DHL Express planeja investir mais de US$ 360 milhões em infraestrutura nas Américas

DHL Express planeja investir mais de US$ 360 milhões em infraestrutura nas Américas

A DHL Express, líder em armazenagem, distribuição e serviços expressos, investirá mais de US$360 milhões até 2022 para construir novas instalações e expandir as já existentes nos principais mercados das Américas. Além disso, vai reforçar sua rede aérea na região, com a introdução de novas rotas de voos diretos.

Os investimentos vêm na esteira do crescimento significativo de remessas de e-commerce B2C e B2B. Os países das Américas – Estados Unidos, Canadá, México, América do Sul, Central e Caribe- tiveram em média 33% mais remessas por dia no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o ano anterior. No Brasil, os volumes de remessa aumentaram mais de 50% no primeiro trimestre do ano em comparação ao mesmo período de 2020.

“A digitalização e o poder do comércio global continuam a mostrar resiliência”, afirma Mike Parra, CEO da DHL Express Americas. “A DHL deve continuar os altos investimentos em nossa infraestrutura de rede para atender às demandas de um número cada vez maior de consumidores que fazem suas compras online e o forte aumento de empresas que vendem seus produtos no mercado global”. 

Muitos dos investimentos em infraestrutura se concentrarão nas instalações da empresa, que incluem centros de serviços para operações de coleta e entrega, gateways que gerenciam a liberação internacional de remessas e hubs que operam como pontos de transferência de remessas de e para regiões do mundo. Um hub de última geração em Miami, Flórida, que está atualmente em construção, será o sexto maior da DHL Express globalmente em volume entre fronteiras.

Do mesmo modo, um novo hub automatizado de 22.668 metros quadrados em Hamilton, Ontário (Canadá), é outro grande investimento da DHL na região. Uma vez finalizado, terá quatro vezes o tamanho do atual.

A DHL Express também irá investir em novos centros de serviço e atualizará as instalações existentes em sua rede regional para dar suporte às operações de coleta e entrega na primeira e na última milha, além de aprimorar outros centros e gateways e expandir sua presença no varejo dos principais mercados da América do Sul.

No México, investimentos significativos apoiarão o crescente mercado nacional. Nesse cenário, para dar suporte ao processamento de remessas na primeira e na última milha, 105 quiosques de autoatendimento serão instalados nos balcões de varejo para conveniência do cliente durante 2021. Hubs e gateways serão atualizados com automação de última geração na Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. E os centros de serviços serão expandidos nos principais mercados de todo o país.

No Brasil, o Gateway de Viracopos, em Campinas, será atualizado para agilizar o processamento das remessas internacionais. Outras expansões já estão ocorrendo em outros países da América do Sul, incluindo novos pontos de atendimento de varejo no Chile e na Colômbia, além de um portal expandido em Lima, Peru.

“O Gateway de Viracopos  contará com a utilização de energia solar e captura de água da chuva para reuso, reforçando o compromisso GoGreen da DHL, que prevê zero emissões de CO2 até 2050. Para o varejo, duas novas lojas próprias foram inauguradas, em Itajaí/SC e Guarulhos/SP. Essas iniciativas fazem parte do plano de investimentos da DHL para o Brasil a fim de aperfeiçoar as práticas de trabalho já existentes e atender às novas demandas do mercado” afirma Mirele Mautschke, CEO da DHL Express no país.

Todos esses investimentos, que incluem novas tecnologias para melhorar a eficiência operacional, aumentarão a capacidade de volume da rede DHL Express Américas em quase 30% até o final de 2022.

“O crescimento nos volumes de embarque do comércio eletrônico continuará pressionando a capacidade de carga aérea do setor, o que tem levado a investimentos contínuos em novas aeronaves e rotas dedicadas”, acrescentou Parra.

Desde 2019, 14 novos 777F de propriedade da DHL foram adicionados à frota global da empresa, muitos dos quais atendem a pontos entre a região das Américas e o resto do mundo. Dos 14 originais, quatro foram colocados em operação em 2019, seis em 2020 e quatro darão suporte à rede este ano. Outras oito aeronaves serão adicionadas entre 2022 e 2024. A empresa também aumentou a capacidade de embarque em aeronaves comerciais servindo as Américas, bem como a negociação de aeronaves adicionais, algumas das quais serão destinadas a operadores nos Estados Unidos em suporte exclusivo da rede DHL Express. Junto com a renovação de outros acordos de aeronaves existentes e a chegada de novos operadores para as Américas, os investimentos em aviação ajudarão a empresa a manter seus altos níveis de serviço e necessidades de capacidade nos próximos anos.

Todos esses investimentos abrem milhares de novas oportunidades de emprego nas Américas. “No Brasil, mesmo com a pandemia, a DHL não precisou introduzir as medidas de auxílio disponibilizadas pelo governo como redução de jornada de trabalho e salário ou suspensão temporária de contrato. Nesse sentido, nenhuma medida emergencial foi necessária e não houve demissões por conta da pandemia. A empresa está em expansão, aumentou o número de promoções – 21 em 2020 e 28 em 2021, um crescimento de cerca de 30%,” finaliza, Mautschke.

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