CVM e Dynasty integram debate internacional sobre regularização de criptomoedas

Com o objetivo de se tornar uma das primeiras criptomoedas regularizadas no mundo, a Dynasty foi convidada a participar de debate internacional sobre os avanços das fintechs e das moedas digitais. Integrando mesa com Walter Maeda, da Comissão de Valores Mobiliários, e Marlene Amsted, vice-presidente da Finma, órgão regulador do mercado econômico suíço, a empresa foi a única representante do cenário de cifras digitais, reforçando o potencial desta tecnologia.

“Quando as criptomoedas surgiram, elas vieram de períodos de crescimento, mas com instabilidade. Ao idealizarmos uma moeda digital com lastro, no nosso caso, o mercado imobiliário, e atrelarmos seu lançamento em contato com bancos e órgãos reguladores, estamos dizendo que é possível sim revolucionar a estrutura financeira mundial de modo tecnológico e, principalmente, seguro”, afirma Eduardo Carvalho, co-fundador da Dynasty.

Atualmente, a empresa, criada por brasileiros, aguarda aprovação da Finma para iniciar as ofertas de sua moeda, o D¥N. “Por sermos uma das primeiras a encabeçarem este processo de regularização das criptomoedas, tudo é novo e, portanto, mais demorado. Os bancos e entidades financeiras estão adaptando suas políticas para esta tecnologia. Assim como tantas moedas já presentes no mercado, podíamos lançar o D¥N sem uma legislação específica para tal, mas optamos em realizar um processo mais sólido e transparente”, explica Fabio Asdurian, sócio-fundador da Dynasty.

Brasil analisa regularização de moedas digitais

Realizado pela Embaixada da Suíça no Brasil, o fórum Digitisation and Fintech, Challenges and Opportunities (Digitalização e Fintechs – Desafios e Oportunidades) reuniu representantes de entidades nacionais e internacionais que dialogam com tecnologias financeiras, como estudiosos, órgãos governamentais e empresas do setor.

No debate sobre a regularização das criptomoedas no Brasil, o representante da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Walter Maeda, afirmou que o órgão analisa a possibilidade de legalizar as transações digitais no país. “Nós estamos verificando o potencial das moedas digitais. Entretanto, assim como toda inovação digital, nossas decisões devem ser pautadas com cautela”, justifica.

Para os profissionais da Dynasty, o país tem grande potencial tecnológico, mas a ausência de legislação faz com que mercados internacionais se tornem mais atrativos. “Optamos em lançarmos nossa moeda na Suíça por conta dos avanços digitais que o país possui. São políticas de debate, de incentivo ao desenvolvimento econômico e tecnológico. A cidade de Zug, por exemplo, é um Vale do Silício para criptomoedas, um cenário ideal para o lançamento do D¥N”, conclui Carvalho.

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