Archive novembro 2020

Braspag tem novo Head Comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda e expandir a carteira de clientes, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata Fabio Gerber Khatcherian como novo Head Comercial.

O profissional acumula 25 anos de experiência na área comercial, sendo os últimos 22 no mercado de meios de pagamento, atuando em grandes players do segmento. Também tem vivência na gestão de carteira e atendimentos on e off-line de grandes empresas como Decolar.com, CVC, B2W, Magazine Luiza e Riachuelo.

Gerber também foi docente por seis anos em disciplinas de Administração e Marketing nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e Uninove em São Paulo (SP). “Assumo esse novo desafio com os sentimentos de gratidão pela oportunidade e de determinação para corresponder às expectativas da Braspag. É uma empresa líder do segmento e espero contribuir para que a excelência dos serviços e satisfação dos clientes aumente ainda mais“, declarou o executivo.

Fabio é formado em Administração de Empresas com Ênfase em COMEX pela Universidade Bandeirante de São Paulo e pós-graduado em Gestão de Marketing pela Fundação Armando Alvares Penteado (SP).

IBM Cloud oferece criptografia quântica segura e serviços criptográficos de alta proteção para ajudar a proteger os dados na era híbrida

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje uma série de serviços e tecnologias em nuvem construídos para ajudar os clientes a manter o nível mais alto de proteção de encriptação por chave criptográfica disponível, para ajudar a proteger os dados existentes na nuvem e se preparar para futuras ameaças que podem evoluir junto com os avanços da computação quântica. Introduzido por cientistas de IBM Research, a empresa agora passa a oferecer suporte de criptografia quântica segura para transações de aplicativos e gerenciamento de chaves em IBM Cloud, se tornando a abordagem de criptografia de segurança quântica mais holística disponível hoje no mercado para proteção de dados.

Os novos recursos incluem:

• Suporte para criptografia de segurança quântica (Quantum Safe Cryptography Support): Usando padrões abertos e tecnologia de código aberto, este serviço melhora os padrões usados ​​para transmitir dados entre a empresa e a nuvem, ajudando a proteger os dados por meio do uso de um algoritmo de segurança quântica.

• Extensão dos serviços de IBM Cloud Hyper Protect Crypto: Novos recursos estão disponíveis para aumentar a privacidade dos dados em aplicativos em nuvem, onde as informações enviadas pela rede para aplicativos em nuvem e dados confidenciais, como números de cartão de crédito, são armazenados em um banco de dados que pode ser criptografado no nível da aplicação, apoiado pelo mais alto nível de proteção de encriptação de chave criptográfica do mercado, com a capacidade de ‘manter sua própria chave’ (KYOK – ‘Keep Your Own Key’).

“Conforme nossa dependência de dados cresce na era da nuvem híbrida e os recursos de computação quântica avançam, a necessidade de privacidade de dados se torna ainda mais crítica. A IBM agora oferece a abordagem de segurança quântica mais holística para proteção de dados disponível atualmente, para ajudar as empresas a proteger os dados existentes e se proteger contra ameaças futuras”, disse Hillery Hunter, vice-presidente e diretora de tecnologia da IBM Cloud. “A segurança e a conformidade continuam a ser um foco e uma prioridade chave para IBM Cloud à medida que continuamos a investir em computação confidencial e nossos recursos de criptografia líderes para ajudar empresas de todos os tipos, especialmente aquelas em setores altamente regulamentados, a manter os dados seguros.”

Preparando-se para futuras ameaças com Quantum-Safe Cryptography Support

Enquanto a computação quântica visa resolver problemas complexos que nem mesmo os supercomputadores mais poderosos do mundo conseguem resolver, os futuros computadores quânticos tolerantes a falhas podem apresentar riscos potenciais, como a capacidade de quebrar rapidamente algoritmos de criptografia e acessar dados confidenciais. Para mitigar esses riscos, a IBM desenvolveu uma agenda estratégica clara para ajudar a proteger a segurança de longo prazo de nossas plataformas e serviços. Essa agenda inclui a pesquisa, o desenvolvimento e a padronização de algoritmos básicos de criptografia quântica segura como ferramentas de código aberto, como CRYSTALS e OpenQuantumSafe. Inclui também governança, ferramentas e tecnologia para ajudar nossos clientes a embarcar nessa jornada para um futuro mais seguro.

Hoje, como o próximo passo dessa agenda, a IBM está disponibilizando seus recursos de criptografia líderes do mercado criados por criptógrafos de IBM Research, para ajudar os clientes com uma abordagem de criptografia quântica segura para seus dados em trânsito em IBM Cloud. Os recursos foram criados para ajudar as empresas a se prepararem para ameaças futuras e podem ser úteis contra ataques nos quais agentes mal-intencionados coletam dados criptografados hoje com a intenção de depois decifrá-los, conforme a computação quântica avança.

IBM Key Protect, um serviço baseado na nuvem que fornece gerenciamento do ciclo de vida de chaves de criptografia que são usadas em serviços em IBM Cloud ou em aplicações criadas pelo cliente, agora possui a capacidade de usar uma conexão Transport Layer Security (TLS) habilitada para criptografia quântica segura, ajudando a proteger os dados durante o gerenciamento do ciclo de vida da chave.

Além disso, IBM Cloud também está introduzindo recursos de suporte de criptografia quântica segura para permitir transações de aplicações. Quando as aplicações em contêiner nativas na nuvem são executadas em Red Hat® OpenShift® em IBM Cloud ou IBM Cloud Kubernetes Services, as conexões seguras TLS podem ajudar a realizar transações de aplicações com suporte para criptografia quântica segura durante o transporte de dados e proteger contra possíveis brechas.

Protegendo dados confidenciais com IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services

As empresas também precisam reduzir os riscos de ameaças externas e internas, bem como atender à conformidade regulamentar.

Hoje, IBM Cloud também está disponibilizando novos recursos para ajudar a proteger dados confidenciais e transações de aplicações usando IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services, que fornecem o nível mais alto de proteção de criptografia de chave criptográfica do mercado, oferecendo aos clientes a capacidade de manter sua própria chave (KYOK – ‘Keep Your Own Key’). Construídos em hardware certificado FIPS-140-2 Nível 4, o mais alto nível de segurança oferecido por qualquer provedor de nuvem do mercado para módulos criptográficos, esses serviços permitem que os clientes tenham controle exclusivo de chave e, portanto, autoridade sobre dados e cargas de trabalho protegidos pelas chaves.

Desenvolvido para transações de aplicações onde há uma necessidade mais profunda de criptografia mais avançada, os clientes de IBM Cloud podem manter suas chaves privadas seguras dentro do módulo de segurança de hardware na nuvem enquanto descarregam o TLS para IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services para ajudar a estabelecer uma conexão segura com o servidor web. Eles também podem obter criptografia de dados confidenciais (como um número de cartão de crédito) no nível da aplicação, antes de serem armazenados em um sistema de banco de dados.

Continuando a atender às demandas de segurança de clientes e setores altamente regulamentados

A IBM tem investido em tecnologias de computação confidencial por mais de uma década e hoje oferece computação confidencial pronta para produção para ajudar os clientes a proteger dados, aplicações e processos.

Para reforçar seu compromisso com a segurança e conformidade, a IBM continua a colaborar com seus pares no mercado para progredir ainda mais nas iniciativas de padronização. Por exemplo, as melhores práticas de segurança em IBM Cloud agora estão disponíveis como um benchmark Center for Internet Security (CIS) Foundations para IBM Cloud, e os criptógrafos de IBM Research são contribuidores importantes para os algoritmos QSC que estão listados no National Institute of Standards and Technology (NIST).

¹As chaves de criptografia e as operações criptográficas são protegidas com o certificado HSM de mais alto nível-com os serviços Hyper Protect Crypto: FIPS 140-2 Nível 4.
²Com base no IBM Hyper Protect Crypto Service, o único serviço do mercado desenvolvido com hardware certificado FIPS 140-2 Nível 4. O FIPS 140-2 Security Level4 fornece o mais alto nível de segurança definido neste padrão. Nesse nível de segurança, os mecanismos de segurança física fornecem proteção abrangente ao redor do módulo criptográfico com a intenção de detectar e responder a todas as tentativas de acesso físico não autorizado.

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Magalu mais que duplica as vendas em novembro e ganha 10 pontos percentuais de participação de mercado no e-commerce

O Magalu fez a maior Black Friday de sua história. Em novembro, mês que contou com promoções diárias nas lojas físicas e nos canais digitais, a empresa mais do que dobrou suas vendas, na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com as consultorias Nielsen e E-bit, durante os quatro dias do evento da Black Friday, o e-commerce do Magalu ganhou dez pontos percentuais de participação de mercado. Foi a Black Friday do #TemNoMagalu. Além de suas categorias tradicionais, como tecnologia e eletrodomésticos-, foram vendidas mais de 5 milhões de fraldas, 90 000 latas de milho e 30 000 pneus. A Black Friday acompanhou, assim, o ritmo forte de crescimento de vendas de novembro.

A categoria Mercado foi um dos destaques do quatro dias de Black Friday. Mais de um milhão de itens — entre produtos de higiene e limpeza, alimentos e bebidas — foram comercializados entre quinta-feira e domingo. O marketplace também teve crescimento expressivo. O número de sellers que participaram desta Black Friday cresceu 152% em relação a 2019.

Mesmo com o crescimento exponencial das vendas, o Magalu manteve a qualidade do serviço ao cliente: as reclamações durante o evento representaram apenas 0,02% dos pedidos e foram 15% menores do que a média dos últimos seis meses, na análise do site Reclame Aqui.

Show da Black das Blacks Magalu


O Magalu começou a Black Friday deste ano com o megashow Black das Blacks Magalu, na virada de quinta pra sexta-feira. O evento ficou em primeiro lugar no Twitter brasileiro, com 37 000 menções da #BlackdasBlacksMagalu. Um dos pontos altos da noite foi a presença da Lu, em holograma, no palco. A influenciadora digital virtual interagiu com a audiência e até dançou ao som do forró dos Barões da Pisadinha.

A segunda edição do show Black das Blacks foi um evento de compras, uma data de festa e entretenimento. O conceito, conhecido como shopstreaming ou live shopping, foi criado na China, para a celebração do Dia dos Solteiros. “Nosso show foi um enorme sucesso — de vendas e de audiência”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Magalu. “Fizemos uma virada histórica.”

Com direção de Boninho, a Black das Blacks Magalu foi comandada pelo apresentador Luciano Huck e contou com shows dos principais artistas e influenciadores do país – nomes como a cantora Anitta, que comemorou seus 10 anos de carreira com um medley de seus principais sucessos, a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, o pagodeiro Dilsinho e os Barões da Pisadinha, além de uma dezena de outras estrelas da música e do humor.

A Black das Blacks trouxe para o palco alguns dos principais marcos do Magalu ao longo de 2020. Os sellers do Parceiro Magalu, plataforma criada para ajudar os pequenos varejistas analógicos que precisaram fechar suas lojas durante o auge da pandemia, apareceram no telão do show para trazer suas histórias – e, claro, oferecer seus produtos. Os vendedores da empresa, por meio da venda remota, interagiram com o comediante Paulo Vieira, ao vivo.

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Como foi 2020 para as startups brasileiras?

Por José Muritiba

O ano de 2020 não poderia ter começado com expectativas melhores para o nosso ecossistema. O ano, aclamado como “o poderoso ano das startups”, ganhou este título depois da ebulição do segmento em 2019, digno de cinco novos unicórnios brasileiros, grandes investimentos na área de inovação pela América Latina e o reconhecimento das grandes corporações.

Mas nem o mais pessimista dos cenários, poderia prever para este ano, uma pandemia mundial. Entretanto, mesmo com as adversidades, será que 2020 foi um bom ano para as startups? Em alguns aspectos, foi sim! E vou te contar porque.

O ano começou agitado já em seu segundo dia, com o anúncio de mais um unicórnio: a Loft, startup que compra apartamentos usados, faz reforma e revende, ganhou o título após receber um investimento de US$175 milhões de fundos internacionais. E apenas quatro dias depois, a fintech Nubank divulgou sua primeira aquisição na história. Tudo caminhava bem, até tomarmos consciência da pandemia.

A partir daí, a palavra de ordem do ano, foi: transformação. Mesmo nosso setor, acostumado as disrupções, ambientes de incerteza e que sabe a hora de pivotar, teve muito a aprender nos primeiros meses do ano. Foi preciso readequar o planejamento, sentar em cima do caixa, ser criativo e pensar como se preparar para o novo cenário. E em um segundo momento, avaliar as oportunidades.

Com certeza foi um ano desafiador, mas com startups se mantendo como tendência. Alguns segmentos que dependiam mais do offline, como eventos, shows, esportes e restaurantes, por exemplo, foram mais afetados e possivelmente os que terão mudanças mais profundas nos próximos anos. Em contrapartida, outros segmentos foram muito demandados e cresceram neste período: como o caso do EAD (ensino a distância) que fomentou as edtechs, delivery, e-commerce, health techs (startups de saúde e bem estar) e logística.

Resultados do Mapeamento de Startups 2020 que a Abstartups acaba de lançar, indicam que 38,1% das startups brasileiras abriram processos seletivos este ano e apenas 15,4% realizaram desligamentos. Outro dado interessante é que mais de 50% das startups residentes do CUBO, maior Hub de Inovação da América Latina, cresceram em 2020.

Em relação a acesso a capital, 2020 foi um ano atípico de investimentos, com registro de crescimento, especialmente em rodadas de investimentos. Se em 2019 as rodadas de SEED eram em torno de R$ 1,6 milhão, este ano, a média registrada foi para R$ 2,4 milhões. Além disso, em setembro tivemos o anúncio de mais uma startup unicórnio – A VTex, startup de e-commerce ganhou seu título após aporte de US$ 225 milhões do Softbank.

Além disso tudo, outras pautas importantes marcaram o setor: como a assinatura do Marco Legal das Startups pela Secretaria Geral da Presidência da República. O documento é um passo importante, que trará mais reconhecimento e personalidade jurídica para o setor, assim como as discussões sobre diversidade, que surgiram com muita força no ecossistema, que ainda se mostra com um “gap” gigante a ser melhorado.

Agora, nos resta aguardar como serão os novos caminhos para 2021. Precisamos, a acima de tudo, entender como serão os cenários com uma possível vacina e reabertura, quais os novos desafios e readequação de rotina de trabalho, modelos de gestão e novas tendências de consumo. Mas independente de qualquer coisa, continuamos positivos no fomento ao desenvolvimento do ecossistema!

José Muritiba, diretor executivo da Associação Brasileira de Startups

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GFT contrata Alberto Rosati, ex-Head de Banking e Financial Services da Tata Consultancy

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e Business Agility, anuncia a chegada de Alberto Rosati para assumir como Diretor de Negócios Exponenciais (Head Exponential Business), área recém-criada na companhia para focar em projetos transformacionais, clientes e mercados exponenciais. Com a contratação, a expectativa da companhia é de que a nova divisão acelere o crescimento da GFT Brasil e gere mais de 700 novas vagas e uma receita adicional superior a R$ 150 milhões anuais em até 4 anos. O executivo integrará o board da empresa no Brasil e reportará a Marco Santos, presidente da GFT para Estados Unidos e América Latina.

Alberto Rosati traz liderança e visão estratégica para expandir a presença da GFT no país e apoiar o crescimento da empresa na América Latina e Estados Unidos por meio da conquista de clientes com capilaridade regional. “A diretoria de Negócios Exponenciais atuará fortemente nas frentes de Business Agility, Cloud Transformation, Data-AI, Open Banking, Salesforce, Automação de Processos e Lean-Startup de Produtos Digitais. No período de 4 anos, nossa meta é ter mais de 700 profissionais nestas práticas. Nosso alvo são Bancos, Fintecs, Mineradoras, Indústria 4.0, Varejo, Seguradoras e todos os segmentos de mercado que necessitam de suporte para realizar a transformação digital de forma consistente, veloz e contínua”, afirma Rosati. O executivo também fará parte do board da GFT Brasil, que atualmente conta com 10 profissionais.

Com mais de 30 anos de experiência em mercado financeiro e seguradoras, o profissional trabalhou durante os últimos 5 anos como Head da Vertical de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros da Tata Consultancy Services (TCS). Também foi CEO LATAM da multinacional Indiana Tech Mahindra entre 2009 e 2015 e atuou como líder executivo em empresas como CPM (CapGemini), EDS (DXC), Origin (ATOS). Alberto é engenheiro, com especializações em Capital Markets & Foreign Exchange pela FGV, Ciência Política pela UNB, e cursos de extensão sobre Global Business Strategy em Harvard e Emerging Market Leadership na TATA Management Training Centre, na Índia.

A contratação e o desenvolvimento da nova área refletem o processo de expansão da GFT no país, que cresceu 51% no primeiro semestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. A unidade brasileira contribuiu com o aumento de 10% da receita global do grupo GFT, com sede em Stuttgart, na Alemanha.

Para Marco Santos, presidente da GFT para Estados Unidos e América Latina, a entrada de Alberto Rosati é resultado de um processo de expansão contínuo da companhia. “Nos últimos 9 anos, a GFT está construindo uma jornada de impacto no Brasil, crescemos de 80 para 1.450 profissionais no país, inovamos na capacitação profissional do mercado de TI e aceleramos a transformação digital de nossos clientes. Agora, com a área de Mercados Exponenciais, queremos reforçar a nossa trajetória de crescimento, inovação, inclusão e transformação do mercado”, afirma o executivo.

Ao completar 25 anos, IBGC anuncia Agenda Positiva de Governança para empresas brasileiras

Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC
Crédito: Regis Filho / Divulgação IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lançou, na última sexta-feira (27), a Agenda Positiva de Governança. Direcionado para líderes de organizações, o movimento conta com cerca de 30 apoiadores. O objetivo é contribuir com a construção de um ambiente de negócios e de um país melhor. O anúncio foi feito no encerramento do 21º Congresso Anual do IBGC, que marcou o aniversário de 25 anos do instituto.

A Agenda Positiva de Governança encaminha uma mensagem direta e pragmática aos líderes das organizações que atuam no Brasil, convidando-os a agir diante de questões imperativas que vêm surgindo no mundo atual. “Todas as profundas mudanças que vivenciamos em 2020 – por motivações econômicas, sociais, políticas e sanitárias – não somente reforçaram a necessidade da adoção de princípios e melhores práticas de governança corporativa, mas também nos levaram a lançar um movimento no mercado para que os líderes das organizações exerçam um papel protagonista na resposta às aspirações humanas que vão além dos resultados econômicos e financeiros”, disse Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC.

A Agenda Positiva traz 15 medidas apoiadas em seis pilares aplicáveis a líderes de todos os tipos de organização, independentemente do porte e do setor de atuação. O primeiro pilar trata de Ética e Integridade, tema que é um imperativo moral e um fator decisivo para a continuidade dos negócios. Cabe ao líder promover um ambiente organizacional baseado na confiança, no respeito, na empatia e na solidariedade. Já o pilar Diversidade e Inclusão convoca os líderes a agirem com urgência para assegurar tratamento justo e oportunidades iguais para todos, sobretudo na promoção de equidade de gênero e raça. Os demais pilares são Ambiental e Social; Inovação e Transformação; Transparência e Prestação de Contas; e Conselhos do Futuro.

Até 26 de novembro, as seguintes organizações já haviam manifestado apoio à Agenda Positiva de Governança: Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp); Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca); Associação Brasileira de Startups (Abstartups); Associação de Investidores no Mercado de Capitais (AMEC); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA); Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec); Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec Nacional); B3; Carbon Disclosure Project (CDP); Comissão Brasileira de Acompanhamento do Relato Integrado (CBARI); Cubo; Family Business Network – Brazil (FBN Brazil); Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+; Fórum Gerações e Futuro do Trabalho; Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE); Global Reporting Initiative (GRI); Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial (IBDEE); International Finance Corporation (IFC); Instituto Brasileiro Relações com Investidores (IBRI); Instituto Capitalismo Consciente Brasil; Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon); Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil); Instituto Ethos; Mais Diversidade; Movimento Mulher 360; Rede Brasil do Pacto Global; Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS); Sistema B; Universidade Zumbi dos Palmares; e Women Corporate Directors (WCD).

Além da vitrine: o papel da tecnologia em um mundo de varejo digital

Por Moises Galindo Tinajero, consultor de Varejo da Lexmark para a América Latina

A migração do comércio físico para o online, fruto da necessidade de isolamento social, foi significativa este ano. Para ser mais objetivo, de acordo com a pesquisa de Economia Digital realizada pela Adobe, podemos dizer que a pandemia acelerou a adoção das compras digitais em cerca de quatro a seis anos.

Embora a oferta de experiências online seja um dos focos do varejo há mais de uma década no Brasil e na América Latina, a pandemia impulsionou iniciativas de transformação digital em todas as empresas e desafiou os varejistas em todos os lugares do mundo – e não apenas na região – a realizar mudanças operacionais necessárias para apoiar a mudança no comportamento de compra do consumidor.

Também durante a pandemia, segmentos que já eram comuns no e-commerce, como eletrônicos e brinquedos, se consolidaram e outros setores foram acelerados, como alimentos e bebidas, saúde, pet shop, beleza e perfumaria. A transformação fez com que o faturamento de R$ 27,3 bilhões no e-commerce nacional tivesse um salto de 71% em comparação ao mesmo período de 2019, segundo dados da Compre&Confie.

Embora as oportunidades sejam vastas, também existem muitos desafios com essa rápida migração do comércio offline para o online. Com mais consumidores agora podendo fazer suas compras com um clique, garantir a fidelidade deles se tornou ainda mais difícil.

Mesmo que o fim de um período de isolamento e distanciamento social em definitivo ainda seja incerto, o movimento em lojas físicas não só ocorre como ainda é esperado, pois há os consumidores que sentem necessidade de ir pessoalmente testar os produtos – um caso clássico é o de colchões e estofados, cuja troca pode ser um transtorno.

Além de tudo, para ter sucesso no mercado incerto de hoje, os varejistas devem investir muito em TI para que possam responder à demanda em constante mudança, oferecer suporte aos requisitos de atendimento rápido, aumentar a produtividade e fornecer experiências superiores ao cliente, tanto no online quanto no offline – tudo a um custo competitivo.

Nesse contexto, as formas como os varejistas entregam seus produtos estão mudando. As opções de Click & Collect (compre online, retire na loja) se tornaram cada vez mais populares e mais marcas estão criando escritórios ou centros de distribuição onde apenas as compras feitas online são tratadas. Também estão usando de estratégias multicanais no qual lojas próprias ou de parceiros tornam-se um ponto de retirada, acelerando os prazos de entrega.

Cada uma dessas tendências de tecnologia, coloca a impressão de volta aos holofotes. Por exemplo, atrás da vitrine (ou seja, no back office), os varejistas agora estão lidando com uma necessidade maior de ativos de impressão fundamentais e necessários para dar suporte a entregas online – itens como etiquetas de envio, listas de embalagem, notas e recibos, etiquetas de devolução, cartões de agradecimento, etc. Tudo isso precisa ser processado de forma rápida, confiável, personalizada e profissional para dar suporte ao rápido retorno dos produtos que os clientes estão esperando. E no chão de fábrica, os varejistas estão reavaliando suas experiências na loja e como tecnologias de impressão podem apoiar a produtividade dos assistentes e a necessidade de velocidade da qual os consumidores estão confiando.

Além disso, o papel da IoT e da nuvem para fornecer maior estabilidade de tecnologia e adaptabilidade nas operações também se tornou uma prioridade muito maior. Com a impressão, por exemplo, os varejistas podem usar esses recursos para requisitos de serviço remoto, eliminando o risco de qualquer tempo de inatividade, identificando problemas de serviço ou baixos níveis de toner antes que eles aconteçam. No ambiente atual, ter uma TI que nunca o decepcione se tornou um imperativo de negócios e os serviços baseados em nuvem e IoT ajudam a garantir isso.

E, por último, embora muitos suspeitem que a pandemia possa empurrar a sustentabilidade para o fundo da agenda, na verdade ela teve um efeito inverso. De acordo com a empresa de pesquisa Global Kantar, a Covid-19 impulsionou a sustentabilidade na agenda dos consumidores. Globalmente – 51% acreditam que continua sendo uma prioridade, enquanto 22% acreditam que é mais crítico do que nunca. Os varejistas precisam responder a esse interesse crescente desde o início, garantindo que qualquer tecnologia em que investirem venha com uma abordagem responsável – desde o design sustentável até o uso eficiente e a reciclagem responsável.

Não há dúvida de que o coronavírus mudou completamente o caminho típico de compra para os consumidores e alimentou o comércio eletrônico. O setor de varejo não pode se acomodar e deve continuar a longo prazo investindo em tecnologias, apostando em uma estratégia multicanal e na transformação digital – incluindo a parte de impressão, que está intimamente ligada às propostas de valor ao consumidor, inserindo modelos de operação mais inovadoras e sustentáveis. É importante não desperdiçar os aprendizados de uma crise – agora é a hora de as organizações de varejo pensarem e romperem para se manterem relevantes e lucrativas por muito mais tempo.

Embora a oferta de experiências online seja um dos focos do varejo há mais de uma década no Brasil e na América Latina, a pandemia impulsionou iniciativas de transformação digital em todas as empresas e desafiou os varejistas em todos os lugares do mundo – e não apenas na região – a realizar mudanças operacionais necessárias para apoiar a mudança no comportamento de compra do consumidor.

Também durante a pandemia, segmentos que já eram comuns no e-commerce, como eletrônicos e brinquedos, se consolidaram e outros setores foram acelerados, como alimentos e bebidas, saúde, pet shop, beleza e perfumaria. A transformação fez com que o faturamento de R$ 27,3 bilhões no e-commerce nacional tivesse um salto de 71% em comparação ao mesmo período de 2019, segundo dados da Compre&Confie.

Embora as oportunidades sejam vastas, também existem muitos desafios com essa rápida migração do comércio offline para o online. Com mais consumidores agora podendo fazer suas compras com um clique, garantir a fidelidade deles se tornou ainda mais difícil.

Mesmo que o fim de um período de isolamento e distanciamento social em definitivo ainda seja incerto, o movimento em lojas físicas não só ocorre como ainda é esperado, pois há os consumidores que sentem necessidade de ir pessoalmente testar os produtos – um caso clássico é o de colchões e estofados, cuja troca pode ser um transtorno.

Além de tudo, para ter sucesso no mercado incerto de hoje, os varejistas devem investir muito em TI para que possam responder à demanda em constante mudança, oferecer suporte aos requisitos de atendimento rápido, aumentar a produtividade e fornecer experiências superiores ao cliente, tanto no online quanto no offline – tudo a um custo competitivo.

Nesse contexto, as formas como os varejistas entregam seus produtos estão mudando. As opções de Click & Collect (compre online, retire na loja) se tornaram cada vez mais populares e mais marcas estão criando escritórios ou centros de distribuição onde apenas as compras feitas online são tratadas. Também estão usando de estratégias multicanais no qual lojas próprias ou de parceiros tornam-se um ponto de retirada, acelerando os prazos de entrega.

Cada uma dessas tendências de tecnologia, coloca a impressão de volta aos holofotes. Por exemplo, atrás da vitrine (ou seja, no back office), os varejistas agora estão lidando com uma necessidade maior de ativos de impressão fundamentais e necessários para dar suporte a entregas online – itens como etiquetas de envio, listas de embalagem, notas e recibos, etiquetas de devolução, cartões de agradecimento, etc. Tudo isso precisa ser processado de forma rápida, confiável, personalizada e profissional para dar suporte ao rápido retorno dos produtos que os clientes estão esperando. E no chão de fábrica, os varejistas estão reavaliando suas experiências na loja e como tecnologias de impressão podem apoiar a produtividade dos assistentes e a necessidade de velocidade da qual os consumidores estão confiando.

Além disso, o papel da IoT e da nuvem para fornecer maior estabilidade de tecnologia e adaptabilidade nas operações também se tornou uma prioridade muito maior. Com a impressão, por exemplo, os varejistas podem usar esses recursos para requisitos de serviço remoto, eliminando o risco de qualquer tempo de inatividade, identificando problemas de serviço ou baixos níveis de toner antes que eles aconteçam. No ambiente atual, ter uma TI que nunca o decepcione se tornou um imperativo de negócios e os serviços baseados em nuvem e IoT ajudam a garantir isso.

E, por último, embora muitos suspeitem que a pandemia possa empurrar a sustentabilidade para o fundo da agenda, na verdade ela teve um efeito inverso. De acordo com a empresa de pesquisa Global Kantar, a Covid-19 impulsionou a sustentabilidade na agenda dos consumidores. Globalmente – 51% acreditam que continua sendo uma prioridade, enquanto 22% acreditam que é mais crítico do que nunca. Os varejistas precisam responder a esse interesse crescente desde o início, garantindo que qualquer tecnologia em que investirem venha com uma abordagem responsável – desde o design sustentável até o uso eficiente e a reciclagem responsável.

OLX: Celular e videogame são os eletrônicos mais procurados na pré-Black Friday

Nas semanas que antecedem a Black Friday no Brasil, dados da OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online, mostram os produtos mais procurados nas categorias de Eletrônicos e Celulares, no intervalo de 16 de outubro a 16 de novembro de 2020. Celular ocupa o primeiro lugar com 36,4% da procura, seguido de videogame com 22,9%, televisão com 10%, notebook com 7,9% e computador e periféricos com 7,1%.

Dentre os modelos de celular mais procurados estão iPhone 7 (17,3%), iPhone 6 (13,9%) e iPhone X (8,6%), como mostra a tabela abaixo.

“Equipamentos eletrônicos tendem a ser no geral os produtos com maior demanda no fim do ano, especialmente na Black Friday. Este é o período em que as empresas de tecnologia renovam seus produtos, lançando os modelos da próxima geração. Ao mesmo tempo, as versões anteriores tendem a ficar mais baratas e equipamentos seminovos e usados se destacam por chegarem ao consumidor com valores ainda mais atrativos”, diz Lucas Vargas, general Manager da OLX.

Em relação aos consoles, Playstation 4 (33,1%), Xbox One (17,9%) e Xbox 360 (14,2%) são os mais requisitados.

Na contramão do mercado, a indústria de games ganhou impulso com a pandemia. Segundo dados da Newzoo, uma das principais consultorias do mercado de games, o segmento deve movimentar este ano US$ 1,75 bilhão em todo o mundo, um crescimento de 10% em relação a 2019. Não à toa, Sony e Microsoft lançaram recentemente o PlayStation 5 e o Xbox Series S.

Para Lucas, o período de lançamento dos consoles próximo à Black Friday permitiu que muitos fãs pudessem vender seu modelo antigo para comprar um novo. “PlayStation 4 e Xbox One estão entre os modelos mais procurados na subcategoria de videogame, o que torna a Black Friday deste ano uma ótima oportunidade para quem quer adquirir um aparelho com preço mais acessível”, diz.

Aumento na demanda em relação a 2019

Quando observados os dados de demanda na OLX nas semanas antecedentes à Black Friday deste ano, de 16 de outubro a 16 de novembro, em comparação ao mesmo período de 2019, os eletrônicos que tiveram maior aumento na procura foram, respectivamente, PC Gamer (53%), Computador e Periféricos (27%), Notebook (24%), Kindle (16%), Tablet (9%) e Televisão (7%).

Para Lucas, a pandemia foi um dos fatores que motivaram o crescimento percentual desses produtos. “Com as medidas de isolamento e distanciamento social, muitos brasileiros tiveram de adaptar seus lares para trabalhar de casa, o que justifica o crescimento no interesse e na compra de notebooks, computadores e periféricos. Ao mesmo tempo, gadgets como Celulares e Videogames cumpriram uma demanda de interação e momentos de lazer em um período de pandemia”, explica.

Black Friday na OLX

Quem pretende comprar celular ou videogame, ou está em busca de bens de consumo como eletrônicos e eletrodomésticos, pode contar com vantagens da OLX na semana da Black Friday.

A plataforma oferece incentivos aos consumidores que usarem a solução OLX Pay nas compras até 30 de novembro. Todas as transações realizadas pela opção de pagamento da plataforma terão frete grátis e poderão ser parceladas em até 12 vezes sem juros. A promoção é válida para compras de até R$ 3 mil. Confira o regulamento no link.

Fintechs e LGPD: uma oportunidade para aproveitar um mercado exponencial com mais segurança e transparência

Por Nathália Guerra


A transição do cotidiano do offline ao online está mudando radicalmente a forma como o mercado financeiro opera, dando espaço para a oferta de produtos financeiros totalmente digitais. As Fintechs – empresas que desenvolvem produtos financeiros digitais e utilizam a tecnologia como diferencial, têm oferecido inúmeras soluções neste formato, como cartões de crédito, débito, empréstimos, entre outros.

O crescimento deste segmento é vertiginoso, mesmo antes da pandemia do Coronavírus, que acelerou os processos digitais. O relatório da OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, aponta um aumento de mais de 300% na quantidade de Fintechs ativas no Brasil no período entre agosto de 2018 e junho de 2019.

É latente o potencial desta fatia de mercado em ascensão. No entanto, a transição das rotinas financeiras para o ambiente digital móvel, chamado mobile banking, expõe os usuários e os fornecedores de serviços a riscos, como fraudes e golpes de identidade. Tais ameaças não podem ser desconsideradas, principalmente no Brasil, onde vemos ocorrências de mais de três fraudes por minuto com cartão de crédito e roubo de dados de consumidores, segundo os dados do laboratório de cibersegurança da PSafe.

O segmento financeiro, mesmo digital, é densamente regulamentado no Brasil e o tema da segurança das informações já era uma realidade com suas legislações específicas, mas, desde setembro de 2020, com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), responsável por equipar os cidadãos com mais controle e autonomia sobre seus dados, ele está sendo impactado com o desafio da adequação.

Indo além da temática de segurança, que já é trabalhada pelas normativas do setor, existem outros pontos críticos da LGPD relacionados às Fintechs que afetarão substancialmente os processos das empresas, tais como o uso da identificação por biometria para a realização de transações financeiras no modelo de mobile banking; o atendimento de diversos direitos dos titulares de dados, em tempo razoável, pelos agentes de tratamento; e o foco no compliance regulatório e documentação.

Com essas imposições, como as Fintechs podem estruturar os processos internos a fim de permitir redução do risco de fraude e aproveitar o potencial deste mercado em conformidade com a LGPD? Seguem algumas dicas:

1) Desenvolver e divulgar de forma ostensiva uma Política de Privacidade clara e transparente, informando os fluxos de uso de dados e suas finalidades, além de definir seu Encarregado de Dados, conhecido como DPO – Data Protection Officer.

2) Disponibilizar, na própria Política de Privacidade, o contato do Encarregado de Dados, detalhar os direitos dos titulares e as formas para exercê-los.

3) Manter à disposição da ANPD – Autoridade Nacional de Proteção de Dados, o registro das atividades de tratamento e elaboração de relatório de impacto de tratamento de dados, necessário em alguns casos.

4) Estruturar processos internos para informar à ANPD e aos titulares de dados nos casos de “ocorrência de incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares”, situação que merece atenção especial considerando a natureza dos dados financeiros e a extensão dos prejuízos no vazamentos desses dados.

Dado o contexto da LGPD e o aumento crescente do uso de dispositivos móveis para as transações financeiras e os riscos associados, há a necessidade de uma remodelagem de sistemas e processos internos das Fintechs a fim de implementar e, ou, priorizar a proteção de dados por meio da aplicação do conceito de Privacy by Design em sua espinha dorsal e integrar a privacidade à cultura organizacional.

Nathalia Guerra, advogada, especialista em Direito Digital, Compliance, Direito Médico e consultora de Data Privacy na ICTS Protiviti

Auster evolui um dos seus principais produtos com ajuda da Espresso Labs

A transformação digital veio a galope com a pandemia do COVID-19. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o fenômeno movimentará R﹩ 465,6 bilhões até 2023. E não só as grandes empresas que precisam se preocupar com Transformação Digital: se as pequenas e médias não se atualizarem, correm o risco de ficar para trás.

A Auster, empresa que desenvolve soluções comportamentais para gestão de crises e apoio aos colaboradores no mercado corporativo, atua há mais de 35 anos no mercado e sentiu a necessidade de inovar um de seus produtos, o Viva OK. Para isso, decidiu contratar uma consultoria e software house, a Espresso Labs, para conseguir desenvolver uma plataforma mais dinâmica e intuitiva para seus colaboradores e clientes.

O Viva OK é uma ferramenta que oferece artigos, cursos online, manuais informativos, testes, vídeos, podcasts, chat com especialistas, entre outras atividades, com o objetivo de proporcionar aos usuários autoconhecimento, bem-estar e uma melhor qualidade de vida, temas muito relevantes no contexto da pandemia do Covid19.

Quando a Auster nos procurou, estavam com a plataforma Viva OK desatualizada tanto visual quanto tecnicamente. Isso acarretava no desinteresse por parte dos clientes e eventuais instabilidades no sistema. Focamos em reformular toda a experiência e infraestrutura do sistema para entregar mais valor ao cliente final, afirma Eduardo Missaka, sócio-fundador da Espresso Labs .

O time da Espresso Labs, empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos, plataformas e software em geral junto com a equipe da Auster criou novas interfaces para o sistema, deixando – o mais organizado, acessível e moderno.

Após a primeira parte do trabalho, que envolvia o redesenho da parte visual da plataforma, ser aprovada pelo time da Auster, a equipe de desenvolvedores da Espresso Labs reconstruiu, de forma completa, a plataforma Viva OK, seguindo os padrões mais modernos de programação e de proteção de dados.

A segurança dos dados foi um ponto crucial no projeto. Trabalhamos para implementar medidas para proteger a integridade dos dados tanto on-line quanto off-line explica o sócio-fundador.

Resultados

Após alguns meses da reconstrução total da plataforma, é prática comum da Espresso Labs acompanhar a evolução dos resultados junto ao cliente para avaliar se a solução possui pontos de melhoria.

Com o tempo, recebemos o feedback de que o trabalho desenvolvido deu certo e superou as expectativas dos colaboradores, usuários e diretores. A Viva OK conta, atualmente, com mais de 50 empresas parceiras, que fornecem os conteúdos para a plataforma. Além disso, o fluxo de acessos às informações relevantes e direcionamentos importantes aumentaram o valor percebido pelos clientes-finais da Auster, comenta Eduardo.

Futuro da Espresso Labs

Além da Auster, a software house que foi fundada em 2018 pelos sócios Thiago Yukio, Bruno Miyamoto e Eduardo Missaka, já atuou também para Unilever, C&A, ResMed, Cruz Vermelha Brasileira, Dorel Juvenile, entre outros.

Os sócios acreditam que, por conta da pandemia do coronavírus, as empresas tiveram que ir atrás de repensar seus processos e isso fez com a Espresso Labs conseguisse um crescimento fora da curva. Desde 2018, quando decidimos criar a Espresso, vínhamos em um crescimento constante, pois acreditávamos que aos poucos as empresas iriam se digitalizar, mas a pandemia acelerou o processo e nós estávamos preparados para a alta demanda, afirma Eduardo.

Atualmente, a Espresso Labs conta com uma equipe de 25 profissionais entre designers, programadores e consultores que conseguem entregar projetos para diferentes nichos do mercado. A software house aposta no desenvolvimento de uma solução completa, do design ao código e em uma equipe multidisciplinar para oferecer o melhor para cada cliente. Por mais clichê que seja, cada caso é um caso. A solução que oferecemos a um cliente pode não funcionar para outro. É necessário adentrar na realidade e nos processos e no contexto do cliente para entender o que melhor funciona para ele.

Por conta do crescimento de 2020 e com as expectativas de que as empresas não vão recuar quando o assunto for transformação digital, os sócios projetam um faturamento de cerca de R﹩ 3,5 milhões em 2021, 84% a mais que em 2020.

BlackRocks Startups anuncia selecionadas para o Grow Startups

O BlackRocks Startups (BRS) – Hub de inovação que acelera startups lideradas por empreendedores negros – anuncia o resultado da seleção do Grow Startups – Cresça seu negócio – programa de aceleração de startups voltado para o crescimento econômico e escalável dos negócios liderados por empreendedores negros. Abaixo, a lista com os nomes das classificadas nesta edição, realizada em parceria com o BTG Pactual:

• Double Dash Studios (doubledashstudios.com/en/) – plataforma de criação de jogos culturais;


• Edukarnegócios (www.edukarnegocios.com) – Edtech focada em estratégia corporativa;
• FazerOrçamento.com (

fazerorcamento.mailchimpsites.com/home) – Plataforma de elaboração de orçamentos para profissionais liberais;


• Goodchef (goodchef.com.br) – plataforma para pequenos empreendedores da área de foodservice;

• GoPhone (https://app.gophonebrasil.com/) – solução de proteção para smartphones com serviços realizado em uma plataforma digital;


• OnePercent (onepercent.io) – Desenvolvimento de projetos baseados em blockchain;


• Smart Dispenser (smartdispenser.herokuapp.com) – Solução tecnológica em dispensers;


• Unicainstância (https://unicainstancia.com.br/) – Inteligência artificial responsável por predizer sobre ações judiciais de cobranças indevidas em contas de consumo;


• Viverde Casa (https://linktr.ee/viverdecasa) – Plataforma de capacitação e mediação de mão de obra para construção civil; e

• Trampay (https://trampay.com/) – Fintech de benefícios aos trabalhadores, conectando com empreendedores, ofertando descontos e produtos acessíveis

As empresas citadas acima terão acesso ao boostLAB, hub de negócios do BTG Pactual para as empresas Tech dedicado a conexão e potencialização de startups em tração – créditos de até US$ 5mil por dois anos em ferramentas e recursos da Amazon e ao programa de conexão das startups com grandes empresas. Tudo isso com o objetivo de fortalecer o networking desses empreendedores, bem como criar oportunidades de negócios e acesso aos fundos de investimentos.

Os encontros serão online e todas as selecionadas têm ao menos um fundador negro. “Queremos que negócios inovadores estejam no radar do ecossistema de startups no Brasil e que estes negócios tenham oportunidades de acesso e principalmente que mostrem seus diferenciais em um mercado que pouco valoriza nossa inteligência”, explica Maitê Lourenço.

O Grow Startups terá duração de 4 meses, com uma dedicação média de 15 horas semanais, quando serão realizadas reuniões tanto em conjunto com as demais startups participantes do programa, quanto de forma individual – sempre online. É necessário, ainda, que os fundadores estejam sempre presentes nesses encontros.

“Estamos muito felizes e esperançosos com essa parceria com a BlackRocks. Ficamos bastante satisfeitos com o número de inscrições e com a qualidade das startups escolhidas. Nossa expectativa é que este tipo de iniciativa motive cada vez mais empreendedores negros a lançarem novos projetos, com a certeza de que iremos apoiá-los em conjunto com a BlackRocks.”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiências: para 93% deles, pandemia tem dificultado procura por emprego

Celebrado no dia 3 de dezembro, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é mais uma relevante data para reforçar a importância da inclusão da pessoa com deficiência em todos os ambientes da sociedade. E em meio à pandemia, a reivindicação por oportunidades de emprego se tornou ainda mais necessária. É o que mostra pesquisa da Catho realizada com mais de 1,4 mil profissionais com deficiência.

De acordo com o levantamento, a pandemia do novo coronavírus tem dificultado a procura por emprego para 93% dos respondentes. Para 69%, justamente, a falta de oportunidades é a maior barreira profissional enfrentada por eles.

“Os dados mostram que para essa significativa parcela da população, a pandemia piorou ainda mais a procura por trabalho desses profissionais. Por isso, é crucial que as empresas se conscientizem da importância e criem mecanismos de inclusão que vão além do cumprimento da Lei de Cotas”, destaca Ricardo Morais, gerente sênior da Catho.

O levantamento ainda mostra que a forma mais comum para procurar empregos por profissionais com deficiência tem sido a internet (83%), principalmente os sites de recrutamento – como a Catho -, que oferece gratuidade aos profissionais com laudo válido, desde 2016.

Mutirão virtual de emprego oferece vagas de emprego e revisão de currículo

Atuando de maneira ativa na luta por inclusão há anos, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a empresa promove de maneira on-line e gratuita o Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito voltado exclusivamente para esse público com oferta de vagas e apoio de grandes empresas como Ambev, Burger King, Vivo, CCR, Grupo Almativa, Santa Causa, Consolidar e Santo Caos.

Neste ano, a programação do evento contará com workshop sobre como ter o currículo de sucesso, palestras com recrutadores e especialistas, além de painel com influenciadores e revisão de currículos.

O evento contará, também, o sorteio de consulta on-line (telemedicina). A ação visa aumentar o número de profissionais com laudo, visto que segundo pesquisa da Catho, 72% já tiveram problemas na hora de ser contratado devido ao documento.

Na segunda edição do evento, o mutirão tem como principal proposta colocar em prática o manifesto do Minha Vaga Por Direito, movimento da Catho que, desde 2018, reivindica mais oportunidades ao profissional com deficiência. Em 2019, na primeira edição, mais de mil vagas de emprego foram ofertadas.

“O mutirão tem o objetivo de tornar em ação efetiva nossos esforços com relação a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para nós, o evento acontece como um impulsionador de empregabilidade para esse público que está em busca de oportunidades, é capacitado mas, esbarra, muitas vezes, na invisibilidade e discriminação. Sendo assim nosso propósito é contribuir para que esses profissionais sejam cada vez mais vistos, ainda mais agora com a pandemia e imposição de mais dificuldades”, afirma Morais.

Serviço:

Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito

Data: 3 de dezembro

Link para o evento:https:// www.minhavagapordireito.com.br/mutirao

Horário: 15h às 17h30

Entrada: Gratuita

Inscrição: www.minhavagapordireito.com.br/mutirao

Ipiranga promove aceleração de startups, por meio do Programa Scale-Up da Endeavor

A Ipiranga é patrocinadora da primeira edição do Scale-Up Endeavor Smart Cities, programa de aceleração da Endeavor que tem como objetivo selecionar 12 empresas de tecnologia que proponham soluções e desenvolvimento inteligente para cidades brasileiras. O Turbo, hub de inovação da Ipiranga, participará ainda de meetups e conexões que serão oferecidas aos empreendedores selecionados.

O Scale-up Endeavor Smart Cities tem como foco negócios que proponham soluções em áreas como mobilidade, logística, turismo, conectividade, economia circular, energia, água, lixo, govtech e segurança. Os empreendedores interessados, e que se encaixem no perfil procurado pelo programa de aceleração, podem acessar mais informações e se inscrever até o dia 15 de janeiro de 2021: https://endeavor.org.br/scaleup/smart-cities/.

Com a participação, o Turbo terá a oportunidade para avançar ainda mais nos pilares de Energia e Mobilidade, reforçando o propósito da Ipiranga de facilitar a vida e a mobilidade das pessoas, sempre apoiado em sua estratégia de sustentabilidade. Os Postos Ipiranga estão presentes em todos os estados do país, integrados ao dia a dia das cidades brasileiras, e ambicionam acelerar a transformação dos negócios para suprir a sociedade do futuro.

“Nós acreditamos em uma expansão estratégica de nossos negócios como um catalisador da Ipiranga do futuro, garantindo nossa entrada e relevância em mercados ainda pouco explorados”, afirma Marcelo Araujo, Presidente da Ipiranga. O programa permite uma conexão com players estratégicos nessa expansão, reafirmando a metodologia open innovation que vem direcionando a jornada do Turbo. As scale-ups têm um modelo de negócio sólido e validado, com uma operação robusta para escala acelerada, além de um time estruturado com velocidade de execução e escalabilidade.

A parceria com a Endeavor reforça a atual estratégia da Ipiranga, que vem construindo parcerias estratégicas junto a startups, gerando novos mercados para o seu negócio e fomentando o empreendedorismo no Brasil.

Black Friday: levantamento da PROTESTE ajuda consumidor a não cair em armadilhas

Na Black Friday, muitos consumidores estão aguardando oportunidades de compra com descontos reais. Porém, nem sempre isso acontece, pois muitas lojas fazem, antecipadamente, uma maquiagem nos preços, fazendo com que seus produtos pareçam verdadeiras promoções.

Para evitar armadilhas deste tipo, no período de janeiro a novembro, a PROTESTE acompanhou preços de algumas categorias de produtos, que estão entre os mais buscados pelos consumidores na internet, de acordo com dados do Google.

O consumidor também pode contar com a ajuda da associação para pesquisar outros itens de seu interesse, instalando em seu navegador a ferramenta Mais Barato , um comparador de preços exclusivo da PROTESTE.

O estudo considerou o histórico de preços de 42 lojas, para seis categorias – geladeira, máquina de lavar, micro-ondas, smartphones, televisão e ventilador. Acompanhe os resultados do levantamento e escolha com sabedoria. Além disso, em todos os casos, confira antes da transação o valor do frete!

Smartphones

Samsung S10 Plus 128GB: os preços, no período, oscilaram entre R﹩ 2.439 e R﹩ 5.899, o que significa uma variação de 141,86%. Na análise da PROTESTE, o produto só vale a pena na Black Friday se for vendido pelo valor de R﹩2.439 ou menor.

iPhone XR de 128 GB: assim como os outros iPhones, o produto apresentou um aumento do preço mínimo ao longo do tempo, provavelmente devido à alta do dólar. O preço online mínimo foi R﹩ 2.903 (em 27/03), enquanto o máximo foi de R﹩ 5.608,98 (7/11), uma variação de 93,21%. Encontrar o produto abaixo de R﹩ 3.000 vai ser bastante improvável, mesmo na Black Friday, pois em novembro o menor preço mínimo encontrado foi de R﹩ 3.678,99. Sendo assim, valores próximos de R﹩ 3.000 podem ser uma boa oferta para esse produto. Vale lembrar que o aparelho pode vir sem fone de ouvido e carregador, conforme a nova estratégia da Apple.

iPhone 11 de 64GB: o preço online mínimo foi R﹩ 3.499 (09/07), enquanto o máximo foi R﹩ 6.599 (30/10). A variação encontrada foi de 88,59 %. Com o aumento do dólar e o reajuste da Apple, vai ser difícil achar esse produto abaixo de R﹩ 4.000 – que também pode vir sem fone e carregador.

Motorola G8 Power: o preço online mínimo foi R﹩ 1.143,12 (26/03) e o máximo, R﹩ 2.199 (15/09), com variação de 92,36%.

Samsung Galaxy A31: o preço online mínimo encontrado foi de R﹩ 1.100 (12/11), enquanto o maior preço encontrado foi de R﹩ 2.399, em diversas datas (variação de 118,09%). Como houve queda em novembro, a PROTESTE considera que o aparelho pode chegar a esse valor de novo na Black Friday.

LG K41S: com variação de 138,25%, os preços do aparelho variaram entre R﹩ 839 e R﹩ 1.999. O preço mínimo desse celular teve um queda no mês de outubro e tem permanecido com esse preço de R﹩ 839 até então. Esse produto valerá a pena na Black Friday caso venha com alguma promoção que seja abaixo desse valor.

Televisores

LG OLED65E9PSA: apresentou diferença de 111,77% se comprarmos o preço mínimo de R﹩ 8.499,20 (09/08) com R﹩ 17.999, na mesma data, em outro site online. No final de outubro e no mês de novembro esse modelo tem se mantido no preço mínimo entre R﹩ 9.299 e R﹩ 9.499. Para valer a pena na Black Friday, o preço teria que ser de R﹩ 8.499,20 ou menor.

TV Samsung UN55RU7100G: apresentou aumento gradual do preço mínimo e médio ao longo do período. No início de janeiro, o preço mínimo dela era R﹩ 2.199, tendo chegado a R﹩ 2.999 em 15/11. Esse produto pode acabar gerando uma falsa sensação de promoção caso ele tenha uma oferta que seja maior que R﹩ 2.199.

LG 65SM8600PSA: o aparelho apresentou, no ano, um preço mínimo de R﹩ 4.499,99 (18/10) e o preço máximo de R﹩12.318,40 (variação de 173,74% no período). Foi possível identificar uma estabilização do preço mínimo nos meses de outubro e novembro no valor de R﹩ 4.899,99. Porém, a compra só pode ser considerada promoção de Black Friday com valores iguais ou abaixo de R﹩ 4.499.

UN43TU7000: o modelo faz parte da nova linha de TVs da Samsung e, por isso, é perceptível a queda do preço ao longo do tempo até se ajustar em um valor. O menor preço registrado em 2020 foi de R﹩1.844,10 (05/10) e o maior foi de R﹩ 2.899 (31/08 e em boa parte de setembro). O melhor valor para comprar desse produto na Black Friday é de R﹩1.844,10 ou menos.

Panasonic TC-32FS500B: o aparelho pode ser mais um modelo com potencial problema na Black Friday. O valor mínimo da TV era R﹩ 742,90 em janeiro e permaneceu assim pelo mês todo. O preço mínimo foi aumentando ao longo do ano até chegar em R﹩ 1.059, no fim de novembro. A variação do dólar pode ter influenciado, assim como a pandemia. Para ser uma boa promoção na Black Friday, seria importante esse modelo ter preços iguais ou mais baixos que R﹩742,90.

Micro-ondas

Brastemp BMS45: nos dois primeiros meses do ano, o preço mínimo era de R﹩ 396,90, mas a partir do dia 20/03 houve aumento. Atualmente, o preço médio deste produto é de R﹩ 573,90, portanto um valor promocional ideal seria abaixo de R﹩ 400, que representaria um desconto de 30% em relação ao preço médio.

MS3052R da LG: o preço médio deste modelo é de R﹩ 474,43. Ele teve um aumento do preço mínimo no dia 01/07, saindo de R﹩ 340 para R﹩ 499, o que pode ter sido influência do dólar alto. Porém, na última semana de pesquisa de novembro, o preço mínimo foi para R﹩ 409, o menor desde 21/07. Assim, uma oferta abaixo dos R﹩ 400 é uma boa oportunidade.

Brastemp BMJ38: o menor preço encontrado deste produto foi de R﹩ 599, enquanto o maior preço foi de R﹩ 1.369, uma diferença absoluta de R﹩ 770 – com este valor, poderia ser possível adquirir dois modelos. Um bom valor para adquirir esse modelo é abaixo de R﹩ 599.

Consul CM020: ao longo do período pesquisado, houve variação de preço de 189%, com o preço mínimo no valor de R﹩ 229,90; porém, o valor ideal para este produto na Black Friday é R﹩ 339, pois o preço médio subiu bastante desde março.

Consul CMS45: o valor médio é de R﹩ 531,25, sendo que o menor preço encontrado foi em janeiro (R﹩ 350,10) – valor considerado como ideal pela PROTESTE para compra na Black Friday, pois os preços aumentaram cerca de 33%.

Geladeiras

TF56, da Electrolux: o produto apresentou um preço online mínimo no valor de R﹩ 2.429,10 (25/09), enquanto o maior foi de R﹩ 4.836,90, uma variação de 99%. Por isso, é muito importante o consumidor pesquisar bastante antes de comprar. Neste caso, uma boa oferta seria abaixo de R﹩ 2.429,10.

Brastemp BRE80: o modelo apresentou um preço médio de R﹩ R﹩ 3.930,42, no ano. O preço mínimo encontrado para este modelo foi R﹩ 2.849,05, o que significa que o consumidor pode fazer uma boa compra, caso o preço seja inferior ou igual a este valor.

Electrolux DB53: o menor preço encontrado foi de R﹩ 2.699,10 e o maior, R﹩ 5.567,84, ou seja, uma economia de R﹩ 2.868,74, o que equivale uma variação de 106%. Com a diferença, o consumidor poderia comprar duas geladeiras, ao invés de uma, mostrando a importância de realizar uma ampla pesquisa antes de adquirir um produto.

Consul CRM51: o menor preço encontrado foi de R﹩ 1.619, e o maior, R﹩ 4.541,80 (com média de R﹩2.475,46). Para a PROTESTE, uma boa oferta de Black Friday seria no intervalo entre R﹩ 1.600 e R﹩1.800, sendo considerado como valor ideal abaixo de R﹩ 1.619.

Electrolux TF55: foram encontrados no dia 26/10 preços on-line de R﹩ 2.260,05 a R﹩ 3.499,90, uma variação de 55%. O preço considerado pela PROTESTE como uma grande oportunidade seria abaixo ou próximo do valor de R﹩ 1.899.

Brastemp BRM57AB: o preço médio encontrado no período foi R﹩ 3.411,44, apesar de, no intervalo entre 12 e 17/11/2020, o valor tenha sido de R﹩ 2.969,10, uma redução somente nesta semana de R﹩ 442,34, o que pode indicar a antecipação da Black Friday. Para a PROTESTE, uma boa oportunidade de compra é um valor abaixo de R﹩ 2.500.

Ventiladores

Arno Silence VF 40: de setembro a novembro, o preço médio saltou de R﹩ 169 para R﹩ 216, um aumento de 28%. Segundo a PROTESTE, o consumidor deve estar atento às promoções da Black Friday deste modelo, pois mesmo com o aumento dos últimos meses é possível encontrá-lo na faixa de R﹩ 150,00 a R﹩ 160,00.

Arno VF 55: houve um aumento do preço mínimo, que era de R﹩ 159 no começo do ano para R﹩ 197,91, em novembro, ou seja, 24,47%. Assim, uma boa compra não pode ser superior a R﹩ 197,91.

Britânia Mega Turbo 40 Six: não foram encontradas diferenças significativas durante o levantamento. Porém, é preciso pesquisar. Em 17/11, o menor valor encontrado foi de R﹩ 103 e o maior foi R﹩ 329, ou seja, uma diferença R﹩ 226. Assim, promoções com este produto deve levar em consideração o valor de R﹩ 103.

Britânia Ventus 40: apesar de um aumento do preço médio do começo de setembro ao final de outubro, passando de R﹩ 107 para R﹩ 137, em novembro o preço médio se estabilizou em um valor um pouco menor, R﹩ 124,00, o que pode indicar que não haverá grandes surpresas com este modelo. No dia 17/11, ele foi encontrado por R﹩ 85,00 (preço mínimo). Assim, o consumidor deve pagar no máximo este valor para uma boa compra.

Ventilador de mesa Mondial NV15: o aparelho teve o preço médio subindo desde junho, de forma constante, até atingir seu pico em novembro. Saiu de um patamar de R﹩ 79 (23/06) para R﹩ 100. O valor máximo saiu de R﹩ 114, em janeiro, para R﹩ 229 (03/11). O consumidor deve estar atento, pois foram encontrados preços abaixo de R﹩ 70,00 durante o mês de novembro até o dia 17 e que deve servir de referência máxima para uma promoção.

Philco Master Power ZES 40: foi notado um aumento significativo do preço médio de R﹩ 117, para R﹩ 190 (17/11), ou seja 62%. Para a PROTESTE, o patamar máximo ideal é R﹩ 104, preço mínimo em 17/11.

Máquinas de lavar

Brastemp BWD15: de setembro a novembro houve queda do valor do preço médio, saindo de R﹩ 3.269 para R﹩ 2.835, ou seja, 13% de diferença. O valor mínimo encontrado no dia 01/01 foi R﹩ 1.997, e em 17/11 foi R﹩ 2.469. Assim, o consumidor não deve ter surpresas com promoções envolvendo este modelo.

Brastemp BWJ09: o modelo apresentou preços mínimos (entre R﹩ 1.200 e R﹩ 1.400) e médios (R﹩ 1.500) bem constantes desde julho. Para a PROTESTE, R﹩ 1.200 é o patamar máximo para uma promoção.

Consul CWL16: O preço mínimo no início do ano (04/01), no valor de R﹩ 1.809, é um pouco maior do que o encontrado em 17/11, R﹩ 1.754. O preço máximo também não é tão diferente entre o começo e o fim do ano, variando entre R﹩ 1.300 e R﹩ 1.430. Assim, na Black Friday deve ser menor que R﹩ 1.754.

Electrolux LAC09: o modelo apresentou uma queda do preço médio entre julho e novembro, saindo de R﹩ 1.499 para R﹩ 1.294. Desde então, o preço tem apresentado queda. Assim, o consumidor deve ter como referência o preço de R﹩ 1.128 como valor máximo promocional na Black Friday.

Electrolux LAC11: a máquina também apresentou os seus preços mínimos e médios sem grandes alterações de julho em diante, ou seja, não foi identificado um aumento de preço que indique alguma estratégia para Black Friday. Como referência para a Black Friday, no dia 03/11 este modelo foi encontrado por R﹩ 1.286, que deve ser o valor máximo para uma boa compra.

Samsung WD 6000: também não apresentou diferença de preços mínimos e médios de julho em diante. Apesar disso, o menor valor encontrado para o produto foi R﹩ 2.700 (09/01), sendo R﹩ 1.190 mais barato que em 17/11. Assim, o preço máximo para uma boa compra é de R﹩ 3.390.

Confira a pesquisa completa no site da PROTESTE: www.proteste.org.br

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E-commerce brasileiro segue em boom e tem alta de 54,79% nas vendas online em outubro de 2020

As vendas registradas pela internet seguem em alta no Brasil. Ao comparar os meses de outubro de 2020, em relação ao ano passado, o crescimento do setor foi de 54,79% nas vendas. Já no faturamento, a expansão foi de 64,13%, usando o mesmo período de comparação. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

“As vendas do mês de outubro tiveram crescimento abaixo dos meses anteriores de 2020, mais ainda bem acima se comparado com o ano passado. Este cenário pode ser facilmente explicado pelo fator dos consumidores estarem aguardando para realizar compras de itens de maior valor agregado na Black Friday e Natal”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Mesmo com o varejo físico aberto, os consumidores brasileiros criaram o hábito de comprar online. Apesar de o movimento ter se intensificado, ao observar a comparação de vendas online em outubro com setembro, a variação foi negativa de (-2,67%). Porém, nota-se que o acumulado do ano segue positivo: 44,63%.

A composição regional, nas vendas online em outubro deste ano frente ao mesmo mês de 2019 ficou da seguinte forma: Nordeste (82,69%); Centro-Oeste (57,87%); Norte (56,73%); Sul (53,25%) e Sudeste (49,84%).

Já no acumulado do ano, a avaliação regional ficou assim: Nordeste (67,90%); Sul (53,39%); Centro-Oeste (43,83%); Norte (42,24%) e Sudeste (39,23%).

Faturamento

Ao observar a métrica de faturamento, na comparação entre outubro e setembro de 2020, esta também teve queda (-2,29%). Porém, no acumulado do ano, seguiu em alta de 48,47%.

Os dados regionais de faturamento, na observação entre outubro deste ano, ante o mesmo período de 2019, ficaram da seguinte forma: Nordeste (88,52%); Centro-Oeste (74,33%); Norte (72,53%); Sul (67,36%) e Sudeste (56,47%).

No acumulado do ano, por sua vez, os desdobramentos foram: Nordeste (71,70%); Sul (58,46%); Sudeste (42,78%); Centro-Oeste (41,80%) e Norte (37,99%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em setembro, o e-commerce representou 9,4% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8,6%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 11 de novembro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em setembro, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,8%); móveis e eletrodomésticos (24,5%); e tecidos, vestuário e calçados (12,5%). Na sequência, outros artigosde usos pessoal e doméstico (8,6%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,2%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de julho a setembro de 2020, 17,9% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 0,3 p.p em relação ao trimestre anterior (18,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (11,3%), houve crescimento de 6,6 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: https://www.mccenet.com.br/

Pesquisa do Twitter aponta preferência do consumidor por compras online e pagamentos via aplicativos bancários

Os pagamentos por aplicativos bancários vêm ganhando cada vez mais espaço e importância na vida financeira dos consumidores, e as pessoas estão cada vez mais comentando sobre as suas facilidades. As compras online já são a preferência e o caminho para o universo digital é uma tendência definitiva, inclusive depois da pandemia.

Uma pesquisa realizada pelo Twitter no Brasil, aponta como os consumidores estão dando preferência para esse tipo de tecnologia para fazerem seus pagamentos: de acordo com o levantamento*, 27% dos entrevistados mencionam preferência pelos aplicativos bancários – para atividades como transferências, pagamento de contas, entre outros. Na sequência, aparecem cartão de crédito (23%), dinheiro (16%), cartão de débito (14%), boletos (9%) e carteiras digitais – PicPay, PayPal, PagSeguro etc. (7%). Ainda segundo as pessoas que responderam à pesquisa, os motivos de suas escolhas são*:

• 52% – Agilidade no pagamento / tempo que demora para ser compensado

• 43% – Praticidade

• 36% – Hábito

• 25% – Segurança

• 22% – Organização financeira

• 20% – Isenção de tarifas / descontos

• 12% – Parcelamento de compra

• 6% – Pontos / milhas / benefícios

Para se ter uma ideia, quase metade dos comentários referente a meios de pagamento** fazem relação com meios digitais – 49%. Esta forma ultrapassou até mesmo meios mais bem estabelecidos como cartões de débito e crédito (44%). Apenas 4% falam em boletos e 3% em dinheiro vivo.

Este assunto ganhou ainda mais repercussão por conta da pandemia de Covid-19 e da necessidade de isolamento social. Foram registrados quase dois milhões de Tweets sobre meios de pagamento entre 2019 e agosto de 2020, o que representa crescimento de 104% entre o ano passado e este ano (Volume de Tweets de Janeiro até Agosto para cada ano)**.

Sem a possibilidade de visitar lojas, por exemplo, as pessoas utilizaram ainda mais as compras online, preferência para 68% das pessoas no Twitter, enquanto outros 32% ainda se sentem mais confortáveis em aquisições feitas em lojas***. E esta tendência deve se manter mesmo quando a pandemia finalmente for controlada. Mais da metade das pessoas (55%) pretendem continuar fazendo compras online mais frequentemente; 44% declaram que seguirão usando mais serviços de pagamento mobile, 37% utilizarão dos deliverys de comida mais frequentemente (iFood, Uber Eats etc) e 36% pretendem trabalhar de casa mais vezes.****

*Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados do Twitter Insight Survey (TIS) 23/09/2020 a 28/09/2020 [n=473]. Q1: “Qual dos meios de pagamento abaixo é o seu preferido?” e Q2: “Quais são os fatores que te fazem preferir esse meio? (selecione todos que se apliquem)”

**Fonte: Meios de pagamento durante COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados da BrandWatch 01/2018 até 08/2020

*** Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index Q1 e Q2 2020 | “Tipicamente, qual das seguintes você prefere fazer?”

****Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index Q1 e Q2 2020 | “Após a pandemia acabar, você acha que fará alguma das seguintes ações?”

INPI cria escritórios regionais em centros de pesquisa (Unidades EMBRAPII) de inovação industrial

O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) instalou novos centros de Propriedade Industrial, Negócios e Inovação em sete Unidades EMBRAPII, centros de pesquisas credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) para inovar com a Indústria. A intenção é permitir o uso mais eficiente do sistema de propriedade intelectual e, consequentemente, a geração de patentes industriais. No último ano, houve crescimento de 25% nos pedidos de Propriedade Intelectual (PI) pelas Unidades EMBRAPII.

A instalação dos polos regionais é resultado do primeiro ano do acordo entre as instituições. Essa e outras iniciativas do acordo serão divulgadas em cerimônia no Ministério da Economia, nesta quinta-feira (26).

O diretor de Planejamento e Relações Institucionais da EMBRAPII, José Luis Gordon, destaca que a proximidade vai gerar maior sinergia entre os pesquisadores em relação às ferramentas de proteção, gestão e exploração financeira das patentes. “A parceria vai proporcionar maior rapidez e agilidade na geração de patentes às empresas. A estratégia contribuiu para que o país aumente o número de volume de PI, algo que o Brasil precisa evoluir: se comparado ao tamanho de sua economia, a quantidade de patentes é desproporcionalmente modesta”, diz.

Segundo Felipe Oliveira, coordenador-geral de Disseminação para Inovação do INPI, o instituto tem apostado na inserção nos principais clusters de inovação. A estratégia consiste em oferecer suporte técnico para o desenvolvimento de negócios e promover uso eficaz de sistema de PI. “O caso da EMBRAPII é emblemático. A gente observa um potencial muito grande para geração de ativos econômicos. Diferentemente de outros ecossistemas, há uma demanda de mercado muita clara na EMBRAPII: os projetos de inovação atendem a necessidades do setor empresarial. São realmente inovações, que se tornarão novos produtos e processos industriais, que trarão benefícios sociais e econômicos ao Brasil”, destaca.

A instalação de centros regionais nas Unidades EMBRAPII é resultado do primeiro ano da parceria entre a Embrapii e o INPI. As contempladas são: Instituto Federal do Ceará (IF CE), em Fortaleza; Senai Cimatec, em Salvador (BA), Instituto Senai de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais, em Belo Horizonte (MG), o Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (CEIA/UFG), em Goiânia e o Instituto Federal do Espírito Santo (IF ES), em Vitória.

Outros resultados alcançados com a parceria foi o desenvolvimento do estudo “Clusters de Inovação em Saúde no Brasil”, que colaborou para a contratação de 15 projetos aplicados na área da saúde, totalizando mais de R﹩ 7,2 milhões em investimento em P, D&I. Além disso, também foi implementada a expansão do programa de Telementoria em PI. O curso se inicia no dia 30 de novembro e deve atender 70 profissionais de 32 Unidades EMBRAPII.

Wayra investe na edtech Alicerce Educação

A Wayra, hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo, anuncia investimento no Alicerce Educação, empreendimento social que tem como missão oferecer ensino acessível e de qualidade no contraturno escolar a crianças a partir de 5 anos e jovens de até 25 anos. Atualmente, a startup já conta com investidores como o fundo Good Karma Ventures e anjos como Luciano Huck e Jair Ribeiro. A novidade faz parte da estratégia da Wayra em realizar investimentos em startups mais maduras e escaláveis que tenham sinergia às áreas prioritárias de negócios da Vivo, como o setor de educação.

Fundado em 2018, o Alicerce Educação conta com uma base de mais de 5 mil alunos e tem por objetivo ampliar e incentivar a educação de qualidade para mais de 4 milhões de jovens pelo Brasil e, consequentemente, suas famílias e redes de apoio. Além da educação, a startup tem como missão conectar os jovens e apoiá-los no preparo para obter melhores oportunidades de primeiro emprego, ou oportunidades de acesso a universidades públicas e programas de bolsa de estudos.

De acordo com Paulo Batista, CEO e um dos fundadores da startup, o Alicerce tem tido resultados de aprendizagem muito chamativos, recuperando em média o equivalente a 1.2 ano de conteúdo escolar a cada 60 dias em seus alunos. Com isso, tem sido cada vez mais acessada por grandes empresas buscando qualificar sua mão-de-obra.

“A Wayra e a Vivo vêm buscando parcerias para levar educação digital à distância e contribuir com a sociedade. Esse investimento no Alicerce reforça nosso propósito, apoiando a melhoria da qualidade da educação das crianças e jovens do nosso país”, diz Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil. O objetivo da Wayra é conectar a edtech com a Vivo e outros parceiros para apoiá-la a escalar o impacto da startup no país.

O Alicerce possui 82 unidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Paraná, e oferece um complemento de qualidade ao ensino básico oferecido pelas escolas regulares, com aulas de português, matemática, inglês e programação. O método da empresa, inspirado nas melhores práticas de educação do mundo, integra o desenvolvimento dessas competências ao desenvolvimento de conhecimentos gerais, mindfulness, habilidades socioemocionais e projeto de vida, despertando no jovem a consciência nas oportunidades ao seu alcance.

Na pandemia, o método foi completamente adaptado para o meio online, e passou a ser oferecido como “Alicerce em Casa”, ampliando muito o alcance da solução para todo o Brasil de forma ainda mais ágil e escalável. “Quando notamos que o nosso método funciona muito bem de forma remota, a parceria com a Vivo e Wayra se tornou imprescindível para juntos trabalharmos a acessibilidade de dados para a educação. 93% dos jovens brasileiros têm acesso a device, mas apenas 34% têm acesso a internet ilimitada. Resolver esse problema de forma eficiente é uma grande oportunidade de impacto e de negócio.”, declara o fundador.

Com a nova investida, a Wayra passa a ter 34 empresas em seu portfólio atual que, juntas, têm valor de mercado de cerca de R$ 1 bilhão. Cerca de 40% delas fazem ou fizeram negócios com a Vivo. Já o portfólio de inovação aberta global do grupo Telefónica conta com mais de 500 startups ativas.

Live #edtechs

Para reforçar ainda mais seu posicionamento na área de educação, a Wayra, em parceria com o Distrito, realizará uma Live no dia 01/12, às 18h, sobre o cenário de educação. A discussão será baseada no lançamento do Edtech Report feito pelo Distrito Dataminer.

O painel “Inovar para educar: desafios, conquistas e tendências das edtechs no Brasil” terá a moderação da Livia Brando, Country Manager da Wayra, com a participação do Eduardo Bayer Knopman, Dataminer do Distrito, Nathalia Bustamante, da Fundação Estudar, Paulo Batista, fundador e CEO da startup Alicerce Educação, e Iona Szkurnik, da Education Journey. Inscrições gratuitas aqui.