Archive outubro 2020

MCTI e EMBRAPII lançam a maior rede de Inovação em Inteligência Artificial do País

Para potencializar a capacidade produtiva e a competitividade das empresas brasileiras, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), organização vinculada ao MCTI, se uniram e criaram a Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial, a maior de todo o país na área.

A proposta é incentivar o uso de tecnologias de fronteira no processo produtivo da indústria nacional, oferendo um ecossistema de inovação com competências tecnológicas complementares, que contará com recursos não reembolsáveis e centros de pesquisas com infraestrutura e profissionais qualificados para apoiar a indústria a inovar, as chamadas Unidades EMBRAPII. O lançamento da Rede foi oficializado nesta quinta-feira (28) e transmitido pelo link: http://bit.ly/3i994iw

Incialmente, 17 Unidades EMBRAPII vão compor a Rede, compartilhando infraestrutura, competências e recursos humanos no desenvolvimento de soluções em diversas áreas: Machine Learning, Internet das Coisas, Big Data, Analytics, entre outras. Também serão destinados, em cinco anos, R﹩ 70 milhões de recursos à Rede, sendo R﹩ 20 milhões com foco em IA aplicado ao setor automotivo e agronegócio. Os recursos são provenientes da Lei de Informática e do Programa Rota 2030. Como o modelo de atuação da Embrapii prevê o co-investimento do setor empresarial, estima-se que a criação da Rede gere cerca R﹩ 140 milhões em inovações (soma-se aos recursos da EMBRAPII, os valores da contrapartida das empresas e o recurso não-financeiro das Unidades EMBRAPII – como uso de equipamento e pagamento de hora-homem).

Parte dos recursos serão utilizados para desenvolver a competência em Inteligência Artificial dos centros de pesquisas e fortalecer a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e inovação nacional sobre o tema. Também planeja-se aproximar as Unidades EMBRAPII da fronteira internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimento a colaboração recíproca com as principais redes de Inteligência Artificial do mundo, seja na Europa, Israel, América do Norte, entre outras.

Projetos Cooperativos e Pequenas Empresas

Projetos de pequenas empresas e de Startups deeptech, aquelas que possuem alta densidade tecnológica, também estão no foco da Rede. Serão oferecidos recursos não reembolsáveis e suporte técnico-científico em todo o ciclo de desenvolvimento da solução tecnológica, até a chegada do produto ao mercado. Outro desafio proposto pela Rede é intensificar o desenvolvimento cooperativo de projetos entre diferentes empresas. A cooperação pode ser realizada entre empresas que pertencem a mesma cadeia produtiva, buscando gerar novos produtos e processos que beneficiem todo o setor; entre startups e empresas consolidadas no mercado e que anseiam inovar o modelo de negócio, e ainda pouco usual no país, entre concorrentes, modelo em que dividem custos e riscos do desenvolvimento da tecnologia, mas que aplicam como melhor convier a cada uma no mercado.

Inteligência Artificial na Embrapii

Em seis anos de atuação, a EMBRAPII apoiou 136 empresas com o desenvolvimento de 145 projetos que fazem uso de Inteligência Artificial. São soluções para agro, saúde, manufatura 4.0, entre outros setores, que somam R﹩ 196 milhões em investimento. Mais da metade (51,4%) proveniente do setor empresarial. Equipamentos para o setor de serviços responde 22,1% do total de projetos. Em seguida vem a área de Saúde (10,3%) e, em terceiro, equipamentos para aprimorar a produção industrial (9,7%).

Estrutura da Rede

A presidência rotativa ficará sob a liderança do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a vice-presidência a cargo do Instituto Federal do Ceará (IFCE) pelos próximos dois anos. Os pesquisadores das Unidades também vão atuar em três comitês técnicos: Capacitação (que será liderado pelo CEEI/UFCG), que vai reunir ações para capacitar pessoal técnico; o eixo Infraestrutura (liderado pelo Senai CIMATEC), que trata sobre o compartilhamento de equipamentos e competências; e o eixo Certificação (liderado pelo Instituto Eldorado), que permitirá às empresas obterem selos de maturidade para os novos produtos e serviços com Inteligência Artificial embarcada.

Representantes de doze instituições privadas parceiras vão participar do Conselho Consultivo da Rede, que definirá a estratégia e diretrizes de atuação. São elas: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), International Association of Artificial Intelligence (I2AI), Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (ASSESPRO), Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico Nacional e Inovação (P&D Brasil), Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO) e Fórum Brasileiro de IoT.

Modalidades de Fomento

Serão cinco modalidades de fomento:

Projetos “tradicionais”;

O primeiro tipo de projeto se baseia no conceito que, em média, as empresas recebem 33% de aporte financeiro no portfólio nos projetos por parte da EMBRAPII – como é tradicionalmente feito nos projetos contratados pelas Unidades.


2 – Projetos de encadeamento tecnológico, que envolve duas ou mais empresas de diferentes portes para soluções;

A segunda modalidade tem o objetivo de incentivar a colaboração entre grandes empresas com empresas de menor porte, inclusive com startups. Nesse caso, o valor financeiro aportado pela EMBRAPII pode chegar a 50% do portfólio do valor dos projetos desde que ele seja contratado por pelo menos duas empresas e que pelo menos uma delas tenha receita operacional bruta (ROB) igual ou inferior a R﹩ 90 milhões (noventa milhões de reais).


Projeto a pequenas e médias empresas e startups e

O terceiro tipo está voltado para o negócio de menor porte que está arriscando e desenvolvendo novas tecnologias. Pequenas e médias empresas e startups são importantes atores no avanço tecnológico, muitas vezes investindo em tecnologias com potencial disruptivo. Por isso, a ideia é dar um apoio maior a projetos desse segmento da economia. A EMBRAPII, então, irá aportar até 50% do portfólio do valor do projeto de PD&I de empresas que tenham o ROB igual ou inferior a R﹩ 90 milhões (noventa milhões de reais).

Ações complementares com startups – ciclo completo

A quarta modalidade será das ações complementares aos projetos de PD&I de startups apoiando ciclo completo de inovação e do investimento tecnológico que está sendo feito entre a empresa e a Unidade EMBRAPII. O trabalho de ciclo completo será realizado com o objetivo de complementar os avanços tecnológicos obtidos nos projetos de PD&I realizados por empresas e UEs e que tenham recebido o apoio do PPI.Esses projetos receberão o apoio de serviços de assessoria, consultoria, qualificada em inovação, conforme autorizado pelo Decreto 5.906/2006 nos artigos 24 (Incisos II e III e § 2o) e 25 (Incisos IX e X) para empresas startups. O intuito é que essas novas empresas desenvolvam tecnologias com forte conteúdo inovador, muitas vezes disruptivo, possam levar as tecnologias desenvolvidas com o apoio do PPI para o mercado e transformar a inovação em um negócio. Isso porque essas empresas ainda estão em formação, precisam de ajuda para levar seu produto/processo para o mercado ou para se colocarem como uma fornecedora confiável para uma outra empresa. Nesse período pós-covid, em que a economia está frágil e com menor margem para erros, startups podem desenvolver soluções relacionadas a IoT e Manufatura 4.0 que estejam ligadas ao enfrentamento da pandemia ou, ainda, podem aproveitar uma oportunidade de inserção competitiva por conta da mudança do atual cenário.

O objetivo, então, é apoiar outras etapas que estão ligadas à transformação de um projeto de P&D em produtos que cheguem ao mercado, com redução de custos e incertezas das startups em questões como homologações ou certificações, provas de conceito, lote piloto, registro de propriedade industrial, além de pontos relativos à incubação de uma empresa tais como construção do modelo de negócios, gestão da inovação, acesso a mercado, entre outros.

Dessa forma, cabe pontuar as ações que serão desenvolvidos com base na regulamentação do Decreto 5.906/2006, que define o escopo de atividades de P D em que os recursos podem ser utilizados. Em relação aos dispêndios, os projetos também irão obedecer aos itens previstos no Decreto, e que também são permitidos no modelo EMBRAPII, como recursos humanos, materiais de consumo e implantação, ampliação ou modernização de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento. Somente receberá o apoio empresas startups com o faturamento anual de até R﹩ 16 milhões (dezesseis milhões de reais).

Desenvolvimento de competências estratégicas

A última modalidade é a de Desenvolvimento de competências estratégicas. Além do fomento a projetos de PD&I, o presente plano também está direcionado para o desenvolvimento de competências consideradas estratégicas pela EMBRAPII e o Ministério, representado pela SEMPI. A ação tem o foco de permitir que o novo conhecimento e novas capacidades possam ser formadas. O foco é manter as Unidades alinhadas com a fronteira do conhecimento. Por sua vez, o desenvolvimento de competências estratégicas sempre terá o foco de ser utilizado com os projetos de inovação do setor produtivo, nos moldes descritos acima. Com isso, espera-se manter a competência técnica nacional atualizada e apoiando a competitividade das empresas no país.

Micro e pequenos negócios no Whatsapp têm 71% de aprovação do consumidor

A Decode, empresa de client acquisition e dados, analisou a força do WhatsApp no Brasil e seu protagonismo como agente de transformação digital no mercado. Para se ter uma ideia, de 2017 pra cá, por exemplo, o número de usuários únicos que usaram a API do aplicativo no país saltou de 500 mil para 38 milhões (7.440% de crescimento em apenas três anos). Os números e insights desta análise foram reunidos no estudo Revolução WhatsApp – Transformação Digital e o “jeitinho” brasileiro de empreender.

O levantamento mostra que, entre as empresas que adotaram o Whatsapp como canal de relacionamento, as micro e pequenas contam com um sentimento positivo em 71% das menções. No caso das grandes empresas analisadas, a polaridade se inverte, com 58% de menções negativas.

O distanciamento social ampliou o uso do aplicativo como canal de relacionamento com o cliente, sendo que a linguagem corrente neste ambiente favoreceu principalmente os negócios menores. Entre os diferenciais que favorecem as micro e pequenas empresas, destacam-se a rapidez no atendimento (50%), maior proximidade com o negócio (38%) e facilidade no processo de aquisição digital (12%).

No caso das grandes empresas, as queixas que aparecem no digital se concentram na falta de eficiência no atendimento via Whatsapp (60%) e insegurança no compartilhamento de dados pessoais (28%).

Empreender no Brasil passa, quase que necessariamente, por uma estratégia fluída no WhatsApp. Tanto que o tráfego na plataforma cresceu 97% durante a pandemia, com maior participação justamente entre micro e pequenos negócios.

A Decode elabora soluções de negócios com foco data-driven e maximização de receita. Por meio de sua área Consumer Insights, desenvolve produtos e serviços para compreender fenômenos sociais e o comportamento do consumidor, como este estudo que está disponível para download gratuito no link: http://conteudo.decode.buzz/pesquisa-whatsapp

Reforma tributária já!

Por José Velloso

O ano de 2020 vai passar para a história como o ano da pandemia. Grandes modificações nos costumes e transformações na economia. Será lembrado como um ano de aumento do desemprego, e de relaxamento fiscal por conta do combate aos efeitos deletérios da Covid-19. Mas poderia passar também para a história como o ano da tão sonhada Reforma Tributária no Brasil que fizesse com que a economia brasileira retomasse o rumo do crescimento.

Por falta de acordo e por conta das eleições municipais, a PEC da Reforma Tributária (baseada nas PEC’s 45 e 110) corre grande risco de não ser analisada e encaminhada para votação ainda neste ano. Nós, da ABIMAQ, acreditamos que se o Brasil não votar no tempo mais curto possível essa reforma que trata dos tributos sobre consumo de bens e serviços, perderemos uma chance histórica de melhorar a competitividade de nossa economia e dos setores produtivos.

É indispensável simplificar o sistema tributário, reduzir os custos de administrar os impostos, desonerar os investimentos produtivos e as exportações, tornar automática a compensação ou devolução de créditos tributários, eliminar os impostos não recuperáveis embutidos nos bens e serviços, aumentar o prazo de recolhimento de impostos e contribuições, extinguir regimes especiais e isenções. É importantíssimo obtermos transparência, sabermos quanto estamos pagando de tributos no que consumimos.

Nunca chegamos tão perto da tão sonhada reforma. Apenas para lembrarmos: em 2019, após três décadas convivendo com este manicômio tributário gerado na Constituição de 1988 e de tentativas frustradas, finalmente a reforma tributária começou a ganhar corpo. Presidentes da Câmara e do Senado colocaram como pauta para apreciação dos parlamentares duas Propostas de Emenda Constitucional – PEC 45/2019 da Câmara Federal e a PEC 110/2019 do Senado Federal, ambas tendo como principal aspecto a unificação de vários impostos (federais, estaduais e municipais) em um único tributo sobre o Valor Adicionado (IVA).

Em fevereiro já deste ano foi instaurada a Comissão Mista responsável pela análise e produção de um texto único sobre a Reforma tributária e mais adiante, em julho o debate ganhou novas vozes quando então o poder Executivo, encaminhou ao congresso a primeira etapa da sua proposta de reforma, contemplando a criação de uma CBS – Contribuição Sobre Bens e Serviços em substituição a dois impostos federais, o PIS e a Cofins.  Instalou-se o debate. Tínhamos então o desenho de uma reforma tributária evoluindo aos anseios da sociedade. Embora não sendo a reforma completa, aquela que abranja, para além da tributação sobre bens e serviços, renda, folha de pagamento e patrimônio, mas este projeto estava no caminho correto por atuar nas distorções que a tributação indireta provoca no consumo, onde residem nossos maiores problemas.

Diferente dos países desenvolvidos, no Brasil, temos diversos tributos sobre o consumo e todos eles com uma série de problemas, reflexo de legislações extremamente complexas. Tributos cumulativos, repletos de restrições a créditos, várias legislações complexas e cheias de exceções, entre outros fatores, que trazem como consequência elevados custos de cumprimento de obrigações acessórias, insegurança jurídica, cumulatividade, prejudicando investimentos, competitividade, desenvolvimento econômico e bem-estar social. Sem falar que o sistema tributário é regressivo, ou seja, quem tem menos paga mais. No Brasil quem tem recursos para fazer planejamento tributário não é tributado, ou é muito pouco tributado.

Temos que aproveitar esse momento e essa reforma que por si só pode gerar um crescimento do PIB da ordem de 20% até 2035, segundo estudos. Teríamos a diminuição da judicialização, diminuição do Custo Brasil, simplificação para as empresas e também diminuição da regressividade, ou seja, os pobres vão pagar menos e os ricos, mais. Vamos diminuir a cumulatividade deixando de tributar impostos sobre impostos.

O Brasil precisa virar essa página! Precisamos aproveitar a saída da crise da pandemia do Coronavírus. Não podemos mais postergar as soluções dos nossos problemas. Nossa prioridade deve ser o combate incessante aos itens que compõem a Custo Brasil e a busca da necessária competitividade da economia brasileira.

O Brasil precisa aproveitar esse momento sob pena de gerar  a mesma frustração que tivemos já em duas vezes anteriores na década de 90.

Temos um Congresso que se diz reformista. Portanto mãos à obra. Vamos “tocar” as reformas que estão na fila de espera! Comecemos pela tributária já! Depois a Reforma da PEC Emergencial e a Reforma Administrativa. É disto que o Brasil precisa!!

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ

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Natura lança serviço de compras por voz com Google Assistente

A Natura passa a disponibilizar uma ferramenta de comércio por voz em parceria com o Google Assistente. Por enquanto, a novidade está disponível apenas em smartphone, mas a marca de cosméticos já estuda expandir a novidade para outras plataformas.

Com a ferramenta de voz será possível realizar a busca por produtos, adicionando-os ao carrinho e finalizar a compra por meio do pagamento via boleto. Para iniciar a experiência, basta dizer a frase: “Ok Google, falar com Natura”.

O Brasil é o terceiro país no mundo com mais usuários ativos no Google Assistente. Segundo uma pesquisa realizada pela Kantar para o Google, 37% dos brasileiros usam o Google Assistente pelo menos 3x na semana, sendo que 21% usam diariamente. A ferramenta já está presente em um bilhão de dispositivos (smartphones, TVs, smart speakers) em mais de 90 países. Por enquanto, o serviço está disponível apenas no Brasil, mas já há planos de lançamentos em outros países nos quais a marca mantém operação.

A novidade foi desenvolvida pelo Innovation Lab, equipe da área de Inovação Digital da Natura dedicada a explorar tecnologias emergentes, além de se relacionar com ecossistema de inovação pelo programa Natura Startups. De forma transparente para o usuário, o comércio por voz no Google Assistente realiza as conexões com o e-commerce da Rede Natura através de APIs (sigla em inglês para Aplication Programming Interface ou padrões de acesso para um aplicativo de software) e a ferramenta Dialogflow, uma solução Google Cloud que utiliza inteligência artificial para criar experiências de conversação mais naturais e ricas.

De acordo com o vice-presidente da plataforma de negócios da Natura, Agenor Leão, a solução de comércio por voz deve ser ampliada ainda mais pela marca. “A experiência de comércio por voz é ainda uma ferramenta muito nova tanto para empresas quanto para consumidores. Por isso, nosso foco é seguir ampliando a utilização em nosso negócio, seja acelerando outros caminhos, seja pela criação de novos serviços e experiências para toda a nossa rede e seus diferentes públicos”, explica Agenor.

O vice-presidente afirma ainda que ferramentas ativadas por voz têm diversas vantagens como serem mais simples e rápidas para o ser humano, além de terem potencial inclusivo para diversos perfis de pessoas e não necessitarem do download de nenhum aplicativo para a maioria dos smartphones Android.

Por fim, Agenor Leão ressalta que a jornada da digitalização da Natura é muito mais ampla do que uma relação comercial online. A marca tem feito investimentos contínuos em inovar seu modelo de negócio e já disponibilizou assistentes de voz para outros serviços da marca, como a experiência de Meditação Natura, que pode ser acionado pelo Amazon Alexa e pelo Google Assistente, disponíveis em português, espanhol e inglês.

Consumidores exigem cada dia mais que as marcas foquem em valores e transparência para criar uma conexão com o público

Momentos de crises e incertezas muitas vezes trazem mudanças permanentes na sociedade e seus hábitos. Em 2020, a crise ocasionada pela pandemia de Covid-19 testou os consumidores e as empresas em um ambiente que se transformou rapidamente. A pesquisa “2021 Global Marketing Trends – Find your focus” realizada pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, mostra quais são as sete tendências do marketing que devem ser adotadas para que as companhias enfrentem com sucesso esse período, criando engajamento e conexão com seus consumidores.

“O ano de 2020 está provando que as empresas precisam criar um diálogo e pensar primeiro nos clientes. 25% dos consumidores que participaram da pesquisa afirmam que se afastaram de marcas que, de acordo com sua percepção, estavam agindo apenas por interesse próprio. A confiança e a segurança são primordiais para a saúde dos negócios e, nesse momento, viraram diferenciais competitivos no mercado. As sete tendências do marketing, apontadas pela pesquisa, são um guia para que os executivos quebrem essa barreira de incertezas e tenham uma evolução com uma conexão mais humana, voltada sempre para seus consumidores. Para o mercado brasileiro, essa pode ser uma solução para assegurar a preferência dos consumidores.” diz Guilherme Evans, sócio de Customer & Marketing da Deloitte.

Dados mostram uma grande mudança nas decisões e visões dos grandes executivos e, de acordo com as respostas dadas em maio deste ano, a confiança dos cargos mais altos quanto aos negócios caiu consideravelmente em relação ao ano passado. No entanto, são nesses momentos de incertezas que as pessoas buscam apoio nas marcas, necessitando se sentir representadas e criar uma conexão. Analisando esse cenário, a pesquisa Global Marketing Trends elegeu sete tendências que as empresas devem seguir:

1) Propósito: Ter um objetivo já era importante antes; agora se tornou essencial. Para conseguir sobreviver à crise sem muitos danos, as marcas precisam criar uma conexão com seus clientes e conseguir chamar a atenção de novos consumidores. Por esses motivos, a busca por um propósito é necessária, não apenas para se conectar com seus funcionários, mas também para apoiar a força de trabalho na linha de frente e todos seus outros públicos de relacionamento.


Ter um propósito quer dizer entender o “porquê de a empresa existir” e a quem deve servir. Empresas que são guiadas por um objetivo claro e autêntico, conseguem transformar difíceis decisões em simples escolhas quando guiadas por seus propósitos. A pesquisa mostra que um em cada quatro respondentes presta atenção nas ações positivas das empresas, e que um em cada cinco encara isso como um diferencial para efetuar uma compra e preferências em relação à marca. Entretanto, dados mostram que 66% estavam cientes de ações negativas realizadas pelas marcas e, desses, um em cada quatro se afastou da marca.


Mas o que é o propósito? Ele não é apenas o porquê uma marca vender certo produto ou serviço. Além de ser pensado para o produto final, o propósito articula o motivo da organização existir e é responsável pelo cumprimento das metas e de medir o progresso da empresa.


2) Agilidade: O consumidor foi forçado a mudar seu comportamento drasticamente e muito rapidamente. A crise da Covid-19 fez com que, longe das lojas físicas, a sociedade fosse obrigada a recorrer ao digital e consequentemente, as marcas precisaram se adequar a essa nova necessidade de seus clientes. Foi necessário criar uma estratégia consolidada para gerenciar os canais digitais de forma ágil e prática para atender aos consumidores e lidar com a grande concorrência no mercado. Tudo isso em muito pouco tempo.


Com esse cenário, a pesquisa mostra que 58% dos 2.447 entrevistados conseguem nomear de cabeça pelo menos uma marca que ofereceu uma melhor experiência digital ou se destacou durante esses últimos meses. Os dados mostram também que 66% pretendem continuar com o hábito de utilizar os canais digitais.


Muitos profissionais de marketing estão cientes da necessidade de se destacar e criar processos ágeis de marketing digital. Essa agilidade necessária para as marcas requer organização e conhecimento do cliente. Isso quer dizer que as empresas precisam ter uma visão ampla, mas assertiva das necessidades de seus consumidores, para criar uma conexão. Dados mostram que 67% das marcas aumentaram sua presença nas redes sociais, 57% modificaram suas plataformas digitais para melhor atender às necessidades dos clientes e 49% aumentaram o número de eventos digitais como workshops.


3) A Experiência Humana: Um ponto muito importante nesse momento de crise mundial foi a “experiência humana”. Como gerar uma conexão mais humana no meio do isolamento social? Essa foi uma questão não apenas para as empresas, mas, de um modo geral, para toda a sociedade.
As marcas precisaram pensar em como usar a eficiência tecnológica a seu favor, sem criar um distanciamento dos clientes. É necessário ter uma visão humana para criar uma conexão com seus públicos relacionados. Como os dados mostram, dos quase 2.500 entrevistados, uma a cada quatro pessoas concordou que se afastou de marcas que mostraram agir apenas para interesse próprio. O estudo mostra os quatro pontos que são importantes e que as marcas devem focar para atingir um melhor objetivo: valores, emoções, ações e confiança.


Pensando nisso, alguns números chamam atenção na pesquisa. Entre os 405 executivos respondentes, 33% concordaram ser necessário aumentar o engajamento com os consumidores, 29% disseram ser essencial manter seus melhores talentos e 28% acham importante aumentar as ações voltadas para a sociedade.

4) Confiança: Mesmo que a definição de confiança tenha diferentes significados dependendo do público, uma coisa é certa: quando a entrega não atende às expectativas, a confiança se desfaz. Essa tendência está altamente ligada à tendência anterior, a “experiencia humana”. Quando a marca se conecta com seus clientes e mostra uma empatia e entendimento em relação às necessidades do consumidor e da sociedade, principalmente agora no momento de crise, essas ações geram confiança.

Mas no que as empresas devem prestar atenção para criar essa conexão e gerar essa segurança nos clientes? Dois pontos básicos: o que você promete e o que você entrega. É necessário ter transparência em relação aos produtos e serviços para que os consumidores se sintam representados e satisfeitos.

5) Participação: Quando as empresas se viram em meio a uma crise global que levou a um isolamento social nunca visto antes, foi o momento de olhar para dentro de sua organização e pensar em ações para contornar essa situação. Como engajar seus consumidores? Como criar um diálogo? Mudar a forma como a marca se envolve com seus clientes para melhor responder à crise – essa foi a resposta de 64% dos 405 executivos entrevistados.

O engajamento está se tornando uma estratégia essencial. Os consumidores participam como, embaixadores, influenciadores, colaboradores e inovadores. Um estudo realizado com 7.506 consumidores de quatro países (Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e China) mostra que 56% desses respondentes foram impactados com pelo menos uma atividade digital durante o último ano. Em relação a números, o Brasil segue na frente em participação dos consumidores no engajamento das marcas, com 67% em atividades como: conteúdos desenvolvidos e postados sobre a empresa e divulgação de informações diretas sobre o design de um produto ou serviço. A China passa a frente em relação às formas mais profundas de participação, como conversar online e avaliações sobre as empresas.

6) Fusões: Uma forma de melhorar a relação com o cliente é criar parcerias. As empresas mais disruptivas estão quebrando as barreiras do tradicionalismo para encontrar as melhores formas de atender às necessidades do consumidor. Isso quer dizer “ir direto ao ponto”, dar ao cliente o que ele realmente precisa e deseja. 45% dos executivos concordam que criar parcerias é importante e, em sua maioria, pretendem continuar com esse modelo de negócio mesmo depois da crise.

7) Talento: Ao longo dos anos o profissional de marketing teve de mudar e se adequar às novas necessidades do mercado e à grande transformação digital. O CMO evoluiu de um gestor de marcas para o especialista em pensamento estratégico e impulsionador de receita.

Isso já estava acontecendo, mas a crise da Covid-19 trouxe uma urgência para esse processo de mudança e, de acordo com a pesquisa, 77% dos CMOs estão usando cada vez mais a inteligência artificial para automatizar os trabalhos.

Metodologia da pesquisa

O estudo 2021 Marketing Trends foi produzido a partir da realização de duas pesquisas essenciais para o tema: The Global Marketing Trends Consumer Pulse, que entrevistou 2.447 consumidores de diversos países e idades, e The Global Marketing Trends C-suites Survey, que entrevistou 405 executivos de alto escalão.

Em ano de pandemia, o Marketing Digital pode ser o grande aliado da Black Friday

Por Anna Karina Silva Pinto, diretora de Marketing da Linx

A Black Friday é considerada uma das principais datas comemorativas do varejo brasileiro. Em um ano atípico como esse, em que experienciamos uma pandemia, é natural observarmos a grande transformação digital que as empresas estão passando e o impulso para um comportamento já esperado: a migração total das vendas para o mundo online. Além disso, a crise econômica decorrente desse cenário gerou impactos nos negócios e no comércio, sendo que a grande maioria, de pequenos e médios empreendedores, precisou realizar rápidas adaptações para não encontrar maiores prejuízos.

A grande data do varejo, que neste ano ocorrerá em 27 de novembro, terá como missão, mais do que nunca, reconquistar o espaço e os lucros perdidos ao longo de todo um ano. Tradicionalmente, diversas lojas já contam com a Black Friday como uma forma de esperança para impulsionar o resultado das vendas. Porém, com a impossibilidade de reabertura total do varejo físico, devido às restrições de saúde e segurança, o varejo online certamente dominará a data. Em 2019, segundo dados da Linx, as vendas online cresceram 24% em relação à Black Friday do ano anterior. Dado o momento vivido, este número deverá ser ainda maior em 2020.

Por essa razão, será imprescindível investir em planejamentos e estratégias de marketing digital consistentes. Afinal, o consumidor ainda será impactado, em maior número, por meio das telas. Divulgar com antecedência, espalhar a mensagem do negócio e preparar os clientes, para que saibam que a loja estará presente em peso na Black Friday, será essencial. É o momento de alavancar as redes sociais, propagar e-mails marketing e investir em anúncios patrocinados, que impulsionarão o nome da loja e os produtos e descontos que serão oferecidos. A estratégia é instigar o público a aguardar a data com ansiedade.

Em plataformas como Instagram e Facebook, por exemplo, é imprescindível criar um cronograma de publicações, para que o negócio esteja sempre movimentado e em evidência para os seguidores, relacionando-se com eles de maneira constante, tirando dúvidas e interagindo pelos comentários e mensagens diretas. Além disso, oferecer descontos realistas e próximos da operação já realizada pela loja ao longo do ano fará com que o varejista mantenha a credibilidade e a confiança.

Com o cliente conquistado e esperando o momento para adquirir os produtos, é necessário preparar-se para evitar deslizes e assim, derrubar o planejamento de marketing. Abastecer o estoque para evitar insatisfação dos clientes e falta de produtos logo no início das vendas e investir em um funcionamento impecável das plataformas e lojas virtuais serão pontos cruciais, já que a compra online será a única opção para muitos clientes. A equipe de atendimento precisará estar ainda mais preparada para oferecer uma boa experiência de compra, seja no varejo físico ou digital.

Por fim, o lojista precisará mudar o foco para o pós-venda. A entrega rápida e eficaz também deve ser considerada uma estratégia que demonstrará ao cliente o cuidado e a preocupação com conforto e segurança. A preparação para a Black Friday não pode ser manchada por erros e atrasos excessivos justo ao final da operação. O processo após a data deve se concentrar nas solicitações, dúvidas e reclamações, a fim de gerar fidelização e construção do relacionamento com o consumidor.

As estratégias de marketing também não podem parar por aí. Logo na sequência, datas como a Cyber Monday, na segunda-feira seguinte, e o Natal também movimentam o cenário varejista com descontos, promoções e grandes números de vendas. Manter o consumidor próximo do negócio, recebendo conteúdo personalizado, com base em análise de dados coletados na própria Black Friday, para reverter carrinhos abandonados e converter produtos visualizados, junto de boas – e novas – ofertas, impactará diretamente na qualidade da jornada de compra. Este será um ponto chave para que ele continue buscando esses serviços e opções ao longo de todo o ano.

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Como iniciar uma cultura de CX para a sua startup?

Por Kristen Durham, vice-presidente de Startups da Zendesk.

Se a sua startup ainda não pensou no suporte ao cliente, você não está sozinho. Em pesquisa recente com fundadores e tomadores de decisão de startups, mais de 70% dos entrevistados relataram que não têm uma estratégia formal de suporte ao cliente. E não é nenhuma surpresa. Os fundadores têm muitas prioridades paralelas: desenvolver produtos, arrecadar fundos, estabelecer a adequação do produto ao mercado, montar uma equipe e definir a cultura da empresa, por exemplo.

Embora todos saibamos intuitivamente que uma startup só sobrevive e cresce com a aquisição e retenção de clientes, passar do reconhecimento desse fato para construir uma estratégia formal para atender às necessidades do cliente exige esforço. Não importa em que estágio você esteja, cada decisão de concentrar recursos em algum lugar significa que há menos recursos disponíveis para todo o resto.

Então, quando e como você começa a priorizar os investimentos na experiência do cliente em sua startup? Para embasar essa resposta com dados, analisamos os comportamentos históricos de suporte ao cliente de mais de 4.400 startups que participam da pesquisa Startup Benchmark, e comparamos isso a indicadores externos de desempenho.

Nossa pesquisa encontrou uma ligação clara entre melhores experiências do cliente e crescimento mais rápido. As startups de alto crescimento se movem com mais rapidez e investem mais do que seus pares para atender clientes. A pesquisa mostrou que, em média, as startups de rápido crescimento adicionaram suporte dentro de 10 meses de sua primeira rodada de financiamento. Além disso, as startups de rápido crescimento oferecem mais maneiras de seus clientes entrarem em contato com eles; quase 60% fornecem suporte omnicanal – o que significa oferecer opções de contato por e-mail, chat, centros de ajuda, mensagens e/ou telefone – para ajudar a reduzir o tempo de espera e construir equipes mais eficientes.

As startups de rápido crescimento também aproveitam melhor a tecnologia para seu benefício e, por isso, são capazes de conduzir equipes mais eficientes com melhores resultados. Eles criam centros de ajuda 1,3x mais robustos, utilizam APIs 1,4x mais frequentemente para criar tickets de suporte e usam 2,8x mais automações de fluxo de trabalho em suas equipes de suporte. O resultado final é que essas equipes podem lidar com quase 50% mais tickets por agente do que seus pares, e o fazem em 40% menos tempo. Você sempre pode optar por trabalhar mais, mas não há razão para não trabalhar de maneira mais inteligente.

Cinco etapas para começar

Nossa pesquisa identificou cinco ações nas quais as empresas devem se concentrar para operar como uma startup de rápido crescimento nos primeiros dois anos, em ordem de prioridade:

• Configure uma função de suporte ao cliente que priorize velocidade e conveniência para seus clientes e equipe de atendimento (9 a 10 meses a partir do financiamento);


• Adicione canais ao vivo, como telefone e chat, que são alternativas mais rápidas para e-mail e tickets pela web (12-17 meses a partir do financiamento);


• Lance canais de mensagens, como mídias sociais e WhatsApp, para alcançar clientes nos canais que eles usam em suas vidas diárias (14 meses a partir do financiamento);


• Estabeleça uma central de ajuda ou Perguntas Frequentes e inclua pelo menos 30 artigos que respondam às questões mais frequentes (30 artigos até o sexto mês);


• Apresente pelo menos um novo aplicativo ou integração à plataforma de suporte ao cliente a cada seis meses para aumentar a produtividade do agente de suporte e otimizar os fluxos de trabalho. Isso pode ajudar a manter os tempos de primeira resposta e de resolução entre três e oito horas.

Se você ainda não tem certeza de que é o momento certo para adotar uma plataforma de suporte ao cliente, procure esses gatilhos que os líderes de startups identificaram como os mais importantes para agir: aumento do volume de consultas de clientes, aumento de custos (devido ao aumento de contratação e custos de tecnologia dos sistemas existentes de suporte) ou o lançamento de um novo produto.

Embora não haja uma fórmula mágica para um crescimento mais rápido, nossa pesquisa sugere benefícios claros em fornecer melhores experiências ao cliente. Afinal, clientes satisfeitos são aqueles que sempre voltam e recomendam você para outras pessoas – e isso é sempre bom para os negócios.

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SAP anuncia sistema com Qualtrics para aprimorar a experiência das áreas de Suprimentos

A SAP SE (NYSE: SAP) e a Qualtrics anunciaram o Qualtrics XM for Suppliers, uma nova solução que vai dar às organizações a capacidade de identificar as principais áreas de melhoria em todo o processo da compra ao pagamento (source-to-pay) e assim ajudar a proteger os meios críticos de abastecimento, ampliar a economia de custos, mitigar os riscos e incrementar a agilidade dos negócios.

O Qualtrics XM for Suppliers combina os dados do SAP Ariba, do SAP Fieldglass e das soluções SAP S/4HANA com os insights dos fornecedores em tempo real e baseada em inteligência artificial da Qualtrics, empresa controlada pela SAP.

Em um estudo conduzido pela Oxford Economics e pela SAP, a maioria (66%) dos diretores das áreas de compras e cadeias de suprimentos afirmou que a função de procurement é especialista em mitigar riscos relacionados a fornecedores. No entanto, apenas 51% disseram ser capazes de encontrar rapidamente fontes alternativas de abastecimento e 46% reportaram que ter visibilidade sobre o desempenho dos fornecedores é um desafio. A solução Qualtrics XM for Suppliers ajuda a aprimorar os atuais processos da compra ao pagamento, ouvindo, entendendo e, o mais importante, agindo com base no feedback dos fornecedores em cada ponto de contato.

Segundo João Araujo, vice-presidente de SAP Qualtrics no Brasil, quando as organizações priorizam ouvir, entender e agir de acordo com o retorno das partes interessadas, o impacto nos negócios e o retorno sobre investimentos (ROI) virão naturalmente.

“O Qualtrics XM for Suppliers coloca esse feedback no centro das interações entre compradores e fornecedores e se torna peça integrante da tomada de decisões e da construção dos relacionamentos. As equipes da área de Compras ganham uma visão holística de todo o processo por meio das lentes dos fornecedores e podem fechar rapidamente os ciclos interativos, receber recomendações prescritivas sobre áreas de melhoria e avançar na inovação dos gastos”, explica.

Como líder em experiência do cliente e criadora da categoria Experience Management (XM), a Qualtrics usa sua experiência na nova solução com os principais recursos da Qualtrics XM Platform, como o mecanismo Qualtrics iQ, para oferecer:

Análise preditiva e inteligência – acesso instantâneo ao feedback dos fornecedores e visão sobre os indicadores preditivos para apoiar decisões fundamentadas sobre gastos em toda a empresa.

Fluxos de trabalho automatizados e contínuos – eliminação de brechas na experiência com os processos source-to-pay com planos de ação que não requerem análise adicional e são fornecidos automaticamente às equipes da área de Compras.

Insights em tempo real para embasar a ação – com visibilidade sobre a saúde corporativa dos fornecedores e interações entre os pontos de contato, desde a integração até a recuperação de crises, as equipes da área de compras sabem exatamente onde implementar mudanças e quais etapas seguir.

“Este ano nos ensinou que agilidade e resiliência só podem ser alcançadas se for possível se antecipar às paralisações, incrementar as sinergias com os fornecedores essenciais e saber quando ativar fontes alternativas de abastecimento”, explica Silvio Abade, vice-presidente da SAP Ariba no Brasil. “Isso está ainda mais fácil de conseguir com o Qualtrics XM for Suppliers para soluções SAP Ariba, SAP Fieldglass e SAP S/4HANA”, completa.

O Qualtrics XM for Suppliers ajuda as equipes de compras, finanças e cadeia de suprimentos a:

Proteger os meios críticos de abastecimento e garantir resiliência aos negócios, identificando e mitigando áreas de risco de forma a minimizar os períodos de interrupção e respondendo de forma proativa ao feedback dos fornecedores mais essenciais.

Incrementar a economia comrecomendações e insights baseados em inteligência artificial em todo o processo source-to-pay para ajudar a identificar brechas na experiência na cadeia de suprimentos e influenciar termos de contrato mais favoráveis ​​que afetam o retorno dos negócios.

Inovar com rapidez, aproveitando o feedback captado em todo o processo source-to-pay para promover a colaboração dos fornecedores e usar a expertise deles para identificar áreas de melhoria para os processos.

Nível de automação no Brasil cresce 3% mesmo em ano difícil

Mesmo que 2020 tenha sido um ano bem incomum, empresas brasileiras buscaram a reação às adversidades e investiram em automatizar processos operacionais. Em sua quarta edição, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro indica que empresas, indústrias e consumidores estão mais automatizados em 3% de 2019 para 2020. O estudo comprova ainda que na vertical comércio e serviços o crescimento também foi de 3%. Já na indústria, um setor que já é bastante automatizado, o crescimento foi de 2%.

O estudo, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da empresa de pesquisas GfK, tem como objetivo mensurar o quanto a automação está presente nas empresas brasileiras e na vida do consumidor. O índice é mensurado em um intervalo de avaliação de 0 a 1, sendo 0 a ausência de automação e 1 a representação plena da automação.

Indústria – O método de estudo contempla seis dimensões para as indústrias (Sistemas, Logística, Atendimento, Relacionamento com o Colaborador, Relacionamento com o Cliente e Fábrica), avaliando em cada dimensão como é a adoção de tecnologias de automação. Com leituras por porte e categorias de uso, percebe-se que em um ano as indústrias aumentaram seu índice de automação de 0,275 para 0,305. Em média as indústrias possuem cinco linhas de produção, sendo 68% delas automatizadas. 74% das indústrias possuem um sistema de gestão que controla os setores financeiro, comercial, fiscal, distribuição, produção e RH. Na logística, 82% delas têm o código de barras como aliado para identificar seus produtos.

Comércio e serviços – A taxa de sistemas de gestão em comércio e serviços chega a 58%, sendo que as áreas comercial e financeiro as mais conectadas ao sistema de gestão, com 94% e 95%, respectivamente. A frente de caixa está conectada ao sistema de gestão em 73% dos casos. Entre os sistemas mais usados estão Warehouse Management Systems (WMS), Customer Relationship Management (CRM), Business Intelligence (BI) e intercâmbio de dados (EDI), além da URA Inteligente no atendimento. 22% das empresas do setor já identificam o perfil do cliente.

Consumidor – Com crescimento de 3% entre 2019 e 2020, o acesso à tecnologias pelos consumidores, mostra que 98% deles já possuem telefones móveis, dos quais 85% são smartphones. Nas residências, a cada seis eletrodomésticos um deles já está conectado por meio da internet. Em residências, os itens de automação mais comuns são portões eletrônicos, ar-condicionado, circuito interno de vigilância, alarmes e iluminação automática. O crescimento da adoção de tecnologias pelos consumidores também é impulsionado pelo uso dos relógios inteligentes e a adoção cada vez maior de aplicativos de celular.

Open Day[s]: Ambev, Engie, ArcelorMittal e outras grandes empresas apresentam desafios para startups

Um dos grandes desafios para as startups é conseguir oportunidades para apresentar seus produtos e serviços para grandes empresas. Para promover essa aproximação, o LinkLab, programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), promove nos dias 3, 4 e 5 de novembro a sétima edição do LinkLab Open Day[s], evento de conversas e negócios entre startups e corporates. Ambev, Engie, ArcelorMittal, Koerich, CTG Brasil e, Clamed Farmácias são algumas das empresas confirmadas. As inscrições são gratuitas e estão abertas para startups de todo o Brasil no site https://linklabopenday.com/

Durante os três dias de evento, os participantes terão a oportunidade de interagir com representantes das corporates em salas de bate-papo virtuais ao vivo, esclarecendo suas dúvidas sobre os desafios de inovação. As startups poderão encontrar previamente mais de 50 desafios mapeados pelas corporates no site do LinkLab,  e assim ver em qual deles sua solução pode ser mais adequada. Além disso, uma sala exclusiva ficará disponível para networking (entre startups, parceiros e corporates) e também um espaço da ACATE, no qual os participantes podem conhecer mais sobre a Associação e demais programas e benefícios.

“O LinkLab impulsiona o ecossistema de inovação e tecnologia, acelera o processo de inovação de empresas e facilita a entrada de startups em grandes mercados. Nessa relação, as corporates conseguem atingir seus desafios de inovação com maior rapidez, enquanto as startups têm a oportunidade de conhecer melhor seu mercado e gerar negócios. O Open Day muitas vezes é o primeiro passo de uma parceria de sucesso, um momento único de a startup mostrar que sua solução pode servir para um desafio da empresa”, destaca Silvio Kotujansky, head de Inovação e Novos Negócios da ACATE. 

Inscrições para solução de desafios vão até o dia 8 de novembro

O LinkLab conecta médias e grandes empresas a startups há mais de três anos com o objetivo de solucionar problemas e criar negócios inovadores. O programa está com chamadas abertas para startups se inscreverem na resolução de mais de 50 desafios até o dia 8 de novembro.  As empresas participantes buscam startups para promover inovação aberta e soluções para diversas áreas de negócios, como logística, marketing, data science, relacionamento com clientes, varejo, big data dentre outras.  Na página do LinkLab, é possível conhecer cada uma das corporates e seus os desafios

Para participar no LinkLab Open Day não é obrigatório se inscrever no LinkLab, porém para apresentar o seu pitch posteriormente caso haja interesse de alguma corporate, é preciso estar inscrito. As inscrições para o LinkLab são abertas o ano inteiro, mas é nesse momento que existem mais desafios rodando.

Corporates participantes da Rede LinkLab: AMBEV, ArcelorMittal, Bloco, Catarinense Pharma, CESUSC, CISA, CLAMED, Code7, CTG Brasil, Dimas, Engie, FCDL Santa Catarina, Fort Atacadista, Governo de Santa Catarina, Grupo ND, Koerich, Marisol, Orbenk, Porto Itapoá, Realize, Schulz, SETA Engenharia, Teltec Solutions, Tigre, Unimed Grande Florianópolis, UNIASSELVI, Univen, WEG e Whirpool

Siemens Gamesa tem novo Diretor Geral no Brasil

A Siemens Gamesa anuncia Felipe Ferrés como seu novo Diretor Geral no Brasil, cargo antes ocupado, durante três anos, por Roberto Prida, que, após a conclusão do processo de transição nas próximas semanas, assumirá novas responsabilidades na companhia.

Felipe possui larga experiência no setor de energia e infraestrutura e ingressou na Siemens Gamesa em maio deste ano como Vice Diretor Geral de Onshore no país. Antes, trabalhou na Siemens por cerca de 12 anos, onde ocupou cargos como Conselheiro Estratégico do board global da Siemens Energy, e Gerente Geral da área de geração termoelétrica para Brasil.

Eduardo Brito também passa a integrar o quadro de funcionários da Siemens Gamesa, como Head de Serviços no Brasil. Com 20 anos de experiência em estratégia e desenvolvimento de negócios, ele já ocupou uma série de funções-chave em bancos globais, startups e empresas multinacionais na América Latina.

Apesar dos desafios atuais, as perspectivas de longo prazo para a indústria e para a Siemens Gamesa, como líder global na indústria de energia eólica, continuam atraentes. O marco mais recente no Brasil é o terceiro pedido global da plataforma de última geração da empresa, a Siemens Gamesa 5.X. A turbina mais potente do mercado faz sua estreia na América Latina com um pedido para fornecer 52 turbinas SG 5.8-170 à empresa global de energia AES, totalizando 312 MW, na Bahia.

Vitrine interativa: Tecnologia para inovar na comunicação e conquistar consumidores

Solução da Avery Dennison pode transformar vitrines para oferecer experiências mais intensas e emocionantes, com um sistema de visualização dinâmica

Uma fina película translúcida que, aplicada sobre painéis de vidro, é capaz de transformar uma vitrine em um inovador display interativo, com promoções e conteúdos personalizados que engajam o consumidor. A tecnologia Vela™ tem sido uma grande aliada do varejo para revolucionar a comunicação e conquistar novos clientes, por meio de experiências mais intensas e emocionantes. Um recurso que permite ao lojista se destacar, em um mercado cada vez mais competitivo.

A solução retrofit é de fácil aplicação e pode ser utilizada em vitrines de diferentes tamanhos, criando telas para projeção de imagens, de forma altamente dinâmica. “A tecnologia Vela™ possibilita que qualquer vidro se transforme em um poderoso canal de comunicação. É uma forma diferente e criativa de transmitir conteúdo de mídia diferenciado, dentro do ponto de venda. Além disso, é uma solução para eventos, feiras ou qualquer espaço onde o objetivo é gerar uma experiência com o público”, destaca Adriana Pacífico, gerente de Vendas Graphics Brasil, Argentina e Chile da Avery Dennison.

A película tem a capacidade de ficar completamente transparente quando não está em uso, mantendo a visibilidade da vitrine e do interior da loja. É uma plataforma que, através de uma controladora, permite dar dinamismo às mensagens ao possibilitar o vídeo mapping, que combina projeção com transparência, de acordo com o conteúdo criado. Assim, os varejistas ganham a flexibilidade de aliar o merchandising tradicional com a publicidade digital, com um conteúdo verdadeiramente atraente para o consumidor.

Aplicação na Fast Shop


Em parceria com a Epson, a Avery Dennison criou um projeto especial no Brasil, que se tornou um caso de sucesso no varejo, representando um novo momento nas relações entre marcas e clientes. A loja da Fast Shop do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo, recebeu uma vitrine interativa com o Vela™.

“A inovação faz parte do dia a dia da Fast Shop, com um objetivo muito claro de encantar os nossos clientes. Essa é uma vitrine extremamente inovadora, dinâmica e que chama a atenção exatamente por ser diferente do que o varejo tradicionalmente oferece. Com a tecnologia digital, as projeções mapeadas se apagam e podemos ver o produto exposto loja, enquanto na tela ao lado são apresentadas todas as informações desse item”, comenta Pedro Velado, gerente de Trade Marketing e CRM da Fast Shop.

Além da película, na montagem da vitrine foram utilizados três projetores LightScene EV-105 (Spotlight), que criaram os efeitos de videomapping nos produtos expostos, e três projetores profissionais PowerLite Pro com lentes de ultracurta distância, modelos L1405U, com 8.000 lumens, e L1755U, com 15.000 lumens. A empresa que viabilizou a instalação foi a On Projeções e o conteúdo foi criado pela produtora Proyección de Ideas. As projeções foram feitas em três planos diferentes, com destaque para a projeção inteligente no vidro externo.

“As tecnologias de projeção, aliadas aos projetos de comunicação visual, são capazes de transformar as lojas físicas e criar ambientes de experiências para os consumidores. Esta é uma tendência que cresce ano a ano e um diferencial competitivo para os lojistas”, reforça Rodrigo Machado, gerente de Negócios da Epson.

Conheça mais sobre o Vela™ e o incrível efeito proporcionado pela tecnologia na vitrine da Fast Shop, no canal da Avery Dennison no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=ui26hB9pSQQ

AliExpress Se Prepara Para 11.11

Mais de 1,3 bilhão de pedidos realizados em apenas 24 horas e um volume total de compras de US$ 38,4 bilhões. Estes números, que equivalem ao faturamento de três anos inteiros do e-commerce brasileiro e que são cinco vezes maiores que o faturamento registrado na Black Friday, nos Estados Unidos, referem-se ao “11.11”, nome do maior festival global de ofertas do mundo, criado originalmente na China pela multinacional de tecnologia Alibaba.

Além de descontos agressivos que incluem produtos de marcas e grifes famosas, o 11.11 tornou-se famoso em boa parte do mundo por criar uma atmosfera de diversão e entretenimento, em que shows e eventos artísticos acontecem em sintonia com o festival de ofertas. O sucesso da estratégia é refletido no crescimento exponencial do festival, criado justamente há 11 anos. Em sua última edição, por exemplo, apenas nos 85 primeiros segundos do evento, US$ 1 bilhão foi registrado em vendas.

Presente no Brasil há mais de uma década, o AliExpress assegura as ofertas do 11.11 para consumidores locais há vários anos. Esta será a primeira vez, no entanto, em que o festival ocorrerá no país acompanhado de ações culturais, exatamente como acontece em seu mercado de origem, a China. Os nomes dos artistas, shows e ações com personalidades brasileiras que participarão da ação do 11.11 brasileiro ainda são mantidos em sigilo, parte do esforço para criar um “efeito surpresa” para os consumidores locais.

Melhor experiência de compra – O 11.11 brasileiro consolidará, no país, uma série de melhorias recém-introduzidas no AliExpress, como a adoção de de três voos fretados semanais para o Brasil. A logística aérea reduz o tempo de entrega para os consumidores finais. Atualmente, compras feitas no exterior pelo AliExpress chegam até a casa do consumidor no prazo médio de 30 dias, o que permite, por exemplo, explorar os descontos do 11.11 para adquirir presentes para o Natal.

O serviço usará, ainda, a tecnologia de consolidação de pedidos chamada “AliExpress Direct”, com a qual o consumidor recebe em uma única encomenda produtos comprados de diferentes lojas do marketplace. O método reduz custos logísticos e permite, no caso de compras com valor acima de US$ 15, que o usuário possa em muitos casos receber sua encomenda com frete gratuito.

“A combinação entre diversas inovações tecnológicas que melhoram a experiência de compra do usuário e a mistura de elementos de diversão com as ofertas que compõem o 11.11, tornam o ano de 2020 o mais importante para a expansão do AliExpress no Brasil”, afirma Yan Di, country manager da empresa no país.

Neste ano, a empresa implementou no país um serviço de devolução de pacotes que pode ser feito para um endereço brasileiro, sem custos e com reembolso integral para os itens marcados com o selo “Free Return”, além de oferecer um serviço de atendimento ao consumidor operado por pessoas nativas em língua portuguesa, para esclarecer dúvidas dos compradores. Em uma adaptação às características de consumo locais, o AliExpress também permite o pagamento em até 6 parcelas, sem juros, método de compra popular entre consumidores do Brasil.

Elo seleciona mais 3 startups para o Programa de Aceleração 2020

Dando continuidade à estratégia de inovação e ao propósito de captar novas oportunidades no momento em que são concebidas, a Elo – empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos – realiza em parceria com a Plug’n’Play, uma das maiores aceleradoras do vale do silício, a segunda rodada do Programa de Aceleração da Elo em 2020. As startups selecionadas para a segunda rodada são: Ironchip, Movva e Prometeo. Elas chegam com objetivo de desenvolver em conjunto com a Elo produtos e serviços que construam os modelos de negócios do futuro no setor de pagamentos.

O Programa de Aceleração ocorre em duas rodadas ao longo do ano e funciona da seguinte maneira: a Plug & Play seleciona startups por todo o mundo com base nos desafios estratégicos propostos pela Elo. Em seguida, é feito um Selection Day com as empresas listadas pela aceleradora, onde estas realizam um pitch aberto para a Elo inteira, contando um pouco sobre a empresa e solução. No caso da segunda rodada deste ano, participaram 10 startups com as soluções mais variadas como: big data, analytics, open banking, pagamentos digitais e educação financeira.

“O programa de aceleração com a Plug’n’Play é parte importante da nossa estratégia de construção do futuro dos pagamentos. Acreditamos na relação com as startups como um terreno fértil para a inovação”, comenta Duda Davidovic, Gerente Executiva de Inovação da Elo.

Considerando os dois ciclos de aceleração, a Elo já avaliou em torno de 250 startups. No primeiro ciclo, que ocorreu de maio até agosto, foram aceleradas as empresas Datarisk, Spinpay, FullFace e Kublau. Já o segundo ciclo, que também tem duração de 3 meses tem início em outubro. Confira abaixo mais detalhes sobre as startups selecionadas.

Sobre as Startups

A primeira Startup é a Ironchip (Espanha), que possui uma tecnologia que permite que você use um local seguro como uma identidade digital ou senha. A solução permite que você configure uma geolocalização considerada segura e limite ações como uso de um app ou início de transações a esse local, servindo como um fator de autenticação. Já tem casos aplicados em fintechs, indústrias e law enforcement.

Já a Movva (Brasil), possui soluções utilizando o conceito de nudges, que são reforços positivos que sugerem comportamentos e incentivam escolhas. A startup possui uma solução chamada Poupe+, onde são enviados nudges semanais com conteúdos financeiros e sugestões de atividades que possibilitam a mudança de comportamento do consumidor.

Por fim, a startup Prometeo (Uruguai), que é uma plataforma de Open Banking na América Latina, que oferece através de APIs acesso a informações bancárias de clientes, possibilitando a criação de soluções financeiras digitais. Atualmente, a startup está conectada com mais de 30 instituições financeiras em 9 países da América Latina (incluindo México e Brasil) e fornece acesso a mais de 45 APIs.

Coca-Cola FEMSA Brasil abre 1.400 vagas temporárias nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, abriu 1.400 postos de trabalho temporário nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As oportunidades fazem parte do Plano Verão que visa à contratação de colaboradores temporários para apoiar o aumento significativo na produção, distribuição e venda de produtos na alta temporada.

A abertura de um grande volume de vagas temporárias no verão já é uma tradição. A diferença para esse ano é que, por conta da pandemia, 100% do processo seletivo está sendo feito de forma remota para a maior parte dos cargos. As vagas disponíveis preveem contratação para o período até dezembro deste ano, sendo que em alguns casos poderá ser estendido até março de 2021.

Os cargos disponíveis são: ajudante operacional, arrumador de palete, assistente de manufatura, auxiliar de motorista entregador, auxiliar de remessa, conferente, motorista entregador, operador de empilhadeira, operador de enchedora, operador de máquina, promotor, técnico de manufatura e vendedor. A companhia oferece contratação com carteira assinada, benefícios e salários compatíveis com o mercado.

Os interessados devem cadastrar seus currículos no site http://www.contratando.com.br, onde também é possível obter informações como pré-requisitos referentes aos níveis de escolaridade e documentação necessária. O processo seletivo inclui avaliação de currículo, testes e entrevistas com a equipe da consultoria de RH Gi Group e gestores da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Pix reduzirá uso de dinheiro em espécie e trará mais agilidade ao comércio, avalia FEBRABAN

O Pix, sistema de pagamento instantâneo, que entrará em funcionamento a partir de 16 de novembro, será uma importante oportunidade para o Brasil reduzir a necessidade do uso de dinheiro em espécie em transações comerciais, que somente de custo de logística totaliza cerca de R$ 10 bilhões ao ano. A FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) avalia que a iniciativa deverá reduzir a necessidade de saques em espécie nas agências e nos caixas eletrônicos, o que também traz maior conveniência aos clientes bancários.

Para a entidade, o pagamento instantâneo, que permitirá transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos, também dará uma nova lógica para as atividades comerciais e trará mais agilidade para quem compra e vende.

“A economia tende a ganhar mais velocidade e ritmo, já que recursos entram e saem das contas de forma instantânea, podendo estimular mais investimentos e ganhos ao comércio. Há um grande potencial para auxiliar a economia num momento em que é importante a retomada do crescimento econômico”, avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

Além disso, o Pix poderá transformar-se em uma poderosa ferramenta para impulsionar a bancarização no país, trazendo novos clientes para o sistema financeiro. “O acesso a serviços financeiros constitui um passo crucial para a inclusão social e para o combate à desigualdade no país”, diz Isaac Sidney.

Segurança e conveniência nas transações

No próximo dia 03 de novembro, o Banco Central fará um soft opening do Pix – uma fase de operação restrita, com um número limitado de usuários finais, para que os participantes do sistema de pagamentos instantâneos possam executar todas as funcionalidades da ferramenta. Participarão desta etapa todas as 762 instituições que foram aprovadas nas etapas de cadastro e homologação do Pix. O sistema estará disponível para todos os clientes a partir de 16 de novembro.

Para Leandro Vilain, diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da FEBRABAN, o Pix é uma inovação que trará mais segurança e conveniência ao consumidor em suas transações financeiras, como já ocorreram com outras ferramentas, como tokenização, mobile baking e internet banking. “Essa medida é condizente com os investimentos que o setor bancário vem fazendo em modernização tecnológica, que no ano passado foram de R$ 24,6 bilhões.”

Desde o último dia 05 de outubro, os clientes interessados em usar o Pix já podem começar a cadastrar suas informações para aderir à nova solução. Entretanto, o cadastramento das chaves poderá ser feito a qualquer momento, até mesmo após o início de funcionamento do sistema.

Para que as transações eletrônicas ocorram de forma simples e ágil, sem que o cliente tenha que passar todos os seus dados para o usuário que irá realizar a transferência, o PIX terá chaves de endereçamento para identificação de contas transacionais. Intitulada “chave Pix”, o cadastramento será feito através de um “apelido” que será usado pelo cliente para identificar sua conta no sistema.

O ícone do PIX estará dentro do aplicativo bancário e no internet banking do cliente, assim como já estão outras funcionalidades, como DOC e TED. A chave Pix vincula as informações básicas do usuário aos dados completos que identificam a conta transacional do cliente (identificação da instituição financeira ou de pagamento, número da agência, número da conta e tipo de conta).

Os quatro tipos de chaves Pix que poderão ser usadas e cadastradas são:

• Número de CPF/CNPJ;

• Endereço de e-mail;

• Número do telefone celular

• Chave aleatória – EVP (Uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que, após solicitação do cliente ao seu banco, será enviada pelo Banco Central à instituição, e com ela será possível criar um QR Code)

Não é obrigatório cadastrar uma chave para fazer ou receber um Pix. Caso o usuário queira usar o sistema de pagamento instantâneo, sem a chave Pix, será preciso digitar todos os dados bancários do destinatário para realizar uma transação.

Além das chaves de endereçamento, o PIX também trará a experiência do QR Code que possuirá dois formatos:

– Estático: que poderá ser utilizado para transferências ou no comércio quando as informações para pagamentos não mudam, incluindo o valor do pagamento (exemplo: um sorveteiro, em que o preço do picolé é o mesmo sempre)

– Dinâmico: que poderá ser utilizado no comércio quando as informações para pagamentos mudam a cada momento (ex: em um supermercado, quando o valor de cada compra é diferente)

Segurança

A FEBRABAN alerta que o cadastramento das chaves Pix deve ser feito diretamente nos canais oficiais das instituições financeiras, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente à central de atendimento.

O consumidor não deve clicar em links recebidos por e-mails, pelo WhatsApp, redes sociais e por mensagens de SMS, que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix.

Tentativas de fraudes envolvendo o novo sistema de pagamento foram identificadas como ataques de phishing, ou pescaria digital, que usam técnicas de engenharia social e consistem na manipulação do usuário para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões. Os golpistas enviam links falsos que, quando acessados, direcionam o usuário a páginas falsas de bancos ou ainda levam à instalação de um arquivo malicioso que rouba dados pessoais e bancários.

Outro tipo de golpe, menos comum, são as centrais falsas oferecendo o cadastramento de chaves do Pix. O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso solicita os dados pessoais e financeiros da vítima.

“Os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras, muito menos podem ser usados indevidamente para o cadastramento do Pix sem o seu consentimento. Na dúvida, sempre procure o gerente, uma agência ou a central de atendimento oficial da instituição para obter esclarecimentos”, afirma Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

IGP-M varia 3,23% em outubro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 3,23% em outubro, percentual inferior ao apurado em setembro, quando havia apresentado taxa de 4,34%. Com este resultado, o índice acumula alta de 18,10% no ano e de 20,93% em 12 meses. Em outubro de 2019, o índice havia subido 0,68% e acumulava alta de 3,15% em 12 meses.

“Nesta edição, o IGP-M foi influenciado pela trégua oferecida pelo minério de ferro que contribuiu para a desaceleração da taxa do IPA (5,92% para 4,15%). A variação do preço da commodity passou de 10,81% para -0,71%, movimento que favoreceu o recuo da taxa do grupo matérias-primas brutas (10,23% para 5,55%). Os demais índices componentes do IGP, permaneceram em aceleração. O IPC subiu 0,77%, ante 0,64% em setembro, alta influenciada pelo grupo alimentação (1,30% para 1,90%). Já o INCC (1,15% para 1,69%) subiu graças à aceleração do grupo materiais e equipamentos, cuja taxa passou de 2,97% para 4,12%”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços do FGV IBRE.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 4,15% em outubro, ante 5,92% em setembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 2,84% em outubro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 2,83%. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 0,34% para 9,28%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 2,37% em outubro, ante 3,00% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 4,05% em setembro para 3,74% em outubro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 4,13% para -2,79%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 4,65% em outubro, contra 4,04% em setembro.

O estágio das Matérias-Primas Brutas variou 5,55% em outubro, ante 10,23% em setembro. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (10,81% para -0,71%), arroz em casca (38,93% para 9,20%) e leite in natura (9,52% para 3,29%). Em sentido oposto, destacam-se os itens soja em grão (14,32% para 14,96%), laranja (4,54% para 13,54%) e cana-de-açúcar (0,87% para 2,22%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,77% em outubro, ante 0,64% em setembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram avanço em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (1,73% para 3,10%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 23,74% em setembro para 34,21% em outubro.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (1,30% para 1,90%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,52% para 0,04%), Vestuário (-0,48% para 0,29%) e Comunicação (0,03% para 0,08%). Nestas classes de despesa, vale mencionar os seguintes itens: hortaliças e legumes (-3,10% para 2,65%), plano e seguro de saúde (-2,40% para 0,00%), roupas (-0,64% para 0,37%) e tarifa de telefone residencial (0,19% para 1,34%).

Em contrapartida, os grupos Transportes (1,07% para 0,12%), Habitação (0,50% para 0,32%) e Despesas Diversas (0,28% para 0,12%) registraram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, destacam-se os seguintes itens: gasolina (3,36% para -0,34%), tarifa de eletricidade residencial (0,49% para 0,15%) e serviços bancários (0,23% para 0,10%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,69% em outubro, ante 1,15% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de setembro para outubro: Materiais e Equipamentos (2,97% para 4,12%), Serviços (0,13% para 0,33%) e Mão de Obra (0,06% para 0,19%).

Startup vê demanda por digitalização de restaurantes quadruplicar e recebe aporte para expandir operação

A Styme, startup de serviços para restaurantes e consumidores, já sente o reaquecimento do mercado com a procura cada vez maior de restaurantes por serviços de tecnologia que auxiliem na digitalização dos processos operacionais e, consequentemente, na retomada das atividades devido à pandemia. Desde julho, a Styme conquistou 60 novos clientes e acaba de receber um aporte de R﹩ 400 mil para expandir sua operação em todo o país, com a expectativa de crescer cerca de 120% em relação aos clientes e 173% em faturamento até o fim deste ano.

A principal questão a ser solucionada é o distanciamento entre clientes e funcionários dos estabelecimentos de alimentação sem perder a qualidade e empatia no atendimento. Um dos principais serviços da startup nesse sentido é a plataforma de cardápios digitais, disponibilizados via tablets, que permitem uma experiência completa reduzindo em até 70% o contato com os garçons. Casa Graviola, Méz, Cachaçaria Água Doce, Habib´s, Ragazzo, Dasbrot, B de Burguer, Hot n Tender e Camarão Express são alguns dos clientes que utilizam a plataforma.

A qualidade visual do menu digital, desenvolvido com design e curadoria fotográfica de cada prato, além de informações detalhadas sobre sua composição, estimula o desejo pelo menu e melhora a experiência do cliente, que consegue ter uma perspectiva mais real do produto oferecido, diminuindo o volume de dúvidas a serem tiradas com os garçons e, portanto, o contato entre as partes.

Além disso, a Styme utiliza inteligência artificial para programar a venda sugestiva de acordo com as opções selecionadas pelo consumidor. Enquanto o cliente pede um simples prato como um hambúrguer, o cardápio sugere acompanhamentos que harmonizam com o item selecionado pelo cliente. O pedido feito pela interface é enviado diretamente à cozinha, sem intermédio de funcionários do local.

A tecnologia otimiza em 30% os custos com a mão de obra, além de contribuir com um aumento de até 20% do tíquete médio do restaurante. “O garçom para de fazer aquele trabalho operacional e foca em ser um consultor de vendas. Além disso, conseguimos captar informações dos clientes e o nível de satisfação do atendimento por meio de pesquisas impostas pelo cardápio”, explica Frederico Tonietto, CEO da Styme.

A plataforma também permite que o restaurante tenha processos mais ágeis, podendo ajustar promoções, formatos, combos e até mesmo o próprio menu, de acordo com os pratos que estão sendo mais vendidos e que indicam a preferência dos clientes. Até o fim deste ano, a Styme deve lançar a versão do cardápio digital com pagamento via QR CODE.

A Styme também é parceria da Linx, líder no segmento de softwares de gestão para o varejo, que permite conexão do cardápio digital com os sistemas operacionais de restaurantes de todo o país. Hoje, a solução atende em média 50 mil pedidos por mês e está presente em 12 estados do Brasil.

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