Archive agosto 2018

Creative Startups, da Samsung, acelera desenvolvimento de plataforma que ajuda crianças a lidarem com a emoção

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups da empresa em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação) entra em sua fase final de inscrições para o Batch 4 e, ao mesmo tempo, começa a apresentar os resultados do Batch 3. Durante sua participação na 3ª Rodada do programa da Samsung, a Dreamkid, startup que nasceu em 2015, dentro do Samsung Ocean, em Manaus, criou uma plataforma de jogos interativos para ajudar as crianças a expressarem e lidarem com os sentimentos.

O projeto da Dreamkid chama-se “Felt” e foi co-criado com psicólogas especializadas em atendimento infantil com a finalidade de contar histórias que facilitam a educação emocional das crianças. Recentemente, também voltado ao público infantil e com o apoio do Samsung Creative Startups, a startup FLIXR trabalhou no desenvolvimento de um aplicativo de realidade aumentada com personagens da Ziraldo Artes Produções.

“A Dreamkid e a FLIXR são exemplos do sucesso da aceleração promovida pelo Creative Startups. Além do aporte financeiro que pode chegar a até R$200 mil reais, as startups selecionadas recebem treinamentos, assessorias, e mentorias técnicas e de mercado para aprimorar os projetos apresentados”, desataca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung

A plataforma utiliza tecnologia de realidade aumentada para que as crianças viajem pelo mundo 3D na companhia de Tuco, uma tartaruga que ajuda os pequenos jogadores a entenderem melhor os sentimentos.

“O objetivo da plataforma “Felt” é ajudar profissionais da área educacional e de psicologia infantil no esclarecimento de emoções como raiva, tristeza e medo. Participar do Creative Startups foi uma oportunidade de desenvolver nossos produtos de forma profissional e controlada”, explica Barbara Nicolau, fundadora e CEO da Dreamkid Studio.

Última semana para se inscrever na 4º Rodada do Creative Startups

Esta é a última semana para as startups se inscreverem para participar da 4ª Rodada do programa de aceleração da Samsung e da Anprotec: as inscrições terminam no dia 2 de setembro. O Batch 4 do “Samsung Creative Startups” irá selecionar até 20 empreendimentos, sendo 10 especificamente da região Norte do país.

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Evino fecha parceria com Google Pay

A Evino, um dos maiores e-commerces de vinhos do país, acaba de fechar mais um parceiro para ampliar as opções de pagamento digital: o Google Pay, para web e app. A novidade faz parte da estratégia da empresa em aumentar o volume de vendas no aplicativo.

Para celebrar a chegada do Google Pay como forma de pagamento, as duas empresas vão presentear quem comprar com o Google com uma garrafa do vinho Premium Chianti DOCG 2016. Serão 3.000 garrafas, distribuídas entre quem adquirir um valor superior a R$50 e usar o voucher GOOGLEPAY na sua primeira compra com Google Pay na Evino.

O objetivo é impulsionar as vendas no aplicativo da Evino, além de oferecer uma experiência mais simples, ágil e completa ao cliente. “Nossa previsão para 2018 é fazer com que as vendas pelos dispositivos móveis representem mais da metade do nosso volume. A parceria com o Google é uma das estratégias para atingirmos essa meta “, afirma Marcos Leal, co-CEO da Evino.

“A parceria traz uma experiência completa ao usuário Evino e Google Pay, com a solução presente no aplicativo, desktop, mobile e instant app. Com isso, os usuários podem adquirir vinhos de forma mais fácil e rápida pelo canal que preferir”, diz Felipe Cunha, Head de Parcerias do Google Pay para América Latina.

Ao pagar com o Google, o usuário pode usar qualquer um dos cartões de crédito associados à sua conta Google. O Google envia à Evino as informações de pagamento e endereço de entrega – sem a necessidade de digitar algo. Depois disso, é só esperar a sua compra chegar.

A Evino conta com um catálogo rotativo de aproximadamente 200 rótulos, a grande maioria europeus, sempre avaliados criteriosamente pelo time de sommelier da empresa. Os vinhos são adquiridos pela companhia diretamente dos produtores (vinícolas), eliminando intermediários, o que diminui os custos de compras e, consequentemente, o preço do produto final, oferecendo o melhor custo benefício para os clientes.

Com sede em São Paulo, a Evino tem um Centro de Distribuição (CD) de 6 mil m² no município de Serra, no Espírito Santo, com capacidade de armazenar mais de 1 milhão de garrafas.

*Desde o primeiro semestre do ano, a Evino já conta com as plataformas Apple Pay e Samsung Pay para pagamentos

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Crescimento mensal médio do E-Commerce é de 110%

Estar mais perto do seu cliente, melhorar o desempenho e aumentar o seu alcance. Estes são alguns dos objetivos do E-Commerce da Havan. Para estar cada dia mais digital, a rede de lojas de departamentos mais completa do Brasil, que está presente em 15 estados brasileiros, por meio das 112 unidades, alterou a sua logo. A intenção é indicar aos moradores de todo o País que, mesmo sem uma loja física presente no município, o cliente poderá comprar na Havan por meio das redes sociais e da loja virtual. Hoje, cerca de 30% dos usuários realizam pesquisa ou acessam o E-Commerce antes de realizar uma visita ou uma compra na loja física. O dado confirma que a Havan teve crescimento médio mensal de 110% de receita em relação a 2017, podendo ser observado, também, em usuário em relação ao ano passado, com aumento mensal médio de 322% e em sessões, 236%.

“Para melhorar a experiência do usuário, a Havan está desenvolvendo uma nova versão exclusiva mobile para o E-Commerce, que já está em fase de finalização. A alteração possibilitará ganho de performance e velocidade de carregamento, melhor navegação e visualização do catálogo de produtos, como também, mais simplicidade na finalização da compra”, comenta o analista de mídia da Havan, Lucas Duarte.

Outra informação importante da Havan é que a rede foi uma das primeiras empresas do Brasil, em conjunto com o Google, a utilizar o Local Inventory Ads (LIA). A solução possibilita ao consumidor fazer uma pesquisa por um produto na web a partir do Google Shopping, clicar no anúncio que mais lhe interessar e verificar se o item solicitado está disponível em uma loja física.

Além disso, os anúncios LIA realizam uma integração direta com o Google Maps, que mostra o melhor caminho para que o consumidor chegue até o estabelecimento escolhido, caso o cliente opte por uma compra na loja física. “Essas ações do LIA também se complementam com outras estratégias Ominichannel (que é um modelo de negócios e uma estratégia de conteúdo entre canais que as empresas usam para melhorar a experiência do usuário) e que o setor digital da Havan está ativo, como o Store Visits em campanhas do Facebook (que permite saber quais anúncios no digital levam mais clientes aos seus estabelecimentos físicos, integrando pesquisas entre on e off-line) e, também, as ações de direcionamento a usuários que utilizam o app Waze”, finaliza Duarte.

A utilização destas novas ações vem para complementar a estratégia da marca, que é o de aumentar o número de lojas físicas, abrindo novas unidades em todo o Brasil e chegando a marca de 200 lojas até 2022.

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Linx anuncia novo diretor para Meios de Pagamento

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia Rubens Silva como novo diretor de Meios de Pagamento. O executivo assume a função com a missão de impulsionar a aceitação de soluções eletrônicas de pagamento conectadas à gama de tecnologia para o varejo que a empresa já oferece ao mercado.

Com 18 anos de experiência em meios de pagamento, Silva atuou como CFO na Global Payments e foi um dos executivos responsáveis pelo início da operação no Brasil. O novo diretor participou também do processo de IPO (abertura de capital) da Rede, onde trabalhou por 12 anos, além de ter acompanhado ativamente o processo de regulação do segmento de Meios de Pagamento pelo Banco Central do Brasil desde 2010.

“Meios eletrônicos de pagamento se transformaram em commodities. Há dezenas de empresas oferecendo o mesmo tipo de serviço sem perguntar para o lojista se é disso que ele realmente precisa”, comenta Rubens Silva, que é formado em Ciências Contábeis e possui um MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas.

E completa: “Usar a tecnologia para facilitar a vida dos varejistas e consumidores está no DNA da Linx. É isso que vamos fazer por meio de soluções customizadas para cada segmento deste setor, como restaurantes, postos de combustíveis, moda, entre outros”.

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CDL/BH lança 3ª Edição do “Varejo Inteligente” para empresários

Nos dias 3 e 4 de setembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), em parceria com o Sebrae, apresenta o novo formato do programa de aceleração de startups “Varejo Inteligente” para os empresários de Belo Horizonte. Uma das novidades desta edição é a maior participação que os empresários terão com uma série de capacitações direcionadas para eles. O evento de lançamento é gratuito e será realizado na Faculdade UNA Aimorés (Rua dos Aimorés, 1451. Lourdes), a partir das 19h. Os interessados em participar devem se inscrever no link http://goo.gl/bLXDFw

Um dos destaques do “Varejo Inteligente” neste ano é que, além da aceleração das 20 startups durante dez semanas, os empresários receberão consultorias, palestras e workshops totalmente voltados para eles e que irão contribuir com o desenvolvimento de seus negócios. Ao todo, serão selecionados 20 empresários de micro e pequenas empresas que representem o varejo de Belo Horizonte.

Durante o lançamento do Programa, também serão apresentadas algumas das principais mudanças do setor do varejo para as quais os empresários devem se preparar, com debate sobre a inovação dentro do setor por meio da apresentação de casos de sucesso.

Varejo Inteligente – O Programa, criado em 2016 em parceria com o Sebrae, busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio do desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.

Data: 3 e 4 de setembro

Horário: 19h

Local: Faculdade UNA Aimorés

Endereço: Rua dos Aimorés, 1.451, Lourdes, Belo Horizonte

Inscrições: http://goo.gl/bLXDFw

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Brasileiros querem pagar com WhatsApp, aponta pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

Acaba de sair a nova pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel, onde pouco mais da metade dos usuários brasileiros de WhatsApp (53%) manifestaram que gostariam de usar o aplicativo de mensagens para realizar pagamentos e transferências bancárias. O número representa aproximadamente 50 milhões de pessoas, cruzando com dados do IBGE e da pesquisa TIC Domicílios e considerando apenas aqueles com 16 anos ou mais de idade.

Foram entrevistados em julho 1.984 brasileiros que acessam a Internet e possuem telefone celular, sendo que a pesquisa tem validade estatística, com grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa contou com o patrocínio da Infobip.

Dentro do grupo que deseja a nova funcionalidade, 44% gostariam que o serviço de pagamento via WhatsApp fosse feito a partir de uma conta bancária virtual criada dentro do próprio app de mensageria. 37% optariam por associar ao WhatsApp sua conta bancária atual. E 19% achariam melhor associar seu cartão de crédito ao aplicativo.

“Embora a pesquisa não tenha apurado quanto os brasileiros estariam dispostos a pagar por esse serviço, nem qual seria o modelo de negócios mais aderente, os resultados indicam um interesse bastante grande e uma oportunidade para o WhatsApp de não apenas se conectar aos bancos, mas de oferecer um serviço próprio de conta virtual. O potencial é enorme”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Paiva cita modelos usados nos países do Oriente para justificar sua avaliação: “naquela região, os aplicativos de mensageria viraram “super-apps”, dentro dos quais se consegue fazer quase tudo, desde pedir um táxi até encomendar uma pizza, assim como realizar pagamentos e transferências de valores. O exemplo mais notório é do chinês WeChat, que utiliza um sistema de QR codes para a identificação dos usuários e através do qual são feitos os pagamentos”.

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel reafirma a liderança do WhatsApp como o aplicativo de mensagens preferido. Quase a totalidade dos usuários (97%) dos internautas brasileiros com smartphone possuem o WhatsApp instalado e 98% deles abrem o app todo dia ou quase todo dia. “Há alguns meses, o WhatsApp começou a testar uma solução própria de pagamentos na Índia, seu maior mercado no mundo. O Brasil é o seu segundo maior mercado, mas ainda não há previsão de quando o serviço será testado por aqui”, afirma Fernando Paiva.

Outras descobertas do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel

SMS registra aumento no A2P

O SMS mantém forte utilização entre muitos serviços, desde alertas sobre transações realizadas com cartões até , cobrança. Esta nova edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel apurou que o uso do SMS no Brasil registrou pequeno aumento na sua utilização para a comunicação entre marcas e consumidores, o chamado A2P (Application to Peer).

Ele se reflete em um aumento na proporção de internautas brasileiros que declaram receber SMS todo dia ou quase todo dia, que subiu de 51% para 54% em seis meses, enquanto a proporção que envia SMS todo dia ou quase todo dia permaneceu estável em 25%.

O SMS continua tendo como vantagem sobre o WhatsApp ou qualquer outro app de mensageria o fato de ser universal, ou seja, de funcionar em qualquer celular, mesmo aqueles mais básicos. Além disso, não precisa de conexão com a Internet. Sua universalidade e disponibilidade fazem dele uma opção segura para a entrega de mensagens emergenciais.

Contato mais próximo com as marcas e promoções

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel também apurou que a utilidade mais comum em todos os mensageiros é conversar com as marcas para tirar dúvidas ou pedir informações. Por esta razão, os apps de mensageria tendem a receber parte do tráfego destinado aos tradicionais SACs das companhias.

Entre janeiro e julho deste ano, ou seja, na comparação com a edição anterior desta pesquisa, houve um aumento significativo do uso de apps de mensagens como canais de relacionamento entre marcas e consumidores no Brasil. No WhatsApp, a proporção de usuários ativos mensais (MAUs) que conversam com marcas dentro do app passou de 55% para 63% em seis meses. No Facebook Messenger, de 51% para 57%. E no Telegram, de 48% para 55%. A explicação pode estar na gradual popularização dos chatbots (robôs de conversação) nessas três plataformas, assim como no desbravamento desse mercado por grandes marcas do varejo e de serviços como telecomunicações e TV por assinatura.

Nesta edição da pesquisa houve um aumento de utilização dos três mensageiros monitorados para o recebimento de promoções. No WhatsApp, subiu de 53% para 60% os usuários que recebem mensagens promocionais pelo app. No Facebook Messenger o aumento também foi de sete pontos percentuais, passando de 46% para 53%. E no Telegram, subiu de 48% para 54%. Ao mesmo tempo, a resistência do consumidor brasileiro em se comunicar com marcas através de apps de mensagens diminuiu nos três mensageiros em seis meses.

Para baixar a pesquisa: http://panoramamobiletime.com.br/

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StartOut Brasil leva soluções inovadoras de 15 startups a Miami

Quinze startups brasileiras vão participar de uma missão a Miami, de 9 a 14 de setembro, quando terão uma agenda de visitas ao ecossistema de inovação, apresentações e encontros de negócios com incubadoras, aceleradoras, corporações e investidores na maior cidade da Flórida. As startups levarão aos Estados Unidos soluções nas áreas de indústria 4.0, logística e gestão empresarial, indústria aeroespacial, saúde e segurança da informação, entre outros setores. Elas utilizam tecnologias inovadoras como chatbots, realidade aumentada e virtual, inteligência artificial e internet das coisas.

A missão a Miami é uma iniciativa do programa StartOut Brasil, que apoia a inserção de startups nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. Os participantes foram selecionados entre 125 inscritos e passaram por um processo de mentoria e orientação para o mercado norte-americano, que continuará após a missão, com o apoio ao estabelecimento da empresa no país. A delegação conta com empresas do Espírito Santo, Pernambuco, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

“Selecionamos startups com grande potencial de inserção na Flórida, que é um mercado vibrante e com muitas oportunidades. Acredito que os investidores e parceiros norte-americanos se surpreenderão com a qualidade e inovação das soluções apresentadas por elas em diversos segmentos”, afirma Juarez Leal, COO da Apex-Brasil América do Norte. As startups participantes são: Agile MS, ATS Aerothermal Solutions, AyaTech, Fastdezine, Flex Interativa, I.Systems, Kryptus, Labsoft, Mogai, Molegolar, Portal Telemedicina, Take, Tracksale, Truckpad e VG Resíduos.

“Este é o quarto ciclo do programa, que num esforço conjunto de vários parceiros e, por meio das expertises das instituições engajadas no StartOut, sabemos que é possível potencializar a presença de startups brasileiras no mercado internacional”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. Segundo ela, até o momento, foram 57 startups atendidas com dez negócios internacionais facilitados de outubro de 2017 a julho de 2018.

O programa StartOut já realizou missões nos ecossistemas de Buenos Aires (Argentina), Paris (França) e Berlim (Alemanha). Desta vez, a escolha foi por Miami, importante ecossistema de inovação, que conta com a presença de várias incubadoras e aceleradoras (Cambridge Innovation Center, WeWork etc) além de investidores como 500 Startups, The Venture City, Miami Angels, entre outros. A Flórida é o estado que tem a segunda maior concentração de empresas internacionais nos Estados Unidos e vem buscando inovações e novas empresas nos setores de aviação, TI, ciências da vida (biotecnologia), cleantech, serviços financeiros, infraestrutura, entre outros.

Agenda

A agenda em Miami será intensa e dará aos participantes a oportunidade de apresentar suas inovações e propostas de valor. No domingo (9/9), as startups passarão por um treinamento de pitch internacional. Na segunda-feira (10/9), assistem a um seminário sobre como fazer negócios nos Estados Unidos e na Flórida. No dia seguinte, elas apresentam seus pitches durante o evento Brainfood, realizado mensalmente pelo espaço de coworking The Lab Miami. Na quarta-feira (12/9), ocorre um “Demoday” na aceleradora 500 Startups, em Miami. Na ocasião, cada uma terá cinco minutos para convencer os investidores e possíveis parceiros presentes ao evento. Na sequência, no dia 13/9, elas se apresentam no #Thursday Gathering, da Venture Café, também em Miami. O #ThursdayGathering é um evento semanal, considerado um dos mais importantes para o ecossistema de inovação do Sul da Flórida.

Além das apresentações, as 15 startups também farão visitas técnicas a locais como Visa Innovation Center, The Venture City e Wework e terão reuniões de negócios pré-agendadas. Além disso, quatro empresas que nasceram no Brasil e já estão inseridas no mercado norte-americano falarão um pouco sobre o caminho que seguiram no país. São elas: Movile, Clear Sale, Stayfilm e Cora.

Cenário

As startups brasileiras se beneficiam de um ecossistema de investimento em inovação que é considerado o maior da América Latina. De acordo com dados da Lavca (Latin American Private Equity & Venture Capital Association), em 2017 foram investidos US$ 839 milhões em 119 negócios realizados por meio de venture capital ou de corporate venture. Em comparação, no México, o segundo ecossistema da América Latina mais importante, foram investidos US$ 80 milhões em 59 negócios.

De acordo com um estudo da Harvard Business Alumni Angels, apoiado pela Apex-Brasil, há mais de cem diferentes corporações investindo ou trabalhando em parceria com mais de 10 mil startups no Brasil. Recentemente, o país celebrou seus três primeiros unicórnios, que são aquelas startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ou seja, 99, NuBank e Pagseguro.

O ambiente de apoio à inovação e empreendedorismo no Brasil também vem crescendo. Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), são mais de 8 mil empreendimentos apoiados pelo movimento dos ambientes de inovação no Brasil até julho de 2017: 369 incubadoras, 39 aceleradoras e 28 parques tecnológicos em operação.

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Sean Ellis, “pai do growth hacking”, vem ao País palestrar no Mercado Livre Experience

Sean Ellis, uma das grandes referências mundiais em empreendedorismo, conhecido como o “pai do growth hacking”, é presença confirmada no Mercado Livre Experience, no dia 1º de setembro, quando falará sobre “Hackeando o Crescimento: Como as Empresas Que Mais Crescem Atualmente Conseguem Crescimentos Incríveis”, às 17h30, na plenária Universidade Mercado Livre.

O americano criou o termo Growth Hack em 2010 para nomear uma metodologia inovadora que promete gerar o crescimento em market share a partir da realização de testes totalmente fundamentados no comportamento do cliente, considerando assim seu processo de aquisição, ativação e engajamento. Hoje empresas como IBM, Pinterest e Hubspot usam fazem aplicação destas ferramentas.

Sean Ellis é coautor do livro “Hacking Growth”, publicado pela Crown Business (uma divisão da Random House), publicação que já foi traduzida para 15 idiomas. Ele fundou e depois vendeu a Qualaroo, atendendo clientes como Uber, Intuit e Starbucks. Na sequência fundou a GrowthHackers.com, uma comunidade e startup SaaS que desenvolve metodologia para equipes trabalharem em conjunto e melhorarem seus resultados.

Mercado Livre Experience 2018

Data: 1° de setembro, às 9h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo
Site: www.mercadolivre.com/experience

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Andrea Dietrich é nova sócia da aceleradora de negócios Organica

A Organica tem uma nova sócia: Andrea Dietrich. Profissional de marketing com foco em desenvolvimento de marcas e estratégia digital com passagem por empresas como GPA, Netshoes e BRF, Andrea se junta a Roni Cunha, Renato Mendes, Priscilla Erthal, Luciane Aquino, Pedro Paulo Moraes e Maurício Alexandre à frente da aceleradora de negócios. Com trajetória marcada por movimentos de transformação digital, a nova afiliada chega para agregar ao time no desenvolvimento de marcas, cultura e estratégia de negócios na Nova Economia.

Com formação em publicidade e propaganda e pós graduada em Gestão de Negócios pela FGV, Andrea é apaixonada por novas tecnologias, economia colaborativa e marcas de propósito, afinidade que pretende desenvolver no trabalho de aceleração de empresas.”Me dedico a ajudar as organizações, de startups a grandes empresas, a se conectarem com as transformações digitais e a encontrarem seu propósito no mundo”, comentou.

Andrea teve ampla experiência em empresas líderes de mercado em segmentos distintos. Ela foi responsável pela estruturação de um dos primeiros núcleos dedicados ao digital no varejo brasileiro em 2010 no Grupo Pão de Açúcar. Posteriormente também liderou o reposicionamento de marca do maior e-commerce de artigos esportivos do mundo (Netshoes) e de uma das empresas de alimentos mais valiosas do País (Perdigão). Hoje, além da atuação como consultora, ela é empreendedora co-fundadora da Évolus, startup de educação para varejo. Eleita como uma das 50 profissionais mais inovadoras do mercado e TOP 3 de canais digitais da Info Exame, Andrea também é colunista do jornal Meio e Mensagem.

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Transformação digital é o maior desafio para o RH nos próximos anos, aponta pesquisa da DOM Strategy Partners

Pesquisa da DOM Strategy Partners, realizada com 614 executivos, em sua maioria vice-presidentes e diretores da área de Recursos Humanos das 1000 maiores empresas do País, conclui que o maior desafio do RH na atualidade é entender, produzir e evoluir junto com a Transformação Digital. Segundo o levantamento, 70% dos entrevistados consideram os impactos das novas tecnologias e do mundo digital como o principal motivador para realizarem mudanças bruscas no setor.

Frente à tendência crescente da colaboração remota e da projetização do trabalho – que traz consigo a visão de entregas e não de tarefas, 78% dos entrevistados afirmam que a questão humana-profissional deveria receber mais investimentos do que o programado, uma vez que nesse momento o foco dos próximos anos parece estar em investir mais em tecnologias e plataformas do que na questão humana em si.

“A gestão de pessoas será potencializada com o uso prioritário de tecnologias que levam para um RH cada vez estratégico, inteligente, mas, acima de tudo, que potencializam os talentos e competências individuais em prol do todo – empresa, clientes, próprio colaborador”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.

Para 72% dos executivos o dilema está em não saber ao certo o que e como entregar ou, até mesmo, como se posicionar estrategicamente para um RH mais inteligente. Já o desafio para 67% é co-definir com a organização e com o próprio colaborador a estratégia mais adequada de desenvolvimento e capacitação de seus profissionais e times para os novos cenários sustentados por conceitos digitais.

Outro desafio crítico do novo RH é desenvolver os colaboradores para que tenham velocidade e acurácia de resposta aos estímulos e desafios impostos, fazendo com que busquem a diferenciação e sejam capazes de criar, implementar e disseminar o conhecimento de valor. Sendo assim, 61% dos respondentes da pesquisa da DOM já acreditam que a educação e autoeducação são os elementos mais facilitadores das mudanças necessárias e desejáveis frente aos novos desafios impostos pelos mercados e pelas transformações sociais e tecnológicas.

O estudo sinaliza que em mercados agressivos, quando os talentos são fortemente assediados pela concorrência ou fogem da incerteza buscando outras empresas, possuir um RH capaz de criar mecanismos de gestão e proteção do investimento em Capital Intelectual é fundamental. Por isso, o conhecimento se torna um ativo essencial para as companhias, mas que precisa ser customizado e organizado para a aplicação ready to use, focada em resultados.

Diante de todos esses insights, o estudo também traz à luz para o mercado de RH a qualificação do chamado Colaborador N.0, aquele que está acompanhando todas as ondas de transformação digital e incorporando seus conceitos, práticas e ferramentas em seu arsenal de trabalho, conforme explica Daniel Domeneghetti.

“É um novo tipo de profissional que terá que gerenciar o crescente e desgovernado volume de trabalho em alta produtividade; construir sinergia e integração com os demais colaboradores – respeitando fusos horários e momentos produtivos individuais, assim como não esquecer de cumprir metas e prazos estabelecidos de acordo com os padrões corporativos, conciliando positivamente sua vida pessoal e corporativa”, finaliza Domeneghetti.

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Na contramão de perfis empreendedores, “coroas” inovam mercado de tecnologia

Fugindo do perfil tradicional de empreendedores brasileiros, em que 80% têm entre 18 e 44 anos, segundo pesquisa divulgada pelo Sebrae, os empresários Laurent Maubré e Fernando Cesar decidiram, aos 50 anos, colocar em prática um antigo sonho: criar uma startup. Enfrentando um mercado cada vez mais jovial, os investidores analisaram o setor automotivo e desenvolveram uma plataforma buscadora de pneus capaz de localizar variações de até 50% nos preços.

A ideia surgiu quando ainda ocupavam cargos de alta direção na mesma empresa, do setor petroquímico. “Migrar do mundo das grandes corporações para investir num negócio novo, totalmente digital, nos deu ânimo. No começo enfrentamos algumas dificuldades, a maior delas foi entender as ferramentas que controlam o mundo dos negócios online e as métricas usadas neste setor. Como tudo isso era muito novo para nós, começamos a estudar, fazendo cursos e conhecendo pessoas que nos revelaram pouco a pouco estes segredos”, explica Fernando.

Em julho de 2017, após buscarem recursos próprios, começaram o processo de abertura da startup, que entrou em funcionamento em janeiro deste ano. Com 90 dias de funcionamento alcançaram a marca de mil motoristas cadastrados no site, que utilizam a busca de pneus e o agendamento online de serviços voltados à manutenção automotiva.

“O e-commerce cresce em média 15% ao ano no Brasil e, dentro deste percentual, o setor automotivo é um dos que mais se desenvolve, sendo os pneus um grande destaque. Então decidimos arriscar, pensando em algo novo que se adequasse às necessidades atuais dos consumidores”, ressalta Laurent.

A plataforma possui hoje mais de 70 mil ofertas de 150 marcas de produtos presentes no varejo, e conta com o agendamento de serviços automotivos de âmbito nacional.

Variações de preços chegam até 55% no varejo

O primeiro levantamento desenvolvido pela plataforma Pnex identificou diferenças de até 55% nos preços dos varejistas online. Foram considerados produtos referentes às categorias de veículos SUV e Sedan. O estudo foi feito com uma amostragem de 1.400 ofertas referentes à base em dados do site.

A maior variação ficou entre os pneus destinados à categoria SUV, com média de 38%. Já nos produtos destinados aos veículos de entrada foram encontradas menores diferenças, até 18%.

Considerando as marcas, a maior variação ficou entre os pneus Continental Aro 17, que apontaram valores entre R$ 319,00 e R$714,92, 55% de diferença; seguido pelas marcas Michelin (47%) e Firestone (41%).

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Como um Hub pode colaborar para um trabalho mais produtivo?

A expansão dos Hubs e coworkings aumenta na mesma medida em que se multiplica a vontade de empreender, crescer em equipe e criar espaços mais modernos e flexíveis. Enquanto o coworking surge como um espaço possível para trabalhar de maneira compartilhada, o Hub se consolida como uma experiência de conexão entre seus colaboradores. A ideia é entender o coletivo para fazer crescer o individual.

Projetos como o Nube Hub, em Brasília, focam, além no compartilhamento de espaços, na criação de eventos para promover ligações entre os frequentadores. A ideia é criar novas conexões, unindo as diferentes necessidades e habilidades de cada um. É esse o diferencial de um Hub. Além de dividir um espaço de trabalho mais livre, cada empreendedor pode encontrar novos parceiros.

No local, diferentes profissões se encontram para compartilhar o espaço e as ideias. Advogados, empreendedores, comunicadores e outros profissionais.

Novas experiências

“A ideia é gerar uma rede de colaboradores que trocam serviço e ideias”, afirma Paula Werneck, uma das colaboradoras do Nube Hub. Paula trabalha em parte da recepção do espaço e como gerente da comunidade, acompanhando diariamente as necessidades de trabalho de cada cliente. A iniciativa é voltada para o empreendedorismo e conta com uma unidade no Edifício Via Brasil, localizado na 710/910 Sul.

Além do acompanhamento diário, o espaço criou o Nube Talks, uma série de eventos em busca de fortalecer essas conexões e apresentar diferentes projetos. As necessidades e pontos de crescimento em potencial para cada frequentador são observados no cotidiano de trabalho do local, criando ainda mais possibilidades de crescimento.

Para trabalhadores independentes, escolher um espaço compartilhado significa estar livre das distrações de casa. Veja algumas vantagens:

1. Ambiente focado no trabalho

2. Ampliar o networking

3. Estimular a criatividade e inovação

4. Horários flexíveis

5. Estrutura completa à disposição

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Startup brasileira é finalista de desafio internacional de inclusão digital

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, nos dias 26, 27 e 28 de junho, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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Realidade mista: o quanto tecnologia fascinante mudará nossa forma de viver?

Por Luiz Alexandre Castanha

Ao acordar de manhã, você pega o celular ao lado da cama e começa a ler as mensagens. O tempo em que você esteve dormindo, em uma “realidade paralela”, é retomado ali, e, em um clique, você consegue recuperar tudo aquilo que deixou de ler ou saber enquanto “perdia” algumas horinhas durante o sono.

Você se reconhece nessa situação? É que a tecnologia está conosco todo o tempo. E a verdade é que a comunicação e a conexão promovidas por ela estão definindo os próximos passos da história da humanidade.

Os smartphones, um dos objetos mais emblemáticos dentro da sociedade multitela em que vivemos, são a prova disso. Segundo matéria da revista Superinteressante, há mais chips de celulares no mundo (6 bilhões) do que escovas de dentes (4,3 bilhões). Ou seja, é como se estivéssemos mais preocupados com a tecnologia do que com um hábito de higiene.

É claro que esses números são relativos, mas indicam o fascínio que temos pelas diferentes formas de viver a realidade que só as inovações tecnológicas podem nos trazer, ao personalizar experiências e nos fazer aprender e desenvolver nosso conhecimento.

Já temos um pacote de novidades realmente empolgante: a inteligência artificial é cada dia mais precisa, os objetos com interface de voz se comunicam com o dono, e até grandes corporações, como a Marvel, usam big data para analisar, por exemplo, a resposta do público aos seus heróis. E olhando por um lado otimista, se bem aplicada, a tecnologia pode ter realmente a capacidade de “nos salvar”, ao promover grandes revoluções na forma que vivemos e nos relacionamos.

Mudou muito, por exemplo, desde meus tempos de faculdade. Como sempre adorei tecnologia, à época, tivemos um serviço de videotexto em casa para consultar a programação de cinema, na tradicional tela de fósforo verde. Fiz muitos trabalhos de faculdade, pesquisas com dicas de bares. Tudo isso era o máximo que esses aparelhos podiam nos proporcionar – e já achávamos incrível.

É fato que, de lá para cá, tudo ganhou qualidade e agilidade: muito mais cores, maior definição e maior velocidade nos dispositivos, internet 5G e, claro, celulares (que cabem nos nossos bolsos) muito mais potentes do que os computadores que auxiliaram o homem a chegar pela primeira vez à Lua.

Mas, apesar de toda essa incrível evolução, penso que agora tocamos em uma nova fronteira: a de sairmos da realidade 2D, para avançarmos para o holográfico e às realidades em que ambiente, som e localização também sejam alteráveis.

A realidade mista é um dos caminhos mais promissores e, apesar de os dispositivos ainda não serem tão acessíveis, transformará nosso futuro. Os óculos lançados pela Microsoft, “HoloLens”, são um exemplo incrível: com o gadget, é possível interagir com hologramas no seu mundo real. Eu mesmo experimentei alguns óculos holográficos e posso dizer que viver entre a realidade real e virtual mudará nossa maneira de trabalhar, se divertir e aprender de um jeito que nunca vimos.

Imagine você que depois de alguns cliques e ajustes na configuração, será possível ter um instrutor de musculação dentro de sua sala passando dicas sobre exercícios físicos. Ou então, colocar objetos de arte em uma estante virtual no corredor de sua casa. Nós, que estudávamos com enciclopédias, nos tornamos quase homens das cavernas frente à tecnologia que está sendo testada em vários lugares do mundo.

A gigante Disney, por exemplo, também embarcou nesta nova onda. Há um projeto muito interessante de realidade mista feito pelos pesquisadores da empresa, o “Magic Bench”, ou “Banco mágico”. De forma fácil, as pessoas vivenciam uma experiência combinada de realidade mista e aumentada e interagem com um personagem – um elefantinho holográfico – sem a necessidade de dispositivos como monitores.

Segundo a descrição da empresa, o usuário vê uma imagem espelhada em uma tela grande na frente, como se visse a cena acontecendo pelo olhar de uma terceira pessoa. Tudo, então, é reconstruído usando um sensor de profundidade e o participante ocupa, de fato, o mesmo espaço 3D que o personagem.

Essa é uma realidade particularmente intrigante para nossos tempos; tanto que faz o passado soar um pouco vintage. Estamos prontos para imergir em experiências multisensoriais que a realidade mista pode nos proporcionar – e, junto com as novas gerações, fazer da tecnologia a nossa melhor aliada para ganhar conhecimento.

Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais.

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A realidade virtual e as vendas personalizadas do setor imobiliário

Por Antonio Coutinho, co-founder da VROne

A Realidade Virtual – conhecida também como VR (Virtual Reality termo em inglês) – é uma ferramenta poderosa, onde os ambientes são criados digitalmente e apresentados ao usuário por meio de óculos especiais ligados a um computador de alta performance. Essa é uma experiência capaz de transportar o indivíduo ao mundo digital para que o mesmo vivencie uma imersão impactante, fazendo com que ele perceba o espaço digital como a realidade daquele momento.

Se tratando do mercado imobiliário, essa modernidade se apresenta como uma incrível ferramenta de vendas, onde existe a possibilidade de o comprador explorar remotamente empreendimentos que ainda não foram construídos.

Apesar de o apartamento decorado físico ser a maneira mais convencional de conhecer o imóvel, esta opção exige um alto investimento financeiro, aliado a uma pesquisa de perfil de comprador que muitas vezes limita as opções a serem demonstradas. É nesta hora que a realidade virtual abre caminho para um novo modelo de vendas personalizadas. O cliente pode conhecer todas as versões disponíveis da planta, de diversos acabamentos de pisos e paredes, além da variação de layout, como a sala ampliada, cozinha aberta, vista da varanda, entre outros.

Segundo um relatório divulgado pela imobiliária Coldwell Banker Real Estate, dos Estados Unidos, a realidade virtual vem sendo cada vez mais utilizada no mercado imobiliário americano. O estudo mostra também que a ferramenta já é uma tendência nos demais países, incluindo o Brasil. O estudo destaca também que 84% dos americanos veem os vídeos digitais como uma adição bem-vinda às ofertas da propriedade. Além disso, 77% gostariam de passear por um tour de realidade virtual antes de visitá-las pessoalmente. Até mesmo o próprio agente imobiliário, que oferece essa opção virtual em suas ofertas, seria mais confiável aos olhos de 62% dos compradores.

Prometendo revolucionar o mercado imobiliário, um decorado virtual resulta na economia de até 90% em relação ao valor de um apartamento físico decorado para construtoras e incorporadoras. Mais do que isso, permite com que atinjam, de uma forma mais assertiva, múltiplos perfis de compradores. Sendo assim, se mostra como uma alternativa extremamente versátil onde os decoradores não se restringem a um orçamento definido podendo optar por acabamentos e mobiliários variados, ampliando, desta forma, as percepções do cliente sobre o tão sonhado imóvel.

A realidade virtual interativa já é uma alternativa disponível no prática. Como ferramenta de encantamento ao cliente tem condições de incrementar a performance nas vendas por meio de uma visita padronizada com alto grau de excelência, auxiliando o corretor na prestação de um atendimento de qualidade, elevando o profissionalismo que o mercado sempre deseja atingir.

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Lei Anticorrupção aqueceu o mercado de compliance

Acaba de completar cinco anos (29 de agosto) que a Lei Anticorrupção entrou em vigor, tendo como objetivo punir as empresas que pratiquem atos de corrupção contra a administração pública. Durante esse período, as corporações tiveram que ser mais rígidas e ter maior controle sobre contratos públicos, movimentando o mercado de trabalho da área de compliance, cujos profissionais são responsáveis por prestar suporte no planejamento dos projetos estratégicos de uma organização e implantar as normas e procedimentos que envolvam a gestão de riscos.

De acordo com especialistas da Robert Half, primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo que atua no Brasil há 11 anos, desde que a Lei Anticorrupção entrou em vigor, em 2013, foi nítido o aumento da demanda de contratação na área de compliance. Nos últimos três anos, a valorização salarial desses profissionais ficou entre 20% e 25%, em relação aos anos anteriores.

Os profissionais mais requisitados são os que têm experiência nas áreas Jurídica – com especialidade em Direito Civil, Empresarial, Societário e Governança Corporativa – e Financeira – com foco em controles internos e auditoria interna e de riscos. Os cargos mais buscados são os de Analista de compliance, CCO (Chief Compliance Officer), Coordenadores e Especialistas de compliance.

Em geral, esses profissionais vêm do mercado financeiro, da indústria farmacêutica e de multinacionais. Novos profissionais também estão sendo desenvolvidos para atuar na função, normalmente vindos de consultorias, auditorias, escritórios jurídicos e áreas de controles internos.

“São buscados profissionais com habilidade de atuação pautadas em processos e políticas internas e que sejam discretos, pois lidam com muitos temas confidenciais e informações sigilosas. Profissionais metódicos, organizados e com alto nível de comunicação também são muito valorizados, pois lidam com muitos processos e temas multidisciplinares que transitam em todos os níveis de uma organização, da alta gestão ao corpo administrativo e operacional”, explica Leonardo Berto, gerente de negócios da Robert Half.

O profissional de compliance é de extrema importância para as empresas e sua demanda é crescente desde o aprofundamento das grandes investigações anticorrupção no Brasil, que serviu como base para uma mudança estrutural principalmente em empresas de capital aberto, subsidiarias de grupos multinacionais e organizações com investimentos no mercado internacional. “São profissionais que têm como objetivo garantir transparência e ética nos processos de uma companhia, desde a gestão do dia a dia, relacionamento com colaboradores, processos internos e relações comerciais”, finaliza Berto.

Na consultoria global Protiviti, especializada em gestão de riscos, ética, auditoria interna e compliance, a demanda por serviços relacionados às práticas de compliance quadruplicou após a implementação da Lei Anticorrupção, que veio acompanhada de uma crise político-econômica enfrentada pelo Brasil nos últimos anos.

“A Lei Anticorrupção, a eclosão e os desdobramentos de operações como a Lava Jato mostraram às companhias que, para se destacar e sobreviver, é preciso dar mais atenção aos riscos e buscar por adequação. A conscientização se dá também porque a medida é severa e afeta o caixa da empresa caso não esteja em dia com as conformidades éticas”, explica Heloisa Macari, sócia-diretora da área de compliance da Protiviti.

Heloisa acredita que com o passar dos anos a falsa impressão de que investir em compliance é um desperdício de dinheiro foi perdendo força nas organizações. O entendimento das empresas agora é buscar maturidade em seus programas de conformidade, o que resulta no impulsionamento da procura por medidas éticas mais bem estruturadas.

“Embora as empresas conheçam as ferramentas para a implantação de um programa efetivo de compliance, elas ainda falham no mapeamento de riscos a que estão expostas. Nota-se que houve uma melhora na visão de compliance, mas esta visão prática de risco ainda é baixa”, alerta a especialista.

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Beblüe lança cartão de crédito gratuito 100% digital

A Beblüe, fintech brasileira de pagamentos, que permite ao consumidor aumentar seu poder de consumo por meio de recompensa em cashback, acaba de lançar seu cartão de crédito 100% digital. Sem plástico e sem tarifas, é a primeira solução gratuita de cartão no Brasil que possui um programa de fidelidade e recompensa atrelado.

Além da conveniência e praticidade, o novo cartão permite ao consumidor acesso rápido ao crédito extra, disponibilizado direto no aplicativo e irá garantir o maior nível de retorno de recompensa do mercado, que pode chegar a 30% de cashback ou até 20 pontos/milhas por dólar gasto. Os benefícios estendem-se ao estabelecimento credenciado, uma vez que o cartão fomenta o consumo na própria rede credenciada. Inicialmente, o cartão será aceito apenas em estabelecimentos parceiros.

Por se tratar de uma opção sem cartão plástico, o consumidor se torna livre para comprar sem depender de carteira ou celular. Tudo que ele precisa é digitar na maquininha de cartão seu CPF e senha de 4 dígitos criada no próprio aplicativo. Não depender de um dispositivo celular também é um importante avanço, já que a limitação de internet e bateria são ainda um obstáculo.

“Nossos planos são expandir as funcionalidades do cartão nos próximos meses, aumentar o poder de consumo dos usuários por meio do crédito e da recompensa e, também, permitir aos comerciantes promoverem suas vendas. A união com uma instituição financeira sólida como a que fizemos recentemente é fundamental para atingirmos esses objetivos”, afirma Daniel Abbud, cofundador e CEO da Beblüe.

Após campanha de lançamento feita em redes sociais, em que a Beblüe anunciou o lançamento do produto, a lista de espera superou a marca de 1 milhão de pessoas. Nessa primeira fase serão selecionadas apenas 20 mil usuários para testar a experiência do cartão digital Beblue. Em poucas semanas será estendido acesso para um maior número de pessoas.

Próximos passos

A intenção da Beblüe é oferecer uma solução híbrida, unificando as funções pré-pago (como um cartão de débito) e pós-pago em um mesmo produto.

“Acreditamos que o futuro do crédito é mobile. Os cartões tradicionais serão substituídos por apps que colocam os consumidores no centro de tudo, permitindo controlar melhor seus gastos e ajudando os portadores a usarem seu crédito de forma simples, garantindo uma experiência mais conveniente e transparente, sem taxas e custos escondidos, além de mais segurança. Nós estamos muito animados com as possibilidades desse novo cenário agregado à recompensa, que já é uma tendência mundial”, finaliza Daniel M. Gava, também cofundador da Beblue.

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Grupo Nexxera recebe o Meetup “Mulheres de Produtos” e fomenta o debate de igualdade de gênero no mercado de TI

O Grupo Nexxera, um dos principais players do mercado de tecnologia para transações eletrônicas, irá sediar a terceira edição do “Mulheres de Produto”, um projeto de incentivo à participação feminina na área de TI, na quarta-feira, 29, das 18h30 às 21h30. O objetivo dessa iniciativa é fazer com que as mulheres se sentirem mais à vontade nessa área, sabendo lidar com determinadas situações, obtendo conhecimentos específicos, compartilhando experiências, fazendo networking, conhecendo a dinâmica de outras empresas, entre outros. Tudo isso para torná-las mais seguras e fortes.

Segundo dados apresentados pela CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, apenas 8% das vagas de desenvolvedores de software de todo o mundo e 11% dos cargos executivos das empresas de tecnologia no Vale do Silício (EUA) são ocupados por mulheres. No Brasil, apesar de serem maioria no Ensino Superior, as mulheres representam apenas 22% dos alunos nos cursos relacionados à computação (Censo IBGE 2010).

Áreas como tecnologia e exatas são dominadas por colaboradores do sexo masculino, porém, existe um forte trabalho para mudar este cenário e aumentar o protagonismo das mulheres, sobretudo, quando o assunto é tecnologia.

O “Meetup Mulheres de Produto” é um evento itinerante que acontece uma vez por mês. O encontro promove trocas de experiências, conversas e networking entre mulheres que atuam no setor ou pretendem explorar essa nova área.

Organizado coletivamente pelo grupo, a 3ª edição acontecerá no Grupo Nexxera por meio da iniciativa de uma colaboradora, Renata Schneider – Analista de Marketing de Produto do Grupo. “Iniciativas como essa fortalecem as mulheres e fazem elas se sentirem mais seguras no ambiente que trabalham. Isso é positivo para todos, inclusive para a própria empresa, que terá profissionais mais motivadas “, explica Schneider.

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