Fintechs de crédito crescem ajudando empresas que sofrem com fluxo de caixa

De acordo com um estudo do US Bank, cerca de 82% das pequenas empresas encerram suas operações por conta de problemas no fluxo de caixa. E dois terços das empresas afirmam que este é o principal problema para se manterem ativas. Em contrapartida, 80% dos comerciantes afirmam que, caso pudessem fazer transferências em tempo real – o que incluem empréstimos online, teriam um incremento em seu fluxo de caixa.

Chamadas de fintechs, as startups voltadas ao mercado financeiro são conhecidas por facilitar a vida de milhões de clientes. Em 2018, elas já eram mais de 10 mil, segundo a ABStartups. Seu grande diferencial é a simplificação dos trâmites para conseguir crédito por meio de empréstimos.

Conheça três fintechs de crédito:

Adianta

Fundada em 2016, a Adianta foca em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas. Dentre seus diferenciais estão a agilidade na concessão de crédito, com resposta em tempo real e sem burocracia, e taxas de juros e tarifas mais baixas em relação a instituições financeiras tradicionais. Em dois anos de operação, a startup recebeu pedidos de cerca R$ 120 milhões em crédito e recebeu investimento de fundos como Yellow Ventures, OsherTech, 42K Investimentos e DGF Investimentos.

Grupo Sifra

Com 25 anos de história, o Grupo Sifra oferece soluções de crédito com agilidade, inovação, tecnologia e um atendimento próximo e diferenciado aos seus clientes. A instituição oferece adiantamento de recebíveis, capital de giro, domicílio bancário, linha de crédito simplificada e cessão de coobrigação. A empresa também foi a pioneira no uso de aplicativos móveis, proporcionando aos seus clientes mais agilidade em suas operações.

Peak Invest

Criada no início de 2018 pelos empresários Leonardo Coelho, Marcio Berger e Diego Pereira, a Peak Invest é uma fintech de crédito que une investidores a empreendedores que necessitam de empréstimo. Por meio do formato “Peer to Peer lending”, a startup permite e opera transações entre pessoas físicas e jurídicas sem a necessidade de um banco como intermediário, propiciando taxas de juros mais justas para tomadores de crédito e melhor rendimento para aplicadores.

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