Ao completar 25 anos, IBGC anuncia Agenda Positiva de Governança para empresas brasileiras

Ao completar 25 anos, IBGC anuncia Agenda Positiva de Governança para empresas brasileiras

Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC
Crédito: Regis Filho / Divulgação IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lançou, na última sexta-feira (27), a Agenda Positiva de Governança. Direcionado para líderes de organizações, o movimento conta com cerca de 30 apoiadores. O objetivo é contribuir com a construção de um ambiente de negócios e de um país melhor. O anúncio foi feito no encerramento do 21º Congresso Anual do IBGC, que marcou o aniversário de 25 anos do instituto.

A Agenda Positiva de Governança encaminha uma mensagem direta e pragmática aos líderes das organizações que atuam no Brasil, convidando-os a agir diante de questões imperativas que vêm surgindo no mundo atual. “Todas as profundas mudanças que vivenciamos em 2020 – por motivações econômicas, sociais, políticas e sanitárias – não somente reforçaram a necessidade da adoção de princípios e melhores práticas de governança corporativa, mas também nos levaram a lançar um movimento no mercado para que os líderes das organizações exerçam um papel protagonista na resposta às aspirações humanas que vão além dos resultados econômicos e financeiros”, disse Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC.

A Agenda Positiva traz 15 medidas apoiadas em seis pilares aplicáveis a líderes de todos os tipos de organização, independentemente do porte e do setor de atuação. O primeiro pilar trata de Ética e Integridade, tema que é um imperativo moral e um fator decisivo para a continuidade dos negócios. Cabe ao líder promover um ambiente organizacional baseado na confiança, no respeito, na empatia e na solidariedade. Já o pilar Diversidade e Inclusão convoca os líderes a agirem com urgência para assegurar tratamento justo e oportunidades iguais para todos, sobretudo na promoção de equidade de gênero e raça. Os demais pilares são Ambiental e Social; Inovação e Transformação; Transparência e Prestação de Contas; e Conselhos do Futuro.

Até 26 de novembro, as seguintes organizações já haviam manifestado apoio à Agenda Positiva de Governança: Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp); Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca); Associação Brasileira de Startups (Abstartups); Associação de Investidores no Mercado de Capitais (AMEC); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA); Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec); Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec Nacional); B3; Carbon Disclosure Project (CDP); Comissão Brasileira de Acompanhamento do Relato Integrado (CBARI); Cubo; Family Business Network – Brazil (FBN Brazil); Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+; Fórum Gerações e Futuro do Trabalho; Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE); Global Reporting Initiative (GRI); Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial (IBDEE); International Finance Corporation (IFC); Instituto Brasileiro Relações com Investidores (IBRI); Instituto Capitalismo Consciente Brasil; Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon); Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil); Instituto Ethos; Mais Diversidade; Movimento Mulher 360; Rede Brasil do Pacto Global; Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS); Sistema B; Universidade Zumbi dos Palmares; e Women Corporate Directors (WCD).

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