Cor.Sync é aprovada em processo de aceleração da Hards

A Cor.Sync, startup recém-aprovada no processo seletivo da Incubadora USP/IPEN-Cietec é uma das empresas selecionadas para o processo de aceleração da Hards, primeira aceleradora do Brasil voltada para software e hardware. A empresa é responsável pelo desenvolvimento de uma solução de auxílio ao diagnóstico de infarto no atendimento de emergência hospitalar.

“Estamos muito felizes em fazer parte do time de startups aceleradas pela HARDS, que é a união da aceleradora Darwin Startups com a Fundação CERTI e CVentures. Em um mês de pré-aceleração, com a ajuda da HARDS, fizemos o equivalente a três meses de trabalho. Agora, estamos ansiosos para crescer ainda mais e revolucionar a forma como o diagnóstico de infarto é feito”, afirma o CEO e Founder da Cor.Sync, Raul de Macedo.

Fundada em 2019, em Curitiba, no Paraná, pelos sócios Raul de Macedo, mestre em engenharia biomédica e Paulo Garcia, engenheiro mecatrônico. Hoje, conta também com mais dois sócios: Attilio Galhardo, médico cardiologista e Alexandre Costa, mestre em engenharia biomédica. A empresa desenvolveu o Cor.Sync Point of Care, uma solução para o diagnóstico de infarto no atendimento de emergência hospitalar, com um dispositivo point of care e uma plataforma de auxílio à decisão clínica. O dispositivo de mesa oferece resultados de troponina com precisão laboratorial em menos de 10 minutos, além de uma plataforma que utiliza inteligência artificial para auxiliar profissionais de saúde a interpretar o resultado e tomar decisões clínicas baseadas em evidências.

Entrada em incubadoras
A startup recebeu seu primeiro investimento da ATEEI, indústria de Placas Eletrônicas, em 2019. Em 2020 foi aprovada no Cietec, onde futuramente (pós-pandemia) ficará instalada para aprimorar toda parte tecnológica do dispositivo. Paralelamente, passou a fazer do time de startups incubadas da Eretz.bio, do Hospital Albert Einstein, onde conta com a expertise e networking da área médica.
Aprovação em Programa de Aceleração

O programa de aceleração HARDS surgiu para complementar o ecossistema de empreendedorismo em Santa Catarina e do Brasil. Atualmente, é voltado para o ecossistema de evolução para startups no segmento da Indústria 4.0. Formada por empreendedores, mentores e corporações que visa trazer inovação para o mercado, a aceleradora, por meio de capacitação, infraestrutura de prototipagem, investimento financeiro e acesso privilegiado ao mercado e canais de distribuição logísticos, criou um ambiente que permite startups early stage crescerem para uma entrada rápida e mais sustentável no mercado.

Além do investimento financeiro, como parte do programa de aceleração da HARDS, empresas e empreendedores têm acesso a dezenas de benefícios avaliados em mais de R$500k, Cloud Service, CRMs, ferramentas de marketing, consultoria jurídica e de desenvolvimento de hardware, entre outros.

Primeiro lugar em programa de fomento de densidade de startups
Além do programa de aceleração, a promissora startup, foi aprovada em primeiro lugar para a segunda fase do Conecta Startup Brasil, programa que tem como objetivo fomentar a densidade de startups no País, por meio de capacitação, acesso a mercado e investimento. A iniciativa, conjunta entre a Softex, ABDI, MCTI e CNPq, vai premiar empresas em até R$ 200 mil.

A primeira etapa do programa, selecionou 100 startups, que receberam um investimento de R$ 20 mil. À medida que o programa avança, a quantidade de empresas aceleradas vai sendo diminuída, mas o investimento aumenta. Na segunda fase está sendo prestada mentoria para 50 startups, entre elas, a Cor.Sync, que está recebendo mais um aporte de R$ 30 mil. Na terceira fase, as 25 finalistas recebem R$ 50 mil e quando a solução estiver bem desenvolvida, será feito novo investimento de R$ 100 mil.

“Participar do início de desenvolvimento de startups promissoras, como a Cor.Sync, que possivelmente será uma de nossas “beginners”, nos mostra o quanto a inovação e da ciência pode contribuir com a evolução de soluções para a área médica e tantas outras”, afirma Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec.

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