Archive abril 2021

Consumo de vinhos no Brasil segue em alta

Importação bateu recorde em 2020 segundo dados da plataforma da LogComex

O segmento de vinhos importados vem passando ileso pelas crises econômicas, especialmente no Brasil. Segundo dados da plataforma Search, da LogComex empresa especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a cadeia de comércio exterior,  de 2019 para 2020 houve um aumento de 78% no volume importado do produto pelo país. Além disso, a produção e consumo de vinhos também apresentaram números expressivos em ano de pandemia, para se ter uma ideia, o consumo médio foi de 1,8 litros per capita e em 2020 subiu para 2,37 litros.

No Brasil, a Lei nº 7.678/1988 (alterada pela Lei nº 10.970/2004) proíbe a importação de vinhos e produtos derivados da uva e do vinho em vasilhames de capacidade superior a 5 litros. “Isso deve ser considerado no momento da importação, seja ela formal ou não”, adverte Helmuth Hoffstater, cofundador e CEO da LogComex.

Segundo o executivo, é importante sempre ter a assistência de um profissional adequado e capacitado para realizar a classificação fiscal deste e de qualquer outro produto. “Apesar de parecer intuitivo, para realizar uma classificação de forma correta é necessário conhecer as propriedades e características dos produtos, além de ter um vasto conhecimento das nomenclaturas e suas posições”, pondera Hoffstater.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é o órgão público que tem a competência de analisar tudo o que for relacionado a produtos de uso agropecuário, obras de madeira, azeites, plantas vivas, flores, frutas, vinhos e bebidas em geral. Dependendo da complexidade do item, ele pode ser enquadrado em diversos procedimentos que são descritos na Instrução Normativa 51/2011 e pode, inclusive, chegar a necessitar de licença de importação prévia ao embarque. 

No caso do vinho, o enquadramento é feito dentro do Procedimento I para todos os NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul), o que permite que a análise seja feita após o embarque da mercadoria, desde que a relação de documentos seja devidamente apresentada.

Importante destacar que, quando se analisa o NCM mais utilizado atualmente pelos importadores de vinhos (2204.21.00), há uma incidência de 27% de Imposto de Importação (II), 10% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 9,65% de Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e 2,1% de Programa de Integração Social (PIS).

Hoffstater explica que essas alíquotas são altas para proteger a indústria nacional, objetivando incentivar a produção e o consumo local.

Popularização dos clubes de assinaturas

Embora os vinhos importados possam ser encontrados com facilidade em supermercados e lojas especializadas, os clubes de assinaturas na internet se popularizaram por oferecer uma ampla variedade de vinhos com entrega em domicílio de uma caixa mensal com itens selecionados e de acordo com a preferência do assinante.

A pandemia, mesmo que de forma indireta, elevou o consumo de vinho no Brasil e isso se reflete nos números de importação, de acordo com os dados da LogComex: foram mais de 153 milhões de quilos importados nos últimos meses.

Déco Rossi, sommelier e sócio da Winet, plataforma de venda de vinhos via internet, informa que de 2019 para 2020, o número de importações de vinho aumentou 15%, e de 2020 para 2021 o aumento foi de 33%. “E esse acréscimo no consumo aconteceu mesmo com o dólar estando 42% mais alto do que no início do ano passado”, pondera.

O valor FOB — free on board ou livre a bordo em tradução livre — chegou a ultrapassar a marca de US$ 427 milhões. Países como Chile, Portugal e Argentina se destacaram como as rotas principais de aquisição de vinho importado.

No Search, plataforma de busca da Logcomex, é possível encontrar essas e outras informações ainda mais específicas sobre vinho e muitos outros produtos, além de ter base de dados para análises mais profundas que permitam realizar projeções de mercado.

Em parceria com Facens e Parque Tecnológico de Sorocaba, MCTI inaugura Centro de Referência em IoT e Tecnologias 4.0

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, em parceria com o Centro Universitário Facens , inaugurou nesta sexta-feira (30), o Centro de Referência IoT e Tecnologias 4.0 FACENS-MCTI, em Sorocaba (SP). O objetivo da iniciativa é criar um local para demonstração prática de soluções em IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês) em áreas definidas pelo ministério como prioritárias no Plano Nacional de Internet das Coisas, como Cidades 4.0, Saúde 4.0, Agro 4.0, Indústria 4.0, Turismo 4.0 e Educação 4.0.

O projeto faz parte do Acordo de Cooperação Técnica que será assinado durante a inauguração do Centro entre o Parque Tecnológico de Sorocaba, a Facens e o MCTI. A ideia é que o centro ofereça programas para a promoção do ensino, formação, popularização e divulgação da ciência e tecnologia no país, promovendo o ensino inovador, empreendedorismo e desenvolvimento das demandas locais, com o engajamento da indústria, academia e governo.

Para o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, é papel do MCTI direcionar o uso da Internet das Coisas para a qualidade de vida do país e preparar a população a lidar com as tecnologias do futuro.

“Enquanto o avanço das tecnologias vai tornando muitas tarefas mais eficientes e precisas, é preciso lembrar que precisamos criar empregos para as pessoas, alinhados a esse progresso. Nós não podemos parar a tecnologia para manter os postos de trabalho, mas podemos preparar e requalificar os profissionais, assim como formar as novas gerações já adaptadas para esse novo cenário”, afirma.

O Centro de Referência estará integrado ao Smart Campus Facens, que é um laboratório voltado a solucionar problemas reais, conectando a comunidade acadêmica, mercado, empresas e sociedade, por meio de projetos que tornem as cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis.

Para a professora Regiane Relva, coordenadora-geral do Smart Campus Facens, a iniciativa representa uma oportunidade de levar uma nova forma de educação e desenvolver projetos que integrem a sociedade.

“Este é mais um grande passo que a Facens dá em direção à inovação e ao progresso tecnológico e sustentável da nossa sociedade. Nos sentimos muito honrados com esta parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e sabemos que todas as pesquisas e ideias desenvolvidas neste Centro de Referência nos darão mais oportunidades de trazer a educação hands on e de desenvolvermos projetos que integrem todos os atores de uma Sociedade 5.0”, afirma.

Axis Communications incorpora marca 2N no Brasil

A Axis Communications, líder do mercado de vídeo em rede, integrou a 2N às operações no Brasil a partir de abril de 2021. Líder mundial no mercado de intercomunicadores IP, a 2N foi adquirida pela Axis em 2016, e a recente expansão visa a estruturar a posição de liderança da marca no segmento de intercomunicação nas Américas. Além disso, o alinhamento ajudará a Axis a acelerar o crescimento no mercado de intercomunicação IP.

A operação da Axis na América Latina, incluindo Brasil, México, Caribe, América Central e América do Sul, passou a contar com a expertise da 2N e diversas linhas de produtos da empresa por meio de canais autorizados de distribuição e integração de sistemas da Axis.

O Suporte Técnico da marca 2N no Brasil pode ser feito pelo telefone +55 11 4349-6193, ou através do suporte online no site axis.com e acessando o link www.axis.com/support/helpdesk .

Ao contrário do processo de garantia hoje efetuado pela Axis no Brasil, através dos seus centros de serviços, a garantia para produtos 2N deverá ser efetuada através de rede de distribuição autorizada no País.

“Estamos entusiasmados em alinhar ainda mais as nossas operações nas Américas à medida que expandimos nossa integração com 2N na América Latina, criando a oportunidade de fornecer aos nossos parceiros e clientes finais o melhor intercomunicador IP da classe, bem como uma oferta mais ampla de soluções. A introdução da linha de produtos 2N na região Latam apresenta um grande potencial em um mercado pronto para um crescimento futuro”, disse Fredrik Nilsson, vice-presidente para a América da Axis Communications.

Já Tomáš Klíma, Diretor de Vendas da 2N, comentou que a integração expande ainda mais a posição de liderança da 2N no mercado de intercomunicadores na América. “Atingimos uma integração muito bem-sucedida com a Axis nos Estados Unidos e Canadá anteriormente e esperamos uma transição igualmente tranquila na América Latina. Isso criará mais exposição para os produtos 2N e nossa oferta de soluções completas dentro da base de parceiros existente da Axis em toda a região”.

Com excelente reputação no Brasil, as soluções da 2N são reconhecidas pela alta qualidade e inovação, características que estabeleceram a companhia como líder mundial em intercomunicadores. “As soluções inovadoras da 2N criarão novas oportunidades para nossos parceiros e fornecerão novas soluções para nossos usuários finais”, disse Alessandra Faria, diretora da Axis para o Brasil.

A oferta de soluções 2N já está disponível por meio dos canais autorizados de distribuição e integração da Axis.

Estudo DNA Urbano mapeia mobilidade urbana em cinco capitais do país

Entender a forma como moradores de cinco capitais brasileiras se deslocam para o trabalho e quais os meios de transporte mais utilizados, foram algumas das questões abordadas pelo DNA Urbano, um estudo elaborado pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária do ZAP+, que analisou a mobilidade em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

“A parcela de participantes da pesquisa que admitiu deslocar-se a pé, caminhando, surpreende e chega à metade dos entrevistados em Curitiba; 49%, em São Paulo; 48%, no Rio de Janeiro; 46%, em Porto Alegre; e 42%, em Belo Horizonte”, explica Danilo Igliori, economista do DataZAP. A proporção de pesquisados que afirmou utilizar carro próprio também é relevante, com destaque para os curitibanos, que detém o maior índice: 75%. Os cariocas, por sua vez, são os que menos utilizam veículo particular, em comparação aos residentes de outras capitais: 53%.

Outro dado importante desta amostragem é a quantidade de usuários de aplicativos de mobilidade. Moradores de Porto Alegre e Belo Horizonte são os que mais utilizam este modal, com 58% do total de entrevistados. Paulistas (55%), cariocas (53%) e curitibanos (44%) vem na sequência.

O estudo constatou ainda que moradores de São Paulo (63%) e Belo Horizonte (62%) são os que mais fazem uso de dois tipos de transporte, individual e coletivo. Já Curitiba detém a maior taxa de usuários de transporte individual (46%) em detrimento ao coletivo (4%). “Essa escolha se reflete no deslocamento para o trabalho, com 73% da população de Curitiba e 70% dos moradores de Belo Horizonte optando pelo meio individual para ir e vir do escritório”, pondera Igliori.

Ainda sob esta amostragem, Curitiba (56%), Porto Alegre (52%) e Belo Horizonte (51%) registraram as maiores taxas de utilização de carro pessoal. O tempo de deslocamento dos moradores também foi analisado pelo estudo e a capital do Paraná revelou disparidades significativas. Enquanto 60% dos entrevistados declararam gastar até 30 minutos para chegar ao trabalho – o maior índice entre as cidades avaliadas – , 22% revelaram que esta jornada pode superar 3 horas.

Curitiba também conquistou as melhores notas de avaliação de mobilidade e fluidez no trânsito, com 47% e 58% dos pesquisados atribuindo notas de 7 a 10, respectivamente. Os residentes do Rio de Janeiro, por sua vez, foram os que mais concederam as piores notas a estes quesitos, com 22% e 30% dos entrevistados conferindo notas de 0 a 3, respectivamente.

Ambas as cidades também se distinguem quando o assunto é a infraestrutura para o pedestre e a presença de equipamentos como piso tátil nas calçadas e corrimão nas escadas. Na capital paranaense, 58% dos entrevistados deram notas de 7 a 10 para a qualidade das calçadas e faixas de pedestre, enquanto 26% dedicaram notas de 0 a 3 para a mesma avaliação.

A qualidade da acessibilidade dos pedestres foi bem avaliada por 48% dos curitibanos, enquanto 45% dos cariocas avaliaram com as notas mais baixas. Segurança no trânsito também é outro ponto de destaque positivo em Curitiba, que atingiu 6,4 de média, contra 5,3, obtido pelo Rio. Já a demanda por ciclovias e ciclofaixas é alta em Belo Horizonte, que é dona da pior média entre as cidades nesta amostragem: 3,2. Curitiba e São Paulo empatam com o melhor índice: 5,1.

São Paulo e Rio alcançaram as melhores avaliações na oferta de transporte nos bairros, com 59% e 57% dos participantes, respectivamente, atribuindo notas de 7 a 10. “Por possuírem a maior malha metroviária do país, ambas as capitais também se destacaram na oferta de linhas de metrô e trem, alcançando as maiores médias neste quesito. Em contrapartida, as cidades do sul, por não contarem com esse modal, registraram os piores índices: 1 e 1,8, respectivamente”, aponta o economista do DataZAP.

O quadro muda com relação à oferta de ônibus ou lotação. Curitiba obteve a maior média (7,8), seguido por São Paulo (7,4), Belo Horizonte (7), Rio e Porto Alegre (6,8). A Cidade Maravilhosa, por sua vez, alcançou a maior média na avaliação da disponibilidade de táxis e meios de transporte individuais, como bicicletas e patinetes: 7,9 e 5,1, respectivamente. Quase uma unanimidade, os serviços de motorista de aplicativo receberam avaliações bastante favoráveis dos participantes da pesquisa em todas as capitais, com médias elevadas variando entre 8,6, caso de Porto Alegre e 8,2, referente a São Paulo e Rio.

O estudo DNA Urbano foi realizado por meio de pesquisa online feita com usuários dos portais ZAP Imóveis e Viva Real ou impactados pela comunicação do ZAP+. Ao todo foram realizadas 1.425 entrevistas, entre os dias 7 de outubro e 3 de novembro de 2020.

Digital Turbine anuncia três aquisições somando mais de 1 bilhão de dólares e passa a oferecer o ciclo completo de mobile advertising

Já presente no Brasil, adtech focada em descoberta de aplicativos, por meio de inédita tecnologia on-device – ou seja, presente nos smartphones direto da fábrica – a Digital Turbine anunciou globalmente a aquisição de três outras empresas da indústria de mobile marketing. Primeiro, a Digital Turbine adquiriu a norueguesa AdColony, num valor estimado em US﹩400 milhões. Na sequência, a empresa englobou a alemã Fyber, por cerca de 600 milhões e, por fim, por cerca de US﹩22 milhões, a israelense Appreciate.

O arrojado crescimento transforma a Digital Turbine em uma completa solução para todas as etapas do ciclo de aquisição de usuários e monetização de aplicativos, à disposição de desenvolvedores de aplicativos e anunciantes. Ainda assim, mantém-se um ciclo imparcial e independente, ao mesmo tempo em que oferece escala. “Em cada etapa da busca por usuários e monetização dos apps, uma série de taxas e comissões vão sendo cobradas do anunciante, isso significa que seremos altamente competitivos obtendo todas essas soluções em um mesmo lugar”, avalia Greg Stuart, CMO da Digital Turbine.

A Digital Turbine, presente em mais 600 milhões de dispositivos até agora, oferece uma tecnologia que leva o app para dentro do dispositivo em um novo formato de descoberta de apps, em que o usuário não precisa nem ir até à loja de apps, nem responder a um anúncio. Com as novas empresas que fazem parte da família, a Digital Turbine oferecerá diferentes experiências de anúncios para os apps que continuarem investindo na monetização por meio de publicidade, mas com menor fricção e qualidade de vídeo diferenciadas, perfeitas para a nova realidade 5G. Completando o ecossistema, a Digital Turbine terá plataforma de monetização e uma DSP de dados combinados, dentro da regulação de privacidade, para turbinar – literalmente – qualquer etapa da performance de um app.

O impacto desse anúncio para o Brasil é essencialmente O impacto desse anúncio para o Brasil é essencialmente o equivalente a anunciantes de apps locais terem disponíveis 60 bilhões de bids (leilões) diários para maior conversão mobile com a Appreciate; estarem em meio aos 650 milhões de usuários ativos atingidos por mês com a ferramenta de monetização da Fyber; e por fim, aproveitarem o acesso a 1,5 bilhão de usuários ao redor do mundo mensalmente. Desde a chegada da Digital Turbine ao Brasil, a indústria de publicidade e descoberta de aplicativos só tem a ganhar.

AliExpress estreia social commerce no Brasil

Novo modelo de negócios que adiciona características sociais a compras online, canal Pechincha já está disponível para brasileiros e permite reduzir o preço de itens para até R﹩ 1

O AliExpress, maior site de compras internacionais do mundo, estreia este mês, no Brasil, sua ferramenta de social commerce. Chamado de “Pechincha” o canal de social shopping oferece para os consumidores do Brasil o inovador modelo de negócios que incentiva usuários a compartilhar ofertas com seus contatos digitais e obter descontos progressivos em itens em oferta.

Para se beneficiar do novo modelo, basta o consumidor escolher um produto que deseja comprar no canal Pechincha, disponível exclusivamente no app do AliExpress, e compartilhar o link com seus amigos, familiares e conhecidos. A cada nova pessoa que clicar no link compartilhado, o usuário que o dividiu nas redes sociais ou programas de mensagem obtém uma redução no preço final do item enviado a seus contatos. Um smartphone que custe R$1000, por exemplo, pode ter seu preço reduzido em 20%, rebaixado à metade ou até mesmo sofrer um desconto de 99% e acabar vendido pelo preço simbólico de R$1.

O percentual de desconto pode ser acompanhado em tempo real pelo usuário que criou o link de compartilhamento no canal Pechincha e é proporcional ao engajamento gerado em torno da oferta escolhida. Ou seja: quanto mais pessoas clicando, mais descontos. Para que descontos sejam concedidos, não é necessário que os amigos e contatos do usuário do Pechincha façam nenhuma compra ou ação no AliExpress, a não ser clicar no link que receberam.

O recurso, que tem características de social game, já que os usuários são estimulados a somar cliques em suas ofertas, é válido por 24 horas após um novo link ser criado. Assim, o usuário interessado em descontos tem apenas um dia para mobilizar seus amigos e reduzir, ao máximo, o valor do item que deseja comprar. Após 24 horas, uma nova lista de produtos é gerada automaticamente para cada usuário e cliques sobre ofertas antigas do Pechincha deixam de valer descontos.

O modelo de social commerce tornou-se um fenômeno de vendas nos mercados em que o grupo Alibaba, controlador do AliExpress, o estreou, como na China, local de origem do grupo. No país, o social commerce é um dos pilares que sustentam o crescimento das vendas digitais. “A estreia do Pechincha, no Brasil, está alinhada com nossa estratégia de trazer para o país modelos de negócios e soluções inovadoras já testadas em outros mercados, contribuindo para acelerar a expansão do e-commerce brasileiro”, afirma Yan Di, country-manager do AliExpress no Brasil.

Para promover o canal Pechincha, o AliExpress promoverá, até 11 de maio, uma competição entre dois ex-participantes do reality Big Brother, a vencedora da edição 2020, Thelminha, e o influenciador Pyong Lee. Os ex-brothers deverão mobilizar seus fãs nas redes digitais para obter descontos em ofertas do Pechincha. Quem obtiver mais engajamento, ganhará o título de “Milionário de Pecincha” e um carro de luxo.

Segurança vs. complexidade: o campo de batalha crítico na era da nuvem híbrida

Por Alvaro Santa María, Diretor de IBM Security na América Latina

Depois do ataque massivo ao SolarWinds, que impactou empresas em todo o mundo, surgiu um debate sobre a segurança em nuvem e se a nuvem pública pode ou não ser uma opção mais segura do que uma abordagem de nuvem híbrida.

Ao invés de debater qual abordagem de nuvem é mais segura, a pergunta que devemos fazer é: para qual modelo precisamos desenhar a segurança? Como Diretor de IBM Security na América Latina, acredito que os líderes de tecnologia deveriam estar projetando para a forma como as empresas estão trabalhando hoje, no lugar de restringir os clientes à segurança de um modelo de computação sobre o outro.

O incidente do SolarWinds, por exemplo, aproveitou a ampla cadeia de fornecedores de tecnologia em que as empresas atualmente confiam. O desafio de segurança da cadeia de suprimentos existe há décadas, mas também é apenas um fator que contribui para um problema ainda maior que as equipes de segurança enfrentam hoje: a complexidade.

Em outras palavras, o maior desafio de segurança que enfrentamos hoje não é inerente às próprias tecnologias, mas sim à desconexão entre as estratégias e tecnologias que são usadas para garanti-la.

A complexidade é inimiga da segurança

Os ambientes de nuvem híbrida surgiram como um foco importante para os governos e as empresas, públicas ou privadas, que têm dados críticos e regulados que precisam proteger. De fato, em um estudo recente da Forrester Research, 85% dos responsáveis pelas decisões de tecnologia concordaram que a infraestrutura local on-premises é crítica para suas estratégias de nuvem híbrida.

No entanto, a adoção ad hoc de tecnologias em nuvem criou um cenário complexo para garantir a segurança de recursos de TI dispersos – com lacunas na visibilidade e dados espalhados em diversas ferramentas, na nuvem e infraestrutura on-premises. Esse problema só foi agravado pela implementação apressada de novas ferramentas e recursos na nuvem para a adaptação ao trabalho remoto em meio à pandemia global.

Infelizmente, essa abordagem desconectada é refletida em grande parte das ferramentas de segurança que surgiram para proteger os ambientes de nuvem atuais. Chegamos ao ponto em que as grandes empresas costumam usar entre 50 e 100 ferramentas de segurança distintas de dezenas de fornecedores diferentes.

O problema aqui não são os recursos de nuvem, nem as ferramentas de segurança em si, mas o fato de que as várias peças não estão sendo conectadas com uma abordagem única – criando pontos cegos de segurança e complexidade como resultado.

Um “modelo de nuvem híbrida” bem executado combina parte dos sistemas on-premises existentes de uma empresa com um mix de recursos de nuvem pública e recursos como um serviço e os trata como um. Por sua vez, a segurança também deve ser redesenhada com um único ponto de controle que fornece uma visão holística das ameaças e mitiga a complexidade.

Conectando a segurança através das nuvens

No mundo da nuvem híbrida, tanto a segurança quanto a privacidade de dados tornam-se uma responsabilidade compartilhada entre proprietários de dados, usuários e fornecedores.

Em última instância, muitos dos riscos de segurança que estão sendo apresentados em ambientes de nuvem são resultado do erro humano, combinado com a falta de visibilidade centralizada para encontrar e corrigir essas questões antes que elas sejam prejudiciais. As configurações errôneas de nuvem foram citadas como uma das principais causas de vazamento de dados estudados no relatório Cost of a Data Breach da IBM e do Ponemon Institute, correspondendo a quase 1 em 5 dos vazamentos de dados analisados.

Podem surgir problemas adicionais devido ao mau gerenciamento dos dados. A inovação que mais cresce para tratá-los é chamada de Computação Confidencial. Neste momento, a maioria dos provedores de nuvem promete que eles não acessarão seus dados (eles podem, é claro, ser forçados a quebrar essa promessa por ordem judicial ou outros meios). Isso também significa, por outro lado, que os atores de ameaça poderiam usar esse mesmo acesso para seus próprios fins maliciosos. A Computação Confidencial garante que o provedor de tecnologia em nuvem é tecnicamente incapaz de acessar dados, tornando igualmente difícil para os cibercriminosos acessá-los.

Entender como os atacantes invadem a nuvem também é fundamental para a evolução dos protocolos de segurança. De acordo com uma análise da IBM de incidentes de segurança em nuvem, o caminho mais comum é por meio de aplicativos baseados em nuvem. De fato, a utilização remota de aplicativos em nuvem respondeu por 45% de incidentes de segurança relacionados à nuvem que foram analisados por equipes de resposta de incidentes da IBM X-Force ao longo do ano passado.

Com esses desafios em mente, aqui estão alguns princípios que devem ser considerados para ajudar a projetar a segurança na era da nuvem híbrida:

• Unificar a estratégia. Desenhar uma estratégia integral de segurança na nuvem que abrange toda a organização, desde desenvolvedores de aplicativos, até equipes de TI e de segurança. Também designar políticas claras para recursos em nuvem novos e existentes.

• Escolher a arquitetura adequada. Identificar os dados mais sensíveis e garantir que os controles de privacidade apropriados estão em vigor, até mesmo abaixo do nível de hardware. Considerar recursos técnicos de segurança como a Computação Confidencial e manter uma chave própria, o que faz com que até mesmo o provedor de nuvem não consiga acessar os dados.

• Ter uma abordagem aberta. Garantir que as tecnologias de segurança funcionem de forma eficaz através de ambientes de nuvem híbrida (incluindo on-premises e múltiplas nuvens). Quando possível, alavancar tecnologias e padrões abertos que permitam uma maior interoperabilidade e que possam reduzir a complexidade.

• Automatizar a segurança. Implementar inteligência artificial e automação para maior velocidade e precisão ao responder às ameaças, em vez de depender apenas de reações manuais.

Melhorar a segurança da nuvem para o novo normal é possível, mas é preciso deixar de lado suposições anteriores. Uma visão clara dos desafios de segurança baseados em políticas e os tipos de ameaças direcionados a ambientes em nuvem ajudarão a fazer a mudança para essa nova fronteira. Quando feita corretamente, a nuvem híbrida pode tornar a segurança mais rápida, escalável e mais adaptável.

Startup Liqi levantou mais de R$ 3 milhões em rodada privada, vendendo seus tokens a investidores estratégicos

Presente nas discussões e debates sobre inovação no mercado de capitais, o token de ativos e suas funcionalidades conquistam cada vez mais espaço e tornam-se uma forte alternativa de investimento. Desenvolvidos pela tecnologia do blockchain, os tokens são considerados frações digitais de qualquer ativo, sejam eles tangíveis ou intangíveis, representando a participação de uma empresa. Atuante no mercado de criptoativos, Daniel Coquieri aproveitou o momento de expansão do processo de tokenização, para fundar uma plataforma especializada na tokenização de ativos ao lado de Felippe Percigo (CMO), Persio Flexa (CTO) e Andre Montenegro (BizDev).

A Liqi, plataforma de tokenização de ativos através do blockchain, inicialmente será responsável por validar 3 tipos de tokens: direitos (mecanismo de solidariedade de clube de futebol), equity de empresas privadas e antecipação de recebíveis/dívidas. Ou seja, direitos autorais, imóveis, participação de empresas, dívidas, recebíveis do futebol e obras de artes, poderão ser tokenizados.

A empresa captou um montante inicial por funding de 7 investidores que compraram os tokens da Liqi, arrecadando o valor de R$ 3 milhões de reais nessa rodada privada vendendo seus tokens a investidores estratégicos. Um deles foi Delano Macedo, sócio da Parallax Ventures, operadora brasileira de fundos de capital de risco dedicada a investimentos em estágio inicial. “Acredito que o processo de tokenização, fracionando e dando oportunidade de acesso a todas as pessoas a determinados tipos de ativos e com registro em blockchain, é uma tendência de investimento em ativos alternativos e digitais e que vem crescendo no mundo inteiro”, explica Delano.

“Na prática, a startup trabalhará com três pilares de atuação: participação de startups, direitos econômicos de clubes de futebol e dívidas/antecipação de recebíveis”, explica Daniel Coquieri, CEO da plataforma. Dentro destas frentes, a startup poderá auxiliar o usuário a se expor a diferentes tipos de investimentos, democratizando o acesso de pequenos investidores com um ticket médio mais baixo e na outra ponta, ajudará empresas que precisam de investimentos e transformarão seus negócios em ativos negociáveis. Para isso, o CEO aposta em educação do setor, conscientizando sobre o valor que a tokenização tem e também com boas ofertas com o uso de uma tecnologia de ponta.

Daniel explica que a operação funcionará da seguinte forma: primeiro acontece o processo da estruturação jurídica e financeira do token, em seguida, sua emissão. O próximo passo é a listagem para venda e distribuição desses tokens de determinado ativo e, por fim, a governança dele, ou seja, a gestão da remuneração. “A ideia da Liqi é conectar empresas (emissor) com o investidor. Mas conectar de ponta a ponta, de certa forma, não é tão sustentável, então o nosso objetivo é reduzir ao máximo esses intermediários, mantendo apenas os necessários. A Liqi conecta essas duas pontas de uma maneira mais eficiente e transparente”, explica o CEO.

“O mercado de tokenização está hoje, no mesmo momento que o mercado de criptomoedas estava em 2017: pouco conhecimento sobre o setor, confiança no mercado sendo construída e regulamentação começando a existir”, reflete Coquieri. A regulamentação para o mercado de transação de tokens, boa parte é baseada nas regras da CVM (Comissão de Valores Monetários) que não permite, por exemplo, alguns tipos de tokens serem vendidos de maneira pública, só ofertas privadas. “Precisamos continuar evoluindo a questão da regulamentação, a exemplo dos security tokens ou então dependendo de qual direito está sendo tokenizado, é preciso que eles estejam alinhados com a regulamentação do mercado de capitais. Além disso, a criação de bons projetos também vai ajudar o mercado de tokenização a crescer e amadurecer, assim como aconteceu com o mercado de criptomoedas”, finaliza o CEO da startup.

Overdrives lança chamada para sua 5ª turma de aceleradas

Aceleradora tem metodologia de acompanhamento 100% remoto com investimento de R$120 mil
O Centro de Inovação da UNINASSAU – Overdrives lança chamada para sua quinta turma de aceleração. As inscrições vão até o dia 30 de maio. Com uma metodologia 100% remoto, startups de todo o país podem se candidatar a receber o investimento de R$120 mil e receber suporte para desenvolvimento do negócio durante seis meses.

O programa de aceleração da Overdrives tem acompanhamento ativo voltado à geração de resultados. O método de trabalho está pautado em promover crescimento acelerado da startup por meio do fortalecimento da base do negócio, aumentando as chances de consolidação dela no mercado.

“Temos uma metodologia forte de conexão com profissionais extremamente experientes e mentorias que ajudam no crescimento e transformação da startup de acordo com o que o público-alvo dela está demandando, além de corrigir possíveis falhas que existam”, afirmou o head da Overdrives, Luiz Gomes.

Confira algumas vantagens da Aceleração:

• Acompanhamento para tomada de decisões estratégicas, identificando os riscos;
• Metodologia 100% remota, podendo ser realizada com empresas e profissionais de todo o Brasil;
• Mentores com conhecimentos técnicos e de mercado disponíveis para apoiar o negócio nas áreas críticas, reduzindo as chances de erros.
• Abertura com grandes empresas por meio de nossos investidores e parceiros estratégicos, as conexões via Overdrives reduzem a complexidade na comunicação;
• Acesso à benefícios técnicos que suportem o desenvolvimento dos negócios, reduzindo os custos com experimentação de ferramentas úteis para o desenvolvimento da solução;
• Possibilidade de expor as soluções em grandes meios de comunicação, ganhando visibilidade ao negócio para o mercado.

Organizações mobilizam doações para ensinar empreendedorismo a jovens da rede pública

A JA Brasil, uma das maiores organizações mundiais focada em impulsionar o futuro dos jovens, une forças com a StartSe, plataforma de conhecimento da nova economia, com o objetivo de mobilizar doações de pessoas físicas para realização do programa JA Startup. O curso, destinado a alunos da rede pública de ensino, é promovido pelas organizações e visa ajudar jovens de todo o país a transformarem ideias em negócios de impacto. A iniciativa tem como meta arrecadar R$100 mil para capacitar, de forma gratuita, mil estudantes. As pessoas que realizarem doações receberão descontos nos cursos da StartSe.

No último ano, por conta da pandemia de covid-19, todas as turmas do curso tiveram aulas de forma 100% online. Com a facilidade do digital, o programa ganhou escala e atingiu 3 mil jovens – número recorde da iniciativa. Tradicionalmente, são utilizados recursos provenientes de empresas parceiras para a promoção do JA Startup. Neste ano, os organizadores decidiram abrir novas turmas a partir das doações de pessoas físicas. O objetivo desta ação é ampliar o programa e alcançar um volume ainda maior de alunos em todo o Brasil, chegando à marca de 10 mil alunos formados ao final do ano.

Os interessados podem doar qualquer valor. Os organizadores ressaltam que, a cada R$100,00, um novo jovem pode participar do programa. Isso representa uma oportunidade para um estudante desenvolver seu potencial e, ainda, a chance de criar uma startup de impacto. Para contribuir, basta acessar o link da plataforma colabora: Doação JA Startup

“As pessoas que doarem vão ter a noção de quantos alunos estão ajudando a formar, a depender do valor contribuído. Estamos criando uma geração de empreendedores que, em um futuro próximo, irão não apenas se desenvolver, mas também contribuir para a economia e para o ecossistema de inovação do país”, diz Renata Tomazeli, head do programa JA Startup.

Empreendedorismo para jovens

Essa nova turma deverá iniciar o curso no segundo semestre deste ano. Poderão participar jovens de todo o Brasil, com idade entre 15 e 29 anos, e que estudam ou tenham se formado na rede pública de ensino de qualquer estado do país.

No decorrer do programa, os alunos serão apresentados a modernos conceitos de empreendedorismo, além de ferramentas e habilidades úteis na criação de modelos de negócios disruptivos. Os estudantes terão a oportunidade de tirar uma ideia de negócio do papel, compreendendo qual o seu impacto dentro de suas comunidades.

As aulas do programa serão ministradas ao vivo por profissionais da linha de frente da StartSe. São eles: Junior Borneli, CEO; Pedro Englert, sócio; e Cristiano Kruel, head de inovação. Como em outras edições, o programa deve contar com carga horária total de 5 horas semanais, com duração total de 1 mês.

Estudo da SBVC mostra a radiografia do varejo brasileiro em um ano marcado da pandemia

Em um ano marcado pela pandemia, o varejo brasileiro mais uma vez apresentou um desempenho bem superior ao do PIB, contribuindo para que os efeitos da Covid-19 não fossem ainda mais dramáticos. De acordo com o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o chamado Varejo Restrito (varejo de bens de consumo, exceto automóveis e materiais de construção) fechou 2020 com uma expansão de 1,2%, contra um declínio de 4,1% do PIB. Este foi o quarto ano consecutivo de expansão do varejo, que desde 2016 vem superando o desempenho da economia como um todo.

Em sua edição 2021, o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” faz uma radiografia atual e completa do setor no País, analisa em detalhes sua participação na economia nacional; geração de empregos; traz números por área de atuação, estatísticas e fatores de influência em seu desempenho; e revela os impactos do Covid-19 sobre o setor.

No ano passado, o Varejo Restrito, com expansão de 1,2%, teve um resultado superior ao Varejo Ampliado (que inclui automóveis e materiais de construção), de -1,5%. Movimentando R$ 1,75 trilhão, o Varejo Restrito equivale a 23,6% do PIB brasileiro. O Varejo Ampliado, por sua vez, alcançou R$ 2,04 trilhão em 2020, representando 27,6% do PIB.

Para Eduardo Terra, presidente da SBVC, o varejo vem se mostrando resiliente, eficiente, produtivo e em transformação. “Neste momento, estamos presenciando o nascimento de um novo varejo no Brasil. A transformação digital do setor é acelerada e cria uma série de oportunidades para as empresas que estão preparadas para este movimento”, analisa.

A importância do varejo também se mostra no volume de empregos gerados. Em um ano em que a taxa de desemprego medida pelo IBGE subiu de 11,9% para 13,5% (alcançando 14,2% no quarto trimestre de 2020), o varejo teve um saldo líquido de -33,5 mil vagas. “Considerando o ano que tivemos o resultado é positivo.

Durante todo o segundo semestre, o varejo contratou mais do que demitiu, refletindo um reaquecimento da economia”, afirma Terra. De acordo com o estudo, o varejo emprega cerca de 26% dos trabalhadores com carteira assinada no País, ou mais de 8,5 milhões de pessoas. “Além disso, o varejo é muito flexível e responde rapidamente ao comportamento dos consumidores. Por isso, a saída da crise passa, sem dúvida, pelo desempenho do setor”, comenta.

O estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” alinha e estrutura conceitos, definições, classificações, estatísticas e números a respeito do varejo na economia brasileira e mostra em detalhes um retrato do passado recente do setor, com uma análise da situação atual. “É fundamental que um segmento que emprega um em cada quatro trabalhadores brasileiros com carteira assinada e que gera impacto em dois terços do PIB do País seja cada vez mais estudado e analisado, para que toda sua cadeia de valor e os diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo possam conhecê-lo e compreendê-lo mais profundamente”, afirma Eduardo Terra, Presidente da SBVC.

As principais entidades que representam o varejo nacional contribuíram com a formulação dos conceitos, definições e classificações, trazendo para o estudo seus dados e estatísticas para que, organizados, possam dar um entendimento mais claro e detalhado do papel de cada uma na economia brasileira. Para Eduardo Terra, esse alinhamento de conceitos e definições é fundamental. “Contando com o apoio das principais entidades de classe de âmbito nacional, conseguimos unificar alguns conceitos e estabelecer números mais alinhados e comuns a todo setor”, afirma Eduardo. “Isso traz uma visão mais ampla da força do varejo e de sua importância para a economia brasileira”, acrescenta.

O estudo levou em consideração os números e levantamentos das entidades representativas dos seguintes segmentos: Franchising, Shopping Centers, Hiper e Supermercados, Bares e Restaurantes, E-commerce, Material de Construção, Farmácias e Drogarias, Livrarias, Perfumarias e Pet Shops. O levantamento mostra o cenário atual que caracteriza um novo ciclo para o setor varejista, desafiando empresas a continuar seu processo de expansão, perseguindo simultaneamente mais eficiência e competitividade.

NICE alcança o mais alto nível do Quadrante Mágico do Gartner em 2021 para Workforce Engagement Management

A NICE (Nasdaq: NICE) foi reconhecida como um líder no relatório “Quadrante Mágico do Gartner para Workforce Engagement Management” pelo 13º ano consecutivo. A empresa está posicionada mais alta no eixo ‘Abrangência de Visão’ e mais longe no eixo ‘Capacidade de Executar’, respectivamente.

O pacote unificado com as melhores soluções WEM em nuvem da NICE permite que os agentes, mesmo em atividade remota, atendam aos clientes da melhor maneira. A empresa capacita as equipes para que funcionem de maneira digital e flexível. O uso de análises, Inteligência Artificial e automação incorporadas em todo o pacote permite um melhor gerenciamento do relacionamento entre clientes, funcionários e tecnologias.

“O ano de 2020 redefiniu os fundamentos do atendimento ao cliente e, ao mesmo tempo, as organizações experimentaram um aumento sem precedentes no volume e uma mudança dramática nas interações digitais. Ter sucesso nesta época de transformação, enquanto gerencia uma força de trabalho remota, só pode ser enfrentado com a mais extrema agilidade alimentada por IA inteligente e automação, e com uma infraestrutura que permite inovação rápida”, explica Barry Cooper, presidente do NICE Workforce & Customer Experience Group. “O Agile CXone WEM da NICE permite que empresas de todo o mundo estejam presentes para seus clientes finais e funcionários, conduzindo experiências extraordinárias enquanto se certificam de que estão prontas para o novo normal em 2021”.

BR Angels firma parceria com Projeto Capital Empreendedor do Sebrae para incentivar startups em nova edição do evento

O BR Angels Smart Network, associação de investimento-anjo composta por executivos C-Level de grandes empresas, estabeleceu uma parceria com o Projeto Capital Empreendedor, iniciativa do Sebrae criada em 2018, que capacita startups anualmente para o acesso ao mercado de investimentos. O lançamento da próxima edição será no dia 11 de maio e o objetivo do trabalho conjunto é impulsionar novos negócios e unir forças para fomentar a cultura empreendedora no país. 

Na parceria, o BR Angels disponibilizará mentorias com seus associados para as startups participantes, além de acesso às plenárias do grupo para os novos empreendedores se adaptarem à dinâmica dos investimentos. Os finalistas ainda terão a possibilidade de participar de rodadas de captação de recursos.

“Hoje, BR Angels possui mais de 150 associados, CEOs, sócios-fundadores ou membros do  conselho de grandes companhias, com experiência nas mais diversas áreas, como planejamento estratégico, governança corporativa, gerenciamento de projetos, tecnologia, atendimento de clientes, marketing, além de muitas outras. Eu gosto de dizer que o BR Angels não oferece apenas capital aos novos empreendedores, mas Smart Capital, que vai muito além do apoio financeiro”, revela o CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra.

A ideia de apoiar o Projeto Capital Empreendedor surgiu pelo fato do programa não se limitar às maiores capitais do país e atingir novos negócios do Brasil inteiro, o que promove o acesso justo e a integração de empresas inovadoras que não estão próximas dos grandes centros, onde tradicionalmente ocorre um número maior de projetos do tipo. 

Cerca de 500 empresas, de 23 estados, já passaram pelo Projeto Capital Empreendedor em suas três últimas edições. Destas, 71% afirmam que tiveram aumento no faturamento, além de 42% declararem um impacto superior à metade do faturamento total de antes. O BR Angels chega para somar conhecimento às mais de 6 mil horas de capacitação e mentoria oferecidas pelo programa.

Edição 2021

A edição em que o BR Angels se juntou ao programa promete ser a maior de todos os tempos, com a participação de 240 startups de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. A expectativa é que 250 investidores participem do circuito de investimentos para acelerar as startups e mudar a realidade das novas empresas participantes. O CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra, será um dos Keynote Speakers no congresso de lançamento do Projeto Capital Empreendedor 2021.

Com duração de maio até novembro de 2021, o evento traz novidades, a exemplo da Capacitação de Investidores. Além das mentorias, as startups selecionadas também poderão ter contato com os associados do BR Angels nas bancas dos eventos regionais e do evento final. O projeto conta com o apoio de outras instituições, como a CVM, B3, BNDES, KPTL, Finep, DGF Investimentos, dentre outras, e já beneficiou diretamente 85 negócios com R$ 52,9 milhões em investimentos.

Ingram Micro é a nova distribuidora da ASUS no Brasil

Duas líderes globais acabam de anunciar um acordo que beneficiará todo o mercado consumidor de tecnologia no Brasil. De um lado a ASUS, uma empresa apaixonada por tecnologia e impulsionada pela inovação, que sonha, se atreve e se esforça para criar e oferecer um bom ambiente digital para todos. De outro a Ingram Micro, que há mais de 40 anos suporta as necessidades da cadeia de distribuição de produtos e serviços de TI, assegurando a conquista dos objetivos de negócios de seus parceiros e clientes dentro das melhores práticas de mercado. Agora parceiras, a Ingram Micro distribuirá as linhas de notebooks e smartphones da ASUS, abrindo frentes para a marca no mercado corporativo.

“A Ingram Micro já distribui ASUS nos EUA, Europa, Ásia e outros países da América Latina. Temos total sinergia com essa marca, que é uma das principais empresas de tecnologia do mundo, e acreditamos que esse relacionamento já tão bem sucedido em outros países se consolidará no Brasil com muitos e bons negócios”diz Ricardo Rodrigues, diretor de Commercial, Consumer, Mobility e Serviços da Ingram Micro Brasil.

A expectativa da ASUS com a parceria também é de total otimismo. “Atualmente, a ASUS trabalha sua linha de notebooks somente com o varejo, mas após um período de análise do mercado decidimos entrar também no segmento corporativo e, nesse contexto, a Ingram Micro é referência e essencial para alcançarmos grandes resultados”, afirma Manuel de Castro Junior, diretor comercial da ASUS Brasil. Segundo ele, a Ingram Micro é reconhecida por ser uma empresa com perfil e habilidades complementares ao que a ASUS busca para avançar no mercado corporativo, principalmente para atender os clientes de pequeno e médio porte que neste momento são fundamentais para o crescimento e a futura consolidação da marca nesse segmento.

Em linha com a estratégia da ASUS para o Brasil, o foco inicial da Ingram Micro será em smartphones e notebooks. Porém, lembra Rodrigues, a ASUS tem um portfólio variado, de produtos inovadores e de alta qualidade, que permitirá à distribuidora entregar a melhor solução para cada necessidade, como a linha ROG (Republic of Gamers), por exemplo, com notebooks e celulares para gamers. “A ASUS tem total expertise na fabricação de placas de vídeo e placas mãe, conferindo aos seus produtos as melhores versões. Ao mesmo tempo, temos know-how em múltiplos canais de vendas, o que torna essa parceria única e muita vantajosa para varejistas, integradores e revendedores com foco no mercado corporativo”, diz o diretor da Ingram Micro Brasil.

“Reconhecemos que o segmento corporativo é desafiador, com grandes players no mercado nacional, mas a partir da escolha pela Ingram Micro será possível alcançar grande participação no segmento corporativo para os próximos anos. As capacidades técnicas e comerciais da Ingram Micro aliadas aos produtos inovadores que a ASUS oferece ao mercado brasileiro são requisitos para um grande sucesso”, conclui o diretor comercial da ASUS Brasil.”

Locaweb Digital Conference está com inscrições abertas

O cenário de pandemia do novo coronavírus, a COVID-19, impossibilitou a realização de uma centena de eventos programados ao longo de 2020. Segundo pesquisa do Sebrae , 98% das empresas do segmento foram afetadas, com uma média de cancelamento de 12 eventos por organização.

O mercado precisou se reinventar para uma nova realidade. Pensando nisso, o Grupo Locaweb, pioneiro em soluções Business to Business (B2B) para digitalização dos negócios, está trazendo sua segunda edição totalmente online e gratuita para ajudar o empreendedor de conteúdos sobre empreendedorismo e e-commerce. Além das dicas de especialistas para tirar sua ideia do papel.

O evento acontecerá entre os dias 26 e 27 de maio e contará com palestrantes como Ana Lu McLaren, cofundadora e presidente do conselho da Enjoei; Levi Lopes, consultor de sucesso do cliente do Desk360; Rafael Hasson, CEO e fundador da ConnectPlug; Ricardo Rodrigues, head de produto da All iN / Social Miner; Rodrigo Dantas, CEO e fundador da Vindi; Stela Torres, head de marketing e parcerias do Melhor Envio; Melissa Visgueira, gerente comercial hunter e parcerias da Yapay; e Vanessa Lira, diretora de operações da Si14.

Para Fernando Cirne, CEO da Locaweb, “a transformação digital nunca foi tão discutida como agora. Ela passou de uma possível etapa nos negócios a um imperativo para a sobrevivência. Aqui na Locaweb nós construímos, junto a nossos clientes, a melhor forma de cada empresa fazer essa transformação, sempre pensando na melhor solução para o seu negócio e a melhor experiência para os seus clientes.

Locaweb Digital Conference

Data: 26 e 27 de maio

Evento gratuito

Inscrições e mais informações: http://locawebdigitalconference.com.br/

Sinqia anuncia parceria com Microsoft for startups

A Sinqia, principal provedora de tecnologia e inovação para o setor financeiro do Brasil, anuncia parceria com a Microsoft for startups, programa idealizado para desenvolver empresas de tecnologia iniciantes por meio do acesso a ferramentas tecnológicas de ponta, como Azure e GitHub Enterprise. Somente em 2020, as startups do programa garantiram globalmente US$ 1 bilhão em oportunidades de vendas.

Uma das mais importantes parceiras da Microsoft no Brasil, a Sinqia agora poderá indicar startups, que já recebem investimento da companhia, para participar do programa após avaliação da Microsoft. “Estamos felizes em poder contribuir ainda mais com a capacitação e desenvolvimento tecnológico dessas empresas com serviços e produtos com tanto potencial, principalmente as que possuem soluções prioritárias à Sinqia, como BaaS, Plataforma de Open Banking e Hub de pagamentos. A colaboração é mais um importante passo em nossa missão de impulsionar o mercado financeiro por meio da inovação”, destaca Juliana Innecco, Head de Inovação do Torq Labs, laboratório de inovação da Sinqia. 

Em janeiro, a companhia lançou a Torq Ventures, programa da companhia que investirá mais de R$ 50 milhões em inovação e startups por meio de fundos de Corporate Venture Capital (CVC). A empresa também anunciou em março a inauguração da unidade Sinqia Digital, com a aquisição das empresas de tecnologia Simply e FEPWeb e parceria para a produção de conteúdo sobre inovação com o Distrito, plataforma com propósito de ajudar empresas a se transformarem com inovação e tecnologia. 

MCTI prorroga inscrições de empresas âncora para o programa IA²

O Programa IA² MCTI, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com execução da Softex, prorrogou até 2 de maio (domingo) o prazo de inscrição para a chamada que selecionará 15 empresas para adotar tecnologias de IA desenvolvidaspelo projeto.

O edital prevê a participação de companhias com faturamento superior a R$ 4,8 milhões que atuem em pelo menos uma das quatro áreas estratégicas: agronegócio, indústria, saúde ou cidade inteligentes. Também é necessário que ela possua experiência prévia em inovação aberta.

As empresas âncora elegíveis serão conectadas com as startups participantes através de contratações de POCs (Proof of Concept) ou em formato de corporate venture (CVC) por meio de investimento direto. Ambas poderão receber até R$ 150.000,00 em fomento do programa.

Inicialmente, o Programa IA² MCTI selecionou 100 projetos para pré-aceleração que receberam mentoria e suporte técnico das ICCs e das aceleradoras com experiência aplicada em IA já cadastradas. Na sequência, foram escolhidas 31 startups que estão sendo aceleradas e desenvolvendo seus projetos em IA, para que possam se conectar com empresas âncora, através desta chamada. As empresas selecionadas se conectarão com startups em aceleração, que receberão mais de R$ 5 milhões em aplicação e adoção de soluções em IA.

Criado para aumentar o número de startups em Inteligência Artificial no país, o programa tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento de projetos inovadores com a adoção de inteligência artificial, apoiar maior interação e conexão entre os atores participantes do ecossistema de inovação, aumentar a competitividade e a internacionalização de tecnologias brasileiras; fomentar a competitividade, a inovação e a eficiência do setor produtivo brasileiro e promover a aceleração tecnológica.

Para acessar o edital acesse: http://softex.br/iamcti/

Em um mundo dinâmico, profissionais com mais de 50 anos encontram oportunidades de requalificação

Por Maria Filomena Brandão, gerente editorial de portfólio e coordenadora da Pearson Clinical

Quase 55 milhões de brasileiros têm mais de 50 anos, número que corresponde a 25% da população atual do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). A estimativa, de acordo com o órgão, é de que até 2040, metade da força de trabalho tenha mais de 50 anos e, em 2050, pessoas a partir dos 60 anos passem de 30%. São homens e mulheres cada vez mais ativos, que vêm buscando qualidade de vida e movimentando a economia. Somente no ano passado foram gerados pela Economia Prateada (referência aos cabelos grisalhos) cerca de R﹩ 1,8 trilhão, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Locomotiva, empresa especializada em pesquisas.

Mesmo com esse potencial de girar a economia, um estudo recente da consultoria americana Robert Half, identificou que 69% das empresas não contratam esses profissionais – e um dos aspectos está relacionado à desatualização. Apesar disso, o mesmo levantamento aponta que as organizações que absorvem colaboradores na senioridade levam em consideração a experiência do novo funcionário e também a inteligência emocional desses trabalhadores.

Em um contexto de oportunidades para marcas e profissionais, a atualização constante e a busca por conhecimentos são fundamentais para quem, independente da idade, deseja ascender na carreira ou recolocar-se no mercado de trabalho. Neste cenário, é importante sempre se lembrar do contexto do Século 21, onde as tendências de aprendizagem e busca por qualificação foram aceleradas pela pandemia. Em uma pesquisa realizada pela Pearson em 2020, que colheu as percepções de 7 mil pessoas com idades entre 16 e 70 anos, em sete países incluindo o Brasil, a marca global de educação apresentou dados importantes para o atual contexto.

No mundo inteiro, 83% dos entrevistados acreditam no aprendizado do tipo “faça você mesmo”. Esse resultado mostra que pessoas de todo o mundo estão buscando aprender de forma mais adaptável às suas realidades, o que também acontece com pessoas com idades acima dos 50 anos que buscam fontes de conhecimento para requalificação, por exemplo.

Diante deste cenário, confira cinco dicas importantes que podem ser úteis para equilibrar a saúde emocional e mental desses profissionais. Além disso, também ajudam a prepará-los para oportunidades que possam aparecer no mercado de trabalho.

1. Aprender e compartilhar

Em um mundo em constante transformação e com surpresas todos os dias, aprender é preciso. Uma dica é escutar os mais jovens e aceitar que muitas vezes eles sabem mais e podem ensinar. Além disso, aproveitar e aprender com cursos e palestras disponíveis na internet é uma ótima pedida. Interagir com colegas de trabalho e demais profissionais que possam agregar conhecimento é fundamental. Não se feche no casulo; a interação é a melhor maneira de aprender, ensinar e fazer um bom networking.

Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e com as novas gerações é uma maneira de se colocar à disposição do aprendizado. É entender que quanto mais se ensina, mais se aprende. Seja um mentor, oriente e compartilhe conhecimento e experiências, mas também esteja aberto ao novo.

2. Mantenha a mente aberta

Se manter aberto a novos conhecimentos, novas possibilidades e oportunidades, ser flexível, aceitar as mudanças, as transformações e se estruturar para conseguir aprender e acompanhar o que de novo há em sua área é fundamental. Experiência não é fazer sempre o mesmo, mas sim aprender novas maneiras de fazer diferente para ganhar eficiência e qualidade sobre o que já faz e aprimorar suas habilidades.

Seja flexível e disponível para as novas iniciativas, novos projetos, novas estratégias e adapte-se aos novos desafios independentes da idade.

3. Aperfeiçoamento constante

Busque todo tipo de aperfeiçoamento. Para além de novos conhecimentos, é preciso se reciclar sempre. Novas ferramentas, novos processos e novos conhecimentos devem ser encarados para que estejam sempre atualizados dentro da área que atua e na função que exerce.

Recicle suas qualificações, amplie habilidades, as plataformas digitais nos ajudam com uma gama imensa de podcast, vídeos, textos, artigos, livros, revistas e outros tipos de conteúdos, além de cursos em universidades, workshops e os programas de treinamento que a maioria das empresas oferecem para seus colaboradores.

4. Aposte em aprender e usar novas tecnologias

Fique atento às novas tecnologias, aos novos recursos, aplicativos e demais programas digitais. O mundo exige que se tenha abertura para aprender a usar todas tecnologias que são oferecidas. É só não ter medo e vontade de aprender. Peça ajuda a quem tem mais conhecimento. Eles se encantam com o aprendizado e interesse de quem tem 50+.

5. Use e abuse das mídias sociais

Atualmente, as empresas estão buscando nas redes sociais bons profissionais. Um exemplo disso é o LinkedIn, principal rede profissional do mundo. Então, é importante ampliar a participação nesse tipo de plataforma. Tome cuidado quando for criar um perfil. Tenha em mente que é comum empregadores conferirem as redes sociais dos candidatos e dos próprios colaboradores na rede. As empresas estão de olho nas postagens, podendo validar um currículo e habilidades ou derrubá-lo por publicações inadequadas.

Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.