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Empresa incubada no Senai é finalista de prêmio nacional

A Vision to Business (V2B) Tecnologia é uma empresa de desenvolvimento e serviços voltada à área de Tecnologia de Informação e Negócios. Localizada no Campus da Indústria, dentro da Incubadora do Senai, a V2B é uma das finalistas da edição 2013 do Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, na categoria Melhor Empresa Incubada.

Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Sebrae, o prêmio reconhece e prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortaleçam o desenvolvimento sustentável do país. O resultado final da premiação será conhecido no dia 17 de outubro de 2013, em Recife-PE, durante o XXIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas.

V2B

O mercado de Enterprise Resource Planning (ERP), softwares de gestão transacional têm um crescimento médio de 11% ao ano. Porém ainda existe uma grande dificuldade em cruzar informações de diferentes setores nas empresas, de forma acessível para os gestores. Para solucionar esse problema, muitas indústrias geram e customizam os relatórios manualmente ou buscam soluções de business intelligence, ambas com custo elevado. Fundada em 2010, a V2B, visando suprir essa necessidade, criou um software capaz de captar grandes volumes de dados e apresentá-los na forma de indicadores estratégicos.

Em 2012, a empresa se instalou na incubadora do Senai. Roberto Galli, diretor da V2B, conta que a oportunidade foi de encontro ao momento vivido pela empresa na época. “Já oferecíamos um produto inovador. Buscamos levar para as indústrias uma solução de business intelligence de alta tecnologia, mas ao mesmo tempo simples e que não requer grande investimento do cliente, pois é entregue em forma de serviço”, explica o diretor.

Segundo Galli, a empresa encontrou na incubadora uma forma de acelerar e expandir seu negócio. “Através do Senai, pudemos apresentar nosso produto para as indústrias paranaenses, ter acesso a práticas de gestão e mais contato com investidores. A incubadora é uma grande vitrine para a V2B”, conclui. A Incubadora é uma iniciativa no Senai Centro Internacional de Inovação que promove o empreendedorismo em startups e spin offs que possuem um negócio com perspectiva de mercado e crescimento em escala.

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Começa a Expo.Logística 2013, o mais tradicional evento de Supply Chain do Brasil

EXPO.LOGÍSTICA 2013 CHEGA A 14ª EDIÇÃO REUNINDO AS EMPRESAS LÍDERES EM LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN

Em paralelo à feira, Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas

O mais conceituado e tradicional evento de Supply Chain do Brasil chega a 14ª edição consolidado como o palco de apresentação das tendências e discussão de temas que estão no topo da agenda dos altos executivos do setor. O XIX Fórum Internacional de Supply Chain e a feira Expo.Logística 2013, acontecerão simultaneamente de 9 a 11 de outubro no Hotel Royal Tulip, em São Conrado, no Rio de Janeiro. O evento é realizado pelo ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, com promoção e organização da Fagga | GL events Exhibitions.

A Expo.Logística apresentará novidades em produtos e serviços através dos principais players dos segmentos de transporte, armazenagem, distribuição, automação, comércio exterior, consultoria, gerenciamento de risco, seguros e tecnologia da informação. Paralelamente à feira, o Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas que serão discutidas por especialistas renomados, nacional e internacionalmente, sendo duas em âmbito global. Serão apresentados, por exemplo, os resultados da pesquisa 2013 “Custos logísticos no Brasil”.

Diretor de negócios do evento, Victor Montenegro destaca a extensa possibilidade que o encontro entre executivos no evento proporcionará. “Além de unir a exposição ao conhecimento, o evento é, principalmente, um grande espaço para novas oportunidades de negócios. Os principais empresários e contratantes do setor de logística estarão por lá”, garante.

Em 2012, mais de 2 mil visitantes marcaram presença. Foram 34% de presidentes, CEOs e diretores do setor, que figuraram entre os principais visitantes, seguidos de gerentes sêniores (28%), gerentes (22%) e demais visitantes, que representaram 16%.

“A Expologística é uma grande fórum de debate para a JSL, participamos do evento desde o seu início e é sempre uma grande oportunidade para fazermos contatos, mostrar a nossa expertise em logística com a apresentação de um case e entender um pouco mais das necessidades do setor de logística”, destaca Fábio Velloso, diretor da JSL, empresa com o mais amplo portfólio de serviços logísticos do Brasil e líder no segmento.

Referência em capacitação de executivos nas áreas de logística, operações e serviços, o Fórum conta com nove palestrantes internacionais. A programação de 2013 irá incorporar workshops que vão tratar de temas emergentes, além das Mega Sessões, Sessões Gerais, Cases e Tutoriais.

“É o segundo ano que participamos. Este é um evento que reúne os principais executivos do mercado logístico do Brasil, uma excelente oportunidade para a GEODIS divulgar seus novos serviços e estabelecer seu nome como um grande player nacional entre os 3PLs (em inglês Third-Party logistics – operadores logísticos terceirizados)”, afirma Wagner Covos, diretor regional da Geodis Wilson, multinacional entre as maiores do mundo em gerenciamento de fretes.

No evento acontecerá também a tradicional cerimônia de entrega do Prêmio ILOS – Os Melhores Prestadores de Serviços Logísticos do Brasil, em sua 13ª edição. Os 10 prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro são escolhidos por 300 profissionais atuantes nas maiores indústrias do País.

Neste ano, a abertura do XIX Fórum Internacional de Supply Chain & Expo.Logística comentará a provável transformação da infraestrutura logística no Brasil, por conta de processos de concessões e privatizações. Para tratar do tema, a abertura terá duas palestras como Sessão Keynote (de 8h30 às 9h50). Sob moderação de Paulo Flaury, CEO do ILOS, os assuntos serão: “Crescimento Econômico e Infraestrutura no Brasil: tendências recentes e perspectivas futuras”, com Cláudio Frischtak, economista e head da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios; e “Infraestrutura Logística e Prosperidade das Nações: desafios e oportunidades”, com Jean-François Arvis, economista sênior do World Bank.

A programação inclui outras sessões sobre o tema. Confira a programação completa do Fórum.

Fonte: Comunicação Fagga

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Itaipu e Renault assinam acordo para desenvolver veículos elétricos no Brasil

Itaipu e Renault assinam acordo de cooperação tecnológica que prevê a montagem de 32 Twizys no Centro de Pesquisa Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos de Itaipu (CPDM-VE/IB), em Foz do Iguaçu (PR). Os veículos, vendidos pela Renault, chegarão ao País desmontados, em kits mecânicos, e servirão para uso restrito da Itaipu e instituições parceiras do Programa VE.

Os principais pontos do acordo contemplam estudos para a elevação gradual do índice de nacionalização dos componentes utilizados nos veículos elétricos da Renault e a preparação de subfornecedores de peças para o mercado regional.
A partir de agora, a Renault também passa a integrar oficialmente o time de parceiros do Programa Veículo Elétrico (VE), iniciativa liderada pela Itaipu Binacional e a empresa suíça Kraftwerke Oberhasli AG/KWO.

“O acordo com a Renault une grandes empresas, líderes em seus segmentos, que têm o desejo de desenvolver tecnologias limpas, que não agridem o meio ambiente com a emissão de gases poluentes”, afirmou Jorge Samek, diretor geral Brasil da Itaipu Binacional. “Tenho a convicção de que o veículo elétrico estará presente no futuro da mobilidade”, completou.

“A Aliança Renault-Nissan está investindo 4 bilhões de Euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Acreditamos que o futuro da mobilidade passa, necessariamente, por veículos zero emissão”, afirmou Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

O chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável de Itaipu, engenheiro Celso Novais, destacou que o acordo prevê estudos de nacionalização de componentes e a identificação de futuros fornecedores no Brasil e no Paraguai.

“Queremos aproveitar o grande know-how da Renault em veículos elétricos para ajudar a desenvolver um braço importante da cadeia produtiva, que é o segmento de subfornecedores de peças”, disse o engenheiro.

O documento foi assinado ontem, em São Paulo, pelos diretores gerais de Itaipu, Jorge Samek (Brasil) e James Spalding Hellmers (Paraguai), e pelo presidente da Renault do Brasil, Olivier Murguet.

No mercado internacional, a Renault já lançou os modelos elétricos Fluence ZE, top de linha; o comercial leve Kangoo ZE (cargo); o hatch Zoe; além do Twizy.

“Nós decidimos começar a parceria pelo Renault Twizy porque a montagem desse modelo é menos complexa. Apesar disso, é um carro que agrega muita tecnologia e inovação, sendo um autêntico city car, feito para duas pessoas. Assim, teremos menos dificuldade para a absorção da tecnologia”, acrescentou Celso Novais.

Na Europa, o Twizy compõe uma categoria especial de veículos, para uso exclusivo em cidades e rodovias de perímetro urbano. Os modelos não podem ser utilizados em rodovias expressas.

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Intel e IDC revelam as tendências da mobilidade corporativa no Brasil

Em evento realizado hoje em São Paulo, a Intel e a IDC revelaram dados preliminares da pesquisa “Mobilidade Corporativa”, que revela tendências sobre a adoção de dispositivos móveis – tablet e smartphones – dentro das empresas. A pesquisa também levantou dados sobre a consumerização e a falta de gerenciamento de dispositivos pessoais usados pelos colaboradores que carregam dados das empresas. A pesquisa entrevistou 288 profissionais entre os meses de Agosto e Setembro de 2013, na sua maioria gerentes de TI, CIOs ou CTOs, em empresas com mais de dez funcionários. Foram consultadas empresas nas verticais de finanças, manufatura, setor público, comércio, saúde, educação e serviços.

Para a IDC, 90% do crescimento da TI entre 2013 e 2020 será relacionado à Terceira plataforma, que agrega computação em nuvem, dispositivos e aplicações móveis, tecnologias sociais e big data. “A terceira plataforma é formada por soluções, e não somente Hardware ou Software” explicou Bruno Freitas, analista de mercado da IDC Brasil. “As grandes oportunidades nesta plataforma estão na combinação de componentes de acordo com as necessidades do negócio. E a mobilidade passa a ser cada vez mais importante à medida que o foco dos profissionais passa a ser as atualizações em tempo real das informações relevantes para a tomada de decisão.”

Em 2013, os smartphones e tablets seguem um movimento de alta popularização, tanto no mercado consumidor quanto no corporativo e governo. A IDC estima que 14% do total da venda de tablets em 2013 irá para o segmento corporativo. Entretanto, por conta da consumerização, o número de dispositivos sendo usado para fins de trabalho será ainda maior. No Brasil, 30% das empresas permitem que os colaboradores acessem dados corporativos em seus smartphones, e 27% permitem o acesso em tablets. O Brasil está marginalmente atrás de outros países na América Latina, onde o acesso de dados corporativos em smartphones chega a 33%, e em tablets, 28%.

Outro estudo da IDC também indica que o uso de tablets caminha lado a lado com os PCs: 44% dos usuários de desktops e 33% dos usuários de notebooks passaram a usar menos os PCs após a adoção do tablet, mas não os substituíram – usuários de desktops diminuíram o uso do PC em 32%, e os de notebooks em 26%. “Esses dados vão ao encontro com a visão da Intel de que o tablet é um dispositivo adicional, e não um substituto, dos computadores”, comentou Rodrigo Tamellini, gerente de produtos para tablets e smartphones da Intel para a América Latina. “O tablet oferece muita versatilidade para o usuário, mas não consegue entregar toda a produtividade de um computador. Uma opção interessante para as empresas são os dispositivos 2 em 1, que funcionam como notebook e como tablet, entregando assim o melhor dos dois mundos para os profissionais.”

Softwares corporativos apresentam oportunidades

Apesar do crescente número de pessoas utilizando dispositivos móveis para funções de trabalho, as aplicações corporativas adaptadas para dispositivos móveis ainda não decolaram no país. Das empresas com mais de 250 funcionários, apenas 19% utilizam algum tipo de aplicação corporativa móvel, como CRM, ERP ou SFA. Nas empresas com menos de 250 funcionários, a número cai para 12%. Aqueles que usam aplicações corporativas, preferem fazê-lo nos tablets do que nos smartphones – estes são preferencialmente utilizados para acesso a email (72%) e Internet (63%).

“Tablets de uso corporativo devem aumentar sua penetração nas empresas de acordo com o avanço dos aplicativos de negócios”, disse Bruno Freitas. “Verificamos que há bastante interesse por parte das empresas em adotar este tipo de aplicação, o que abre enormes oportunidades para empresas de software.”

“O mercado de software brasileiro sempre foi bastante forte no segmento corporativo, e a Intel está ajudando estas empresas a realizarem o salto em direção à mobilidade”, disse Rodrigo Tamellini. “Estamos ajudando os desenvolvedores a extraírem todo o potencial dos processadores Intel para as aplicações móveis, e mantemos comunidades bastante ativas relacionadas à mobilidade, como as comunidades de Android e HTML5. Por meio de programas de apoio, a Intel tem entregado a seus parceiros benefícios diversos, entre eles recursos de marketing e vendas, acesso a papers e materiais técnicos e comunidades online”

Consumerização não é uma escolha para a TI

A consumerização e o BYOD (traga seu próprio dispositivo, na sigla em inglês) continuam a crescer dentro das empresas brasileiras: em 2013, 38% das empresas permitiam o acesso aos dados corporativos em smartphones pessoais, contra 30% em 2012. No caso dos tablets, a permissão para uso no ambiente corporativo cresceu de 27% em 2012 para 29%. “Em 2012-2013, as empresas pararam de permitir o uso de smartphones pessoais enquanto criavam una estratégia integral de mobilidade. Em 2013, com um cenário mais claro, a tendência voltou a crescer, disse Bruno Freitas.

Entretanto, o modelo continua trazendo dor de cabeça aos departamentos de TI, em especial com relação riscos de segurança e de privacidade. No Brasil, apenas 40% dos dispositivos pessoais são inclusos nas plataformas de MDM (gerenciamento de dispositivos móveis, na sigla em inglês). O Brasil se encontra atrás da média da América Latina (47%), e de países como Argentina (64%) e Chile (45%).

A Intel defendeu um novo modelo para as empresas, o CYOD (escolha seu próprio dispositivo, em inglês), ao invés do BYOD. No CYOD, a empresa seleciona um leque de dispositivos de consumo e dá ao colaborador a chance de escolher o que mais lhe agrada. “O CYOD é um caminho do meio, onde a TI adquire um excelente grau de controle sobre os dispositivos que acessam dados corporativos e ao mesmo tempo satisfazem as demandas dos usuários”, explicou Rodrigo Tamellini. “Ignorar o fenômeno da consumerização não é uma opção: as empresas precisam criar políticas claras para os usuários e assegurar o controle dos dados corporativos.”

Nem todos os tablets nascem iguais

A Intel salientou a importância de escolher o dispositivo certo para o uso corporativo. O uso indiscriminado de produtos orientados ao mercado de consumo pode causar perda de produtividade, riscos de segurança e problemas de compatibilidade com os sistemas da empresa.

Os tablets orientados ao uso corporativo são pensados desde o início como uma ferramenta de trabalho eficiente, e que se adequa ao ambiente de TI da empresa. Estes produtos normalmente oferecem opções de gerenciamento remoto e níveis de segurança mais elevados. Também suportam aplicativos de escritório e possuem portas para conexão com periféricos. Como produtividade é essencial, esses modelos contam com maior capacidade de processamento.

A empresa demonstrou diversos novos dispositivos móveis com processadores de alta velocidade e grande capacidade de bateria, preparados para atender as demandas do mercado corporativo. A Intel destacou os benefícios de dispositivos 2 em 1 como boas opções para as empresas, devido a sua capacidade de funcionar como uma estação de trabalho móvel que entrega a mesma performance de um notebook moderno, sem perder a mobilidade dos tablets.

“Para muitos gestores de TI, o 2 em 1 é a solução perfeita, pois reduz o custo total de propriedade, diminui o inventário de dispositivos e entrega uma experiência que é altamente satisfatória e produtiva para o usuário”, concluiu Tamellini.

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Em ritmo de expansão, Solyos apresenta novidades ao mercado

Especializada em soluções tecnológicas para o atendimento de entidades empresariais como a Federação do Comércio do Paraná, a empresa curitibana Solyos desenvolve softwares para internet que também atendem a diversos setores. Domina o mercado em certificados de origem, documentos eletrônicos expedidos por entidades brasileiras para atestar que determinado produto ou serviço é produzido no país e pode contar com benefícios estabelecidos em acordos de comércio exterior. A empresa serve o setor de transportes com Conhecimento de Transporte Eletrônico e vai lançar software para gerenciamento de receitas de hotéis. Daniel Weimer, diretor executivo da Solyos, ainda reforça o interesse da empresa em expandir não só na conquista de clientes em diversos estados, mas também na abertura de escritórios fora do Paraná. “Nosso escritório em Porto Alegre, por exemplo, reforça o atendimento do Rio Grande do Sul e trabalha na revenda de um software jurídico”. Daniel adianta que, “com o fechamento de novos contratos, a empresa já se prepara para aumento do número de colaboradores e melhorias na estrutura física do escritório em Curitiba”.

Saiba mais sobre a Solyos em www.solyos.com.br

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Brasil Game Show 2013 estimula a geração de negócios através do Sistema de Matchmaking

Aplicativo online permitirá o agendamento de reuniões entre expositores e empresas do Mercado de Games através do site www.bgsb2b.com.br

Com o intuito de estreitar a relação de empresas nacionais e internacionais e estimular a geração de negócios no país, a Brasil Game Show (BGS) oferece a ferramenta para que empresas e profissionais da área tenham a oportunidade de solicitar reuniões com as empresas expositoras do Evento. Todos os usuários contarão com um perfil individual, onde poderão enviar convites e montar suas agendas de reuniões na Feira.

Sucesso em 2012, o Matchmaking contou com mais de 260 empresas cadastradas e possibilitou o agendamento de mais de 1000 reuniões, favorecendo o fechamento de negócios e fomentando o Mercado de Games Nacional.

A BGS, Maior Feira de Games da América Latina, se tornou o local escolhido pelas grandes empresas para fazerem seus anúncios para a região e reunirá, entre os dias 25 e 29 de Outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, cerca de 150 expositores. Mais informações no site www.brasilgameshow.com.br .

Sobre a Brasil Game Show

A Brasil Game Show (BGS) é a Maior Feira de Games da América Latina. Realizada em seis edições consecutivas, a BGS é uma empresa 100% focada no crescimento do Mercado de Jogos Eletrônicos e a Feira de games que mais cresce no mundo. Sucesso e recorde de público, o Evento reúne os principais nomes da Indústria de Games. Confira todos os detalhes da última Edição no site oficial www.brasilgameshow.com.br ou acompanhe as últimas novidades do Evento no Facebook em www.facebook.com/BrasilGameShow .

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Dobra o número de dissídios em discussão na Justiça

As negociações trabalhistas endureceram em 2013, refletindo a aceleração da inflação e o baixo crescimento econômico. Segundo a desembargadora do TRT da 2ª Região, Rilma Aparecida Hemetério, somente neste ano 109 dissídios coletivos foram parar no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – que engloba a Grande São Paulo e a Baixada Santista. O número é o dobro do ano passado, quando o Tribunal registrou 55 ações, refletindo as dificuldades nas negociações coletivas. “O Brasil sempre prefere resolver seus conflitos pela via judicial. Embora tenha se tentado as negociações coletivas, os sindicatos não conseguem utilizar o direito de mediar as negociações trabalhistas de maneira uniforme”, defendeu.

Segundo o professor da PUC-SP, Renato Rua de Almeida, parte do problema decorre de restrições que dificultam a representatividade. “Ainda não temos sindicatos com total autonomia. Eles ainda defendem interesses individuais”, afirmou.

Rilma e Almeida participaram nesta sexta-feira (4) do 2º Simpósio Internacional de Direito Sindical e Individual do Trabalho, promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pela União Geral dos Trabalhadores (UGT). O evento debateu as estruturas sindicais do Brasil, da Espanha e de Portugal.

O cenário brasileiro é diferente do que ocorre na Espanha, embora o país apresente uma das maiores taxas de desemprego da zona do euro, atualmente no meio de uma crise econômica. “Na Espanha, as negociações coletivas são asseguradas pelo sistema, os sindicatos estão presentes nas empresas e no governo e há atuação ativa na tomada de decisão”, afirma o jurista espanhol Manuel Carlos Palomeque. Ele conta que, ao contrário do Brasil, os sindicatos espanhóis não têm sedes próprias porque atuam diretamente nas companhias.

No entanto, o modelo espanhol de sindicalização não obrigatória conta com baixa adesão. A cada cem trabalhadores, apenas 20 são sindicalizados e os sindicatos são mantidos pelo governo, pois de acordo com a Constituição do país, eles são peça necessária para o funcionamento do sistema produtivo.

Em Portugal, todos os trabalhadores têm o direito de se filiar ao sindicato que mais se aproxime de seus interesses e também de formar sua própria entidade, caso esteja descontente. Segundo o professor associado da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, João Leal Amado, isso dificulta muito a representatividade. “Temos uma grande lacuna no direto sindical, com a presença de muitos sindicatos que competem entre si. Poderíamos criar um único sindicato para cada categoria”, afirmou.

O presidente do Conselho de Assuntos Sindicais da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Junior, salientou a importância da realização do simpósio para o desenvolvimento do direito sindical brasileiro. “Tanto a FecomercioSP como a UGT entendem que o papel das duas entidades vai além de discutir as regulações das relações do trabalho. Precisamos ser protagonistas do desenvolvimento do processo das relações de cidadãos”, defendeu.

Segundo o presidente da UGT, Ricardo Patah, o diálogo sobre Direito Sindical é fundamental para o Brasil traçar cenários futuros e aprender com experiências internacionais. “A UGT representa a base da pirâmide e o papel dos atores sociais deve ser valorizado”, concluiu.

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Segmento de aplicativos móveis pode alavancar o setor de software e serviços

O mais recente estudo divulgado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com o IDC (International Data Corporation) apontou um horizonte bastante promissor para o mercado de TI nacional. O setor cresceu 41,6%, em 2012, e uma das expectativas da pesquisa é de que o Brasil seja o país que terá maior crescimento em investimentos em TI, em 2013. Crescemos 26,7% com o mercado brasileiro de software e serviços, em 2012, mas ainda continuamos respondendo apenas por 3% do mercado mundial, com um mercado formado por 86% de micro e pequenas empresas.

Apesar dos números positivos, o setor ainda tem muitos desafios a superar para manter sua evolução e tornar-se mais competitivo. Representando 42,2% dos investimentos em software no Brasil, em 2012, o segmento de desenvolvimento de aplicativos pode ser uma grande oportunidade para superar esse desafio.

Se avaliarmos a mensagem deixada pelo professor Eduardo Costa, consultor e diretor geral do ÁgoraLab, que esteve presente no ABES Software Conference 2013, em agosto, cujo o tema foi os “ Desafios e Oportunidade em Inovação e Fomento para a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, entenderemos que a solução para iniciativas inovadoras de sucesso em TI está na compreensão das necessidades do cidadão para que a tecnologia seja colocada a serviço do ser humano.

Já somos um país de 265 milhões de aparelhos celulares, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de junho deste ano. As vendas de smartphones no país subiram 110% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, para 8,3 milhões de unidades, segundo levantamento do IDC Brasil. A grande demanda por esse “ device” gera um enorme fluxo de dados e com eles diversas novas necessidades dos usuários, maior oportunidade para as empresas se conectarem melhor e com novos públicos.

A recente publicação da portaria nº 87 do Ministério das Comunicações que prevê isenção de impostos sobre smartphones fabricados no Brasil, que contenham um pacote mínimo de aplicativos nacionais é um grande incentivo e oportunidade para os desenvolvedores nacionais.

Os números desse estudo apontam claramente para um mercado formado, em sua grande maioria, por pequenas empresas que necessitam de incentivo, suporte e um ambiente de negócios favorável para que possam crescer. Temos ainda um caminho longo pela frente, mas em contrapartida, contamos com um mercado em franca ascensão, com grandes demandas, que necessitam, fundamentalmente, de conhecimento local e experiência neste mercado para explorar qualquer oportunidade.

Jorge Sukarie, -presidente do Conselho da ABES e presidente da Brasoftware, um dos mais tradicionais revendedores de software, com mais de 26 anos de atuação no mercado brasileiro.

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Gartner: 64% das empresas já investiram ou planejam investir em Big Data, em 2013

De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, os investimentos globais em Big Data continuam a crescer, em 2013. Pesquisa revela que 64% das empresas ouvidas estão investindo ou planejam investir nestas tecnologias e, menos de 8% já as implantaram. Estas tendências e o mercado de Big Data no Brasil e na América Latina serão analisados no Symposium ITxpo, que acontece entre os dias 4 e 7 de novembro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Um estudo realizado pelo Gartner, em junho de 2013, com 720 organizações ao redor do mundo, examinou os planos de investimento em tecnologia das companhias em Big Data, estágios da adoção, problemas dos negócios solucionados, dados, tecnologia e desafios. “O hype sobre Big Data continua conduzindo o aumento nos investimentos, mas há solidez por trás disso. Esta pesquisa destaca empresas de vários setores e lugares enxergando oportunidades e o real valor de negócios”, explica Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisa e analista distinto do Gartner.

Neste ano, os setores que mais investem em Big Data são mídias e comunicações, bancos e serviços. O levantamento revela que 39% das empresas de mídias/comunicações disseram que já investiram em Big Data, seguidas por 34% dos bancos e 32% das empresas de serviços. Os investimentos planejados durante os próximos dois anos são mais altos para os setores de transporte (50%), saúde (41%) e seguros (40%). Porém, todos os segmentos mostram investimentos nesta tecnologia.

Regionalmente, a América do Norte continua a liderar os investimentos, com 38% das empresas dizendo que investiram na tecnologia específica para o desafio de Big Data. Na região da Ásia/Pacífico, 45% das companhias indicam que planejam investir dentro dos próximos dois anos. De acordo com a experiência do Gartner, América Latina, Europa, Oriente Médio e África (EMEA) sempre ficam para trás na adoção das tecnologias, e com o Big Data não será diferente.

“Independente da localidade, os investimentos têm diferentes estágios. Começam com a aquisição de conhecimento, passam para a definição da estratégia, seguido por um experimento ou teste de conceito. Após a primeira fase ser bem sucedida, a implantação acontece e o investimento aumenta. No passar do tempo, a operação de negócios começa a confiar nas implementações e os investimentos passam a administrar os sistemas”, explica Feinberg.

Para Big Data, 2013 é o ano da experimentação e das primeiras implantações. Menos de 8% dos participantes da pesquisa indicam que as empresas já implantaram soluções de Big Data, 20% estão em fase piloto/experimentação, 18% estão desenvolvendo a estratégia e 19% estão obtendo conhecimento. As demais companhias não têm planos.
Há uma ampla gama de problemas de negócios a serem resolvidos usando Big Data. No topo do ranking dos estudos do Gartner de 2012 e 2013, estão a eficiência de processos e a experiência do cliente. Na pesquisa deste ano, 55% das empresas afirmam que já estão conseguindo melhorar a experiência do cliente usando Big Data, enquanto 49% usam para a eficiência de processos.

Algumas atividades de Big Data somam às atuais práticas de negócios, como, por exemplo, entender melhor as necessidades dos clientes, aumentar a eficiência de processos, reduzir ainda mais os custos ou detectar melhor os riscos. Algumas empresas estão se engajando em atividades mais “inovadoras”: 42% estão desenvolvendo novos produtos e modelos de negócios e 23% estão lucrando diretamente com a informação. O Gartner acredita que as grandes oportunidades estão nestas áreas.

Algumas atividades de Big Data somam às atuais práticas de negócios, como, por exemplo, entender melhor as necessidades dos clientes, aumentar a eficiência de processos, reduzir ainda mais os custos ou detectar melhor os riscos. Algumas empresas estão se engajando em atividades mais “inovadoras”: 42% estão desenvolvendo novos produtos e modelos de negócios e 23% estão lucrando diretamente com a informação. O Gartner acredita que as grandes oportunidades estão nestas áreas. O cenário e o futuro de Big Data e Analíticos, até 2020, serão apresentados por Donald Feinberg durante o Gartner Symposium ITxpo 2013.

Na ocasião, os participantes contarão com as palestras de Max Gehringer, administrador, autor e apresentador, no dia 7/11 (quinta-feira), às 16h30, sobre o desafio pessoal do profissional brasileiro, e de Silvio Meira, engenheiro, autor e PhD em Ciências da Computação, no dia 6/11 (terça-feira), às 17h, sobre o papel da inovação no Brasil.

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Redes sociais: 51,4% utilizam para fins corporativos na América Latina

Pesquisa realizada pela ESET América Latina revela que o uso das redes sociais para estudar e trabalhar se aproximou ao uso para entrar em contato com amigos e familiares. A pesquisa afirma que 51,4% dos usuários da região utilizam suas redes para fins corporativos.

Embora comunicação com amigos e família (85,6%) e estudo (53,6%) serem as razões mais mencionadas de uso pelos usuários pesquisados, um pouco mais da metade (51,4%) compartilha dados corporativos e dizem que o uso para trabalho está como terceiro motivo mais importante, demonstrando que as empresas e os usuários também utilizam esses meios para desenvolver suas tarefas de trabalho diárias.

Diante da pergunta “que tipo de dados você compartilha em redes sociais?”, 49,1% afirmaram que compartilham informações de trabalho comparados a 55,3% que enviam informações pessoais e 53,4% que publicam notícias. As redes sociais podem ser utilizadas de forma positiva e proveitosa pelas empresas devido a características como massividade e instantaneidade, entre outras.
No entanto, implementar políticas de segurança adequadas para limitar o uso dessa tecnologia nos meios corporativos é fundamental para resguardar os ativos mais importantes de todo negócio: a informação.

“Na ESET América Latina acreditamos que o posicionamento que as companhias devem adotar é de respeito ao uso livre de smartphones (BYOD – Bring your own device – Traga seu próprio aparelho) e redes sociais, e da mesma forma a empresa deverá avaliar os benefícios e riscos; Além disso, é imprescindível que independentemente de permitir ou restringir uso dessas tecnologias, se adotem medidas de segurança permanentes” conta André Goujon, Especialista de Awareness & Research de ESET América Latina.

Levando em conta que 70,5% dos entrevistados usam algum tipo de dispositivo móvel para acessar as redes sociais, no caso de permitir o seu uso, a gestão de segurança implica na utilização de uma solução de segurança configurada adequadamente para as contas corporativas nas redes sociais com ativação por dupla autenticação. Em caso contrário deve se utilizar, por exemplo, um software que facilite a restrição do acesso a este tipo de serviço.

Existem muitas ameaças que podem atacar usuários de redes sociais, entre elas códigos maliciosos, phishing, scam (fraudes), publicações/posts maliciosos e identidade falsa, entre outros.

Dessa forma, 41,1% dos entrevistados confirmaram ter encontrado publicações suspeitas em suas contas. “Não necessariamente se trata de um ataque, mas é importante ter cuidado com publicações estranhas e evitar clicar nos links desconhecidos. Por exemplo, existe um malware como o Dorkbot que utiliza o chat de conversação do facebook para se propagar”, completa Goujon.

O guia completo de segurança em redes sociais produzido pela ESET América Latina está disponível em http://www.slideshare.net/ESET_Brasil/guia-de-segurana-em-redes-sociais-eset. Contém dicas úteis e orientações para se proteger nesse tipo de redes sociais.

A análise completa dos resultados da pesquisa se encontra em http://blogs.eset-la.com/laboratorio/2013/08/21/51-usuarios-latinoamericanos-utiliza-redes-sociales-fines-corporativos.

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Startups de tecnologia poderão ter isenção fiscal por dois anos

Fonte: IDG NOW

As novas empresas de tecnologia podem ficar isentas temporariamente de tributos federais. Proposta (PL321/12) aprovada nesta terça-feira (1/10) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado cria o Sistema de Tratamento Especial a Novas Empresas de Tecnologia (Sistenet). Para estar nesse regime, a startup de tecnologia deve ter receita bruta trimestral de até 30 mil reais e no máximo quatro funcionários.

O Sistenet prevê o benefício por dois anos, prorrogável por mais dois. Após esse prazo, os empreendedores poderão optar pelo enquadramento no Simples Nacional, regime simplificado de recolhimento de tributos.

A expectativa do relator da proposta na CAE, senador Walter Pinheiro (PT-BA), é que a concessão do incentivo no início das atividades, que, na avaliação dele, é o período mais crítico para esses estabelecimentos, aumente a formalização das empresas do setor.

O PLS foi aprovado em caráter terminativo, por isso não vai a Plenário – a não ser que haja recurso para isto. Se não houver apresentação de recursos para análise pelo plenário da Casa, o texto seguirá direto para apreciação da Câmara dos Deputados.

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Networking virtual já supera presencial, aponta pesquisa da Robert Half

A porcentagem de brasileiros adeptos ao networking virtual já ultrapassou a daqueles que costumam fazer o presencial (83% versus 72%), de acordo com pesquisa realizada pela Robert Half com 651 executivos brasileiros. Apesar de os números mostrarem essa nova realidade, 80% afirmaram não recomendar para oportunidades de emprego profissionais que conhecem apenas virtualmente.

Quando questionados se deixaram de realizar o networking presencial depois de aderirem ao virtual, 19% responderam que sim e 81% disseram que passaram a realizar as duas formas de contato. Para Fábio Saad, gerente sênior da Divisão de Finanças da Robert Half, a conciliação das duas práticas é a mais indicada. “Muitas pessoas, por timidez, optam por fazer o primeiro contato pelas redes sociais para depois iniciar uma aproximação maior. E quando já se tem um contato pessoal, fica mais fácil estabelecer o virtual depois”, afirma o executivo.

Em relação ao meio mais eficiente de networking, 57% dos entrevistados afirmaram que o contato presencial era o melhor para ampliar e fortalecer suas redes de contato, ante 21% que optaram pelo virtual e outros 21% que disseram optar pelas redes sociais. “As três opções se complementam e os profissionais precisam apenas saber como utilizá-las corretamente para tirar o melhor de cada uma”, ressalta Saad.

A pesquisa mostra que metade dos executivos tenta realizar encontros presenciais com os amigos e conhecer novas pessoas de um a três dias por mês, enquanto 20% afirmaram que a frequência varia de três a cinco vezes e cerca de 15% fazem essas reuniões mais de dez dias por mês.

Além de ampliar a rede de contatos, parcerias e negócios, o networking é uma ótima ferramenta para profissionais em busca de oportunidade de trabalho ou recolocação no mercado. “O indicado é listar pessoas interessantes para conhecer e fazer o contato. Algumas vão ignorar e outras não. Em uma dessas tentativas pode ser que o profissional encontre um recrutador que esteja em busca de um perfil como o dele”, conclui Saad.

O levantamento da Robert Half foi realizado com 651 executivos, entre junho e agosto deste ano, sendo 82% deste total composto por gerentes e diretores, 15,3% por analistas e coordenadores e 3,7% por C-Levels. Já em relação à faixa etária, 40% dos entrevistados tinham entre 41 e 50 anos, 37% de 31 a 40, 20% com 51 anos ou mais, 2,8% entre 25 e 30 e 0,2% até 24 anos.

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