Ser próspero financeiramente depende de como lidamos com dinheiro

Julia Lima é relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS
Foto: Tiago Trindade

Por Julia Lima

Em algum momento você passou a evitar o dinheiro. Você o rejeita. Você até o amaldiçoa. Você o repele. Isso tem que mudar e a hora é agora. Porque você merece ser rico.

Até hoje você lida com o dinheiro da mesma forma e acredita nas regras que seus avós (que viveram o pós-guerra, a época da falta) repetiam. Você bloqueou sua própria existência para a abundância financeira, reverberando hora após hora ideias como “quem guarda, tem”, “ricos são exploradores”, “ricos são materialistas/frios”, “é preciso ser desonesto/mau para ser rico”, “o dinheiro não importa”, “dinheiro é sujo”, “é preciso trabalhar muito e se sacrificar para ter dinheiro” ou ainda o velho ditado popular: “não se pode ter tudo”.

Há uma lista de centenas de outras nada célebres frases que resumem esses sentimentos e justificativas para NÃO ser abundante financeiramente. Para ajudá-los a se reposicionarem, arrisco uma frase que pode fazer o seu queixo cair:

O dinheiro é espiritual.

Tem algo que não muda na história da humanidade, que é a necessidade de fazer dinheiro. Essa “obrigatoriedade” se deve ao simples fato de que o dinheiro é a única ferramenta de troca aceita universalmente em nosso planeta. E você vai precisar realizar trocas materiais todos os dias de sua vida.

Você pode querer complicar tudo isso e decidir viver na mais completa pobreza, irrompendo em rebeldia para um manifesto ou decidindo salvar o planeta do uso do petróleo como combustível, porque você “não quer dedicar sua vida a ganhar dinheiro, e sim a ajudar as pessoas a evoluírem”. Mas eu pergunto: a quem você vai poder ajudar sendo pobre?

A verdade é que enquanto não fizer dinheiro para cuidar de si, você viverá com um alarme interno de necessidade que vai lhe impedir de ser muito útil para ajudar quaisquer outros. Ao contrário: vai sempre precisar que outros lhe ajudem. Imagine, então, uma outra situação: e se você simplesmente tiver muito dinheiro, mas muito, muito além da sua necessidade individual, de sua família e de seus amigos. Quantas outras pessoas você poderá ajudar, sem se sacrificar, com prazer e satisfazendo sonhos?

Dinheiro é materialização energética, vibrante e instável. Como tudo o mais. Pode ser atraído, perseguido ou repelido em sua vida. Só depende de sua intenção. Por si só, o dinheiro simplesmente existe. É você quem dá a seu uso a nobreza espiritual, quando compra uma casa para abrigar inocentes crianças abandonadas e pode oferecer a elas por sua própria vontade toda a estrutura física, intelectual e sentimental que elas merecem, ou decide aplicar parte dos lucros de sua empresa ao custeio de cirurgias cardíacas para idosos, por exemplo. A espiritualidade aplicada ao dinheiro é evidente ferramenta de evolução. E isso não é uma ordem para você doar todo o seu. Você pode manter o seu fluxo financeiro crescendo enquanto dá a ele um destino nobre, e isso acontece quando você se torna uma pessoa abundante.

Investir dinheiro em você, na sua saúde, no seu equilíbrio, no seu conforto e na sua alegria primeiro é um ato de autoamor. Uma pessoa abundante é aquela que se mantém em expansão e limpa, livre dos bloqueios mentais e das crenças sociais limitadoras, esforçando-se para servir ao próximo em volume e intensidade com a canalização energética do ilimitado universo, que transborda de si em uma sensação expansiva, infinita e indiscriminada.

O espirito humano é livre e abundante. A mente é que impõe barreiras e aceita obstáculos; que gera regras e respeita ordens. A mente é dualista. O espírito é tudo. O que precisamos fazer para nos tornarmos abundantes é aceitarmos a riqueza espiritual mentalmente, treinando nosso raciocínio lógico para aceitarmos a realidade deste tempo e deste momento. No presente, nunca fomos tão ricos, tão belos, tão jovens, tão inteligentes. A tecnologia nos impulsionou muito. As regras mudaram. Não somos mais pagos por horas de trabalho manual, e sim pelo valor que criamos para pessoas espalhadas por todo o mundo. No presente há um imenso portal, aberto para quem quiser ver, que dá acesso a todo recurso necessário para apoiar uma mudança milenar na existência humana. E o mundo precisa de você. O universo precisa que você seja pleno e rico.

Julia Lima, relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS — Associação Brasileira de Turismo de Saúde

Marcado , , , .Adicionar aos favoritos o permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.