Transações por aproximação ultrapassam 19 milhões no mês de junho, indica Mastercard

Com as restrições impostas pela Covid-19, os consumidores passaram a adotar novos hábitos de pagamento em ritmo acelerado e estão cada vez mais se afastando do dinheiro e optando por experiências digitais e por aproximação – e não pretendem voltar atrás, segundo estudo global da Mastercard realizado em 15 mercados, incluindo o Brasil. Com esse impulso, as transações por aproximação bateram recorde de uso no mês de junho, superando 19 milhões no Brasil.

Entre os estabelecimentos preferidos do consumidor para utilizar essa modalidade de pagar, estão os supermercados, postos de combustível, além de farmácias e redes de fastfood. A cidade de São Paulo é a que mais realiza transações por aproximação no Brasil.

Segundo dados da Abecs, o número de pagamentos por aproximação passou de R$708 milhões para R$3,9 bilhões no primeiro trimestre de 2020, um aumento de 456% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os pagamentos por aproximação são uma forma rápida, prática e segura de finalizar transações presenciais. A tecnologia NFC (Near Field Communication) permite que o pagamento seja realizado sem a necessidade de inserção do cartão na maquininha. Pioneira em pagamentos por aproximação no país, a Mastercard liderou a iniciativa na América Latina e Caribe para aumentar o limite de transações por aproximação sem o uso de senha que, conforme anúncio recente da Abecs, será elevado de R$ 50 para R$ 100, tornando a tecnologia ainda mais usual em compras diárias.

Considerando a crise mundial na saúde, a indústria de meios de pagamentos tem recomendado a utilização do pagamento por aproximação com cartões ou carteiras digitais como forma de evitar o contato direto dos consumidores com o dinheiro em circulação. Ao que tudo indica, essa recomendação vem sendo seguida por consumidores, segundo levantamento realizado globalmente pela Mastercard, 69% dos brasileiros entrevistados afirmaram que a COVID-19 os incentivou a usar pagamentos por aproximação, enquanto 14% dos entrevistados deixaram de utilizar dinheiro durante a pandemia e 63% diminuíram significativamente o seu uso.

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