Archive março 2020

Como atrair clientes para a sua loja virtual

Ter sua própria loja virtual pode ser um desafio, caso você não saiba como conquistar o público. Para atrair e fidelizar clientes, é preciso compreender algumas formas de garantir acesso, como, por exemplo, fazer bom uso das redes sociais para atrair tráfego.

Além disso, através de buscadores e social ads, você pode optar por campanhas patrocinadas. Mas se seu desejo é gerar visitas orgânicas, o jeito é potencializar as técnicas de SEO implementadas na sua loja. “Ter tráfego orgânico em sua loja virtual pode fazer uma diferença enorme e contribuir muito para o seu sucesso. Além de ser mais qualificado, você não precisa gastar com anúncios”, explica Thiago Mazeto, diretor comercial e marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

A Tray, por exemplo, possui recursos de SEO que favorecem a configuração pelo próprio lojista e facilita a utilização do Google Shopping e Facebook Ads. Segundo o especialista, essas estratégias de marketing se iniciam ao conhecer a sua persona, sabendo qual conteúdo ele consome, onde consome e quais são suas principais características e necessidades. “Com isso, é possível entender quais conteúdos, palavras-chaves e termos que podem ser utilizados na estratégia”, aponta ele.

Além disso, quando o intuito é atrair clientes para sua loja online, é importante pensar no que pode diminuir a taxa de abandono. E a estrutura do seu site pode ser a solução. Mazeto aponta sete dicas para sua loja virtual:

1. A velocidade é fundamental para SEO. Quanto mais demorar para carregar sua loja, maior será sua taxa de abandono.

2. Otimize sua loja para dispositivos móveis.

3. Escreva meta descrições atraentes que sua persona entenda e procure.

4. Adicione ALT tags em todas suas imagens, isso faz com o Google entenda mais sobre suas imagens.

5. Se você possui um produto esgotado, use o redirecionamento 301 da URL para uma nova página de produto.

6. Ofereça opções de navegação por categoria.

7. Otimize o tamanho do seu título para ficar entre 60 a 70 palavras.

Outra dica importante é com relação a atratividade do conteúdo. Segundo o especialista, as páginas de produtos precisam ter 1000 palavras em média, além de usar palavras-chave de 3 a 5 vezes. As descrições podem atrair mais clientes se tiverem casos de uso e é muito importante abrir o espaço para avaliações de usuários. “Incluir vídeos de pessoas usando o produto, pode fazer com que o usuário fique mais tempo na sua loja e, consequentemente, ganhará mais relevância no Google”, explica diretor comercial e marketing da Tray.

Por fim, para conquistar acessos, é necessário compreender que a loja virtual e a loja física não competem entre si. Por isso, é importante explorar as vantagens do meio online para que as duas sejam complementares. “Com o e-commerce, os benefícios são muitos. Não há limite físico para vender, podendo chegar no Brasil todo; as campanhas e operações são mais fáceis de metrificar; há uma maior comodidade para o comprador; disponibilidade 24 horas; um maior alcance e menor custo de operação; além da possibilidade de vender seus produtos em outras lojas e marketplaces”, finaliza Mazeto.

Data Science: a evolução do Data Analytics como aliado de Customer Experience

Por André Sousa, Diretor de Inovação da Meeta Solutions

É inacreditável, nos dias de hoje, pensar em uma empresa, seja qual for o segmento de atuação, que não se preocupe com a área de relacionamento com o cliente. Aprimorar a customer experience, ou CX, é cada vez mais mandatório no mercado em geral.

Isso está diretamente relacionado ao aumento da régua de exigência do cliente moderno e digital, que não admite mais ser tratado como massa genérica. Ademais, a transformação digital e a concorrência cada vez mais acirrada criam uma demanda cada vez mais necessária por conhecer o seu cliente.

Porém, por mais que as ferramentas analíticas tenham evoluído, desde o surgimento do Business Intelligence e o avanço do Data Analytics, as empresas vivem no completo caos da inundação de dados desconexos e, ao final, acaba faltando atenção a um aspecto vital: transformar dados em informação de valor.

E isso é Data Science, a ciência usada para coletar dados e organizá-los de forma aplicável, com benefícios diretos para os negócios.

As empresas hoje já não têm mais dúvida de quão crucial é a gestão de relacionamentos com cliente para suas operações. Isso não é mais um diferencial, é uma premissa.

Nos segmentos de telefonia, internet e TV por assinatura, por exemplo, é muito fácil perceber como a questão da individualidade faz a diferença e como se peca no sentido de não transformar dados em informação de valor.

Vamos imaginar uma hipótese: de um consumidor que deseja resolver um problema bem específico de internet fixa em sua residência, como uma disfunção no serviço de rotas da operadora, que pode apresentar grande instabilidade ao se conectar com um determinado servidor (problema muito comum para usuários de jogos online). Ele liga inúmeras vezes para tentar solucionar o mesmo problema e não obtém a solução.

Isso acontece porque, mesmo com um volume gigantesco de dados, o Data Analytics, em seu modelo tradicional, não permite entender o principal: quais são suas reais necessidades.

Um cliente jovem e digital precisa de um canal de atendimento rápido e móvel. Um executivo precisa ter a solução para o seu problema já no primeiro contato. Um idoso pode preferir um canal com maior acessibilidade com o apoio de um atendente humano.

Estamos falando da ciência de traduzir as informações que são produzidas em insights de valor. Não é mais sobre saber quantas reclamações de cliente a empresa recebeu e sim, sobre conhecer cada indivíduo e sua jornada na experiência com a empresa e compreender de fato o que o levou a insatisfação.

Erra-se ao não ter uma visão individual de cada cliente, já que geralmente as análises focam nos conjuntos maiores de dados e excluem as pequenas exceções.

Além disso, é muito comum desperdiçar o potencial dos dados olhando para o passado, sem preocupar-se em ser preditivo e presumir que as intenções do cliente podem ser previstas baseadas no seu histórico do seu comportamento, sem levar em conta as circunstâncias dinâmicas do novo momento.

Afinal, o que realmente agrega valor a customer experience é prever que aquele cliente está em processo de transformação do seu consumo e faz parte do compromisso da empresa prover recursos que a ajudem nesse processo, antecipando necessidades, apresentando soluções para os problemas e, desta forma, melhorando a experiência do cliente como usuário.

Também é preciso ter clara a ideia de que ferramentas por si só não são suficientes. A enorme diversidade de dados deve ser canalizada por ações de inteligência que produzam modelos de atendimento eficientes e personalizados.

Você pode ter a tecnologia de Data Analytics mais avançada do mundo, se não tiver Data Science por trás não conseguirá fazer uso da matéria-prima mais nobre da empresa: a informação.

Não basta apenas coletar os dados dos usuários, inclusive, é bastante comum encontrar empresas que reúnem dados sem nem saber o motivo e como usá-los. O que faz a diferença é transformar dados em informação de valor e mais do que isso, olhando para a individualidade de cada usuário.

Em suma, a transformação digital criou infinitas novas possiblidades para as gestões de relacionamento com o cliente. Os bancos, grandes varejistas, empresas de telecomunicações, provedores de conteúdo, transportes, e todos os grandes segmentos estão se reinventando para a nova era, na qual a experiência positiva do cliente é o grande diferencial, mais importante até do que o produto ou serviço que vendem.

Mas, para ter sucesso e aprimorar a customer experience em especial na era da transformação digital, é preciso unir tecnologia, metodologia e estratégia, o que representa na verdade o conceito puro de Data Science e de metodologias avançadas baseadas em sistemas cognitivos e que empregam a inteligência artificial. Inclusive, alguns setores da indústria estão fadados ao fracasso se não se adaptarem rapidamente a essa nova realidade.

Stefanini oferece ao mercado brasileiro solução israelense que pode auxiliar no controle de casos de coronavírus

Com o aumento do número de casos confirmados de coronavírus no Brasil e na tentativa de minimizar o impacto da pandemia, a Stefanini Rafael , venture do Grupo Stefanini especializada em soluções avançadas de Inteligência e de Cyber Defense, oferecerá ao mercado brasileiro uma solução desenvolvida em Israel, que pode auxiliar os órgãos do governo no mapeamento dos casos.

Batizada de Wisdom Stone, a tecnologia é capaz de identificar com precisão as localidades com maior incidência da doença e onde poderão surgir novos surtos do vírus. Utilizando inteligência artificial, aprendizado de máquina, algoritmos de análise de dados e mapas de conexões, a plataforma consegue monitorar bairros, cidades e país para alertar os responsáveis pelo Sistema de Saúde local. Dessa forma, os profissionais podem se preparar antecipadamente para receber nos hospitais um volume maior de cidadãos com suspeita de Covid-19 e até mesmo improvisar novas unidades de atendimento.

“Nesse momento, precisamos unir esforços para combater essa grande crise que se instalou no Brasil e no mundo. Temos que encontrar uma maneira de identificar, controlar o vírus e gerenciar essa pandemia com soluções robustas e alta eficácia. Aplicando nossa tecnologia, será possível integrar diferentes tipos de dados de várias fontes. Essa plataforma unifica a fusão de um grande volume de dados”, explica Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael.

A ferramenta possibilita coletar, fundir e analisar dados massivos de diversas fontes, com diferentes tipos e formatos, e transformá-los em inteligência. O sistema tem capacidade de armazenamento de milhares de usuários e permite a visualização de informações de inteligência, dados analíticos, estatísticos e de desempenho; atividades de analistas e investidores, análise da rede e de linhas de tempo. Suporta mais de 10 petabytes de bases de dados, documentos e arquivos.

Privacidade

O sistema é protegido ciberneticamente e atende aos regulamentos de segurança e privacidade baseados nas melhores práticas e experiência da Rafael em projetos em Israel e no mundo. Todos os locais são salvos no telefone do usuário e não são enviados para o sistema central. A plataforma mantém a privacidade das informações, extraindo automaticamente apenas os dados relevantes.

O Wisdom Stone inclui um aplicativo que pode ser instalado por cidadãos voluntários ou por legisladores. O aplicativo permite transparência no tratamento das informações coletadas, dando aos cidadãos o direito de desconectar quando a crise terminar. Com o aplicativo, as pessoas poderão receber alertas pessoais enotificações, além de compartilhar informações diretamente com as autoridades. O sistema analisa os dados do aplicativo e apresenta informações aos órgãos de saúde envolvidos.

“Com a tecnologia é possível utilizar mapas de calor e prever surtos com base nos relatórios diários sobre condição de saúde dos usuários. Outra vantagem é a possibilidade de identificar pessoas que violaram os regulamentos de quarentena, tendências de contágio e áreas de propagação”, explica Natal.

A Stefanini Rafael conta em seu portfólio com ofertas avançadas de inteligência para lidar com o desafio de explorar grandes volumes de dados, além de sistemas avançados de monitoramento de imagens digitais.

FGV: Alimentos sobem em março com as famílias em quarentena

A pandemia do novo coronavírus, que mudou a paisagem de cidades do Brasil e do mundo, provocou rápida mudança nos hábitos de compra dos brasileiros. Com as famílias mais tempo em casa, houve aumento da busca por alimentos nos mercados. Segundo coleta de preços feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a variação média dos preços de 20 itens básicos presentes na cesta saltou de 0,19% no início de março, para 1,64% no dia 26 deste mês.

“Dois pontos principais explicam o avanço dos preços. Além do aumento da demanda por alimentos, pois todas as refeições estão sendo feitas em residência, houve aumento da estocagem de alimentos por receio de que o vírus se propague mais e expanda o período de confinamento social”, analisou o economista André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE e responsável pelo estudo.

O arroz, que havia subido 1,17%, variou em 1,74%. O feijão carioca passou de -2,16% para um aumento de 0,58%, e o feijão preto foi de queda de 2,61% para aumento de 2,24%. Ovos (de 5,04% para 9,04%) e carnes bovinas (de -2,31 para 0,25%) também registraram acréscimos. Já o frango inteiro caiu de -1,47 para -2,20%.

De acordo com Braz, os serviços delivery em operação servem como alternativa para as famílias, mas o nível de preços da alimentação preparada fora de casa e maior que o da refeição preparada em residência. “Como o orçamento de várias famílias foi afetado pela paralização do comércio e dos serviços, muitas delas não dispõem de renda para arcar com os custos da alimentação fora de casa”, resumiu.

Consumo responsável 

O economista aponta que é natural que os preços subam um pouco, já que são definidos pelo equilíbrio entre oferta e demanda. “Tem famílias que vão ao supermercado e compram demais, aí acaba faltando para as outras que não estão fazendo essa compra antecipada, ou porque não têm dinheiro ou porque tem consciência de que outras pessoas vão precisar também”, avaliou.

Braz dá algumas dicas de como as famílias podem ajudar na economia e no controle dos preços, para que todos passem por esse período com um pouco mais de tranquilidade.

1 — Planeje as suas compras. Como o objetivo é circular menos, vale se programar para ir ao mercado uma vez por semana;
2 — Pesquise os preços pela internet e escolha o mercado que ofereça as melhores opções e preços, de acordo com a sua cesta de compras;
3 — Leve uma lista com tudo o que precisa;
4 — Não compre em excesso, mas o que for necessário para uma semana. Lembre-se de outros também vão precisar e que faltando os preços aumentam;
5 — Por fim, é uma fase que vai passar com mais tranquilidade se fizermos também nossa parte.

Supermercados online, plataformas de ensino a distância e farmácia online são as categorias que mais conquistam usuários, segundo pesquisa

De acordo com pesquisa realizada pelo Opinion Box e divulgada neste mês de março, as categorias que mais conquistaram novos usuários, em plena crise devido ao novo coronavírus no Brasil, foram: supermercado online, plataformas de ensino a distância e farmácia online.

Em relação ao supermercado online, o crescimento de usuários foi de 25%. Já em relação às plataformas de ensino a distância e cursos online o aumento foi de 18%. Enquanto isso, aumentou em 17% aqueles que começaram a acessar farmácias online.

O estudo também avaliou que a intensidade entre usuários de streaming de filmes e séries tanto pagos como gratuitos, TV fechada e plataformas de ensino à distância também cresceu. Os serviços de streamig gratuitos tiveram aumento de 8%, a televisão aberta de 6% e os serviços de streaming pagos de 5%.

Em relação a mudanças de hábito, 32% das pessoas começaram a jogar jogos online, 26% passaram a pedir delivery de comida, 18% começaram um curso online novo, 15% começaram a fazer compras de farmácia pela internet, 14%passaram a fazer compras de supermercado pela internet e 15% passaram a fazer atividades físicas online.

“É inegável que a população enclausurada dentro de casa e trabalhando de forma remota, irá aumentar o acesso a internet e principalmente a sites de comércio eletrônico. Hoje a compra ocorre por dois motivos, uma por necessidade e outra por impulso”, afirma Felipe Dellacqua, sócio da VTEX, multinacional brasileira de tecnologia desenvolvedora de plataformas de e-commerce e que tem clientes como Sony, Ambev, Nestlé e Coca-Cola.

Ainda de acordo com ele, com a evolução da logística entregando cada vez mais rápido e mais barato, esse canal poderá continuar em alta mesmo após a crise.

“Comprar online é um hábito, se a experiência desse hábito for cada vez mais positiva, certamente teremos um engajamento maior e uma preferência por esse canal mesmo após a crise do coronavírus”, diz Felipe.

Delivery Direto vê crescimento da demanda e facilita o dia a dia de quem está em casa

A comodidade e praticidade dos aplicativos de comida sempre foram os pontos mais atrativos para estimular as vendas. Porém, no atual cenário de pandemia ocasionada pela proliferação do coronavírus e de decisões de órgãos públicos, além das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), evitar aglomerações tem sido um dos grandes motivos para cada vez mais pessoas optarem por serviços de entregas.

Nesse contexto, o Delivery Direto, que pertence a Locaweb e atua como uma plataforma alternativa e econômica em relação aos marketplaces que exigem comissões dos restaurantes, tem percebido um aumento na demanda dos estabelecimentos clientes da plataforma. Para se ter uma ideia, a empresa que recebe cerca de 350 mil pedidos por mês de seus 1,8 mil clientes já teve um aumento de 10% nas demandas nos últimos dias.

Dentre as cidades em que a plataforma opera, o Rio de Janeiro registra o maior volume de entregas, com 22,6%. O município é seguido por São Paulo (15,5%), Belo Horizonte (4%), Curitiba (3.9%), Porto Alegre (2.8%) e Recife (2.6%).

“O delivery tem se consolidado como uma tendência para o consumidor que busca comodidade e praticidade, no entanto, no atual cenário, vemos o serviço também como uma opção tanto para o restaurante que precisa manter sua operação saudável e pode contar com uma plataforma para ter maior organização e autonomia de operação, quanto para o cliente que quer receber suas refeições em casa. Além disso, no caso dos nossos clientes, ajudamos a manter o funcionamento de estabelecimentos que empregam cerca de 18 mil profissionais”, explica Allan Panossian, cofundador e CEO do Delivery Direto.

Salesforce Care: soluções gratuitas de resposta rápida para ajudar as empresas a passar pelo COVID-19

A Salesforce, empresa líder em CRM, anuncia a expansão do Salesforce Care com soluções gratuitas adicionais para ajudar as empresas de qualquer setor a se conectarem com seus stakeholders, mesmo quando todos estão trabalhando remotamente.

A solução Salesforce Care para a Indústria de Saúde foi anunciada no dia 11 de março, voltada para sistemas de saúde e projetada especificamente para provedores de assistência médica que sofrem um alto fluxo de solicitações devido ao COVID-19. As soluções Salesforce Care estão disponíveis imediatamente e podem ser configuradas muito rapidamente.

Permanecer conectado e receptivo aos clientes, funcionários, parceiros e as comunidades é sempre importante,mas absolutamente vital neste momento em que as informações do COVID-19 estão mudando a cada hora. Ser atualizado com informações em tempo real pode ajudar a aumentar a segurança e o bem-estar, além de reduzir as dúvidas durante esse período de incerteza.

As soluções recém-adicionadas do Salesforce Care incluem:
Funcionário e Clientes 
• Salesforce Care para Engajamento com Colaboradores e Clientes: um aplicativo de central de ajuda, atendimento ao cliente e centro de contatos pré-configurado para responder às questões rapidamente e manter clientes e funcionários informados.
Bots, comunidades e portais do Einstein estão incluídos, capacitando funcionários e clientes a realizar um auto atendimento. Ferramentas de engajamento digital ajudam os agentes a lidar com o crescente volume de questionamentos que estão recebendo em canais como chat, SMS, WhatsApp e Facebook. O Salesforce Maps fornece um feed de dados interno com monitoramento de hot spot onde ocorreram surtos. A plataforma de aprendizado myTrailhead capacita as organizações a fornecer rapidamente conteúdo digital e informações importantes relacionadas ao COVID-19 para funcionários, clientes e parceiros.

• Salesforce Care para Engajamento em Redes Sociais: o acesso ao Marketing Cloud Social Studio permite que as empresas monitorem as conversas sobre COVID-19 relevantes e se envolvam com suas comunidades nas redes sociais para garantir que estejam informadas e conectadas.

Pequenos negócios e startups 
• Salesforce Care para Startups e Pequenas Empresas: o Salesforce Essentials, nosso CRM para pequenas empresas, estará disponível para apoiar os esforços de vendas e atendimento ao cliente de pequenos negócios.

• Tableau for Salesforce Care: a Tableau permitirá que pequenas empresas tomem decisões sobre os seus desafios comerciais, de forma mais ágil e com base em dados.

Para todo o ecossistema 

• A Salesforce acaba de lançar o AppExchange COVID-19 Resource Center , um recurso dedicado para atender às necessidades dos colaboradores, clientes e comunidades durante a crise do COVID-19, com aplicativos criados por parceiros e pela Salesforce Labs, além de conteúdo informativo.

A Salesforce também oferece suporte, treinamento e orientação 24 horas gratuita com especialistas da Salesforce para ajudar os clientes a implantar e usar com sucesso as soluções Salesforce Care.

Todas as soluções Salesforce Care e suporte que o acompanham estarão disponíveis gratuitamente para clientes e não clientes por pelo menos 90 dias. Após o período gratuito de 90 dias, as empresas terão a opção de contratar essas soluções ou descontinuar os serviços.

Magalu lança plataforma digital para que pequenas empresas e autônomos vendam sem sair de casa

O Magalu lança, nesta terça-feira, o PARCEIRO MAGALU, uma plataforma digital de vendas para ajudar micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a manter seus negócios e obter renda durante o período de isolamento social imposto pela pandemia de covid-19. O Brasil tem hoje 5 milhões de empresas varejistas — a maior parte delas com faturamento de até 5 milhões de reais ao ano. Desse total, apenas cerca de 50 000 vendem seus produtos digitalmente. 

Sem poderem abrir as portas desde o agravamento da crise do coronavírus, parte dos micro e pequenos perderam suas fontes de renda. “Nossa plataforma permitirá que esses milhões de brasileiros possam continuar a trabalhar, sem sair de casa e sem correr riscos. Digitalizar o varejo e os brasileiros faz parte da nossa estratégia de negócio e do nosso propósito como empresa — e ele nunca se mostrou tão necessário quanto nesses tempos que estamos vivendo”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Por isso, fizemos em cinco dias o que estava planejado para ser feito em cinco meses. Sabemos que podemos enfrentar instabilidades no sistema, mas achamos que era preciso correr o risco.” 

O PARCEIRO MAGALU inclui duas plataformas digitais. Uma desenvolvida para novos cadastros de pessoas jurídicas, que operam como Microempreendedores Individuais (MEI) — com faturamento anual de até 81 000 reais — e no Simples, para empresas com receitas inferiores a 5 milhões de reais ao ano. E a outra para pessoas físicas. 

Para as Pessoas Jurídicas 

Na plataforma para pessoas jurídicas, pequenos empresários e comerciantes podem, por meio de um aplicativo, oferecer seus estoques de produtos no site, no app e — no futuro — nas mais de 1 000 lojas físicas do Magalu. Dessa forma, passam a ter acesso aos mais de 20 milhões de clientes da companhia, localizados em todo o país. 

A entrega das mercadorias vendidas é feita por meio dos Correios, sem custo para o lojista. A plataforma gera a nota fiscal da venda e oferece ao comerciante dados a respeito das operações realizadas. A cada venda concretizada, o PARCEIRO MAGALU pessoa jurídica pagará, até 31 de julho deste ano, uma taxa de 3,99%. 

Para as Pessoas Físicas 

No caso das pessoas físicas — sobretudo trabalhadores informais e autônomos — o PARCEIRO MAGALU permite que todos os produtos hoje oferecidos pela companhia sejam vendidos por meio de redes sociais individuais, como Facebook e Instagram e Whatsapp. A plataforma permite que essas pessoas criem sua próprias lojas virtuais, sem custo algum. 

Para cada venda realizada por esses parceiros, o Magalu paga uma comissão que pode variar entre 1% e 12%, a depender do produto, da categoria a que ele pertence e do volume total vendido pelo parceiro. A partir de 50 reais acumulados em comissões, o parceiro está apto a receber o valor, que poderá ser depositado em uma conta bancária própria, em uma conta fácil, ou em uma conta digital, em até 34 dias. 

Após criar a loja no site parceiromagalu.com, o parceiro terá acesso ao catálogo da empresa, dos mais de 15 000 sellers do marketplace e dos pequenos empreendedores. É um universo que totaliza mais de 7 milhões de produtos para venda. Após o fim das restrições, ele também poderá fazer vendas de porta em porta, com pagamento no local, por meio de um aplicativo. 

 

Em época de COVID-19, o que podemos aprender com a China sobre colaboração entre homem & tecnologia e o que isso tem a ver com sua carreira?

Por Nora Mirazon Machado

De certa maneira, a crise que estamos vivendo em função do novo coronavírus nos permite vislumbrar o que até agora estávamos chamando de “futuro do trabalho”, sem nos atentarmos corretamente ao quão prontas, disponíveis e acessíveis estão algumas iniciativas homem-máquina à serviço da sociedade.

A protagonista aqui é a China, que, depois de alavancar a tecnologia com maestria para construir dois hospitais em menos de dez dias com transmissão em tempo real do progresso da obra, está expandindo seis iniciativas de alta tecnologia que nos permitem não só ver, como também experimentar o tal “futuro do trabalho” no qual homens e máquinas trabalham lado a lado em busca de agilidade, produtividade e proteção ao homem.

Esta crise, por mais assustadora e problemática que seja, está nos permitindo ver homens e máquinas trabalhando lado a lado a serviço das necessidades humanas, com atividades complementares. Como bem disse o CEO do Alibaba, Daniel Zhang, “o novo corona vírus também oferece às pessoas a chance de experimentar uma nova maneira de viver e trabalhar.”

Estamos vendo o homem se superando, aprimorando e usando e a tecnologia para combater a propagação de um vírus. Genialidades como a construção dos dois hospitais estão acontecendo, e acabam trazendo o dito futuro para o presente. Uma prova de que a tecnologia não precisa necessariamente roubar postos de trabalho, mas que ela demanda profissionais que tenham sensibilidade para captar necessidades, visão do que pode ser criado, e também que saibam desafiar as máquinas inteligentes a fazer coisas nunca antes feitas, que saibam programá-las, dirigi-las e operá-las.

Veja abaixo quais são as iniciativas de alta tecnologia que vêm sendo utilizadas atualmente na China e que servem de exemplo de como será o “futuro do trabalho”

1. Consultas Online

Nesta época de crise, as consultas on-line cresceram exponencialmente na China com médicos se aliando à tecnologia da Inteligência Artificial em plataformas de serviços online para oferecer diagnóstico remoto e assim atender à população com sintomas do novo coronavírus. Desta forma eles conseguiram evitar visitas desnecessárias a hospitais, locais que, além de aumentarem o risco de infecção, estão sobrecarregados.

Análises feitas com IA são capazes de detectar a infecção pelo vírus com uma taxa de precisão de 96% em processos de reconhecimento em 20 segundos. Como ter mais produtividade, agilidade e segurança do que isso?

2. Robôs autônomos

Os robôs autônomos, que, como o próprio nome já diz, são operados remotamente, são os responsáveis por serviços de entrega sem contato para distribuição de medicamentos, suprimentos, bebidas e alimentos como legumes, verduras e frutas frescas para pessoas infectadas. Ou por levar dispensadores de álcool gel pelos corredores dos shoppings. É a chamada “distribuição de contato zero”, que está atendendo de shoppings a hospitais em comunidades em quarentena — tudo sem nenhum risco ao homem.

3. Drones

Desde o começo da crise, os drones estão minimizando o risco de infecção secundária, sendo usados para medir a temperatura de pessoas infectadas – e/ou com risco de infecção – compartilhar informações, entregar medicamentos, desinfetar áreas remotas, transportar amostras, etc. Sempre operados remotamente pelo homem e sem nenhum tipo de toque humano durante as operações.

4. Trabalho remoto

Quando as empresas restringiram a ida de seus funcionários aos escritórios, plataformas de comunicação e colaboração totalmente digitalizadas passaram a ser usadas como rede de informações e comunicação em tempo real para o trabalho, conferências de vídeo e voz, além de funcionalidades de escritório variadas. Uma prova de eficiência que a máquina e homem trabalham lado a lado para manter a produtividade mesmo em situações em que todos os colaboradores passam a trabalhar remotamente.

5. Varejo automatizado

Além do e-commerce, que na China já tem índices de adoção muito superiores aos vistos em outras partes do mundo, a crise expandiu não só a oferta como a adoção de supermercados de autoatendimento e de postos de gasolina que colocam as compras feitas em suas lojas de conveniência diretamente no porta-malas do carro sem nenhum tipo de contato humano, sem nem mesmo os consumidores terem que sair de seus carros ou abrir janelas. Novamente homem e máquina trabalhando juntos pelo bem comum.

6. Ensino à distância

A necessidade promoveu a volta ao “ensino em casa” como regra, que por sua vez provocou um crescimento sem precedentes das plataformas de educação online com professores chegando aos alunos usando toda a tecnologia de plataformas de transmissão. Inúmeras empresas de educação à distância estão compartilhando cursos online gratuitos, o que não só é uma prova de compaixão e civilização, como também ajudará, como prova irrefutável no futuro, a mostrar quão eficiente o sistema EAD pode ser. Essa experiência eventualmente passará a ser usada como referência para mitigar as restrições naturais ao EAD, para uma vez superada a crise, fazê-la virar uma nova prática.

Agora é hora de refletir

O novo coronavírus está mudando o mundo do jeito que o conhecemos: a forma de trabalhar, a forma de nos entretermos, nos comunicarmos, consumirmos. Quais são as implicações para seu trabalho, provocadas pelo avanço significativo e aceleradíssimo da tecnologia? Se o futuro que imaginávamos só para daqui a um tempo já está aqui como nosso presente, o que você deve fazer hoje por sua carreira para se preparar e ter um melhor amanhã?

Boa reflexão!

Nora Mirazon Machado, Administradora de Empresas pelo Mackenzie, com MBA em marketing pela FGV e especializada em liderança pela Harvard Business School. Tem 25 anos de experiência como executiva de Marketing e atuou em empresas renomadas como Pepsico, Adams e Danone. Após deixar o mercado corporativo, decidiu dedicar sua experiência para orientar profissionais na gestão mais consciente e estratégica de suas carreiras. Empreendeu, fundando, com as sócias Silvia Berger e Mônica Camargo Tracanella, a Trilogie, empresa de Branding e Carreira.

Airbnb pagará US$ 250 milhões a anfitriões para ajudar a cobrir custos de cancelamentos por COVID-19

O CEO do Airbnb, Brian Chesky, anunciou a criação de um fundo de US$ 250 milhões para ajudar os anfitriões a cobrir o custo dos cancelamentos relacionados à pandemia de coronavírus (COVID-19). Para as reservas feitas até 14 de março, e com check-in entre 14 de março e 31 de maio de 2020, cujo cancelamento é elegível de acordo com a Política de Causas de Força Maior, o anfitrião receberá 25% do valor a que teria direito pela política normal de cancelamento. “Esse custo será coberto inteiramente pelo Airbnb”, disse Chesky, em carta e pronunciamento feito nesta segunda-feira (30/03). Esses pagamentos começarão a ser feitos em abril.

O Airbnb também criou outro fundo para ajuda aos Superhosts, anfitriões mais experientes e bem avaliados da plataforma, de US$ 10 milhões. A partir de abril, a empresa vai oferecer um subsídio de até US﹩ 5.000, sem necessidade de reembolso, aos super anfitriões que alugam suas próprias casas e precisam de ajuda para pagar aluguel ou hipoteca, além de anfitriões de Experiências de longa data. “Nossos funcionários começaram este fundo com doações que somam US$ 1 milhão, e eu e os demais fundadores, Joe e Nate, estamos contribuindo pessoalmente com os US$ 9 milhões restantes”, ressalta Chesky.

O Airbnb deixou de cobrar, de anfitriões e hóspedes, todas as taxas de serviço relacionadas a cancelamentos relacionados à COVID-19 contemplados na Política de Causas de Força Maior. Nesses casos, a plataforma reembolsa as taxas ou fornece um crédito de viagem em valor equivalente.

A plataforma também criou um recurso que permite que hóspedes possam fazer contribuições financeiras diretamente a anfitriões de acomodações que já utilizaram. “Sabemos que um gesto como este pode ajudar muito neste período desafiador”, disse Chesky.

Iniciativa de médicos voluntários dá atendimento online gratuito a pessoas que têm duvidas sobre coronavírus

De acordo com balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, 25, o Brasil chegou a 2.433 infectados pelo coronavírus (causador da doença Covid-19) e, ao todo, já são 57 vítimas da doença infecciosa. Diante deste cenário, líderes de todo mundo todo vêm seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e incentivado o isolamento social como medida de combate à proliferação da doença.

No Brasil, várias administrações estaduais e municipais estão seguindo as recomendações para combater o coronavírus e optaram pelo fechamento de escolas, incentivo ao distanciamento social e ainda o fechamento de negócios não essenciais.

Iniciativas individuais também vêm surgindo neste momento para ajudar aqueles que têm dúvidas se têm ou não a doença sem que precisem se deslocar até o hospital. O Missão COVID (www.missaocovid.com.br) – projeto idealizado por médicos e profissionais de tecnologia — é uma dessas ações e visa acolher especialmente a população de baixa renda que não possui muitas alternativas.

Depois que o Conselho Federal de Medicina autorizou, em caráter de excepcionalidade, o uso da telemedicina para atendimento de casos de COVID-19, a plataforma Missão COVID foi criada para abraçar a causa reunindo médicos com CRM ativo de todas as especialidades e realizar atendimento gratuito da população pela internet. Até o momento já são cerca 250 médicos que aderiram ao projeto como voluntários.

Para utilizar como paciente, basta acessar o site, fazer um breve cadastro e aguardar que um dos médicos entre em contato por chamada de vídeo para fazer as devidas orientações àqueles que possuem sinais e sintomas que levem a suspeita do COVID-19. O tempo de espera até o atendimento é de cerca de 10 minutos.

O objetivo da ação é atender a população para evitar o deslocamento desnecessário aos hospitais, o que acabaria por sobrecarregar o sistema de saúde, principalmente o público. Sendo assim, qualquer pessoa que esteja com dúvidas e até mesmo sintomas relacionados ao coronavírus pode obter auxílio de maneira simples, prática e sem sair de casa.

A velocidade de contágio do coronavírus no país tem avançado cada vez mais rapidamente. A marca dos 600 infectados foi superada em 19 de março. Em 21 de março já foram registrados 1.128 casos e, quatro dias depois, chegou a mais de mais 2.000 casos. Sem fins lucrativos e com médicos voluntários, o Missão COVID tem o objetivo de prestar assistência a saúde por meio da tecnologia e da humanização neste momento sem precedentes na história.

Aprender para construir um futuro pós-pandemia

Por Alexandre Sapia, Diretor Executivo de Soluções e Serviços do SAS para América Latina

A crise mundial criada pela pandemia do coronavírus fez com que muitas das certezas que acreditávamos ter subitamente desaparecessem. Achar que temos certeza de algo sempre foi uma péssima presunção – mas os desafios pessoais e profissionais que enfrentamos agora concretizam o fato de que previsões são difíceis, e que precisamos nos preparar para o futuro.

No isolamento que abate todo o mundo, surgem oportunidades de avaliar nossas carreiras, bem como a chance de garantir que nossas habilidades sejam relevantes – algo ainda mais importante se considerarmos um futuro em que a pandemia ficou para trás e os negócios terão de iniciar em um modus operandi completamente diferente.

Previsões são quase impossíveis no momento, mas é verdade que os negócios, mais do que nunca, terão de confiar em dados nesta nova ordem mundial. Assim, a demanda por profissionais com conhecimento e habilidade nesse campo certamente irá ultrapassar a oferta. Com isto em mente, nós anunciamos nesta semana, mais de 100 cursos de treinamento na área de Data Science no SAS Academy, gratuitamente, por um período de 30 dias.

O SAS tem colocado muita expertise técnica na batalha contra o coronavírus, usando painéis de visualização de dados para rastrear a disseminação do vírus, por exemplo. Compartilhar um pouco do nosso conhecimento, que se estende há quatro décadas, também é parte da nossa responsabilidade social em tempos de grandes desafios.

Com a enorme variedade de conteúdo educacional oferecido online gratuitamente por consequência da propagação do coronavírus, pode ser difícil para as pessoas, estressadas com as pressões cotidianas, escolherem quais estudos são mais importantes, e nós também pensamos nisso.

Nossos cursos incluem tópicos desde advanced analytics e machine learning até deep learning e gerenciamento de fraude, e são concluídos em poucas semanas. São acessíveis a ponto de as pessoas poderem aproveitar intervalos entre reuniões para fazer o treinamento, ou optar pela imersão completa quando o tempo permitir.

Treinamento de Data Science pode te ajudar a atuar durante e após a crise.

Os dados estão no centro das tomadas de decisão sustentáveis conforme navegamos tempos cada vez mais incertos. Um bom exemplo é o que está acontecendo em Taiwan durante a pandemia, com o uso de análise de big data e rastreamento móvel para controlar a disseminação do vírus vindo da vizinha China, de acordo com o Journal of the American Medical Association (JAMA).

Este cenário deve continuar no futuro e não há expectativa de mudança. No entanto, esperamos que as prioridades mudem: durante a recuperação, empresas e/ou governos devem, potencialmente, alterar um pouco as estratégias de curto prazo, buscando dados para hiperpersonalização, otimização de operações, mitigação de riscos, mais eficiência e redução de custos.

Com nossos treinamentos remotos em ciência de dados que, em geral, são ofertas comerciais para nossos clientes, é possível conseguir uma fundamentação completa sem pagar um centavo, e os profissionais podem estudar em seu próprio tempo, se preparando para o futuro. Com os nossos cursos, os profissionais agregam mais valor aos atuais empregadores enquanto eles se recuperam. Também é possível aproveitar a oportunidade para uma planejada (e adiada) mudança de carreira, se for o caso.

Se você leu meu artigo até aqui, saiba que espero que você e sua família fiquem bem durante esta pandemia. Estamos passando por um momento reflexivo e incrivelmente desafiador, e tenho fé de que passaremos por isso tendo aprendido muito como sociedade. Também é possível colocar novas ferramentas no seu kit para se juntar ao exército de profissionais necessários para reconstruir nossas comunidades e negócios. A hora é agora.