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GFT figura no último relatório da Gartner sobre blockchain

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Para bancos, seguradoras e provedores de serviços de pagamento, o blockchain oferece agora soluções que não eram possíveis com as tecnologias convencionais de antes. Um exemplo disso é o faturamento avançado (advanced invoicing), que usa uma solução de blockchain para fornecer economias de custo significativas no mundo real e reduzir drasticamente o risco de fraude.

Uma das principais conclusões do relatório da Gartner foi como o pool de experientes fornecedores de serviços de blockchain está expandindo rapidamente, com os serviços de consultoria existentes sendo complementados pela expansão de provedores de serviços especialistas em blockchain. Como o interesse em cases de blockchain aumentou para além das ofertas de serviços financeiros originais, toda a geografia e todo setor vertical agora têm uma infinidade de provedores específicos.

Como mencionado no relatório da Gartner: “A GFT oferece aproveitamento de ponta-a-ponta de soluções de blockchain e de DLT para resolver desafios de negócios e apoiar a criação de ‘provas de conceitos’ (POCs) para testar soluções potenciais, seguido de expansão para aplicações industriais quando apropriado. ”

O relatório também destaca várias fraquezas no mercado atual. “Todavia, há uma escassez de pessoal qualificado que entenda a tecnologia blockchain e que consiga ajudar a alinhar essa solução com potenciais negócios”. Isso, no entanto, é um dos pontos fortes dos serviços de blockchain da GFT, especialmente porque a companhia também tem uma vantagem adicional, com recursos nearshore, para redução ainda maior dos custos.

Em 2015, a GFT Reino Unido criou um modelo para DLTs dentro do setor de commodities. A criação deste aplicativo fazia parte de um programa ainda em curso, chamado “Projeto Júpiter”, cujo objetivo é incubar ideias de negócios disruptivos e de soluções de prototipagem rápida em torno da tecnologia blockchain. Desde então, foram implementados protótipos na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para vários cases, incluindo: empréstimos, transações de pagamento, fundos distribuídos e compensação e liquidação transnacionais.

Por exemplo, um aplicativo foi criado para o Royal Bank of Scotland com base no ethereum para testar o conceito de pagamentos interbancários entre uma rede conectada de bancos. A prototipagem flexível dos cases na incubadora GFT e nos Laboratórios de Inovação Digital da companhia permite que os desenvolvedores rejeitem rapidamente abordagens não promissoras e invistam apenas em design eficazes. A GFT tem como objetivo ajudar seus clientes a entender as inúmeras maneiras pelas quais eles podem alavancar o DLT e estabelecer os seus próprios modelos de negócios viáveis.

De acordo com o managing director latam da GFT, Marco Santos, “a inclusão no relatório do Gartner enfatiza que a GFT é vista como um player estratégico para transformação digital baseada em Blockchain e Ledger Distribuído”. Já Richard Miller, chefe de estratégia de tecnologias disruptivas da GFT, afirma que “nós estamos vendo um enorme interesse de clientes que desejam examinar como a tecnologia de Ledger Distribuído pode agregar valor aos seus negócios. As empresas estão reconhecendo que agora é a hora de utilizar DLT e blockchain para cases não críticos que têm potencial para ser verdadeiramente transformadores”.

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