Archive dezembro 2021

Webmotors tem mais de 30 vagas abertas para todo o Brasil

A Webmotors, maior ecossistema automotivo do Brasil e principal portal de negócios e soluções digitais para o segmento automotivo, está com mais de 30 vagas de trabalho abertas. Há oportunidades para diferentes formações acadêmicas e áreas de atuação para os times de Marketing, Produtos e Tecnologia. 

A Webmotors tem como principais acionistas o banco Santander e a australiana Carsales. Conta com mais de 30 milhões de visitas mensais, entre usuários e clientes, além de ter um amplo e completo portfólio de serviços e produtos para o setor automotivo, tanto para o cliente final como para lojas. 

“Somos movidos pela inovação, com a fluidez de uma startup, e a solidez financeira de um grande banco. Somos inconformados por natureza e guiados pela vontade de melhorar a cada dia. Buscamos pessoas que se identifiquem com a nossa cultura para contribuir com o nosso crescimento e pisar fundo conosco”, conta Cibele Diniz, Head de RH da Webmotors. 

Vagas abertas 

Parte das oportunidades disponíveis em Tecnologia destina-se a desenvolvedores Android e iOS Sênior, nos níveis pleno e sênior, e QA Mobile Sênior. 

Os selecionados atuarão junto ao time de desenvolvimento Back-End na discussão das histórias para definir a solução de negócio e técnica, na construção das APIs e serviços integrados para definir melhores práticas de desenvolvimento mobile, escolha de padrões e bibliotecas e identificação de riscos. Habilidades em metodologias ágeis e linguagem SQL/MySQL são considerados diferenciais. 

As descrições completas das vagas e requisitos estão disponíveis no site https://webmotors.gupy.io/.  Candidatos de todas as regiões do país podem se inscrever.

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Conta Zap anuncia novo Head de Banking

A Conta Zap, primeira fintech do Brasil a oferecer soluções financeiras e assinatura de serviços inteiramente por mensageria, acaba de reforçar sua equipe com a contratação de Cristiano Palazzo, novo Head de Banking que comandará o desenvolvimento tecnológico da empresa na área. A vertical de banking é estratégica para a companhia que atua com transações financeiras por mensageria, incluindo as modalidades de Pix, autorizadas recentemente pelo Banco Central.

“A chegada de Cristiano faz parte do plano de crescimento da companhia para a frente de banking, uma das principais áreas do nosso negócio. O objetivo é investir para oferecer a melhor experiência possível ao usuário, de forma simples e acessível ao público”, explica o CEO da Conta Zap, Roberto Marinho Filho.

Com mais de 25 anos de mercado, Palazzo possui ampla experiência no desenvolvimento de projetos, produtos e serviços nas áreas de tecnologia e inovação.

O executivo, que é graduado em Ciências da Computação, trabalha com tecnologia da informação desde 1997, com passagens pelas áreas de desenvolvimento de sistemas, consultoria, análise de negócios e gestão de projetos.

Cristiano Palazzo já passou por empresas como TQI, Callink, além das fintechs Zoop e BanQ, e agora tem a missão de desenvolver e ampliar a área de Banking da Conta Zap.

A Década Quântica está se movendo muito mais rapidamente que o esperado

Por Robert Loredo, Global Ambassador Lead, IBM Quantum

Computação quântica já não é um conceito futurista. O mundo entrou na Década Quântica – uma Era em que as empresas começam a ver valor de negócios da computação quântica. Os avanços inéditos deste ano em desenvolvimento de hardware, software e serviços validam o momento dessa tecnologia, criando um ecossistema que abre caminho para novos avanços em 2022 e ajuda a preparar o mercado para a eventual adoção dessa revolucionária tecnologia.

A pesquisa básica, junto com o desenvolvimento de aplicativos, é a maneira pela qual a indústria irá conhecer todo o potencial da computação quântica. Os líderes de negócios e tecnologia precisam se preparar agora ou correrão o risco de ficar para trás. E isso inclui treinar suas equipes – desenvolvedores, pesquisadores, especialistas em diferentes áreas e também futuros profissionais – com as habilidades e conhecimentos para explorar o potencial dos sistemas quânticos a fim de resolver problemas inacessíveis para a computação clássica.

Este ano, por exemplo, vimos alguns casos de uso em que as empresas podem colocar a computação quântica em funcionamento. Para explorar a redução das emissões de carbono, a bp incorporou a quantum computing em seu fluxo de trabalho, enquanto a Goldman Sachs implementou algoritmos que exploram modelos de precificação sofisticados. E com a chegada do IBM Quantum Accelerator, que visa ajudar empresas a iniciarem suas jornadas quânticas, esperamos lançar uma rede ainda mais ampla.

Programa Centelha 2 investirá R$ 97 milhões para incentivar o empreendedorismo inovador

Segunda edição contará com a participação de 25 estados e do Distrito Federal; expectativa é de que até 1 mil novas startups sejam criadas no Brasil


O Programa Centelha, que possui como principal objetivo apoiar e estimular a criação de novos negócios inovadores, chega à sua segunda edição. Neste ano, a iniciativa contará com a participação de 25 estados e do Distrito Federal e prevê o investimento de mais de R$ 97 milhões, sendo R$ 74 milhões pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e R$ 23 milhões pelos parceiros estaduais. Na primeira edição, foram mais de 15 mil ideias inovadoras submetidas em todo o Brasil e mais de 1 mil municípios envolvidos.

Todos os estados participantes devem abrir as inscrições até o final do primeiro semestre de 2022. A expectativa é que, até o final do programa, sejam criadas cerca de 1 mil novas startups em todo o Brasil, com o envolvimento de pelo menos 50 mil empreendedores. Cada empresa contemplada receberá em torno de R$ 50 mil, além de capacitação e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. As propostas poderão ser submetidas por pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital.

De acordo com Leandro Carioni, Diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, em sua primeira edição, o programa gerou impactos imensuráveis. “Conseguimos enxergar novos negócios nascendo, se transformando e os ecossistemas se movimentando. Essa é a ideia do Programa Centelha, promover uma mudança cultural no Brasil”, comenta.

Já para o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, é com o Programa Centelha que começará o futuro de muitas startups e empresas. “A transformação de ideias inovadoras em negócios concretos e a realização de sonhos garantirão o futuro econômico e social de cada estado e, consequentemente, de todo o Brasil”, completa.

Marcelo Camargo, Superintendente da Área de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento Tecnológico da Finep, acredita que o Programa Centelha veio para dar a escala necessária à disseminação da cultura empreendedora e inovadora no Brasil. “Esta cultura permitirá usar a inovação como grande alavanca para combate a desigualdades sociais, uma vez que possibilitará maior acessibilidade aos produtos e serviços inovadores, bem como garantirá o surgimento de novos empreendedores e empresas”, conclui.

O Programa Centelha é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI.

Pesquisa mostra que 85% dos recrutadores afirmam que nunca foi tão difícil encontrar candidatos para vagas de emprego

Levantamento realizado pela Heach Recursos Humanos mostra que as expectativas para esse cenário não devem melhorar para 2022

Segundo um artigo divulgado pela Sociedade Americana de RH, foi apresentado uma dificuldade mundial em achar candidatos para vagas de emprego e que por isso, muitas empresas estão tendo que se adaptar e até mesmo mudar algumas de suas políticas.

Tendo esse cenário em vista, a Heach Recursos Humanos, empresa de recrutamento e seleção, fez uma pesquisa com 120 recrutadores do Brasil para poder analisar esse cenário no território nacional, e os resultados foram surpreendentes.

85% desses profissionais afirmaram que está sendo o pior momento profissional de suas carreiras, pois não conseguem encontrar candidatos. Enquanto 10% afirmaram que estão passando por dificuldades e, apenas, 5% disseram que o mercado em que atuam não teve oscilações.

“É um momento único na nossa história que ainda estamos tentando entender, adaptar, mas definitivamente a relação de poder entre as empresas e os candidatos mudou e os candidatos chegam aos processos muito mais empoderados”, relata Elcio Paulo Teixeira, CEO da Heach Recursos Humanos.

E o levantamento não parou por aí, ao serem questionados sobre a redução de pré-requisitos, com o objetivo de alcançar mais pessoas, 78% afirmaram que estão fazendo isso constantemente, 16% que precisam dessa mudança eventualmente, e 6% contam que não fazem isso.

Segundo a psicóloga Hélia Souza, nunca foi tão grande essa dificuldade e que com isso as empresas precisam fazer concessões e estar o tempo todo mediando o processo de contratação com as empresas, que ainda não se adaptaram a essa nova realidade e continuam buscando candidatos dentro de um padrão pré-pandemia, contudo esse ele já não existe mais.

Entre as mais novas expectativas dos recrutados perante a uma vaga estão, os recrutadores responderam que 44% buscam flexibilidade no trabalho, 26% salários mais altos, 13% pacotes de benefícios, 13% plano de evolução de carreira e 4% investimentos em formação.

A partir disso é possível perceber como a pandemia mudou o olhar do trabalhador, que hoje procura um emprego mais flexível, deixando o salário para segundo plano. Essa nova realidade pode ser facilmente explicada, já que com a situação que ainda estamos passando, mostrou às pessoas que é possível conciliar o trabalho com outras áreas de sua vida e isso se tornou primordial para a maioria.

Por fim, a pesquisa questionou os entrevistados sobre as expectativas para 2022, em relação a essa dificuldade em encontrar candidatos e a resposta, novamente, surpreendeu, pois 78% não esperam mudanças, 13% acreditam que irá melhorar e 9% disseram estar com dúvidas e incertezas sobre o assunto.

“O cenário não apresenta perspectiva de mudança e a persistência da pandemia tende a mudar ainda mais esses cenários ao longo dos próximos meses e anos. As Empresas terão que se ajustar a esse novo mundo para que consigam continuar na ativa e se desenvolvendo, do contrário, as consequências podem ser graves”, finaliza o CEO da Heach Recursos Humanos.

{reprograma} abre 720 vagas para formação de mulheres programadoras no Brasil

A fim de contribuir para o aumento da  presença feminina no setor de tecnologia da informação e diminuir a lacuna de gênero na área, a {reprograma}, startup social paulistana, anuncia as inscrições para a terceira fase do Todas em Tech (TemT), projeto que visa ensinar programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente negras, trans e travestis. Ao todo serão 720 vagas para as oficinas que irão selecionar 120 mulheres para formarem três turmas do programa Todas em Tech.

A partir do dia 4 de janeiro, as interessadas podem se inscrever pelo link: http://www.reprograma.com.br/todas-tech. Com o objetivo de impactar 2,4 mil mulheres até o final de 2022, o programa irá destinar cerca de, no mínimo, 55% das vagas para mulheres negras e, no mínimo 5%, para mulheres trans e travestis. Dentro desse número total de participantes, 400 mulheres serão formadas como desenvolvedoras front-end e back-end.

A fundadora da {reprograma}, Mariel Reyes Milk, explica que o objetivo para o próximo ano é se conectar principalmente com o público feminino do Norte e Nordeste. “Essas regiões, infelizmente, já são desprovidas socialmente de oportunidades. Nosso foco é gerar oportunidades de carreira para meninas e mulheres que sonham em ter uma chance e para aquelas que se conectam diariamente com a área de tecnologia”, comenta. 

Empoderar e capacitar essas mulheres estão entre os valores do TemT, visto que isso também é possível por conta da parceria de grandes empresas do setor, BID LabLaboratório de Inovação do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento, Accenture, Creditas, Easynvest, Meta (antigo Facebook), iFood e Nubank, estão entre as apoiadoras. No período de dois anos, serão aplicados para o desenvolvimento educacional dessas mulheres cerca de R$4 milhões –  valor do aporte. 

Como o programa vai funcionar? 

Para o 1º semestre de 2022, serão disponibilizadas três turmas: duas de back-end e uma de front-end.  As interessadas em participarem do Todas em Tech deverão se inscrever no site do programa e enviar um vídeo de até um minuto de duração. Vale ressaltar que as mulheres trans e travestis, que não se sentirem confortáveis em enviar vídeos, podem enviar áudios. 

As oficinas têm como objetivo apresentar o universo de programação e desenvolvimento. Nas oficinas de front-end as alunas terão uma introdução a HTML e CSS. Nas oficinas  de back-end as alunas terão uma introdução sobre a lógica de programação e JavaScript.

Após as oficinas serão selecionadas 120 mulheres para as terceiras turmas do programa: 80 para as turmas de back-end e 40 para a turma de front-end. 

Como resultado do aprendizado das oficinas, as alunas irão produzir uma página pessoal para enviarem a recrutadores ou clientes, para estimular a entrada no mercado de tecnologia. Os cursos online e gratuitos iniciarão em março e terão uma duração de 18 semanas.

As vagas são destinadas a mulheres de qualquer região do Brasil, com preferência para mulheres negras e/ou trans e travestis. As inscrições se encerram no dia 04 de fevereiro. 

Cursos de back e front-end

Em 2021, a {reprograma} realizou 4 turmas do projeto, capacitando em programação mais de 130 alunas, para assistir a formatura das alunas basta acessar: https://www.youtube.com/watch?v=BRDYfaF5z18 Em 2022, a startup social irá lançar 6 novas turmas, 3 por semestre. Ou seja, até dezembro de 2022, 400 mulheres  terão a formação completa de programação, totalizando 10 turmas.

Entre o perfil das alunas já formadas em front-end se destacam mulheres com idade média de 29 anos, principalmente das regiões Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Norte, nesta ordem respectivamente. Já as formadas em front-end têm idade média de 28 anos, e residem nas regiões Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, seguindo essa ordem. 

As aulas do curso de front-end acontecerão durante um sábado inteiro e as revisões dos conteúdos acontecerão às quartas-feiras à noite. Já as aulas do curso de back-end serão realizadas ao longo de um domingo inteiro, e as revisões acontecerão às quintas-feiras no período da noite. Além disso, as alunas terão que realizar um exercício semanal obrigatório e atividades complementares. Plantões para solucionar possíveis dúvidas estarão disponíveis para  ajudar no desenvolvimento das alunas.

No total serão quatro módulos, com projetos ao final de cada um, que serão ministrados pela ferramenta Zoom, com aulas ao vivo. 

Abaixo, confira os tópicos que serão apresentados para as alunas da turma de front-end:

  • Lógica de programação: sequência lógica para construir um programa, os tipos de dados utilizados, repetições, decisões e variáveis.
  • HTML e CSS: o primeiro item é utilizado para estruturar as regiões e conteúdos de um site, já o segundo se trata da parte de estética, como cores e fontes.
  • JavaScript: códigos escritos que realizam várias atividades, entre elas atualizar parte de uma página para acelerar a navegação, validar dados de um formulário até permitir usar jogos dentro do navegador.
  • Bibliotecas e Frameworks: agrupam códigos e ajudam a fazer seu trabalho mais rápido, também conhecido como react.
  • UX Design: com o nome de experiência do usuário, é uma área do conhecimento que envolve os fatores e princípios que influenciam positivamente a nossa percepção sobre um produto ou serviço digital.
  • Git & Github: é uma ferramenta de sistema de controle de versões que é utilizada principalmente no desenvolvimento de softwares.

Já os tópicos abordados na turma de back-end, são:

  • Lógica de programação: sequência lógica para construir um programa, os tipos de dados utilizados, repetições, decisões e variáveis.
  • JavaScript: códigos escritos que realizam várias atividades, entre elas atualizar parte de uma página para acelerar a navegação, validar dados de um formulário até permitir usar jogos dentro do navegador.
  • API (Application Programming Interface) Interface de Programação de Aplicação, que serve para integrar dois aplicativos ou para embutir uma aplicação dentro de outra.
  • Node.js:  uma plataforma construída sobre o motor JavaScript do Google Chrome para facilmente construir aplicações de rede rápidas e escaláveis.
  • Git & Github: é uma ferramenta de sistema de controle de versões que é utilizada principalmente no desenvolvimento de softwares.

Como material de apoio as alunas têm acesso ao sistema de repositório com exercícios e os conteúdos das aulas, por meio do Github e Google Classroom.  Ao final dos dois cursos, todas receberão um certificado de conclusão.

Vaga também é um assunto sério

Após a finalização da formação, a {reprograma} visa conectar as alunas formadas à área de tecnologia, para atuarem em grandes empresas do mercado. Para isso, elas terão auxílio na montagem do currículo e portfólio.

O contato das alunas com as empresas é realizado por meio de uma plataforma de conexão entre programadoras e empregadores.  As empresas interessadas em ter o acesso da plataforma de contratação da {reprograma} deverão entrar em contato através do formulário: https://reprograma.typeform.com/to/aR9oYtnF

Novo estudo global da Visa mostra que os consumidores brasileiros conhecem bem e estão adotando as criptomoedas

Criptomoedas e outras moedas digitais estão se tornando parte da consciência popular e têm tudo para crescer, especialmente nos mercados emergentes — o que, muito possível, terá amplas implicações nos pagamentos, nas finanças e no comércio. O novo estudo global da Visa intitulado “The Crypto Phenomenon: Consumer Attitudes & Usage” (O fenômeno cripto: atitudes e usos do consumidor, em tradução livre), realizado em parceria com a LRW, revela que praticamente quase todos os brasileiros pesquisados (97%) conhecem as criptomoedas e que cerca de um terço dos pesquisados estão diretamente engajados com as mesmas, seja como meio de investimento (proprietários passivos) ou para fazer transações comerciais e enviar/receber dinheiro (proprietários ativos). O estudo também concluiu que há quase duas vezes mais proprietários ativos do que passivos, e que os dois grupos são compostos principalmente por homens da geração millennial.
 

Embora a adoção de criptomoedas ainda esteja nos estágios iniciais, ela é significativa e está em franco crescimento no Brasil. Os resultados mostram que, de todos os países que participaram da pesquisa, o Brasil é o mercado mais preparado para crescer, contando com o maior percentual de adultos curiosos (29%), ou seja, indivíduos que veem as criptomoedas com bons olhos e estão prestes a entrar nesse mercado. Além disso, os consumidores engajados estão altamente interessados em comprar ainda mais criptomoedas para fins de investimento nos próximos 12 meses e acreditam que elas serão amplamente usadas para comprar produtos e enviar dinheiro nos próximos 5 a 10 anos.

“Esses resultados sugerem que as criptomoedas estão deixando de ser um ativo de nicho voltado a uma pequena comunidade de investidores e chegando ao mercado geral, ficando cada vez mais acessível ao público e a novos adotantes no Brasil”, afirma Romina Seltzer, head de Soluções para a Visa América Latina e Caribe. “As criptomoedas representam uma mudança tecnológica no que tange à movimentação de dinheiro e à propriedade de ativos digitais. Conforme os consumidores forem mudando sua forma de investir, escolhendo seu banco e vendo o futuro do dinheiro de novas formas, todas as instituições financeiras precisarão ter uma estratégia para criptomoedas.


Apresentamos uma novidade da Visa: Crypto Advisory Services


A pesquisa é divulgada no momento em que a Visa anuncia o lançamento de uma nova prática chamada Global Crypto Advisory Practice, oferecida por Visa Consulting & Analytics (VCA) para ajudar parceiros e clientes do Brasil e do mundo a navegarem melhor nessa nova era de movimentação de dinheiro. Por meio de um trabalho com mais de 60 plataformas de criptomoedas, a rede global de consultores e especialistas em produtos da Visa reúne conhecimentos profundos que ajudarão as instituições financeiras a avaliar a oportunidade cripto, desenvolver estratégias concretas e testar novas experiências de usuário e inovações, como programas de recompensas em criptomoedas e carteiras de CBDC integradas para consumidores.

“Vimos uma mudança significativa na mentalidade dos nossos clientes no último ano — se antes havia um desejo de explorar e testar as criptomoedas, hoje se quer criar uma estratégia e um roadmap de produto”, comenta Carl Rutstein, head global da Visa Consulting & Analytics.

O que está motivando o engajamento com as criptomoedas?

O interesse dos clientes em criar soluções cripto vem em um momento em que a pesquisa da Visa também revela que os brasileiros pesquisados têm uma percepção amplamente positiva das criptomoedas. A maioria dos proprietários ativos e passivos (80% e 81% respectivamente), bem como os consumidores curiosos (77%), consideram as criptomoedas uma inovação nas finanças. A maioria também concorda que elas se tornarão algo comum em 10 anos e, em 5 anos, serão uma ferramenta útil para enviar dinheiro a amigos e familiares. Proprietários ativos também consideram mais vantajoso investir em criptomoedas do que em ações (71%) e, de modo geral, os consumidores engajados as veem como uma forma de construir um patrimônio e diversificar seus portfólios. Só 8% dos pesquisados disseram ter se informado sobre criptomoedas, mas não as veem com bons olhos.

A pesquisa concluiu também que os proprietários ativos e passivos de criptomoedas citam a instabilidade e o fato de não terem dinheiro suficiente como os principais impeditivos para serem mais ativos e engajados com a moeda, enquanto os pesquisados que não têm criptomoedas citam a falta de conhecimento (60%) e de fundos (51%), além do risco de instabilidade como as principais barreiras ao engajamento.

Entretanto, os brasileiros ativos e passivos que já têm criptomoedas são os que têm maior probabilidade de serem motivados a participar desse mercado, pois as consideram o meio financeiro do futuro (38% e 44%) e uma forma de construir um patrimônio (35% e 44%). Da mesma forma, os consumidores curiosos a respeito das criptomoedas são os com maior probabilidade de serem motivados, pois consideram as criptomoedas o futuro dos serviços financeiros e um meio de construir riqueza (44%).

Em alguns mercados pesquisados, os adultos mais ricos tendem a ser mais propensos a se engajar com as criptomoedas. A renda não é um fator universalmente preponderante, mas há tendências no Brasil em que o engajamento está correlacionado ao nível socioeconômico ou de renda. O engajamento com as criptomoedas também é inversamente proporcional à idade. Os consumidores mais engajados tendem a ser mais jovens, enquanto os desengajados ou menos engajados tendem a ser mais velhos.

O estudo também mostra que o Bitcoin é conhecido por praticamente todos os pesquisados brasileiros e cerca de um quarto das pessoas que conhecem as criptomoedas tem esse ativo. Entretanto, a maioria dos proprietários ativos e passivos têm interesse em stablecoins, visto que há uma forte preferência por essas moedas como meio de poupança, se comparado ao dinheiro. Além disso, os consumidores engajados estão altamente interessados em recompensas ou cartões que possibilitem o uso de criptomoedas.

Bradesco encerra o ano intensificando coinovação por meio do inovabra

A coinovação entre grandes empresas e startups segue como uma boa saída para aplacar os crescentes desafios de negócios. O Bradesco, por exemplo, firmou contrato com novas startups de diferentes setores em 2021 e está em fase de experimentação com 23 outras. O mesmo acontece com grandes clientes do banco, corporações que são membros do inovabra habitat, que também veem nas startups boas soluções para seus dilemas.

Qipu, Predify e Smartbrain são as mais novas parceiras do Bradesco. As contratações foram realizadas por meio do inovabra, ecossistema de inovação do banco que fomenta a colaboração entre startups e áreas internas

A Qipu, empresa que oferece ERP e contabilidade online para MEIs, e a Predify, que tem um software online para precificação e planejamento, passaram a integrar a plataforma MEI do banco, que oferece apoio e uma série de serviços para o Microempreendedor Individual. Com a chegada das duas startups, os usuários do portal têm à sua disposição ferramentas para gestão financeira, de vendas e monitoramento de preços de mercado. Desde março de 2021 na plataforma, a Qipu registrou mais de 940 cadastros, 6.116 lançamentos, 151 formalizações de empresas contratadas e cerca 2.450 guias de DAS foram apuradas em seu aplicativo. Já a Predify está disponível para o cliente MEI do Bradesco desde abril, contabilizando mais 470 cadastros, com o objetivo de ajudá-lo a encontrar o equilíbrio de um preço justo e atrativo, garantindo a tranquilidade para uma gestão saudável e lucrativa. Com o software, o empreendedor tem na palma da mão todo o fluxo financeiro do seu negócio, informações estratégicas e a melhor precificação de seus produtos e serviços.

A fintech SmartBrain, plataforma de controle de investimentos e gestão patrimonial, é parceira do banco para operar na consolidação de patrimônio dos clientes de alta renda. Dessa forma, o banco consegue adicionar valor numa nova perspectiva de seu processo de assessoria e gestão patrimonial. Baseada nas reais necessidades de famílias clientes que buscam administrar seu patrimônio além dos ativos financeiros, o Bradesco inicia o atendimento a um público seleto num conceito de Family Office e pretende expandir o serviço com a ferramenta em uma segunda etapa.

Colaborar para inovar

Além do Bradesco, as demais corporações habitantes também firmaram contratos com startups do inovabra habitat. Um exemplo é a parceria estabelecida entre a fabricante de pneus Prometeon e a Novidá, plataforma de gestão de equipes operacionais, focada em produtividade e segurança operacional. O desafio consistia no tempo de hospedagem do caminhão dentro das plantas da Prometeon, que deve ser de no máximo quatro horas para carga e descarga. Caso o veículo ultrapasse esse tempo, a empresa precisa pagar um fee de estadia para a transportadora. A solução proposta pela Novidá foi reduzir o tempo de permanência dos veículos por meio do monitoramento por geolocalização e de alerta para o time de gestão.

O Banco Honda tinha a iniciativa de implantar uma auditoria contínua e, para isso, necessitava de uma ferramenta para realizar a leitura e a avaliação dos processos internos em tempo real. A Fourcicle, com sua plataforma de automação e gestão de processos, resolveu esse problema por meio do mapeamento das regras de negócio, automação e acompanhamento das análises utilizando indicadores, além de toda a gestão realizada pela Smart Platform.

“Trabalhamos continuamente no intuito de gerar conexões e aprendizados para os nossos membros, o que inclui não somente o Bradesco, mas também outras corporações e startups. Presenciar movimentações como essas, principalmente em um ano tão desafiador, nos deixa entusiasmados e mostra que estamos no caminho certo”, salienta a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

Desde 2018, ano de lançamento do ambiente, mais de 500 contratos foram firmados entre empresas e startups habitantes, e aproximadamente 1,2 mil atividades de coinovação foram realizadas no local. Em 2021, pelo menos 70 empresas, entre startups e corporações, passaram a integrar o book de soluções do habitat, somando mais de 280 habitantes. Além dessas, outras 10 mil startups fazem parte do ecossistema, incluindo as cadastradas na plataforma digital do inovabra, o hub, e aquelas pertencentes aos centros parceiros: Acate, Artemisia, Gyntec Hospital de Amor, Hotmilk, Nexus, Porto Digital e 100 Open Startups. O ambiente de inovação colaborativa conta ainda com parcerias de quatro empresas de tecnologia e seus respectivos programas de benefícios para startups: Microsoft for Startups, Startup with IBM, Google Cloud for Startups e Huawei.

Habitantes viram unicórnios em 2021

O ano também foi bem-sucedido para duas startups do inovabra habitat, que acabam de se tornar unicórnios. Uma delas é a Semantix, primeira plataforma SaaS integrada de dados da América Latina, que anunciou recentemente a fusão com a Alpha Capital (Nasdaq: ASPC), uma empresa de aquisição de propósito específico (“SPAC”) com foco em tecnologia. A Semantix iniciou a parceria com o Bradesco por meio da chamada pública feita pelo inovabra startups, em 2017, e é investida pelo inovabra ventures desde então. Outro destaque é a Clara, fintech de cartões de crédito para empresas e gestão de despesas corporativas, que atingiu o posto de unicórnio mais rápido da história da América Latina. A Clara escolheu o inovabra habitat para abrir seu primeiro escritório no Brasil, em 2021. Além delas, o ambiente de coinovação do Bradesco reúne outras 206 startups e 79 corporações habitantes.

Coinovação rende destaque mundial


O fomento à inovação aberta possibilitou ao Bradesco permanecer, pelo segundo ano consecutivo, entre as 25 organizações do mundo destacadas no “Open Innovation Challengers” do Corporate Startup Stars Awards 2021. “A conexão e a colaboração do banco com o ecossistema de inovação vêm sendo construídas há alguns anos. Esse relacionamento tem sido fundamental para a rápida resposta que alcançamos diante dos desafios das diversas áreas de negócio do banco”, afirma a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti.

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Anatel disponibiliza lista de celulares 5G homologados

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta quarta-feira, dia 22/12, em seu portal na internet, Relação de Celulares 5G Homologados, da qual constam informações como modelo, nome comercial e fabricante dos aparelhos. O celular é a principal interface entre o usuário e as novas redes de quinta geração, que têm previsão de início de funcionamento até o final do 1º semestre de 2022 nas capitais brasileiras.

Somente produtos de telecomunicações homologados pela Agência podem ser utilizados no Brasil. O usuário deve, portanto, conferir a lista de celulares homologados antes de adquirir um aparelho. O consumidor também deve verificar a presença do selo de homologação Anatel, localizado no equipamento ou no manual, e pode consultar a operadora sobre a compatibilidade do produto com a rede.

A certificação e a homologação garantem ao consumidor a aquisição e o uso de produtos para telecomunicações que respeitam padrões de qualidade e de segurança, além do atendimento a funcionalidades técnicas regulamentadas pela Anatel que visam o uso eficiente e racional do espectro radioelétrico, a compatibilidade eletromagnética e a não agressão ao meio ambiente.

Meta Ventures investe mais R$ 1mi na startup Conecta Lá

A Meta Ventures, Corporate Venture Capital da Meta – consultoria de tecnologia e soluções focada em transformação digital, com mais de 30 anos de mercado e mais de 2,5 mil colaboradores, com atuação global, atendendo cerca de 300 clientes em mais de 8 países, anuncia hoje novo aporte de R$ 1 milhão na startup Conecta Lá, plataforma brasileira que oferece soluções para descomplicar a gestão de marketplace, que já havia sido investida pelo venture capital em dezembro de 2020.

Segundo Marcio Flôres, Head da Meta Ventures essa é uma parceria que perdurará por muitos anos, pois há uma forte ligação entre as duas empresas. “Nós vemos a Conecta Lá como nossa parceira. Sabemos que o investimento financeiro é importante para esse tipo de negócio, porém, também auxiliamos a startup no desenvolvimento e evolução da solução por todo esse último ano que estivemos juntos. Vemos a relação com as startups que investimos como uma construção simultânea e de longo prazo, visando sempre o melhor para as duas companhias”, explica.

Com um pouco mais de um ano e meio de vida, a Meta Ventures já investiu mais de R$ 6 milhões de reais em cinco startups e acaba de realizar a segunda edição do Bring Your SaaS, um desafio que tem como objetivo identificar e reconhecer os negócios promissores, com alto potencial de crescimento e sinergia com os negócios e clientes da Meta. As três primeiras colocadas do desafio de 2021, anunciadas no final de novembro, se tornaram candidatas a receber até R$ 1,5 milhão em investimentos da Meta Ventures, além da oportunidade de conexão com a Meta e seus clientes.

Novo investimento

O novo aporte da Meta Venturas ao Conecta Lá faz parte de uma rodada de investimento em que também participam a RaiaDrogasil (RD), Silver Angels e Aimorés Investimentos. Para a startup com origem em Florianópolis, essa rodada tem como foco a evolução e aceleração do Seller Center, uma ferramenta que oferece soluções para catalogação, workflow de pedidos, splitz de pagamentos, logística, entre outras necessidades de varejistas, em formato marketplace. Com o dinheiro em caixa, a Conecta Lá pretende crescer em mais de 100% a equipe – especialmente na área de produtos e tecnologia. A expectativa da startup é ter 40 grandes empresas utilizando o seu sistema até o final de 2022.

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Aimorés Investimentos anuncia aporte em 3 startups de tecnologia para potencializar vendas nas PME’s

A Aimorés Investimentos, venture capital especialista em VendasTech, anuncia aporte de capital em três novas startups,as quais oferecem soluções para potencializar os negócios das PME’s: CallRox, Planne e Vesti. A Aimorés prevê, ainda, investimento em 18 novas startups do setor até o final de 2022.

Há seis anos trabalhando diretamente neste setor, a Aimorés observou soluções inovadoras para conversão em vendas, atração e fidelização de clientes. A CallRox, por exemplo, é uma plataforma de coach e treinamento com foco no aumento de performance do time de vendas). Trata-se da primeira plataforma de Sales Eneablement do Brasil. “Este é um conceito extremamente novo, que basicamente engloba o processo de capacitação do time de vendas com inteligência artificial. Com a nossa solução, os gestores podem centralizar todo conhecimento dos produtos para que os vendedores acessem de forma rápida e inteligente, acelerando a curva de aprendizagem de colaboradores e otimizando a disseminação de conteúdo na área comercial”, explica Chris Cornehl, co-founder e CEO da CallRox, cuja sede fica em Curitiba (PR).

A Planne, canal de e-commerce para venda de experiências – como restaurantes, parques, agências de turismo (com destaque pra receptivo), eventos e atrações turísticas em geral -, criou uma plataforma desenhada para alavancar estas vivências. Para Gregório Nardini, CEO da Planne, a tecnologia tem um papel extremamente relevante no processo de intermediação do mercado. “Ela consegue oferecer as ferramentas necessárias para que as PME’s se conectem a múltiplos canais de vendas e possam competir em preço e qualidade com as empresas maiores. Então, hoje a tecnologia é um fator central nessa transformação que vivemos”, afirma.

A Vesti, por sua vez, é uma ferramenta b2b, focada no mercado de moda. A empresa oferece uma plataforma para vendas online, incluindo para atacadistas como os das regiões do Bom Retiro e do Brás. O marketplace da Vesti é customizável e digital. Nele, é possível montar um catálogo de produtos e vender por meio de um app aplicativo. “O setor de vestuário é pouco eficiente e a tecnologia pode ajudar as empresas do segmento a venderem mais rápido e com menos esforço. É extremamente importante trabalhar nessa área para fortalecer as PME’s e tornar fabricantes e revendedores mais produtivos. Assim, é possível beneficiar também o consumidor final”, pontua Walid Makdesi, CEO da Vesti.

Hoje, mais de 15 diferentes soluções compõem o portfólio da venture capital para alavancar negócios nas PME’s.

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CNJ abre seleção para consultoria sobre inteligência artificial e meio ambiente

Estão abertas, até o dia 7 de janeiro, as inscrições para contratação de consultoria em análise de dados e tecnologia para desenvolver estudos com inteligência artificial sobre a atuação Judiciário na proteção do meio ambiente. A atuação será no Laboratório de Inovação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (LIODS) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A seleção ocorre por meio de parceria do CNJ com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Para participar, é exigida experiência mínima de dois anos de atuação na área. Além da proposta técnica e currículo, as pessoas interessadas deverão apresentar propostas de cronograma de trabalho e de preço global. O trabalho será executado de forma remota, com disponibilidade para viagens custeadas pelo projeto.
 

A pessoa contratada terá que apresentar soluções de inteligência artificial (IA) e algoritmos de linguagem natural e de análise de texto para qualificar o conhecimento dos processos judiciais relacionados ao meio ambiente. A primeira é uma solução de IA e algoritmos para análise do conteúdo das decisões e sentenças e dos metadados de processos judiciais.
 

A segunda deve processar linguagem natural ou usar expressões regulares para identificação automatizada de processos judiciais que versem sobre mudanças climáticas e emissão de gases do efeito estufa a partir de metadados do Banco Nacional de Dados do Poder Judiciário (Datajud) e de decisões judiciais.
 

Outra solução vai possibilitar a identificação dos maiores réus poluidores a partir de metadados do Datajud e do conteúdo de decisões judiciais. E ainda deve ser elaborada ferramenta para predição de precedentes judiciais na área ambiental. Todas elas devem ser acompanhadas de relatórios contendo a metodologia de elaboração e desenvolvimento, resultados obtidos, índices de acurácia e outros indicadores de desempenho. O prazo de execução das atividades é de 190 dias.
 

Entre as exigências que deverão ser cumpridas pela consultoria contratada, estão a participação em reuniões com o CNJ para traçar as diretrizes dos relatórios e produtos de IA, utilização de algoritmos contemporâneos e softwares livres para análise dos dados e compromisso com o sigilo das informações obtidas e pela transferência dos dados para seu ambiente próprio de análise, de forma segura e em observância à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
 

Jeferson Melo
Agência CNJ de Notícias

Facily capta US$135 milhões em extensão de Série D e atinge status de unicórnio

Diego Dzodan, CEO e Cofundador da Facily

 A Facily, plataforma de social commerce líder na América Latina, acaba de receber US$ 135 milhões em investimentos em Série D-1, como uma extensão da rodada da Série D, de US$ 250 milhões anunciada em novembro deste ano. Com a captação, a empresa alcança a marca de US$ 1 bilhão de dólares de valoração, o que a posiciona como o primeiro unicórnio para uma plataforma de social commerce da América Latina. 
 

A rodada foi liderada pela Goodwater e Prosus, com a participação da Rise Capital, Emerging Variant, Tru Arrow e outros fundos. A Facily teve um crescimento exponencial no último ano, sendo classificada como o aplicativo de comércio eletrônico de alimentos mundial com maior expansão de todos os tempos e uma das plataformas com ampliação mais rápida da história no Brasil, de acordo com a App Annie. O aporte vai reforçar os investimentos já realizados em logística e experiência do cliente, além de sustentar os planos da empresa de expansão em 2022.
 

A Facily foi fundada por Diego Dzodan, Luciano Freitas e Vitor Zaninotto em 2018, com a missão de eliminar todas as barreiras do e-commerce tradicional e permitir que as famílias de baixa renda no Brasil tivessem acesso a produtos com os menores preços. Com isso, a startup cresceu rapidamente ao longo do último ano, alavancando seu modelo de compra em grupo de produtos leves e redes de logística, impulsionado por sua plataforma de tecnologia própria.
 

“A nossa missão está focada em fornecer aos nossos clientes produtos de alta qualidade com os preços mais baixos, alavancando a compra em grupo e de uma maneira muito eficiente”, disse Diego Dzodan, cofundador e CEO da Facily. “O apoio dos principais investidores na América Latina nos permitiu crescer exponencialmente em um curto período de tempo e o compromisso contínuo com nossa estratégia valida o enorme potencial de nosso modelo de negócios.”
 

De acordo com Dzodan, a Facily ainda está nos estágios iniciais de abordar a vasta oportunidade de mercado no Brasil. Cerca 85% da população brasileira gasta em média 65% da renda familiar com alimentação e, até o momento, foi praticamente excluída do comércio eletrônico tradicional. “A Facily permite que muito mais consumidores participem do comércio eletrônico – a maioria dos que nunca fizeram compras online antes porque os custos eram proibitivos”.

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Dez Previsões para 2022: Como a Tecnologia Moldará a Próxima Realidade Híbrida

Por Luca Rossi, Presidente do Intelligent Devices Group da Lenovo

Com um olhar otimista para o que nos aguarda em 2022, refletimos sobre tudo o que aprendemos ao longo do último ano durante a pandemia e prevemos como esses insights afetarão as tendências tecnológicas do futuro.

Vislumbramos um futuro animador — com mais soluções para os modelos de trabalho híbrido e foco na tecnologia como uma força do bem.

1. O home office torna-se o trabalho-de-qualquer-lugar:

No ano passado, previmos que o fenômeno do home office iria acelerar. Nos últimos anos, focamos em mobilidade, na experiência do usuário e do cliente, enquanto esperávamos o crescimento acelerado das forças de trabalho distribuídas, mas no futuro seremos mais inteligentes e flexíveis em relação a isso. Acreditamos que o trabalho remoto se tornará híbrido e o home office se tornará o trabalho-de-qualquer-lugar, enquanto as pessoas e empresas continuam a pensar além do escritório. Uma pesquisa realizada pela Lenovo mostra que 83% dos líderes de TI esperam que no futuro pelo menos a metade do trabalho ocorra fora de um escritório tradicional. E conforme a próxima realidade começa a ganhar forma, a tecnologia terá um papel essencial na criação de iniciativas e oportunidades que transformarão o nosso trabalho e a nossa vida, incluindo:

  • Haverá cada vez mais produtos, soluções e serviços projetados para a experiência do empregado, o escritório será considerado um local de colaboração e protegerá a sensação de espaço pessoal que as pessoas vivenciaram ao trabalhar de casa. Novos projetos de escritório e tecnologias de áudio/vídeo prepararão o caminho para configurações de reuniões flexíveis e novas formas de criar conexões sociais.
  • A inteligência artificial (IA) continuará a nos beneficiar, embora nossa percepção seja que a sua capacidade de remover ruídos de fundo como cães latindo, sirenes de ambulâncias e cortador de grama do vizinho durante as chamadas de vídeo estejam entre as suas contribuições menos conhecidas para o futuro da colaboração.
  • A realidade aumentada (AR) criará ambientes de trabalho imersivos para os funcionários, independentemente de onde estiverem, com inovações como os Óculos Inteligentes ThinkReality A3, capazes de criar experiências de treinamento interativas, ambientes com múltiplas telas e produtividade aprimorada.
  • Outras tecnologias emergentes, como a realidade virtual (VR), processamento da linguagem natural, áudio espacial, sensores, câmeras voltadas para o mundo e a suíte de ferramentas de colaboração inteligente da Lenovo continuarão a modificar a forma dos empregados interagirem com a tecnologia e com os colegas, transformando o conceito de “local de trabalho” e “força de trabalho” para permitir uma integração ininterrupta e o sucesso de todos, como se fossem um só.
  • Mais empresas irão transferir seus gastos para melhorar a infraestrutura de TI. Dependerão de serviços terceirizados e administrados cada vez mais protegidos pelos modelos de aquisição de TI Device-as-a-Service (DaaS) para apoiar seus times enquanto tentam acompanhar a transformação digital e as crescentes demandas. Isso dará origem a opções pay-as-you-go focadas no consumo para soluções que permitem aos clientes focar nos resultados comerciais enquanto transferem o suporte a nível do sistema para um fornecedor ou provedor de serviços em nuvem. No ano passado, previmos que o DaaS cresceria com base nas reduções de custo, mas esse ano consideramos a redução da complexidade o principal motivo para a adoção do modelo de serviços administrados e as-a-service.

2. Vá em frente, esqueça as suas senhas:

Passamos de uma fase em que todos usavam suas senhas favoritas para uma nova fase, em que todos os aplicativos forçam a atualização frequente das senhas, das quais ninguém mais se recorda. Logo, porém, um mundo sem senhas, que são inerentemente vulneráveis, paradoxalmente manterá a todos nós e aos nossos dados mais seguros. Afinal, para ser eficazes, as senhas devem ser secretas, mas para usá-las é necessário compartilhá-las. Caso não haja uma sequência alfanumérica para criar, lembre-se de ser paciente e redefini-las regularmente, para não serem roubadas através de phishing ou enquanto navega na internet. Não podem ser compradas e vendidas e seus repositórios gigantes não podem ser hackeados. Os riscos adicionais devido ao compartilhamento, reutilização de senhas e erros humanos também desaparecerão.

Em seu lugar, teremos a autenticação automática baseada na inteligência artificial e na tecnologia de sensores aprimorada. No curto prazo, a segurança dos dispositivos baseada na infraestrutura de Chaves Públicas (PKI), como as utilizadas atualmente para acessar os aplicativos móveis de bancos e a autenticação multifatorial (MFA), continuarão a reduzir a dependência das senhas para o acesso a dispositivos e aplicações. A biometria – autenticação através da impressão digital, rosto, íris e voz fará o trabalho de segurança. Deixar de lado as senhas convencionais se tornará uma das coisas mais seguras a fazer.

3. Tecnologia para o Bem:

À medida que os clientes demandam das empresas produtos e práticas mais sustentáveis, vemos a tecnologia nos proporcionando um caminho mais inteligente, ajudando as empresas na criação de um futuro melhor para seus stakeholders — e entre eles, o maior stakeholder de todos: nosso planeta.

Materiais sustentáveis — aqueles que podem ser reciclados, inclusive plásticos, fibras e metais; os que se auto decompõem como os bioplásticos; e aqueles de fontes mais renováveis, como o bambu — serão disponibilizados mais rapidamente para o desenvolvimento de produtos. Isso permitirá que as empresas se aproximem mais de fechar o loop do ciclo de vida dos produtos. A reciclagem e a otimização da cadeia de suprimentos se tornarão mais comuns. O aumento do uso de materiais sustentáveis também minimizará a necessidade de produtos químicos no processo de produção e ajudará a aproximar os fabricantes do carbono neutro. O papel dos provedores de TI continuará a transformar-se enquanto incorporamos serviços e soluções capazes de auxiliar os nossos clientes a compensarem o impacto ambiental das suas tecnologias, apoiando-os para que atinjam as suas metas de sustentabilidade.

Vemos novas tecnologias, como os óculos de AR/VR, ajudando a reduzir as pegadas de carbono ao longo do tempo. Com novos recursos que permitirão aos trabalhadores remotos uma imersão em outro local ou região — reduzindo as viagens e economizando carbono — esperamos também near-eye displays e sensores usados na cabeça para ajudar as pessoas com necessidades especiais. O uso de uma combinação de parte ótica ajustável e ampliação pode auxiliar as pessoas míopes a interagirem com seus PCs e smartphones com maior conforto. Essas telas também reagem à voz e aos sensores de movimento e permitirão interações sem a necessidade de habilidades motoras. Separadamente, com o crescimento do trabalho flexível, esperamos que a tecnologia possibilite grandes mudanças em como e onde as pessoas vivem, trabalham e se engajam com as suas comunidades. Os trabalhadores do conhecimento, antes presos às grandes cidades, poderão trabalhar de qualquer lugar. As empresas também terão a oportunidade de repensar e expandir seus esforços de cidadania corporativa ao fornecer recursos e tempo aos empregados que desejam trabalhar e retribuir de locais remotos.

4. A vez dos monitores (finalmente) chegou:

Os monitores finalmente estão recebendo a atenção que merecem. De fato, logo o monitor possuirá todos os recursos necessários para tornar-se o próximo hub central para o escritório e a residência (sem mencionar o home office).

Por meio de hardware de ponta e das soluções intuitivas de software integradas à tela, os usuários poderão realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo usando os controles de uma tela e múltiplas telas. Ao mesmo tempo, os monitores possibilitarão a administração remota do ativo para os gerentes de TI e os agentes de atendimento ao cliente.

E com o 5G ou o Wi-Fi 6, o futuro dos monitores — com maior resolução, novas proporções da imagem e tecnologia incorporada para reduzir a fadiga ocular — será mais veloz, wireless, reduzindo a bagunça no desktop e oferecendo novas possibilidades de design mais fino e compacto – cada vez mais importante à medida que as pessoas aumentam o número de monitores que utilizam. Os monitores também complementarão formatos adicionais além dos PCs e estenderão a funcionalidade para suportar dispositivos como smartphones e consoles de jogos.

5. Para dobrar e segurar:

Conforme passamos a depender ainda mais dos monitores como parte das nossas configurações do Trabalho de Qualquer Lugar, as opções portáteis e dobráveis se tornarão cada vez mais presentes, permitindo-nos montar o escritório praticamente onde quisermos. A promessa da tecnologia OLED facilita dobrar, curvar ou enrolar uma tela para que seja convenientemente fácil de transportar.

Embora tenhamos presenciado algumas aplicações promissoras da tecnologia no ano passado, como percebemos em 2021, agora esperamos que o mercado exploda, e a previsão de alguns analistasé um crescimento de 500% no mercado de telas flexíveis ao longo dos próximos cinco anos.

Os dispositivos móveis continuarão a alimentar essa tendência, mas as telas flexíveis chegarão a outros dispositivos conforme a demanda reduzir os preços. Surgirão novas opções de telas flexíveis em smartphones, tablets, PCs e laptops, além das aplicações na sinalização digital, transporte público e eletrodomésticos inteligentes.

6. Inputs de dados cada vez mais intuitivos:

Quando os computadores foram desenvolvidos, tudo era novo e revolucionário: sistemas operacionais, monitores, mouses etc. Cada um abria novas oportunidades e possibilidades que a maioria das pessoas jamais havia imaginado antes. Exceto por um dispositivo que não era novo e, na verdade, não evoluiu quase nada: o teclado permanece o principal método de entrada de dados.

Finalmente, porém, métodos alternativos de input de dados estão surgindo. Em breve, veremos mais que uma evolução — uma transformação no input de dados computacionais não apenas na forma, mas na função, com interfaces mais intuitivas ao toque; canetas completas com feedback táctil para aprimorar as experiências tácteis e as ferramentas de conversão de voz em texto se tornarão as características determinantes do novo “teclado”.

Ainda mais revolucionários, em alguns casos os teclados como nós os conhecemos desaparecerão por completo e, em muitos casos, deixarão de ser necessários conforme os avançados teclados na tela (OSK) com recursos tácteis, inteligência artificial preditiva e machine learning (ML) ganharem aceitação. Logo, a inteligência artificial aprenderá com o usuário e comporá textos e comunicações a partir de poucas palavras como informação inicial. Essas características redefinirão a forma de nos comunicarmos, cooperarmos e criarmos em diversas disciplinas, dos negócios à educação e muito mais. Isso permitirá que a nossa mente, e a velocidade em que ela funciona, seja o conduíte pelo qual expressamos as nossas ideias, e não mais os nossos dedos e a quantidade de palavras que digitamos por minuto.

7. Saúde é riqueza:

Ao longo dos últimos dois anos, previmos o uso acelerado da telemedicina. E acertamos. A implementação de opções de telemedicina cresceu em ritmo vertiginoso por causa da pandemia. O que faltava antes e é novidade agora é a crescente aceitação dessas alternativas por parte dos consumidores e dos profissionais de saúde. Os pacientes e profissionais de saúde não hesitam mais em usar a telemedicina, pelo contrário. Por isso, esperamos que o cenário da saúde continue a movimentar-se rumo a um modelo digital, especialmente porque os dispositivos vestíveis, assistentes de voz e a maior conectividade estão se tornando a norma. Os seguros de saúde terão modelos preditivos mais econômicos que viabilizarão a medicina preventiva e as recomendações proativas dos dispositivos vestíveis gerarão melhores resultados na saúde dos pacientes.

À medida que os pacientes adotarem essas tecnologias, os profissionais de saúde, com a ajuda da inteligência artificial, conseguirão oferecer a assistência virtual personalizada de que os pacientes precisam para continuar a usar a telemedicina — com maior precisão e melhores resultados. Cada vez mais os tratamentos remotos penetrarão os tratamentos de pacientes internados e dos pacientes em casa, e isso aumentará o acesso ao paciente e — importantíssimo – facilitará o monitoramento dos sinais vitais, melhorando a conformidade e educando os pacientes sobre questões ligadas à saúde e estilo de vida. Os profissionais de saúde também se beneficiarão com os fluxos de trabalho clínico, ferramentas de avaliação e soluções de estações de trabalho mais eficientes.

Por fim, o progresso no desenvolvimento das tecnologias de inteligência artificial continuará a gerar experiências mais personalizadas no tratamento de saúde, promovendo a medicina de precisão e os medicamentos de terapia direcionada. Na indústria farmacêutica, por exemplo, os pesquisadores podem direcionar melhor as terapias medicamentosas aplicando a analítica com inteligência artificial ao sequenciamento genômico, sensores médicos, prontuários eletrônicos dos pacientes e outros dados de pessoas com o mesmo diagnóstico. Isso permitirá que os profissionais de saúde identifiquem subgrupos de pacientes com defeitos genéticos semelhantes e, por sua vez, melhorar os resultados através do desenvolvimento de medicamentos específicos para as necessidades desses pacientes.

8. A ambient computing nos envolve a todos:

A internet das coisas (IoT) continua a desenvolver-se enquanto os fabricantes de dispositivos refinam os inputs dos usuários. O enriquecimento no processamento da linguagem natural (PLN) e multi-lens mudará a experiência do usuário como nós a conhecemos. Múltiplos dispositivos responderão, em concerto, a uma consulta de voz. E, com o aprimoramento dos sensores, as experiências se tornarão mais ricas com maiores oportunidades de interação com o dispositivo, e também de realizar tarefas antigas de formas novas — como rolar a tela, selecionar ou dar um feedback ao dispositivo.

Com as mudanças na interface do usuário, nossas interações com os dispositivos automaticamente se tornarão mais naturais e mais seguras. E, como o aumento na adoção, haverá mais conexões ponto a ponto — do carro conectado à cidade conectada e muito mais.

No ano passado, previmos que o 5G continuaria a transformar a computação pessoal. Agora, dobramos a aposta e afirmamos que a conectividade do 5G e as tecnologias Wi-Fi possibilitarão velocidades de conexão ainda mais rápidas para carregarmos mais o sistema sem reduzir a velocidade. E a nanotecnologia permitirá que os fabricantes de dispositivos insiram antenas incrivelmente rápidas nos novos produtos para entregarem produtos conectados com um melhor desempenho em formatos menores.

9. Isso é entretenimento:

Enquanto a renderização em tempo real começa a atingir o benchmark do fotorrealismo (já está acontecendo), esperamos que surjam novos formatos de filmes interativos onde o usuário poderá escolher fazer parte da narrativa e vivenciá-la em primeira pessoa. Isso já existe nos jogos para PC de alto orçamento, onde a experiência é bem cinemática e o usuário faz escolhas que impactam a narrativa. Pode esperar mais na arena do entretenimento, que mudará de passivo a interativo.

Conforme o conteúdo imersivo passar para a tela pequena, também veremos o aumento das telas vestíveis econômicas para estender a experiência do PC e telefones celulares. Não apenas as telas proporcionarão uma experiência em tela maior, comparadas ao smartphone, mas os usuários curtirão uma exibição privada em público. Este será o primeiro passo em direção ao metaverso.

Também acreditamos que os monitores enroláveis ou flexíveis mudarão o local e a forma de curtirmos o entretenimento voltado para consumidores. No futuro distante, provavelmente surgirão monitores “pop up” enroláveis que proporcionarão uma experiência de visualização incomparável em qualquer lugar — do trem ao trabalho e mais. Os usuários pegarão a tela quando quiserem e depois a enrolarão e guardarão quando não estiver em uso. Os monitores do futuro promoverão a produtividade e a colaboração remota, mas também serão uma central de entretenimento, games e conexão com as pessoas queridas, com áudio e vídeo da melhor qualidade.

Espere, há mais novidades. Podemos aguardar ansiosamente para sermos uma parte menos passiva nas experiências de entretenimento, enquanto os programas de TV e as comédias dramáticas se desenrolam — ou parecem desenrolar-se — nas nossas casas. Experiências de realidade mista como essa se multiplicarão.

10. E o jogo começa:

Por último, mas não menos importante, como na maioria do entretenimento, acreditamos que a experiência dos games se tornará ainda mais imersiva. As telas mais portáteis e sistemas operacionais estão atingindo a plena forma, com melhor desempenho e preços acessíveis.

Os avanços recentes na conectividade viabilizarão imagens de alta fidelidade e baixa latência para um gameplay mais realista e capaz de espelhar os movimentos físicos ao jogar usando um headset. Esse é novo setor a eliminar o cabo, mas não será o último. Com a maturidade da Realidade Aumentada, os jogadores começarão a vivenciar o conteúdo dos games no seu próprio ambiente. Imagine jogar tênis em uma quadra de verdade, mas da sua sala de estar. E com a expansão da experiência do metaverso, prevemos um grande boom nos games, socialização e compras através dessa plataforma com bibliotecas de software mais sofisticadas que convenientemente reúnem os três em um único local para proporcionar experiências de game mais divertidas.

Porém, precisamos ser pacientes. Faremos algum progresso no desenvolvimento desses recursos nos próximos 12 meses, mas ainda levará alguns anos até termos certeza de quando algumas dessas funcionalidades se tornarão realidade.

Loggi abre vagas para o programa que busca desenvolver Gerentes de Produto no Brasil e em Portugal

A Loggi, empresa que está transformando a logística por meio da tecnologia, anuncia três novas oportunidades para a segunda edição do programa Future PM (Product Managers do Futuro), cujo objetivo é treinar talentos sem experiência prévia na área de Produto e desenvolvê-los como profissionais de alto desempenho. Criada para expandir e acelerar a área de Gestão de Produto, a ação busca preparar profissionais capazes de direcionar estratégia, negócios e tecnologia.

O programa prático de aprendizagem possui dois anos de duração e, a cada edição, o projeto tem buscado pela diversidade dentre os participantes. Desde o início, os futuros PMs irão gerenciar um time de tecnologia, resolvendo problemas de impacto para a Loggi. Para esta seleção, o Future PM oferece três vagas: uma para pessoa negra residente no Brasil, e duas oportunidades a candidatos que moram em Portugal, preferencialmente em Lisboa, cidade onde a Loggi também tem escritório.

O Future PM possui quatro pilares: o primeiro diz respeito à prática, pois a maior parte do aprendizado é feita junto do time de tecnologia que trabalha em problemas reais da Loggi. O segundo é ser orientado ao impacto – as participantes aprenderão a trazer resultados de negócios alinhados à estratégia da empresa e às necessidades de seus clientes. O terceiro fundamento é a forte mentoria. Cada participante contará com dois mentores experientes em tecnologia, que acompanharão seu dia a dia e o desenvolvimento de sua carreira. E, por último, a rotação: cada PM trabalhará em dois times diferentes, com a oportunidade de conhecer universos diferentes e desenvolver habilidades diversas.

“O Future PM é um programa prático! Desde o primeiro dia ocupamos a cadeira de product manager, lidando com os desafios reais do dia a dia, com o acompanhamento de lideranças seniores da Loggi. Tem sido um divisor de águas na minha carreira, a oportunidade que eu buscava para estar em uma empresa referência, acompanhada de um time que me instiga a ser uma profissional melhor todos os dias”, comenta Letícia Alves, Product Manager da Loggi.

Considerada umas das profissões do futuro, os profissionais da área de Produto são disputados pelo mercado. “A segunda edição do Future PM tem sido uma troca muito positiva entre nós e os profissionais participantes. Acreditamos que com a chegada dos novos profissionais não será diferente. Em 2022, pretendemos aumentar o número de vagas e perfis dos futuros candidatos”, finaliza Eduardo Thuler, VP de Produtos da Loggi.

Inscrições

Site: Página de Carreiras
Período: de 13 a 23 de dezembro

Principal atribuição: Definir a visão do produto a partir da estratégia da Loggi

Requisitos básicos: Ótima comunicação verbal e escrita, curiosidade, capacidade de aprendizado rápido e proatividade. É necessário ser capaz de ler em inglês, para consumir os conteúdos deste programa. Além disso, a preferência é por pessoas recém-formadas, com até 2 anos de experiência profissional.
Início: em fevereiro de 2022

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SAS anuncia André Novo como country manager para o Brasil

Executivo tem como principal desafio manter os excelentes resultados e a evolução da empresa no País em termos de negócios e de equipe

O SAS, empresa líder mundial em analytics, anuncia que André Novo passa a ocupar a posição de country manager no Brasil. O executivo, que até então atuava como diretor de vendas na companhia, tem como objetivo dar continuidade aos excelentes resultados da empresa no País, um dos principais mercados do SAS nas Américas.

“Estou muito feliz por assumir a operação do SAS Brasil em um momento tão importante, tanto nos negócios quanto na gestão do time. Acredito que o principal desafio desta nova posição será manter a evolução que o SAS Brasil vem apresentando nos últimos anos em termos de resultados e seguir com a evolução da equipe, principalmente com o retorno gradual ao modelo híbrido de trabalho”, comenta o executivo. Ele destaca, ainda, o fato de 2022 ser um ano atípico, com processo eleitoral e Copa do Mundo. “Isso fará com que, provavelmente, a gente tenha que entregar resultados de 12 meses em 9”, prevê.

Novo tem mais de 35 anos de experiência no mercado de tecnologia, 13 dos quais dedicados ao SAS Brasil. Nos últimos três anos, atuou como diretor de vendas no SAS, sendo responsável por setores como finanças e governo. Desde meados de 2020, compartilhou a liderança da operação brasileira do SAS com Luiz Riscado, diretor de vendas para telecomunicações, bancos e varejo. 

“O Brasil é um dos principais mercados do SAS nas Américas e, por isso, entendemos que é importante ter um executivo experiente e altamente capacitado acompanhando de perto as oportunidades e desafios locais. Eu estive muito próximo da operação nesses últimos meses, mas com o arrefecimento da pandemia de COVID-19 e a retomada das atividades presenciais, a atuação do country manager será fundamental para a manutenção e evolução dos bons resultados”, explica Márvio Portela, vice-presidente do SAS para América Latina, Caribe, US SMB e US TMT. “Estamos muito animados e confiantes com o sucesso dessa nova etapa da operação brasileira do SAS.”

Formado em matemática pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e em meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, André Novo tem vasta experiência na área comercial, gerenciando equipes de vendas, com passagens por grandes empresas do setor de tecnologia como Unisys e NCR.

Sinqia compra NewCon e fortalece posicionamento de liderança em softwares para o sistema financeiro

A Sinqia (B3: SQIA3), provedora líder em softwares para o sistema financeiro no Brasil, anuncia a aquisição Newcon Software S.A. e da Newcon Tecnologia e Serviços Ltda., conjuntamente, “NewCon”, especialista em consórcios e principal fornecedora desse mercado na América Latina. Essa é a 22ª e maior aquisição já realizada pela Sinqia.

A NewCon é uma das principais fornecedoras de tecnologia para o sistema financeiro no Brasil, especialista em softwares usados por mais de 80 administradoras de consórcio ligadas aos principais conglomerados financeiros e montadoras de veículos, além das independentes. Sua equipe é formada por mais de 190 colaboradores com ampla experiência no negócio.

A aquisição tem os objetivos de fortalecer a posição da Sinqia como provedora líder, com um portfólio de produtos abrangente e uma base de clientes robusta, e ampliar as avenidas de crescimento para a unidade Sinqia Digital. “Vamos intensificar a transformação no mercado de consórcios, apoiando nossos clientes e acelerando a penetração das soluções de onboarding digital, assinatura digital e cobrança digital que já integram o portfólio da Sinqia”, comenta Thiago Rocha, Diretor Financeiro e de RI.

Segundo dados do Banco Central do Brasil, o mercado de consórcio brasileiro corresponde a 3,9% do PIB e atende a 8 milhões de consorciados. As mais de 130 administradoras de consórcio comercializaram créditos de R$ 181,8 bilhões de janeiro a outubro de 2021, aumento de 38,1% sobre o mesmo período do ano anterior. Segundo o executivo, a perspectiva para o mercado é promissora, visto que o consórcio se torna um produto com mais apelo em um cenário de alta nos juros.

Essa aquisição é uma das mais importantes já realizadas pela Sinqia, e reafirma o comprometimento com a estratégia de consolidação. “A NewCon é uma empresa relevante, que apresentou crescimento consistente e lucratividade elevada desde que nos conhecemos, há mais de dez anos. Ela coloca nossa empresa em um novo patamar”, conclui Rocha. 

Falta de semicondutores afeta a produção de veículos blindados

A procura por veículos blindados vem crescendo cada vez mais no Brasil, mas a escassez de insumos para a produção desse tipo de automóvel tem impactado negativamente o setor.

Segundo Olavo Ehmke, sócio-diretor do grupo empresarial Autobunkers Defense, referência nacional com 20 anos de experiência, mais de 15 mil veículos blindados comercializados e 7 mil blindagens executadas, a falta dos semicondutores utilizados na fabricação de veículos estão afetando a produção. “Tem prejudicado a cadeia como um todo. Desde o veículo popular desprovido de acessórios até os mais complexos. A falta desses produtos se deve ao uso de semicondutores para produção de televisores, celulares, computadores e tudo aquilo que a população se mobilizou para comprar durante a pandemia”, revela.

O diretor pontua que veículos blindados sofisticados são os que mais sofrem com a falta de insumos. “Quanto mais sofisticado é o carro, mais semicondutores ele necessita. São diversos equipamentos e acessórios, tornando mais difícil que ele consiga ser concluído na linha de produção. E são exatamente esses carros que estão em falta no mercado, veículos sofisticados acima de R$ 500 mil até um milhão de reais. São difíceis de encontrar e não há nem programação de entrega desses carros”, relata.

De acordo com Ehmke, isso acaba afetando a própria escolha dos consumidores, que se veem obrigados a optar por veículos que não eram a sua primeira opção. “O consumidor se surpreende com a dificuldade e então se enquadra, se adapta ao novo modelo de negócio que é aguardar a entrega ou optar por outro veículo que não é exatamente o que ele queria, não tem os acessórios que ele optou em geral. Nesse mercado isso é muito difícil, já que proprietários de carros zero raramente efetuam um downgrade para um seminovo”, pontua o diretor da blindadora.

Ele ainda ressalta que esses problemas têm gerado contratempos não só para consumidores, mas também para as próprias concessionárias que realizam e vendem veículos zero km. “Isso traz uma ameaça direta à sobrevivência desse tipo de rede de concessionárias que, inclusive, já foram objeto de questões judiciais de ressarcimento de prejuízo em função da impossibilidade de oferecer veículos zero que a rede precisa. Não tem como se manter no mercado vendendo menos de 10% do que a empresa se propôs no modelo de negócio”, declara.

Ainda segundo Ehmke, a Autobunkers está com vários clientes em fila de espera por veículos blindados. “São diversos pedidos e à medida que esses carros vão chegando, nós vamos produzindo a blindagem e disponibilizando ao mercado”, finaliza o executivo.