Archive maio 2021

O local de trabalho do futuro precisa evoluir para apoiar profissionais

Por Peter Altabef, CEO da Unisys

À medida que o trabalho remoto se expandiu, a tecnologia se adaptou rapidamente para oferecer suporte ao trabalho de casa. Agora, com mais de um ano de pandemia, é fato que não podemos mais contar apenas com a tecnologia para que esses novos modelos operacionais funcionem. É preciso ouvir nossas equipes e atender às suas necessidades.

A Unisys patrocinou recentemente um novo estudo da IDC intitulado ” Digital Workplace Insights™: Seeking Digital and Experience Parity to Support the Hybrid Workforce” [em tradução livre, “Perspectivas para o ambiente de trabalho digital: em busca da equiparação entre o escritório e o ambiente digital para garantir a eficiência do trabalho híbrido”]. Os resultados apontam para a necessidade de equiparação digital e para um olhar aos modelos de negócios do futuro. Para caminhar rumo a isso, é necessário identificar e compreender o que os funcionários realmente precisam e esperam.

Reconhecer o bom desempenho do funcionário é essencial para bons resultados nos negócios

A pesquisa entrevistou líderes empresariais e funcionários em 15 países e descobriu que 70% dos profissionais classificaram o reconhecimento por um bom desempenho como sua principal prioridade. O desejo de reconhecimento é novo? Não. Está crescendo em importância dentro do ambiente híbrido? Sim.

O reconhecimento por desempenho, como sempre, reforça as melhores práticas e comportamentos entre equipes. Esse reforço contribui para uma cultura de autoaperfeiçoamento, pois os funcionários valorizam sua capacidade de crescer profissionalmente. Além disso, o reconhecimento leva a níveis mais altos de produtividade, cultivando uma base de funcionários comprometida. Agora, mais do que nunca, o reconhecimento cria um vínculo social necessário para os funcionários que nunca se encontram ou que não se encontram com frequência pessoalmente.

Horários flexíveis ajudam a reforçar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal

O modelo híbrido estabelece a necessidade de criar experiências que contribuam e promovam o equilíbrio entre pessoal e profissional. Hoje, os espaços de trabalho mudaram para casas e apartamentos cheios de familiares, colegas de quarto e animais de estimação. Para evitar o esgotamento e o estresse, o trabalho e os compromissos pessoais, como a família, devem ser equilibrados. Na verdade, os líderes de negócios e funcionários observaram que horários e locais de trabalho flexíveis são essenciais para uma experiência ideal para o funcionário.

Com horários flexíveis e a capacidade de trabalhar a qualquer hora ou em qualquer lugar, os funcionários têm uma maior sensação de controle profissional. Isso leva a uma maior satisfação no trabalho e, em última análise, melhora a cultura de uma empresa. As organizações podem apoiar esse equilíbrio desenvolvendo cronogramas de trabalho tradicionais que atendam às reais necessidades de uma força de trabalho híbrida.

Um local de trabalho ágil oferece ferramentas de colaboração

A colaboração entre as equipes, que costumava ocorrer em salas de reunião, agora depende mais das plataformas de vídeo e de trabalho em equipe. Isto é, as empresas estão priorizando tecnologias que melhoram a conectividade dos funcionários e a experiência conjunta. Os profissionais observaram a importância da tríade: ferramentas de colaboração, aplicativos que aumentam a produtividade e suporte técnico. Está claro que as empresas devem olhar com cuidado cada um desses ativos e prover rapidamente melhorias para suas equipes.

Por fim, as organizações de sucesso serão capazes de se adaptar rapidamente às condições de negócios em constante mudança e à demanda em constante evolução, fornecendo equiparação entre ferramentas digitais e uma experiência de trabalho superior. O modelo operacional pré-pandêmico não atenderia a força de trabalho de hoje e, muito menos, a de amanhã.

Em resumo, fica evidente que o local de trabalho está evoluindo rumo ao futuro. A pergunta é: você está preparado para apoiar sua equipe nessa jornada?

Sunny Store capta R$ 2 bilhões para o financiamento de projetos de energia solar na cidade e no campo

A Sunny Store, distribuidora de soluções completas em equipamentos para sistemas de energia solar fotovoltaica, fechou a captação de R﹩ 2 bilhões em funding para o financiamento de instalações de usuários finais do setor privado. O aporte de capital, obtido junto à BR5 Investimentos, visa subsidiar a aquisição de tecnologia por empreendimentos de médio e grande porte, em variados segmentos da economia.

Entre os setores que poderão aproveitar a oportunidade está o agronegócio. “O objetivo é alavancar projetos em fazendas com consumo intensivo de energia, como aquelas que operam grandes sistemas mecanizados de irrigação, silos e outras atividades de transformação”, afirma Hugo Albuquerque, CEO da Sunny Store e especialista em energia solar fotovoltaica.

A estratégia da Sunny Store prevê, inclusive, operações do tipo barter – nas quais agricultores permutam safras por produtos e serviços. “A inclusão da infraestrutura fotovoltaica nessa modalidade é uma novidade no país. Esse modelo de negócio vai ajudar a difundir os benefícios da energia solar entre os empresários rurais, cujas contas de luz costumam ter grande peso nas despesas”, comenta Albuquerque. Segundo o executivo, o funding também contempla projetos em indústrias de outros perfis e complexos comerciais.

A Sunny Store também trabalha com kits fotovoltaicos para instalações residenciais e comércios de pequeno porte. As soluções, nesse caso, são oferecidas por empresas integradoras. Para esses parceiros, a Sunny Store disponibiliza cursos virtuais e conteúdos didáticos em seu site. Em breve, os materiais também poderão ser acessados por meio de um aplicativo de celular.

Associação Brasileira de Desenvolvimento elege diretoria para os próximos dois anos

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) elegeu nesta sexta-feira (28) a nova diretoria da entidade. O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sergio Gusmão Suchodolski foi eleito para o biênio (2021-2023). Suchodolski é o atual presidente da ABDE e assumiu o posto em agosto do ano passado no lugar do ex-diretor do Banco do Nordeste, Perpétuo Cazajeiras. A presidente do Badesul, Jeanette Lontra foi eleita 1ª vice-presidente, e o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, é o 2º vice-presidente.

Completam a diretoria os seguintes executivos das instituições associadas: André Godoy (Finep), Bruno Laskowsky (BNDES), Cledir Magri (Cresol), Heraldo Neves (Fomento Paraná), Leany Lemos (BRDE), Paulo de Oliveira Costa (Desenbahia) e Rivael Pereira Aguiar (GoiásFomento). O economista José Luis Gordon é o novo secretário executivo da entidade.

Sergio Gusmão Suchodolski foi diretor do New Development Bank (Banco do BRICS), na China. É bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em Direito pela Harvard Law School, e em Comércio Internacional, Economia e Ciências Políticas, pela Sciences Po-Institut d’Études Politiques de Paris.

“É uma satisfação muito grande seguir à frente da ABDE. Vamos continuar trabalhando nos próximos dois anos para posicionar as instituições financeiras de desenvolvimento como protagonistas na retomada da economia e nas agendas globais de sustentabilidade, através da parceria com organismos multilaterais”, afirmou o presidente da ABDE.

Conselho fiscal

Ainda nesta sexta-feira, foi eleito o novo conselho fiscal da ABDE. Compõe o conselho os executivos Marcia Faria Maia (AGN), Eduardo Alexandre Correa de Machado (Badesc), Wallace Behrend Harchbart (Desenvolve SP), Felipe Bragança Xavier (Bandes), Wllian César Moraes (Desenvolve MT) e Marcos Vinicius Castro (Afeam).

Criada em 1969, a ABDE reúne 31 Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) espalhadas por todo o país – entre bancos públicos federais, bancos de desenvolvimento controlados por estados da federação, bancos cooperativos, bancos públicos comerciais estaduais com carteira de desenvolvimento e agências de fomento -, além da Finep e do Sebrae. Juntas, essas instituições compõem o Sistema Nacional de Fomento (SNF).

Uber anuncia a construção de campus para a nova sede no Brasil

A Uber anunciou nesta segunda-feira (31) o projeto de construção do Uber Campus, a nova sede da empresa no Brasil, com o objetivo de oferecer mais espaço e qualidade de vida aos funcionários. A decisão foi tomada após definição de seu modelo de trabalho híbrido, que permanentemente incluirá somente três dias por semana de trabalho presencial – os outros dois continuarão remotos.

O anúncio foi feito em reunião com os mais de mil funcionários da Uber, na tarde desta segunda-feira, pela liderança da empresa. “Sabemos que o mundo não será o mesmo após a pandemia, o que impacta também a maneira como nos relacionamos com o trabalho. Por causa disso, reavaliamos nosso modelo e repensamos nosso espaço para fomentar a colaboração entre os funcionários, levando em conta o momento atual e o potencial crescimento da nossa operação no Brasil”, afirma o Diretor Geral da Uber para América Latina, George Gordon.

No total, o Uber Campus terá três vezes a área do atual escritório, justamente para acompanhar o crescimento projetado da empresa nos próximos anos. O novo projeto prevê 12 mil metros quadrados de área construída e outros 18 mil de área verde, para trazer mais espaços abertos e ao ar livre. Ele está sendo desenhado para incluir salas de reuniões amplas, restaurante, cafeteria, academia, sala de amamentação, além de áreas para a prática de yoga, alongamento e meditação e para receber os cachorrinhos de estimação dos funcionários. O espaço também terá o primeiro Centro de Tecnologia da Uber na América Latina, inaugurado no Brasil em 2018.

Segundo Gordon, “depois de tanto tempo trabalhando quase que integralmente de maneira remota, o espaço que vai receber nossos funcionários precisa refletir também os novos hábitos que foram incorporados à nossa vida nesse período”.

O executivo destacou ainda que pegar longas filas para almoçar ou gastar muitas horas no trânsito para estar em um escritório localizado em uma região central da cidade passou a não fazer mais sentido quando “ir todos os dias ao trabalho” mudou de significado. “Só precisamos nos conectar ao celular ou notebook para chegar ao trabalho, então o espaço físico passa a ser um lugar que privilegia a convivência”, completa ele.

O Uber Campus será localizado em Osasco, na região da Vila Iara, e tem previsão de ser inaugurado em 2022. A escolha da localização foi feita considerando a disponibilidade de espaço adequado para atender a expansão e os investimentos da companhia no Brasil, além da proximidade com a cidade de São Paulo.

A mudança está em linha com a nova política de trabalho anunciada globalmente pela empresa em abril. Seguindo um modelo híbrido, a volta ao escritório será gradual e os funcionários não precisarão mais estar presencialmente todos os dias – passam a estar no escritório apenas três vezes por semana, podendo trabalhar de qualquer lugar nos demais dias. A ideia é oferecer mais flexibilidade de horários e a opção de combinar trabalho presencial e remoto da maneira que melhor se enquadre nos desafios de cada atividade e no estilo de vida de cada um.

Marco Stefanini cria fundo de investimentos para alavancar startups e empresas nativas digitais

Há seis anos investindo na aquisição de novas empresas para ampliar o portfólio de soluções digitais do Grupo Stefanini, que hoje representa 40% do faturamento de quase R$ 5 bilhõesprevistos para 2021, podendo chegar a 60% em até dois anos, MarcoStefanini decidiu que era o momento de investir em um novo modelo de negócios: abrir uma venture capital para alavancar startups, empresas nativas digitais (digital natives) ou ativos que possam ser digitalizados. Diferentemente da Stefanini Ventures, que reúne empresas em que a multinacional detém a maior parte das ações e busca oferecer soluções de ponta a ponta para diferentes verticais, o novo modelo funcionará como um fundo de investimentos totalmente independente do Grupo Stefanini.

A ideia é atrair sócios – outro fundo de venture capital ou family office – para captar R$ 300 milhões, que serão utilizados, a partir de agosto, não apenas para financiar projetos, mas auxiliar no desenvolvimento de empresas com soluções inovadoras para o mundo digital. “Embora eu atue como um gestor da venture capital, o fundo manterá sua independência em relação ao grupo. Ou seja, vamos alavancar negócios mesmo que não tenham fit com nossas ofertas”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Segundo o executivo, a decisão de abrir um fundo foi amadurecida após receber alguns pedidos de clientes, que reconhecem a Stefanini como referência em soluções digitais, uma vez que a multinacional adquiriu mais de 20 empresas nos últimos cinco anos (2016 a 2021) e garantiu resultados expressivos. Neste período, a receita da Stefanini Ventures cresceu mais de seis vezes e o EBTIDA 15 vezes. Outro fator que influenciou a criação da venture capital foi a demanda crescente de startups para se incorporarem ao grupo, o que nem sempre é possível por não terem ofertas aderentes ao modelo atual. Mensalmente, chegam entre 30 e 40 solicitações para a equipe de M&A analisar.

“Como um empreendedor que aposta na inovação como um grande pilar de desenvolvimento do País, acredito que o fundo poderá atrair empresas com grande potencial de negócios, além de empreendedores talentosos”, destaca Stefanini.

O ano de 2021 tem se mostrado positivo para o mercado de venture capital no Brasil. Um levantamento realizado pela empresa Distrito, que monitora em tempo real startups e fundos de investimento, revela que o valor recebido por startups brasileiras nos quatro primeiros meses do ano – US$ 2,35 bilhões em 207 negócios – já equivale a cerca de 70% do total investido no passado.

“O cenário positivo do setor, aliado ao track record de sucesso com as empresas que compõem o ecossistema digital da Stefanini Ventures nos estimula a investir em formatos diferentes de negócios, atraindo novos sócios. A indústria de venture capital no Brasil tem espaço para crescer e estamos bem otimistas com o novo projeto”, complementa Stefanini.

Renata Oliva Battiferro é a nova diretora de Relações com Investidores da Positivo Tecnologia

A profissional apoiará o objetivo da área de aproximar ainda mais a empresa brasileira de tecnologia dos investidores e agentes do mercado financeiro


A Positivo Tecnologia anuncia a chegada de Renata Oliva à diretoria de Relações com Investidores. A executiva contribuirá com o objetivo da área de estreitar ainda mais o relacionamento da empresa com acionistas, investidores, órgãos regulatórios, além de agentes que integram a comunidade financeira nacional e internacional.

Renata tem passagens por empresas como Unibanco, Comgás, Smiles, CSU CardSystem e, mais recentemente, na Track & Field, onde trabalhou como Head de RI. Ela também é membro do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI). Na Positivo Tecnologia, Renata será responsável por transmitir informações sobre a empresa ao mercado com base nos princípios da transparência e boas práticas de governança corporativa. A Positivo Tecnologia negocia ações na Bolsa de Valores B3 desde 2006 com a sigla POSI3.

“A chegada da Renata faz parte da nossa estratégia de fortalecer cada vez mais o relacionamento com o mercado, em um momento em que estamos diversificando nossos negócios e aprimorando a compreensão assim como o acompanhamento dos principais indicadores da Companhia”, diz Caio Gonçalves de Moraes, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Positivo Tecnologia.

SAP lança programa para médias empresas com apoio de parceiros

A SAP Brasil anunciou hoje, 31/05, o lançamento do programa Midmarket Growth Initiative na região Sul do país, com uma oferta especial e venda realizada pelos parceiros Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems. O programa está estruturado em cima da oferta RISE with SAP, anunciada no final de janeiro e que já vem sendo adotada por empresas para acelerar seus processos de transformação digital como serviço, com a adoção do SAP S/4HANA Cloud e também pacotes que incluem soluções como o SAP Ariba, SAP SuccessFactors, SAP Digital Supply Chain, entre outras.

O Midmarket Growth Initiative tem como foco empresas do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina com faturamento anual até R$ 500 milhões e traz um pacote completo com diversas boas práticas embarcadas, incluindo o ERP SAP S/4HANA, o serviço de consultoria e implementação e a infraestrutura na nuvem com hyperscalers como a Amazon Web Services, Microsoft Azure ou Google Cloud Platform, em um único contrato firmado com um dos parceiros do programa, que também serão os pontos focais para todo o ciclo de vida do projeto.

“O principal objetivo é permitir que as empresas de médio porte adotem a melhor tecnologia com previsibilidade de custos, simplicidade para implementar e agilidade na obtenção dos benefícios de modernização da gestão do backoffice, com governança e melhores práticas embarcadas”, explica Thiago Secco, diretor responsável pelo Midmarket Growth Initiative. “A parceria com Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems garante que a SAP apresente uma oferta competitiva para este segmento de empresas”, completa.

Todos os pacotes têm o mesmo contrato de licenciamento com a SAP e podem acrescentar módulos adicionais específicos para cada indústria, de acordo com a expertise de atuação dos parceiros, incluindo diversos setores, dentre eles: varejo, manufatura, bens de consumo, indústria farmacêutica, telecomunicações, agro e serviços profissionais. A oferta RISE with SAP inclui a base tecnológica do SAP Business Technology Platform (SAP BTP), que ajuda a manter o sistema central simples para tornar mais fácil a integração de soluções de parceiros e desenvolvimentos próprios.

Thiago explica que as empresas que já são clientes com atendimento direto da SAP seguirão da mesma forma, assim como empresas cujo faturamento anual ultrapasse R$ 500 milhões: “A SAP estruturou o programa Midmarket Growth Initiative para alcançar as empresas da região sul do país que ainda não são clientes, mas que têm a necessidade de adotar uma solução localizada ao Brasil, porem de classe mundial, para sustentar seus planos de modernização e acelerar seu crescimento. Estas empresas contarão com um atendimento centralizado em um de nossos parceiros da iniciativa, com um contrato incluindo o todo e com previsibilidade sobre o valor investido para um período de até 36 meses”.

Os parceiros foram escolhidos pelo comprometimento com o ecossistema SAP, pela capilaridade de atuação na região e por atender aos requisitos de compliance e de governança para assumir a responsabilidade pelos contratos.

Novo estudo realizado por Google Cloud revela desafios de tecnologia do e-commerce durante a Black Friday

As vendas por e-commerce movimentaram R$ 3,1 bilhões no Brasil durante a Black Friday do ano passado, realizada em 27 de novembro, representando um crescimento de 24,8% na comparação com 2019, segundo a consultoria Ebit/Nielsen. O aumento da demanda no e-commerce era de se esperar, diante das restrições às lojas físicas impostas pela pandemia da COVID-19, mas um novo estudo encomendado pelo Google Cloud à agência R/GA mostra os desafios de tecnologia enfrentados pelo e-commerce brasileiro em 2020 e como é possível melhorar a experiência dos consumidores na principal data de compras do segundo semestre que, em 2021, será realizada em 26 de novembro.

O estudo analisou o desempenho de 25 e-commerces (nas versões mobile e desktop) no Brasil entre 20 e 30 de novembro de 2020 — ou seja, a partir da semana anterior à Black Friday do ano passado até três dias após a data. As análises se concentraram na tecnologia e na experiência do usuário e, para fazer o estudo, a R/GA levantou informações públicas em cerca de 36 mil acessos aos 25 e-commerces. Os e-commerces analisados são representativos dos segmentos de marketplace, beleza, tecnologia, moda, supermercado e esporte.

“Este estudo mostra que os varejistas precisam mudar a percepção de que é preciso investir em tecnologia apenas para dar suporte ao pico de compras na Black Friday, já que com a pandemia da COVID-19 os sites de e-commerce ganharam papel fundamental na estratégia das empresas durante o ano todo”, explica Milena Leal, diretora de vendas para grandes empresas de Google Cloud para o Brasil. “Nesse sentido, a nuvem pode ajudar essas empresas a garantirem uma experiência de compra cada vez melhor aos consumidores.”

O estudo analisou três aspectos principais: tempo de resposta, estabilidade dos sites e usabilidade, além de apontar como a nuvem pode ajudar os varejistas a melhorar a experiência para seus clientes. Os principais resultados são detalhados abaixo:

Estabilidade
Os 25 sites de e-commerce foram monitorados no período analisado quanto à existência de falhas como erros de conexão com o servidor, timeout, erro de rede e de aplicação. No total, o estudo identificou cerca de 2,7 mil erros — em cada site analisado, foram encontrados 108 erros, em média. Um em cada quatro erros detectados foram erros de aplicação, que podem ser notados durante a navegação e que podem até mesmo interromper a jornada de compra. A ocorrência de erros foi significativamente maior em sites da categoria de moda, seguida por marketplaces e beleza.

O estudo identificou a maioria das falhas antes ou depois da Black Friday, o que indica que muitas empresas se preocupam mais com a estabilidade do site no momento de pico de compras.

Velocidade de carregamento
O estudo mediu o tempo de carregamento de cada site de comércio eletrônico, seja na versão desktop ou mobile. A velocidade de carregamento é um fator determinante para a experiência do usuário, já que quanto mais tempo o site leva para carregar, maiores as chances de o consumidor desistir da compra. Em média, os sites analisados registraram velocidade de carregamento de 2,89 segundos. A maioria das empresas avaliadas teve média superior a 2 segundos para carregar a página, mas em alguns casos a resposta demorou quase 7 segundos.

Usabilidade
Por meio de análise heurística, o estudo analisou como as empresas estão usando tecnologia ao longo da jornada de compra, como busca por informações no site, recomendações e suporte, entre outros. A pontuação média das empresas avaliadas foi de 78%, apontando que há oportunidade de melhorias. O desempenho dos sites foi superior no desktop em relação aos dispositivos móveis, apesar de o estudo também mostrar que o site móvel concentra o maior volume de compras.

A análise identificou, por exemplo, que nenhum site oferece o recurso de busca por imagem ou por voz e poucos permitem a funcionalidade de comparação de preços. Além disso, mais de um terço dos sites avaliados não oferecem serviço de atendimento por meio de chatbot, que pode ser usado para automatizar a resolução de problemas simples. Entre os sites que oferecem chatbots, apenas sete conseguiram efetivamente resolver problemas de atendimento.

Como a nuvem pode ajudar
O estudo feito pela R/GA a pedido de Google Cloud apresenta diversas oportunidades de melhoria para as empresas, desde a modernização desse tipo de plataforma com a ajuda da nuvem, até a implementação de ferramentas para tornar o atendimento aos consumidores mais próximo do realizado por um atendente humano. Entre as tecnologias de Google Cloud que podem ajudar as empresas do Varejo brasileiras e que já são amplamente utilizadas no mundo todo estão:

• Atendimento automatizado
O Dialogflow, tecnologia desenvolvida pelo Google Cloud, permite a criação de interfaces para conversações mais naturais em sites, aplicativos móveis e plataformas, por meio do uso de inteligência artificial. Empresas como KLM, Domino’s e Ticketmaster já utilizam o recurso em diferentes segmentos do Varejo.

• Busca por imagem ou voz
Ao utilizar a Vision API, um site pode habilitar a busca de produtos a partir de uma imagem. O recurso usa machine learning para comparar as fotos pesquisadas ao catálogo de produtos de uma loja. Por sua vez, o Speech-to-Text tem a capacidade de converter a fala em texto com precisão, apoiando a funcionalidade de busca por voz.

• Recomendação de produtos
O Recommendations AI utiliza inteligência artificial e machine learning para gerar recomendações de produtos altamente personalizadas em escala, ajudando o Varejo a gerar mais oportunidades de venda durante a jornada de compra dos consumidores.

Produtos financeiros lideram a preferência do brasileiro na hora de investir

Os brasileiros estão usando mais os produtos financeiros como opção de investimento. Ações, títulos privados e fundos ganharam participação no portfólio dos investidores em 2020, enquanto a caderneta de poupança perdeu espaço pela primeira vez em quatro anos, desde que a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) realiza pesquisa com a população economicamente ativa das classes A, B e C em todo o País.

O levantamento indica que os produtos financeiros foram o principal destino do dinheiro economizado pela população no ano passado, com ganho de participação nas classes A e B, e estabilidade na classe C. Dentre os brasileiros que investiram em 2020, 53% deles colocaram o dinheiro em produtos financeiros, ou 11 pontos percentuais a mais do que o levantamento anterior. Pela primeira vez, os produtos financeiros ultrapassaram a soma de todos os outros destinos dados para as economias, alcançando uma população estimada em 20 milhões de brasileiros.

A poupança continua como o investimento preferido: é utilizada por 29% dos investidores, mas com uma queda de oito pontos percentuais em relação a 2019. Ainda assim, o produto é utilizado por cerca de 30 milhões de brasileiros das classes A, B e C. Os demais produtos financeiros tiveram alta em 2020, com destaque para títulos privados, que ganharam três pontos em relação ao ano anterior, passando a serem utilizados por 5% dos investidores. Os fundos também conquistaram mais adeptos no ano passado: 5% dos investidores indicaram o produto como destino para suas economias, frente a 3% no ano anterior. Isso significa que em torno de 5 milhões de pessoas usando cada um destes produtos.

“A redução da taxa básica de juros estimulou as pessoas a diversificarem seus investimentos na busca por rentabilidade. Isso explica o crescimento nas aplicações em produtos um pouco mais arriscados, como títulos privados e fundos de investimento”, afirma Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da ANBIMA.

No ano passado, 48,3% dos brasileiros da classe A escolheram produtos financeiros como destino para suas economias, universo que aumentou 20 pontos percentuais em relação a 2019. Entre os brasileiros da classe B, o crescimento foi de 7,2 pontos, passando de 21,4% para 28,6%. Na classe C, a preferência por produtos financeiros manteve-se em 12,6%. Em 2020 cresceu o número de pessoas que usou as economias para pagar dívidas: 6% das pessoas que conseguiram economizar usaram o dinheiro para essa finalidade, frente a 4% em 2019.

Motivação

Em um cenário de juros baixos, os brasileiros que pretendem investir ou continuar investindo em 2021 apontam o retorno como a principal justificativa para a escolha dos produtos financeiros: o item fica com 38% da preferência, 10 pontos percentuais acima da segurança (28%).

Já a facilidade de movimentação, principalmente com o avanço dos serviços digitais, foi citada como motivação por 21% dos entrevistados. Quanto ao destino para o retorno financeiro, 27% afirmaram que vão manter o dinheiro aplicado para uso em emergências. Apenas 10% pensam em usar esse rendimento na velhice/aposentadoria, porcentagem também daqueles que pretendem comprar ou trocar de veículo.

Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a quarta edição da pesquisa Raio X do Investidor, realizada pela ANBIMA em parceria com Datafolha. As entrevistas aconteceram entre 17 de novembro e 17 de dezembro de 2020, com 3.408 pessoas economicamente ativas, que vivem de renda ou são aposentadas, de 16 anos ou mais, pertencentes às classes A, B e C, nas cinco regiões do País. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

E-commerce brasileiro registrou expansão de 69% no mês de abril, segundo Mastercard SpendingPulse

As vendas do comércio eletrônico brasileiro se mantiveram fortes em abril. De acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que mede as vendas no varejo online e nas lojas em todas as formas de pagamento, o e-commerce* brasileiro cresceu 69% no mês de abril, na comparação ano a ano.

O setor de eletrodomésticos foi o que mais cresceu no e-commerce brasileiro, com um aumento de 122% em relação ao mesmo período do ano passado. Por outro lado, as vendas dos setores de combustíveis, supermercados, móveis, produtos de uso pessoal e doméstico, e produtos farmacêuticos, apresentaram desempenho inferior.
Vendas do varejo nas lojas físicas

As vendas no varejo brasileiro, aumentaram 49% ano a ano – exceto os setores de automóveis, materiais de construção, restaurantes, e cama e banho. O setor de vestuário foi o que registrou a maior expansão, com 125% em comparação com abril de 2020.

Segundo Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil, esse movimento do mercado está diretamente relacionado a pandemia. “A taxa de desemprego, que ainda está em patamares elevados, somada aos desafios da Covid-19 e ao fechamento parcial de estabelecimentos impactaram as vendas no varejo. À medida que superamos o grande declínio nas vendas no varejo do ano passado, as taxas de crescimento ano a ano estão mostrando um aumento significativo: no entanto, é um efeito estatístico devido ao número de estabelecimentos que permaneceram fechados no ano passado” afirma o executivo.

Em termos de vendas totais no varejo nas regiões, o Nordeste e o Sudeste superaram o restante do país com 49,8% e 57,3%, respectivamente. As regiões Norte (43%), Sul (23,7%) e Centro Oeste (33,4%), apresentaram desempenho inferior ao crescimento das vendas nacionais.

*As vendas no comércio eletrônico são as vendas de bens e serviços em que os compradores fazem um pedido ou o preço e as condições da venda são negociados pela Internet, em um dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange) , correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Startup israelense Zipy chega ao Brasil para facilitar as compras em mercados estrangeiros

Com o objetivo de transformar as compras internacionais feitas pela internet em transações mais fáceis e seguras, a Zipy chegou no Brasil em janeiro deste ano oferecendo em seu  catálogo produtos de três gigantes do marketplace: Amazon, Aliexpress e eBay. O Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com o serviço da startup, que traz também os produtos do Allegro, e-commerce polonês em franca expansão na Europa. 

Para levar mais segurança e clareza ao processo de compra, os compradores têm a possibilidade de pagar as compras em reais (BRL) via boleto bancário e cartão de crédito nacional – condições muitas vezes indisponíveis em sites estrangeiros. O site da Zipy traz catálogos de produtos destes e-commerces e disponibiliza todas as informações em português: nome do produto, descrição, além dos valores em reais. 

Os brasileiros também podem usufruir de outras facilidades da plataforma, como rastreamento de pedidos internacionais e uma equipe de suporte local e personalizada para auxiliar os brasileiros em suas compras. O atendimento pode ser via Whatsapp e diversos canais desde o momento da compra até a entrega do produto. O site também possui uma seção de produtos abaixo de R $10 para atrair novos clientes.

Maiores compras 

A cada dia são inseridos mais de 500 mil produtos na Zipy. No Brasil, os itens mais vendidos desde o soft launch em janeiro de 2021 fazem parte da seção de tecnologia e acessórios para smartphones, como fones de ouvido wireless e smartwatches, por exemplo.

As cinco cidades brasileiras que com maior número de transações no site até agora foram São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG).

Israel, Europa e América Latina

A Zipy foi fundada em 2013 por três universitários israelenses que enfrentavam os mesmos desafios: fazer compras recorrentes online para seus pais e parentes que não se sentiam seguros ao fazer compras internacionais pela internet. Muitos não tinham cartões internacionais ou não entendiam como funcionavam ferramentas como o Paypal. Outros, tinham receio de não receber os produtos e não conseguir reaver o valor pago. A situação não era exclusiva deles, mas de grande parte da população adulta do país. Israel ainda é o principal mercado da Zipy ao redor do mundo.

A plataforma aposta na facilidade de acesso para ganhar a confiança dos consumidores. Na Zipy, é possível navegar por todos os catálogos, seções, ver detalhes de produtos e outras informações sem a necessidade de criar uma conta no marketplace. 

Além do Brasil, a Zipy opera em outros países da Europa e Oriente Médio como: Israel, Portugal, Itália, Grécia, Romênia, Itália, Polônia e Chipre. Nestes países, a média de pedidos diários ultrapassa 800.

Appgate tem novo diretor para o Brasil

Marcos Tabajara assume o cargo com o desafio de expandir vendas e ampliar a rede de parceiros

A Appgate, fornecedora global de soluções de segurança cibernética, acaba de anunciar Marcos Tabajara como novo diretor de vendas e canais para o Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de segurança da informação, o executivo assume a função com o desafio de expandir a presença da empresa no país.

Tabajara será responsável pela customização e implementação do Programa Mundial de Canais. Entre seus objetivos estão o aumento no volume de negócios da Appgate e a expansão do mercado para a criação de um ecossistema de parceiros com excelência em vendas, incluindo pré e pós-vendas. “As customizações combinadas às soluções tecnológicas reconhecidas pela indústria vão tornar a Appgate a primeira opção para parceiros e clientes no Brasil”, afirma.

Segundo o diretor, o trabalho remoto e o aumento do consumo de bens e serviços online na esteira da pandemia aceleraram a demanda pelas soluções de segurança da Appgate. “Somos a empresa líder em acesso seguro e proteção contra fraudes eletrônicas para pessoas, dispositivos e sistemas com base nos princípios de Confiança Zero (Zero Trust) e Inteligência Artificial. Tornamos o acesso seguro mais simples para usuários e para as equipes de gestão de segurança e mais difícil para os adversários”, completa Tabajara.  

O processo de consolidação da Appgate no Brasil inclui ainda a contratação de mais profissionais experientes no segmento e a participação nos eventos do setor de segurança da informação. “O objetivo é recrutar e capacitar os melhores parceiros e distribuidores do mercado para nos dar o suporte necessário para a expansão no mercado brasileiro”, finaliza o executivo. 

Ao longo de sua trajetória, Tabajara esteve à frente, como Country Manager ou Diretor de Canais, de empresas como Sophos, McAfee, SourceFire, Symantec e Internet Security Systems.

Distrito aponta Squid como uma das startups para ficar de olho em 2021

A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, foi destaque no levantamento Deals Forecasting do Distrito. O report aplica inteligência de dados para elaborar modelos preditivos que permitem a plataforma antecipar tendências no setor e determinar quais serão os futuros grandes players do mercado. Com um sistema avaliativo baseado no seu algoritmo de previsão, 100% data driven, a Squid é apontada como uma das Startups no segmento de marketing em que os investidores devem ficar de olho.

“Em seis anos, construímos uma empresa sólida e com um modelo de negócio que nos fez crescer de maneira consistente e saudável. Ficamos felizes com o reconhecimento do Distrito, pois mostra nosso amadurecimento e impacto no mercado. Estamos prontos para dar os próximos passos e consolidar o caminho do Community Marketing e apresentar novas soluções para nossos clientes”, ressalta Felipe Oliva, CEO e cofundador da Squid.

Capgemini anuncia 750 vagas em tecnologia

A Capgemini no Brasil planeja contratar 750 novos membros para sua equipe durante o ano de 2021. Dentre elas, 600 vagas são destinadas para profissionais experientes, especializados em diversas tecnologias de demanda, como nuvem e dados. Outras 150 vagas são para jovens talentos das principais instituições de tecnologia do Brasil, que buscam ingressar nessa indústria em constante evolução.

Embora o modelo de trabalho para esses novos funcionários permaneça 100% remoto por enquanto, a Capgemini adotará um modelo híbrido no futuro. A empresa conta com instalações inovadoras como os Centros de Colaboração no Brasil, que são espaços criados para se adaptar ao novo ambiente de trabalho híbrido e projetados para atividades colaborativas e reuniões de equipe, com clientes e parceiros.

“Vemos um imenso potencial no talento da região e estamos empenhados em proporcionar muitas oportunidades de aprender e crescer, para que possam progredir na carreira e alcançar o futuro que desejam na Capgemini. Apostamos fortemente na aprendizagem e desenvolvimento contínuo dos nossos colaboradores. Com parceiros líderes da indústria de conteúdo como Coursera, Plural Site (no âmbito técnico) e TED, temos uma das mais completas plataformas de treinamento e capacitação do mercado”, disse Mércia Gerbase, diretora de Gestão de Talentos da Capgemini Brasil.

Os candidatos interessados podem consultar o portal de carreiras da empresa e indicar o cargo de interesse ou enviar currículo para recrutment.br@capgemini.com.

unico anuncia aquisição da Vianuvem

A unico , IDTech brasileira de soluções de proteção de identidade digital, anuncia a aquisição da Vianuvem, startup de gestão de processos digitais para vendas de automóveis. Com a compra, a IDTech vai ampliar o portfólio de produtos, auxiliando os brasileiros a comprarem veículos sem sair de casa. Essa é a primeira aquisição feita pela unico após receber o aporte de R﹩ 580 milhões, do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, em 2020.

De acordo com Guilherme Cervieri, VP de Estratégia e Mergers and Acquisitions (M&A) da unico, a compra é a primeira de diversas que a companhia pretende realizar. “Estamos com uma estratégia robusta e atentos às oportunidades do mercado. Este é o primeiro passo de um plano de médio e longo prazo, sendo um setor de destaque e ampliação do alcance de nossos produtos”, afirma. O processo de incorporação total da companhia levará 6 meses, com 100% de integração da tecnologia e carteira de clientes.

Com a aquisição de 100% das operações da Vianuvem, a unico vai incorporar a tecnologia com a principal solução de onboarding digital, onde o consumidor envia documentos digitalmente da sua casa via plataforma com objetivo de desburocratizar os processos de compra e venda de carros.

Fundada em 2017, a Vianuvem está presente em 60% das transações de compras de carros novos do país. Desde seu lançamento no mercado vem dobrando de tamanho ano após ano. Durante a pandemia, a startup auxiliou revendedores de 2.500 concessionárias do país, somando R﹩ 20 bilhões em transações mensais. Somente no ano passado, 800 novas concessionárias aderiram ao serviço, que diminui o tempo médio de venda de um automóvel de 14 para dois dias.

“A estratégia está alinhada com o futuro desburocratizado, onde as pessoas poderão ter autonomia e poder de consumo em ambientes totalmente digitais, com segurança, transparência e privacidade.”, afirma Diego Martins, fundador e CEO da unico.

Para Fredy Evangelista, cofundador e CEO da Vianuvem, a venda representa a oportunidade de acelerar a transformação do setor e a evolução do mercado de veículos. “Essa próxima etapa vai valorizar ainda mais o que construímos até aqui. Como unico, teremos uma estrutura mais robusta para evoluir o produto, com maior escalabilidade para o negócio. Vamos seguir melhorando a solução, que tem como objetivo desburocratizar a compra de veículos, promovendo a transformação digital na vida de milhares de brasileiros”, finaliza.

Movimento de mercado: unico

Fundada em 2007, essa é a quarta empresa adquirida pela unico. Em 2009, a startup comprou a dotBR, desenvolvedora de software de gerenciamento de documentos e workflow; em 2017, foi a vez da Arkivus, de Londrina, no momento da pivotagem do negócio. Em 2020, a unico anunciou a aquisição da gaúcha Meerkat, de análise de imagens.

A unico é sediada em São Paulo e possui escritórios em Londrina e Porto Alegre. Em 2020, além dos primeiros investimentos recebidos em sua história (R﹩ 40 milhões da Igah Ventures e R﹩ 580 milhões do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund), a startup quase triplicou de tamanho e teve um salto de 180 para mais de 500 colaboradores. Recentemente anunciou duas contratações de peso, Marcelo Quintella (ex-Google) e Igor Ripoll (ex-Salesforce), como VPs de Produto e Vendas e Costumer Sucess, consecutivamente. Atualmente, está com 200 vagas em aberto para diversas áreas.

Camara-e.net promove capacitação gratuita para empreendedores digitais

Devido à crise econômica provocada pela pandemia, muitos brasileiros viram no e-commerce uma saída para garantir uma renda. Uma pesquisa realizada pela Serasa Experian comprova: sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) estão vendendo pela internet. Para quem está interessado em ingressar nesse universo e não sabe como, a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) ensina, através de um ciclo de palestras gratuito e online, nos dias 9 e 10 de junho, das 19h às 22h. Os interessados devem se inscrever pelo site https://www.ciclo-mpe.net. Os inscritos receberão o link de acesso à sala do evento por e-mail e, através da plataforma digital, poderão tirar as dúvidas e receber mentorias em tempo real.

A finalidade é ensinar os participantes a planejar, montar e compreender como funcionam todas as etapas do processo operacional e administrativo de uma loja online. Além do conteúdo, os participantes concorrerão a brindes e ainda contam com certificado de participação.

“O nosso objetivo sempre foi promover a capacitação. Em tempos difíceis e de crise, como este em que estamos vivendo, é muito importante colaborar. É uma boa oportunidade para quem está desempregado e busca novos desafios, para quem pretende aumentar a renda, para quem tem negócio e precisa se reinventar, entre outros diferentes perfis”, afirma Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da camara-e.net.

Durante o evento, os participantes aprenderão os seguintes temas: como planejar sua empresa de forma eficaz, desde a escolha do nicho de mercado; como montar sua loja virtual e encontrar o cliente ideal, de forma a usar a logística para atrair mais visitas para sua loja; como transformar visitantes em consumidores; operação eficiente: a importância das ERP’s e dos meios de pagamento na internet; e vendas e marketing digital.

O Ciclo MPE está em sua 18ª edição e conta com o patrocínio master dos Correios e do Governo Federal e patrocínio da Loja Integrada.

BTG Pactual anuncia compra da Empiricus e Vitreo

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta segunda-feira (31) a compra de 100% do Grupo Universa, conglomerado que reúne as empresas Empiricus, Vitreo, Money Times, Seu Dinheiro e Real Valor, em negócio que faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de varejo de investimentos e cujos valores envolvem pagamento de R$ 440 milhões à vista e R$ 250 milhões em units BPAC11, ambos mediante a conclusão da transação. Adicionalmente, poderá haver o pagamento de valores financeiros no período de 4 anos, a depender do atingimento de metas operacionais e financeiras.

Com o negócio, o banco avança em sua consolidação como uma das principais instituições da indústria de investimentos de varejo no Brasil. A Universa, por sua vez, ganha musculatura para ampliar sua atuação junto ao investidor pessoa física, mantendo a independência editorial e de criação de produtos.

Para o BTG Pactual, a aquisição visa atender às novas demandas do mercado de investimentos brasileiros, que tem passado por intensas transformações com o crescimento expressivo do número de investidores e o desenvolvimento de novas soluções para atender esse público.

Segundo Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital, “o negócio é resultado de um relacionamento de longo prazo e construído com base no respeito e na admiração mútua, mas somente recentemente começamos a falar sobre parcerias e outras alternativas mais concretas”.

Faz parte do acordo, para garantir a independência editorial e de lançamentos de produtos pela Empiricus e Vitreo, a manutenção das operações da Universa separadamente às do BTG Pactual. O contrato assinado, porém, prevê a exploração de sinergias operacionais e estratégicas.

“Para os clientes e funcionários da Empiricus e da Vitreo, nada muda em termos práticos. Ao contrário, agora há mais benefícios para eles, com apoio institucional, de capital e tecnologia”, explicou Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus. “Este é um grande impulso ao modelo 3.0 de investimentos. Com o suporte do BTG Pactual, poderemos fazer muito mais pelo nosso cliente e oferecer mais oportunidades de crescimento aos nossos funcionários”, completou Caio Mesquita, CEO da casa de análise, que soma hoje 425 mil clientes. Já a Vitreo, contabiliza R$ 11 bilhões sob custódia, volume que cresce num ritmo de aproximadamente 4% ao mês.

“Com o BTG Pactual, seremos capazes de fazer tudo o que sempre quisemos. Estou 100% convencido de que a combinação Empiricus e Vitreo, com apoio do BTG Pactual, oferece a melhor alternativa ao investidor pessoa física brasileiro”, reforçou Miranda. Ele, Mesquita e Rodolfo Amstalden, sócios-fundadores da Empiricus, e George Wachsmann, CIO da Vitreo, seguirão no comando da operação e passam também a integrar o quadro societário do BTG Pactual quando a operação for concluída.

A Empiricus, que já liderava os portais Seu Dinheiro e Money Times, além da startup Real Valor, era parceira comercial da Vitreo desde que a casa surgiu como gestora em 2018. Juntas, as duas empresas criaram um modelo de negócio alinhado ao cliente e que chamou atenção do mercado. De um lado a Empiricus, muito próxima do investidor, pensando as carteiras teóricas. Do outro, a Vitreo, como instituição financeira, executando essas ideias.

Microsoft forma segunda turma do programa Black Women in Tech

Nesta quarta-feira, 26, a Microsoft formou a segunda turma do Black Women in Tech, programa de capacitação com foco na formação de mulheres negras para o mercado de tecnologia. O projeto, idealizado e liderado pelos grupos de colaboradores da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft) e o BAM (Blacks at Microsoft) – visa a diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia, bem como ampliar a igualdade de gênero e racial no segmento. . 

Ao todo, 35 mulheres foram selecionadas e participaram, de janeiro a maio, de mentorias técnicas, focadas nas certificações técnicas em Fundamentos do Microsoft Azure (AZ-900) e Fundamentos do Microsoft Power Platform (PL-900), além de módulos focados em soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico. Todo o programa, incluindo apostilas e materiais de apoio, é realizado gratuitamente. Além disso, todas as formadas receberam vouchers para realizar os exames de certificações da Microsoft em AZ-900 e PL-900. 20% delas já finalizaram as provas para AZ-900. 

Adrielly Souza, de 28 anos, faz parte das formandas da segunda turma do programa e, segundo ela, a pauta é extremamente necessária nos dias atuais e sua participação na iniciativa foi decisiva neste período desafiador que estamos vivendo. “Eu, mulher preta e mãe solo, estou em busca de recolocação no mercado, mas me sentia perdida em relação às minhas oportunidades. O Black Women in Tech me possibilitou desenvolver um novo potencial em mim, voltado para tecnologia, e me conectou com uma rede não só de networking, mas também de apoio”, comenta.  

Por meio do Black Women in Tech, a Microsoft tem o objetivo de levar ensino técnico de qualidade para que mulheres pretas e pardas possam alavancar suas carreiras em tecnologia. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, membros ou aliados das iniciativas e grupos de Diversidade, que disponibilizam seu tempo voluntariamente. Após a formação, uma das ações pós mentoria é a realização de uma feira de trabalho, que durante a pandemia está sendo realizada em formato on-line, na qual a Microsoft conecta as profissionais às empresas parceiras da companhia com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho. 

Nossa iniciativa tem como objetivo capacitar, formar e ajudar essas profissionais a se conectarem ao mercado de trabalho. Neste programa, unimos pilares fundamentais para a Microsoft que são diversidade, inclusão e acesso à qualificação profissional em tecnologia” explica Alessandra Karine, vice-presidente para o setor público, educação e saúde e líder de diversidade e inclusão na Microsoft Brasil. 

O processo seletivo para a segunda turma foi feito por meio de um desafio virtual no qual cada interessada deveria finalizar um curso via Microsoft Learn, plataforma de aprendizado on-line gratuita, além do preenchimento de um questionário. O critério prévio para a seleção das candidatas foi ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos do preenchimento do questionário. Não são exigidos nenhum conhecimento ou habilidade técnica prévias.  

A primeira edição do Black Women in Tech aconteceu entre agosto e setembro de 2020 e contou com 26 mulheres formadas. A Microsoft tem como meta continuar promovendo o programa semestralmente e capacitar até 50 mulheres por turma.