Archive outubro 2018

São Paulo Tech Week traz evento focado em público C-Level

A São Paulo Tech Week (SPTW), maior festival de inovação do Brasil, organizada pela São Paulo Negócios, acontece na capital paulista entre os dias 24 e 30 de novembro. Entre os destaques da programação está o SPIN Summit Brazil 2018, um dos eventos âncora desta edição, que é realizado pela assessoria financeira Harpia Capital.

O evento de inovação e tecnologia tem como objetivo fomentar negócios e será realizado no AMCHAM Business Center, nos dias 28 e 29 de novembro. A atividade reunirá representantes de Brasil, Estados Unidos e Israel, principalmente profissionais C-Level, como CEOs, CTOs, presidentes, empresários, fundadores de startups, mercado financeiro e investidores.

Com a temática “Como navegar um mundo em transição”, participantes das regiões dos três países, como Boston, Califórnia e Nova York, dos Estados Unidos, Tel Aviv e Haifa, de Israel, e as brasileiras Santa Catarina, Distrito Federal, Amazonas, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, estarão na cidade para discutir inovação, tecnologia e o ecossistema das startups.

O idealizador do SPIN Summit Brazil é Ric Scheinkman, membro do Conselho de Administração da Câmara de Comércio e Indústria Israel/Brasil e CEO da assessoria financeira Harpia Capital, focada nos setores financeiro, de saúde, educação, inovação e tecnologia, infraestrutura e energia. “O pedido para esse evento é uma discussão de como o setor privado irá investir no setor de inovação e tecnologia no Brasil. Outro ponto importante são as ideias e tecnologias novas desses países sendo apresentadas aqui no nosso País. Esperamos também o fomento de novos negócios entre as nações como foi no ano passado. O objetivo é estreitar o relacionamento entre eles”, afirma Scheinkman.

Para o diretor executivo da conferência, Bernardo Giacometti, a expectativa é receber cerca de dois mil participantes depois do sucesso das duas edições anteriores do SPIN Summit Brazil 2018.

A São Paulo Tech Week

A SPTW surgiu em 2015 com a missão de conectar o universo dos empreendedores e investidores por meio da criação de um festival colaborativo, em que todas as partes interessadas se unem para a criação de eventos e conteúdos relevantes na cidade. Dessa forma, o cenário de tecnologia e inovação em São Paulo se aquece e se fortifica. Em três edições, reuniu mais de 100 mil participantes e promoveu cerca de 500 iniciativas.

Já participaram do festival empresas como Totvs, ELO, Qualcomm, Samsung, Intel e IBM; dos hubs de inovação participaram CUBO, Wayra, Estação Hack, Campus SP (Google Space); além de diversas universidades como USP, FIAP, ESPM e Mackenzie.

Um dos fatores de sucesso da SPTW é a boa distribuição geográfica dos eventos na cidade, que vão das regiões centrais às periféricas. Além disso, todo ano o festival conta com uma ampla diversidade de temas, como, por exemplo, chatbots, smart cities, big data, IoT, futuro da moda, inteligência artificial, transformação digital, fintech, blockchain, entre outros.

4ª edição São Paulo Tech Week

Quando: de 24 a 30 de novembro de 2018

Onde: São Paulo/SP

Informações: www.saopaulotechweek.com

Serviços:

Local: AMCHAM Business Center (Rua da Paz, 1.431 – Santo Amaro – São Paulo)

Data: 28 e 29 de novembro de 2018

Horário: das 8h às 18h

Inscrições abertas: spinsummit.com.br

Parceiros: Brasscom; Instituto Euvaldo Lodi (IEL); Internacional Chamber of Commerce (ICC Brasil); Associação Catarinense de Tecnologia (Acate); São Paulo Negócios; Venture Café e Câmara de Comércio e Indústria Israel/Brasil.

Apoiadores: MIT Alumni; Dex Advisors; OTWOi; ACE; Merkaz; Startupi; Eu Amo o Brasil (EAB); Anjos do Brasil; Harvard Angels Club; GVAngels; MBA Alumni Association; US Alumni Associations; Cambridge Innovation Center.

FGVnest lança clínica de mentoria para startups e empreendedores

O Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da Fundação Getulio Vargas (FGVnest) anuncia o lançamento de sua Clínica de Mentoria em Tecnologia, Programação e Inovação para Startups e Empreendedores (CMenT), que visa ser um ambiente a fim de conectar pessoas onde elas possam trocar informações, colaborar, cocriar e empreender. A coordenação será dos professores da FGV EMAp, Renato Rocha Souza e Flávio Codeço Coelho.

“Teremos mentorias gratuitas para startups e empreendedores com o objetivo de contribuir ativamente para o desenvolvimento do ecossistema empreendedor de alto impacto. A CMenT atuará como um “hub”‘, conectando empreendedores e startups com mentores, empresas, investidores, alunos, professores e demais parceiros do FGVnest”, explica o professor Renato Souza.

A CMenT está sendo lançada com duas verticais, Lawtechs (direito) e Biotechs/Health Techs (biotecnologia e saúde), mas, segundo o professor Flávio Codeço, já com a ideia de expandir rapidamente para outras vertentes e áreas específicas. Ele será o responsável pela área de Biotechs/Health Techs. Já a vertical Lawtechs será liderada pelo professor Rafael Alves de Almeida, coordenador da pós-graduação lato sensu da Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV Direito Rio).

“Esta é mais uma ótima iniciativa para incentivarmos o empreendedorismo legal, a criatividade e o networking. São ações que definitivamente contribuem para o fortalecimento do ecossistema e para ampliação de novas oportunidades”, destaca Almeida.

O FGVnest, além do lançamento da CMenT, anuncia duas novas parcerias institucionais: com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) e com o Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O objetivo é desenvolver e fomentar trabalhos acadêmicos, pesquisa aplicada, relatórios técnico-científicos, workshops, seminários, entre outros projetos nas áreas temáticas de interesse, além de fortalecerem as verticais Lawtechs e Biotechs/Health Techs.

A conexão entre investidores, empreendedores, governo, empresas e academia, por meio da geração e da disseminação de conhecimento está entre os objetivos do FGVnest e é fundamental para o crescimento e desenvolvimento econômico do país. A primeira CMenT está prevista para ocorrer em dezembro, e o FGVnest selecionará os primeiros empreendedores e startups participantes para ambas as verticais.

“O objetivo é que as clínicas sejam realizadas periodicamente, além de criarmos outras verticais a partir de novas parcerias institucionais e novos patrocinadores do Núcleo”, afirma o professor Caio Ramalho, coordenador do FGVnest. “Estamos conversando com diversas empresas que já manifestaram o interesse em serem mantenedores do FGVnest e, em breve, teremos boas novidades”, revela. Atualmente, o FGVnest conta com o escritório Gaia Silva Gaede Advogados como seu mantenedor, além da Anjos do Brasil como seu primeiro parceiro institucional.

Número de empresas “inteligentes” dobra em 2018, mostra estudo da Zebra Technologies

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, anunciou hoje os resultados da segunda edição de seu estudo anual “Índice de Inteligência Empresarial”. É uma pesquisa global que mede o ponto onde as companhias estão no caminho de se tornarem “empresas inteligentes” – aquelas que conectam o mundo físico ao digital para impulsionar a inovação por meio de decisões em tempo real, ambientes baseados em dados e fluxos de trabalho colaborativo móveis.

O número de empresas que se enquadram na categoria “inteligente”, com mais de 75 pontos no índice geral, dobrou em 2018 em relação ao ano anterior. O estudo mede até que ponto as empresas atendem hoje os critérios que atualmente definem uma empresa inteligente. Em geral, o índice apresenta um aumento anual no investimento e na implementação da Internet das Coisas (IoT), destacando uma nova era. Hoje as empresas esperam menor resistência à adoção da tecnologia e um aumento em reconhecer os benefícios das soluções de IoT como um componente central para impulsionar o crescimento futuro de suas organizações.

“Como a tecnologia continua a transformar os negócios, a orientação oferecida pela disponibilidade de dados em tempo real, no âmbito das operações, capacita melhor os trabalhadores da primeira linha, com as informações corretas, de forma a otimizar ações e resultados “, diz Vanderlei Ferreira, Diretor de Vendas da Zebra Technologies Brasil. “Com base em nosso segundo índice de inteligência, fica claro que as empresas já reconhecem o valor de aproveitar estratégias que se alavancam no IoT e continuarão motivando seu investimento e adoção no futuro.”

PRINCIPAIS CONCLUSÕES DO ESTUDO

O investimento em IoT aumenta e a resistência à adoção diminui. O índice revela que, para as empresas pesquisadas, o investimento médio anual em IoT aumentou 4% em todo o mundo e 86% deles esperam que esse número cresça em um ou dois anos, prevendo um aumento de aproximadamente 11% a 20%. À medida que os trabalhadores se tornam mais receptivos às novas tecnologias, o número de empresas que sentem alguma resistência em relação ao progresso de seus planos de IoT caiu de 75% para 64% em relação a 2017. No caso da América Latina, 91% das empresas participantes do estudo têm expectativa de crescimento do investimento em IoT no mesmo nível e 76% esperam uma diminuição na resistência.

As empresas estão capturando sua vantagem competitiva com endereçamento em tempo real. 52% das organizações em todo o mundo e 50% na América Latina dizem compartilhar as informações obtidas de suas soluções de IoT com seus funcionários em tempo real ou quase em tempo real. Isso representa um aumento próximo de 37% em relação à pesquisa de 2017, o que demonstra a crescente necessidade de fluxos de trabalho colaborativos móveis. Além disso, quase três quartos (72%) das empresas latino-americanas pesquisadas, estabeleceram um plano para organizar e analisar dados. Fatores como a análise de informações em tempo real e a segurança foram relatados como os elementos mais importantes para o plano de gerenciamento de dados de uma empresa, com 71% e 75%, respectivamente.

Segurança é a prioridade mais importante para as empresas. As empresas estão adotando uma abordagem muito mais proativa e abrangente quando se trata de adotar padrões de segurança em suas soluções de IoT. O estudo revelou um aumento de 18% no número de empresas que constantemente monitoram a segurança de sua IoT para garantir privacidade e integridade em seus negócios. Para a América Latina, esse número aumentou em 16%.

As empresas estão demonstrando maior confiança nos ecossistemas de soluções. 40% das empresas no mundo relataram usar um parceiro estratégico para gerenciar todo o seu ecossistema de IoT, crescendo 7% em relação ao ano passado. Na América Latina, esse número também aumentou para 31% das empresas que possuem um provedor que as apoia na gestão. Essa dependência dos especialistas em gerenciamento de processos da IoT, como a plataforma Savanna da Zebra, é um indicador importante do compromisso de uma empresa em acelerar sua inteligência de dados e adotar um sistema IoT.

ANTECEDENTES E METODOLOGIA DA PESQUISA

A pesquisa foi realizada on-line do 6 de agosto ao 14 de setembro de 2018, em uma ampla variedade de segmentos, incluindo saúde, manufatura, varejo, transporte e logística.

No total, 918 tomadores de decisão de IT foram entrevistados em nove países, incluindo os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, México, Brasil, China, Índia e Japão.

Onze métricas foram usadas para entender onde as empresas estão no caminho de se tornarem “empresas inteligentes”. Alguns são: visão de IoT, compromisso do negócio, relacionamento com parceiros especialistas em soluções tecnológicas, plano de adoção, plano de gerenciamento de mudanças, aplicação, padrões de segurança, plano de ciclo de vida, arquitetura/infra-estrutura, plano inteligente e análise de dados.

Os critérios foram definidos por executivos, especialistas do setor e formuladores de políticas nos diferentes setores de negócios no Simpósio de Inovação Estratégica 2016: A Empresa Inteligente, organizado pela Zebra em colaboração com o Centro de Tecnologia e Empreendedorismo de Harvard ( TECH).

A base de uma empresa inteligente está nas soluções tecnológicas que integram computação em nuvem, mobilidade e a Internet das Coisas (IoT) para “detectar” automaticamente as informações sobre os ativos da empresa. Os dados operacionais desses ativos, incluindo seu status, localização, uso ou preferências, são analisados ​​para fornecer informações úteis, que podem ser enviadas à pessoa certa no momento certo, para que possam agir, tornando-se um guia para tomar melhores decisões, em qualquer lugar e a qualquer hora.

Matera abre cerca de 40 vagas para a área de tecnologia

A Matera, empresa de tecnologia para os mercados financeiro, varejista e de gestão de riscos, está com processo seletivo aberto para mais de 40 vagas. As oportunidades são, principalmente, para as áreas de Desenvolvimento, Suporte, Infraestrutura e Implantação, assim como para consultores de negócios e para a área de marketing.

A empresa possui vagas abertas para os escritórios – São Paulo (SP), Campinas (SP), Maringá (PR) e Porto Alegre (RS). O regime de contratação é CLT e a empresa oferece pacotes de benefícios flexíveis que podem incluir: convênio médico, convênio odontológico, previdência privada, auxílio creche, ticket refeição, ticket alimentação, vale-transporte, entre outros.

Para obter mais informações sobre as oportunidades, assim como se candidatar, acesse: http://www.matera.com/career.

Primeiro Startup Weekend Construtech acontece no Brasil buscando impactar mercado imobiliário e da construção

O ambiente empreendedor brasileiro tem crescido cada vez mais e em grande parte por causa das startups, que já estão impactando todos os setores, de saúde a turismo. E o mercado imobiliário e de construção – que representa quase 10% do PIB do país mas ainda ainda é um dos mais conservadores, começa a sentir essa transformação. Prova disso é que vai acontecer no país o primeiro Startup Weekend Construtech, evento que permite aos participantes a criação de suas startups em um fim de semana e ensina a metodologia utilizada no mundo inteiro para desenvolvimento de soluções tecnológicas disruptivas.

O evento acontece de 9 a 11 de novembro, no MIT Hub, em São Paulo. Com o uso da jornada chamada From Zero to Hero (de zero para herói), os participantes validam o problema e a solução, montam o MVP (mínimo produto viável) e já fazem as primeiras vendas. Tudo em um fim de semana intenso com a orientação de mentores experientes, entre fundadores de startups de sucesso e experts do mercado.

“O Startup Weekend acontece em mais de 170 países. Várias startups bem-sucedidas nasceram durante o evento, entre elas Easy Taxi, Zapier e OneCloud. Eu participei e foi uma das melhores experiências que tive. Agora estamos muito felizes em poder impactar pessoas e levar inovação para o mercado imobiliário e de construção”, diz Lilian Natal, cofundadora da startup Play2sell, uma das patrocinadoras do evento.

Ao final, os grupos formados apresentam o pitch diante de uma banca formada por investidores, representantes de aceleradoras e grandes empresas, que julgarão os três vencedores.

Os prêmios serão:

1º Lugar:
Vaga no programa de aceleração Vetor AG
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
1 bolsa 100% para o Founder Institute
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

2º Lugar:
1 bolsa de 50% para o Founder Institute SP
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
3 posições no coworking Distrito + 2h de mentoria + acesso à rede de benefícios (mais de 35 parceiros como Amazon, Zendesk e Pipedrive)
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

3º Lugar:
1 bolsa de 50% para o Founder Institute SP
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

Todos os participantes do evento também receberão 20% de desconto no ingresso do ConstruSummit 2018 e isenção no teste de admissão do Founder Institute São Paulo.

O Startup Weekend Construtech tem patrocínio da Cyrela, além de RE/MAX Brasil, Construtech Ventures, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, DmaisB e da startup Play2sell. O evento tem ainda o apoio do MIT Hub, Founder Institute São Paulo, Advisor BPO, Buildin, Icon Hub SindusCon-SP, Secovi-SP, 636 Films, Instituto de Engenharia, Corretor Global, Publicidade Imobiliária, Room 33 e Fusion.

Techstars Startup Weekend São Paulo Construtech

9 a 11 de novembro de 2018
Onde: MIT Hub – Rua Rócio, 109 – 6º andar
Informações: https://www.sympla.com.br/startup-weekend-sao-paulo-construtech__373627

ABES lança Guia de Fomento durante congresso “Desafios do mercado de IoT”

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) promove, no próximo dia 6 de novembro, o congresso “Desafios da IoT”, focado no mercado brasileiro de Internet of Things (IoT). Diversos especialistas se reunirão no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, entre 9h e 12h30, para uma manhã de debates sobre os mais importantes temas relacionados ao desenvolvimento da tecnologia, como o Plano Nacional de IoT, financiamento, questões regulatórias e a segurança dos sistemas. No mesmo evento, será lançado o Guia de Fomento à Inovação da ABES, um material produzido em parceria entre a ABES e a consultoria ABGI, voltado a orientar empreendedores sobre oportunidades de fomento para a inovação. Inscrições podem ser feitas apenas pelo link oficial (para não associados, o valor é de R$ 500).

“O último estudo anual ABES com o IDC apontou o forte crescimento do mercado IoT, que teve um crescimento de 28,7% nos investimentos em um comparativo entre 2016 e 2017. É sem dúvida uma das tendências mais notáveis do setor de tecnologia para 2019 e o congresso será muito importante para compartilhar com os participantes a realidade atual desse ecossistema, com uma visão ampla. Todos devem estar atentos, pois há muitas ações em andamento no país e essa é a hora de aproveitar oportunidades, inclusive em outros pilares tecnológicos relacionados, como Big Data, Cloud, Social e Mobilidade”, comenta Werter Padilha, coordenador do comitê de IoT da ABES.

O congresso tem abertura às 9h, com uma apresentação sobre o Plano Nacional de IoT, conduzida por Thiago Camargo Lopes, Secretário de Políticas Digitais do MCTIC, e José Gustavo Sampaio Gontijo, Diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC. Na sequência, às 9h40, Carlos Frees, especialista da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, apresenta a palestra “Casos e ações práticas”. Às 10h30, um painel com Jamile Sabatini Marques, diretora de fomento e inovação da ABES, Werter Padilha, coordenador do comitê de IoT da mesma entidade, aborda “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais”, contando também com a presença de Maria Carolina Rocha, CEO da ABGI, que falará de casos práticos.

O tema “Segurança em IoT” estará no centro de um debate com José Palazzi, diretor de vendas IoT da Qualcomm; Cristian Oliveira, executivo de contas da Intel, e João Rosa, da IBM. Fechando o congresso, às 11h50, Paulo Brancher, sócio da Mattos Filho Advogados, e Ramon Alberto dos Santos, advogado associado do escritório Pereira Neto Macedo Advogados, se aprofundam na legislação da área no painel “Responsabilização Jurídica em Casos de Incidentes Envolvendo IoT”.

Guia de Fomento

O exclusivo Guia de Fomento será apresentado durante o painel “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais” e distribuído entre os presentes. “Todo o conhecimento de décadas de experiência promovendo o financiamento de empresas inovadoras está presente neste guia. É fundamental que o mercado tenha conhecimento das modalidades de fomento disponíveis e utilize essas ferramentas para o desenvolvimento de produtos e serviços. A inovação é a chave para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil”, comenta Jamile Sabatini Marques. “Acreditamos que para as empresas inovarem de forma mais eficiente é indispensável que conheçam os mecanismos de fomento à inovação existentes. O guia consolida as informações dos instrumentos e auxilia as empresas a definirem sua estratégia de fomento à inovação, utilizando os instrumentos mais adequados para apoiar o desenvolvimento de PD&I”, complementa Maria Carolina Rocha.

Com 56 páginas, o Guia é dividido em cinco partes: Recursos Não Reembolsáveis, Recursos Embolsáveis, Investimento Direto ou Fundos, Bolsas e Incentivos Fiscais. De forma simplificada, empresários podem encontrar todas as informações necessárias para se beneficiar com uma dessas modalidades de recursos, levando em conta questões como a abrangências de cada programa (se disponível nacionalmente ou apenas em âmbito regional), o status atual e o público-alvo, considerando faixas de renda. “O desconhecimento das opções de financiamento disponíveis é um entrave para que os empreendedores invistam em inovação. O Guia visa combater esse problema e incentivar projetos nessa área”, finaliza Jamile.

Confira, abaixo, a agenda completa do Congresso:

“Desafios da IoT”

Local: Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, na zona sul de São Paulo
Inscrições: Pelo link http://www.comarteventos.com.br/abes/desafios-iot/convite-iot/conviteABES_DESAFIOS-IOT_2018.html
Valor: gratuito para associados da ABES; R$ 500 para não-associados (incluindo refeições)

Programação

8:30 às 9:00 – Welcome Coffee e cadastramento
9:00 às 9:40 – Plano Nacional de IoT, com Thiago Camargo Lopes e José Gustavo Sampaio Gontijo, ambos do MCTIC
9:40 às 10:20 – Casos e ações práticas, com Carlos Frees (ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial)
10:20 àS 10:30 – Coffee Break
10:30 às 11:10 – Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais, com Jamile Sabatini (ABES), Werter Padilha (ABES) e Maria Carolina Rocha (ABGI)
11:10 às 11:50 – Segurança em IoT, com José Palazzi (Qualcomm), Cristian Oliveira (Intel) e João Rosa (IBM)
11:50 às 12:30 – Responsabilização Jurídica em Casos de Incidentes Envolvendo IoT, com Paulo Brancher (Mattos Filho Advogados), e Ramon Alberto dos Santos (Pereira Neto Macedo Advogados)
12:30 – Almoço e network

BetaGammaRays conecta startups a investidores durante o WebSummit 2018, em Lisboa

No próximo dia 4 de novembro, 10 startups da América Latina, Europa e Ásia terão a oportunidade de se apresentar a um seleto grupo de 40 investidores internacionais em um DemoDay promovido na sede da Bright Pixel, um relevante player no ecossistema português, com o objetivo de fecharem novos negócios e parcerias. Dentre as selecionadas, há uma brasileira, a Instateaser, que faz vídeos para sites e redes sociais de pequenas empresas.

A iniciativa é da BetaGammaRays, uma aceleradora-boutique com presença global, liderada por Kat Wendelstad, ex-CMO do Dr. Consulta, e Daniel Silva, fundador da VaiMoto, e coincide com a realização do Web Summit 2018, o maior evento de tecnologia, empreendedorismo e inovação da Europa, que deve reunir mais de 70.000 pessoas de todo o mundo.

Para a seleção, foi aberto um chamado global, que contou a colaboração dos parceiros StartupFarm (Brasil), LeadSports (Berlin), Lanzadera (Valencia) e Google Campus (Madrid). Além da representante brasileira, teremos startups da Rússia, Espanha, Portugal, Suíça, Alemanha e Inglaterra, que atuam em segmentos como Inteligência Artificial, HR Tech, Crypto e AdTech, e já têm produto validado no mercado.

Para chegar a esse grupo, o time da BetaGammaRays analisou mais de 100 iniciantes do mundo e que atuam em diferentes indústrias, além de se aproximar de investidores para entender o que procuram no mercado. “Criar esse mix é importante para conectar as empresas aos melhores investidores. Acreditamos no smart-money no early-stage”, explica Kat. A expectativa é que ao menos três investimentos, com ticket médio de 300 mil euros, sejam efetivados.

Para isso, cada startup terá até 5 minutos para o pitch. “Entendemos que é pouco tempo para impressionar o investidor, por isso serão agendadas reuniões entre empreendedores e investidores durante o Web Summit”, acrescenta Silva.

Demoday BetaGammaRays

Data: 4 de novembro
Horário: 17h
Local: Bright Pixel – Rua da Emenda 19, 1200-169 Lisboa, Portugal

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Magazine Luiza é eleita a empresa mais inovadora no relacionamento com cliente

A gigante do varejo Magazine Luiza foi eleita a empresa brasileira que mais inova no relacionamento com cliente. De acordo com a 5ª edição do ranking anual elaborado DOM Strategy Partners, a companhia de Luiza Trajano consegue ‘oferecer ao cliente ações que propiciam desde uma compra mais rápida, mais inteligente em diversos ambientes, até novas experiências de vendas feitas 100% pelo celular’.

A DOM Strategy Partners ressalta que, em seus 60 anos – em especial nos últimos 10, o Magazine Luiza se movimentou sem medo de mudar a lógica de compra do consumidor brasileiro. “Diferente de outras lojas do setor, o Magazine Luiza atacou vertentes importantes de encantamento ao cliente e que não estão fixadas apenas em um ecossistema bem definido de aplicativos ou de outros serviços virtuais”, diz Daniel Domeneghetti, porta voz do estudo e CEO da DOM Strategy Partners.

Segundo o executivo, a marca olha para a experiência de compra do físico ao digital, com a disponibilização de plataformas múltiplas de compra. ” O ‘Magazine Você’ é um exemplo de inovação porque é uma espécie de loja virtual onde qualquer cliente pode criar a sua própria vitrine de produtos para vendê-los. Isso conquista e empodera o cliente”, acrescenta Domeneghetti.

Logo atrás do Magazine Luiza, no ranking deste ano aparece a Nespresso – um salto e uma resposta ao crescente mercado cafeeiro de luxo no Brasil. A Apple e Netflix, símbolos perenes de inovação, aparecem em seguida sinalizadas nesta posição principalmente por continuarem a oferecerem seus serviços digitais.

O estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente” mostra como o universo corporativo brasileiro usa atualmente a inovação nas relações através de ações com consumidor final sob o tripé comunicação, transações/vendas e atendimento/relacionamento.

Na prática, a análise materializa em números como as companhias entregam uma melhor experiência de relacionamento ao cliente, avaliando ações estratégias, ofertas de produtos inovadores, interatividade no ponto de contato com o cliente por meio de canais alternativos, colaboração e abordagem online, além da disponibilização de formatos e modelos de atendimento.

A DOM Strategy Partners destaca que a pesquisa não se restringe ao conceito de inovação ligada apenas à tecnologia, mas sim como objeto de fortalecimento no relacionamento da empresa com o consumidor.

Em sua quinta edição, o levantamento avaliou as companhias entre os meses de abril e julho por meio de uma pesquisa com mais de três mil consumidores e informações primárias, tais como releases, relatórios, informações para investidores e dados secundários, leia-se notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas publicas nos últimos 12 meses.

Abaixo, o ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil

Empresa Segmento Nota

Magazine Luíza

Varejo – Eletro

9,16

Nespresso

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,15

Apple

Serviços Digitais

9,14

Netflix

Serviços Digitais

9,14

Starbucks

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,12

O Boticário

Higiene & Cosméticos

9,11

Google

Serviços Digitais

9,11

XP Investimentos

Bancos e Serviços Financeiros

9,09

Hospital Albert Einstein

Saúde

9,09

Porto Seguro

Seguros & Previdência

9,08

Santander

Bancos e Serviços Financeiros

9,07

Itaú Unibanco

Bancos e Serviços Financeiros

9,06

Mercado Livre

Varejo – Varejo Online

9,06

Smart Fit

Varejo – Serviços

9,06

Uber

Serviços Digitais

9,05

Bradesco

Bancos e Serviços Financeiros

9,04

Open English

Educação

9,04

Raia-Drogasil

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,04

Mercedes Benz

Automobilística

9,03

Skinceuticals

Higiene & Cosméticos

9,03

99 Taxi

Serviços Digitais

9,02

Riachuelo

Varejo – Vestuário e Moda

9,02

Ultrafarma

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,02

Nubank

Bancos e Serviços Financeiros

9,02

Chili Beans

Varejo – Óticas, Jóias e Adereços

9,01

Caixa

Bancos e Serviços Financeiros

9,01

Whirlpool

Bens de Consumo Duráveis

9,01

Dr Consulta

Saúde

9,01

Natura

Higiene & Cosméticos

9,01

Youse

Seguros & Previdência

9

Osklen

Varejo – Vestuário e Moda

8,99

Ipiranga

Distribuição de Combustíveis

8,99

Coca-Cola

Alimentos & Bebidas

8,99

Claro

Mídia & Telecom

8,98

Multiplus

Fidelidade

8,97

Wine.com.br

Varejo – Varejo Online

8,97

Carmen Steffens

Varejo – Vestuário e Moda

8,95

3 Corações

Alimentos & Bebidas

8,93

Easy Taxi

Serviços Digitais

8,93

Pizza Hut

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,93

Banco do Brasil

Bancos e Serviços Financeiros

8,91

Vigor

Alimentos & Bebidas

8,91

Vero Latte

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,91

Urban Remedy

Alimentos & Bebidas

8,89

Miss Pink

Higiene & Cosméticos

8,86

Madero

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,86

Bullguer

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,85

Reserva

Varejo – Vestuário e Moda

8,84

Schutz

Varejo – Vestuário e Moda

8,82

Cabana Burger

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,82

IBM anuncia os projetos vencedores do Call for Code, desafio global para mitigar efeitos de desastres naturais

A IBM, parceira fundadora do programa Call for Code, e a David Clark Cause, juntamente com os parceiros humanitários Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e a Cruz Vermelha Americana, anunciam as soluções vencedoras do primeiro desafio global Call for Code.

Call for Code é uma iniciativa de 30 milhões de dólares com duração de cinco anos que conta com o apoio da The Linux Foundation, VC Partner New Enterprise Associates (NEA) e mais de 80 instituições comerciais, humanitárias e acadêmicas, que desafia desenvolvedores e cientistas de dados a criar soluções técnicas escaláveis para os principais problemas sociais que o mundo enfrenta hoje. Em 2018, o desafio foi planejar e responder de forma eficiente aos desastres naturais.

O vencedor do prêmio de 200 mil dólares foi o Projeto OWL, que significa “Organization, Whereabouts, and Logistics (Organização, Localização e Logística). Ela conta com uma infraestrutura de comunicação off-line que fornece a socorristas uma interface simples para gerenciar todos os aspectos de um desastre. A rede física (chamada clusterduck) é formada por dispositivos móveis (ducks) que criam uma malha capaz de enviar comunicações baseadas em fala, utilizando sistemas conversacionais para um aplicativo central. Este aplicativo, que é o sistema de gerenciamento de incidentes de software OWL, usa análise preditiva e várias fontes de dados para criar um painel para os socorristas.

“Uma vez que esta rede de ‘ducks’ é implementada e posteriormente agrupada, os usuários podem acessar os dispositivos por meio de uma interface totalmente intuitiva e contatar os socorristas com uma lista de informações essenciais para eles”, explica Magus Pereira, membro da equipe OWL.

A solução utiliza as mais recentes APIs de IBM Watson Studio, serviços de Watson AI e APIs de Weather Company – todas construídas em IBM Cloud.

“Ao longo de sua história, a IBM apostou na habilidade de pessoas curiosas para melhorar a humanidade com tecnologia inovadora. Além disso, desde a colaboração em Linux e Java até Kubernetes e Hyperledger, a IBM acredita fortemente na importância de trabalhar de forma aberta para que todos possam se beneficiar das melhores ideias “, afirma Bob Lord, Chief Digital Officer da IBM. “Hoje, com a capacidade de processamento de dados em escala com segurança, utilizando ferramentas sofisticadas como inteligência artificial, cloud, blockchain e IoT, os desenvolvedores estão liberando o poder do código aberto da IBM para promover mudanças rapidamente, em mais lugares e de maneiras mais significativas do que nunca”.

O Projeto OWL será implementado pelo IBM Corporate Service Corps. Os membros da equipe, que são de Nova York e da Carolina do Norte, nos EUA, terão a oportunidade de apresentar o projeto para a empresa de venture capital NEA e pleitear um potencial investimento na ideia.

Outros projetos finalistas

Ao ver os danos causados pelo terremoto de 2015 no Nepal, a equipe Post-Disaster Rapid Response Retrofit (PD3R ) de Katmandu e Bogotá, Colômbia, que ficou em segundo lugar, criou uma solução para fornecer às famílias deslocadas acesso imediato aos conselhos de engenharia após um desastre natural. Sua solução é baseada em IA, ensinada por imagens modelo em 3D.

A equipe de São Francisco, Lali Wildfire Detection, criou uma solução para prever a propagação de incêndios florestais em tempo real com o uso de redes de sensores. Inspirado pela experiência em primeira mão de um colega de equipe, que cresceu em meio a incêndios no Equador, o Projeto Lali ficou em terceiro lugar.

O PD3R e o Project Lali receberam, cada um, 25 mil dólares. As três soluções vencedoras também receberão suporte de código aberto de longo prazo da The Linux Foundation.

Mais de 100.000 desenvolvedores e cientistas de dados de 156 países participaram do Call for Code Challenge, criando mais de 2.500 aplicativos.

Entre os jurados do desafio, estão o ex-presidente norte-americano Bill Clinton; Jim Zemlin, diretor executivo da The Linux Foundation; Kate Gilmore, Deputy High Commissioner do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas; Dr. Irwin Redlener, diretor do Centro Nacional de Preparação para Desastres do Earth Institute of Columbia University; Deborah Dugan, diretora executiva RED e Grace Kim, líder de design e pesquisa no Twitter.

5ª edição da Hora do Código acontece no Brasil

Pelo quinto ano consecutivo o Programaê! – iniciativa da parceria entre Fundação Telefônica Vivo e Fundação Lemann – realiza no Brasil a Hora do Código. Entre os dias 5 e 11 de novembro, o público será convidado a participar do movimento, organizado globalmente pela Code.org. A ação acontece em mais de 180 países, já mobilizou 10% de todos os estudantes do mundo e visa aproximar o pensamento computacional e a linguagem da programação do cotidiano de crianças, jovens e adultos.

O site da Hora do Código está de cara nova e tem atividades para todas as idades, reforçando a ideia de que a programação está ao alcance de todos – até de quem nunca programou. O objetivo é incentivar pessoas de todas as idades a praticarem programação por, ao menos, uma hora na semana em que ocorre. São apoiadores da Hora do Código o empresário e filantropo Bill Gates, o ex-presidente Barack Obama, a cantora Shakira, a ativista Malala e o empresário Mark Zuckerberg.

Para participar, basta acessar o programae.org.br/horadocodigo, aceitar o desafio e programar brincando, por uma hora, em trilhas lúdicas e divertidas agrupadas por níveis de conhecimento. É possível praticar a programação em blocos e Javascript, criar páginas na web, animações e muito mais!

Acompanhe os perfis do Programaê! no Facebook e Instagram para ficar por dentro dos vídeos e bate-papos que serão realizados no decorrer da semana da Hora do Código: facebook.com/programaebrasil e @programaebrasil.

Professores

Para oferecer suporte aos educadores que desejam levar a programação para a sala de aula, o Programaê! disponibiliza um vasto acervo com sequências didáticas e planos de aula para vários ciclos do ensino. Recentemente, foi lançado o especial “Programaê!: Um Guia para Construção do Pensamento Computacional” que, desenvolvido sob as habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), fornece subsídios para que seja discutida a importância da integração do pensamento computacional e da cultura digital ao currículo escolar.

Conexão é o segredo do negócio

Aprimorar e reforçar os laços com os clientes por meio de aplicativos é a aposta de muitas empresas nesta era multicanais. Corporações que optam por este canal querem que os clientes fiquem ainda mais próximos do negócio e o aplicativo cumpre de fato este papel: interação constante. Desta maneira, o software passou de coadjuvante a protagonista nas estratégias de negócio.

A empresa estadunidense App Annie, que analisa mercado mobile mundial, divulgou que foram 27 bilhões de downloads de aplicativos no último trimestre do ano passado em todo o mundo, 7% a mais que o mesmo período de 2017. O Brasil está em quarto lugar no ranking dos países usuários de aplicativos, atrás da China, Estados Unidos e Índia. Estudo da empresa aponta ainda que os brasileiros abrem, em média, dez apps por dia. E o mundo corporativo contribui com esses números.

A RPC – afiliada da Rede Globo no Paraná – apostou nesta funcionalidade para oferecer mais conforto para seus clientes e tornou-se pioneira entre emissoras de TV. Com o aplicativo “Negócios RPC”, criado em julho de 2017, anunciantes e agências podem acessar o que já foi veiculado e materiais que estão no ar na emissora com filtros por região e período. Além disso, é possível programar o recebimento de notificações 15 minutos antes do comercial entrar no ar e compartilhar a notificação com equipes e parceiros comerciais. E para oferecer ainda mais benefícios aos parceiros lançou este mês mais uma novidade no app: visualização do comercial exibido!

Eduardo Boschetti, diretor geral da RPC, explica que esta é mais uma evolução do App Negócios RPC para agências e anunciantes. “Somos apaixonados por som e imagem. Assim, nada melhor do que além de se ter informação sobre o que está sendo ou já foi veiculado, receber uma notificação logo antes do comercial entrar no ar. Resolvemos também levar o próprio comercial para dentro do aplicativo, facilitando ainda mais a vida dos nossos parceiros”, explica Eduardo.

Tathiana Almeida, diretora de mídia da agência Master, é usuária assídua da ferramenta da emissora e avalia: “a disponibilidade dos materiais é fantástica”. Ela explica que o aplicativo contribui muito ao permitir o acesso às informações para o acompanhamento das campanhas de seus clientes. “É possível ver tempo real, de forma muito prática, rápida e com fácil usabilidade. O app trouxe agilidade e segurança nas campanhas, podemos confirmar as versões ou trocas de materiais a um clique. Formidável”, analisa a diretora.

Ao focar nas atualizações constantes das funcionalidades, a emissora conseguiu fidelizar os parceiros no aplicativo. Gislaine Machineski, diretora administrativa da agência M2COM, conta que também acessa muito o aplicativo da TV. “Estou usando neste momento!”, garante. “É ótimo, transmite segurança, sabemos que as campanhas são veiculadas conforme o combinado. É demais, ajuda muito no dia a dia. Consigo acompanhar os VTs, encaminhar pelo whatsapp para os clientes e também consigo avisá-los que vai entrar no ar, pois consigo programar notificações. Todas as funcionalidades são muito úteis”, complementa Gislaine.

Fernando Carlos Gonzalez Martos, diretor comercial da RPC, explica que na maioria das vezes o cliente tem dificuldade em ver o próprio material. “Ele aprova, mas depois não vê na hora em que passa na TV, pois são muitos materiais. Os de varejo, principalmente, têm a oportunidade de ver se o material que foi veiculado tem relação com o movimento na loja ou produtos que venderam mais em determinados horários e ter um controle. É uma forma de prestar um serviço adicional para o cliente, para que ele continue percebendo a vida útil do material e o resultado que a publicidade teve na vida daqueles produtos anunciados”, esclarece o diretor.

Estudo da Salesforce mostra comportamento de consumidores nas datas comemorativas

A Salesforce, líder global em CRM, fez um estudo para analisar o movimento de compras durante as datas comemorativas. O Shopping-First Retailing analisou o comportamento de 6.000 consumidores em seis países: Austrália, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e França. Além disso, o levantamento analisou o comportamento de compras digitais de 500 milhões de consumidores e 1,4 bilhão de visitas de comércio eletrônico em todo o mundo. A pesquisa também leva em conta dados de 200 milhões de casos de atendimento ao cliente, além das avaliações feitas por compradores à paisana em 70 lojas em Nova York, Londres e São Francisco.

Este relatório revela como os compradores estão interagindo, onde sentem maior aderência e o que seu comportamento pode significar para os varejistas. Essas tendências afetam todas as marcas e varejistas, independentemente do tamanho ou segmento, já que as escolhas dos clientes determinam cada vez mais como o varejo irá atuar.

Marcas x Varejistas x Marketplaces

Os consumidores foram questionados: em um cenário no qual os preços diretos da marca, no varejista e em marketplaces são exatamente os mesmos, por que você escolheria cada canal?

Entre os entrevistados, 60% apontaram a qualidade do produto como principal motivo de compra direto das marcas, 57% disseram que os serviços ao consumidor são os principais atrativos dos varejistas e para 56% os preços dos marketplaces são os motivadores de compra.

Marcas Varejistas x Marketplaces

– 60% qualidade do produto
– 58% inovação do produto
– 48% produtos únicos – 57% atendimento ao consumidor – 56% preço
– 51% variedade de produto
– 50% disponibilidade de produto

Os objetivos do consumidor final determinam por qual canal irá comprar, esteja ele buscando por preço baixo, um produto exclusivo ou por disponibilidade permanente. A exclusividade de produtos oferecida pelas marcas e a conveniência proporcionada pelos mercados estão reduzindo a vantagem competitiva dos varejistas, embora os compradores ainda procurem um bom atendimento ao cliente.

Marketplaces estão ganhando fidelidade e a segunda compra

Outro comportamento interessante apontado pelo estudo se refere à segunda compra. Para adquirir um produto pela primeira vez, 50% dos consumidores escolhem varejistas, contra 31% optando por marketplaces e 19% pela própria marca. O quadro se inverte quando se trata de repetir a compra. Nesse caso, 47% escolheriam os grandes marketplaces, contra 34% que elegeriam os varejistas.

Consulta online na loja física

O levantamento apontou que 71% dos consumidores usam seus dispositivos móveis durante compras nas lojas físicas, sendo 83% deles com idade entre 18 e 44 anos, número bem acima dos 62% registrados em 2017. Entre os motivos para utilizar os dispositivos estão: comparar preços (36%), pesquisar produtos (29%), tirar fotos do produto (28%) e ler um review do produto (25%). Esses dados mostram um comportamento curioso dos consumidores e mais um desafio para o e-commerce: captar esse cliente dentro de uma loja física.

Varejo rápido

A pesquisa descobriu que o varejo precisa ser rápido para atender às expectativas dos consumidores. É necessário prover jornadas de compras, transações e experiências que se movam na velocidade dos clientes: 69% dos consumidores dizem que é importante ou muito importante ver novos produtos cada vez que visitam a loja ou site.

Além disso, todos os meses são verificadas 75% de novas consultas de consumidores, o que mostra a velocidade com que os clientes estão descobrindo novos produtos e marcas. Outro dado interessante é que dentro dos 5% dos produtos mais vendidos nos sites de comércio eletrônico 59% mudam mensalmente. Isso mostra que os varejistas e as marcas precisam estar atentos a esse comportamento, analisar as pesquisas dos consumidores e oferecer os produtos que eles buscam em tempo real.

A pesquisa considerou marketplaces sites como: Amazon, eBay, Alibaba ou Etsy, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes, de outros varejistas e de vendedores individuais. E como varejistas, foram consideradas empresas como Walmart, Tesco, Aldi ou Target, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes.

Como sua empresa vai morrer em 10 anos

Por Tallis Gomes, fundador e CEO da Singu

Grande cooperativas de táxi poderiam ter criado um aplicativo de mobilidade como o que eu desenvolvi em 2011 antes que eu o fizesse – inclusive, ofereci a eles essa possibilidade e recebi seguidos “não” como resposta. A maioria das empresas listadas na Global Fortune 500, classificação das 500 maiores corporações do mundo, nos anos 50 não estavam na lista em 2014. A idade média de um diferencial competitivo caiu de 30 anos, em 1984, para cinco anos em 2014.

Eu sei que é assustador ler isso, mas a realidade é essa: existe uma boa chance da sua empresa não mais existir em apenas 10 anos. Estamos na era do crescimento exponencial e o mercado respeita religiosamente a conclusão de Charles Darwin, descrita em sua obra prima “A Origem das Espécies” – aqueles que sobrevivem não são os mais fortes ou os mais rápidos, e sim aqueles que detém maior capacidade de adaptação.

A cultura corporativista carrega como efeito colateral a cegueira seletiva. Alguns executivos preferem enxergar apenas aquilo que lhes convém – afinal, por que se preocupar com algo que, no mínimo, lhe trará um enorme problema para defender perante seus colegas? Sim, estou falando daqueles projetos disruptivos que mudam completamente a forma como a empresa opera, muitas vezes, por décadas. Sabe aquele projeto que você engavetou porque preferiu não ter que enfrentar metade do time executivo para aprová-lo? Ou pior, você tentou aprová-lo mas foi vigorosamente vetado – afinal, a empresa já funciona daquela forma, os negócios vão bem e não há necessidade de correr o risco da mudança.

Se você é um funcionário/líder exemplar, provavelmente se identificou com o parágrafo acima, mas deixa eu te contar um segredo: o único risco que uma companhia corre nos tempos atuais é o de NÃO MUDAR! Para sair do clichê de citar exemplos norte-americanos, vou falar do Brasil mesmo. Grandes redes de pizzaria locais poderiam ter antevisto o fenômeno da adoção mobile, por exemplo – a Sala Vip ou a Parmê poderiam ter criado seu app de entrega de pizza, antes que o IFood o fizesse. A NET poderia ter criado seu serviço de streaming antes do Netflix.

Sabe por que nenhum destes exemplos acima se anteciparam ao que estava por vir? Por causa da cegueira seletiva. Meu avô costumava dizer que “a ideia vale 10 centavos a bacia” e eu não poderia concordar mais. Com certeza alguns executivos/funcionários tiveram a ideia de fazer algo disruptivo em seus negócios, mas a cegueira coletiva impetrada no ambiente corporativo podou estes pontos fora da curva – e provavelmente estas companhia serão penalizadas severamente por cometer este erro.

Atualmente, temos mais de 2 bilhões de aparelhos conectados à internet e dentro de 35 anos este número será de 1 trilhão. Existe um mundo de oportunidades a serem aproveitadas e sua companhia tem duas opções: se vacinar contra a cegueira coletiva ou ser atropelada pelos novos entrantes, as famosas startups que estão ávidas por disruptar novos mercado com um time extremamente enxuto e um propósito transformador debaixo dos braços.

Vou listar 3 pontos práticos a serem adotados para evitar que sua empresa seja atropelada nos próximos anos.

(I) Fazer um hackaton por semestre: Hackatons são maratonas de desenvolvimento, geralmente adotadas para softwares, mas que podem facilmente serem adaptadas para processos e produtos. Recomendo que aconteçam dois hackatons por ano na sua empresa e que cada projeto vencedor seja executado religiosamente; sem dúvida será o melhor investimento em R&D que sua empresa fará.

(II) Democratize a opinião: Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e bem formadas para que a palavra final seja de um diretor/gerente. É importante adotar a cultura da argumentação; se o estagiário tem um ponto, deixe que ele explique este ponto. Caso o gestor não concorde, ele tem o dever de contra-argumentar para provar o motivo de o ponto apresentado não ser viável. Adotando essa cultura, você irá incentivar seus funcionários/colegas a contribuirem.

(III) Sente um dia por mês no call center: Todo gestor, do CEO ao gerente, deveria obrigatoriamente sentar pelo menos um dia por mês no call center. É lá que você encontrará as respostas para o próximo grande lançamento da sua empresa, ou a adaptação no seu produto que lhe fará ganhar market share (e não na sua planilha de Excel).

O dever do CEO é construir uma companhia que irá destruir a sua em alguns anos. Lembre-se, a verdade é perecível e atualmente, sua validade é como um cubo de gelo no deserto.

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Conheça a trajetória de sucesso de Camila Farani como empreendedora e investidora-anjo

Camila Farani é um dos “tubarões” do Shark Tank Brasil e sócia-fundadora da G2 Capital, uma butique de investimentos com foco em startups. Além de acumular uma trajetória empreendedora respeitável, Camila firmou seu nome como um dos principais na área de investimento-anjo no Brasil, chegando a ganhar prêmios como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016.

Atualmente investe em mais de 30 startups. A empresária e investidora carioca é formada em Direito, pós-graduada em Marketing e especialista em empreendedorismo e inovação na Universidade de Stanford e no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Entre as realizações de sua caminhada empreendedora iniciada em 2001, Camila Farani criou o Grupo Boxx que engloba coffee shops e fast-foods saudáveis. Possui também uma marca própria de café em grão, o Farani Caffè.

Desafio aos 16 anos – Para percorrer essa jornada de sucesso, Camila começou logo cedo a vivenciar os problemas reais de se empreender em um país como o Brasil. Perdeu o pai aos quatro anos e foi, então, que sua mãe decidiu abrir uma tabacaria no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, quando Camila trabalhava na empresa da família, fez uma ousada proposta para sua mãe: aumentar em 30% o faturamento do negócio em um determinado prazo. Na sua estratégia, implementou uma pequena inovação naquela época que era oferecer café gelado aos clientes. Se o desafio proposto tivesse êxito, ela passaria a ter porcentagem da empresa.

“Consegui um pouco menos (26%), mas minha mãe resolveu me recompensar porque provei que eu tinha capacidade de execução e conseguia fazer as ideias acontecerem. Esse aprendizado carrego comigo em tudo o que faço. Se você se propõe a fazer algo, analise o negócio e execute. O fato dela ter me dado porcentagem da empresa foi apenas uma das primeiras (e grandes) lições que ela me ensina até hoje. Gratidão é algo indispensável na vida e nos negócios”, conta Camila. Pouco tempo depois, aos 21 anos, ela propôs outra inovação na empresa familiar: passou a servir – na área de café – coquetéis da bebida. Com o crescimento das vendas, conseguiu fechar sociedade com sua mãe.

Quatro negócios aos 26 anos – Na época em que ingressou na faculdade de Direito, Camila Farani usou do pouco capital que dispunha na época para abrir negócios no segmento de alimentação. Com 23 anos já comandava sua própria empresa e aos 26 acumulava quatro negócios próprios. Experiente na área, Farani foi convidada a ser diretora de um novo projeto de alimentação saudável do Grupo Mundo Verde. “Não podemos deixar de arriscar por medo de errar. O ‘não’ a gente já tem. Só tem uma coisa que faz a diferença: atitude”, comenta.

“Quando decidi sair do grupo Mundo Verde, já com uma bagagem de aprendizado, voltei para os meus negócios e criei o Grupo Boxx para consolidar as marcas de alimentação, inclusive a Farani Caffè. Criei novos segmentos em serviços para empresas e também ao público final. Foi nesse período que um amigo me convidou a conhecer o que eram investimento-anjo e startups”, comenta.

Camila aceitou o convite e compareceu ao Fórum do Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investidores-anjo no Brasil que tem o propósito de promover o desenvolvimento de startups. Nascia ali uma genuína paixão em atuar como investidora-anjo para fomentar negócios de tecnologia que a levaria a novos rumos, inclusive à própria presidência da Gávea Angels quatro anos depois.

Investidora de mais de 30 startups – Ao longo desse caminho, Camila buscou obter também conhecimento técnico para embasar suas decisões como empreendedora e investidora-anjo, que já vivenciava há mais de 15 anos. Para isso, fez cursos de especialização em empreendedorismo na Babson College e Customer Development em Stanford, além de MBA em Marketing pela PUC-RJ. Possui, ainda, especialização em Lideranças Femininas pela Fundação Dom Cabral e pelo Smith’s College Executive Education for Women.

Hoje Camila é investidora de mais de 30 startups, sendo alguns investimentos diretos e outros indiretos (por meio de sociedades com aceleradoras e grupos de investimento-anjo). A empresária é também professora de empreendedorismo e inovação no curso de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também participa ativamente de grupos e entidades focados em apoiar startups.

Outra atividade muito conhecida de Camila Farani é a de palestrante. Quando tem sua presença anunciada em eventos, os auditórios ficam lotados e sempre possui repercussão positiva visto que seu nome é um dos principais nos ramos de empreendedorismo, investimento-anjo e inovação nas redes sociais brasileiras.

Empreendedorismo feminino – Como uma autêntica mulher empoderada e empoderadora, cofundou, em 2014, a MIA – Mulheres Investidoras Anjo. Esta iniciativa investe em startups lideradas por mulheres. O objetivo da entidade é capacitar, sensibilizar e investir em mulheres para que elas se integrem mais no mercado de investimento-anjo. Dessa forma, empresárias, especialmente as que trabalhavam com produtos destinados ao público feminino, têm um apoio mais específico e engajado. Essa ajuda pode vir tanto em aspecto financeiro como em compartilhamento de experiências e conselhos.

Entre os reconhecimentos conquistados, Camila Farani ganhou o Prêmio Barão de Mauá – Jovem Empresária, promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro em 2013. De 2016 a 2018 presidiu o Gávea Angels. Além de tudo isso, é embaixadora da Rede Mulher Empreendedora.

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Velocidade na vida dos consumidores e empresários impacta ritmo da inovação das corporações

Grandes mudanças estão acontecendo no plano pessoal e social e as pessoas estão passando por transformações drásticas em seus valores, percepções e formas de relacionar com si e com o mundo. Que tipo de ser humano está sendo construído nesse novo contexto e qual impacto esse cenário provoca no consumo e relacionamento com as marcas? No intuito de ser um “abridor de latas da consciência”, a Officina Sophia Minds & Hearts, empresa pertencente à HSR Specialist Researchers, desenvolveu a pesquisa Uma Vida Conectada para entender como as pessoas estão se relacionando com a velocidade das transformações e se estão se sentindo beneficiadas com esse novo cenário.

Para a maior parte das 2.650 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, com idade entre 18 e 49 anos, das classes ABC, a velocidade não é inimiga da perfeição. O estudo detectou que 60% dos respondentes admitem que estão fazendo as coisas de forma mais rápida e melhor do que há cinco anos, e este índice eleva-se entre os mais jovens (69%). Mais do que isso, elas acreditam que, de maneira geral, estamos todos nos sentindo beneficiados e nos transformando com o momento atual.

Ao mesmo tempo em que as pessoas sentem-se beneficiadas com a velocidade, elas exigem que suas respostas sejam na mesma medida (demandam que Indústria, Varejo, Serviços e os meios de comunicação estejam sintonizadas a velocidade que já vivenciam nos seus mundos individuais). No entanto, esse ambiente tem contribuído para aumentar a ansiedade, um dos “efeitos colaterais” da velocidade. Ansiedade ainda é um sentimento “novo” para as pessoas, administrar e compreender as suas facetas é difícil e, assim, grande parte delas não sabe como capitalizar o sentimento para favorecer a sua criatividade.

Como ficam as empresas nesse novo mundo? Com maior acesso à informação e contato com inovação, a capacidade de rápida transformação passa a ser exigência dos consumidores, que acham as empresas lentas em relação ao ritmo de novidades demandadas pelo mercado.

Os empresários também foram ouvidos na pesquisa e, para eles, a velocidade das transformações pode ser aliada. Mas 38% admitem que estão aquém do que o público – e eles mesmos – esperam. Para 52%, a velocidade das mudanças em suas empresas fica na média do mercado. Apenas 10% se acham na vanguarda.

“O desafio para as empresas é entender como essas mudanças afetam seu negócio e que ele, empresário, deve estar atento a essa visão e ao novo consumidor. É imperativo ter maior compreensão da mudança que está ocorrendo no ‘sistema operacional’ dos indivíduos. Da mesma forma, para os profissionais, de maneira geral (seja empresário, seja consumidor), é fundamental estar aberto a grandes transformações pessoais e corporativas, buscar novas visões e conhecimentos e entender com mais profundidade o indivíduo que está por trás do consumidor”, analisa Naira Maneo, sócia-diretora da Officina Sophia Minds & Hearts, responsável pela pesquisa. Por fim, ela dá um conselho: “Aproveite as mudanças e mostre sintonia com os novos momentos para gerar identidade”.

Algar Tech anuncia novo diretor de Gente

úlio César Emmert é o novo Diretor de Gente da Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom. O executivo será responsável pelo trabalho estratégico da empresa em relação aos seus talentos em um cenário que exige, cada vez mais, uma maior qualificação.

Com mais de 14 anos de experiência no mercado B2B, Júlio ingressou na Algar Tech em 2017 na área de Talentos Humanos e depois assumiu um desafio na área de Field Telecom, atuando como Diretor de Serviços de Telecom. Graduado em Administração pela FGV, o executivo possui mestrado em Gestão pela FGV, e especialização em Liderança de Transformação Digital pelo IMD, Suíça, além de uma vasta experiência na Accenture.

“Como diretor de Gente, um dos meus maiores desafios será atrair talentos para atuar em um mercado que está em constante evolução, como o de tecnologia. Além disso, é fundamental olhar para dentro de casa: seja oferecendo uma nova experiência de trabalho, seja criando novas oportunidades de crescimento para os nossos associados”, disse Júlio César.

Thomson Reuters Brasil apresenta os vencedores de segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia no próximo dia 31, em São Paulo, os vencedores da segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech & Comextech, realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) avaliou empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições foram abertas para iniciativas de todas as regiões do Brasil.

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

Os finalistas são a ODM (São Carlos/SP), Data Policy (Brasília/DF) e Vetor IT (São Paulo/SP), na categoria Fiscal; Intradebook (Florianópolis/SC) e LogComex (Curitiba/PR), na categoria Comércio Exterior; Simples Data (Santa Bárbara D’Oeste – Campinas/SP), BirminD Otimização Industrial (Sorocaba/SP) e Dattos (São Paulo/SP), na categoria Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, a gestão e a inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar a iniciativa para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos inovações viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Em sua primeira edição, em Campinas/SP, o Accelerator Day da Thomson Reuters apontou quatro projetos vencedores, formato que se repetirá. Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. As empresas escolhidas tiveram, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Importante citar que mesmos as startups que não fazem parte do grupo vencedor podem ser convidadas pela multinacional a colaborar com suas soluções em um futuro próximo.

A apresentação dos vencedores da segunda edição do programa acontece no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém-inaugurado, em São Paulo), na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – 2º andar – Vila Olímpia, São Paulo – SP.

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SulAmérica Saúde acumula mais de 2 milhões de usuários em aplicativo desde lançamento

O aplicativo mobile SulAmérica Saúde completa seis anos desde o lançamento com mais de dois milhões de usuários e serviços inovadores com foco na experiência do cliente. Somente no primeiro semestre de 2018, foram registrados mais de 250 mil downloads. Por meio do app, o segurado pode acessar sua carteirinha virtual, aceita em toda a rede referenciada, e encontrar médicos, clínicas e hospitais por geolocalização, além de consultar medicamentos com desconto, coberturas contratadas e o extrato de utilização do plano.

Combinando tecnologias disruptivas de inteligência artificial, o aplicativo oferece, ainda, os serviços de atendimento ao cliente via chatbot e de solicitação de reembolso para consultas de até R$ 1 mil por meio do envio de uma foto do recibo, que pode ser feita com a câmera do smartphone. Outra funcionalidade pioneira é o Médico em Casa, que permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e beneficiários a partir de 65 anos em 13 cidades brasileiras. Até o momento, foram registrados cerca de 1.700 atendimentos pediátricos, com índice de satisfação (NPS) superior a 90%.

“O sucesso do aplicativo SulAmérica Saúde, que é um dos mais inovadores e completos do mercado, comprova nossa visão de que a experiência do cliente deve estar sempre no centro da estratégia de investimentos em tecnologia. O app coloca na palma da mão do nosso beneficiário tudo o que ele precisa para aproveitar os benefícios do plano a qualquer hora e em qualquer lugar”, afirma o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.