encriptação de chave criptográfica do mercado, com a capacidade de ‘manter sua própria chave’ (KYOK – ‘Keep Your Own Key’).

“Conforme nossa dependência de dados cresce na era da nuvem híbrida e os recursos de computação quântica avançam, a necessidade de privacidade de dados se torna ainda mais crítica. A IBM agora oferece a abordagem de segurança quântica mais holística para proteção de dados disponível atualmente, para ajudar as empresas a proteger os dados existentes e se proteger contra ameaças futuras”, disse Hillery Hunter, vice-presidente e diretora de tecnologia da IBM Cloud. “A segurança e a conformidade continuam a ser um foco e uma prioridade chave para IBM Cloud à medida que continuamos a investir em computação confidencial e nossos recursos de criptografia líderes para ajudar empresas de todos os tipos, especialmente aquelas em setores altamente regulamentados, a manter os dados seguros.”

Preparando-se para futuras ameaças com Quantum-Safe Cryptography Support

Enquanto a computação quântica visa resolver problemas complexos que nem mesmo os supercomputadores mais poderosos do mundo conseguem resolver, os futuros computadores quânticos tolerantes a falhas podem apresentar riscos potenciais, como a capacidade de quebrar rapidamente algoritmos de criptografia e acessar dados confidenciais. Para mitigar esses riscos, a IBM desenvolveu uma agenda estratégica clara para ajudar a proteger a segurança de longo prazo de nossas plataformas e serviços. Essa agenda inclui a pesquisa, o desenvolvimento e a padronização de algoritmos básicos de criptografia quântica segura como ferramentas de código aberto, como CRYSTALS e OpenQuantumSafe. Inclui também governança, ferramentas e tecnologia para ajudar nossos clientes a embarcar nessa jornada para um futuro mais seguro.

Hoje, como o próximo passo dessa agenda, a IBM está disponibilizando seus recursos de criptografia líderes do mercado criados por criptógrafos de IBM Research, para ajudar os clientes com uma abordagem de criptografia quântica segura para seus dados em trânsito em IBM Cloud. Os recursos foram criados para ajudar as empresas a se prepararem para ameaças futuras e podem ser úteis contra ataques nos quais agentes mal-intencionados coletam dados criptografados hoje com a intenção de depois decifrá-los, conforme a computação quântica avança.

IBM Key Protect, um serviço baseado na nuvem que fornece gerenciamento do ciclo de vida de chaves de criptografia que são usadas em serviços em IBM Cloud ou em aplicações criadas pelo cliente, agora possui a capacidade de usar uma conexão Transport Layer Security (TLS) habilitada para criptografia quântica segura, ajudando a proteger os dados durante o gerenciamento do ciclo de vida da chave.

Além disso, IBM Cloud também está introduzindo recursos de suporte de criptografia quântica segura para permitir transações de aplicações. Quando as aplicações em contêiner nativas na nuvem são executadas em Red Hat® OpenShift® em IBM Cloud ou IBM Cloud Kubernetes Services, as conexões seguras TLS podem ajudar a realizar transações de aplicações com suporte para criptografia quântica segura durante o transporte de dados e proteger contra possíveis brechas.

Protegendo dados confidenciais com IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services

As empresas também precisam reduzir os riscos de ameaças externas e internas, bem como atender à conformidade regulamentar.

Hoje, IBM Cloud também está disponibilizando novos recursos para ajudar a proteger dados confidenciais e transações de aplicações usando IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services, que fornecem o nível mais alto de proteção de criptografia de chave criptográfica do mercado, oferecendo aos clientes a capacidade de manter sua própria chave (KYOK – ‘Keep Your Own Key’). Construídos em hardware certificado FIPS-140-2 Nível 4, o mais alto nível de segurança oferecido por qualquer provedor de nuvem do mercado para módulos criptográficos, esses serviços permitem que os clientes tenham controle exclusivo de chave e, portanto, autoridade sobre dados e cargas de trabalho protegidos pelas chaves.

Desenvolvido para transações de aplicações onde há uma necessidade mais profunda de criptografia mais avançada, os clientes de IBM Cloud podem manter suas chaves privadas seguras dentro do módulo de segurança de hardware na nuvem enquanto descarregam o TLS para IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services para ajudar a estabelecer uma conexão segura com o servidor web. Eles também podem obter criptografia de dados confidenciais (como um número de cartão de crédito) no nível da aplicação, antes de serem armazenados em um sistema de banco de dados.

Continuando a atender às demandas de segurança de clientes e setores altamente regulamentados

A IBM tem investido em tecnologias de computação confidencial por mais de uma década e hoje oferece computação confidencial pronta para produção para ajudar os clientes a proteger dados, aplicações e processos.

Para reforçar seu compromisso com a segurança e conformidade, a IBM continua a colaborar com seus pares no mercado para progredir ainda mais nas iniciativas de padronização. Por exemplo, as melhores práticas de segurança em IBM Cloud agora estão disponíveis como um benchmark Center for Internet Security (CIS) Foundations para IBM Cloud, e os criptógrafos de IBM Research são contribuidores importantes para os algoritmos QSC que estão listados no National Institute of Standards and Technology (NIST).

¹As chaves de criptografia e as operações criptográficas são protegidas com o certificado HSM de mais alto nível-com os serviços Hyper Protect Crypto: FIPS 140-2 Nível 4.
²Com base no IBM Hyper Protect Crypto Service, o único serviço do mercado desenvolvido com hardware certificado FIPS 140-2 Nível 4. O FIPS 140-2 Security Level4 fornece o mais alto nível de segurança definido neste padrão. Nesse nível de segurança, os mecanismos de segurança física fornecem proteção abrangente ao redor do módulo criptográfico com a intenção de detectar e responder a todas as tentativas de acesso físico não autorizado.

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Magalu mais que duplica as vendas em novembro e ganha 10 pontos percentuais de participação de mercado no e-commerce

O Magalu fez a maior Black Friday de sua história. Em novembro, mês que contou com promoções diárias nas lojas físicas e nos canais digitais, a empresa mais do que dobrou suas vendas, na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com as consultorias Nielsen e E-bit, durante os quatro dias do evento da Black Friday, o e-commerce do Magalu ganhou dez pontos percentuais de participação de mercado. Foi a Black Friday do #TemNoMagalu. Além de suas categorias tradicionais, como tecnologia e eletrodomésticos-, foram vendidas mais de 5 milhões de fraldas, 90 000 latas de milho e 30 000 pneus. A Black Friday acompanhou, assim, o ritmo forte de crescimento de vendas de novembro.

A categoria Mercado foi um dos destaques do quatro dias de Black Friday. Mais de um milhão de itens — entre produtos de higiene e limpeza, alimentos e bebidas — foram comercializados entre quinta-feira e domingo. O marketplace também teve crescimento expressivo. O número de sellers que participaram desta Black Friday cresceu 152% em relação a 2019.

Mesmo com o crescimento exponencial das vendas, o Magalu manteve a qualidade do serviço ao cliente: as reclamações durante o evento representaram apenas 0,02% dos pedidos e foram 15% menores do que a média dos últimos seis meses, na análise do site Reclame Aqui.

Show da Black das Blacks Magalu


O Magalu começou a Black Friday deste ano com o megashow Black das Blacks Magalu, na virada de quinta pra sexta-feira. O evento ficou em primeiro lugar no Twitter brasileiro, com 37 000 menções da #BlackdasBlacksMagalu. Um dos pontos altos da noite foi a presença da Lu, em holograma, no palco. A influenciadora digital virtual interagiu com a audiência e até dançou ao som do forró dos Barões da Pisadinha.

A segunda edição do show Black das Blacks foi um evento de compras, uma data de festa e entretenimento. O conceito, conhecido como shopstreaming ou live shopping, foi criado na China, para a celebração do Dia dos Solteiros. “Nosso show foi um enorme sucesso — de vendas e de audiência”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Magalu. “Fizemos uma virada histórica.”

Com direção de Boninho, a Black das Blacks Magalu foi comandada pelo apresentador Luciano Huck e contou com shows dos principais artistas e influenciadores do país – nomes como a cantora Anitta, que comemorou seus 10 anos de carreira com um medley de seus principais sucessos, a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, o pagodeiro Dilsinho e os Barões da Pisadinha, além de uma dezena de outras estrelas da música e do humor.

A Black das Blacks trouxe para o palco alguns dos principais marcos do Magalu ao longo de 2020. Os sellers do Parceiro Magalu, plataforma criada para ajudar os pequenos varejistas analógicos que precisaram fechar suas lojas durante o auge da pandemia, apareceram no telão do show para trazer suas histórias – e, claro, oferecer seus produtos. Os vendedores da empresa, por meio da venda remota, interagiram com o comediante Paulo Vieira, ao vivo.

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