Archive janeiro 2021

Operadoras conectam 1 novo município por dia com 4G em 12 meses

As operadoras de serviços móveis conectaram mais de um novo município por dia com 4G no período de 12 meses, entre dezembro de 2019 e novembro de 2020. Segundo balanço da Conexis Brasil Digital, a cobertura do 4G no Brasil cresceu 9,4% em 12 meses e está em 5.138 municípios brasileiros, onde moram 98,3% da população nacional. Nesse período, 443 novos municípios receberam as redes de 4G, ampliando a conectividade no País.

No mesmo período foram ativados 17,6 milhões de novos chips 4G, somando um total de 170,8 milhões chips de quarta geração em todo o Brasil. Somente no mês de novembro foram ativados 2,4 milhões de novos chips 4G.

“A conexão de mais de um município por dia mostra que o setor de telecomunicações, mesmo diante das dificuldades econômicas geradas pela pandemia, continua investindo para levar conectividade aos brasileiros e desenvolvimento ao país”, afirmou Marcos Ferrari, presidente executivo da Conexis, a nova marca do SindiTelebrasil.

Em conjunto com as redes de 3G a banda larga móvel já está em todos os municípios brasileiros. O 3G está em 5.532 municípios, onde moram 99,93% da população nacional. No total, o Brasil conta com 204,7 milhões de acessos à internet pela rede móvel, em 3G e 4G. Considerados os acessos fixos e móveis, o Brasil fechou o mês de novembro com um total de 240,6 milhões de acessos no País. Destes, 35,8 milhões são em banda larga fixa.

Sobre a Conexis – A Conexis Brasil Digital reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade, que são a plataforma da economia digital, da sustentabilidade e da conexão de todos os brasileiros. A Conexis, dentro de um movimento de transformação digital pelo qual o mundo está passando, vem substituir a marca do SindiTelebrasil, reforçando o propósito do setor de telecomunicações de digitalizar o País e de conectar todos os brasileiros.

A importância do capital humano para enfrentar crises

Por Daniel Schwebel, Country Manager da Workana no Brasil

Mudanças constantes ligadas à revolução tecnológica já vinham tornando o mundo do trabalho cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo. Com a pandemia, isso só fez se intensificar, trazendo consigo a necessidade de novas soluções serem criadas – sendo elas relacionadas a questões econômico-sociais, organizacionais ou digitais -, para possibilitar que reestruturações essenciais às empresas neste cenário que estamos vivendo possam acontecer. Dentre os ajustes a serem feitos à uma melhor adaptabilidade à nossa nova realidade, destaco a importância da valorização do capital humano como forma de enfrentar crises, ainda mais em tempos nos quais a digitalização se tornou vital às empresas, puxando todas as atenções para si.

Compreendo que a automatização de processos tem grande relevância quando se trata de desenvolvimento, mas por trás de qualquer sistema há pessoas que criam, implementam e alimentam esses sistemas, que criam produtos e soluções. Por mais que, por vários momentos, isso caia no esquecimento, é preciso lembrar que tanto colaboradores, quanto gestores, donos de empresas e clientes são pessoas. Logo, deve-se dar a devida atenção às relações interpessoais, a começar por uma relação disruptiva entre gestores e colaboradores, que deixe para trás os modelos de gestão do passado – ultrapassados -, nos quais trabalhadores eram tratados meramente como recursos – a exemplo de recursos industriais e financeiros -, para permitir que os profissionais assumam a frente na missão de mudar a cultura e os objetivos das empresas, agregando os conhecimentos e experiência que possuem, sem que se abstenham de suas responsabilidades, claro, mas inserindo-os como parte fundamental para que a engrenagem funcione – e não só como uma peça qualquer que pode ser substituída.

Na Workana, chamamos isso de professional centric, colocar o profissional no centro de tudo – indo dos líderes a todos os demais. Mas preciso alertar que tudo começa com os líderes. Antes de qualquer habilidade técnica, os gestores têm que dominar técnicas de valorização do capital humano, para trabalhar essa capacidade intelectual dos colaboradores – ajudando-os a desenvolvê-la -, e também para explorar e lapidar suas soft skills da maneira mais saudável possível para ambas as partes, até se chegar ao perfil de profissional do qual o futuro do trabalho precisará.

Como? Descentralizando o poder, dando autonomia, e gerindo de uma maneira quase colaborativa, para que todos cresçam na mesma proporção. Bons resultados e negócios mais sustentáveis têm uma relação direta com funcionários que se sentem úteis e motivados a seguirem se aprimorando. Mas a inteligência emocional, por exemplo, só é desenvolvida quando há abertura para que isso aconteça, e só se obtém vantagem de um pensamento ágil e crítico quem tem espaço para usá-lo. Por que citei essas habilidades pessoais? Porque são elas que aparecem no topo do ranking das que as empresas precisarão no pós-pandemia, como mostra pesquisa realizada pela Workana:

Já parou para pensar que as revoluções – industriais, tecnológicas, 4.0, entre outras – vão continuar acontecendo? Seguiremos em constante transformação e, diante desse contexto, o capital humano é crucial, capaz de viabilizar todas as adaptações que forem necessárias. Máquinas só se adaptam se programadas para isso, por humanos.

Aprendizados que empreendedores levam para 2021

Transformação rápida, flexibilidade e resiliência foram fatores importantes para as startups sobreviverem e acelerarem seus negócios em 2020. No último ano, o conceito de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, o VUCA, que muitos ouviam falar, se apresentou como prática e trouxe diversas mudanças para o ambiente de trabalho. As empresas tiveram que agir rapidamente e analisar com cuidado os ajustes necessários na estratégia de forma a aproveitar a janela de oportunidades, criando planos de contenção, reduzindo o foco para objetivos de curto prazo e segurando o caixa para investir 100% na operação.

Segundo Livia Brando, Country Manager da Wayra, hub de inovação da Vivo, para muitos, a pandemia veio para ensinar a importância da revisão estratégica, de analisar as mudanças no comportamento do consumidor e de que forma seus produtos e serviços poderiam se encaixar neste novo contexto. Além disto, as startups precisaram exercitar testes de estresse de caixa, planos de contenção e os cuidados com a equipe. “A flexibilidade e a capacidade de adaptação rápida, que são características das startups, as levaram a rapidamente compreender as exigências do momento e de adaptar novas soluções aos seus clientes. Isso fez com que muitas delas crescessem e amadurecessem seus negócios. Além disso, a figura do(a) fundador(a) como líder se fez primordial para direcionar a empresa e engajar a equipe neste momento de incerteza e insegurança”, explica Livia.

Muitas das investidas da Wayra entenderam o momento e se adaptaram rapidamente, como é o exemplo da Conube , fintech de contabilidade. Durante o pico da crise, a startup decidiu não reduzir a equipe, o que fez com que o time, já entrosado, não perdesse velocidade e conseguisse aproveitar a chegada do Pix para alavancar sua estratégia de negócios.

O momento também trouxe novas possibilidades de negócios e de atuação, como foi o caso da Monkey Exchange , fintech especializada em antecipação de recebíveis. A startup se organizou para antecipar valores para negócios de pequeno e médio porte (PMEs), que enfrentavam uma situação crítica em termos de caixa e, com isso, auxiliou diversas empresas a passar pela crise. Já Netshow.me , startup dedicada a criar canais de transmissão online proprietários das empresas, aproveitou a onda do streaming que teve uma demanda tão elevada durante a pandemia que precisou contratar mais pessoas para atender esse crescimento acelerado em volume de trabalho e novos clientes.

“Após um ano tão difícil e com tantas outras incertezas no horizonte, os empreendedores da Wayra se fortaleceram e relataram reflexões do momento”, comenta Livia. “Esse período desafiador trouxe aprendizados que serão levados adiante para que elas continuem crescendo e escalando”, completa.

Entre os principais aprendizados do ano de 2020 que ficaram para os empreendedores foram:

• Estar preparado e ser flexível

As startups se questionaram se o modelo de negócio estava pronto para enfrentar a crise causada pela pandemia, mas muitas se surpreenderam positivamente. “O nosso time se adaptou muito bem e percebemos que estávamos mais preparados do que pensávamos”, explica Gustavo Muller, CEO da Monkey Exchange.

Soft skills como adaptabilidade, comunicação e resistência a infortúnios estiveram em alta para as lideranças das startups. “Aprendemos a importância de sermos resilientes e conhecermos as respostas que os nossos corpos e mentes dão às adversidades”, reforça Jordana Souza, CRO da VOLL , que chegou à Wayra bem no meio da pandemia. “Precisamos saber lidar com as necessidades de adaptação, muitas vezes abruptas, como foi neste ano, para aproveitar o que as mudanças têm de melhor”, aconselha Jordana.

• O home office veio para ficar

Conseguir encontrar uma forma de manter as equipes trabalhando remotamente e entregando resultados também foi um desafio superado. “A ideia do home office foi desmistificada e desbancamos antigas resistências”, conta Marc Lahoud, CEO da QueroQuitar , startup especializada em acordos e renegociações de dívidas por meio digital.

• Comunicação transparente e eficiente com foco na cultura

O reflexo de tantos aprendizados acabou impactando diretamente não apenas a comunicação interna das startups, mas também reforçou suas culturas e trouxe mais empatia entre os líderes e a equipe. “A transição para o home office evidenciou a importância do diálogo, da cultura e dos alinhamentos com o time para mantermos a conexão aos objetivos e valores organizacionais”, sintetiza Eduardo Ferreira, CEO da Cinnecta , startup especialista no uso de dados para a tomada de decisões.

• Focar na melhoria da experiência do cliente

O cuidado com as pessoas por trás das telas e a atenção com os clientes também foi um ponto importante de 2020. Na Trocafone , o gestor de marketing Ignacio Bugarin ressalta como o principal aprendizado do time a necessidade de focar ainda mais na melhoria da experiência do cliente, de forma a atendê-lo com cada vez mais atenção e mais facilidades.

Para 2021, por mais que o cenário dos primeiros meses pareçam uma “extensão” de 2020, as perspectivas dos empreendedores estão bastante otimistas e positivas, principalmente com uma vacinação em vista. “Um dos principais impactos da pandemia foi a aceleração da conectividade e da digitalização de todas as coisas”, reflete Edson Ribeiro, CEO da Ativa , que desenvolve e fabrica soluções para gerenciamento remoto com Internet das Coisas (IoT).

“Temos um portfólio com mais de 30 startups, que estão preparadas para crescer em 2021. Mesmo sabendo que acontecimentos externos podem mudar o rumo do planejamento que fizeram, elas estão prontas para “pisar no acelerador”, apresentar novos produtos e projetos focados nas necessidades dos seus clientes e captar rodadas de investimento. Por serem startups, elas aplicam as metodologias necessárias para continuarem alavancando seu negócio de forma veloz e sempre adaptadas às necessidades que surgem. Isso as torna um grande motor para a retomada do crescimento próprio e da economia neste ano”, conclui Carol Morandini, head de portfólio e scout da Wayra .

Saiba por que Florianópolis tem o melhor ambiente de inovação e capital humano para empreender

Florianópolis é a segunda melhor cidade para se empreender no Brasil, é o que aponta o Índice de Cidades Empreendedoras realizado pela Endeavor em parceria com a  Escola Nacional de Administração Pública (Enap) – lançado nesta quinta-feira (28). A capital catarinense ficou somente atrás de São Paulo, que tem população 20 vezes maior. As condições de inovação e capital humano foram os destaques da cidade, que ocupou a primeira posição nos dois pilares. Santa Catarina ainda conta com mais dois representantes no top 20 do ranking geral: Joinville, em 16º, e Blumenau, em 17º.

Um conjunto de ações contribuem para o desenvolvimento de Florianópolis e do estado como um ecossistema empreendedor. No pilar inovação – em que a cidade ocupa o primeiro lugar e Joinville, no norte catarinense, o quarto – foram examinados os indicadores como proporção de mestres e doutores em ciência e tecnologia, assim como de funcionários nessa área, investimentos do BNDES e da Finep, número de patentes registradas, representatividade da indústria inovadora e da economia criativa, entre outros.

 O movimento empreendedor ganhou expressão na capital desde a década de 90, quando houve um aumento do número de empresas de tecnologia e inovação se instalando e sendo criadas, o que rendeu, mais recentemente, o apelido de  “Ilha do Silício”. Segundo dados do ACATE Tech Report 2020, a região metropolitana possui 3,9 mil empresas do setor, com faturamento de R$ 9,9 bilhões. São mais de 7 mil empreendedores e cerca de 28 mil colaboradores. 

Há dois anos, uma parceria entre a Prefeitura de Florianópolis e a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) criou a Rede de Inovação, uma iniciativa pioneira no país que reúne quatro centros de inovação com o objetivo de estimular a cultura de inovação e empreendedorismo, ativar o ecossistema de inovação e gerar e escalar negócios inovadores no município. 

“O Índice vai ao encontro do que constatamos no Tech Report, e demonstra o quanto o setor de tecnologia e inovação são fundamentais para o desenvolvimento de uma cidade. Hoje é a principal atividade econômica do município, e Florianópolis também tem a maior taxa de empresas de tecnologia por habitante do país, com cinco empresas para cada mil habitantes”, explica Iomani Engelmann, presidente da ACATE. 

Capital Humano de qualidade, mas ainda escasso

Conectado diretamente a isso, Florianópolis também ficou em primeiro lugar na dimensão capital humano. Fatores como alto desempenho dos alunos no Enem, alta proporção de adultos com ensino médio completo, de matriculados no ensino técnico e profissionalizante, de adultos com ensino superior completo e de alunos com formação superior em cursos avaliados como sendo de alta qualidade compõem  o resultado. “Certamente o setor de tecnologia e inovação impulsionou este resultado, pois as empresas de tecnologia atraem um grande número de profissionais altamente qualificados”, observa Engelmann.

A startup de biotecnologia BiomeHub exemplifica bem esta realidade. Fundada em 2019 na capital catarinense, é uma das únicas healthtechs a desenvolver soluções tecnológicas baseadas no microbioma humano no Brasil e, com menos de dois anos no mercado, já é reconhecida nacionalmente como referência em tecnologia e conhecimento sobre o tema para a promoção da medicina preventiva e de precisão. Também foi pioneira no país ao desenvolver uma metodologia de testagem em massa para a Covid-19. “Um dos pontos que fazem com que tenhamos uma alta capacidade de inovação é a qualidade e quantidade de colaboradores com mestrado e doutorado na nossa equipe”, explica o CEO da startup, Luiz Felipe Valter de Oliveira, que também é doutor em Genética e Biologia Molecular.

Apesar da boa colocação no ranking, assim como o restante do país, o estado também enfrenta um gargalo para contratação de profissionais altamente qualificados no setor.  Entidades e a iniciativa privada estão se mobilizando para capacitar mais pessoas para a área, mapeando uma jornada e sensibilizando os jovens desde a escola para que tenham interesse pela tecnologia. “Projetos como o DevinHouse, que vai formar desenvolvedores em nove meses, e o Entra21, que capacita jovens e encaminha para o mercado de trabalho, são essenciais para que o ecossistema continue crescendo de forma sustentável”, explica o presidente da ACATE. 

Acesso a capital 

Outro pilar que a capital catarinense  ocupa uma boa colocação no ranking é o Acesso a capital. O diretor do grupo de investimento da ACATE, Marcelo Wolowski, comenta que no setor de tecnologia e inovação a oferta aumentou muito no último ano, mesmo em meio a pandemia. “Foram quase R$ 100 milhões de investimento em 2020. Atualmente, existem dois fundos na cidade para investimentos em empresas inovadoras, e a ACATE também está apoiando um fundo de R$ 100 milhões da Invisto. Além disso, a Rede de Investidores Anjo t se fortaleceu muito nos últimos anos”, aponta Engelmann. 

Ainda que tenha obtido um bom resultado geral, a 23ª posição no pilar Ambiente Regulatório; 15ª em Infraestrutura; 42º em Mercado; e 87º em cultura empreendedora mostram que os desafios são inúmeros. Ao menos no ambiente regulatório, a cidade já vê alguns avanços. O projeto Floripa Simples, lançado em 2020, permite a abertura de uma empresa de baixo risco em  quatro horas, tempo mais rápido do país entre as capitais.   “Existem algumas particularidades por se tratar de uma ilha, que impede a construção de grandes indústrias, mas precisamos avançar muito na questão da conectividade, que precisa ser ampliada, assim como na infraestrutura. O levantamento é um bom parâmetro para toda a sociedade avaliar e elencar as prioridades para o desenvolvimento”, finaliza Engelmann.  

Binance Research analisa comportamentos e preferências do usuário cripto

À medida em que a adoção em massa do investimento em criptomoedas se torna mais acessível, a confiança nesta classe de ativos cresce em todo o mundo, apontam os novos insights do “2021 Global Crypto User Index”, o novo estudo da Binance Research.

O primeiro relatório examina dados de mais de 61.000 usuários de criptomoedas em todo o mundo, lançando luz sobre as motivações, comportamentos e preferências desse público crescente.

De acordo com os resultados, há uma confiança quase unânime nas criptomoedas (97%) entre os usuários. Mais da metade (52%) não considera o investimento em cripto um hobby, mas sim um meio de renda. Para 15% dos usuários, as criptomoedas são consideradas suas principal fonte de rendimentos. Enquanto isso, os três principais motivos pelos quais os usuários investem em criptoativos são (1) possuir cripto como parte de uma estratégia de investimento de longo prazo (55%), (2) desconfiar do sistema financeiro atual (38%) e (3) oportunidades de negociação de curto-prazo (31%).

“Estamos vendo uma adoção acelerada de criptomoedas, à medida que mais empresas importantes mostram apoio e fornecem canais adicionais para as pessoas investirem. É cada vez mais importante entendermos os usuários de cripto, bem como suas atitudes e comportamentos correspondentes”, disse um porta-voz da Binance Research. “O objetivo do nosso 2021 Global Crypto User Index é compreender as semelhanças e diferenças entre os usuários de criptomoedas de varejo nos diferentes tipos de perfil, bem como em diferentes países e mercados.”

Principais insights do relatório:

• Bitcoin continua a reinar: Bitcoin, que é detido por 65% dos usuários que possuem qualquer criptoativo, continua a ser a criptomoeda mais popular. 30% dos proprietários de Bitcoins alocam de 1 a 20% de seu portfólio cripto em BTC.

• Principais usos para criptomoedas: embora a maioria das criptomoedas seja mantida como reserva (hold) (39%), os usuários também usam seus ativos digitais para depósito e empréstimo (22%) e pagamentos (11%). E embora o uso de cripto como meio de troca possa não ser percebido como o caso de uso mais importante (21%), o uso real (38%) sugere que as criptomoedas estão assumindo a função de dinheiro mais do que os usuários prevêem.

• As exchanges são o local mais popular para armazenar criptomoedas: 60% dos usuários mantêm seus ativos digitais dentro dessas empresas. Os usuários citam a segurança (28%), seguida de UI/UX (25%) e pares de negociação disponíveis (23%) como os fatores mais importantes na escolha de uma exchange.

• Os usuários tendem a usar fundos disponíveis (63%) para comprar criptomoedas. Os usuários na Holanda têm menos probabilidade de comprar criptomoedas com capital emprestado (3%), enquanto os usuários na China são mais propensos a fazê-lo​​(23%).

• DeFi está ganhando velocidade. 66% de todos os usuários disseram que estão usando aplicações DeFi. DeFi é mais popular no sudeste da Ásia, onde mais de 54% dos usuários pesquisados ​​usam dApps.

• Os usuários acreditam na liberdade do dinheiro. A confiança institucional mais baixa se correlaciona com uma confiança mais alta em criptomoedas: 17 dos 20 mercados representados têm menos de 50% de confiança nas instituições locais.

Para acessar o relatório “2021 Global Crypto User Index report”, visite o site: research.binance.com/en/analysis/global-crypto-user-index-2021

Mastercard anuncia novo Gerente Geral para o Brasil

A Mastercard anunciou hoje a nomeação de Estanislau Bassols como Gerente Geral da Mastercard Brasil. O executivo ingressará na organização efetivamente em 15 de fevereiro e se reportará a João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

Nessa função, Bassols será responsável por impulsionar ainda mais a visão estratégica da empresa, a inovação e a agenda de crescimento, assim como desenvolver sua bem-sucedida cultura voltada ao propósito. A mudança faz parte do investimento contínuo da Mastercard no Brasil – um dos mercados mais importantes da empresa globalmente.

“A força global e o crescimento do Brasil ao longo dos anos têm sido fundamentais para a empresa em todo o mundo. À medida que continuamos nossa jornada para desenvolver ainda mais nossos negócios para além dos cartões no país, a nomeação de um Gerente Geral para o Brasil é um passo natural nessa evolução. A experiência diversificada de Estanislau nos permitirá expandir ainda mais em todos os segmentos, trazendo aos consumidores mais opções e inovação, ao mesmo tempo em que entregamos valor aos nossos stakeholders estratégicos”, disse João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

“Ao observarmos a empolgante dinâmica que molda o nosso setor em toda América Latina, estamos comprometidos em continuar investindo no Brasil e em manter nossa trajetória de liderança”, disse Carlo Enrico, Presidente da Mastercard para América Latina e Caribe. “Estou confiante de que a ampla experiência de liderança de Estanislau Bassols não somente ampliará o sucesso de nossa companhia, mas a levará para o próximo nível”, afirma o executivo.

Antes de sua nomeação, Estanislau foi CEO da SKY Brasil, onde desempenhou um papel fundamental na jornada de digitalização da empresa e na criação de novas parcerias e de novos negócios com foco em crescimento e expansão. Antes da SKY, ele foi CEO da VR Benefícios por quatro anos, e ocupou vários cargos de liderança na Telefónica América Latina por mais de 15 anos, em diferentes posições de vice-presidente sênior na Telefônica-Vivo, nas quais ocupou a posição de liderança de mercados B2B, B2C São Paulo e finalmente Planejamento Estratégico. Foi conselheiro consultivo do GPTW e é conselheiro consultivo da VR e conselheiro de administração da Wine.

Comentando a respeito de sua nomeação, Bassols disse: “A Mastercard Brasil é líder do setor de tecnologia de pagamentos e estou muito contente de me unir à equipe que está por trás de seu sucesso. Estou ansioso para trazer minha experiência para desenvolver ainda mais o excelente trabalho que a companhia realizou não apenas no setor, mas também em seu longo histórico de apoio a causas sociais”.

Estanislau Bassols possui formação em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo; um MBA em Finanças pelo IBMEC; um MBA em Gestão de Negócios pela FIA e um MBA de Executivo Global pela London School of Economics, pela New York University e pela HEC em Paris.

Reimaginando os e-sports com Cloud e Inteligência Artificial

Por Claudio Bessa, Líder do Ecossistema de desenvolvedores e Chief Developer Advocate, IBM América Latina

O mundo dos videogames continua crescendo em grande escala, e a América Latina não é exceção. Na verdade, a região é apontada como uma das com maior potencial neste mercado. De acordo com o instituto de pesquisa Newzoo, a receita do mercado de games global deve chegar a 180 bilhões em 2021, e a América Latina, com mais de 260 milhões de jogadores, deve crescer cerca de 13% ao longo do ano.

A expansão acelerada dos videogames entre diferentes tipos de usuários em diversas áreas e sua impressionante transformação movida pela tecnologia fez com que eles evoluíssem para uma poderosa ferramenta usada pelas empresas para inovar em experiências, desde o back-end até os clientes e as comunidades. Impulsionados pela explosão digital e móvel, os videogames também revolucionaram indústrias como esportes e aprendizagem, tornando-se uma ferramenta importante para oferecer e desenvolver diferentes competências e sendo um veículo de apoio a projetos científicos, educacionais e de formação.

Quais são as tecnologias que estão transformando a indústria?

Cloud Gaming: Cloud a espinha dorsal

Com imagens carregadas com texturas, animação e iluminação, o gaming online requer a capacidade de processar gráficos complexos em escala sem interrupções. Uma infraestrutura de cloud híbrida aberta possibilita a base da escalabilidade em qualquer ambiente, portabilidade de dados aprimorada e capacidades para criar e implementar plataformas de jogos de alto desempenho em todo o mundo com a baixa latência que os jogadores precisam. Algumas empresas já estão inovando com a IBM Cloud:

• Skyegrid: Sua plataforma permite que as pessoas joguem videogames com zero lag a partir de um laptop, tablet ou smartphone sem a necessidade de instalar software de jogos ou comprar hardware caro. Eles já têm mais de 3.000 assinantes.

• Exit games: Criou uma plataforma SaaS altamente disponível, escalável e confiável para desenvolvimento e hospedagem de jogos multiplayer no mundo todo. Hoje eles têm mais de 250 milhões de jogadores mensais e uma plataforma para 260.000 desenvolvedores.

• Mobbyt: Encontrou em videogames educacionais a oportunidade de ajudar crianças que passam por tratamentos contra o câncer. Sua plataforma gratuita possibilita a criação de jogos de forma rápida e simples. O Mobbyt é atualmente usando por muitos usuários em todo o mundo.

AI: Capturando os momentos mais impactantes

Não importa se os jogadores estão fisicamente em uma arena ou controlando avatares virtuais em ambientes digitais, a inteligência artificial (IA) pode ajudá-los a melhorar seu desempenho com insights, enquanto entregam informações a casters para narrar jogos e novas experiências para que os fãs vivam a excitação dos e-sports.

• Aumentando as habilidades de jogo: com desenvolvimentos simples de Inteligência Artificial, você pode otimizar as estratégias depois de um jogo. Por exemplo, ao usar o IBM Watson Studio, é possível analisar, visualizar e obter informações sobre o jogo Starcraft II com um padrão de código.

• Casting com insights em tempo-real: os momentos destacados com IA da IBM que apareceram no US Open, Wimbledon e no Masters podem ser aplicados em e-sports. Esta solução monitora o jogo e identifica os tempos mais emocionantes com base nos dados, incluindo pontuação, reação do público e do jogador. A tecnologia da IBM pode compilar os momentos mais emocionantes para casters, fãs e jogadores.

• Experiência para fãs em outro nível: as capacidades de processamento de linguagem natural da IBM e o Machine Learning estão criando novas experiências emocionantes em muitas áreas, desde o ESPN Fantasy Football até o a Overwatch League de Activision Blizzard. No Fantasy Football, essas soluções ajudam os jogadores a ter mais profundidade, o que lhes permite entender melhor seu desempenho, apontar projeções e avaliar decisões de risco/recompensa à medida que configuram seu alinhamento. Na Overwatch League, a IBM usa a mesma tecnologia para desenvolver ferramentas de análise de desempenho de jogadores e equipes para os fãs, assim como para equipes e casters.

A cloud e a inteligência artificial estão mudando a forma como jogamos, assim como a forma como os videogames são criados e usados para beneficiar negócios e transformar profissões. Além disso, estão melhorando a acessibilidade em todos os aspectos. Com as comunidades de código aberto globalmente trabalhando em diferentes áreas e com a evolução de outras tecnologias como a computação quântica, você consegue imaginar as inovações que virão no futuro?

Inter oferece 30 mil bolsas de estudo gratuitas para desenvolvedores

O Inter distribuirá, ao longo de 2021, 30 mil bolsas de estudo online e gratuitas para formação de desenvolvedores em todo o país. A iniciativa faz parte de uma parceria entre o hub de inovação, Órbi Conecta, e a plataforma de cursos Digital Innovation One, além das empresas mineiras Localiza, MRV e o próprio Inter. O Órbi Academy Techboost será o maior programa de formação de desenvolvedores do Brasil, com 100 mil bolsas em linguagem de programação.

Na terça-feira, 2/2, às 19h, o Inter realizará uma live para o lançamento do programa. Durante o evento, serão apresentadas a trilha de formação, a cultura #sanguelaranja e o perfil de profissionais que podem somar ao time de tecnologia da empresa.

Após a live, os interessados já podem se inscrever e participar do primeiro bootcamp, onde serão disponibilizadas 10 mil bolsas. As inscrições podem ser feitas de 2 a 27 de fevereiro, pelo site do programa. Os alunos terão até 75 dias para concluir uma jornada de 80 horas de formação em JAVA.

“Esta é uma oportunidade única que encontramos para capacitar e formar profissionais em uma área tão importante e necessária, não só para o Inter, como para todo o mercado”, diz o CEO, João Vitor Menin. “Somos movidos por inovação e tecnologia, e tenho certeza de que em breve estaremos com os alunos brilhantes do curso trabalhando com a gente e com o sangue laranja correndo nas veias”, completa.

Bootcamps

Cada empresa criará bootcamps de estudo com suas próprias trilhas de conhecimento dentro da plataforma DIO. Os profissionais interessados terão a oportunidade de aprender as linguagens de programação mais demandadas pelo mercado. Além disso, os times de RH e TI das três empresas acompanharão o desempenho dos estudantes e poderão entrar em contato com aqueles que mais se destacarem.

Fiesp: vendas reais de dezembro são 10,3% maiores que o nível pré-pandemia

As Vendas Reais da indústria ficaram estáveis na passagem de novembro para dezembro, conforme aponta o Levantamento de Conjuntura da Fiesp/Ciesp. Entretanto, estão 10,3% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020). As Horas Trabalhadas na Produção cresceram 1,2% frente a novembro e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou alta 0,7 p.p, atingindo 78,2%. Este é o oitavo aumento consecutivo dos itens.

Ainda segundo o levantamento, as Horas Trabalhadas estão acima 4,4% do patamar pré-pandemia, ao passo que o NUCI superou em 2,5 p.p. e encontra-se apenas 1,1 p.p abaixo da média histórica (79,4%). Os resultados apresentados indicam que a indústria de transformação paulista exibiu forte e rápida reação após o pior momento para a atividade econômica nos meses de março e abril.

Apesar da expressiva reação a partir de maio, a indústria paulista encerrou o ano com resultados negativos. As Horas Trabalhadas na Produção caíram 5,4% em 2020 e o NUCI apresentou redução de 1,6%. Já as Vendas Reais registraram virtual estabilidade, caindo somente 0,1% no ano passado.

Sensor

De acordo com a pesquisa Sensor, a indústria de transformação paulista manteve a tendência de crescimento em janeiro, primeiro mês de 2021, porém com leve perda de ritmo. O indicador Sensor fechou em 50,5 pontos no mês de janeiro, na série com ajuste sazonal, resultado inferior ao de dezembro (51,4 pontos) e a leitura de novembro (53,4 pontos). Números acima dos 50,0 pontos indicam expansão da atividade industrial paulista para o mês.

O indicador Mercado passou de 52,1 em dezembro para 47,5 pontos em janeiro, sinalizando condições de mercado menos favoráveis no período.

Já Vendas apresentaram progresso no mês, tendo seu índice alterado de 50,1 pontos em dezembro para 52,2 pontos em janeiro. Resultados acima de 50,0 pontos, indica expectativa de aumento das vendas no mês em relação ao anterior.

Nessa leitura, os níveis de Estoque continuam abaixo do nível planejado. O índice avançou de 52,1 pontos para 53,3 pontos no mês. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores a 50,0 pontos indicam sobrestoque.

E o nível de Emprego permaneceu praticamente estável, passando de 50,6 pontos 50,0 pontos em janeiro. Resultados próximos dos 50,0 pontos indicam estabilidade do emprego da indústria paulista.

Por fim, o componente Investimentos mais uma vez apresentou arrefecimento em relação ao mês anterior, atingindo 44,7 pontos em janeiro contra 48,7 pontos registrados na leitura de dezembro. Com o indicador abaixo dos 50 pontos, os investimentos demonstram redução no mês.

Em resumo, o mês de janeiro de 2021 traz dados positivos para a atividade e devemos aguardar novos dados para confirmar tendência de continuidade de expansão da atividade na indústria.Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP

Salário dos profissionais de tecnologia cresce cerca de 30% em 2020, segundo a Revelo

A aceleração do processo de transformação digital em 2020, gerada pela pandemia, colocou os profissionais de tecnologia ainda mais em destaque. O setor registrou um aumento de 20% a 30% nas médias salariais e as oportunidades de emprego cresceram 25%. O levantamento faz parte da 2ª edição do relatório de salários no ambiente tecnológico da Revelo, maior empresa de tecnologia para a área de recursos humanos da América Latina. 

O relatório, que foi feito com base nas mais de 25 mil empresas e 1.5 milhão de candidatos cadastrados na plataforma, também mostra que a área de Design como um todo foi a que apresentou o maior aumento no panorama salarial, registrando 19,62% em relação ao ano de 2019. O cargo de Desenvolvedor teve uma crescente de 16,66% e foi o especialista mais buscado durante todo o ano (67,51%). “O mercado para esses profissionais está extremamente aquecido, a inovação tecnológica é o foco e as oportunidades continuarão crescendo em 2021”, comenta Patrícia Carvalho, Diretora de Experiência do Candidato e Marketing na Revelo.

A valoração salarial para os profissionais de tecnologia ocorreu para Júnior, Pleno e Sênior. Para os cargos Júnior, a área que trouxe maior crescimento salarial foi a de Marketing Online, com aumento de 67%. Para a cadeira de Pleno, foi em Business Intelligence, com adição de R$ 1.370 ao salário. Para o profissional Sênior, foi o setor de Design, com aumento de 29%, cerca de R$1.985. 

Outro dado que também chama a atenção é a participação do ensino superior no aumento salarial. A formação superior está diretamente ligada aos melhores salários. Quem tem um diploma chega a ganhar três vezes mais. Além disso, a empregabilidade para pessoas com o superior completo teve um aumento de 4,1% nos últimos dois anos. Enquanto, para os profissionais que concluíram apenas o Ensino Médio, a taxa cresceu  2,3%.

“O panorama de dados deste relatório mostra que, por mais que a pandemia tenha afetado muitas áreas, o setor de tecnologia se manteve em ascensão, aumentando as buscas por cargos na área e, consequentemente, as faixas salariais”, finaliza a diretora Patrícia.

Regime de contratação

Houve uma aceitação da contratação como PJ (pessoa jurídica). Muitos profissionais de tecnologia começaram a ver vantagens neste formato flexível para contar com mais oportunidades em um momento de incertezas. Além disso, o modelo de contratação traz cautela para as empresas na hora de assumir vínculos empregatícios, dado o cenário incerto. Cerca de 30% dos candidatos demonstraram disponibilidade para a contratação como PJ. 

Termina no dia 1 de fevereiro a inscrição para o programa de mentoria gratuita de Yale para jovens cientistas brasileiros

Yale-Proxima Mentorship Program, iniciativa de mentoria gratuita para desenvolvimento de skills em jovens cientistas, está com inscrições abertas até o dia 1º de fevereiro para sua primeira edição. O programa, que começa em março e vai até dezembro de 2021, selecionará 25 estudantes brasileiros de graduação ou mestrado que busquem conhecimento e excelência em ciências biológicas e biomédicas. Eles participarão de uma série de workshops virtuais e discussões sobre as práticas, estratégias e habilidades necessárias para se tornarem líderes na sua área de pesquisa – e assim contribuírem para fortalecer a cultura científica no país. Serão abordados assuntos como comunicação efetiva, estratégias de persistência e planejamento de carreira.

Além desses treinamentos, os participantes também serão divididos em grupos menores, de até cinco pessoas, para discutir temas específicos e relevantes para suas carreiras, com o apoio de um mentor selecionado entre os bolsistas do Programa Capes-Yale de doutorado em Ciências Biomédicas. A proposta é que os mentorados não apenas recebam orientações práticas, mas possam também explorar diferentes possibilidades de carreira e ingressem na comunidade científica, com oportunidades de networking e acesso a outras experiências profissionais.

Em dezembro, ao final do programa, está previsto o encontro presencial no Seminars in Biomedical Sciences, no Brasil, simpósio internacional realizado com sucesso há vários anos e que tem como objetivo conectar jovens talentos brasileiros a líderes científicos do mundo inteiro.

O Yale-Proxima Mentorship Program é coordenado pela doutora Mariana Nigro e faz parte do Iniciativa Proxima, que busca transformar a pesquisa científica no Brasil por meio de projetos que promovam um ambiente inclusivo de discussão científica e, ao mesmo tempo, inspirar e qualificar jovens para atuarem no mais alto nível das pesquisas. A iniciativa é liderada e dirigida pelo professor-associado da Yale School of Medicine (YSM), Marcelo Dietrich, em parceria com o Yale Combined Program in Biological and Biomedical Sciences (BBS), Yale Office of International Affairs (OIA), Capes-Yale Graduate Scholars Program e Yale Poorvu Center for Teaching and Learning.

INSCRIÇÕES:

Para se inscrever, o candidato deve preencher os seguintes requisitos: demonstrar interesse em ciências biológicas ou biomédicas; ser um estudante de curso de graduação ou mestrado, ou ter recentemente conquistado o mestrado; e não estar inscrito em nenhum programa de PhD nem ter doutorado. Além disso, deve residir no Brasil e planejar continuar no País durante o programa. Ter experiência em pesquisa, mesmo que em áreas diferentes, é um ponto favorável para a admissão.

As inscrições são gratuitas, e poderão ser efetuadas até o dia 1º de fevereiro a partir do link https://www.iniciativa-proxima.org/mentorshipprogram. Os documentos necessários são:

  • Uma curta biografia em vídeo, com no máximo dois minutos de duração, na qual o candidato poderá falar um pouco sobre si e suas expectativas (o link deve ser copiado e colado a partir de um upload no YouTube);
  • Um texto em português, com no máximo 250 palavras, trazendo um exemplo de alguma iniciativa em que o candidato tenha tomado parte e que possa ser considerada única, com impacto em sua vida ou em sua comunidade;
  • Um breve texto em inglês, com no máximo 300 palavras, com a descrição de sua experiência anterior em ciências e educação, e como a participação no programa poderá impactar em sua carreira;
  • Uma descrição em inglês, com no máximo 50 palavras, de seus interesses atuais e futuros;
  • Currículo; e
  • Histórico acadêmico oficial.

Mais informações sobre o Yale-Proxima Mentorship Program em https://www.iniciativa-proxima.org/mentorshipprogram.

KPMG: Brasil possui 702 startups voltadas para soluções de Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é um campo da ciência da computação focado na criação de máquinas capazes de pensar e aprender. Trata-se também de um termo amplo, que abrange variados tipos de aplicações, como o Machine Learning — ferramenta que torna computadores capazes de analisar dados, identificar padrões e predizer comportamentos. Essas tecnologias são vistas como grandes tendências para o futuro dos negócios. No Brasil, a IA já é o foco de atuação de 702 startups. A informação é do Distrito Inteligência Artificial Report, levantamento realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. O estudo teve ainda apoio da KPMG.

O levantamento dividiu as startups em duas categorias: Setores (479) e Funções (223). As primeiras oferecem soluções de Inteligência Artificial especializadas, visando impactar um segmento específico, como Serviços Financeiros, Imobiliário, Varejo, Educação, entre outros. Destas, a área de Saúde e Biotecnologia é a que concentra um maior número de startups (12,5%), seguida pelos campos de RH e Gestão Pessoal (10%) e Indústria 4.0 e Agricultura e Comida, ambas com 9,6% de participação.

“Hoje quase todos os setores utilizam a inteligência artificial para analisar dados e identificar padrões. Com isso, as startups focadas nesse segmento podem desenvolver expertises personalizadas, de acordo com a necessidade imposta. Esse fator é determinante para termos cada vez mais soluções inovadoras em cada uma das principais atividades econômicas”, analisa o sócio-líder da KPMG Lighthouse para Analytics, Artificial Intelligent e Intelligent Automation, Ricardo Santana.

Já as startups classificadas como “funções” oferecem serviços e produtos para diversos segmentos simultaneamente. Essa categoria apresenta cinco atuações: AlaaS (34,1%), que oferece Inteligência Artificial as a service; Business Intelligence & Analytics (30,9%), plataformas de gestão de dados e inteligência de mercado; Chatbots (19,3%), que são programas inteligentes que se comunicarem com clientes e usuários de maneira interativa; Cibersegurança (9,4%), ferramentas de segurança de redes privadas e diagnóstico de riscos; e, por fim, Sistema de Recomendação (6,3%), tecnologia de recomendação automatizada de produtos e serviços e previsão de comportamentos de clientes.

Desde 2012, as startups voltadas para soluções de IA captaram US$ 839 milhões, por meio de 274 rodadas. Atualmente, o ano de 2020 é o recordista em volume de investimentos. Nos últimos doze meses, essas empresas atraíram US$ 365 milhões por meio de 44 aportes. Até então, 2019 tinha o melhor resultado, com US$ 243 milhões investidos no setor. A maior rodada de investimento ocorreu no último ano, direcionada à startup Unico, que recebeu um cheque de US$ 109 milhões da General Atlantic e SoftBank.

Entre as 274 rodadas realizadas nas empresas com soluções de Inteligência Artificial, os estágios de Pré-Seed e Seed foram os mais recorrentes em investimentos, com 61 e 121 aportes, respectivamente. Em seguida encontram-se as rodadas Séries A (44) e Séries B (22). Até hoje, somente uma rodada Séries D foi realizada no setor. Ela ocorreu em 2019, quando a Resultados Digitais recebeu US$ 50 milhões da Riverwood Capital e Redpoint Eventures.

“O campo da Inteligência Artificial é tão promissor que, muito em breve, acreditamos que não será possível realizar um estudo como esse, no qual tentamos distinguir no ecossistema quais startups utilizam esta tecnologia como um diferencial de negócios”, pontua Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer. “Logo mais, perguntar se uma startup faz uso da Inteligência Artificial será o mesmo que questionar hoje se elas utilizam a internet. Isso diz muito sobre o passo dos avanços tecnológicos que, por sua escala e velocidade sem precedentes, naturalizamos”, conclui.

O levantamento traz ainda a distribuição geográfica das startups com soluções de IA pelo país. Mais de 90% delas estão concentradas nas regiões Sudeste (70,2%) e Sul (22,5%). As empresas restantes estão localizadas nas regiões Nordeste (3,7%), Centro-Oeste (3,2%) e Norte (0,3%). Vale destacar que apenas o estado de São Paulo sedia 51,9% do total das startups deste segmento. Em seguida estão os estados de Minas Gerais (9,4%) e Rio de Janeiro (8,1%).

Como acontece em outras verticais de tecnologia, as startups que fazem uso de IA apresentam uma das maiores desigualdades de gênero no quadro societário, tipicamente liderado por homens, com 40 anos em média, paulistas em sua maioria. Apenas 13,5% dos sócios destas empresas são mulheres.

SAP Brasil fecha 2020 com resultados sólidos e expansão do SAP S/4HANA

A SAP Brasil registrou mais um ano de crescimento de dois dígitos em vendas, impulsionada por projetos de adoção de novas soluções tanto na nuvem como de aquisição de licenças. O ano foi marcado pela revisão de projetos e aceleração de algumas áreas de negócios dentro das empresas. Essa revisão estratégica foi verificada em muitas indústrias, principalmente como parte da resposta às mudanças impostas pela pandemia da Covid-19.

Em linha com os processos de migração das empresas para o ERP inteligente da SAP, o S/4HANA registrou crescimento de dois dígitos ao longo do ano e no último trimestre em sua versão sob licença. Nota-se também o investimento das empresas em seus sistemas de suporte ao relacionamento com o consumidor, impulsionado também pela migração para o varejo online e para estreitar o relacionamento em um momento em que fidelizar clientes é essencial para os negócios.

Outro ponto, também acelerado pelas compras online, foi o aprimoramento nas cadeias de fornecimento e de logística, para dar a agilidade necessária às operações de comercio eletrônico e atender a expansão para novos mercados.

As soluções SAP Digital Supply Chain, de gestão da cadeia de suprimentos, cresceram três dígitos. A divisão SAP Ariba (gestão de compras e relacionamento com fornecedores) também verificou crescimento de três dígitos na nuvem ao longo de 2020.

“O ano de 2020 foi desafiador em muitos aspectos e a revisão de planos e metas foi uma constante em todos os segmentos da indústria. O time da SAP Brasil respondeu a esses desafios com muita resiliência e apoio consultivo para entender as necessidades dos nossos clientes e contribuir com seus processos de negócios. Como aprendizado, ficou a certeza de que os investimentos em ciência, inovação e tecnologia ganham ainda mais relevância, pois, quanto mais desafiador o cenário, mais necessária será a presença de empresas inteligentes e capazes de reagir na medida certa e seguir crescendo e contribuindo com o desenvolvimento do País”, explica Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil.

Como exemplo desse processo de resiliência e investimento em tecnologia, a Duratex continuou evoluindo sua estratégia de transformação digital, contando com a SAP como um parceiro estratégico, e é um dos muitos clientes que migraram para o ERP digital da SAP, o S/4HANA Cloud. A empresa que atua nos segmentos de painéis de madeira, louças e metais sanitários, chuveiros elétricos e revestimentos cerâmicos, concluiu no último trimestre a implementação das soluções SAP S/4HANA, SAP Ariba, SAP Cloud Platform e SAP Concur, entre outras, em um esforço para agilizar sua operação e aumentar a eficiência operacional.

Último trimestre manteve crescimento acelerado em cloud

No último trimestre, as empresas seguiram seus processos de digitalização com destaque para as soluções de Digital Supply Chain, SAP CX (de experiência do consumidor) e SAP Qualtrics – tanto para a gestão da experiência do cliente como de funcionários.

Com foco na gestão do relacionamento entre em empresas e clientes, a SAP iniciou mais um projeto com a Telefônica, multinacional espanhola que opera no Brasil com a marca Vivo e é uma das maiores operadoras de telecomunicações do país, com mais de 76,7 milhões de clientes móveis, além de ser uma das grandes do setor em telefonia fixa, banda larga, TV por assinatura e serviços digitais.  A empresa expandiu seu portfólio SAP Customer Experience para comercializar produtos online para seus clientes corporativos, suportando uma base robusta de soluções apoiada em um sistema de gerenciamento de pedidos eficiente.

Outro destaque do trimestre foi a Light, uma das maiores concessionárias do setor elétrico brasileiro, com mais de 100 anos de operação e mais de 4 milhões de clientes. A empresa adotou o SAP Document Compliance para digitalizar seus processos de faturamento e atender às rígidas exigências do Governo brasileiro. A empresa segue sua trajetória para se tornar uma empresa inteligente contando com a SAP como parceira fundamental.

B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão – maior bolsa de valores da América Latina, continua evoluindo e se transformando com a SAP, parceiro de tecnologia de longa data. A B3 adota o SAP Ariba para aprimorar seus serviços de compras, melhorando a comunicação com os fornecedores e proporcionando autonomia às áreas de negócios.

Já Grupo SBF, dono da marca Centauro e maior varejista do ecossistema de esportes do Brasil, escolheu a SAP como parceiro digital para levar o grupo ao próximo nível de excelência. A empresa, que anunciou recentemente um acordo inédito para assumir as operações da Nike no país, adotou o sistema de gestão SAP S/4HANA e SAP Integrated Business Planning para fortalecer sua estrutura de negócios a partir de uma plataforma in-memory robusta e escalável para prover informações em tempo real para tomada de decisão, além de contar com recursos para gerenciar a demanda da cadeia de suprimentos para obter dados, planejamento de suprimentos e otimização de estoque.

SAP ultrapassa metas revisadas para 2020 e atinge limite superior da perspectiva de lucro operacional

O desempenho dos negócios globais da SAP melhorou sequencialmente no quarto trimestre, mesmo com a persistência da crise da Covid-19 e a reintrodução de bloqueios em muitas regiões. A alta demanda por soluções de comércio eletrônico, Business Technology Platform e Qualtrics, juntamente com várias vitórias competitivas – particularmente na linha SuccessFactors – produziram um forte final de ano para os negócios.

A SAP também percebeu uma forte aceitação inicial de sua nova oferta de transformação holística de negócios “RISE with SAP” entre os clientes-piloto, contribuindo para o desempenho no quarto trimestre. Tanto a América do Norte como a Europa obtiveram um desempenho melhor do que o esperado na entrada de pedidos na nuvem, bem como na receita de licenças de software, refletindo a forte demanda por soluções digitais, para gestão da cadeia de suprimentos em particular. Além disso, a SAP obteve ganhos competitivos significativos em ERP.

“As empresas líderes mundiais estão recorrendo à SAP para se tornarem empresas inteligentes. Estamos reinventando a forma como os negócios funcionam, acelerando a transformação de nossos clientes na nuvem. Nosso forte final de ano e o lançamento de RISE with SAP, nossa nova oferta de transformação holística de negócios, nos posicionam bem para atender às nossas novas metas de perspectiva”, afirma Christian Klein, CEO da SAP.

Em 2020 a carteira de pedidos de nuvem aumentou 7% ano a ano, alcançando € 7,15 bilhões (alta de 14% em moedas constantes) em meio a efeitos contínuos da Covid-19. A receita da nuvem cresceu 17% ano a ano para € 8,08 bilhões (IFRS), alta de 15% para € 8,09 bilhões (não-IFRS) e de 18% para € 8,24 bilhões (não-IFRS em moeda constante), excedendo o total revisado perspectiva para o ano (€ 8,0 a € 8,2 bilhões não IFRS em moedas constantes).

A receita de licenças de software caiu 20% ano após ano para € 3,64 bilhões (IFRS e não IFRS) e 17% (não IFRS em moedas constantes). A receita de nuvem e software aumentou 1% ano a ano para € 23,23 bilhões (IFRS e não IFRS) e 3% para € 23,72 bilhões (não IFRS em moedas constantes), excedendo a perspectiva revisada do ano inteiro (€ 23,1 – 23,6 bilhão). A receita total caiu 1% ano a ano, para € 27,34 bilhões (IFRS e não IFRS) e aumentou 1% para € 27,90 bilhões (não IFRS em moedas constantes), também excedendo a perspectiva revisada para o ano inteiro (€ 27,2 – 27,8 bilhões).

América Latina registra mais um ano de forte crescimento na nuvem

A SAP fechou o ano de 2020 na América Latina relatando 22 trimestres consecutivos de crescimento de dois dígitos em seus negócios em nuvem. As ofertas cloud foram essenciais para garantir a perenidade de muitos negócios, responder com agilidade aos clientes e lançar as bases para competir melhor no futuro.

“Se há algo que aprendemos em 2020 é o quanto as empresas latino-americanas são resilientes. Ao nos adaptarmos com rapidez às mudanças que nos foram impostas, pudemos emergir mais fortes e ser mais eficientes para enfrentar os desafios que surgiram”, disse Cristina Palmaka, presidente da SAP América Latina e Caribe. “É muito gratificante sentir que cumprimos nossa missão apoiando as empresas em sua continuidade operacional. Nosso compromisso com os 50.600 clientes SAP da região é continuar apoiando-os em sua transformação e acompanhando-os para alcançar o próximo nível de excelência e de competitividade”, conclui.

Alstom conclui aquisição da Bombardier

A Alstom anuncia hoje a conclusão da aquisição da Bombardier Transportation. Alavancando sua clara estratégia Alstom in Motion e seus sólidos fundamentos operacionais e trajetória financeira, a Alstom, ao integrar a Bombardier Transportation, fortalecerá sua liderança no crescente mercado de mobilidade sustentável, alcançando um tamanho crítico em todas as geografias e integrando outras soluções e ativos para melhor servir seus clientes em todo o mundo.

O Grupo ampliado tem uma receita pró-forma combinada de cerca de € 15,7 bilhões e um backlog combinado de € 71,1 bilhões. Emprega 75.000 pessoas em 70 países, possui recursos de P&D sem paralelos e um portfólio completo de produtos e soluções.

“Hoje é um momento único para a Alstom e o setor de mobilidade em todo o mundo, com a criação de uma nova líder global centrada em mobilidade inteligente e sustentável. Mais do que nunca, o mundo precisa se engajar em uma profunda transição ambiental e social para poder enfrentar os grandes desafios da urbanização, oportunidades iguais para o desenvolvimento econômico e as mudanças climáticas. O transporte, essencial para a vida profissional e social, mas com grande impacto ambiental, está no centro desta transição. Nossa responsabilidade, junto com os 75.000 colaboradores da Alstom hoje, é transformar nosso conjunto exclusivo de ativos criado por essa transação no capacitador dessa transformação necessária. Nossa responsabilidade é trazer a inovação necessária para desafios tão extremos e que todas as comunidades em todo o mundo, em seus deslocamentos para encontrar entes queridos ou para trabalhar, possam ter acesso à mesma qualidade de serviço e eficiência, cuidando do nosso planeta.” disse Henri Poupart-Lafarge, Chairman e CEO da Alstom.

Uma nova líder global em mobilidade inteligente e sustentável

Um grupo que atende a um mercado em crescimento

O mercado ferroviário é apoiado por motores de crescimento fundamentais, como urbanização acelerada, estratégias de investimento público e o impulso mundial para a transformação verde e digital dos sistemas de transporte. Apesar da pandemia, os recentes anúncios de estímulo confirmam claramente o desenvolvimento da mobilidade sustentável e, mais especificamente, do transporte ferroviário como uma prioridade de longo prazo. O mercado de manufatura ferroviária deve crescer a uma CAGR de 2,3% até 2025.

Maior alcance mundial, com base nas complementaridades dos dois grupos

O Grupo terá um alcance comercial sem paralelos em todas as geografias graças à complementaridade das duas empresas. Embora o Grupo Alstom já tenha uma base de clientes bem estabelecida na França, Itália, Espanha, Índia, Sudeste Asiático, Norte da África e Brasil, a Bombardier Transportation trará forte proximidade com o cliente em mercados estratégicos como Reino Unido, Alemanha, países nórdicos, China e América do Norte. O Grupo terá agora, em particular, capacidades muito fortes na Europa e América do Norte, que representam aproximadamente 75% do mercado acessível aos OEM.

Conforme anunciado anteriormente, a sede da Alstom of the Americas ficará sediada em Montreal, Québec – liderando todas as operações na região – além de estabelecer um centro de excelência em design e engenharia que se baseará nos pontos fortes de Québec em inovação e mobilidade sustentável.

A Alstom estará ainda mais próxima de seus clientes e poderá alavancar seu conhecimento de mobilidade em todo o mundo para oferecer as melhores soluções de mobilidade “fit-for-purpose“.

Um portfólio completo de produtos e soluções ferroviárias, linhas de produtos fortalecidas

O Grupo oferecerá a operadoras de mobilidade e provedores de rede produtos e soluções em toda a cadeia de valor ferroviária. Ao integrar a Bombardier Transportation, a Alstom terá o portfólio ferroviário mais completo. Em Material Rodante, seu portfólio irá variar de veículos ferroviários leves a trens de altíssima velocidade, incluindo novos produtos estratégicos, como “people mover” e monotrilho. O Grupo será capaz de atender seus clientes no espaço de Serviços com uma rede mais ampla de instalações de manutenção e maiores capacidades de manutenção preditiva. Com uma frota de 150.000 veículos, a Alstom terá a maior base instalada do mundo, um trampolim único para expandir ainda mais sua liderança em Serviços. Sua linha de produtos de Sinalização ganha escala significativa, tornando-se nº 2 no mundo em termos de receita, adquirindo capacidades tecnológicas e comerciais em mercados estratégicos, complementares aos da Alstom.

Um footprint global e equilibrado para atender clientes em todo o mundo

O Grupo terá acesso a mais capacidades industriais estratégicas com footprint industrial competitivo tanto em mercados maduros, como Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, como em mercados em crescimento, incluindo Europa Oriental, México e Índia. A Bombardier Transportation traz centros de expertise para locomotivas e truques na Alemanha, monotrilhos e “people movers” no Canadá, trens suburbanos e regionais na França e no Reino Unido, tração na Suécia, juntamente com centros de engenharia nos países de melhor custo na Tailândia. Traz também sete joint-ventures bem estabelecidas na China. Com essas adições estratégicas imediatas ao já diversificado footprint da Alstom, o Grupo ampliado tem acesso a uma expertise industrial mais profunda e está mais perto de seus clientes.

Capacidades de P&D sem paralelos para fomentar inovação verde e inteligente

A Alstom já é pioneira em mobilidade com inovações de ponta, como o recente trem a hidrogênio, operação autônoma de trens, material rodante e infraestrutura com eficiência energética. Reunindo cerca de 17.500 talentos de engenharia e P&D de ambos os grupos, consolidando um rico legado de 10.000 patentes e incorporando tecnologias adicionais significativas da Bombardier Transportation, por exemplo, em manutenção preditiva, sinalização e operações digitais, o Grupo será capaz de desenvolver soluções em um ritmo mais rápido e em maior escala para tornar a mobilidade de amanhã uma realidade. A Alstom está acelerando em direção a sua ambição: ser a player inovadora global para uma mobilidade sustentável e inteligente.

Criação confirmada de valor no longo prazo para todas as partes interessadas

Clientes e passageiros se beneficiarão com a proximidade dos funcionários e unidades da Alstom, suas capacidades de inovação sem paralelos, um portfólio abrangente de produtos e soluções ferroviárias e compromisso com uma entrega eficiente.

Os funcionários da Bombardier Transportation ingressam no Grupo Alstom a partir de 29 de janeiro de 2021. Esses novos talentos enriquecerão o perfil operacional da Alstom em todos os níveis e formarão, junto com os funcionários da Alstom, uma equipe Alstom ágil, inclusiva e responsável.

Sendo o ferroviário o meio de transporte motorizado com menor emissão de CO2, o Grupo está mais do que nunca focado em sua ambição de descarbonizar a mobilidade. A Alstom reafirma seus compromissos de criar um impacto positivo nas comunidades em que opera, de fornecer aos funcionários o melhor ambiente e experiência de trabalho e de estar nos mais altos padrões em termos de práticas comerciais responsáveis.

A Alstom confirma seu objetivo de gerar € 400 milhões de sinergias de custos com base na taxa de execução anual do quarto ao quinto ano e restaurar a margem da Bombardier Transportation para um nível padrão no médio prazo. Espera-se que a transação traga um acréscimo de EPS de dois dígitos a partir do ano 2 após o fechamento e que preserve o forte perfil de crédito da Alstom com classificação Baa2.

Participação acionária e governança: um novo acionista principal com uma abordagem de investimento de longo prazo

A CDPQ (Caisse de dépôt et placement du Québec) hoje se torna a principal acionista da Alstom, com 17,5% do capital social da Alstom. A CDPQ está comprometida com uma abordagem de longo prazo aos acionistas, com um forte histórico de investimentos em infraestrutura e ativos de transporte.

A Bouygues agora detém aproximadamente 6% do capital social da Alstom.

De acordo com as deliberações aprovadas pela Assembleia de Acionistas da Alstom realizada em 29 de outubro de 2020, a Sra. Kim Thomassin, representando a CDPQ, e o Sr. Serge Godin ingressaram hoje no Conselho de Administração da Alstom. O Sr. Benoit Raillard foi nomeado pelo Conselho de Administração da Alstom como observador (censeur) por proposta da CDPQ.

Preço e Financiamento

O preço de referência foi fixado em € 5,5 bilhões, na parte inferior da faixa de € 5,5 bilhões a € 5,9 bilhões comunicada em 16 de setembro de 2020. Os recursos para a aquisição foram estabelecidos em € 4,4 bilhões, que incluem o impacto do mecanismo de ajuste mínimo de caixa baseado em uma posição de caixa líquida negativa de Bombardier Transportation em 31 de dezembro de 2020 e outros novos ajustes contratuais no valor de € 1,1 bilhão.

A aquisição foi financiada por meio da emissão de direitos de cerca de € 2 bilhões concluída em 7 de dezembro de 2020, e parte da emissão de títulos sênior de € 750 milhões concluída em 11 de janeiro de 2021, e pelos aumentos de capital reservados para o benefício de afiliadas da CDPQ e Bombardier Inc., em montantes totais, respectivamente, de € 2,6 bilhões e € 500 milhões concluídos hoje como parte do fechamento da transação.

Próximos passos

A Alstom buscará e finalizará as vendas de certos ativos do Grupo combinado de acordo com os compromissos descritos no comunicado à imprensa da Comissão Europeia em 31 de julho de 2020. As alienações obedecerão a todos os processos sociais aplicáveis e consultas a órgãos de representação dos trabalhadores.

A Alstom realizará um “Capital Markets Day” no verão.

2021 e a Teoria do Pêndulo

Por Leonardo Milane  

Se pudéssemos voltar no tempo, mais especificamente durante o período de fevereiro a abril de 2020  (o auge da crise e do stress dos mercados), nem o investidor mais otimista diria que 2020 se encerraria da maneira como desenrolou: o Ibovespa na máxima histórica (depois de uma queda de aproximadamente 50% no pior momento do ano!); o dólar recuou dos R$/US$ dos 6,00 para 5,20; e os indicadores econômicos foram se recuperando rapidamente durante o segundo semestre.

Adicione a tudo isso a extensão do bilionário pacote de auxilio aprovado pelo governo americano, portanto mais fôlego para maior economia do mundo continuar se recuperando; e os recentes dados da economia chinesa, que apontam para um PIB positivo  nesse ano. 

E se voltássemos no tempo para outros períodos da história, observaríamos que o mercado se comportou exatamente da mesma maneira: como um pêndulo que oscila entre o excesso de otimismo e o excesso de pessimismo. Em determinados momentos, esse pêndulo perdura mais tempo em um dos dois extremos, mas cedo ou tarde acaba cedendo para o lado oposto. 

Diversas teorias de finanças e macroeconomia explicam esse comportamento: regressão a média; excesso de liquidez a juros muito baixos, por muitos anos seguidos; efeito manada e loss aversion, dentre outros.

Mais importante do que as teorias, é a arte de como gerir nossos investimentos na prática, tanto em 2021, como ao longo de todos os próximos anos.

E isso envolve 3 princípios fundamentais:  Disciplina: definir uma estratégia de investimentos, implementá-la  e decidir manter ou alterar a estratégia em vigor de acordo com os resultados obtidos. Lembrando que  investimento não é aventura, nem um grande casino.

Perca pequeno (perder 50% do seu patrimônio implica em ter que ganhar 100% para retornar ao patamar original!), e ganhe grande. Se sua estratégia não está calibrada para esse princípio, ela está errada; e quem não realiza pequenos prejuízos (vender um ativo com prejuízo) não entende que não existe estratégia infalível.

Se exististe, as profissões de economista, assessor de investimentos, gestor de fundos e analista de investimentos não existiriam. Diversificação: não estou falando apenas do clichê “não coloque todos os ovos na mesma cesta”. Estou falando em ter uma parte relevante do seu patrimônio dolarizada, pelo menos 20%, investindo em ativos do exterior.

Esqueça essa questão do melhor timing para comprar dólar, porque ninguém tem essa reposta.  A dinâmica fiscal brasileira é, até o momento, um problema sem solução. Além disso, em todos as crises da história recente, o dólar subiu fortemente.  Esses dois pontos já são suficientes para dolarizar uma bela parcela do seu patrimônio. 

De lambuja, você vai gerar renda em dólar (legal nunca mais ter que se preocupar em deixar de viajar para fora do país por que o dólar subiu muito?); Confiar em alguém que seja especialista nos dois princípios acima: idealmente alguém que vai acompanhar você e seus investimentos durante toda vida, e conheça muito bem seu perfil de risco, necessidade de liquidez e detalhes da sucessão patrimonial da sua família.

Não digo ser impossível, mas acredito que seja muito difícil alguém que não respira o mundo dos investimentos ser um investidor eficiente atuando 100% sozinho. Mesmo raciocínio vale para quando um economista, administrador, assessor de investimentos etc…precisa de um médico, dentista ou advogado.

Um especialista de muita qualidade técnica e de confiança faz toda diferença. E 2020 está aí para não me deixar mentir: o investir despreparado, que atual no impulso, zerou sua carteira no auge da crise e/ou deixou de comprar e aumentar a posição quando os ativos ficaram muito baratos. 

Voltando ao final do primeiro parágrafo, é inegável que os mercados estejam precificando boas perspectivas para a economia brasileira e nossos investimentos durante 2021. Caso contrário, o Ibovespa, o câmbio e a curva de juros não estariam dando sinais tão positivos nos últimos 60 dias.

Num piscar de olhos, o mercado esqueceu da sinuca de bico que nos encontramos em relação a necessidade de aprovação das Reformas para conter a trajetória exponencial da dívida pública, da eleição da Câmara em fevereiro e do impacto econômico negativo que a demora em vacinar a população trará. 

Parece que o mercado está absurdamente confiante em relação ao futuro….alguém já ouviu falar na “teoria do pêndulo”? Torço para que os mercados estejam certos, e o pêndulo permaneça no “território otimista” durante 2021.

Nem por isso deixarei de seguir à risca os 3 princípios colocados acima, hoje, ano que vem, e para sempre. Afinal de contas, aonde estava o pêndulo em dezembro de 2019, bem antes da crise de 2020 explodir?  

Leonardo Milane, sócio e Economista da VLG Investimentos

Mesmo com desafios da pandemia, ano de 2020 revela recuperação gradual e contínua dos shoppings

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor registrou faturamento de R﹩ 128,8 bilhões em 2020, queda de 33,2% em relação a 2019. O dado faz parte do Censo Abrasce 2021 e mostra recuperação gradual e contínua dos shoppings, que passaram meses fechados por conta da pandemia chegando a perdas de quase 90% em abril deste ano. Para 2021, a projeção é de alta de 9,5% nas vendas do setor. “Esperamos que a atividade ganhe maior tração ao longo do ano, acompanhando a dissipação gradual das incertezas com a crise sanitária, quadro inflacionário menos pressionado e expansão do crédito e do emprego”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce.

Em 2020, foram inaugurados sete shopping centers ante 577 em operação. No entanto, a Abrasce reclassificou alguns empreendimentos e, como resultado, outros 17 foram incorporados à contagem oficial, totalizando 601 shoppings em funcionamento. Em Área Bruta Locável (ABL), essa expansão representa alta de 1,3% em relação ao ano anterior, com um total de 16,9 milhões de metros quadrados. Para este ano, a previsão é de mais 13 inaugurações, sendo quatro no Sul do País e três em cada uma das demais regiões – Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

O número de lojas também cresceu e chegou a 110 mil, alta de 5% na comparação com 2019. Vale destacar o crescimento de 2,8% no número de salas de cinemas, totalizando 2.982 unidades. Já a vacância ficou em 9,3% em 2020 contra 4,7% no ano anterior. O número médio de visitantes ao mês foi de 341 milhões, o que representou uma queda de 32%, patamar próximo ao de 2010, quando a média mensal foi de 329 milhões de pessoas.

Em 2020, o setor gerou 998 mil vagas de empregos, queda de 9,4% em comparação ao ano anterior. “As restrições relacionadas ao horário de funcionamento dos empreendimentos provocaram redução de turnos de trabalho, com impacto no quadro de funcionários dos shoppings e dos lojistas”, afirma Humai.

Tendências

A pandemia acelerou projetos dos shoppings voltados para o ambiente digital. Em 2019, 36% dos empreendimentos possuíam aplicativos, mas atualmente esse percentual está em 41%. Também avançaram as plataformas de marketplace: no ano retrasado apenas 11% dos empreendimentos realizavam vendas por meio desse canal, agora já são 29% os shoppings que apostam na modalidade. E o número deve crescer: 59% dos shoppings preveem implemetar plataforma de marketplace nos próximos dois anos.

Apesar da crise, em 2020 7% dos shoppings passaram por algum tipo de expansão. Para os próximos anos, 26% dos empreendimentos pretendem expandir. “Esse número demostra o elevado grau de confiança e expectativa na recuperação da economia e do setor de shopping center”, diz Humai. Em 2019, apenas 10% dos shoppings tinham planos de expansão. Também se destaca entre as tendências do setor, a migração de operações gastronômicas para fora das praças de alimentação. Em 2019, as unidades localizadas fora da praça de alimentação representavam 27% do total. Em 2020, o número subiu para 38%.

81% dos comerciantes vão funcionar como delivery

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como está o planejamento dos comerciantes.

Segundo o levantamento, encomendado ao Instituto Locomotiva, 81% dos estabelecimentos comerciais no Brasil passaram a fazer delivery durante a quarentena e vão manter esta modalidade terminada a pandemia. Antes, somente 49% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados faziam entregas em domicílio.

Em relação ao atendimento ao cliente, o self-service era oferecido por 59% dos restaurantes antes da crise sanitária, e, agora, somente 42% deles servem refeições desta forma. Em contrapartida, o serviço à la carte subiu de 43% para 54% nesta pandemia.

Como medidas de proteção ao cliente, os estabelecimentos afirmam adotar: limpeza e desinfecção do ambiente (91%), disponibilidade de álcool em gel aos clientes (85%), ambiente mais aberto e ventilado (80%) e utilização de mais itens descartáveis (63%).

Comerciantes aderem às ferramentas digitais

A pesquisa da VR Benefícios mostra ainda que 47% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados estabeleceram novos canais de venda a partir da pandemia, como forma de sobrevivência. O comércio pelo telefone foi o mais adotado, com 71% de adesão por parte dos comerciantes. Na sequência, vem o Whatsapp (63%), o e-commerce próprio (51%), as vendas online (42%) e os aplicativos de entrega (39%).

A pandemia acelerou também a implementação de meios de pagamento sem contato entre os estabelecimentos comerciais. Os que já adotavam a facilidade, e intensificaram seu uso no período, e os que inauguraram a modalidade somam 65%. Já as formas mais utilizadas são: aproximação de celular (83%), QR Code (69%), aplicativos no celular, como Google Pay ou Apple Pay (32%) e envio de link por pagamento (18%).

“O aumento do e-commerce é um movimento que vimos crescer fortemente nos últimos meses, principalmente nas plataformas de entrega de comida. E o uso cada vez maior do link de pagamento é uma tendência no setor de benefícios, tanto que a VR Benefícios foi a primeira a lançar este serviço para seus clientes”, explica Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador, da VR Benefícios.

Sobre a VR Benefícios – Fundada em 1977, a VR Benefícios é pioneira no segmento de benefícios e se tornou sinônimo de categoria em vale-refeição e vale-alimentação no país. Suas soluções inovadoras são dirigidas aos empreendedores, empresas de pequeno, médio e grande porte, estabelecimentos comerciais e trabalhadores, sempre com o objetivo de facilitar a vida dos clientes de forma prática, rápida, segura e digital. Os produtos Alimentação, Refeição, Auto e Cultura beneficiam 1,4 milhão de pessoas e são aceitos em mais 400 mil estabelecimentos credenciados, em 5 mil municípios atendidos.

Aceleradora canadense seleciona startups brasileiras para programa de internacionalização na América do Norte

Estão abertas as inscrições para o Dream2B Global Acceleration Program, programa de aceleração e internacionalização para startups brasileiras no Canadá. Em sua 5ª edição, o programa irá selecionar 15 startups de todo o país das áreas de inteligência artificial, cidades inteligentes e veículos autônomos. As interessadas em participar têm até o dia 14 de fevereiro para se inscreverem gratuitamente no site https://www.dream2b.com.br/.

“O diferencial do nosso programa de aceleração é ser hands-on. Além de mentoria com profissionais de alto nível do mercado global, fazemos a validação do modelo de negócios e ajudamos em todas as etapas de internacionalização. É uma parceria de longo prazo que já ajudou 40 startups brasileiras, sendo que algumas iniciaram operações globais a partir do Canadá. Uma das mais recentes foi a Safetest, que criou um teste rápido de Covid-19 e foi aprovada pelo FDA, para a comercialização e distribuição nos EUA, assim como na União Europeia, antes mesmo de ter autorização no Brasil”, explica Regina Noppe, founder & CEO da venture builder canadense Dream2B.

As 15 startups selecionadas para esta edição, a primeira a ser realizada virtualmente, participarão do programa que será realizado de 12 de abril a 7 de maio, incluindo desde mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, a workshops com profissionais para validação do modelo de negócios; reuniões com potenciais parceiros e clientes; além de pitches para investidores. As startups selecionadas também terão acesso a uma sessão de mentoria de pré-internacionalização oferecida pela Softex.

Além da oportunidade de participar do projeto de aceleração da Dream2B, as startups que tiverem seu modelo de negócios validado pelo programa e um ótimo fit com o mercado, poderão aplicar para o Startup Visa através do parceiro da Dream2b, que é uma das instituições designadas pelo governo federal Canadense. O Startup Visa é um dos vistos mais cobiçados hoje por empreendedores do mundo todo, pois permite a imigração de até 5 sócios com suas respectivas famílias para o Canadá. O visto concede a residência permanente e as startups que forem aprovadas e passarem pelo programa, ainda poderão utilizar toda a estrutura do Spark Center para conduzir seus negócios no Canadá por até um ano.

A novidade desta edição é que as startups que mais se destacarem terão ainda a chance de receber investimento de até CAD $500.000 diretamente da venture builder canadense após o programa.

Startups brasileiras já aproveitam o mercado internacional

Em suas 4 edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou 40 startups, incluindo a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, que após participar do programa de aceleração em 2019, obteve reconhecimento mundial. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização, e hoje podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

“Mesmo com a crise econômica, as startups continuaram inovando e crescendo. Nossa proposta é abrir as portas do mercado internacional para as que possuem soluções escaláveis, oferecendo todo o conhecimento e experiência necessários para isso”, relata Noppe.

A 5ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.