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Startup catarinense Minha Quitandinha recebe seu primeiro aporte

Minha Quitandinha, startup catarinense especializada em tecnologia em varejo, acaba de receber seu primeiro aporte, o que vai permitir acelerar a expansão do seu modelo de negócio, um minimercado autônomo que opera durante 24 horas por dia, sete dias por semana, levando praticidade, conveniência, qualidade e segurança, para dentro de condomínios residenciais e empresariais. 

Com menos de um ano de existência, a startup criada em Balneário Camboriú/SC, despertou o interesse de dois investidores anjos. O valor não foi divulgado, mas de acordo com Marcelo Villares, COO e sócio da Minha Quitandinha, o montante será utilizado para ampliar a equipe com profissionais especializados, aprimorar as tecnologias oferecidas e também em marketing.

“Esse investimento vai nos permitir expandir nossa atuação e ganhar tração no mercado, além disso vamos dobrar nosso quadro de colaboradores passando de 10 para 20”, explica Villares. O executivo revelou ainda que a meta é chegar a 800 unidades abertas e faturar R$ 200 milhões em dois anos.

Atualmente, a Minha Quitandinha está presente em quatro estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Pará, e enxerga um grande potencial para crescer com este modelo de negócio em meio a pandemia do coronavírus. São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rondônia são os próximos estados a receber o minimercado autônomo, ainda neste primeiro semestre de 2021.

Volume de investimento anjo em startups recua 20% com pandemia, mas expectativa para 2021 é de crescimento

Com a pandemia, o volume de investimento anjo retrocedeu 20% em 2020 em comparação ao ano anterior (2019), voltando aos níveis de 2016. No ano passado foram aportados R$856 milhões pelos investidores anjos brasileiros. O número de investidores apresentou uma diminuição menor, de 15%, e hoje, são 6.956 investidores anjo no Brasil. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.net), organização sem fins lucrativos que fomenta o investimento anjo e apoia o empreendedorismo inovador no país.   

O investimento anjo é efetuado tanto por investidores proativos, que procuram startups para investir participando de grupos de investidores anjo organizados, quanto por investidores passivos, que são procurados por empreendedores e investem oportunisticamente. A análise segmentada entre estes perfis de investidores revela que os investidores proativos apresentaram crescimento no volume de investimento aplicado. Por outro lado, os investidores passivos tiveram uma grande redução, que não foi compensada no resultado final. Isto ressalta a importância de ações de estímulo para tornar os investidores passivos em ativos. 

A pesquisa também levantou a perspectiva dos investidores para 2021 que esperam ter um aumento de 15%, embora positiva e de recuperação, a expectativa é ainda insuficiente para a demanda das startups. 

Cassio Spina, presidente e fundador da Anjos do Brasil comenta: “Apesar da perspectiva de recuperação para 2021, infelizmente o volume é insuficiente para apoiar o aumento de startups que estão surgindo. O investimento em startups precisa de estímulo e apoio para crescer e atingir todo seu potencial, estimamos que seja de R$ 12 bilhões ao ano. Considerando que o Marco Legal das Startups não trouxe os avanços necessários, é fundamental que o Congresso retome a matéria e possibilite a equiparação de tratamento tributário entre o investimento em startups e investimentos incentivados; no curto prazo esperamos que derrubem o veto ao Art. 7 que pelo menos permitia a compensação de perdas com ganhos” 

Conforme explica o executivo, hoje, o volume de investimento no Brasil é apenas 0,7% do que é investido em startups nos Estados Unidos, que somam aproximadamente 25,3 bilhões de dólares anualmente. Apesar da evolução que tivemos na última década no volume de investimento anjo, ainda estamos muito aquém do que nosso potencial. Considerando a relação do PIB dos países é de cerca de 10x, o investimento anjo no Brasil deveria ser de pelo menos R$ 12 bilhões. Para que o Brasil atinja todo seu potencial é necessário a criação de políticas públicas de fomento ao investimento em startups com ocorre nos países com ecossistemas mais dinâmicos. 

Perfil dos investidores anjo brasileiros: A pesquisa inclui pela primeira vez um levantamento de raça ou cor dos respondentes que aponta que a maioria dos investidores anjo brasileiros são brancos (81%), com 14% se declarando pretos, pardos ou indígenas e 1% amarelos. Este dado, associado com a participação de apenas 14% de mulheres no universo de investidores traz um sinal de evolução lenta no ecossistema brasileiro. Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva da Anjos do Brasil, afirma: “A diversidade é um requisito para a inovação, é fundamental que todas as pessoas se envolvam em ações para aumentar a participação dos mais diversos perfis no universo de startups e investimento. A ação individual e coletiva precisa estar no sentido de estímulo a diversidade.” 

O relatório completo da pesquisa está publicado em www.anjosdobrasil.net/blog 

Brasileiros temem pela segurança de seus dados, revela pesquisa da Mastercard

Uma pesquisa encomendada pela Mastercard ao Instituto Datafolha revelou que, apesar de 92% dos brasileiros saberem que as empresas com as quais interagem guardam algum tipo de informação sobre seus hábitos de consumo e lazer, eles temem pela segurança de seus dados no ambiente digital. Em uma escala de 1 a 10 em que 10 é muito seguro, 5,1 é a nota média dada para o quanto os entrevistados consideram que suas informações estão seguras na internet. As redes sociais foram considerados os ambientes menos confiáveis, enquanto hospitais, clínicas de exames médicos, escolas e faculdades são as instituições em que os pesquisados mais confiam.

O levantamento, que foi realizado com o objetivo de mensurar o nível de preocupação e segurança dos consumidores dentro dos ambientes de trocas de dados e informações, mostrou que apenas 13% avaliam que seus dados estão muito seguros e para 21% eles estão inseguros.

Quase 70% dos entrevistados sabem que quando acessam uma rede social, compram pela internet ou fazem transações financeiras online os dados ficam armazenados por essas empresas e podem ser úteis para direcionar melhor ofertas, benefícios e monitorar hábitos de consumo.

“A utilização de serviços digitais foi alavancada pela pandemia do novo coronavírus. Ao mesmo tempo, cresceram também os golpes, fraudes e ataques cibernéticos contra pessoas e empresas. Por isso, segurança digital ganhou ainda mais relevância para consumidores e organizações e será um aspecto crítico para o futuro. Investir em segurança sempre foi uma premissa da Mastercard e, como empresa de tecnologia, temos soluções completas que vão além do cartão e podem contribuir ativamente com as estratégias de negócios de empresas de diferentes setores e todos os tamanhos”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard.

A pesquisa revelou ainda que o medo de ataques cibernéticos é alto, 73% do público informou já ter sofrido algum tipo de ameaça digital como recebimento mensagens falsas de empresas e senhas roubadas. Por isso, muitos dos entrevistados adotam medidas adicionais de segurança. Mais de 80% disseram que evitam clicar em links suspeitos enquanto 75% evitam utilizar redes públicas de wi-fi e 64% possuem senhas diferentes para cada conta ou aplicativo.

Mais que cartão, inteligência conectada

A sensação de insegurança revelada pela pesquisa não é em vão. Novos esquemas de fraudes são criados todos os dias, por isso, é essencial que organizações atuem de forma a mitigar riscos e ampliar a segurança de seus clientes. A Mastercard, como empresa de tecnologia, atua em vários setores da indústria que vão muito além do cartão, cibersegurança e prevenção a fraudes são alguns deles.

A estratégia de inteligência conectada que a Mastercard oferece aos seus clientes vincula milhares de pontos de decisão baseados em dados que atenuam a fraude a cada passo da jornada do consumidor. A empresa acredita em uma atuação multicamadas para prevenir, identificar e detectar possíveis fraudes. Com isso, a Mastercard é capaz de avaliar riscos a cada etapa, reduzindo a necessidade de atritos desnecessários, aprimorando as decisões e otimizando a experiência.

Para isso, a Mastercard oferece um conjunto coordenado de soluções baseadas em Inteligência Artificial que atuam em milissegundos – detectando fraudes e facilitando decisões de segurança mais inteligentes. A Mastercard também possui soluções de inteligência baseadas em colaboração, que são fundamentais para redução de fraude amiga, por exemplo.

Hoje, uma das formas que as empresas podem se proteger de ataques cibernéticos é realizando avaliações automatizadas de vulnerabilidade de riscos cibernéticos periodicamente. A análise automática abrange todo o ecossistema da empresa – o que inclui fornecedores e prestadores de serviço, e oferece planos de ação ajustados de acordo com as prioridades de risco. Outra tecnologia que pode ser uma grande aliada da estratégia de segurança digital das empresas é a biometria passiva comportamental. Esse tipo de solução identifica aspectos como a posição do celular ou a velocidade de digitação no teclado para confirmar a identidade de uma pessoa. Dessa forma, o fraudador é barrado antes mesmo de iniciar sua ação no mundo digital.

Além disso, a Mastercard oferece aos seus parceiros tecnologias que ajudam na migração digital, reduzem riscos, aumentam a segurança de operações e, principalmente, facilitam a vida dos consumidores.

Sobre a pesquisa:


O estudo foi realizado pelo Instituto de Pesquisa DataFolha, por solicitação da Mastercard, entre os dias 05 e 08 de janeiro de 2021. Por meio de entrevistas telefônicas, o estudo nacional conversou com 1.517 pessoas com idade entre 16 anos ou mais.

NSTech e Praxio, do setor de tecnologia para logística e mobilidade, anunciam fusão e aumento de capital de R$ 500 milhões

A NSTech, maior plataforma de tecnologia para logística do Brasil, e a Praxio, hub de soluções em tecnologia para o transporte rodoviário de cargas e passageiros, anunciam hoje uma fusão, que as permitirá montar o mais completo ecossistema de empresas de tecnologia para logística e mobilidade da América Latina.

Simultaneamente ao acordo, as empresas estão promovendo um aumento de capital de R﹩ 500 milhões, liderado pela SK Tarpon, por meio da Niche Partners – polo da gestora focado em investimentos em empresas líderes em mercados de nicho – e da Greenbridge, gestora de private equity que investe globalmente em empresas de tecnologia e foi fundada pelos suecos Ola Rollen e Melker Schorling (respectivamente CEO e principal acionista da Hexagon AB – empresa de tecnologia listada na bolsa de valores de Estocolmo, com valor de mercado de USD 35 bilhões), em conjunto com o brasileiro Eduardo Steinberg, empreendedor de tecnologia e ex-CEO da Hexagon Ventures.

O movimento contribuirá para acelerar o crescimento das empresas, que será realizado de maneira orgânica e, também, por meio de novas aquisições – inclusive, 65% do capital será usado para novas compras. Associando à estratégia de dívida, a capacidade para investimentos será de R﹩ 500 milhões, sobretudo nos mercados de Passageiros, TMS, Fintech e Marketplaces, o que permitirá expandir a mais completa plataforma digital para a cadeia de transporte rodoviário de cargas e passageiros.

Com a fusão, a NSTech passa a atender seis principais clientes: transportadores de carga, embarcadores, motoristas, seguradoras e corretores de seguro especializados em transportes, além dos players voltados ao transporte de passageiros. O objetivo é oferecer uma solução simples e completa, que contribua para o crescimento dos clientes e os apoie na busca por melhor eficiência operacional nas soluções voltadas ao transporte rodoviário de cargas e passageiros.

“Novos negócios com os atuais e potenciais clientes também serão facilitados com a fusão. Vamos também preparar a nova Companhia para a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), o que deve acontecer em até três anos”, afirma Vasco Oliveira, sócio da SK Tarpon e CEO da Niche Partners, que acumula mais de 20 anos de experiência no mercado de logística.

A fusão também permitirá à NSTech ampliar a liderança no setor de tecnologia para logística e mobilidade na América Latina, em pouco mais de oito meses, desde que realizou a sua primeira aquisição – a Buonny, empresa líder nacional no segmento de tecnologia para gerenciamento de risco e produtividade logística.

Os números da transação impressionam. A NSTech chega a um ARR (Anual Recurring Revenue) de US﹩70 milhões, sendo mais de 90% em receita recorrente. A companhia passa a ter 28 mil clientes e 14 produtos – sendo 8 na liderança – com alta margem bruta e muito espaço para crescimento orgânico. A plataforma contempla ainda a maior base de dados do setor, com mais de 1,8 milhão de motoristas cadastrados e R﹩12,5 trilhões de cargas averbadas por ano, além de mais de 90 milhões de cargas por mês. Para 2021, a NSTech projeta também atingir EBITDA de aproximadamente R﹩ 100 milhões, sem contar eventuais novas aquisições.

Longo Prazo

Apesar do potencial IPO, os sócios das gestoras reforçam que o investimento na plataforma é de longo prazo. “O IPO é apenas uma etapa da jornada, que nos permitirá seguir expandindo a Companhia para outros mercados, especialmente na América Latina”, comenta Eduardo Steinberg, sócio da Greenbridge. “Já operamos no México e daremos início à expansão na Colômbia, no Peru e no Equador. Algumas de nossas soluções também têm alta aderência em mercados maduros, como Estados Unidos e Europa”, analisa Vasco.

A NSTech atua para combater um dos principais gargalos para o desenvolvimento do País: a ineficiência na malha de transportes. Para se ter uma ideia, atualmente o Brasil gasta mais de 12% do PIB com logística, contra aproximadamente 7% gastos pelos Estados Unidos. Cerca de 40% da frota roda vazia, sem carga. O País figura ainda na terceira posição em roubo de cargas em ranking global, duas posições atrás do México que lidera a lista – e enfrenta alto volume de acidentes em estradas federais envolvendo caminhões: aproximadamente 20 mil por ano. Os dados são da NSTech, compilados de diversas fontes.

Parte importante desse gargalo pode ser suprido por meio da tecnologia, que ajuda as empresas a terem mais produtividade, além de mitigar problemas como roubos e acidentes.

Automação versus empregabilidade: como encarar este novo desafio na engenharia?

Por Marcus Granadeiro

A ameaça aos empregos oriunda da tecnologia e, principalmente, da inteligência artificial é real e tem sido um problema discutido mundialmente há anos. Revoltas já ocorreram no passado com a automação das linhas de montagem no começo do século passado, assim como assistimos greves contra novidades, como os cobradores eletrônicos de ônibus. Neste cenário todo, há uma certeza: a tecnologia sempre vence.

Com o avanço da inteligência artificial, o que tem está causando maior apreensão é que não são apenas as posições de baixa remuneração e conhecimento que estão ameaçadas. Advogados que fazem processos repetitivos e lógicos são facilmente substituídos por robôs, além da detecção de câncer ser mais eficaz em softwares do que por meio das análises de médicos.

Há, no entanto, um lado positivo. Embora a tecnologia seja frequentemente pintada em preto e branco, mostrando um futuro sombrio de perda de empregos por meio da automação, se ela for adotada de forma estratégica, é possível automatizar trabalhos perigosos e ajudar a avaliar e mitigar os riscos, procedimentos que são especialmente caros em um ambiente onde aspectos de governança Ambiental, Social e Corporativo, ou seja, o ESG, estão ganhando relevância em diferentes setores.

Na engenharia, a melhor estratégia é a busca da cooperação entre humanos e máquinas. Arrisco dizer que neste setor entendo que não serão as máquinas que vão a substituir os engenheiros, mas os engenheiros que usam tecnologia que vão substituir os que não a usam. E, neste cenário, aqueles que souberem lidar com as inovações que estão se tornando uma tendência cada vez mais presente nas rotinas garantirão um lugar no mercado.

O uso de sistemas colaborativos, de modelos virtuais, como o BIM (do inglês modelagem de informações da construção civil), assim como as realidades virtual e aumentada são tecnologias cada vez mais presente no segmento de engenharia que demandará capacitação para o uso.

Apenas para citar sobre as aplicações BIM, já temos casos reais, como o uso de estações robóticas para a locação e o controle de qualidade, assim como máquinas de terraplenagem sendo operadas de forma autônoma, além de diversos sistemas que funcionam como RPA (Robot Process Automation).

Os profissionais deste setor precisam, de imediato, colocar na sua agenda de aprimoramento a busca pela habilitação em ferramentas que vieram para ficar e, assim como em outros setores, estão sendo impulsionadas pela nova cultura da transformação digital, principalmente após o impacto da pandemia, que sintetizou, de forma mais incisiva, uma inovação que de fato veio para ficar.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo

Inscrições abertas para o VC Challenge, desafio de inovação e startups

Um desafio de empreendedorismo e inovação para estudantes universitários e de ensino médio que desejem exercer o papel de liderança: essa é proposta do VC Challenge, iniciativa da KPTL, uma das maiores gestoras de venture capital da América Latina, que chega à quarta edição este ano. O desafio conta com patrocínio de Nestlé, 3M, Post it, Banco Daycoval, Taqtile, Zarpo, Justa, Agrotools, VTEX e apoio da Rede Gazeta.

As inscrições estão abertas para todos os estudantes que queiram mergulhar no ecossistema de “Venture Capital”, participando de dinâmicas e workshops.

Inicialmente voltado para cursos de graduação como Administração, Engenharia e Economia, o VC Challenge já reuniu, em edições anteriores, representantes de mais de 30 diferentes áreas da graduação. A novidade é que nesta edição de 2021, estudantes do ensino médio também poderão competir.

As inscrições vão até o dia 30 de julho no site www.kptl.com.br/vc-challenge/. O evento ocorre online, entre 31 de julho e 21 de agosto. A iniciativa vai reunir jovens de todo o país, em grupos de até quatro integrantes (veja detalhes no final desta matéria), ao longo de quatro semanas por meio de uma plataforma digital onde os participantes vão conhecer startups, traçando cenários de investimentos e desafios.

Ao final, vão ter a chance de ganhar um prêmio especial. Na edição de 2019, os vencedores receberam uma viagem com tudo pago para a Europa, além de ingressos do Web Summit, a maior conferência de tecnologia do mundo. A premiação desta edição será anunciada em breve.

Entenda a competição

No ano passado, 750 universitários, de 21 estados, representaram algumas das mais respeitadas instituições de ensino do país. Na experiência imersiva, os participantes têm a oportunidade de vivenciarem o ambiente de empreendedorismo dos dois lados da mesa: como investidores e como captadores de investimentos, desde a elaboração do estudo do mercado até apresentação dos “pitches”, contando sempre com mentoria de lideranças empresariais renomadas. É um desafio que tende a trazer não apenas conhecimento para os estudantes, mas também projeção para eles diante dos investidores e empregadores.

Responsável pela organização do desafio na KPTL, Renato Pavan explica um dos eixos centrais do projeto. “Notamos que os estudantes ainda estão muito distantes do ecossistema de inovação. O VC Challenge veio para fazer essa aproximação, auxiliando na criação de futuras lideranças preparadas para os desafios modernos”, conta Pavan.

Assim como na edição anterior, o projeto será realizado totalmente online, abrindo oportunidade para participantes de diferentes localidades, ampliando a captação de futuros talentos. Todo o conteúdo do desafio será disponibilizado em uma plataforma com streaming e conteúdo sob demanda, que também conta com fóruns e outras ferramentas de interação.

“As empresas têm adotado cada vez mais o home office, o que permite contratar pessoas Brasil afora. Da mesma forma, o VC Challenge nesse formato consegue conectar nossos parceiros com talentos que, muitas vezes, estavam distantes. Então, o VC Challenge aproxima as empresas e as lideranças desses talentos, assim como esses talentos conseguem ter um acesso a essas empresas”, detalha Pavan.

Passo a passo do VC Challenge

O VC Challenge é dividido em quatro fases ao longo de quatro semanas de duração. São elas:
– Fase 1: 
Na primeira fase, os participantes vão acompanhar uma série de debates sobre os três grandes setores de atuação da KPTL, dos quais os estudantes selecionarão um para elaborar um relatório, e escolherão uma empresa do segmento a qual eles gostariam de investir.

– Fase 2: 
Na segunda fase, os participantes vão assistir as apresentações de fundadores de três empresas investidas da KPTL e decidir em qual delas investiriam. Na dinâmica, os estudantes devem apresentar a escolha em uma simulação de comitê de investimento de uma gestora.

– Fase 3: 
Já na terceira fase, os participantes passam para a posição de empreendedores da startup em que decidiram investir, recomendando decisões estratégicas e estruturando um plano de negócios para a empresa. Os estudantes passarão ainda por palestras, mentorias, e interações com os fundadores e funcionários das startups para prepararem um “pitch” de captação de investimentos. Os cinco grupos que apresentarem os melhores “pitches” chegarão à quarta fase.

– Fase 4: 
Na última fase, os finalistas receberão mentoria dos fundadores das startups nas quais eles realizaram o desafio e apresentarão seu “pitch” para uma bancada de jurados e especialistas em Venture Capital. O grupo que levar a melhor, ganha o prêmio.

As inscrições podem ser feitas por meio desse link .

Novo Conselho do Varejo da ACSP quer apoiar a modernização do comércio de São Paulo

Um comércio mais moderno, tecnológico, que se comunica bem e que disponibiliza a melhor experiência de compras para seus clientes, associativista, com promoções pontuais de destaque e em sintonia com as transformações que ocorrem continuamente em todo o planeta. O Conselho do Varejo formado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) juntou, em sua gestão atual, um time formado por quase 70 nomes de especialistas no mercado, em diversas áreas, tais quais vendas, prestações de serviços, ciência de dados, inovação e tecnologia.

Entre eles está o presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto, principal incentivador de uma ação direcionada ao crescimento do varejo. “O varejo é o principal gerador de empregos do país e, portanto, quando apoiamos os pequenos varejistas estamos cumprindo nosso papel de apoio ao desenvolvimento econômico do país”.

A partir de agora, os empresários terão à disposição todos os elementos que eles necessitam para dinamizar seus negócios: palestras, consultorias, networking, apoio técnico e suporte promocional. “Será com o apoio dos próprios comerciantes em um grande grupo associativista que vamos colaborar com a modernização do varejo de São Paulo”, disse Roseli Garcia, vice-presidente da ACSP e coordenadora geral do Conselho do Varejo.

Outro objetivo do Conselho é o de fortalecer ainda mais a marca Sampa Week, semana de promoções do varejo que ocorre em janeiro para comemorar o aniversário da cidade. “Esse período ajuda muito o comerciante já que todo início de ano as vendas costumam ser fracas, pois sucede o Natal, melhor época para o comércio”, ressalta Roseli.

Historicamente, a ACSP sempre se mostrou em sintonia com as transformações do varejo. Foi assim que, por exemplo, em 1956, foi criado pela entidade o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), iniciativa pioneira no país na época.

O SCPC permitiu a massificação do crediário e, com isso, a expansão das vendas a prazo. Hoje, com o auxílio da ACSP, o SCPC se transformou na Boa Vista Serviços, uma empresa avaliada em mais de US$ 1 bilhão e de capital aberto.

A tendência, no momento, é a de nova transformação do comércio em todo planeta que foi acelerada ainda mais por conta da pandemia da covid-19. De acordo com a pesquisa The Global Payments Report 2021, da Wordpay from FIS, o crescimento regional do comércio eletrônico acelerou em 2020, em comparação com 2019, com um aumento no volume de transações de meios de pagamento somente no Brasil na ordem de 22,2%. O crescimento no comércio móvel teve ganhos ainda maiores, subindo 41,6%.

O estudo ainda estima que o comércio eletrônico latino-americano deve ter uma taxa composta de crescimento anual de 15% até 2024, impulsionada pela expansão de 20% no comércio móvel. Há ainda uma expectativa de que as transações do comércio eletrônico na América Latina excedam US$ 160 bilhões até 2024.

“A Associação Comercial de São Paulo acompanha essas mudanças e, por isso, vai orientar os varejistas sobre a melhor maneira de continuarem vendendo bem ou, até mesmo, melhorando seu volume de vendas”, afimou Roseli.

Brasil é o terceiro país das américas em segurança cibernética

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) classificou nesta semana o Brasil como o terceiro país das américas mais comprometido com a Agenda Global de Segurança Cibernética. A conquista da atual posição do País no Índice Global de Segurança Cibernética 2020 – em 2018 o Brasil era o sexto mais seguro do continente – é resultado de ações como o estabelecimento da Política Nacional de Segurança da Informação, em 2018, e das Estratégias Nacionais de Segurança Cibernética e de Segurança de Infraestruturas Críticas, em 2020. Em atendimento às políticas públicas do setor, a Anatel editou o Regulamento de Segurança Cibernética da Anatel (Resolução nº 740/2020). Além disso, a Anatel criou em seu portal um espaço dedicado à segurança cibernética com a regulamentação disponível e repositório de informações sobre o tema.   

Entre os países americanos, apenas Canadá (97,67) e Estados Unidos (100) estão, atualmente, à frente do Brasil, que obteve nota 96.6. No ranking mundial, o País ocupa a 18ª colocação; na edição anterior do Índice, em 2018, estava na 70ª posição. O Brasil foi classificado como detentor de estrutura legal robusta e com estruturas organizacionais e técnicas que podem ser fortalecidas para a segurança cibernética do País. O Regulamento de Segurança Cibernética brasileiro obriga prestadoras de telecomunicações – como empresas de telefonia fixa e móvel, de banda larga e de TV por Assinatura – a manter Política de Segurança Cibernética, realizar ciclos de avaliação de vulnerabilidades, adotar fornecedores que possuam Política de Segurança Cibernética compatível, compartilhar incidentes relevantes entre elas e a notificar a Agência sobre incidentes que afetem a segurança das redes e os dados dos usuários.    

Com o objetivo de fortalecer as estruturas organizacionais da sociedade brasileira e colaborar com o desenvolvimento das ações ligadas à segurança cibernética, o Grupo Técnico de Segurança Cibernética e Gestão de Riscos de Infraestruturas Críticas (GT-Ciber) da Anatel disponibiliza o e-mail gtciber@anatel.gov.br como um canal de atendimento à sociedade e ao setor de telecomunicações. O GT-Ciber, que iniciou suas atividades no final do primeiro trimestre deste ano, acompanha e monitora a implantação das regras de segurança cibernética e orienta a Agência sobre possíveis evoluções na regulamentação.    

No espaço dedicado à segurança cibernética no portal da Anatel são encontrados os contornos normativos da atuação da Agência, previstos na Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, na Política Nacional de Segurança da Informação e na Estratégia Nacional de Segurança Cibernética. Nessa área também está disponível o Ato nº 77/2021, que estabelece Requisitos de Segurança Cibernética para Equipamentos para Telecomunicações, documento que traz recomendações aos fabricantes e fornecedores e estabelece um Programa de Supervisão de Mercado. 

Cabe destacar que a Anatel, como representante do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações, foi responsável pelo envio da resposta do Brasil à edição 2020 do Índice, também colaborando nas respostas de vários órgãos e entidades essenciais ao processo, como o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; o então Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; o Ministério da Justiça e Segurança Pública; o Ministério das Relações Exteriores; o NIC.br; e o CERT.br.

CI&T adquire Dextra

A especialista digital global fundada no Brasil vai impulsionar suas operações e ampliar sua oferta com a aquisição

O movimento faz parte do plano de crescimento de M&A da CI&T para ampliar suas capacidades e construir uma presença mais forte no mercado global. 

A Dextra, com mais de 1.200 profissionais digitais experientes, clientes de primeira linha no Brasil e nos EUA e uma cultura muito semelhante (lean, ágil, end-to-end) – será adicionada à oferta global da CI&T. A Dextra cria produtos digitais end-to-end, desde a inovação e design até a execução de software seguro e escalável, que se encaixa perfeitamente com CI&T. 

Os planos são expandir a presença global da empresa, aumentar o potencial de oportunidades nearshore e, junto com a CI&T, oferecer capacidades de soluções mais amplas, abrangentes e robustas para seus clientes.

A estrutura CI&T – um sistema de gestão adhocrático com tomada de decisão independente e descentralizada – é a base ideal para novas oportunidades como o Dextra crescer e prosperar.

Com a aquisição, a CI&T adiciona mais de 1.200 profissionais de tecnologia experientes e um grupo muito experiente de fundadores e alta administração a seus mais de 4.000 funcionários em todo o mundo, e clientes como Alelo, Solvay, Serasa Experian, McDonald’s, entre outros.

“Estou emocionado com a oportunidade de crescer e expandir nossas operações junto com a Dextra, uma empresa que sempre admiramos e respeitamos. A demanda do mercado é muito alta e juntos nossa oferta é ainda mais forte”, comemora Cesar Gon, fundador e CEO da CI&T.

Além de oferecer uma gama mais ampla de serviços ao mercado, essa fusão ampliará ainda mais o número cada vez maior de talentos especializados que trabalham na CI&T. 

“Nossa história de sucesso com a Dextra será exponencial e global, e estamos muito felizes em co-desenhar nosso próximo capítulo com a CI&T. Estamos muito entusiasmados com esta nova fase para a qual estamos caminhando”, explica Eduardo Coppo, fundador e CEO da Dextra .

Ambas as empresas compartilham building blocks culturais semelhantes, tornando-o uma aliança perfeita e capaz de gerar um impacto comercial rápido e relevante para clientes.

O negócio está sujeito a aprovações regulatórias, mas CI&T e Dextra prevêem um crescimento agressivo, uma vez que o mercado está muito aquecido devido à transformação acelerada que o mundo está enfrentando agora.

A lenta e cuidadosa retomada dos atendimentos presenciais no foodservice

Por Geison Correa

Depois de muita tensão e readaptação aos novos tempos, muitos bares, restaurantes e lanchonetes de todo o país voltaram a atender seus clientes presencialmente, seguindo o plano de flexibilização de cada cidade. Essa abertura, sem dúvida, foi ansiosamente esperada pelos empresários do setor de foodservice, porém, foi necessário um plano de adequação a essa realidade.

Mudança de espaços com redução da ocupação máxima e distanciamento maior entre as mesas, atendimento restrito apenas para clientes sentados, uso obrigatório de máscaras por todos, treinamentos especializados às equipes para receber os consumidores de maneira segura e disponibilização de álcool em gel estão entre as medidas que tiveram que ser tomadas para garantir a saúde de todos.

Com esse cenário, as startups com soluções para esse setor ganharam ainda mais espaço, não só para ajudar com a questão logística (no delivery, que vem crescendo exponencialmente desde março), mas em outros aspectos do funcionamento desses estabelecimentos, evitando qualquer tipo de contaminação.

As foodtechs já vinham em um ritmo acelerado de crescimento, antes mesmo da pandemia. Segundo o The Food Tech Matters, instituição britânica que busca conectar empreendedores do setor com companhias, aceleradoras, investidores e outros players, a expectativa é que esse mercado atinja um valor global de £196 bilhões em 2022, o equivalente a aproximadamente R$ 980 bilhões.

Entre as soluções oferecidas por essas empresas e que se apresentam fazendo a diferença está o desenvolvimento de cardápios digitais, que assumem o lugar dos tradicionais que podem ser contaminados pelo vírus; pagamentos sem toque por meio do uso do QR Code e de carteiras digitais que são disponibilizadas em aplicativos e que permitem a realização de transações com segurança, entre outras inovações.

As ferramentas fornecidas por essas empresas também auxiliam na manutenção do relacionamento virtual com seus clientes de maneira próxima, seja por meio de chatbots, aplicativos de conversa profissional e/ou das redes sociais. Nesse aspecto, é importante utilizar corretamente a tecnologia a seu favor e estar sempre disposto a atender as dúvidas, mantendo seus consumidores e o mercado informados sobre o funcionamento do local.

A palavra de ordem (ainda) é cautela. Por mais que seja maravilhoso ver o estabelecimento cheio de gente, o essencial é não descuidar, em nenhum momento, dessas regras e imposições. Afinal, os prejuízos para imagem da sua marca serão maiores que qualquer lucro.

Geison Correa, CEO e co-fundador da GrandChef, uma foodtech especializada na gestão completa de restaurantes, bares e similares

Missão Web Summit Lisboa 2021 tem inscrições abertas

Uma viagem de uma semana a Lisboa, de imersão em empreendedorismo, inovação e tecnologia, com visitas técnicas a startups portuguesas, encontros com investidores, palestras, bate-papos e oportunidades únicas de networking de negócios. Essa é a Missão Web Summit Lisboa, que chega a sua 5ª edição em 2021.

Os participantes da missão terão acesso a Web Summit, a maior conferência de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo, com mais de 650 palestras com referências mundiais nessas áreas. No evento estarão presentes mais de 100 startups exibindo produtos e serviços e mais de 1.500 investidores, possibilitando um ecossistema de inovação e conexões que torna a experiência única.

Apoiada pela Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, a missão tem vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://www.missaowebsummit.com.br/ até outubro, mediante disponibilidade de vagas. As câmaras de comércio Brasil Portugal atuantes em 18 estados brasileiros oferecem descontos por meio de códigos promocionais, para ter acesso basta entrar em contato com a Federação pelos contatos abaixo.

SERVIÇO
Missão Web Summit Lisboa:
De 30 de outubro a 6 de novembro de 2021;
Site oficial: www.missaowebsummit.com.br
Contato para inscrições e mais informações: secretariace@cbpce.org.br

Ipea revisa de 3% para 4,8% o crescimento do PIB em 2021

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, há expectativa de crescimento mais sustentado da economia no segundo semestre deste ano

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (30/6), a análise trimestral da economia brasileira. A recuperação significativa da economia desde o terceiro trimestre do ano passado motivou a revisão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021, de 3% para 4,8%. Para o segundo semestre deste ano há expectativa de crescimento mais sustentado da atividade econômica, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, o ambiente externo mais favorável e a redução das incertezas fiscais no curto prazo. Há projeção de crescimento interanual de 12,6% no segundo trimestre deste ano. Para 2022, os pesquisadores projetaram um crescimento de 2% para o PIB, inferior aos 2,8% previstos na divulgação anterior, feita em março na Carta de Conjuntura do Ipea, por conta do aumento da base de comparação, o PIB em 2021. Apesar desta redução, o crescimento acumulado no biênio passou de 5,9% para 6,9%.

As hipóteses cruciais para o cenário envolvem o controle da pandemia no Brasil por meio de vacinação e a manutenção de um cenário relativamente estável para a política fiscal no curto prazo – especialmente em relação ao teto dos gastos. O possível aumento das taxas de juros nos Estados Unidos representa um fator de risco, uma vez que pode pressionar o câmbio e os juros no Brasil.

O cenário externo favorável tem impactado positivamente a economia brasileira por meio da valorização das commodities exportadas pelo país, do aumento dos fluxos de comércio internacional e de condições financeiras globais que estimulam o apetite por risco e, portanto, maiores fluxos de capital para países emergentes. O preço internacional das commodities tem refletido a retomada da atividade econômica global, com forte crescimento nos últimos meses e nível histórico elevado. As exportações brasileiras deram um salto, tanto em volume quanto em valor, beneficiadas pelo crescimento da economia mundial e pelo aumento dos preços externos. De janeiro a maio deste ano, as exportações cresceram 40%, contra 12% no mesmo período do ano passado. As importações também se recuperaram, refletindo o nível de atividade interno, registrando crescimento de 21% nos primeiros cinco meses do ano em relação ao mesmo período de 2020.

A projeção para o IPCA em 2021 foi revista de 5,3% para 5,9%. A taxa de inflação acumulada em 12 meses, até maio deste ano, subiu de 6,8% para 8,1%, impactada pela alta nos preços monitorados e bens industriais. A alta de 2,1% nos preços administrados em maio refletiu não apenas o acionamento da bandeira vermelha e seus impactos sobre a energia elétrica, como também os novos aumentos dos medicamentos, do gás e da gasolina. A inflação dos preços monitorados foi revista de 8,4% para 9,7% este ano. Os bens de consumo industriais devem subir de 4,3% para 4,8%. A expectativa a inflação dos serviços livres, exceto educação, foi revisada de 4,0% para 4,2%. A inflação dos alimentos e da educação foi mantida em 5% e 3,8%, respectivamente. Para 2022, os pesquisadores preveem uma desaceleração da inflação, tanto para o IPCA quanto para o INPC. Sendo assim, o IPCA deve encerrar 2022 em 3,9%, levemente acima dos 3,7% estimados para o INPC.

O relatório apresenta indicadores de mobilidade no Brasil durante a pandemia de Covid-19 e os compara com indicadores de atividade econômica. Os pesquisadores mostraram a evolução dos indicadores de mobilidade, entre abril de 2020 e junho de 2021, nos quatro tipos de estabelecimentos mais relacionados à atividade econômica: lojas de varejo e locais de lazer; mercados e farmácias; estações de transporte público e locais de trabalho. Eles concluíram que houve queda da mobilidade em todos os locais entre o final de 2020 e os meses de março de abril de 2021, o que pode ter impactado negativamente a atividade econômica. A partir de maio, os indicadores de mobilidade voltaram a aumentar.

O cenário fiscal também foi analisado pelos pesquisadores do Ipea. Segundo eles, as contas públicas apresentaram melhora nos últimos meses. As receitas federais cresceram 16,6% em termos reais no acumulado do ano até abril. Esse crescimento, superior às projeções levou a uma revisão importante do total esperado para 2021, influenciando na queda do deficit primário previsto para o ano. As despesas previstas para o ano foram reavaliadas para baixo, diminuindo a necessidade de ajuste visando cumprir o teto de gastos da União. Para 2022, espera-se maior folga para o cumprimento do teto de gastos em função do comportamento esperado dos índices de preços que corrigirão o teto e parcela importante das despesas obrigatórias. A dívida como proporção do PIB beneficiou-se do superavit primário do primeiro quadrimestre e do crescimento nominal do PIB, que surpreendeu devido à aceleração do deflator implícito, além do maior crescimento real. Com isso, houve revisão para baixo da trajetória prevista para a relação dívida bruta/PIB nos próximos anos.

Acesse a Visão Geral da Carta de Conjuntura

Quer motivação da equipe? Sabe o que o líder conatus faz?

Por Leandro Franz, sócio e consultor da People+Strategy

São em momentos difíceis que se descobrem as verdadeiras lideranças. E cada vez mais, com equipes de gerações e mentalidades mais diversas, com novas culturas e tecnologias, o desafio de liderança só tende a aumentar. Um caminho possível de resposta pode ser prestar mais atenção aos afetos, à individualidade de cada membro do time.
Spinoza é conhecido como o filósofo dos afetos, tendo dissecado dezenas deles (amor, ódio, melancolia, ciúme, soberba, inveja, desejo etc.). Viveu em Amsterdã no séc. XVII, morreu aos 44 anos com uma obra imensa escrita e teve Einstein como seu seguidor mais famoso.


Um grande aprendizado de sua filosofia que pode ser trazido para o mundo corporativo é o conatus, um conceito que descreve a potência de cada pessoa, sua força de perseverar. Tudo o que acontece conosco afeta nosso conatus positivamente (gerando alegria e contentamento) ou negativamente (gerando dor e melancolia). E, da mesma maneira que temos paladares e gostos diferentes, cada individualidade tem seu “ritmo” de resposta a bons e maus encontros.
A cada minuto, somos afetados tanto de fora para dentro quanto de dentro para fora. Segundo Spinoza, “quando a mente é tomada de algum afeto, o corpo é, simultaneamente, afetado por meio da qual sua potência de agir é aumentada ou diminuída.”


Internamente, nossos pensamentos e funções biológicas fazem nosso conatus flutuar. Se você tem sede e pode tomar uma água, sente alegria. Se não tem como matar a sede, sente dor. Se você fica relembrando de um erro que cometeu, pode sentir vergonha e, com isso, baixar seu conatus. Se por acaso lembra de alguma conquista, fica satisfeito consigo mesmo e eleva seu conatus.


Do lado externo, ainda mais durante uma grande tragédia como a epidemia do covid-19 em que vivemos, somos afetados sucessivamente no encontro (hoje mais virtual) com outras pessoas, por notícias e eventos. Cada encontro desses afeta nossa força de perseverar. E aí entra o papel do líder em impulsionar positivamente o conatus de sua equipe. Com tantas más notícias, tantos medos e dores, como garantir que, ao menos no trabalho, todos tenham suas potências aumentadas?

Um conatus negativo pode levar a baixo desempenho e a novos conflitos que, em outros contextos, não emergiriam. Por mais “boa vontade” e ânimo que cada um tenha para trabalhar, por mais automotivação e discursos inspiradores, Spinoza afirma que ainda somos frágeis em relação ao mundo externo: “a potência humana é bastante limitada, sendo infinitamente superada pela potência das causas exteriores.”


Mas o que um verdadeiro líder pode fazer? O primeiro passo é reconhecer que cada evento, cada encontro afeta de modo diferente cada membro da equipe. É o famoso ditado popular, também citado por Spinoza em seu livro Ética: “cada cabeça, uma sentença”. Então, você conhece o que aumenta ou diminui o conatus do seu time? Quem se empolga com um novo desafio inesperado e quem se desestabiliza? Como está o momento do seu time? Você gerencia individualmente as diferentes reações aos afetos externos que seu time recebe e reconhece alavancas para cada colaborador?

Ao identificar o que aumenta a potência e a particularidade de cada um, o líder se torna mais próximo, mais inspirador e gera confiança para atravessar momentos difíceis. Ao ouvir, reconhecer e atuar sobre o que aumenta a “força de perseverar” de seu time, você melhorará o clima, a colaboração e os resultados, tornando-se um líder spinoziano, um verdadeiro transformador de conatus. E as complexidades da interações e culturas corporativas atuais demandam esse novo tipo de liderança.

Nova plataforma Kickante é lançada no Brasil

KICKANTE lança no Brasil sua nova plataforma – com novo design e novas ferramentas para possibilitar melhores conversões de valores e grandes resultados em captação de recursos, com o menor custo do mercado.

NOVIDADES E SEGURANÇA

Em um período no qual muitos empreendedores brasileiros sofreram uma considerável queda em sua renda, com a paralisação de setores-chave da economia brasileira, como eventos, cultura, esportes e turismo, novos caminhos para a captação de recursos se fizeram necessários, assim como novas ideias para oferecer ao público brasileiro opções inéditas e totalmente seguras.

Com isso em mente, a Kickante oferece, em sua nova plataforma, desde as melhores soluções em crowdfunding a um completo Marketplace Financeiro, com várias possibilidades inéditas no mercado brasileiro: campanhas de arrecadação agora podem ter prazo aberto, com a diminuição ou aumento dos dias de captação e a possibilidade de torná-los perenes, possibilidade de manter o valor captado em sigilo, evitando assim pressões indesejadas de terceiros e mantendo a segurança do projeto. Na Kickante é possível criar campanhas com recompensas, sem recompensas, com valores sugeridos, sem valores sugeridos, com ou sem foto dos produtos, com vídeo, sem vídeo: a Kickante se adequa ao criador .

A nova plataforma permite também que os valores arrecadados possam ser adiantados em conta – não é mais preciso esperar terminar a campanha ou bater a meta para ter acesso aos valores. Outra novidade na nova Kickante é a Carteira Digital: não quer enviar o valor captado para uma conta bancária devido a restrições, acessos indevidos aos valores, taxas abusivas ou apenas para manter o valor organizado e devidamente separado? É só manter o valor na sua Carteira Digital Kickante, por tempo indeterminado.

Com contribuição mínima de R﹩ 5,00, o proponente alcança mais pessoas e aumenta o seu impacto – uma iniciativa da Kickante para democratizar a realização de um projeto de sucesso.

A participação pode ser por cartão de crédito à vista ou parceladas em até 12x, boleto ou PIX, que tem sido o modo preferido de doação entre os brasileiros. E, principalmente, sem precisar criar uma conta na Kickante, mas com toda segurança.

Além disso, a Kickante oferece também a Contribuição turbinada, permitindo ao contribuidor aumentar o valor sugerido de uma recompensa, e assim, potencializar o resultado.

As metas podem agora ser por valor, por número de kicks (número mínimo de itens a arrecadar, como livros ou cestas básicas), ou ainda sem meta.

No Painel de Controle do usuário, cada centavo que entra é claramente contabilizado, em tempo real. Controlar as arrecadações também ficou muito mais fácil: a nova Kickante oferece total transparência sobre todos os valores captados.

Com a nova Kickante, é muito fácil começar uma nova campanha: basta responder a 10 perguntas e a página de captação é criada gratuitamente – agora com identificação em até 3 categorias. Outra novidade é a Comunidade Kickante é uma nova área, exclusiva em cada campanha, para que os doadores se tornem uma comunidade digital da iniciativa, com o envio de mensagens segmentadas para a lista de contribuidores, de acordo com o tópico que se quer divulgar.

A Kickante faz todo o trabalho de conversão para que o criador tenha foco no trabalho de divulgação, realizando e gerenciando toda a comunicação personalizada com os potenciais contribuidores do projeto por e-mail e telefone, para que se lembrem de efetivar contribuições, pagar o boleto, convidar amigos e doar mais. A regra é simples: traga o seu público e a Kickante converte.

Dentre as possibilidades de metas, é possível escolher os modos Flexível, Tudo ou Nada (só paga se bater a meta) e ainda, incluir em qualquer um deles valores Recorrentes (assinatura automática mensal, trimestral, semestral ou anual).

O novo site entrega um número maior de conversões, por trazer tecnologia americana de ponta, com toda segurança e confiança na apuração de dados.

NTT DATA anuncia abertura de mais de 50 vagas para profissionais no setor de tecnologia

A NTT DATA Business Solutions, uma das divisões de negócios da NTT DATA no Brasil, anuncia a abertura de mais de 50 vagas para profissionais de Tecnologia da Informação, em diversas áreas de atuação, como E-commerce e Vendas; Fiscal e Tributária, Desenvolvimento de Software, Infraestrutura e Suporte. Há, também, oportunidades para desenvolvimento de carreira em Recursos Humanos. 

As vagas, destinadas desde de aprendizes, consultores até cargos de gestão, estão disponíveis para profissionais de todo o Brasil, em especial para os estados onde a NTT DATA possui algumas de suas sedes, como São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As vagas são tanto no modelo presencial (retorno pós pandemia) e  também sob modelo remoto. Todas as entrevistas e apresentações dos novos profissionais serão realizadas, num primeiro momento, virtualmente. 

“Com a expansão acelerada dos negócios da NTT DATA no Brasil e na América Latina, diversos projetos estão sendo viabilizados, e com isso surgem novas possibilidades para o desenvolvimento de carreira em uma empresa jovem, sólida e que oferece grandes possibilidades e crescimento profissional. Criatividade, inovação, proatividade e senso colaborativo são características que enxergamos como essenciais nos profissionais que desejam nos apoiar na jornada de transformação digital de nossos clientes”, afirma Rosely Maximiano, responsável pela área de Recursos Humanos da NTT DATA Business Solutions. 

Ainda segundo a executiva, em 2020, a força de trabalho da empresa cresceu 15% e a perspectiva para 2021 é de expansão em torno de 35% no quadro de profissionais. “De janeiro a maio/21 já contratamos 116 profissionais em diversas posições. Nossa expectativa é encerrar o ano com a meta de 850 colaboradores nas diversas operações da companhia”, complementa Rosely. 

Para seus colaboradores, a NTT DATA disponibiliza diversos benefícios como: Vale Alimentação / Refeição, Plano de Saúde Nacional (acomodação em apartamento) e Dentário, Seguro de Vida, Previdência Privada, Programa de Participação nos Resultados e incentivos nas áreas de educação e esportes. A companhia também oferece plataforma de treinamentos online e programas de avaliação de desempenho, além de trilhas de carreira que levam em consideração as escolhas pessoais de cada profissional (carreira técnica e/ou de gestão); dentre outras iniciativas. 

Para checar as vagas e candidatar-se: acesse esse link

Reserva e Fast Company criam colab para lançar negócio na moda

A Reserva, marca de roupas masculinas, em parceria com a Fast Company Brasil, lança 21 estampas de camisetas com frases e artes 100% ligadas ao universo de empreendedorismo, negócios e inovação. A ideia, pensada em conjunto, tem como objetivo ampliar os negócios do veículo de comunicação, que agregará uma loja online para a coleção em seu site, assim como no e-commerce da Reserva. Entre as estampas estão frases clássicas usadas pelos empreendedores, como “Big Ideas Only” (em português “apenas grandes ideias”) e imagens que representam importantes matérias da Fast Company.

Marcelo Lobianco, CEO da Fast Company no Brasil, teve a ideia de levar a marca editorial para além do conteúdo produzido em diversas plataformas online e offline. “Construímos um projeto de colaboração em conjunto, inicialmente focado em camisetas masculinas e femininas. Nosso público possui grandes semelhanças com o da Reserva, e acreditamos muito em nosso potencial conjunto de criar e impulsionar novos negócios”, explica Lobianco.

A aproximação entre as marcas iniciou-se em 2015, quando a Reserva foi apontada pela Fast Company Global como a única empresa brasileira no ranking das empresas mais inovadoras do mundo. Na época, uma das ações destacadas foi o jeito da Reserva de transformar ações negativas, como uma filmagem mostrando um assalto que ocorreu em uma de suas lojas, em uma publicidade positiva. “Esse prêmio foi um dos mais importantes que conquistamos. Hoje, selar uma parceria de produto com a marca que nos concedeu isso é um orgulho imenso”, diz Rony Meisler, CEO da AR&Co.

Conhecida mundialmente pela sua linha editorial única em inovação, negócios e tecnologia, a Fast Company iniciou sua atuação no Brasil em janeiro de 2021. Mantém os mesmos princípios da cobertura jornalística que realiza nos Estados Unidos, além de complementar com um acompanhamento profundo das principais inovações nos segmentos de marketing e finanças.

As peças estão disponíveis no site da Reserva e também no site Fast Company Brasil .

CNI e Federações oferecem assessoria gratuita para facilitar exportações

O processo de exportação exige preparação, envolve diversos atores, sistemas e procedimentos. Segundo o Ministério da Economia, das 19 milhões de empresas ativas em 2020, somente 28.746 exportaram. Uma das razões para isso é porque os empresários têm dúvidas ao preparar sua empresa para o mercado internacional e as respostas demoram, são complexas ou até incompletas.

Para ajudar as micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) a exportarem com mais facilidade, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as Federações de Indústria nos estados e o Sebrae criaram o Ajude Aqui: uma consultoria virtual gratuita sobre comércio exterior. 

A partir de hoje, especialistas em comércio exterior estarão disponíveis para atender dúvidas sobre tributação internacional, sistemas aduaneiros, logística, formas de pagamento, entre outros assuntos sobre exportação e importação. 

Os atendimentos serão realizados por e-mail, telefone, WhatsApp e formulário on-line disponível no site do Indústria Global – programa realizado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para oferecer serviços de internacionalização.

“A CNI lançou mais um serviço para desenvolver a maturidade das pequenas empresas no processo de internacionalização. O objetivo é criar um canal de suporte às empresas e, a partir das dúvidas mais frequentes, promover melhorias no ambiente de negócios. O Ajude Aqui veio para impulsionar o crescimento de MPEs brasileiras fora do Brasil e, consequentemente, aumentar a competitividade das empresas no mercado interno, seja nos produtos, serviços e embalagens ou na própria gestão da marca”, destaca o coordenador de Serviços de Internacionalização da CNI, Felipe Spaniol.

Em conjunto com a assessoria virtual, as empresas atendidas podem buscar apoio no Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação de Indústrias do seu estado ou no Sebrae local.

Gympass, maior plataforma de bem-estar corporativo, dobra valuation para US$2,2 bilhões com retomada de atividades em academias

O Gympass, maior plataforma de bem-estar corporativo, anuncia hoje que os fundos Softbank, General Atlantic, Moore Strategic Ventures, Kaszek e Valor Capital Group se juntam à sua missão de tornar o bem-estar universal com uma nova rodada de investimento de U$S220 milhões.

À medida que as pessoas voltam às academias, o valuation do Gympass mais do que dobrou, para US$2,2 bilhões, refletindo a importância cada vez maior que as empresas estão dando para o bem-estar. Em maio, o Gympass registrou um recorde mensal de 4 milhões de visitas em sua rede de mais de 50.000 parceiros globais. Muitos dos clientes do Gympass têm observado que a utilização da plataforma já está acima dos níveis pré-pandemia, o que revela o tão esperado retorno às atividades físicas presenciais. Mercados como os Estados Unidos e o Reino Unido lideram, com um crescimento sem precedentes, a demanda por atividade física presencial, com uma tendência semelhante refletida na América Latina e na Europa. Atualmente, o Gympass registra um crescimento mensal de dois dígitos no número de usuários.

Mais de 1.000 novas empresas aderiram ao Gympass durante a pandemia para adaptar seus programas de bem-estar corporativo às soluções holísticas, flexíveis e equitativas e também ao novo modelo de trabalho híbrido. Alguns dos atuais clientes incluem Santander, Accenture, Unilever, KPMG e McDonalds. Além disso, o Gympass também trouxe para sua rede novos parceiros fitness nos Estados Unidos, como Barry’s, SoulCycle, F45 e Strava, além de incorporar aplicativos globais como Calm, LifeSum e Fabulous para acelerar sua rápida expansão para um portfólio completo e integral de bem-estar.

“Temos visto um aumento no número de visitas a academias e estúdios conforme os países começam a retomar suas atividades, e esperamos um avanço ainda maior à medida que as pessoas comecem a voltar aos escritórios”, disse o cofundador e CEO do Gympass, Cesar Carvalho. “Criamos a plataforma de bem-estar mais completa, cobrindo condicionamento físico, terapia, atenção plena e nutrição. O novo investimento nos ajudará a impulsionar ainda mais o crescimento nos Estados Unidos, a melhorar a experiência do produto e a expandir para novas categorias, dando continuidade à nossa missão de tornar o bem-estar universal.”

A expansão do Gympass para além da atividade física presencial já provou ser um sucesso. Desde março de 2020, o Gympass contabilizou 3,5 milhões de utilizações de suas ofertas digitais. Com o retorno das atividades presenciais, as soluções digitais do Gympass têm mantido níveis estáveis de engajamento, reforçando que o futuro do bem-estar corporativo é híbrido.

“Semelhante ao modelo de trabalho híbrido adotado por muitas empresas devido à pandemia, estamos vendo uma tendência semelhante em relação às atividades fitness e de bem-estar. Agora, as pessoas estão combinando visitas presenciais a academias e estúdios com o digital, usando aplicativos de meditação e nutrição, além de outras soluções de bem-estar oferecidas pelo Gympass. Vimos que esta é uma mudança que permanecerá no futuro e esperamos expandir nosso alcance e serviços para continuar a estimular o bem-estar geral das pessoas”, disse Carvalho.

“É incrível ver o Gympass crescer cada vez mais em um momento em que o ecossistema operacional tem sido tão difícil. O Gympass é a solução de bem-estar para o modelo de trabalho híbrido que estamos vendo agora, oferecendo aos colaboradores opções dentro e fora do escritório”, disse Shu Nyatta, do Softbank. “O crescimento da empresa nos últimos dois anos mostra o potencial que o Gympass tem e estou entusiasmado em continuar trabalhando com o Cesar e toda a equipe para acelerar sua estratégia de bem-estar.”