Solfácil recebe aporte de R﹩ 21 milhões com apoio de assessoria jurídica

A Solfácil – primeira fintech solar do Brasil – acaba de receber um aporte de R﹩ 21 milhões Series A liderado pela Valor Capital Group, que também foi acompanhado pelos investidores anjos que apoiam a empresa desde o início. O fundo de venture capital, que já investiu em unicórnios como Stone, Gympass e Loft, agora direciona seus recursos para apoiar a Solfácil na democratização do acesso à energia solar fotovoltaica. O aporte teve assessoria jurídica do Barros Pimentel Advogados.

A sócia Silvia Hachiya, da área de Venture Capital e Private Equity do escritório, destaca: “A Solfácil tem um modelo inovador de financiamento a projetos residenciais de energia solar e essa rodada de investimento impulsionará o desenvolvimento de novos produtos e soluções voltados ao mercado de energia limpa. É muito gratificante ao Barros Pimentel Advogados participar, desde a fundação da Solfácil, da estruturação e expansão de uma empresa de alto impacto social e ambiental”. A fintech oferece os prazos de financiamento mais longos do mercado, de até 120 meses, e taxas de juros competitivas.

De acordo com dados da Aneel e preços médios do mercado, somente em 2019 o setor de geração distribuída movimentou mais de R﹩6 bilhões em aquisições de sistemas solares. Isso representa um crescimento de 236% no número de instalações em comparação com 2018. No primeiro semestre de 2020 o crescimento foi de 90%, apesar do efeito Covid.

A sócia do Barros Pimentel Advogados acrescenta que o investimento na Solfácil terá papel fundamental na democratização do acesso a tecnologias de geração de energias renováveis no Brasil, e no estímulo no interesse de investidores em ativos de perfil ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governamental). As empresas classificadas nessa definição buscam preservar as comunidades com as quais se relacionam tanto quanto dar lucro aos acionistas, e representam um pensamento coletivo que se fortaleceu durante a pandemia de Covid-19.

“Empreendedores e investidores têm reconhecido a importância da segurança jurídica na estruturação operacional da startup e no aporte seguro de capitais, e o resultado é um aumento na taxa de sucesso na conclusão das negociações para injeção de capital nas startups”, analisa Silvia, que também liderou o time que assessorou outro investimento concretizado nesse mês de julho, o aporte no FitBank – plataforma de gestão de pagamentos – feito pelo J. P. Morgan.

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