Pesquisa Panorama Mobile Opinion Box: brasileiro está com seu smartphone atual há dois anos e três meses, em média

Pesquisa Panorama Mobile Opinion Box: brasileiro está com seu smartphone atual há dois anos e três meses, em média

A primeira pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – O Brasileiro e seu Smartphone, realizada pelo site de notícias Mobile Time em parceria com a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box, revela que o brasileiro está com seu smartphone atual há dois anos e três meses, em média.

O levantamento teve como finalidade saber qual seria o tempo de vida do smartphone nas mãos dos usuários brasileiros e como é o seu uso no dia-a-dia, sendo realizado via questionário online entre os dias 9 e 16 de junho de 2021 com 2.177 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

Entre as descobertas, a pesquisa revela que enquanto cada smartphone Android está, em média, há dois anos e dois meses nas mãos dos brasileiros, no caso de iPhones o tempo é maior: dois anos e sete meses. Também há diferença de acordo com a faixa etária do usuário: quanto mais jovem a pessoa, menos tempo ela está com o aparelho. No grupo de 16 a 29 anos de idade, o brasileiro está com o smartphone, em média, há dois anos e dois meses e meio. Na faixa de 30 a 49 anos, sobe para dois anos e três meses. E no grupo com 50 anos ou mais, chega a dois anos e três meses e meio. Não foi verificada diferença significativa por gênero.

Comprados versus presenteados – Novos versus usados

A pesquisa também apontou que 77% dos smartphones ativos no Brasil foram comprados e 23%, presenteados. Entre homens, a proporção que comprou o aparelho é de 83%, enquanto entre mulheres é menor (72%). Também há diferença por classe social: nas classes A e B, 82% declararam ter comprado seu smartphone atual; ante 76% dos usuários das classes C, D e E. Nesse ponto, não há diferença relevante por faixa etária.

Entre os que compraram seu smartphone, 90% adquiriram o aparelho novo e 10%, usado. Aqui, novamente, nota-se uma diferença por classe social: 94% dos usuários das classes A e B compraram o smartphone novo, ante 88% daqueles das classes C, D e E.

No grupo que foi presenteado com um smartphone, 71% ganhou o aparelho novo e 29%, usado. Há variação relevante por gênero: enquanto 25% das mulheres receberam o aparelho usado, o percentual é de 35% entre homens. Por faixa etária, a grande diferença está no grupo com 50 anos ou mais: 38% ganharam um smartphone usado. A classe social também é determinante: nas classes A e B, 17% foram presenteados com um aparelho de segunda mão, enquanto nas classes C, D e E a proporção sobe para 31%.

Samsung lidera entre as marcas de aparelhos

A Samsung representa 43% da base de smartphones em atividade no Brasil hoje, uma liderança folgada à frente dos demais fabricantes. A Motorola aparece em segundo lugar, com 22%, seguida pela Apple (13%). Chamou a atenção dos organizadores da pesquisa a quarta posição da chinesa Xiaomi (10%), à frente de outras marcas que estão há muito mais tempo no Brasil, como a LG (7%). A participação desta marca sul-coreana tende a desaparecer ao longo dos próximos anos, em razão da sua recente decisão de parar de produzir smartphones.

Roubo de celular: mais da metade (63%) foi vítima uma única vez

Os pesquisadores também desejam saber como ocorrem o roubo e o furto de celulares entre os braisleiro donos de aparelho celular e a pesquisa constata que 35% dos brasileiros já tiveram um aparelho roubado ou furtado. A incidência é um pouco maior entre mulheres (37%) do que entre homens

(33%). No grupo entre 16 e 29 anos, 39% já tiveram um celular roubado ou furtado. O percentual cai para 37% no grupo de 30 a 49 anos e despenca para 24% entre aqueles com 50 anos ou mais. Não há diferença significativa de renda familiar. Mais da metade (63%) foi vítima uma única vez. E a maioria (69%) relata que o roubo/furto aconteceu há mais de dois anos, ou seja, antes de 2019 . Apenas 5% informam que a ocorrência mais recente aconteceu neste ano de 2021 e 11% dizem que foi no ano passado (2020).

O relatório completo está disponível para download gratuito neste link https://www.mobiletime.com.br/pesquisas/

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