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Museu Paranaense tem novo software de gestão de acervos

O Museu Paranaense já está com parte do seu acervo catalogado e disponível para consulta na plataforma tecnológica Pergamum Museus. Desenvolvido pela Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), o software permite que os acervos sejam organizados e disponibilizados para o público, que tem acesso a imagens, especificações técnicas e outras informações.

No caso do Museu Paranaense já estão disponíveis para consulta cerca de 18 mil exemplares, entre o acervo museológico e da biblioteca. “O objetivo é que até o fim de 2014 tenhamos 90% do acervo catalogado e disponível para consulta”, explica Renato Carneiro, diretor do Museu.

A implantação do software traz outros benefícios. “O Pergamum Museus é uma ferramenta importante que possibilita uma série de melhorias aos espaços, além do acesso à informação. No Museu Paranaense, por exemplo, todo o acervo está sendo inventariado e organizado de acordo com padrões internacionais de conservação preventiva”, conta a gestora museológica Karina Muniz Viana.

Para acessar as informações é necessário entrar no Portal de Informações da Cultura (www.sic.cultura.pr.gov.br) e clicar na aba “Museus”.

O PROJETO – O Pergamum é um software criado há mais de 15 anos. O sistema possui as principais funções de atendimento de uma biblioteca, facilita a gestão dos centros de informação e é usado por diversas instituições nacionais e internacionais. Em uma parceira entre o governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, há dois anos vem sendo desenvolvido o software para a gestão dos acervos museológicos. Alguns espaços já contam com o software, que ainda está em desenvolvimento.

O Paraná é o primeiro Estado a ter esse sistema implantado. “A ideia é fazer com que os museus tenham um software que possibilite gerenciar seus acervos. O Paraná será modelo para o país”, afirma o coordenador do Sistema Pergamum, Marcos Rogério de Souza.

Fonte: Governo do Paraná

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Sebrae-SP lança programa para empresas de TIC

No dia 27 de fevereiro, às 19h30, o Sebrae-SP apresenta o seu programa para empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação, o “SPTIC”, cujo objetivo é capacitar as micro e pequenas empresas (MPES) do setor para estarem aptas a prestar serviços para grandes companhias dos setores de bancos, saúde, educação, setor público, e-commerce, entre outros.

As capacitações são gratuitas e visam desenvolver a gestão de negócios em aspectos como gestão administrativa, financeira, inovação e diversificação da carteira de clientes. O objetivo é aumentar a competividade das MPEs e, com isso, fazer com que aumentem mercado e faturamento. Poderão se inscrever empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação de todo o Estado de São Paulo. Mais informações sobre a participação no programa podem ser obtidas pelo telefone (11) 3832-5210.

Nos últimos 10 anos, o mercado brasileiro para empresas de tecnologia da informação se encontra em plena expansão, o número de consumidores que compram pela internet, por exemplo, passou de um milhão em 2001 para mais de 40 milhões em 2012. Além disso, são mais de 80 milhões de internautas. Para o empresário tirar proveito dessa tendência, não basta simplesmente criar um site ou uma página nas redes sociais, é sobremaneira importante que ele tenha toda a qualificação necessária para gerir de maneira sustentável e lucrativa a sua empresa.

Para o nosso primeiro evento, teremos referências na área, que atuam junto ao setor público e representam grandes empresas do segmento. Os assuntos discutidos passam desde o cenário atual do mercado de tecnologia no Brasil, com a apresentação do censo TIC 2013 realizado pela ASSESPRO até as dificuldades em contratar micro e pequenas empresas do setor, certificações exigidas e problemas e soluções na qualidade dos serviços.

A apresentação do SPTIC acontece às 19h30, na sede do Sebrae-SP, localizada na Rua Vergueiro, nº 1117, Paraíso, São Paulo, capital.

O evento tem apoio da Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), Assespro (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação), Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), ITS (Instituto de Tecnologia de Software), Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia) e Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Instituto Vanzolini e Stefanini.

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Deseja criar uma startup? Confira as dicas do Angels Club

Startup já virou sinônimo de negócio lucrativo. Entretanto, ingressar neste modelo de empreendimento requer mais do que ter uma ideia brilhante na cabeça. Para levar o projeto adiante é importante ter afinidade com a inovação, persistência e muito conhecimento técnico acerca da atividade que se pretende desenvolver e do setor em que se deseja atuar. Além disso, fazer contato com investidores também é outro passo fundamental. Afinal, acreditar na própria ideia é fácil, o desafio é convencer outra pessoa de que seu negócio é algo realmente significativo, com poder de transformar a vida das pessoas.

Para quem deseja criar uma startup de sucesso, o vice-presidente de Negócios e Relacionamento do Angels Club, Junior Borneli, reúne 10 dicas fundamentais. Confira abaixo:

• Antes de tirar o negócio do papel verifique se a ideia original se encaixa nas premissas de uma startup. Esteja aberto a ouvir opiniões, pesquisar o mercado e suas necessidades, identificar o público em potencial e a concorrência. Conversar com quem conhece o mercado e extrair o máximo de informações é fundamental para identificar a oportunidade real do seu negócio;

• Estude, pesquise, investigue. Adquirir conhecimento sobre administração, finanças, marketing e demais assuntos pertinentes ao mundo do empreendedorismo é essencial para a abertura e gestão do negócio. Além disso, trocar vivência com outros empreendedores, fazer cursos ou buscar informações nas redes sociais é mais uma forma de ganhar conhecimento e ampliar o seu negócio;

• Invista em networking. Se você está seguro que sua rede de contatos criará ambientes de geração de negócios e ajudará a ativar sua startup, vá em frente e aposte no negócio;

• Fique atento aos principais cuidados jurídicos básicos, entre eles, a abertura formal da empresa, o registro da marca, dos produtos e dos serviços que serão oferecidos pela startup. É importante ressaltar que qualquer alteração contratual na empresa deve ser informada e atualizada junto às autoridades competentes;

• Mantenha-se antenado e com foco na inovação. Em um ambiente tão competitivo como o mundo dos negócios, ter diferencial e criatividade são fatores que podem definir quão longe sua empresa pode chegar;

• Gere conteúdo para sua startup. Faça-a aparecer. Crie um blog, compartilhe o conteúdo gerado no blog em sua fan page, faça parceria com sites e demais redes sociais;

• Pense globalmente. Ideias globais são sempre mais interessantes. Se a startup criada tem uma solução universal, isso atrai a atenção de investidores, sempre em busca de novas oportunidades;

• Nem sempre os empreendedores dispõem de recurso financeiro próprio, suficiente para investir no negócio. Nesses casos, contar com a ajuda de um ou mais investidores é a melhor alternativa para fazer a empresa crescer. Eles são profissionais experientes, capitalizados e dispostos a participar da criação da startup. Nesse sentido, o Angels Club pode ajudar. Com a missão de democratizar o empreendedorismo no Brasil, o Angels Club é uma plataforma que conecta investidores dispostos a movimentar a economia de forma proativa e multiplicadora a empreendedores de diversos perfis e segmentos de atuação. De tecnologia ao setor imobiliário. De agronegócios a projetos sociais. De automação a biotecnologia. Estes empreendedores podem ainda estar com as suas ideias em fase embrionária ou iniciada (startups), mas precisando de capital e expertise para se consolidarem. Além de poder divulgar o seu projeto por um ano, com o Angels Club o empreendedor terá a chance de participar de eventos com executivos ligados ao universo das startups, o que ampliará consideravelmente o seu networking, terá acesso a cursos e treinamentos e, ainda, receberá clipping e material de apoio, tudo isso gratuitamente;

• Determine regras claras de organização, sobretudo, quando se tratar de funcionários. A contratação informal, por exemplo, pode acarretar em sérios problemas trabalhistas futuros;

• Nunca desista. Não ache que sua ideia não possui concorrentes e que existe uma fórmula mágica para que seu negócio dê certo. A concorrência fortalece e estimula a evolução e qualificação constantes. Saiba lidar com críticas negativas e até possíveis mudanças no projeto sem se deixar abater. Os segredos do jogo são perseverança e resiliência.

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Intel lança plataforma ‘Diálogo TI’ voltada para profissionais em busca de novidades na área

Com o objetivo de divulgar as melhores práticas do segmento, treinamentos sobre as mais recentes tendências de uma maneira intuitiva e simples, além de conteúdo relevante para profissionais de TI, a Intel lança para toda a América Latina a plataforma Diálogo TI (http://DialogoTI.intel.com), um site com novos materiais que respondem às necessidades do setor.

Diálogo TI, que já estava disponível para países de língua espanhola há sete anos, junto com o site brasileiro Next Generation Center, forneceram mais de 41 mil cursos para os interessados no uso da tecnologia nos negócios em 2013. Os temas abordados foram desde Segurança da Informação, Gestão de TI, Empresas Digitais, Virtualização, Computação em Nuvem até ERP.

Como uma das mais completas fontes de capacitação relacionadas à tecnologia, a plataforma continua avançando regionalmente e dando suporte aos departamentos de TI das pequenas e médias empresas. De acordo com dados do programa regional IBERPYME para 2013, 11% das PMEs de todo o mundo se encontram na América Latina, das quais 716 mil são pequenas empresas e 145 mil são de médio porte. Estas empresas mantêm uma busca constante para melhorar as condições de suas estruturas de TI com soluções que aumentem a produtividade de forma estratégica.

“Para o modelo de negócio da Intel, é fundamental manter contato constante com os tomadores de decisões de TI. Continuar trocando ideias e conhecimento contribui para que os profissionais das áreas tecnológicas escolham os melhores produtos do mercado e economizem graças aos bons serviços e produtos”, explicou Bárbara Toledo, Gerente de Marketing de Negócios da Intel para o Brasil.

Atualmente as empresas precisam de um especialista em TI com um perfil de eficiência que integre todas as atividades das empresas. Para o desenvolvimento de um mercado mais dinâmico a cada dia, a Intel oferece, por meio da atualização da plataforma, um suporte de 360o que também abrange capacitação de Marketing, Liderança, Gestão de Equipes e Desenvolvimento.

“Por meio do ‘Diálogo TI’, a Intel consegue uma comunicação de mão dupla com um grande número de profissionais da região. Esta é uma oportunidade para que a Intel compartilhe seus conhecimentos sobre as soluções tecnológicas disponíveis no mercado e para que os usuários da plataforma continuem se atualizando sobre as melhores práticas e processos para suas equipes”, comentou Bárbara.

Com um sistema inteligente e intuitivo, a plataforma trará informações técnicas, ou recomendará treinamentos de acordo com o perfil do usuário cadastrado e os temas de seu interesse. Desta forma, a Intel poderá sugerir a cada um o melhor conteúdo, baseando-se no perfil profissional. Por exemplo, se o profissional demonstra interesse por novidades relacionadas às pequenas empresas, a plataforma o reconhecerá e enviará conteúdos sobre o tema de uma maneira mais personalizada. Para que isso seja realmente eficiente, é muito importante que o usuário faça sua inscrição completa no site, preenchendo todos os campos de seu perfil profissional e os temas de TI que mais lhe interessam, e faça seu login no site quando o visitar.

Diálogo TI oferece agora uma navegação mais amigável, com uma proposta interativa entre os próprios usuários e os especialistas da Intel, ampliando espaços para consultas, assim como a possibilidade de compartilhamento nas redes sociais (Facebook, Twitter ou LinkedIn). Desta maneira, os usuários poderão classificar, recomendar e compartilhar os conteúdos relevantes com seus contatos.

Diálogo TI: http://DialogoTI.intel.com.

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Cupom Fiscal Eletrônico: a importância do uso de sistemas de tecnologia eficientes

Carlos Drechmer da Acom Sistemas e Reinaldo Pires de Oliveira da Inventti falam sobre a importância do uso de sistemas de tecnologia eficientes para emissão do cupom fiscal eletrônico. Acompanhe a reportagem em v’ideo produzida para o programa de tv Valor Agregado.

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Inscrições abertas para a rodada de negócios internacional da BITS 2014 para empresas de TIC

A quarta edição da BITS – Business IT South America, versão Sul-Americana da CeBIT, que ocorre de 13 a 15 de maio, contará, novamente, com o BITS Business Matchmaking, rodada de negócios que promove o encontro entre empresas nacionais e internacionais trazendo novas oportunidades e estimulando parcerias na área de Tecnologia da Informação e da Comunicação. A Rodada acontece das 14h às 19h, no pavilhão de exposições.

O evento é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria – CNI, da FIERGS, através do seu Centro Internacional de Negócios – CIN-RS, em parceria com a Apex-Brasil e Sebrae-RS. Pela primeira vez, também conta com a parceria do Enterprise Europe Network – EEN, maior rede de empresas da União Europeia. “Esta aliança será um grande meio de divulgação de oportunidades de negócios, para captar empresas internacionais e promover as empresas brasileiras inscritas no evento”, destaca Kurt Ziegler, Coordenador do CIN-RS.

Este ano, o Business Matchmaking também vai contar com maior espaço e comodidade no ambiente físico e forte interação com entidades e parceiros do mundo inteiro. A expectativa é contar com mais de 70 empresas de dez estados brasileiros e mais de 30 internacionais.

Em 2013, as rodadas de negócios internacionais da BITS reuniram 15 países e cerca de 100 empresas nacionais e internacionais. Ocorreram 323 reuniões, o que gerou uma expectativa de negócios de US$ 13 milhões de dólares.

As inscrições para as rodadas 2014 são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril no endereço: www.b2match.eu/bits2014

A BITS – Business IT South America é promovida e organizada pela Hannover Fairs Sulamérica, empresa do grupo Deutsche Messe AG, em parceria com a FIERGS – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul.

Informações: www.bitsouthamerica.com.br

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Profissionais latino-americanos buscam domínio de um novo idioma e pós-graduação em 2014

Estudar um novo idioma, fazer uma pós-graduação e promover uma viagem de intercâmbio são alguns dos planos que os profissionais da América Latina pretendem colocar em prática neste ano. É o que revela pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, que procurou identicar quais eram os planos de desenvovilmento de carreira para este ano, metade dos profissionais latino-americanos pretendem aprender outra língua em 2014.

“Com a falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho, buscar mais qualificação é uma iniciativa mais que necessária para quem pretende conquistar novos objetivos na carreira. Esses dados mostram que as pessoas estão preocupadas com seu desenvolvimento e dispostas e mudra esse quadro”, explica Roberto Picino, director da Page Personnel.
Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, em dezembro e janeiro, 800 profissionais que atuam no Brasil, Chile e México e ocupam cargos de analista, assistente, técnico, gerente e coordenador.

Aprender um novo idioma é o desejo de metade dos profissionais da América Latina. No Brasil, 53% informaram que pretendem adquirir novos conhecimentos de outra língua, percentual um pouco superior ao verificado no Chile (49%) e México (48%).
A pós-graduação foi o segundo item mais mencionado para evolução profisisonal, com 34% de menções. Os brasileiros também são os que mais desejam participar de um curso de extensão universitária (42%). Na sequência aparecem os mexicanos, com 32%, e chilenos, com 29%.

Melhorar o relacionamento e ampliar a rede de contatos é um tema importante nos planos dos três países pesquisados. Há 28% que planejam reforçar, melhorar e intensificar suas relações com colegas de trabalho e profissionais de suas áreas de atuação. Os mexicanos são os mais entusiasmados com esse quesito, com 34% de aceitação. Os brasileiros vêm logo atrás, com 30%, seguidos pelos chilenos, com 20%.

Investir mais em coaching está nos planos de 15% dos latino-americanos. Os mexicanos estão acima da média da região, com 20% de citação. Com 18% aparecem os brasileiros e, com 7%, os chilenos.
Quando a questão aponta sobre não ter nenhum plano para este ano, quem mais indicou não ter nada programado para 2014 foi o profissional chileno (4%). Brasileiros e mexicanos apresentaram o mesmo percentual: 2%.

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Sistema Fiep e CNI lançam pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação do Paraná

Os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, lançaram, em Curitiba, a pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação (ISI). Inaugurado oficialmente em setembro, quando entraram em operação os primeiros laboratórios, o ISI do Paraná é voltado para a área de Eletroquímica e faz parte de uma rede de 25 institutos que serão instalados pelo Senai em todo o país para alavancar a competitividade da indústria brasileira. No total, serão investidos R$ 50 milhões para a construção e aquisição de equipamentos da nova sede.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou a agilidade com que o Sistema Fiep implantou o ISI em Curitiba, o primeiro inaugurado no país. “Fico feliz em ver a forma competente e ágil com que o Paraná está conduzindo estes investimentos”, declarou. “Um dos obstáculos para a competitividade da indústria brasileira é a questão da tecnologia e inovação. Percebemos que esta era uma área na qual poderíamos agir sem a dependência do poder público”, afirmou Andrade, justificando o motivo que levou a CNI a lançar o projeto.

Ele destacou ainda que o Senai vem investindo fortemente na qualificação dos profissionais que vão atuar nos institutos. “Não basta apenas colocar recursos, construir prédios e comprar máquinas. Precisamos de pessoas, por isso buscamos no mercado profissionais da melhor qualidade para conduzir esses investimentos”, disse.

Integração

Robson Braga de Andrade ressaltou também que a intenção é que os 25 ISIs que serão implantados atuem em rede, atendendo indústrias de todo o país, independente da localização geográfica da empresa. Na região Sul, a busca por uma efetiva integração entre os ISIs já acontece. Tanto que a solenidade desta quarta-feira contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte. Na terça-feira (4), também com participação dos presidentes da CNI e da Fiep, foi inaugurado em Joinville o primeiro ISI em território catarinense, que se dedicará a pesquisas na área de Sistemas de Manufaturas. A aproximação vai facilitar o acesso de indústrias do Paraná e Santa Catarina a esses institutos.

A integração pode ocorrer também com outros setores da sociedade. O secretário municipal de Meio Ambiente de Curitiba, Renato Lima, que na solenidade representou o prefeito em exercício da capital, Paulo Salamuni, afirmou que o ISI instalado na cidade pode contribuir para o desenvolvimento do município. “Curitiba tem o desafio de ser modelo de desenvolvimento sustentável. E não há como ser modelo de desenvolvimento sustentável sem aplicar da melhor maneira o conhecimento. Quem quer estar na ponta, tem que ser inovador, e aqui (no ISI) está por excelência o desafio da inovação. Vejo toda a possibilidade de cooperação e coordenação entre essas iniciativas”, declarou.

Também participaram do lançamento da pedra fundamental das novas instalações do ISI do Paraná empresários de vários setores da indústria paranaense e diretores da Fiep.

Sobre o ISI do Paraná

O ISI do Paraná foi o primeiro a ser inaugurado no Brasil, em setembro de 2013. Nos primeiros laboratórios, já em funcionamento no Campus da Indústria, em Curitiba, foram investidos R$ 15 milhões, principalmente para aquisição de equipamentos de última geração. A pedra fundamental lançada nesta quarta-feira é da nova sede, que deverá ser entregue até 2015. Com investimento previsto de R$ 50 milhões – cujas obras devem ser iniciadas nas próximas semanas –, o novo prédio terá 10 mil metros quadrados, sendo que 2 mil metros quadrados serão destinados aos laboratórios do Instituto.
Com foco em Eletroquímica, o ISI tem como objetivo desenvolver soluções que fortaleçam a competitividade e a produtividade, principalmente nos segmentos de energia, construção civil, petroquímico, mineral e metalmecânico. Para 2014, a intenção é que o instituto realize ao menos cinco projetos de alto impacto, além de outras pesquisas, sempre em parceria com indústrias. Após a inauguração da nova sede, esse número deve dobrar para ao menos dez projetos de alto impacto ao ano.
Inéditos no Brasil e na pesquisa aplicada à indústria, os primeiros equipamentos para o ISI do Paraná já foram adquiridos. Ao todo, serão 36 aparelhos, escolhidos com a consultoria do Instituto Fraunhofer IPK, da Alemanha, que atenderão às áreas de nanotecnologia, energia, petróleo e gás, baterias e acumuladores de energia, corrosão, biocorrosão, sensores, tintas industriais e novos materiais.

Fonte: Sistema Fiep

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A viabilidade do Instituto Curitiba de Informática

Por Luís Mário Luchetta
publicado no portal Baguete

Indo direto ao ponto, a inovação concretizada por Curitiba com a criação do Instituto Curitiba de Informática – ICI, faz parte das mudanças que ocorrem no plano mundial neste início de século e do milênio, dentre as quais, talvez a mais significativa, a aliança estratégica entre Estado e Sociedade.

Isto porque, cada vez mais, nota-se a incapacidade do Estado em executar, por meios próprios, todas as políticas públicas demandadas pela sociedade. Cada vez mais a sociedade civil organizada é chamada a participar ativa e organizadamente da execução de serviços para viabilizar a máquina administrativa e a consecução das necessidades públicas.

Nesta seara, as instituições sem fins lucrativos sempre estiveram ao lado do Poder Público, numa espécie de “braço do governo”, desempenhando funções não exclusivas do Estado e absorvendo suas carências e incapacidades.
Ao final da década de 90, o terceiro setor adquire enorme relevância em razão da participação da sociedade civil na gestão pública, pois sob o manto legal, admite-se a capacidade destas de influirem concretamente nas decisões e nas atuações públicas, numa manifestação de “democracia participativa”, uma vez ultrapassada a fase da democracia meramente representativa.

Percebe-se, portanto, que não há impedimento constitucional algum à assunção a instituições sem fins lucrativos da tarefa e missão de interesse social em colaboração com a Administração Pública. Desde que cumpridos os requisitos de salvaguarda do interesse público. A cooperação é lícita e até mesmo estimulada pela Constituição da República.

Falando agora especificamente do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional”, não restam dúvidas de que a tecnologia da informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade.

A Constituição Federal, no artigo 218, determina que o Estado deverá promover e incentivar a pesquisa e a capacitação tecnológicas para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional.
Em seu artigo 219, reforçando o desenvolvimento de empresas nacionais na área de tecnologia, a CF disciplina que o mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado a viabilizar a autonomia tecnológica do País.

O reflexo da norma acima almeja fomentar as empresas nacionais a buscar a independência em relação aos recursos tecnológicos estrangeiros, bem como a gerar capital intelectual de alto nível nas mais diversas áreas de produção industrial e comercial de tecnologia da informação e comunicação, a fim de proporcionar crescimento de toda a cadeia produtiva local, regional e nacional.
Projetos informatizados, soluções integradas de sistemas aplicativos específicos, ferramentas tecnológicas para aprimorar a gestão, etc. são assuntos estratégicos dentro de qualquer organização, seja pública ou privada, a ponto de não imaginarmos nossas vidas sem os recursos da tecnologia da informação.

Na seara do Poder Público, parece inconcebível imaginar como seria o atendimento do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, por exemplo, sem a existência de um sistema informatizado de dados. E as informações relativas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço? Como seriam armazenadas sem os recursos da tecnologia da informação?
Estes são apenas dois dos milhares de exemplos que nos levam a concluir que todos nós, pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, estabelecemos uma relação umbilical de dependência com os bens e serviços de TI.

Não é por outra razão que se tem dito que a TI é o “coração” das organizações. Quando mal gerenciada, a TI pode causar a paralisia da instituição ou, de modo contrário, impulsioná-la.
Sob o ponto de vista econômico-financeiro, a área de TI também releva importância em termos de contratações de soluções. Para se ter uma ideia, o orçamento total previsto para a contratação de soluções de TI para a Administração Pública Federal para o ano de 2011 foi de aproximadamente 18 bilhões de reais!

Tudo isto porque os recursos e soluções de tecnologia da Informação permitem a obtenção de ganhos de produtividade, tempo, qualidade e segurança para agregar valor aos processos de trabalho da Administração e aos serviços prestados aos cidadãos.

Sendo assim, resta evidente que a Administração está cada vez mais dependente do bom e regular funcionamento dos serviços de Tecnologia da Informação. E a tendência é de aumento dessa dependência por razões lógicas: a cada ano são disponibilizados mais serviços aos cidadãos por meio de sistemas de informática, por isto, o “e-Gov” (Governo Eletrônico) tende a se ampliar.
Lembremo-nos que, há anos, por meio da Lei nº. 7.232, de 1984, o Congresso Nacional já declarava que a Política Nacional de Informática deveria se orientar pela “natureza estratégica da informação e a influência desta no esforço desenvolvido pela Nação para alcançar melhores estágios de bem estar social”.

Além disto, releva anotar que há, no país, cerca de 1.600 organizações desse tipo em funcionamento. Elas estão em 14 estados e em cerca de 160 municípios.

No nível federal, têm destaque instituições de pesquisa incluídas no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Laboratório Nacional de Luz Síncroton, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (no Amazonas), além da Associação das Pioneiras Sociais, gestora da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e Hospital Sírio Libanês.
Observa-se, pelos exemplos acima, que as organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer.

Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firma com o Poder Público.

E Curitiba inovou ao criar o Instituto Curitiba de Informática – ICI, ainda em 1998, e essa inovação permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e terceira cidade mais inteligente do planeta.

*Luís Mário Luchetta é presidente do ICI e da Federação Assespro

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Celepar nega invasão a e-mails

Fonte: Gazeta do Povo

A Companhia de Tecno­logia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) negou, ontem, que tenha invadido os e-mails das forças de segurança do estado. No domingo, a Gazeta do Povo mostrou que documentos sigilosos revelam que um “usuário secreto” teve acesso a várias contas de e-mail das polícias Científica, Militar e Civil, contrariando os argumentos da Companhia.

A Celepar alega que há uma análise técnica no histórico de acesso às contas, realizada no mesmo dia em que a reportagem saiu, que comprovaria que não houve invasão. A Companhia afirma que “um representante da área de Segurança Pública do Estado” acompanhou a análise. A nota ainda afirma que não há reclamação de usuários sobre tal violação. “Não existe ‘usuário secreto’. A conta de e-mail mencionada pela imprensa é de Administração do Sistema de e-mails Expresso e está em uso desde 2004. Sua finalidade é de gestão do serviço”, diz a nota da Companhia. Leia a reportagem completa em http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1444706&tit=Celepar-nega-invasao-a-e-mails

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Consulado Britânico seleciona empresas de TI para visita ao Reino Unido. Veja como participar em Curitiba.

O Consulado Britânico de São Paulo está selecionando 10 empresas brasileiras para participar da segunda edição da Competição de Tecnologia da Informação e Inovação do UK Trade & Investment. As empresas selecionadas vã o ganhar uma viagem de uma semana para conhecer os principais centros tecnológicos do Reino Unido, entre os quais o Tech City, o polo tecnológico de Londres que atualmente hospeda 1400 empresas, desde startups até gigantes do setor, como Google, Facebook, Intel e Twitter.

Das 10 empresas que irão para o Reino Unido, 3 já foram selecionadas: Meu Peludo, Crowdmobi e System Haus. Elas foram vencedoras do Salão de Inovação que ocorreu no Rio de Janeiro no ano passado. Agora serão realizadas sete etapas regionais em Campinas, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande e Belo Horizonte. As empresas interessadas poderão efetuar suas inscrições por meio da rede de agências de inovação, incubadoras e parques tecnológicos parceiros do Consulado Britânico nesta iniciativa. Para participar, as emp resas devem realizar suas inscrições pelo site do instituto parceiro do UKTI mais próximo a sua região.

Um representante de cada empresa selecionada vai receber passagens aéreas e hospedagem patrocinadas pela Campanha GREAT Britain, a mais ambiciosa iniciativa mundial de marketing do governo britânico. Os empresários brasileiros terão a oportunidade de participar do Rio Info Europa, um encontro entre clientes e investidores da área de TI com o objetivo de fortalecer a atuação de empresas brasileiras de tecnologia no cenário internacional. O evento é liderado pela empresa RioSoft, parceira do UKTI nesta iniciativa, e ocorrerá no mês de maio nas cidades de Londres e Manchester.

A competição está aberta para empresas de TI de qualquer tamanho, desde startups a grandes empresas. Em Curitiba, o evento é apoiado pelo Parque de Software de Curitiba, Assespro-PR e IBQP – Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade. As inscrições vão até dia 12 de fevereiro pelo link http://parquedesoftwaredecuritiba.jimdo.com/ukti/

Em 2013, a equipe do UKTI visitou várias capitais brasileiras. O vídeo a seguir mostra como foi o encontro no Parque de Software de Curitiba.

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Brasileiros insatisfeitos reclamam mais na internet

As reclamações nas redes sociais sobre experiências insatisfatórias por parte dos consumidores continuam muito elevadas em todo o mundo. É o que releva a pesquisa Accenture Global Consumer Survey, realizada há nove anos pela empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, e que em 2013 entrevistou 12 mil consumidores em 32 países (500 deles no Brasil, equivalentes a 4% da pesquisa global) – a maior amostragem de todas as edições desde que este estudo começou a ser realizado, em 2005.

De acordo com os dados da edição 2013 da pesquisa, 39% dos consumidores de países emergentes que responderam a consulta escreveram posts negativos em alguma rede social, sobre a experiência que tiveram com as empresas, 1% a menos do que em 2012. E exatos 88% contaram aos familiares e amigos sobre a experiência ruim que tiveram como clientes, 3% a menos do que na edição anterior.

Já entre os consumidores brasileiros a insatisfação é ainda mais elevada. Os dados da pesquisa da Accenture relativos ao nosso país estão acima da média, com 42% dos entrevistados postando reclamações sobre alguma experiência ruim em suas relações de consumo nas redes sociais. A média global para esse item é de 29%. O meio on-line também foi o mais utilizado pelos entrevistados, em 2013, para buscar informações. Mais de um terço dos consumidores em todo mundo também informa utilizar uma ou mais fontes on-line para aprender sobre os produtos e serviços das empresas e acessar os sites por meio do telefone celular ou tablet. Isso acontece com mais frequência nos mercados emergentes do que nos mercados maduros.

Um dado importante trazido pelo levantamento e que pode interessar muito às organizações, é sobre a percepção dos consumidores em relação às atitudes das empresas em função do uso crescente da tecnologia no seu relacionamento com os clientes. Mais da metade dos consumidores em mercados emergentes (54%) diz acreditar que as empresas estão efetivamente usando interações em dispositivos móveis para fornecer aos clientes experiências aprimoradas e adaptadas, contra 32% dos consumidores dos mercados maduros com a mesma percepção. E exatos 70% dos entrevistados em todo o mundo fizeram uso de (pelo menos) um canal on-line para obter um serviço ou fazer contato com o “suporte ao cliente” de determinada empresa.

Quando os consumidores desistem da marca

No Brasil, 62% dos entrevistados disseram que o preço é o principal motivo para escolherem uma nova empresa – 4% menos do que em 2012 – mas ainda é o motivo mais forte para migrar de fornecedor. Mas entrevistas com todos os consumidores (dos 32 países) trouxeram um dado alarmante para as organizações: o processo de mudança motivado por experiências negativas acontece em todos os setores e é percebido com maior preocupação nos mercados emergentes, onde quatro em cada cinco consumidores (81% do público entrevistado) revelaram ter optado pela mudança em função de uma experiência negativa de compra.

Os dados globais da pesquisa também mostram que os consumidores estão cada vez mais desmotivados com o nível de serviços oferecidos. Em uma escala de zero até cinco – onde cinco significa extremamente frustrante – 96% dos entrevistados revelaram frustração acentuada, com respostas entre os níveis três e cinco, por terem de contatar uma empresa diversas vezes pelo mesmo motivo. Destes, 65% disseram estar extremamente frustrados. 96% também se dizem igualmente frustrados (respostas entre os índices três e cinco) por serem colocados em espera por um longo período.

Para 60% da amostragem total é “extremamente frustante” ter uma promessa não cumprida pela empresa. Perceber que não pode confiar em como a empresa irá usar os seus dados pessoais é o segundo item considerado “extremamente frustante” por 54% dos entrevistados.

Bancos, varejo e provedores de serviço de internet são os segmentos com maior rejeição – tornando as empresas destes setores mais vulneráveis.

Sobre a pesquisa
A Accenture Global Consumer Survey é uma pesquisa anual que avalia as atitudes dos clientes para marketing, vendas, práticas de serviço ao cliente e comportamentos dos consumidores em resposta às práticas das empresas. A pesquisa de 2013 inclui respostas on-line de mais de 12.000 clientes em 32 países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Holanda, Noruega, Filipinas, Rússia, Cingapura, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e os Estados Unidos. Os entrevistados foram solicitados a avaliar as suas experiências com até quatro empresas em 10 setores: hotéis e hospedagem, prestadores de seguro geral e contra acidentes e danos à propriedade, produtos de consumo ao varejo, fabricantes de produtos eletrônicos, bancos, prestadores de serviços de internet, fornecedores de cabo e serviços via satélite, empresas de telefonia fixa, telefone móvel e gás e utilidades elétricas.

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