Magento cresce mais de 10x em faturamento durante o último ano

A Magento, plataforma de e-commerce líder de mercado e que foi adquirida pela Adobe em 2018, cresceu dez vezes em faturamento durante o ano fiscal de 2019, na comparação entre o primeiro e o último trimestre do mesmo ano. Presente em mais de 180 países, a companhia tem no Brasil o maior mercado da América Latina e mais de 15% da sua receita global.

Além do crescimento em faturamento, a Magento apresenta bons números também na quantidade de novos parceiros comerciais e de novos clientes. A companhia fortificou e consolidou a estratégia de parceiros, cujo número aumentou em mais de 40%. “Nossa estratégia não é ter uma quantidade enorme de parceiros, porque trabalhamos muito próximos de cada um. O que desejamos é selar parcerias que atuam em diferentes indústrias e regiões. Trabalhamos forte nisso durante os últimos meses e, hoje, temos uma sólida cadeia de parceiros”, explica Stella Guillaumon, general manager da Magento.

Durante o último ano, a empresa também conquistou clientes importantes no Brasil. Dentre os mais de 70 novos contratos estão marcas como Nestlé, Havan, Espaçolaser e Puma.

Stella afirma que os resultados são fruto de um esforço coletivo da companhia, e que, com a aquisição da Adobe, a marca Magento ganhou ainda mais força. “Já vínhamos desenvolvendo muito nossa tecnologia. Mas, com a Adobe, agregamos mais soluções dentro da nossa ferramenta. Lançaremos, nas próximas semanas, a inteligência artificial da Adobe, o Adobe Sensei, para recomendação de produtos em e-commerce. Além disso, a oferta de uma plataforma de comércio eletrônico com todos os recursos de marketing cloud da Adobe representa uma solução completa em experiência digital.”

A executiva conta ainda que, mesmo com a recessão por conta da pandemia, os planos e as metas da empresa não sofreram grande impacto. “A migração para o digital é um caminho sem volta. A quarentena em muitas cidades fez com que vários negócios passassem a atuar no comércio digital para se manterem em funcionamento. E mesmo depois que a crise do Covid-19 passar, essas empresas não deixarão de ter no on-line um importante canal de vendas”, finaliza Stella.

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