ABES assume o compromisso de promover a ética no setor de tecnologia

Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um movimento para combater a corrupção e estabelecer mais ética e transparência nas relações que as empresas mantêm com seus colaboradores, clientes, fornecedores, órgãos públicos e demais organizações. Diante desse cenário e como uma das principais entidades do setor de tecnologia da informação, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software incentiva as empresas associadas a colocarem em prática a ética empresarial por meio do programa Uma Empresa Ética e anuncia a Brasoftware e a CLM como primeiras companhias a receberem esse certificado.

O programa incentiva e oferece gratuitamente às associadas os meios para implantar os três pilares essenciais de uma política de integridade e conformidade ao arcabouço legal: a elaboração e implementação de um código de ética; treinamento de compliance aos colaboradores e a adoção de um canal de denúncias independente.

“Agora, a ABES dá um novo passo importante desta iniciativa, com o lançamento do certificado Uma Empresa Ética, que será conferido às corporações que aderiram oficialmente ao programa e promoverem todos os três pilares. O documento terá validade de 12 meses, prazo contado a partir da data de emissão, quando a associada precisará comprovar que os pilares estão sendo respeitados e fazem parte do dia a dia da empresa”, explica Carolina Marzano, Compliance Officer e Coordenadora de Comitês da ABES.

Segundo Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware e vice-presidente do conselho da ABES, a transparência nos negócios e nas relações entre as empresas tornou-se fundamental para o sucesso de qualquer negócio. “A Brasoftware já tem o seu Programa de Compliance implementado há mais de 5 anos e é uma honra termos a oportunidade de ser a primeira empresa associada a ser certificada com o novo selo da ABES. Sabemos que esse programa é um processo contínuo, e temos o comprometimento da alta direção para garantir aos nossos colaboradores, clientes e fornecedores, que a companhia tome todas as medidas para garantir a transparecia, ética e conformidade no negócio”, completa.

Além de possibilitar o fechamento de contratos e amenizar eventuais penalidades, a cultura da ética e da integridade deve ser implementada em uma empresa por respeito às leis, à concorrência leal e a um ambiente de negócios idôneo. Corporações comprometidas com a disseminação e o cumprimento de seus valores são cada vez mais reconhecidas pelo mercado e pelos consumidores.

“A ética tornou-se um valor essencial nas sociedades modernas. É o alicerce sobre a qual se baseiam sociedades em que a confiança é alta. Ética, confiança, são valores que não conseguimos medir economicamente, mas quando estamos em países em que a confiança é alta, reconhecemos imediatamente seu valor. Ficamos muito felizes de receber o certificado Uma Empresa Ética e poder disseminar essa cultura com todos os colaboradores e clientes da CLM”, ressalta Francisco Camargo, presidente da CLM e presidente do Conselho da ABES.

O apoio às associadas é fornecido pelo departamento jurídico e pela compliance officer da associação, que esclarece dúvidas e promove treinamentos periódicos. Todas as informações e os meios para adesão ao programa estão disponíveis no site https://www.umaempresaetica.com.br, que passou por recente atualização de conteúdo e modernização do visual.

A iniciativa Uma Empresa Ética também estará disponível para as startups que participam do programa ABES Startup Internship que visa fortalecer o empreendedorismo no Brasil, oferecendo acesso aos serviços da ABES sem custo por 6 meses. Para mais informações, acesse: https://abessoftware.com.br/associados/programa-startup-internship/

A ética é um ativo das empresas

Um programa de ética tem um valor tangível, pois ele melhora a reputação, a produtividade e, também, os resultados financeiros, sendo fundamental para empresas que realizam ou almejam contratos com a Administração Pública.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos. Por isso, entende que o papel da entidade é o de assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

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