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13 primeiros passos de uma startup em Early Stage

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Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

Não existe uma fórmula de sucesso infalível para uma startup decolar, porém podemos dizer que existem fórmulas que certamente levam ao fracasso. É muito comum empreendedores iniciantes, que acabaram de tirar sua ideia do papel, serem colocados diante de algumas armadilhas, dificultando ou mesmo paralisando seu crescimento.

Em primeiro lugar, algumas perguntas e premissas precisam ser validadas antes do negócio sair do primeiro estágio. Eric G. Flamholtz, co-fundador e presidente a Management Systems, e Yvonne Randle, vice-presidente executiva da Management Systems, chamam esse processo de Estágio de New Ventures.

Em seu livro “De Zero a Um”, Peter Thiel nos confronta com quatro condicionantes. Elas avaliam se uma startup é, de fato, promissora e se conseguirá exercer um controle de share de mercado, suficiente para que seus lucros sejam maximizados e as ameaças de concorrente sejam mínimas ou inexistentes.

Segundo Thiel, para se ter sucesso, uma startup precisa, antes de tudo, de Tecnologia proprietária, ou seja, possuir um diferencial tecnológico ou de processo que seja único e exclusivo com grande dificuldade de ser copiado. O negócio também deve garantir efeitos de rede, fator que torna a empresa ou produto mais útil à medida que mais pessoas o utilizam (exemplo do Facebook, que se faz muito relevante já que todos seus amigos estão na rede).

Em terceiro lugar, a empresa deve crescer pela lógica da Economia de Escala, ou seja, os custos fixos para criar um produto se diluem por quantidades crescentes de vendas. Startups como a Netflix, por exemplo, podem desfrutar de economias de escala substanciais porque o custo marginal se aproxima de zero. Por último, o autor destaca a importância da criação da marca e diferenciação de Storytelling, que seria o último estágio, mas não menos importante, que uma empresa precisa chancelar sua originalidade com sua marca.

Antes de avançar em sua ideia, reúno abaixo algumas perguntas que o empreendedor deve ser fazer à respeito do seu negócio:

1-Você criou um produto ou serviço para atender uma necessidade real do mercado?

2-Testou sua solução com alguns potenciais clientes e provou a viabilidade de atender esse mercado?

3- Definiu missão, visão e valores?

4-Definiu claramente seu modelo de negócios? De onde virá suas receitas e despesas?

5-Desenhou o esboço do planejamento estratégico para desdobrar em metas básicas de acompanhamento?

6- Conhece os concorrentes e possíveis substitutos? Não seja egocêntrico nessa resposta.

7-Identificou e definiu o segmento de mercado em que vai buscar seu público-alavanca?

8- Validou a solução com os clientes para entender qual é o seu job to be done?

9- Construiu um funil de vendas e testou canais de maior atração?

10-Definiu a identidade visual e storytelling da marca?

11- Acompanha a taxa de churn dos clientes a cada mês ou já tem os KPIs para isso?

12- Criou a estrutura básica de tecnologia para servidores, sistemas e infraestrutura?

13- Organizou a contabilidade básica: impostos, orçamento, capital de giro e fluxo de caixa?

Tendo validado essas premissas e seu projeto e conseguido sobreviver a esses primeiros questionamentos, o empreendedor começa a pegar tração e com isso possui a base para enfrentar novos desafios com muito mais chances de sucesso.

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