KPMG: Brasil tem 309 startups da área de regulação

KPMG: Brasil tem 309 startups da área de regulação

Segundo o levantamento da KPMG “RegTech Mining Report” atualmente o Brasil tem 309 startups do ramo de regulação. O mapeamento apontou que a maioria delas (68%) é multissetorial, tendo atuação em gestão financeira e contabilidade 20% deste total, jurídico (7,4%) e aspectos trabalhistas (5,8%).

Além de multissetorial, a pesquisa apontou que 13,9 % das startups que trazem inteligência regulatória são focadas no setor de energia, óleo e gás; 8,1% são da área da saúde, enquanto 5,8% do setor financeiro e apenas 4,2% possuem foco no setor de telecomunicação e mídias.

“Fica notório que a busca por escalabilidade direcionou as regtechs em um primeiro momento a focar em atendimento a regulações multissetoriais. Entretanto, com as importantes mudanças que vêm acontecendo e estão para acontecer nos marcos regulatórios setoriais, vamos acompanhar a crescente demanda das grandes empresas por soluções inteligentes dentro dos seus segmentos”, explica o sócio-líder de regulatório da KPMG, Dustin Pozzetti.

Com relação à localização das startups de regulação no Brasil, a pesquisa mostra que 66,4% estão na Região Sudeste, enquanto 22,1% ficam na Região Sul, 5,7% estão da Região Nordeste, 4,3% no Centro-Oeste e 1,4% na Região Norte.

Perfil dos sócios: homem com nível superior até 45 anos


Segundo o estudo, a maioria das regtechs é composta por até três sócios, com idade entre 35 e 45 anos. Em relação ao gênero, há uma grande disparidade, já que 84,4% são homens, enquanto 15,6% são mulheres. Sobre a escolaridade, 73,4% possuem ensino superior completo, 18,2% ensino médio, 6,2% ensino superior incompleto e, apenas 2,2% mestrado ou doutorado.


Segundo o estudo, a maioria das regtechs é composta por até três sócios, com idade entre 35 e 45 anos. Em relação ao gênero, há uma grande disparidade, já que 84,4% são homens, enquanto 15,6% são mulheres. Sobre a escolaridade, 73,4% possuem ensino superior completo, 18,2% ensino médio, 6,2% ensino superior incompleto e, apenas 2,2% mestrado ou doutorado.

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