Mulheres estão mais sobrecarregadas que os homens com a rotina de trabalho e os cuidados com os filhos, revela pesquisa da Ticket

Mulheres estão mais sobrecarregadas que os homens com a rotina de trabalho e os cuidados com os filhos, revela pesquisa da Ticket

Levantamento mostra que o home office tem deixado 78% das entrevistadas mais atarefadas; entre os homens, esse percentual é de 64%

Conciliar o home office e os cuidados com a casa e os filhos tem sobrecarregado mais a rotina das mulheres do que a dos homens. É o que apontou uma pesquisa realizada pela Ticket, marca de benefícios de alimentação e refeição da Edenred. Enquanto 78% das respondentes revelaram que se sentem mais atarefadas desde o início da pandemia, 64% dos homens apontaram o mesmo cenário.

Entre as participantes do levantamento que se sentem sobrecarregadas, 51.5% delas têm apenas um filho, 32% responderam ter dois, enquanto 14% possuem três filhos e apenas 2.5% têm quatro ou mais. Já entre os homens, 46% têm um filho, 34% disseram ter dois, 12% revelaram ter três filhos e 6% possuem quatro ou mais. “O resultado da pesquisa reforça a necessidade dos líderes das empresas olharem para os seus colaboradores que têm filhos de forma mais solidária e compreensiva, com o objetivo de flexibilizar e customizar as rotinas e processos que amenizam o impacto que o home office causa na realidade do dia a dia desses profissionais”, comenta José Ricardo Amaro, Diretor de Recursos Humanos da Ticket, que também acredita que, a convivência com os filhos, aprimora habilidades interpessoais que são aplicadas no mundo corporativo”.

Apesar da sobrecarga, quando questionadas sobre a adaptação ao modelo de trabalho remoto, 59% das mulheres respondentes da pesquisa disseram que estão completamente adaptadas, enquanto 31% ainda estão se adaptando e 10% ainda não se adequaram ao modelo home office. Entre os homens, 58% já estão adaptados, frente a 32% que ainda estão no processo de ajustes, e 10% disseram que ainda não estão adaptados.

A pesquisa mostrou que mais da metade das empresas, mais especificamente 51% dos respondentes, seguirá em modelo remoto por tempo indeterminado e 12% o adotaram permanentemente. “Isso indica que as organizações, em sua maioria, já bastante empenhadas em sustentar o engajamento e a motivação de seus colaboradores, terão de buscar constantemente iniciativas para que o trabalho à distância funcione e gere resultados mais positivos para a companhia”, finaliza Amaro.

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