Archive novembro 2021

SAP Brasil cria espaço SAP Next-Gen Lab na FIAP, em São Paulo

A SAP Brasil anuncia a abertura do SAP Next-Gen Lab na FIAP, em São Paulo. O projeto é uma oportunidade para que os estudantes dos cursos de MBA da instituição conheçam e dominem as soluções SAP, assim como vivenciem a teoria e prática sobre tecnologias emergentes para as empresas. O espaço funcionará como hub local de inovação e treinamento para tecnologias SAP, assim como nas mais de 500 instituições de ensino da América Latina que contam com iniciativas de inovação SAP Next-Gen. 

O projeto é uma parceria com o programa SAP University Alliances, com o apoio da instituição Cienci e teve a sua primeira turma de concluintes em outubro de 2021. Novas turmas participarão da experiência em 2022. De acordo com Tassiana Rugoni de Campos, coordenadora dos cursos de MBA da FIAP, a parceria com a SAP faz com que os alunos tenham acesso a casos reais do mundo corporativo. “O SAP Next-Gen Lab nos ofereceu a estrutura que precisávamos para tornar esse desafio de trazer a realidade corporativa para mais perto dos alunos de MBA algo prático. Para as turmas que já utilizaram o espaço foi possível desenvolver soluções modernas para sanar uma dor de mercado real, e ainda pensar em elementos de inovação”, destaca. 

Neste primeiro momento do projeto, os alunos dos cursos de MBA de Engenharia de Software e Arquitetura de Soluções da FIAP receberam treinamentos e um desafio a ser desenvolvido em SAP Business Technology Platform. Durante todo o projeto, que durou 2 meses, estiveram envolvidas mais de 50 pessoas, entre colaboradores da SAP Brasil, coordenadores, professores e alunos.  

“É uma grande honra criar o espaço SAP Next-Gen Lab em parceria com a FIAP, pois professores e estudantes poderão utilizar o software da SAP dentro do ambiente de sala de aula, traçando debates e alcançando qualificação técnica e atualizada para a atuação direta no mercado de trabalho”, explica Maria Cecilia Calzada de Neumann, gerente regional da SAP University Alliances para América Latina, Espanha e Portugal.  

Relatório da Ericsson aponta que o tráfego de dados móveis aumentou quase 300 vezes em 10 anos

Os insights globais da Ericsson (NASDAQ: ERIC) revelam um aumento de quase 300 vezes no tráfego de dados móveis desde 2011 – ano em que o Mobility Report da Ericsson foi publicado pela primeira vez. As descobertas, baseadas em dados atuais e históricos da rede, estão nesta edição especial de 10 anos do Ericsson Mobility Report – novembro de 2021. O relatório analisa algumas das principais tendências e eventos que moldaram a última década, bem como apresenta as últimas previsões para 2027.

A premissa de que o 5G se tornará a geração móvel mais rápida implantada até o momento foi aprimorada com uma estimativa atualizada de cerca de 660 milhões de assinaturas 5G até o final deste ano. O aumento é devido a uma demanda mais forte do que a esperada na China e na América do Norte, impulsionada em parte pelos preços decrescentes dos dispositivos 5G. Também houve uma adição de 98 milhões de assinaturas 5G no mundo, no terceiro trimestre de 2021, em comparação com 48 milhões de novas assinaturas 4G. No final de 2021, estima-se que as redes 5G cobrirão mais de 2 bilhões de pessoas.

De acordo com as últimas previsões, o 5G está a caminho de se tornar a tecnologia de acesso móvel dominante por assinaturas globalmente, até 2027. O 5G também deve representar cerca de 50% de todas as assinaturas móveis em todo o mundo – cobrindo 75% da população mundial e transportando 62% do tráfego global de smartphones, até 2027.

“A comunicação móvel teve um impacto incrível na sociedade e nos negócios nos últimos 10 anos. Quando olharmos para 2027, as redes móveis serão mais essenciais do que nunca para a forma como interagimos, vivemos e trabalhamos. Nosso último Relatório de Mobilidade da Ericsson mostra que o ritmo das mudanças está se acelerando, com a tecnologia desempenhando um papel crucial”, afirma o vice-presidente executivo e chefe de redes da Ericsson, Fredrik Jejdling.

Desde 2011, a implantação de redes 4G LTE tem sido fundamental na geração de 5,5 bilhões de novas conexões de smartphones em todo o mundo, contribuindo para a disponibilidade de mais de 20 mil modelos de dispositivos 4G diferentes no mercado. Este relatório indica um ciclo de vida de tecnologia muito anterior dos dispositivos 5G, com os aparelhos 5G hoje respondendo por 23% dos volumes globais, em comparação com 8% dos aparelhos 4G no ponto correspondente de seu ciclo de vida.

Isso está ajudando a alimentar um crescimento exponencial do tráfego de dados móveis. O tráfego de dados da rede móvel aumentou 42%, ano a ano. No terceiro trimestre de 2021 respondeu por aproximadamente 78 exabytes (EB), incluindo o tráfego gerado por serviços de Acesso Fixo Sem Fio (FWA). Somente no terceiro trimestre, o tráfego de dados móveis foi maior do que todo o tráfego móvel que havia sido gerado até o final de 2016. Novas previsões revelam que o tráfego total de dados da rede móvel deve atingir 370EB, até o final de 2027.

O relatório também revela que a natureza das conexões móveis está mudando rapidamente, contribuindo para o aumento contínuo do tráfego de dados móveis.

A Internet das Coisas (IoT) de banda larga já ultrapassou o 2G / 3G como o segmento que conecta a maior parte dos aplicativos de IoT. Espera-se que seja responsável por 47% de todas as conexões móveis de IoT, até o final de 2021, em comparação com 37% para 2G / 3G e 16% para tecnologias IoT massivas (NB-IoT e Cat-M).

Novas previsões reafirmam a rápida aceleração de implementações massivas de IoT nos próximos anos, abrangendo casos de uso como e-health wearables, rastreamento de ativos logísticos, monitoramento ambiental, medidores inteligentes, dispositivos de monitoramento e rastreamento de fabricação inteligentes. Prevê-se que implantações massivas de IoT respondam por 51% de todas as conexões de IoT de celular, até 2027.

No mesmo período de previsão, as conexões FWA deverão crescer quase três vezes – de 88 milhões até o final de 2021, para cerca de 230 milhões, em 2027. Quase metade dessas conexões deverá ser transportada por redes 5G.

A edição de 10 anos do Ericsson Mobility Report inclui quatro artigos importantes:
•Construindo infraestrutura 5G para o futuro digital, junto com Far EasTone
•Criação de rede para impulsionar a digitalização, junto com STC
•Tempo até o conteúdo: Comparação do desempenho da rede
•Construindo redes sustentáveis

MovilePay anuncia mais de 100 vagas remotas até março de 2022

Visando impulsionar o crescimento acelerado do Banco dos Restaurantes, a MovilePay vai contratar mais de 100 pessoas nos próximos cinco meses. O objetivo é dar ainda mais robustez ao time, principalmente às áreas de tech, crédito e banking, e, assim, ampliar a adoção da conta digital iFood no Brasil.

As vagas são, em sua maioria, para pessoas de nível sênior e especialista que atuam como desenvolvedora backend, Product Manager e Product Owner, além de cientista de dados para modelagem de crédito.

As contratações fazem parte da estratégia de crescimento da fintech, que em agosto captou R﹩180 milhões por meio do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). O recurso está sendo utilizado para fornecer crédito aos restaurantes parceiros do iFood com taxas mais competitivas que os bancos tradicionais, o que vem impulsionando a estrutura interna da empresa.

Ao todo, serão 130 vagas, todas remotas, sendo 45% delas até o final de 2021 e 55% no primeiro trimestre do próximo ano. A expectativa é preencher a maioria com perfis diversos. As pessoas interessadas deverão acessar a página de carreiras no Linkedln da MovilePay para se candidatar às oportunidades, que serão divulgadas paulatinamente.

“Buscamos pessoas com perfil disruptivo, orientado à inovação e olhar empreendedor para nos ajudar a alcançar a nosso sonho grande de ser a maior fintech do Brasil e a carteira digital preferida de 100 milhões de pessoas”, afirma Roberta Porcelli, diretora do time de Gente da MovilePay.

Banco tradicional x neobanks: uma radiografia da América Latina

Nos últimos anos, muito se tem ouvido falar da entrada no mercado de neobanks ou bancos 100% digitais, sem agências físicas. Essa nova proposta é uma opção não só para pessoas sem conta bancária, mas também para quem já faz parte do sistema. Quão atraente é para quem já é correntista? Eles estão dispostos a mudar de banco? Por que sim ou por que não? Entre outras questões, uma pesquisa realizada pela Rapyd, uma Fintech-as-a-Service (FaaS) global especializada em unificar meios de pagamento, feita com mexicanos, brasileiros, colombianos e argentinos.

Além dos resultados locais, é muito interessante o comparativo entre países para visualizar uma radiografia mais clara de onde a proposta de digitalização financeira pode encontrar abertura ou resistências. A seguir, compartilhamos algumas conclusões e análises regionais do estudo de Rapyd:

Multibancos: 83% dos brasileiros pesquisados ​​têm mais de uma conta bancária, uma grande vantagem sobre a segunda e a terceira, México e Argentina, onde 57% e 55% (respectivamente) dos entrevistados confirmaram ter mais de uma conta. Na outra ponta está a Colômbia, onde mais da metade dos entrevistados (52%) possui apenas uma conta bancária.

Usuário digital: em todos os 4 países, o percentual de entrevistados correntistas que confirmaram usar os serviços digitais de seu banco foi muito alto, mas o Brasil se destaca novamente com 98% dos respondentes usando tanto o banco online quanto os aplicativos de seus bancos. No entanto, no México (94% e 96%, respectivamente), Argentina (96% e 82%) e Colômbia (89% e 90%) a incorporação de serviços financeiros digitais entre os bancos também é muito alta.

Operação com bancos 100% digitais – Key Drivers. O Brasil é de longe o país da região que mais se destaca no uso de neobanks, com 36% dos respondentes sendo clientes do Nubank e 13% do banco Inter. Este conhecimento da oferta dos neobanks também se reflete na avaliação da proposta:

Enquanto na Argentina, Colômbia e México a principal vantagem percebida é a operação 24h (59%, 59% e 63% respectivamente), no Brasil os custos mais baixos são o que mais valoriza (66%) e a operação 24h (62%) .
A questão dos custos menores nos outros três países aparece em 4º e 5º lugar.
A velocidade é uma das vantagens com que os respondentes dos 4 países parecem concordar, ficando em 2º lugar no caso da Argentina (41%), Colômbia (50%) e México (57%) e em 3º lugar no Brasil (61%) .

Propensão a abandonar o banco tradicional. Aqui, há uma grande lacuna entre os países:
Os mais dispostos a deixar seu banco tradicional por um banco 100% digital são os brasileiros (83%), enquanto na outra ponta estão os argentinos com 34%. No meio, mas ainda com uma ampla resposta positiva, estão os colombianos (67%) e os mexicanos (65%).

Os respondentes argentinos também se destacam pelo alto percentual (vs os demais países) que responderam negativamente (tanto “definitivamente não” como “provavelmente não”), atingindo 32% da amostra enquanto os outros três países não ultrapassam 10%.

Principais motivadores para o uso de bancos tradicionais: como no caso da avaliação da proposta dos neobanks, o Brasil difere de seus co-regionais no que diz respeito à percepção dos bancos tradicionais. Enquanto Argentina (64%), Colômbia (55%) e México (69%) concordam que a maior vantagem dos bancos tradicionais é o atendimento personalizado nas agências, para o Brasil é que eles são mais seguros e confiáveis​​(59%), benefício valorizado em segundo lugar pelos demais países, ficando em segundo lugar o atendimento personalizado (38%).

Disponibilidade para solicitar empréstimo em um neobanks: os mais dispostos são os colombianos (91%), enquanto os mais relutantes são os argentinos (apenas 54% dos entrevistados). Brasileiros (86%) e mexicanos (87%), mais próximos dos colombianos.

Aplicativos de pagamento mais usados: em geral, nos quatro países, a grande maioria dos entrevistados disse usar aplicativos de pagamento que não pertencem a um banco, lista encabeçada por brasileiros e mexicanos (96% em ambos os casos) e seguida por colombianos ( 87%) e argentinos (84%). Isso mostra que essa forma de pagamento já está muito difundida na América Latina e faz parte do dia a dia. Mas quais são usados?

PayPal e MercadoPago dominam esta categoria na região com o primeiro sendo o mais usado no Brasil (92% dos que confirmaram usando aplicativos de pagamento), México (85%) e Colômbia (80%) e MercadoPago o favorito na Argentina com 86 %

PayPal ocupa o segundo lugar na Argentina (42% das menções), enquanto o MercadoPago ocupa o segundo lugar na Colômbia (45%), Brasil (62%) e México (53%).

“As respostas dos brasileiros posicionam o Brasil como a grande promessa latino-americana para os neobanks bancos e despertam os bancos tradicionais para expandir suas ofertas digitais, porque esses usuários não parecem tremer quando se trata de trocar de banco”, afirma Ximena Azcuy, diretora de desenvolvimento de negócios e parceria para as Américas da Rapyd. “Este é um mercado de grande potencial para todas as empresas como a nossa que estão na vanguarda das soluções financeiras digitais e que puderam encontrar neste mercado, parceiros que necessitem de players com inovação à escala global, para resolverem o problema de pagamentos locais.”

Empresa mineira tem 12 vagas nas áreas de tecnologia

A Maxtrack, maior fabricante de rastreadores da América Latina, está com 12posições voltadas para profissionais das áreas de tecnologia. Com sedes na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), a empresa oferece vagas para início imediato e nos formatos home office e presencial. 

As vagas de tecnologia são para faturista, analista de B.I. pleno, pessoa desenvolvedora back end, engenheiro(a) de software embarcado, analista de software embarcado júnior, pessoa desenvolvedora front end, pessoa desenvolvedora flutter pleno, técnico em eletrônica e eletrotécnica, técnico(a) de suporte 6×1 (noturno), pessoa desenvolvedora full stack, consultor comercial, estagiário(a) de infraestrutura.  

Os interessados podem se candidatar em: https://carreiras.mxt.com.br/vagas/ 

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Sicredi anuncia mais de 200 vagas em TI abertas a profissionais de todo o País

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, anuncia a abertura de mais de 200 vagas para a área de Tecnologia da Informação (TI). As posições são para atuação no Centro Administrativo Sicredi, localizado em Porto Alegre/RS, com a possibilidade de escolha pelo formato remoto ou híbrido. As oportunidades estão alinhadas com a jornada de transformação digital da instituição, que passa pela adoção de métodos ágeis, equipes mais horizontais e diversas e pela evolução tecnológica das suas soluções. Os interessados devem se inscrever pela plataforma Gupy.

“Seja em área de atuação, números ou novas tecnologias, o Sicredi tem crescido muito, nos gerando novos e bons desafios. Para alavancar esse movimento e somar conhecimento e boas ideias aos nossos times, criamos muitas oportunidades para profissionais da área de Tecnologia, que vão impulsionar ainda mais a nossa transformação digital, além de contribuir com o futuro de uma instituição que atende a mais de cinco milhões de pessoas, construindo uma sociedade mais próspera.”, afirma Volmar Machado, diretor executivo de Tecnologia da Informação do Sicredi.

O processo de transformação digital do Sicredi está em curso há alguns anos e já oportunizou a ampliação da cultura ágil e data driven, além de impulsionar a formação de times mais diversos e de possibilitar o modelo de atuação de forma remota ou híbrida. O processo seletivo reforçará ainda a plataforma inovadora e tecnológica da instituição, que acelera a atualização dos sistemas que processam seus produtos e serviços, e acompanha os avanços do Sistema Financeiro Nacional, como a entrada desde as primeiras fases no Open Finance, e os modernos meios de pagamento disponíveis hoje.

As vagas disponíveis são voltadas para profissionais de tecnologia de diversos níveis e áreas de conhecimento. Os cargos são: Arquiteto(a) Corporativo, Analista de Sistemas de Negócios, Agilista, UX Designer, Desenvolvedor(a) Front-End, Desenvolvedor(a) Back-End, Desenvolvedor(a) Android, Desenvolvedor(a) iOS, Analista de Infraestrutura de TI, Analista de Qualidade (QA), Analista de Segurança da Informação, Product Owner, Cloud Engineer, Cientista de Dados, Engenheiro(a) de Dados e Analista de Dados. 

Entre os benefícios oferecidos pelo Sicredi estão: 14º e 15º salários, Participação dos Lucros, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida, Auxílio Refeição, Auxílio Creche, entre outros. Para mais informações sobre o processo seletivo acesse o site https://techsicredi.gupy.io/.

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Abstartups lança mapeamento sobre o ecossistema

Para compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a Deloitte , lança o Mapeamento do Ecossistema de Startups 2021.

O recente estudo tem como objetivo atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as startups do país enfrentam neste momento. Para o estudo de 2021, o mapeamento de startups levantou dados em 5 eixos principais:

• Perfil das pessoas fundadoras

• Perfil das startups

• Investimentos em startups

• Diversidade no time de colaboradores

• Empregabilidade nas startups

Durante o ano de 2021, mais de 55% das startups abriram processos seletivos. No entanto, de acordo com 44% das empresas que não conseguem preencher vagas, há uma dificuldade ao preencher essas vagas por falta de profissionais qualificados.

Paulo Buso, Diretor de Marketing e Vendas, afirma que estes números indicam que há oportunidades de mercado para empresas e startups que querem oferecer qualificação profissional: “É grave perceber que, em um país com tanto desemprego, exista empresas que com vagas em aberto por falta de mão de obra qualificada, especialmente na área de tecnologia. Isso é um ponto de alerta para que haja um incentivo do mercado de startups como um todo para qualificar profissionais em potencial e resolver o problema da melhor maneira possível.”.

Já Ana Flávia Carrilo, Coordenadora de Informação da Associação Brasileira de Startups e responsável pelo mapeamento, destaca atenção ao tem a de diversidade que o Mapeamento revelou: menos de 40% das startups têm ações afirmativas que priorizam a diversidade na hora da contratação e apenas 3,6% das startups que não preencheram as vagas afirmaram que foi por priorizarem a diversidade. “Sabemos que diversidade é uma questão sistêmica na sociedade e só teremos bons frutos após um esforço de todo o ecossistema para corrigi-lo. O desenvolvimento do ecossistema será, cada vez mais eficiente, quando houver um ambiente diverso, inclusivo e focado na agenda ESG”, finaliza.

Principais insights do Mapeamento do Ecossistema de Startups 2021:

– Os top 5 maiores segmentos de startups no Brasil são: Educação, Saúde e Bem-Estar, Finanças, Agronegócio e E-commerce.

– 64,9% das startups no Brasil não receberam investimentos.

– 60,7% das startups ainda não têm processos seletivos e iniciativas para diversidade e inclusão

– 55,9% das startups no Brasil abriram processos seletivos no último ano

– 43,3% das startups realizaram desligamentos devido a incompatibilidade cultural. Apenas 9,2% por corte de gastos.

Para ter acesso ao estudo completo, clique aqui

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Cresce o número de mulheres na bolsa, mas elas ainda representam apenas 27% dos investidores

O número de mulheres que investem em ações da Bolsa vem ganhando cada vez mais força nos últimos anos. Globalmente, o mercado de ações australiano revelou que o perfil dos investidores vem passando por mudanças, tanto em idade (cada vez mais jovens) quanto no gênero (cada vez mais mulheres decidem investir no mercado de ações). Dados da Bolsa brasileira também confirmam que, se eram 137 mil mulheres em 2014, hoje, elas já ultrapassam a marca do milhão.

Embora ainda representem apenas 27% do total de investidores, os números mostram que a ala feminina está ganhando cada vez mais confiança para investir, com contribuições superiores às dos homens. Veja um exemplo: a média do primeiro investimento mensal feito por elas gira em torno de R$ 481, em comparação a R$ 303 dos homens.

Tiago Cardoso, Product Manager da INFINOX, corretora de FX e CFD que oferece serviços em várias plataformas globais de trading online, explica que uma das principais razões para o aumento de mulheres nos investimentos em ações foi a queda da taxa Selic nos últimos anos. “Há cinco anos, a Selic estava em torno de 14%, o que garantia ganhos confortáveis na renda fixa, mas esse patamar foi sendo reduzido gradativamente até atingir o mínimo histórico de 2%, que só foi rompido em maio deste ano”, explica.

O movimento, notado pela empresa há algum tempo, identificou um aumento de 8% no número de mulheres que utilizam a plataforma. Este número, que se aproxima de um crescimento de dois dígitos, representa uma amostra significativa do potencial que a região e o gênero possuem no ramo de investimentos. Já sobre o crescimento do número de mulheres dispostas a investir, Cardoso acredita que isso pode ter ocorrido por uma combinação de fatores. “Hoje, temos vários cursos de educação financeira exclusivamente para elas, nicho que não era explorado há alguns anos. Sem falar que as mulheres ocupam cada vez mais cargos de liderança e, assim, aumentam sua renda média mensal”, acrescenta o executivo.

Para corroborar com o panorama desse universo feminino frente aos investimentos, pesquisadores da Universidade de Berkeley descobriram que, a cada ano, as mulheres ganham quase um ponto percentual a mais do que os homens quando investem. Isso porque, por excesso de confiança, os homens tendem a negociar 45% a mais do que as mulheres. Como resultado, as taxas de corretagem reduzem os lucros. Por ano, a negociação excessiva reduz a renda líquida dos homens em 2,65 pontos percentuais, em comparação com 1,72 para as mulheres. Os pesquisadores de Berkeley também descobriram que os homens solteiros negociavam a uma taxa ainda mais alta do que os homens casados – 67% mais frequentemente do que as mulheres solteiras. E, por isso, reduziram seus ganhos em 1,44 ponto porcentual mais do que mulheres solteiras.

Por outro lado, muitas mulheres também concluíram que ter uma poupança em um banco não dá retorno que justifique aquele dinheiro parado. Este também foi um passo determinante ao observar que o retorno sobre o dinheiro economizado às vezes é de 1 ou 2%, dependendo da economia. Isso levou as mulheres a buscar no trading uma forma mais dinâmica e com melhores retornos para movimentar seu dinheiro, além de ter total controle dos investimentos.

E, por fim, as mulheres também constituem uma grande força de trabalho nos fundos de investimento da América Latina. De acordo com uma pesquisa realizada pela UNWomen e a consultoria Value for Women, entre os 28 fundos pesquisados, 37% tinham mulheres em cargos de chefia e 25% eram controlados majoritariamente por elas. Para os próximos anos, de acordo com estudo da XP Investimentos, haverá um crescimento ainda mais expressivo do mercado de ações, que pode chegar a 1 trilhão de reais. A INFINOX percebeu que muitos desses crescimentos terão a ver com o mercado feminino. “Certamente, todo esse movimento que já estamos presenciando vai estimular cada vez mais mulheres a investirem na bolsa”, finaliza Cardoso. 

Estudo da AWS sobre habilidades digitais globais mostra que a necessidade de treinamento no Brasil é maior do que nunca

A Amazon Web Services (AWS), uma empresa do grupo Amazon, divulgou os resultados de uma pesquisa mostrando que a necessidade de treinamento de habilidades digitais tornou-se mais aguda durante a pandemia, com 93% dos trabalhadores brasileiros sentindo que agora precisam de mais conhecimento técnico para fazer seu trabalho como resultado das mudanças devido à pandemia. O novo Estudo de Habilidades Digitais Globais da AWS, que pesquisou as percepções de empregadores e trabalhadores sobre o treinamento em habilidades digitais, também descobriu que os trabalhadores do Brasil correm o risco de ficar para trás, com três em cada cinco deles notando que não estão confiantes de que estão adquirindo habilidades digitais rápido o suficiente para atender às necessidades futuras de carreira. Para ajudar a preparar a força de trabalho para o futuro do país, a AWS lançou o AWS Skill Builder – uma nova experiência de aprendizado digital com mais de 500 cursos sob demanda gratuitos.

Preparando o Brasil para o futuro

Embora a necessidade de habilidades digitais venha crescendo há anos, as mudanças no trabalho devido à pandemia de Covid-19 aceleraram a necessidade de mais treinamento. De acordo com o novo estudo, 18,3 milhões de brasileiros – 22% da força de trabalho do país – devem ser treinados no próximo ano para acompanhar os avanços tecnológicos e ter sucesso em suas carreiras. O estudo também descobriu que a capacidade de usar ferramentas baseadas em nuvem será a habilidade mais exigida pelos empregadores até 2025, mas a maioria dos trabalhadores de hoje não está concentrando seu treinamento no desenvolvimento de suas habilidades em nuvem. Apenas 48% dos trabalhadores brasileiros treinaram ou estão em treinamento nessa habilidade e o motivo pode ser atribuído ao fato de que 68% do total de trabalhadores entrevistados no Brasil têm conhecimento limitado das habilidades digitais necessárias.

Os benefícios para organizações e indivíduos que priorizam o treinamento em habilidades digitais podem ser substanciais. De acordo com o estudo, 95% dos trabalhadores no Brasil relataram maior eficiência no trabalho, 91% experimentaram maior satisfação pessoal e 90% dos trabalhadores técnicos e 87% dos trabalhadores não-técnicos relataram melhora na empregabilidade como resultado do treinamento. Os empregadores brasileiros que apoiam programas de treinamento de habilidades também veem benefícios, com 94% relatando que o treinamento em habilidades digitais para trabalhadores ajudou suas organizações a atingirem mais rapidamente suas metas de transformação digital e 90% observam uma melhor retenção de funcionários.

“Ao longo da pandemia, vimos organizações de todos os tamanhos acelerarem seus planos de transformação digital em vários anos, aumentando a necessidade de empregadores e funcionários avançarem no treinamento de habilidades em tecnologia”, disse Cleber Morais, Diretor-Geral do Setor Corporativo da AWS no Brasil. “O estudo de habilidades digitais da AWS mostra que trabalhadores e empregadores devem aumentar o conhecimento sobre essas habilidades e maximizar os benefícios da tecnologia para indivíduos e organizações com urgência. A AWS investe em tornar o treinamento amplamente acessível por meio de esforços como AWS Skill Builder, AWS re/Start, AWS Academy e AWS Educate. Nosso objetivo é ajudar as pessoas – de iniciantes a profissionais de TI experientes – a adquirirem novas habilidades de computação em nuvem, melhorarem a resiliência e a empregabilidade”.

Criando novas maneiras de aprender com o AWS Skill Builder

Para ajudar a preparar a força de trabalho do Brasil para o futuro e atender à demanda crescente por talentos digitalmente qualificados, a AWS lançou o AWS Skill Builder. O AWS Skill Builder é uma nova experiência de aprendizado digital disponível em mais de 200 países e territórios. Qualquer pessoa com conexão à Internet pode acessar de forma rápida e fácil mais de 500 cursos gratuitos sob demanda. O AWS Skill Builder oferece conteúdo envolvente para atender a diferentes metas e estilos de aprendizagem em 16 idiomas, incluindo o português do Brasil. Os indivíduos também podem obter recomendações de cursos para planos de aprendizagem alinhados a funções de trabalho e áreas de tecnologia, ajudando as pessoas a acessarem o conteúdo mais relevante para seu nível de habilidade.

Em dezembro de 2020, a Amazon se comprometeu a investir centenas de milhões de dólares para fornecer treinamento gratuito em habilidades de computação em nuvem para 29 milhões de pessoas até 2025 – alcançando pessoas de todas as idades e todos os níveis de conhecimento, em mais de 200 países e territórios. Nesta missão, a Amazon já ajudou mais de 6 milhões de pessoas a adquirirem habilidades em nuvem. O lançamento do AWS Skill Builder se baseia nesse esforço e amplia outras iniciativas da AWS para tornar o treinamento de habilidades amplamente disponível, incluindo AWS re/Start, lançado recentemente no Brasil em colaboração com a Fundación Compromisso (em São Paulo e Curitiba) e o Senac Ceará (em Fortaleza). O AWS re/Start é um programa focado em desempregados e pessoas em transição de carreira.

“Em 2025, 97 milhões de novas funções surgirão devido ao aumento da digitalização”, disse Saadia Zahidi, diretora-geral do Fórum Econômico Mundial. “As habilidades são a moeda do futuro e as empresas e o governo devem trabalhar juntos com urgência para preparar os trabalhadores para os empregos de amanhã. Quando organizações como a Amazon oferecem programas de força de trabalho para o público, elas contribuem para criar mais oportunidades para indivíduos e comunidades em todo o mundo”.

Microsoft seleciona empresas com atuação no terceiro setor para programa global de Empreendedorismo Social

A Microsoft abre hoje, 30 de novembro, as inscrições para o Programa Global de Empreendedorismo Social (Microsoft Global Social Entrepreneurship Program em inglês), que visa a apoiar startups de impacto social que utilizem tecnologia, conexões e experiência para tornar o mundo um lugar melhor. Serão até 10 vagas para empreendedores de impacto social e ambiental. Todos os tipos de empreendedores podem participar, em especial organizações que atuem com setor financeiro, como por exemplo microcrédito para pessoas de baixa renda. As selecionadas receberão créditos para serviços e soluções da Microsoft e consultoria para escalarem seus projetos.  As inscrições podem ser feitas de 30 de novembro a 04 de fevereiro de 2022 pelo link Apply • Microsoft for Startups Founders Hub, onde também podem ser encontrados mais detalhes sobre as ofertas. 

Com o objetivo de fornecer acesso gratuito às tecnologias para que as organizações possam inovar e destinar o investimento que seria gasto nesse aspecto em outras frentes de atuação, o programa oferece para cada participante até 120 mil dólares em crédito nos produtos Azure, assinatura do Visual Studio Enterprise, acesso gratuito ao Office 365 Business Premium e Dynamics 365 for Customer Engagement, além de suporte de nível empresarial do Azure e acesso aos engenheiros da Microsoft para consultorias personalizadas, participação em sessões de design de arquitetura e em eventos fechados da Microsoft. As selecionadas também terão acesso ao GitHub Enterprise.

“Com o Programa Global de Empreendedorismo Social da Microsoft, temos a oportunidade de fornecer aos empreendedores sociais as mais inovadoras tecnologias para impulsionar as mudanças que queremos ver no mundo, além de apoiar as organizações que diariamente se dedicam para fazer a diferença em nossa sociedade.”, comenta Lucia Rodrigues, líder de Filantropia da Microsoft Brasil.

Para se candidatar, as startups deverão ter uma métrica de negócios interna que aborde um desafio social e/ou ambiental por meio de seus produtos, serviços ou operações; alinhamento com um ou mais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU; um elemento de ética e/ou Inteligência Artificial responsável pelo impacto social; menos de sete anos de existência; até USD$ 25 milhões em receita anual total e estar em estágio Semente, Série A, B ou C. O site de inscrições está disponível em inglês e é necessário ter uma conta no LinkedIn para se registrar.

Grupo 2TM, que controla o Mercado Bitcoin, anuncia novo aporte de US$ 50 milhões

A 2TM, holding do Mercado Bitcoin, anuncia o second closing da Série B, com a captação adicional de US$ 50,3 milhões, e a entrada dos fundos americanos 10T e Tribe Capital, especialistas em blockchain. Esta é a primeira vez que o 10T investe em uma companhia na América LatinaCompletam a rodada os brasileiros Traders Club, Pipo Capital e Endeavor, através de seu Scale Up Ventures Fund. A rodada teve início em julho e foi liderada pelo SoftBank Latin America Fund, que investiu US$ 200 milhões na Companhia.  Os novos aportes consolidam a posição de um dos poucos unicórnios cripto-native no mundo. 

Roberto Dagnoni, CEO da 2TM, explica que a companhia  se consolida como a maior plataforma cripto da América Latina e, a partir do Brasil, prepara sua expansão internacional priorizando México, Argentina, Chile e Colômbia. “Fechamos 2020 com cerca de 2 milhões de clientes e, desde o começo do ano, avançamos para mais de 3,2 milhões, patamar muito próximo ao da bolsa brasileira, o que apenas reforça o apetite do brasileiro pelos ativos digitais e esse tsunami que está chegando ao mercado financeiro tradicional”, diz. Segundo o executivo, entre janeiro e outubro de 2021, a plataforma transacionou mais de R$ 40 bilhões em volume, o equivalente a duas vezes todo o volume realizado entre 2013, quando o Mercado Bitcoin foi fundado, e o fim de 2020. “Além disso, desde o início da rodada até agora, são mais de 400 mil novos clientes”. 

Ele ressalta que outro vetor de crescimento está conectado aos investimentos no ecossistema blockchain que a empresa já fez a partir da metade deste ano, como SL Tools e CERC, que aproximam o blockchain do mercado financeiro tradicional. Outros projetos em andamento incluem parceria com o Itaú Unibanco para o desenvolvimento de tokens de recebíveis, na primeira iniciativa desta natureza de um dos maiores bancos do país e, ainda, uma parceria estratégica com a Comerc Energia para lançar tokens de energia renovável. “Ambos confiaram na infraestrutura de mercado que estamos construindo aqui, digital, acessível, disponível 24/7 e com liquidação em D+0”, diz o executivo. 

Somam-se a isso investimentos focados no ecossistema cripto e no mundo dos dos NFTs, como Fingerprints DAO, Tropix, e Block4.  Segundo o DappRadar, somente os NFTs  registraram vendas de US$ 10,7 bilhões no terceiro trimestre de 2021, um crescimento de oito vezes  o volume do trimestre anterior. Ao mesmo tempo, a plataforma segue investindo na listagem de novos produtos. “O plano é terminar o ano com 100 ativos disponíveis, com destaque para as criptos Cardano (ADA) e Solana (SOL), além dos fantokens de Corinthians e dos tokens baseados no mecanismo de solidariedade da FIFA do Santos e do Vasco”, completa Dagnoni. 

“Nossa expansão internacional e o aumento de oferta de novos produtos baseados na tecnologia blockchain, que deu vida ao bitcoin, estão apenas começando. Com a chegada do 10T e da Tribe, teremos além do investimento, a expertise global deles no setor de Blockchain e isso é ainda mais relevante do que o valor aportado”, diz Dagnoni. 

O Traders Club passa a ser acionista da Companhia, ampliando a parceria estratégica entre as duas empresas e reforçando a construção de uma ampla comunidade cripto no Brasil. Pipo Capital faz a sua primeira incursão em empresas cripto-native; já a chegada da Endeavor garante o carimbo de qualidade do primeiro hub de inovação criado no Brasil. 

Dagnoni ressalta que todos esses movimentos só são possíveis por conta da série de iniciativas focadas na institucionalização do setor e da persistente iniciativa de trabalhar próximo, por exemplo, ao Banco Central, CVM e COAF. “Desde a nossa fundação em 2013, temos atuado para a formalização do mercado no Brasil.  Fomos a primeira plataforma a emitir nota fiscal e estar pronta para atender aos requisitos da Instrução Normativa 1888/19 publicada pela Receita Federal Brasileira. Muitas de nossas políticas e projetos contribuíram de forma  fundamental nos avanços conquistados até aqui”, garante. 

O second closing acontece dez meses após a rodada Série A realizada em janeiro deste ano, liderada por GP Investimentos, e que contou também com os fundos Parallax Ventures; HS Investimentos; Évora; Genial e Gear Ventures.

J.P.Morgan and DealMaker atuaram como assessores da 2TM na transação.

Banco BS2 tem 26 oportunidades de trabalho em São Paulo e Belo Horizonte

Certificada como uma das melhores empresas para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, o Banco BS2 busca profissionais de diversas áreas para fazer parte do seu time. São 26 vagas distribuídas entre São Paulo e Belo Horizonte, nos modelos de contratação híbrido ou presencial. As oportunidades são nas áreas: Financeira, Relação com Investidores, Câmbio, Controladoria, Comercial e Riscos.

Em São Paulo, só para operador de negócios são seis vagas para candidatos cursando o ensino superior e com experiência em vendas ou na área comercial, preferencialmente em produtos e serviços bancários.

As outras oportunidades disponíveis são:

• Analista de Gestão Econômica e RI PL
• Analista de Riscos Financeiros Júnior
• Analista de Risco Operacional e Socioambiental Pl
• Analista de Riscos de Crédito Sênior
• Analista PLD Pleno
• Assessor de Negócios – AES (5 vagas)
• Assessor de Negócios – Farmer (5 vagas)
• Especialista de Risco Operacional
• Especialista em Controladoria
• Estágio em Câmbio
• Estágio em Planejamento Comercial
• Estágio na área Comercial
• Operador de Negócios (6 vagas)

Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde e odontológico (estendido ao cônjuge e filhos), vale refeição e alimentação, auxílio creche, convênio com o Gympass, Day off aos aniversariantes, 40 horas semanais de trabalho, previdência privada, plataforma de educação corporativa, orientação psicológica, financeira e jurídica, além de taxas diferenciadas para investimentos, entre outros.

Recentemente, o BS2 anunciou mudança de estratégia para focar em clientes PJs, com especialização em PMEs. As contratações são parte do processo de expansão do banco que, mesmo durante a pandemia, admitiu mais de 250 profissionais em 2020 e, até agora, são mais de 180 contratados em 2021. Para se candidatar a alguma das vagas basta se inscrever no site do BS2.

Furnas, Senai – RJ e Energy Future abrem inscrições para o Desafio Furnas Conecta – Startups

A Eletrobrás Furnas, em parceria com o Senai-RJ e a Energy Future, plataforma de inovação para o setor elétrico, acaba de abrir inscrições para o desafio Furnas Conecta – Startups, cujo objetivo é encontrar empresas capazes de propor e desenvolver soluções inovadoras e efetivas envolvendo energia elétrica.

O desafio é realizado por meio do Programa de P&D ANEEL, voltado para a construção de parcerias com startups que enxergam a inovação como força motriz para o desenvolvimento econômico e social.
São elegíveis startups e demais empresas de base tecnológica que tenham CNPJ ativo, sendo obrigatório o CNAE 7210-0 Pesquisa e Desenvolvimento das Ciências Físicas e Naturais e que possuam, em suas atribuições, atividades de Pesquisa e Desenvolvimento em seu estatuto ou contrato social.

Preenchidos esses pré-requisitos, as empresas podem atuar a partir de três temas: confiabilidade energética, com soluções que visem novas tecnologias ou ferramentas de monitoramento, remoto e tempo real, de condições que possam afetar a disponibilidade das linhas de transmissão; preços de energia, com soluções de inteligência artificial para predição do preço de energia no mês seguinte, com base em informações de mercado associadas aos mapas de previsão meteorológica; e hidrogênio verde, com soluções e ferramentas relacionadas à operação e manutenção de uma planta de hidrogênio verde – o que inclui diversas aplicações energéticas e não energéticas do hidrogênio.

Os projetos selecionados terão o apoio da equipe técnica de FURNAS e do Instituto SENAI/RJ de Inovação e Tecnologia, que compartilharão conjuntamente as obrigações e riscos do projeto.

As aplicações de propostas devem ser feitas pelo site https://desafiofurnas.energyfuture.com.br/, até o dia 23 de dezembro. A divulgação dos projetos selecionados deve ser feita em 15 de março de 2022.

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GFT Brasil abre 600 vagas e investe R$ 1 milhão na qualificação de empregados

Embora a economia brasileira esteja enfrentando uma queda, com os economistas prevendo uma retração de 0,5% em 2022, o mercado de TI do país mantém o seu ritmo de crescimento. Segundo o relatório ” Mercado de Software Brasileiro – Cenários e Tendências de 2021″ recentemente publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), a indústria tecnológica local cresceu 22,9% em 2020, tendo investido mais de 50,7 mil milhões de dólares no desenvolvimento de software e hardware. Dado que se espera que o setor cresça 11,1% este ano, o estudo aponta que o Brasil está prestes a tornar-se o 9º maior mercado de TI do mundo.

Estas perspectivas promissoras não passaram despercebidas pela GFT Brasil. Com um crescimento ininterrupto apesar do desempenho da economia local, a unidade brasileira já é responsável por 12% das receitas globais da GFT. Para lidar com esta demanda crescente, a empresa manteve um ritmo impressionante de novas contratações, aumentando a sua equipe em 77% desde o ano passado. E mais: anuncia a abertura de mais de 600 novas vagas em tecnologias de informação. A maioria das oportunidades estão disponíveis para a candidatura de pessoas de todo o país, uma vez que a empresa está fortemente empenhada no modelo de trabalho “work-from-anywhere” (trabalhe de qualquer lugar). .

As oportunidades são para:

•Java
•.Net
•Testing
•Python, Data
•AWS
•GCP
•Agility
•Salesforce
Mobile
Fullstack
Devops
SER.

A unidade brasileira, além de oferecer este volume de oportunidades de emprego, investe também na formação dos seus funcionários. Apenas este ano, foram investidos mais de R$ 1 milhão através de certificações técnicas, cursos de liderança, bolsas de estudo, e cursos de línguas. “Compreendemos que não basta apenas contratar novos funcionários, precisamos de oferecer condições tanto em termos de oportunidades de crescimento como de estímulo a novas aprendizagens”, explica Fernanda Rodrigues, Diretora de Recursos Humanos da Latam. “Pensamos no empregado em todas as fases, desde o processo de seleção, contratação, até à integração do profissional na nossa empresa através de incentivos como reuniões digitais, cursos e certificações”, acrescenta ela.

Os benefícios na GFT Brasil incluem não só a formação, mas também a oportunidade de uma carreira no exterior e incentivos para o futuro crescimento profissional em regiões como os EUA & Canadá, Europa e Ásia. Foi o caso de Carlos Mattos, que iniciou a sua jornada na GFT Brasil em 2013 como engenheiro sênior e evoluiu para se tornar um diretor de tecnologia & arquitetura em apenas cinco anos. Em 2020, foi-lhe oferecida a oportunidade de se mudar para o escritório da GFT em Frankfurt, onde trabalha atualmente como Diretor de Tecnologia & Arquitetura.

“Comecei na Unidade de Entrega Internacional da GFT Brasil, onde tive a oportunidade de trabalhar em projetos nos Estados Unidos, Reino Unido, Costa Rica, Espanha e até na Alemanha. Hoje vivo em Frankfurt com a minha mulher e trabalho na GFT Alemanha como Diretor de Tecnologia e Arquitetura. Estou muito grato pela oportunidade de iniciar a minha carreira internacional na GFT Brasil”, diz Carlos Mattos.

Entre os requisitos dos mais de 600 postos disponíveis estão os perfis técnicos de acordo com cada posto, que podem ser verificados aqui. Outro aspecto analisado são soft skills como comprometimento, proatividade, trabalho de equipe, autonomia, e organização. Durante o período da pandemia, a empresa adaptou os seus processos de seleção com entrevistas, testes e contratações virtuais.

“A unidade brasileira da GFT vem crescendo exponencialmente. Sabemos da importância de valorizar aqueles que estão ao nosso lado nesta jornada, especialmente no contexto da pandemia”, diz Alessandro Buonopane, Country Manager da GFT Brasil. “É por isso que faço questão de acolher todos os novos empregados via online assim que começam a trabalhar para a empresa”. Este contato não se limita ao onboarding, mas realizamos sempre reuniões regionais, nas quais faço questão de estar presente, mesmo que esteja virtualmente. Isto está no DNA da GFT, porque mesmo com grandes projetos, continuamos a cuidar de todos os que fazem parte da nossa história”, conclui.

Mais informações sobre vagas de emprego podem ser encontradas no website da empresa.

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O papel da tecnologia na agenda ESG

Por Dennis Herszkowicz, presidente da TOTVS

A tecnologia sempre desempenhou papel muito relevante na geração de impacto positivo, não somente para as empresas, mas para a sociedade de maneira geral. Como indústria que deve movimentar globalmente US﹩ 4,2 trilhões em 2021 – crescimento de 8,6% em relação ao ano passado, segundo dados do Gartner – o setor tem uma responsabilidade também crescente em contribuir com o progresso e com o bem-estar da população. Por isso, acredito cada vez mais que a agenda ESG (Environmental, Social and Governance) deve ser priorizada por todo o mercado, mas com especial atenção das empresas de tecnologia – uma demonstração de que reconhecemos e honramos nosso compromisso com a transformação social de forma ampla e sustentável.

As companhias do setor de Tecnologia da Informação têm, em seu DNA, um propósito voltado à promoção de mudanças. Este foco no desenvolvimento, ao mesmo tempo que nos coloca em um caminho pioneiro, também nos propõe uma urgência em priorizar os avanços que nosso modelo de negócios ainda requer em várias frentes dentro no contexto de impacto ambiental e social. E o tema está no radar dos investidores. Um estudo da PWC publicado em 2020 apontou que 77% dos investidores institucionais planejam parar de comprar, ainda nos próximos dois anos, produtos que não respeitem os pilares ESG.

Neste contexto, a agenda ESG se impõe como tema com o qual devemos – e precisamos – nos familiarizar. É preciso que ela esteja no dia a dia das empresas, dos boards corporativos e de cada profissional pois, quanto mais se discute, melhor para a sociedade.

É claro que não se trata de um tema absolutamente novo. Quem acompanhou o mercado nas últimas décadas viu cresceram as discussões sobre impacto das empresas no meio ambiente e desenvolvimento, emissões de carbono e outros temas mais específicos como reciclagem e reutilização de resíduos – este último especialmente relevante para o setor de tecnologia.

A década de 90 foi marcada por inúmeras e intensas discussões acerca da sustentabilidade, e foi no início dela que a conferência Eco 92, organizada pela ONU, colocou o tema sob holofotes em todo o mundo, e especialmente no Brasil, país que sediou o encontro. As conclusões do debate trouxeram à tona a urgência de que as empresas olhassem com mais atenção para os impactos ambientais e sociais.

Com a agenda ESG, temos a oportunidade – e o dever – de ampliar este debate, olhando não somente para as questões ligadas ao meio ambiente e à sustentabilidade, mas adicionando a elas um forte olhar para a governança. Isso significa reforçar nosso compromisso com a integridade e com a ética, formalizado em códigos e documentos que adicionem cada vez mais transparência aos processos corporativos e às relações de negócios.

Outro ponto fundamental é ter em mente a necessidade de aprender com quem faz, buscando benchmarks e melhores práticas dentro e fora do Brasil para garantir que os erros e acertos sirvam para criarmos um caminho cada vez mais efetivo e bem estruturado. Também é importante garantir mecanismos de escuta e percepção dos públicos sobre o tema.

Fica claro que esta é uma agenda fortemente atrelada ao papel que as empresas de tecnologia prestam à sociedade. Porque não basta inovar e promover ferramentas que beneficiem seus clientes, é necessário olhar para a cadeia como um todo e para os impactos que se dão, muitas vezes, como consequência do que nossos clientes fazem e de como utilizam as tecnologias que disponibilizamos.

Aqui, a palavra é engajamento. É preciso engajar os clientes, mas ir além. Colaboradores, fornecedores, consumidores e, cada vez mais, investidores precisam entrar junto neste jogo para que todos saiam ganhando. Um modelo em que acredito, e que tenho colocado em prática, são os grupos de trabalho multidisciplinares e que realmente garantam uma visão ampla da companhia e do mercado. Mas este engajamento só se dará se garantirmos que o C-level e os níveis de gestão realmente priorizem a agenda.

O olhar para a estratégia ESG se consolida como um gesto de responsabilidade e de compromisso com o mercado. É urgente que se debata o tema, mas é ainda mais urgente que isso seja feito com qualidade e consistência. A sociedade agradece.

InVideo chega ao Brasil anunciando um aporte de R$84 milhões

Plataforma de criação de vídeos online oferece soluções pertinentes ao mercado brasileiro de conteúdo audiovisual.

Mesmo diante uma das maiores crises econômicas da história recente do Brasil, com o pior desempenho entre os países do G20, o investimento em tecnologia no país continua apresentando números relevantes, dado a recente marca atingida pela CapTable de 5.000 investidores.

Dessa vez, quem chega por aqui é a InVideo, uma plataforma totalmente online, com sistema de computação em nuvem que permite aos usuários a criação de conteúdo em vídeo de maneira intuitiva, simplificada e com alta resolução. A empresa  anunciou aporte de R$84 milhões, liderada por Sequoia Capital India, Tiger Global e Hummingbird, a RTP Global e a Base também participaram da rodada.

A plataforma de movie maker online foi lançada em 2019, e oferece uma experiência pertinente ao mercado brasileiro dada a necessidade atual dos criadores de conteúdo. Um misto de edição e composição de vídeo, a principal solução diz respeito a utilização do navegador como interface, ou seja, é o sistema processamento que utiliza o cloud computing, onde sai a necessidade de contar com um equipamento robusto para os processos de renderização, e entra a facilidade de contar com os servidores da própria InVideo.

Outro ponto extremamente relevante está no banco de dados da plataforma, que conta com uma série de imagens, efeitos, sons e trilhas completas livre de direitos autorais, o que permite a veiculação de redes sociais e também de serviços que oferecem monetização, como, por exemplo, o YouTube. Por se tratar de um banco de dados livre de direitos autorais, os recursos também podem ser empregados para criações de peças voltadas a campanhas publicitárias.

Uma solução que também é pertinente ao mercado atual de criadores de conteúdo é o sistema de assinatura, onde o usuário paga enquanto deseja utilizar os serviços da empresa, sem a necessidade de adquirir licenças, modelo adotado pela maioria dos editores de vídeo presentes no mercado. Também existem planos gratuitos para usuários que desejam testar a plataforma, mas as assinaturas pagas no exterior possuem um valor inicial de US$10.

Mesmo chegando somente agora no Brasil e dispondo de uma história relativamente recente, a InVideo já está presente em mais de 150 países, com uma base de usuários com mais de 800 mil, que estão diariamente criando conteúdos em vídeo em mais de 75 idiomas.

A InVideo foi fundada por Sanket Shah e Harsh Vakharia, que eram colegas de trabalho em uma startup que lançou os resumos de vídeo de dez minutos de livros de não-ficção. Ou seja, diante da compreensão do quão sacrificante é o processo de criação de vídeo, com soluções restritivas para os criadores, eles implementaram a proposta.

Entre os clientes da plataforma, existem grandes multinacionais que se valem das soluções da InVideo, como a  P&G, Dropbox, Reuters e ATT. No Brasil, a proposta da empresa deve agradar inicialmente os criadores de conteúdo independente e os pequenos empreendedores, no entanto, devido às facilidades apresentadas, é uma questão de tempo até grandes empresas se interessarem pela nova proposta e aderirem à plataforma.

Quer fazer carreira no mercado financeiro? Empiricus anuncia 35 vagas de estágio

O grupo Empiricus, que engloba a casa de análise Empiricus, a corretora Vitreo e os portais Seu Dinheiro e Money Times, além da startup Real Valor, acaba de divulgar o programa de estágio para 2022.

Com 35 vagas abertas para estudantes de todos os cursos de graduação residentes em São Paulo, o processo seletivo foi pensado e estruturado de forma a trazer mais diversidade para o grupo. Para isso, uma das etapas do processo é o formulário de voz ativa, que viabiliza o fomento para a diversidade e inclusão para as empresas.

“Nossa proposta é também utilizar o programa para trazer pluralidade para a empresa. No último programa tivemos um aproveitamento de 80% dos estagiários, que foram efetivados pela excelente performance e fit que tiveram com a gente. O estagiário aqui é visto como um profissional como qualquer outro e as possibilidades de desenvolvimento e efetivação são reais. Os números mostram isso,” explicou Veras.

O objetivo surge na esteira de outras iniciativas inclusivas desenvolvidas pela casa, como o trainee para profissionais com mais de 40 anos, que buscavam fazer transição de carreira para o mercado financeiro, e também o programa de formação de jovens carentes para atuar no setor de programação das empresas do grupo.

Para Beatriz Nantes, diretora de operações e sócia da Empiricus, a oportunidade de estagiar na Empiricus foi essencial para a carreira que trilhou no mercado financeiro.

“Fui a primeira mulher a entrar na empresa. Entrei como estagiária há 12 anos, logo quando a Empiricus estava nascendo, e fui direcionando meu caminho profissional em paralelo ao crescimento da empresa. Diria que foi a melhor escolha que fiz para me firmar como uma executiva em um setor ainda majoritariamente masculino”, comentou.

Com bolsa de R$ 2 mil, a seleção fica com inscrições abertas de 26/11 (sexta-feira) a 16 de janeiro de 2022. O processo seletivo tem encerramento previsto em 26/01 e os aprovados vão ingressar nas empresas do grupo em fevereiro, em modelo de trabalho híbrido.

SumUp está com 39 vagas abertas no Brasil. 20 delas para profissionais de engenharia e produto

A SumUp, fintech de soluções financeiras e maquininhas de pagamento para microempreendedores e autônomos, está com 39 vagas abertas em sua operação brasileira. Deste total, 20 oportunidades são destinadas a profissionais de Engenharia e Produto, em áreas como frontend, backend, garantia de qualidade e experiência do usuário.

Os interessados podem se candidatar na página de Carreiras da SumUp.

A fintech oferece diferenciais importantes para os SumUppers, como são conhecidos os seus colaboradores. Além de um pacote de benefícios competitivo, eles têm direito a uma verba anual de até R$ 10 mil para investir em capacitação e desenvolvimento profissional.

Os SumUppers de Engenharia e Produto têm ainda rituais que estimulam a criatividade e a criação de soluções disruptivas, como o Hack Day, que ocorre quinzenalmente, às sextas-feiras, e é um dia livre para o colaborador fazer o que quiser. Há ainda uma semana, todos os anos, em que os profissionais alocados no mundo todo se juntam para criar e executar projetos.