Archive abril 2019

Uber lança segunda edição de hackathon de mobilidade

Uma ideia inovadora, surgida em um fim de semana intenso de programação, pode render uma solução para a mobilidade das cidades, uma boa quantia em dinheiro ou, até, uma vaga de desenvolvedor em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Essa é a ideia por trás do Uber Hack, o hackathon (ou maratona de desenvolvimento) promovido pela Uber no Brasil.

Pelo segundo ano seguido, a Uber vai percorrer algumas das principais cidades do país fazendo um convite para a comunidade apaixonada por tecnologia: repensar ou criar projetos urbanos de mobilidade a partir de modelos que podem, inclusive, estar integrados ao aplicativo da Uber.

Os hackathons serão realizados entre maio e julho, em cinco etapas: Porto Alegre, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Após cerca de 30 horas de criação, a equipe vencedora de cada etapa será escolhida por uma banca julgadora formada por especialistas da Uber, do mercado e membros do poder público local, e levará para casa R$ 10 mil, além de R$ 5 mil em créditos Uber.

Além disso, recrutadores da Uber vão acompanhar todas as etapas do desafio. “Quando, em agosto do ano passado, nós anunciamos a criação do primeiro Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Uber na América Latina, nós nos comprometemos em buscar talentos de todo o Brasil para preencher as vagas abertas. O Uber Hack vai nos ajudar nessa missão: conhecer de perto as pessoas que estão dispostas a pensar o futuro da mobilidade e ver se elas têm o que é preciso para fazer parte do time da Uber no Brasil”, explica Marcello Azambuja, diretor do Centro de Desenvolvimento Tecnológico.

Uma das participantes da etapa de Porto Alegre do Uber Hack em 2018, Larissa Coronet, hoje é coordenadora de marketing na empresa. “Quando eu participei do Uber Hack, não imaginava um dia trabalhar na Uber. Participei porque sou apaixonada por tecnologia e queria testar meus conhecimentos. Mas lá, conhecendo os mentores e toda a equipe da Uber que ajudou no hackathon, eu vi que era uma empresa em que eu realmente gostaria de trabalhar”, relembra Larissa.

Mesmo não tendo vencido o desafio, Larissa se candidatou a uma vaga na empresa alguns meses depois e, durante o processo de seleção, foi reconhecida. “Um dos entrevistadores lembrava de mim do Uber Hack, pois eu tinha apresentado o projeto da minha equipe. Então aquilo acabou me dando uma visibilidade e uma experiência que foram super importantes para a minha seleção”, conta.

“Queremos, mais uma vez, abrir as portas para ideias inovadoras, reafirmando o nosso compromisso com o futuro das cidades, mas com foco nas pessoas que vão criar esse futuro, pensando em uma mobilidade cada vez mais confiável e acessível a todos”, complementa Azambuja.

As inscrições para a primeira etapa, que acontece em Porto Alegre, estarão abertas de 30 de abril a 12 de maio de 2019, pelo uber.com/uberhack. O regulamento completo do Uber Hack e os prazos de inscrições das demais etapas também já estão disponíveis no site.

Etapas do Uber HACK:

18 e 19 de maio: Porto Alegre
25 e 26 de maio: Recife
1 e 2 de junho: São Paulo
29 e 30 de junho: Rio de Janeiro

6 e 7 de julho: Belo Horizonte

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16ª Reatech apresenta dispositivo que proporciona mais autonomia a deficientes visuais com funções de leitura e até reconhecimento facial

No Brasil existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual. De acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, são 582 mil cegos e 6 milhões de pessoas com baixa visão. Um pouco mais de 3% da população brasileira tem acesso mais restrito à educação, cultura e ao mercado de trabalho por conta dessas restrições físicas.

Diante dessa realidade, a empresa Mais Autonomia apresenta na 16ª Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, que acontece entre os dias 13 e 16 de junho deste ano no São Paulo Expo, o Orcam MyEye, dispositivo de inteligência e visão artificial que proporciona mais independência às pessoas cegas ou com baixa visão.

A câmera inteligente intuitiva tem o tamanho de um pen drive, pesa apenas 22,5g e fica acoplada à armação de quaisquer óculos. O produto lê a informação disponível de forma prática, fácil e instantânea em qualquer superfície, impressa ou digital, de perto ou de longe, e reproduz em áudio discretamente no ouvido do usuário. Na recente atualização é possível também conectar um outro dispositivo por bluetooth como, por exemplo, fone de ouvido.

De acordo com Doron Sadka, diretor da Mais Autonomia, o dispositivo lê livros, revistas, jornais, cardápios, documentos, placas de ruas, textos no celular, tablets e computadores, embalagens de produtos, letreiros de lojas e placas indicativas. O importante é que a leitura pode ser feita sem acesso à internet. “Ele lê textos e números off-line, o que significa dizer que, mesmo num lugar sem acesso algum à internet, ele desempenha perfeitamente sua função e com sigilo que, muitas vezes, ao estarmos on-line, não temos”, explica o executivo.

Outras funções que ajudarão na autonomia de deficientes visuais estão disponíveis no dispositivo: identificar cores e tonalidades, reconhecer pessoas e gêneros, rostos, informar a data e a hora com o simples gesto de girar o pulso, cédulas de dinheiro (reais, dólares e euros) e identificar produtos pelo código de barras. O aparelho está programado em português, inglês e espanhol, nas vozes feminina e masculina.

Existem outras opções de configuração. “Pode-se programar a velocidade, que vai de 100 a 300 palavras por minuto e é possível cadastrar o nome de até 150 rostos para reconhecimento personalizado. Há também a possibilidade de registrar até 200 embalagens para identificação de produtos. Na leitura de código de barras, são mais de 2,5 milhões pré-cadastrados e o usuário pode cadastrar mais 100 a seu critério”, acrescenta Sadka.

A cidade de São Paulo tem, em média, um milhão de pessoas com deficiência, e a prefeitura adquiriu em 2018 dispositivos para todas as 54 bibliotecas do município, que contam com acervo de cinco milhões de títulos. De acordo com o executivo da Mais Autonomia, o aparelho é um passo importante e vai abrir muitas portas para muita gente “O mundo literalmente se abre a este público por meio do acesso a qualquer livro, fazendo com que ele possa se capacitar e ter, consequentemente, mais autonomia, principalmente no mercado de trabalho. Isto é uma das formas mais importantes de inclusão”, conclui.

16ª Reatech 2019

Data: 13 a 16 de junho

Horário: 13 e 14 de junho: 13h às 20h

15 e 16 de junho: 10h às 19h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

http://reatechbrasil.com.br/16/

Olimpio Pereira é novo country manager da Qlik Brasil

A Qlik, empresa líder da indústria de Analytics e Business Intelligence, anuncia seu novo country manager para o Brasil, Olimpio Pereira, que atuará sob o comando de Eduardo Kfouri, vice-presidente da Qlik na América Latina. O executivo, que tem mais de 30 anos de experiência na indústria de tecnologia, assume a posição para dar continuidade ao crescimento sustentável da empresa, contribuir para a alfabetização de dados e suportar os clientes no processo de transformação digital liderando através dos dados.

Pós-graduado em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo, e em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, Olimpio já ocupou vários cargos de liderança no Brasil, tendo trabalhado em empresas como Oracle, Forté Software e BMC Software.

“Estou muito entusiasmado com a oportunidade de gerar valor para o cliente no mercado de análise de dados com a Qlik. Além de seguir com os avanços já alcançados, estou seguro de que somos o ponto focal para a transformação digital na era da Economia Analítica. É preciso apenas um insight, em apenas uma área da empresa, para acionar a mudança, melhorar um processo de vendas, fechar uma lacuna da cadeia de suprimentos, ou mesmo remover uma barreira do processo de entrega. Agora imagine quando multiplicamos isso por todas as pessoas em todas as linhas de negócios, fazendo suas próprias descobertas diárias. Isto chamamos de democratização de dados”, destaca.

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Open banking e a “guerra das contas”

Por Carlos Netto, CEO da Matera

Todos estão acompanhando a “guerra das maquininhas”. Isso não aconteceu por acaso. Um conjunto de regras criadas pelo regulador possibilitou o nascimento de vários concorrentes, levando à inevitável concorrência e consequente redução dos custos para os usuários. Estas regras foram alteradas anos atrás; demorou um pouco para observamos um grande impacto, mas este dia chegou.

Da mesma forma, começa agora um conjunto de alterações para o mercado bancário que pode, no limite, gerar também uma “guerra dos bancos” ou “guerra das contas”, dado que não é só banco que tem conta hoje em dia.

Vem aí o Open Banking! O titular de uma conta em uma instituição poderá compartilhar seus dados com outra. Vamos conseguir usar nosso banco via APIs, agregando valor sobre elas, assim como agregamos valor sobre um smartphone, criando aplicativos interessantes. Isso vai abrir espaço para empresas mais qualificadas no trato do consumidor assumirem esta relação diretamente, mesmo que o dinheiro do consumidor esteja em outro banco que ele confia mais. Da mesma forma que você compra uma pizza pelo Rappi ou iFood, que não fazem pizza, quem sabe vamos conseguir comprar um CDB através deles no futuro?

Os grandes bancos tinham que encontrar a inovação antes que os inovadores achassem a distribuição. Pois bem: quem é distribuição poderá atuar com produtos bancários mesmo sem ser banco. Talvez a “distribuição” tenha encontrado a inovação e não os inovadores tenham encontrado a distribuição. Os varejistas e todos detentores de transações terão um ambiente dos sonhos para inovar e embarcar as transações bancárias em suas transações.

Se os varejistas poderão trabalhar com produtos dos bancos, que tal os bancos trabalharem com varejo? Talvez não seja estranho eu ver um anúncio de um smartphone na TV e o app do meu banco perguntar “quer um por apenas R$ X?”. Se eu responder sim, pronto: o produto vai chegar em casa. Tudo isso pode ser feito pelo app do banco, que atuou, na prática, como um marketplace.

Da mesma forma, aplicativos que geram Qr Code para pagar não precisarão mais ficar reféns dos cartões de crédito e seus chargebacks por transações não presenciais. A wallet destes aplicativos poderá ter contas bancárias acessíveis via API, autorizadas pelo usuário do app que também é titular da conta. Os bancos podem simplesmente oferecer limite rotativo de crédito para estes aplicativos, fazendo que uma transação de pagamento móvel com Qr Code não possa ser paga pelo usuário só num dia do mês, como um cartão de crédito, mesmo com o lojista recebendo a vista. E tudo isso sem uma bandeira para viabilizar a conexão.

Para por aí? Não! Uma mudança tão grande como esta vai habilitar muitas inovações. Teremos um mar de possibilidades e pessoas criativas certamente vão criar aquilo que até então era impossível e que, na mente de muitos, vai continuar impossível pela força do hábito. O open banking vai mudar muita coisa e vai gerar muitas oportunidades para o mercado mudar, de novo.

Carlos Netto, CEO da Matera, empresa de tecnologia para os mercados financeiro, varejista e de riscos

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Startup do Paraná ganha competição global e vai para Alemanha

Francisco Hauck, fundador da Fábrica do Futuro; Samantha Aquino, Country Manager da Bluezup e Eduardo Cidade, Secretário do Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre.
Foto: Beto Raskin

A Bluezup foi a grande vencedora do “Get In the Ring”, realizado no último sábado, 27/04, na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre. A competição global de startups acontece em mais de 100 países e classificou a empresa representada por Samantha Aquino para a final mundial, que acontece em Berlim (Alemanha), entre 17 e 19 de junho, com outras 150 startups do mundo todo. A empresa vencedora desenvolve um negócio baseado em parceria com marcas como a Samsung para que os clientes possam testar o produto antes de decidir ou não pela compra.

O evento recebeu um púbico de 130 pessoas e teve a apresentação do jornalista André Machado e música da Dj Letícia Zluhan. As batalhas entre as startups classificadas tiveram representantes das áreas de health tech, impacto ambiental, inovação organizacional, agro tech e varejo. Foram três rounds com interações de 30 segundos entre dois oponentes e os espectadores puderam dar sua opinião em tempo real, através do celular.

A Bluezup é uma plataforma B2B que busca auxiliar uma melhor experiência de compra dos clientes oferecendo parceria com marcas que liberam o produto para ser testado por cerca de três dias. Caso aprove, o cliente poderá então concluir a sua compra. A representante da empresa, Samantha Aquino destaca que o projeto nasceu em 2017 no Vale do Silício e hoje tem sede em Curitiba (PR). “Estamos muito felizes com a oportunidade de ir para Alemanha conhecer outros projetos e amplia nosso negócio e networking. Mais do “lutar” queremos mais conexões com o mercado”, afirmou. Além dela, que é Country Manager da Bluezup, a empresa é composta por Diogo Ruiz (Fundador e CEO); Heloisa Sanfelice (analista de BI) e Karel Sadilla (Business Developer).

A segunda colocação da competição ficou com a startup Rocket.Chat, voltada para a comunicação corporativa e utilizada em mais de 180 mil servidores e 10 milhões de pessoas em todo mundo. A ideia da Rocket.Chat é substituir o e-mail, sendo uma plataforma em tempo real e que fomente a criação de novos aplicativos. Já a terceira colocação ficou com a Trashin, que visa conectar geradores de resíduos a cooperativas que trabalhem com a reciclagem, facilitando a coleta seletiva e diminuindo o impacto social e ambiental produzido diariamente.

Durante o “Get in the Ring” os competidores tiveram de se enfrentar em uma espécie de ringue, com mediação, sonoplastia e experiência inspiradas em torneios de modalidades de luta. Além de premiar a equipe vencedora, a ideia da competição é também proporcionar a oportunidade de visibilidade e networking para que novas empresas cresçam no mundo todo. A etapa eliminatória aconteceu no início da tarde, enquanto que durante a tarde foi o momento das batalhas com a presença de jurados de grande relevância no ecossistema empreendedor do país.

A diversidade entre as equipes inscritas chamou atenção, já que a competição contou com participações do país todo em áreas como varejo, food tech, impacto social, entre outros. O júri foi composto por Guilherme Kudiess, sócio da WINNOVA, investidora e mentora de startups, além de Luciane Aquino, sócia da Organica e criadora da plataforma de conteúdo VouViajar, César Couto, CEO e Sócio da Fábrica do Futuro, Paulo Beck, Administrador de empresas e CEO da Grow, aceleradora de startups premium, e Sandro Cortezia, fundador e CEO da VENTIUR Aceleradora.

Para o próximo ano a Fábrica do Futuro pretende fazer etapas do Get in the Ring nas capitais da região Sul.

Grandes nomes do governo e do mercado discutem a TI como ferramenta estratégica para fomentar inovação

Em 25 de Abril, na cidade de São Paulo, foi realizado o primeiro evento anual da F. Iniciativas: “Falamos de Inovação?”. Neste ano, o foco principal foram as tecnologias da informação: “TI: algo mais que um software. A disrupção no negócio”, onde especialistas da F. Iniciativas promoveram um debate em torno da importância da tecnologia e inovação para as organizações. A ação contou com a presença de grandes players da indústria brasileira como Embraer, Senior Sistemas, CNI e ABES, além de representantes do Ministério da Economia e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC, que debateram os mecanismos existentes hoje no país para auxiliar no fomento de investimento de tecnologias.

A F. Iniciativas tinha como objetivo reunir empresas e governo para discutir a questão. Este passo solidifica a relevância do Brasil para a companhia, que encara o avanço tecnológico e os incentivos fiscais voltados para a temática como fonte de progresso para as companhias brasileiras. A oportunidade de criar pontes entre organizações e o setor governamental em torno da temática da inovação viabiliza a possibilidade de um futuro promissor para a indústria brasileira. Representando o governo estavam o Secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Paulo Alvim e o Coordenador-geral de Tecnologias Inovadoras do Ministério da Economia, Luciano de Sousa. Já no setor privado e entidades, executivos da Embraer, Senior Sistemas, ABES e CNI compartilharam suas percepções sobre como a TI tem impactado seus negócios e segmentos.

No painel mediado por Andre Jankavski, repórter de economia da Revista Exame, foram exibidos planos e perspectivas do governo, além de análises sobre o impacto das novas tecnologias no âmbito da inovação e da economia. Na sequência juntaram-se à discussão Recielle Santos – Business Performance Management da EMBRAER, Márcio Jasinsky – Cordenador de Pesquisa Aplicada da Senior Sistemas, Luiz Gustavo Demont – Especialista da Unidade de Tecnologia e Inovação da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e Manoel Antônio dos Santos – Diretor Jurídico da ABES (ABES Associação Brasileira das Empresas Software) em uma mesa redonda sobre a transversalidade da TI e seus desafios, com casos práticos do uso da TI em suas organizações nos últimos anos.

No encerramento, o Diretor Técnico da F. Iniciativas, Rafael Costa, incitou uma reflexão: “A TI representa, cada dia mais, um papel fundamental no tecido empresarial em qualquer país do mundo. O evento cumpriu bem o papel de discutir não só o real impacto das tecnologias nas organizações, independente do setor de atuação, como explorou as perspectivas futuras das empresas e do governo brasileiro, que teve a oportunidade de apresentar as políticas existentes e previstas para fomentá-la”, finaliza Costa.

No final do evento foi apresentada a nova edição do Manual de Frascati em versão adaptada para o Brasil, traduzido e divulgado exclusivamente pela F. Iniciativas. O manual, criado pela OCDE, representa o guia de maior reconhecimento mundial no tocante à definição e medição das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, sendo amplamente utilizado pelas diferentes entidades do Brasil envolvidas no mundo da inovação como referência para a criação de leis e normativas de fomento a esta tipologia de projetos. O manual estará disponível em versão impressa e em PDF para usuários nos próximos dias.

Nuvem Shop divulga estudo inédito sobre principais tendências de consumo dos brasileiros no primeiro trimestre

O varejo está em constante transformação e comprar online por meio de sites e aplicativos, já é uma prática comum entre muitos brasileiros. De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o mercado de e-commerce deve crescer 16%, atingindo R$ 79,9 bilhões em comercializações neste ano. Para entender as principais tendências de consumo dos brasileiros no comércio eletrônico, a Nuvem Shop, plataforma de e-commerce líder na América Latina, responsável por mais de R$ 275 milhões em vendas por ano, acaba de realizar u m levantamento que aponta os principais insights deste mercado no primeiro trimestre de 2019.

No primeiro trimestre de 2019, considerando as transações realizadas por desktop, o segmento de Moda dominou o mercado e foi responsável por quase R$ 13 milhões do volume bruto de transações (GMV) – um crescimento de 35% em comparação com o primeiro trimestre de 2018 (R$ 9,5 milhões). Na sequência, o destaque fica com os setores de Saúde e Beleza, que cresceu 68% e atingiu R$ 4 milhões em vendas; e Casa e Jardim, cujas vendas decaíram 0,15%, fechando o trimestre com o volume total de transações em R$ 1,7 milhões, via desktop.

Nas vendas mobile, o cenário não foi diferente e o segmento de Moda também foi o grande campeão, com um volume de transações de quase R$24,5 milhões, que representa um crescimento de 110,37% comparado ao primeiro tri de 2018. A segunda posição ficou com Saúde e Beleza – que cresceu 135,78% e alcançou um volume de vendas de mais de R$ 5,5 milhões. Para fechar, a vertical Casa e Jardim teve um total de quase R$ 2 milhões em transações via dispositivos móveis, representando um incremento de 35% em relação ao mesmo período de 2018.

“A ascensão do mobile e das vendas via redes sociais tornou-se muito significativa nos últimos tempos. Isto acontece, já que muitos lojistas estão se empenhando cada vez mais em atualizar suas lojas ao modelo mobile e investindo em maneiras de otimizar e atrair consumidores para os aplicativos e também para as redes sociais”, explica o Co-fundador da Nuvem Shop, Alejandro Vázquez.

Comparativo de vendas online

Os setores que mais cresceram em vendas no primeiro trimestre 2019 em comparação com o mesmo período de 2018, foi o de Antiguidades, com o incremento de 219,64%; seguido de Materiais de Escritório, 194,48%; Educação, 187,89%; e Livraria, 179,07%. No cenário comparativo de vendas mobile, o segmento de Material de Escritório obteve o maior crescimento, alcançando 922,23%; seguido de Educação, 723,79% e Livraria 445,30%.

No primeiro trimestre de 2019, o volume total de vendas (contemplando mobile e desktop) do segmento de Moda atingiu mais de R$ 37 milhões – um crescimento de 76,60% comparado ao mesmo período de 2018 (R$ 21 milhões) -, seguido de Saúde e Beleza, com crescimento de 101,56%, e mais de R$ 9,5 milhões em vendas; e Casa e Jardim, com incremento de 5,27%, e mais de R$ 3,5 milhões em transações online. Já o ticket médio de Moda no primeiro trimestre de 2019 foi de R$ 191 um decréscimo de -14,03% em relação ao mesmo período em 2018. Na sequência, Saúde e Beleza atingiu R$ 205 representando um crescimento de 5,40%; e Casa e Jardim alcançou R$ 297 em vendas, um decréscimo de -1,08%.

Ranking de vendas no comércio eletrônico

Tendências de consumo e o futuro do e-commerce

De acordo com Vázquez, o comércio digital continuará a evoluir nos próximos anos. Entre as apostas que servirão de norte para as próximas estratégias do comércio eletrônico, o destaque é a consolidação das compras via redes sociais. “Ao analisar o comportamento dos compradores virtuais, fica evidente como as vendas sociais são as mais promissoras no mercado digital”. Além disso, o especialista ressalta que estamos na era da assistência, na qual as buscas tornaram-se conversas e, numa espécie de sistema de recomendações, os consumidores não procuram apenas produtos, mas conselhos. “A automação transformou-se em um dos grandes pilares de um negócio. Assistentes virtuais, como a Alexa (da Amazon) e a Siri (da Apple), hoje servem de meio condutor para compreender melhor o público-alvo. Por isso, o mercado precisa adaptar-se para prever o que os cl ientes vão gostar e querer”, explica. Em 2018, segundo a Adobe, apenas 15% das empresas usaram automação, mas em 2019, esse margem poderá subir para 31%.

Abstartups e Google for Startups levam evento itinerante gratuito a Porto Alegre

Rio Grande do Sul, o atual segundo estado com mais startups no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com atuais 949 startups em atividade, é o local escolhido para receber a próxima edição do StartupOn, evento itinerante da Abstartups em parceria com o Google for Startups, em 9 de maio.

A ser realizado na Oca Brasil Innovative Hub, na capital Porto Alegre, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e conectar as diversas comunidades fora do eixo das grandes capitais do Brasil, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores do ecossistema de startup, que possui entre 10 e 15 mil startups.

Com duração de um dia e totalmente gratuito, a edição de Porto Alegre fará parte do “Cresça com o Google”, que começa em 7 de maio, oferecendo treinamentos gratuitos e ferramentas para capacitação de pessoas e empresas em habilidades digitais. O StartupOn fecha o último dia com palestras do Tito Gusmão, CEO da Warren; Mônica Hirayama, Community Manager do Nubank; Danilo Sciumbata do Oca Brasil e Pedro Oliveira, Fábrica do Futuro, case da Dobra, com co-Founder Guto Massena, além de painel com os aceleradores locais WOW, Ventiur, Winnova, Wow Acaleradora, Grow+, com mediação do Sebrae/RS; e mentorias com com a Abstartups, Google for Startups, Nubank e Dobra.

“Sabemos das dores que todos os empreendedores passam no dia a dia para conduzir seu negócio e elas vão desde a necessidade de obter conteúdo de qualidade até a interação com outros profissionais do mesmo nível para trocar experiências. Por isso, nosso principal objetivo é fazer uma imersão sobre o ecossistema, oferecer interação e acesso a informações relevantes”, conta Rafael Ribeiro, diretor executivo da Abstartups.

Cresça com o Google
Datas: 7 e 8 de maio
Local: Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Inscrições: http://events.withgoogle.com/google-em-poa/

StartupOn Porto Alegre (RS)
Data: 9 de maio
Local: OCA Brasil Innovative Hub – Rua Barão de Santo Ângelo, 479 – Moinhos de Vento/Porto Alegre (RS)
Informações e inscrições: http:// abstartups.com.br/startupon/porto-alegre/#startupon

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Epson anuncia Fábio Neves como o novo diretor-presidente da empresa no Brasil

A Epson, líder mundial em impressão, projeção e imagem digital, anunciou, nesta segunda-feira (29), a troca de sua liderança no Brasil. Fábio Neves, que ocupava o cargo de vice-presidente para América Latina da Videojet, empresa do grupo Danaher, assume como diretor-presidente no lugar de Fernando Stinchi, promovido a vice-presidente de Marketing da América Latina.

“Estou muito contente com o desafio de poder contribuir para uma nova fase de crescimento das operações da Epson no Brasil. Parabenizo o Fernando pelos excelentes resultados e pelas sólidas parcerias estratégicas construídas nos últimos quatro anos no País”, afirmou Neves.

Com MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral e graduado em publicidade e propaganda pela Universidade da Amazônia (Unama), Fábio Neves foi vice-presidente executivo de Marketing, Vendas e Serviços da Xerox no Brasil e CEO da Pitney Bowes Semco no País. Na Videojet, iniciou sua trajetória em 2015 como general manager para o Brasil e, em 2018, foi promovido a vice-presidente da América Latina.

Fernando Stinchi, por sua vez, ocupava o cargo de diretor-presidente da Epson do Brasil desde maio de 2015. Agora, trocará a subsidiária da empresa em Barueri (SP) pela sede da companhia em Long Beach, Estados Unidos, fazendo parte da equipe da Epson Americas.

“Liderar a operação brasileira da Epson foi uma tarefa desafiadora e motivadora. Quando recebi o convite, em 2015, sabia que teria a missão de formar uma equipe de alta performance, além de fortalecer e consolidar as plataformas e os processos para sustentar o crescimento da companhia no longo prazo. Os resultados demonstram que realizamos um trabalho de excelência e, com esta experiência adquirida, acredito que possa contribuir para a expansão dos negócios da Epson na América Latina”, avalia Stinchi, que será responsável pela direção estratégica para todas as linhas de produtos para América Latina.

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Maior evento de Edtechs da América Latina acontece em maio no Brasil

“Transformando a educação” para criar um novo futuro. Esse é o lema da 6ª edição da Bett Educar 2019, maior evento de tecnologia em educação do mundo, que reúne 190 palestrantes nacionais e internacionais, além de 250 expositores e uma intensa programação de conteúdo entre os dias 14 e 17 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Práticas que unem o que há de mais inovador para incentivar educadores e alunos são um dos principais pilares do evento, que propõe repensar as estratégias atuais de educação, revolucioná-las com ferramentas tecnológicas de alta eficiência, e transformar o ensino rumo a um caminho capaz de fazer a diferença.

Na ocasião, o chairman global da Bett, o brasileiro José Papa, anunciará, ainda, a criação de um Comitê Global de Educação, que reunirá as principais lideranças e stakeholders em educação de todo o mundo, inclusive do Brasil, com o objetivo de garantir uma única voz e sinergia no desenvolvimento de uma agenda global de educação.

“As principais referências em educação e tecnologia do mundo e do Brasil estarão reunidas nesse evento. Os caminhos possíveis para mudar o futuro das nossas crianças e jovens certamente serão encontrados nesse grande fórum, explica Papa.

A Bett é uma plataforma global de conexão entre diversos setores da educação e plataformas de tecnologia, sediada em Londres, com o objetivo de fomentar novidades e tendências que ajudem definir o futuro da educação. Em 2013, a Bett adquiriu a marca da feira Educar e desde então realiza a Bett Educar. Globalmente, são realizados diversos eventos de tecnologia e educação em 5 países, sendo o maior deles em Londres.

Em 2018, a Bett Brasil recebeu 22 mil visitantes e mais de 5 mil congressistas vindos de todo o Brasil e outros 18 países. A expectativa para este ano é reunir ainda mais gestores, educadores e visitantes qualificados.

O evento contará, ainda, com uma extensa grade de conteúdo – um congresso voltado a educadores para discussão de práticas no ensino e formação, e um Fórum de Gestores, focado em mantenedores, reitores e tomadores de decisões, abordará questões de caráter estratégico na educação brasileira, incluindo aspectos políticos, econômico-financeiros, marco regulatório, bem como a transformação digital das instituições

Inovação e tecnologia

Toda a programação da Bett Educar 2019, desde a grade de conteúdos e palestras até a o material trazido por expositores, é voltada para as mudanças que transformam a forma de ensinar e de absorver novos conhecimentos.

Recentemente, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou o relatório “Measuring Innovation in Education 2019” (“Medindo a Inovação na Educação”, em tradução livre), que leva em conta novos serviços, tecnologias, processos, competências por instituições de ensino que levem à melhora de aprendizagem, equidade e eficiência.

Segundo o documento, a inovação não deve ser vista como um fim, mas como um meio de melhorar resultados educacionais. Em média, os países avaliados que mudaram as práticas pedagógicas conseguiram melhorar os resultados acadêmicos dos alunos e aumentaram o nível de satisfação e diversão na escola – o que se aplica, também, ao contexto dos educadores.

Congresso

“Construindo a Educação de que o Brasil precisa” será o tema do Congresso Bett Educar 2019. O evento é, antes de tudo, um grande espaço dedicado ao conteúdo. O objetivo é debater os principais desafios que o setor de educação enfrenta, reforçar a importância da qualificação de educadores e disseminar a tecnologia na sala de aula. Temas como a Reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que permite a construção de um novo norteamento nos currículos e nas propostas pedagógicas, caminham juntos e seguem em pauta organizacional e acadêmica.

“Educadores e gestores terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e trocar experiências com renomados profissionais da área. Este ano teremos cinco eixos centrais entre as palestras: BNCC e reforma do Ensino Médio; formação de professores; inclusão; práticas de sala de aula; gestão”, destaca Papa.

Área de Exposição

A Bett Educar é um ponto de encontro e grande momento para a educação no Brasil. Além de um espaço para a troca de ideias, conhecimento de novas tecnologias, é uma oportunidade para networking e identificação de novas parcerias com fornecedores de soluções, serviços e equipamentos para o aprimoramento da dinâmica educacional.

Para a edição 2019, são esperadas mais de 250 empresas expositoras, nacionais e internacionais, e cerca de 30 startups trazendo o que há de mais novo no segmento. Entre elas, instituições focadas em educação digital, robótica, bilinguismo e metodologia STEAM, além de fornecedores de educação voltados a diferentes segmentos e inovações que transformam a experiência do aluno em sala de aula.

Fórum de Gestores

Pensar e discutir estratégias para inovar e apresentar modelos de gestão e soluções tecnológicas para a sala de aula. Esses são alguns dos objetivos do Fórum de Lideranças, que acontece como parte da grade de conteúdo da Bett Educar 2019. Nesse espaço, as palestras são voltadas aos mantenedores de escolas e abordarão aspectos políticos, econômico-financeiros, marco regulatório e outros aspectos legais, bem como a transformação digital das instituições, dos modelos de formação e da adaptação do ensino ao mundo atual e às projeções de futuro.

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A evolução dos centros de distribuição na era da digitalização

Na sequência: Kai Schoppen, Ana Paula, Eduardo Terra e Marcio Lopes

“Acontecendo de forma bem acelerada, a evolução das empresas em direção a um mundo mais digital se torna inevitável”. Com esta afirmação de Eduardo Terra — sócio-diretor da BTR Educação e Consultoria e presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) —, iniciou-se o painel “A Transformação Digital do Atacado Distribuidor”, que aconteceu na 39ª Convenção Anual do Canal Indireto (Convenção ABAD 2019), em Atibaia, interior de São Paulo.

O painel destacou o panorama das transformações que o setor deverá encarar no futuro — com temáticas como padronização, gestão, coleta e uso de dados, automação e a visão sobre novos canais de compra (marketplace e e-commerce) — e teve também a participação de Ana Paula Maniero, gerente de Engajamento Setorial da GS1 Brasil; Márcio Cruz Lopes, diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo KION Dematic; Kai Philipp Schoppen, presidente da Infracommerce; e o vice-presidente da ABAD, Leonardo Severini, como anfitrião.

Em sua participação, Márcio Cruz Lopes destacou que, na evolução da informação digital, a automação é fundamental na otimização de processos para atacadistas e distribuidores de produtos industrializados: “A atuação das empresas está interligada à comunicação e também nas entregas rápidas e sem erro. As empresas que não investirem no futuro da logística estarão atrasadas em relação à velocidade de toda essa transformação. Por isso o funcionamento da movimentação de material nos armazéns e em todo o processo de logística possui um papel fundamental, pois se torna eminente a eficiência operacional das companhias desde o pedido até a entrega, no horário e local corretos. Isso é essencial no desenvolvimento empresarial”.

Durante o painel, o diretor do Grupo KION apresentou um case de uma multinacional varejista do Reino Unido com mais de 3.400 lojas, cujo CD Erith é o maior centro distribuidor no canal de comércio eletrônico do grupo: “Eles possuem um elevado nível de automação por meio da verticalização do estoque; processo de preparação de pedidos por meio de zonas de separação; estações de separação de produto ao homem, alinhados ao modelo de negócio. Por meio de uma plataforma digital e um centro de distribuição automatizado e conectado a esta plataforma, é possivel realizar a preparação de peditos em menos tempo, com melhor qualidade e maior eficiência”.

Segundo Lopes, a tendência da Logística de Distribuição no gerenciamento de estoque gera redução na quantidade de produtos armazenados, um abastecimento necessário e mais tempo para ser dedicado ao atendimento e pedidos no canal digital. “Para essa evolução, é importante um micro-fulfillment com softwares analíticos, inteligência artificial e automação em pequenos centros de distribuição urbanos. As lojas devem atuar como centros de distribuição, unificando operações físicas e digitais, otimizando melhor seus espaços e reduzindo custos de entregas. Lembrando que a utilização de veículos autônomos nas entregas é uma forma de reduzir custos”.

Ele informou que o Grupo KION — com as marcas Linde, STILL e Dematic — e a Águia Sistemas estão alinhados com a evolução tecnológica e criam uma sinergia única, cobrindo todas as necessidades de Intralogística Conectada. “Essa transformação digital direciona as empresas para a utilização da tecnologia na busca por processos mais acertivos e lucrativos. Ela muda o conceito de gestão, onde o uso da tecnologia é um elemento gerador de vantagem competitiva”.

Além da participação de Lopes no painel, a Intralogística Conectada expôs uma maquete de um centro de distribuição explorando a conectividade entre as marcas do grupo. Segundo Kareen Ratton gerente de Comunicação do Grupo KION a demanda pela automação está crescendo no setor atacadista, pois é um investimento compensador, por isso o conceito de Intralogistica Conectada está trazendo toda evolução digital e as últimas tendências em tecnologia para o segmento.

Pernambucanas lança Conta Digital

Amanhã, dia 30 de abril, a Pernambucanas, marca varejista nacional e pioneira em inovações, lançará a Conta Digital Pernambucanas, chancelada pela PEFISA – fintech e braço financeiro do grupo. A conta apresentará serviços similares a uma conta corrente de qualquer instituição financeira, mas de forma bem mais simples e prática, com menos burocracia e com o diferencial de não ser um banco, mas sim uma rede centenária que tem no relacionamento com as famílias brasileiras um dos seus principais pilares.

“Estamos realmente orgulhosos em lançar essa nova facilidade que nos coloca, mais uma vez, em uma posição de vanguarda. Essa é mais uma evolução da união do Físico com o Digital, que tem nos tornado referência no mercado e transformado a forma com que nos relacionarmos com nossos clientes”, afirma Sérgio Borriello, CEO da Pernambucanas.

Segundo dados do IBGE, atualmente no Brasil há 60 milhões de pessoas que não possuem conta em banco. Esse número representa quase metade da população economicamente ativa, estimada em 110 milhões de pessoas. Este grupo, ainda segundo a pesquisa, movimenta R$ 665 bilhões ao ano, mais do que o PIB de alguns países, e está espalhado pelas classes econômicas.

“Unimos a confiança e a segurança de uma marca centenária com a capilaridade de uma rede com mais de 345 lojas no país. Queremos mostrar que é possível cuidar do dinheiro das pessoas sem burocracia ou letras miúdas. Nós já temos um forte relacionamento com as famílias brasileiras, conhecemos as necessidades e os interesses e, por isso, iremos oferecer mais segurança, disponibilidade e desempenho para simplificar as transações bancárias e facilitar o controle financeiro”, completa Sérgio Borriello.

COMO ABRIR UMA CONTA?

A concessão da conta é feita e o cartão é emitido em qualquer uma das 347 lojas, de forma 100% digital por meio de tablets, e toda a gestão será feita pelos clientes no aplicativo, mas sempre contando com o atendimento e apoio dos mais de 10 mil colaboradores para ajudar e dar suporte no que for necessário. E tudo o que os interessados em abrir uma Conta Pernambucanas precisarão é de um documento de identidade com foto e o CPF válido na Receita Federal. A entrega do cartão físico é a mais rápida do Brasil, feita em até 10 minutos, também de forma integralmente digital.

Por meio da Conta Digital, os clientes podem realizar saques, depósitos e transferências entre contas, compras em lojas físicas/virtuais no Brasil e no exterior, realizar recarga de celulares, enviar e receber TED, gerar boletos e pagar contas. Outra vantagem é a possibilidade de realizar saques em caixas 24 horas ou em qualquer uma das 347 lojas da Pernambucanas, o que é um grande benefício, já que o cliente poderá fazer essa transação em horários diferenciados dos bancos tradicionais. A adesão à Conta Digital permite usufruir ainda dos diversos benefícios dos clientes Pernambucanas, como Cupons de Descontos, ofertas da Sacola de Descontos, o Programa de Vantagens Pernambucanas Prime, etc.

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Locadoras de Veículos geram 82.638 empregos diretos no Brasil

Paulo Miguel Jr., Presidente do Conselho Nacional da ABLA

Conforme pesquisa feita pela Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), 13.182 empresas de locação de veículos operam atualmente no Brasil. Juntas, essas locadoras empregam 82.638 pessoas. O levantamento sobre o total de empregos no setor de locação de veículos foi feito a partir da coleta de dados diretamente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e do Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS).

Além do total de trabalhadores no Brasil, a ABLA constatou que o tempo médio no emprego (rotatividade) dos profissionais nas locadoras de veículos é de 30 meses. O presidente da ABLA, Paulo Miguel Júnior, avalia que “a pesquisa é essencial para mostrar que as montadoras, concessionárias e os bancos precisam oferecer aqui políticas comerciais mais constantes, que proporcionem condições para que as locadoras aumentem suas frotas, cresçam, atendam mais usuários e consequentemente gerem ainda mais empregos”. Segundo Paulo Miguel Junior, “mais postos de trabalho também dependem de o poder público nos ver como players essenciais para a mobilidade urbana nas capitais e no interior”.

Juntas, conforme as estatísticas de frota fornecidas para a ABLA pelo SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), as locadoras do país têm o total de 826.331 automóveis e comerciais leves, o que representa uma média de 9,99 veículos por trabalhador nas locadoras do estado.

A terceirização (aluguel de frotas inteiras para empresas e órgãos públicos e também para empresas da iniciativa privada) representa 52% do uso da frota do setor no país. O turismo de lazer (pessoas físicas em viagens de férias) e o turismo de negócios (profissionais em viagens de trabalho) vêm em seguida, com respectivamente 27% e 21% do total da frota das locadoras.

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Dois em cada três diretores financeiros acreditam que economia crescerá em 2019

Pesquisa revela que executivos acreditam em recuperação econômica do Brasil ainda este ano. Os dados são da Global Business Outlook CFO, pesquisa trimestral realizada há 23 anos pela Duke University. Trata-se do levantamento mais longo com esse público no mundo. Foram entrevistados 487 executivos brasileiros.

Dentre os CFOs do País, 70% disseram estar mais otimistas sobre a economia, além de esperarem melhora nas suas próprias empresas ainda este ano. O índice de otimismo para a economia caiu três pontos neste trimestre, atingindo 66 em uma escala de 100. A confiança dos executivos, analisando seus respectivos negócios, alcançou 70 pontos.

O índice tem sido um prenunciador de contratações e crescimento geral do PIB ao redor do mundo. “Dado esse otimismo crescente, esperamos que a recuperação econômica do Brasil tenha mais força em 2019”, diz John Graham, professor de finanças da Fuqua School of Business e diretor da pesquisa.

“Também perguntamos aos CFOs brasileiros quais indicadores econômicos são os melhores antecedentes do desempenho de suas próprias empresas”, explica o especialista. Sessenta e um por cento disseram considerar o crescimento do PIB como um dos três indicadores mais importantes da estimativa de desempenho de sua própria empresa. A inflação (46%), os gastos do consumidor (42%) e as taxas de juros (42%) foram os outros indicadores de maior classificação do futuro.

Em 2019, os CFOs brasileiros esperam aumentar seus gastos de capital em 5% e que a receita cresça 10% em relação a 2018. Preveem que as contratações aumentem 2% e os salários, 5%.

O levantamento foi realizado em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Universidade Andina Simon Bolivar, no Equador. O otimismo geral da América Latina é de 65 pontos neste trimestre (55 no México, 65 no Chile e 66 no Peru). Na região, em 2020, os gastos de capital devem crescer 5% e o emprego 2%, em média.

Ticket alcança 2,2 milhões de atendimentos com uso da Inteligência Artificial

Francisco Dionísio, diretor de Operações da Ticket

O investimento em inovação pela Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, para gerar agilidade e eficiência na comunicação com todos os seus públicos, alcançou 2,2 milhões de atendimentos. Ao completar quatro anos de implementação, a Edenred Virtual Assistant (EVA), ferramenta digital que utiliza recursos de inteligência artificial, tornou as interações 35% mais ágeis, se comparadas com as da central de atendimento. A tecnologia está presente no portal e na fanpage da marca e fica disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Desde o lançamento da EVA, houve uma redução de 34% das ligações na central de atendimento, e foram feitas 210 mil consultas de saldo e sanadas 141 mil dúvidas de senha. O índice de acerto é de 92%; já o índice de reclamação do atendimento é zero, o que confirma a boa experiência dos clientes que recorrem ao canal.

“A Ticket vem liderando processos de digitalização e modernização de plataformas no setor para melhor interagir e multiplicar os benefícios oferecidos às empresas-clientes, aos comerciantes e aos empregados beneficiados. Com o uso da inteligência artificial, conseguimos integrar uma rede cada vez mais conectada e digitalizada dentro de um amplo portfólio de produtos e serviços relevantes para todos. Os resultados com a EVA mostram que estamos no caminho certo para melhorar ainda mais a experiência do usuário na interação com nossa marca”, ressalta Francisco Dionísio, Diretor de Operações da Ticket.

Hoje, a EVA tem mais de 310 temas de conhecimento para a confecção de respostas. Em 2015, quando foi lançada, eram 50 unidades de conhecimento; mostrando um crescimento de 620%. O resultado vem da análise dos processos de atendimento, que indicam as necessidades dos clientes. “Trabalhamos sempre com o treinamento do cérebro da ferramenta para atualizá-la a cada novo assunto. Ao longo de 2018, tivemos cerca de 35 treinamentos, o que possibilitou atender às novas demandas de forma rápida e objetiva”, explica o executivo.

Quase 100% das interações com os beneficiados, comerciantes e empresas são feitas por meio dos canais digitais, e, caso a EVA seja questionada sobre algo ao qual ainda não tenha sido introduzida, encaminhará o chamado a um atendimento humano.

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Trader é uma nova opção profissional

Incertezas políticas, economia com total insegurança, pessoas com medo de perderem seus empregos têm sido a tônica do Brasil neste começo de 2019. E o que vemos com frequência é que, ano após ano, muito brasileiros buscam opções para renda extra e, muitas vezes, ainda vivem no aperto.

Um tema que ganhou o noticiário nos últimos meses foi a investimento no mercado financeiro que prometo altos lucros com poucas horas de trabalho. Porém, ainda há muito o que se falar para desmistificar este mercado assertivo que, com conhecimento e, até mesmo, com um pouco de sorte, pode ser vantajoso para qualquer pessoa, inclusive, mudar de profissão.

Este é o caso do engenheiro Marcelo Simões, que atualmente é trader autônomo, e desde 2006 investe no mercado financeiro. Segundo ele, que já operou em diversos tipos de ação, no início faltava conhecimento sobre o ramo, que conseguiu após ter contato com Rodrigo Cohen, especialista com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, especialista em Day Trade, Swing Trade e operações automatizadas com robôs.

Simões, que chegou a faturar R$50 mil em um swing trade, módulo para traders que operam em curto, médio e longo prazo e com menor frequência, falou sobre a importância de ter conhecimento específico. “Me tornei trader há cerca de dois anos e já fique muito frustrado com algumas operações que derem errado, por não ter um bom gerenciamento de risco, por não conhecer muitas técnicas. Isso me atrapalhou bastante. Após fazer um curso do Cohen, comecei a ver o mercado de uma forma diferente e a encarar o trade como uma profissão. É muito diferente de ser empregado de uma empresa. Se eu acordo e não estou bem, não opero, não ligo o computador e posso tirar o dia para passear com a minha filha e com a minha esposa”, revela.

Já o advogado curitibano Nelson vem se dedicando há um tempo na carreira de trader e, assim como o Marcelo, chegou a perder o que ganhou por não saber como fazer e, mais ainda, por não estar preparado psicologicamente. “Começou do zero, não tinha a mínima ideia sore o mercado financeiro. Fiz um curso com o Rodrigo e ganhou uma base necessária. Eu já perdi em um dia o lucro que tive em três dias produtivos. Mas, além da questão técnica, um fator determinante foi o mindset que aprendi com ele. Uma semana após o curso eu comecei a operar e lucrei, em média, R$10 mil, em uma semana investindo apenas R$2 mil”, conta.

Para os dois, a motivação principal em seguir investindo no mercado financeiro é oferece um futuro melhor para e poder ter mais tempo com suas famílias.

Rodrigo Cohen, de qualquer forma, faz um alerta importante já que o trader é uma profissão como qualquer outra e também traz riscos. “Assim como você tem lucros maiores, você tem riscos maiores. Um amigo disse que queria deixar seu trabalho de engenheiro para viver como trader full-time, mas minha resposta foi taxativa: “eu não faria isso, a menos que seja um sonho que você esteja disposto a levar até às últimas consequências”. Quem tem vivência real com traders, e não apenas analisa números, sabe que o controle emocional é indispensável para o sucesso. É a falta dessa habilidade que faz com que o trader assuma riscos cada vez maiores e acaba indo para o tudo ou nada no fim do processo ao perceber que sua conta está diminuindo”, alerta.

Rodrigo Cohen é ingressou no mercado financeiro em 2000, ano que comprou a primeira ação. É graduado em Engenharia Elétrica/Computação com pós-graduação pelo Instituto Coppead/UFRJ. Em 2013 se tornou trader, após ter o seu certificado de analista técnico de investimentos. Manteve um escritório de assessoria da XP, foi sócio do Portal do Trader e já foi analista na Rico Investimentos onde apresentava o programa Ponto a Ponto. Também é practitioner em PNL e mantém como missão ajudar ao próximo a realizar seus sonhos.

Sua especialidade é em Day Trade, Swing Trade e operações automatizadas por meio de robôs. Possui um grupo de Facebook com mais de 57.5 mil traders e, no Telegram, tem mais de 9.3 mil integrantes de todos os níveis. O objetivo de Rodrigo é se tornar a principal referência educacional para o mercado de renda variável com o foco técnico (não fundamentalista), ajudando cada vez mais pessoas a ganharem dinheiro, equilibrarem duas contas, e banir a mentalidade de que não é possível viver de trading. Seja part-time ou full time.

Startup recompensa 20% dos funcionários com ações na empresa

Com o objetivo de entregar benefícios reais para todos, o Méliuz, empresa que devolve parte do valor gasto em compras, retribui não só consumidores como os colaboradores nas suas políticas internas. Prática conhecida como giveback consiste em promover colaboradores à sócios anualmente, realizar concursos que premiam novas estrelas do YouTube e até mesmo auxiliar novos empreendedores por meio de mentorias e palestras.

Israel Salmen e Ofli Guimarães, fundadores do Méliuz, se inspiraram em empresas do Vale do Silício ao desenvolver o processo em que os colaboradores do Méliuz são recompensados com stock options e se tornam sócios da empresa. A sociedade é concedida aos funcionários de acordo com seus resultados, seu histórico profissional e também sobre o que esperam para o futuro da empresa. Entre os sócios há um com 23 anos, alguns que receberam as stock options com somente 6 meses de Méliuz e os cargos vão de analistas a coordenadores, gerentes e diretores.

Neste ano, o Méliuz anunciou doze novos sócios, completando 20% do corpo de funcionários da empresa que possuem direito a stock options. “Queremos que todo colaborador se sinta parte do negócio. Nosso objetivo é reconhecê-lo por todo empenho e garra que apresentou ao longo dos anos nos desafios que enfrentou por nós. Em longo prazo, os efeitos para a empresa são excelentes: mais pessoas pessoas pensando com cabeça de dono e a retenção de talentos que são mais engajados com a empresa e que possuem e vivem nossos valores no dia a dia.” comenta Israel Salmen, fundador e CEO do Méliuz.

As ações de giveback não terminam em suas políticas internas. Em dezembro do ano passado, a empresa finalizou o Desafio Méliuz, competição que tem o objetivo de alavancar canais do YouTube. Foram 3 ganhadores e o prêmio de R$30.000 foi distribuído para cada um deles. “O Desafio Méliuz é algo que me enche de orgulho porquê vai de encontro com os nossos valores e o que queremos devolver para a sociedade. Buscamos realizar ações onde todos os envolvidos saiam ganhando – tudo aqui é Ganha-Ganha-Ganha.” ressalta Salmen. A 1ª edição do Desafio no Youtube foi realizada em 2016 e a ganhadora Ana Lídia Lopes tem mais de um milhão de seguidores hoje.

Selecionados como empreendedores Endeavor, os fundadores do Méliuz retribuem os aprendizados adquiridos com a instituição por meio de palestras em eventos. O Diretor de Operações, Lucas Marques, além de realizar mentorias nestes eventos, também dá aulas na UFMG, com o tema empreendedorismo. Além disso, os colaboradores realizam benchmarking, com o objetivo de compartilhar o que aprenderam e auxiliar aqueles que também estão em crescimento.

Essas práticas renderam à empresa o 28º lugar no ranking de melhores empresas para se trabalhar no ranking da Love Mondays, construído a partir da avaliação anônima dos próprios funcionários, ao lado de empresas como AMARO , Rentcars.com e Serasa Consumidor.

Ex-secretário do MDIC, Abrão Árabe Neto assume vice-presidência executiva da Amcham Brasil

Foto: Mário Miranda/Amcham

Para fortalecar as ações de parceria público e privada, garantindo competitvidade e inserção global a economia brasileira, a Amcham Brasil anuncia a contratação de Abrão Miguel Árabe Neto, ex-Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) – atual Ministério da Economia – entre 2016 e 2018.

Abraão Árabe Neto assume, a partir deste mês, a posição de Vice-Presidente Executivo de uma entidade que reúne 5 mil empresas associadas e concentra 33% do PIB brasileiro. Suas principais atribuições incluem as áreas de Comércio Internacional, Relações Governamentais, Jurídico e o Centro de Arbitragem e Mediação da Amcham. A Amcham Brasil também é a maior Câmara Americana dentre as 115 existentes no mundo.

Além de ex-secretário do MDIC, Árabe Neto é doutor em Direito Internacional pela USP e mestre em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela PUC-SP. Também é Ph.D. e pesquisador visitante na Universidade de Georgetown, em Washington (DC) e servidor público federal licenciado da carreira de Analista de Comércio Exterior.

Na carreira pública, foi Secretário Substituto de Comércio Exterior e Diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Atuou também como advogado especialista em Comércio Internacional e coordenador do Departamento de Comércio Exterior e Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Para a nossa CEO, Deborah Vieitas, “a contratação de Abrão Neto reforçará a atuação da Amcham, sobretudo em temas de comércio internacional, atração de investimentos estrangeiros, relação bilateral com os Estados Unidos, competitividade e economia digital, entre outras agendas. Ele traz para a entidade uma sólida combinação de excelência técnica e experiência prática nessas áreas.” A Amcham Brasil, fundada em 1919, é uma entidade sem fins lucrativos, que representa mais de 5 mil empresas, de variados setores. A Amcham acredita que um setor produtivo forte e moderno é fruto de uma saudável parceria público-privada, capaz de fazer o Brasil mais competitivo e integrado ao comércio global.

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