Maioria dos candidatos gostaria de se sentir acolhido em relação às empresas durante os processos seletivos

Maioria dos candidatos gostaria de se sentir acolhido em relação às empresas durante os processos seletivos

Pesquisa da VAGAS.com revela ainda maior interação por parte das empresas com os participantes durante o processo de recrutamento e seleção

A maioria dos candidatos gostaria de se sentir acolhido em relação às empresas ao longo dos processos seletivos. É o que revela levantamento realizado pela VAGAS.com , empresa de soluções tecnológicas para recrutamento e seleção. De acordo com a pesquisa, 42% dos respondentes apontam “ser acolhido(a)” como a principal expectativa. Outros sentimentos indicados foram “ser compreendido(a)” (20%) e “ser apoiado(a)” (12%).

“Os dados evidenciados na pesquisa corroboram com a tendência dos RHs adotarem feedbacks, retornos ao final de cada fase do processo. Para isso, é fundamental que as empresas garantam transparência e clareza ao longo das etapas, visando tornar a jornada de contratação mais empática e inclusiva possível”, avalia Leonardo Vicente, especialista em Marketing da VAGAS.com

O estudo “Experiência do Candidato” foi realizado em julho deste ano, por e-mail, com 10.172 candidatos e 166 empresas. O objetivo da pesquisa era entender os principais anseios e expectativas, tanto de candidatos como RHs em todo o processo seletivo.

O levantamento revela ainda que metade dos candidatos respondentes, se pudessem escolher um único ponto a ser melhorado nos processos seletivos, escolheria melhorar o “retorno aos candidatos e candidatas”. Outros 16% optariam por aperfeiçoar a “visibilidade das fases no processo seletivo”.

Outro dado que chama atenção no estudo é sobre quais palavras os candidatos usariam para descrever o “processo seletivo dos seus sonhos”. Metade dos respondentes indicou “Orientação”, com a expectativa de que o RH comunicasse o avanço nas etapas do processo seletivo, além de dar um retorno com orientações sobre os pontos que o prejudicaram ou favoreceram na seleção. Já para 30% dos profissionais seria “Transparência”, com a intenção de saber o máximo de informações e detalhes possível sobre sua participação no processo seletivo. Outros 17% sugeriram “Acolhimento”, na expectativa que o RH das empresas demonstrasse maior empatia ao longo do processo, compreendendo o cenário de quem está buscando emprego

“O fornecimento de feedbacks e uma comunicação clara continuam entre os principais anseios dos candidatos durante o processo de R&S”, diz Vicente. “O levantamento também comprovou que há entendimento por parte das empresas quanto à necessidade de cuidar de cada interação com os candidatos”, completa.

RHs buscam aumentar a interação com os candidatos durante o processo

O estudo também procurou mostrar a visão dos RHs sobre a Experiência dos Candidatos. De acordo com as empresas respondentes, as frases que melhor definiriam essa vivência seriam “conseguir humanizar as trocas e interações com candidatos ao longo do processo seletivo” (68%) e “cuidar de cada interação entre empresa e profissional que existe ao longo de um processo seletivo” (60%).

Para 97% das empresas, tornar os processos seletivos mais humanizados é considerado muito importante ou importante. Em outro aspecto, 98% delas concordam plenamente ou parcialmente com a afirmação de que “uma boa experiência dos candidatos é fundamental para a marca empregadora”.

Considerando ainda o cenário da pandemia, muitas empresas acabaram repensando a experiência de seus candidatos. 82% afirmaram ter mudado muitas etapas ou algumas etapas por conta da situação pandêmica.

“Pensando no pós-pandemia, acredito que as empresas continuarão adotando mudanças de comportamento no recrutamento e seleção de profissionais, buscando estratégias, como soluções tecnológicas, para ajudar na atração de talentos, tornando os processos mais eficientes. Com o auxílio da tecnologia, ao final de cada fase, o recrutador pode configurar mensagens automáticas engajadoras, via e-mail e ou aplicativos, proporcionando uma experiência mais positiva e transparente”, conclui o especialista.

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