Startup Tagme apresenta o Smartlink, plataforma digital que reúne serviços para restaurantes e diminui a dependência de aplicativos de entrega

Startup Tagme apresenta o Smartlink, plataforma digital que reúne serviços para restaurantes e diminui a dependência de aplicativos de entrega

A pandemia de Covid-19 acelerou a busca do setor de bares e restaurantes por alternativas que garantam a sua sobrevivência. Muito embora a solução mais óbvia e imediata fosse consolidar os serviços de delivery, com o passar do tempo ficou claro que apenas as entregas não seriam suficientes para manter as portas abertas. E que depender de aplicativos terceirizados está longe do ideal. Neste contexto, a Tagme Food Solutions, startup líder em soluções de hospitalidade para restaurantes no país, investiu em pesquisa e inovação e desenvolveu o Smartlink, uma nova solução digital capaz de integrar todos os serviços dos restaurantes ao alcance de um clique, gerar novas receitas e diminuir a dependência dos aplicativos de delivery.

Mesmo antes da pandemia, o consumidor mais digital e conectado já exigia um novo tipo de atendimento no segmento de alimentação. Ainda em 2019, a 13ª Pesquisa Setorial ABF Food Service apontava que 78% das marcas pesquisadas pretendiam investir em tecnologias de serviços delivery no ano seguinte, contra 66% no ano anterior. Os pedidos online vieram a seguir, com 68% das projeções de investimento, contra 53% no mesmo período.

Em todo o Brasil, apenas 9% das vendas de restaurantes eram feitas por entrega. Atualmente a modalidade supera 30% do total – com previsão de que se mantenha assim mesmo com a reabertura.

Neste contexto, a demanda pelos aplicativos de entregas disparou. Segundo pesquisa da startup de gestão de finanças Mobilis, os gastos dos brasileiros com as principais empresas do setor cresceram 103% no primeiro semestre de 2020.

Mas a relação entre os restaurantes e aplicativos nem sempre é tranquila. Entre as empresas menores, as reclamações vão das altas taxas cobradas (entre 25% e 30%) à falta de visibilidade nas plataformas, em detrimento de marcas maiores ou que têm contrato de exclusividade.

Mas se com a chegada da pandemia, o delivery virou regra, com a reabertura dos estabelecimentos, foi necessário reinventar modelos de atendimento para se adaptar a uma realidade de menos contato físico e otimização das soluções digitais.

Das reservas virtuais a um novo jeito de fazer delivery, restaurantes ganham ferramenta poderosa para vendas dentro e fora do salão

Surgiu assim o Tagme Smartlink, um ambiente digital que reúne dezenas de funcionalidades, atividades e demandas da operação em um único link. O serviço já vem sendo adotado na prática por todos os mais de mil restaurantes que já eram clientes da companhia, em quase 100 cidades brasileiras. Incluindo restaurantes premiados e grandes redes como 348 Corrientes, Gurumê, Serafina e Temakeria & Cia. A grande maioria foi beneficiada automaticamente no mínimo pela inclusão do serviço de espera remoto e da visualização do cardápio digital.

Na prática, trata-se da primeira solução omnichannel – metodologia que reúne e interliga diversos serviços simultaneamente em um único ambiente – para restaurantes do Brasil. O Smartlink permite que estabelecimentos de todos os tamanhos, em qualquer lugar do país, unifiquem o acesso a serviços como sistema de reservas online, menus e cartas de vinho digitais, lista de espera virtual, pré-venda de itens do menu, pedidos para retirada, entregas em locais próximos e como não poderia faltar, delivery. O último deles com um importante diferencial.

Através do Smartlink o restaurante pode direcionar o consumidor para aplicativos de entrega, ou operar através de delivery próprio, cuja interface também é produzida pela Tagme. Assim os estabelecimentos deixam de ser reféns das margens e comissões elevadas cobradas pelos aplicativos, mas deixam os clientes à vontade para escolher em qual canal preferem pedir. A novidade impõe um desafio logístico ao setor, mas uma vez que seja superado, pode virar o jogo a favor dos restaurantes. Esta disputa tem, de um lado, aplicativos de entrega ganhando muito, com relações com entregadores no mínimo questionáveis, e de outro, os restaurantes reféns de um serviço terceirizado que, apesar de gerar venda, diminui muito suas margens de lucro e nem sempre atua de maneira eficiente.

João Paulo Alves, CEO da Tagme, fala sobre a importância dos restaurantes terem maior independência e controle de suas rotinas. “Estamos há 12 anos trabalhando intensivamente com os melhores restaurantes do Brasil, depois de tanto tempo, acredito que conseguimos atingir um modelo que reúne todas as funcionalidades e que equilibra melhor as forças do setor sempre com foco no interesse do nosso cliente.” aponta o executivo.

Outro diferencial importante é que, ao contrário dos aplicativos de entregas, todas as ações nos serviços do Smartlink, da reserva de mesa ao pedido de delivery, geram dados para o próprio estabelecimento que podem ser usados para impulsionar cada vez mais as vendas, tanto porta para a dentro quanto porta para fora dos estabelecimentos.

Deste modo, o empresário não apenas amplia a sua base de clientes, mas gera inteligência para sua operação, entende os hábitos do público, pode moldar promoções, ou até mesmo otimizar a rotina do restaurante de acordo com os dados coletados. Dados estes que incluem desde o tempo de ocupação de cada mesa, em média, horários de pico de reservas e entregas até calcular a compra de acordo com os pedidos, evitando desperdícios.

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