Archive maio 2018

Algar Ventures divulga empresas selecionadas para seu programa de aceleração

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, anunciou as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses.

O objetivo do Algar Ventures Open é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo.

As empresas escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar e da Endeavor com base em vários critérios como oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, histórico da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados, além da realização de mentorias coletivas em São Paulo.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

Estas são as empresas selecionadas para o Algar Ventures Open:

mLabs: visa promover a inclusão digital de pequenas empresas nas mídias sociais, por meio de uma plataforma facilitadora da gestão. Por meio de algumas ferramentas como agendamento de posts, acompanhamento de feed, análise de métricas, etc. permite que micro empresários tirem proveito das mídias sociais.

Dom Rock: solução de ambiente unificado de captura, consolidação e análise de dados, para dar suporte às organizações na transformação digital, tendo como pilares de tecnologia Big Data, análise de dados e aprendizado de máquina.

Agendor: CRM no modelo de SaaS focado para o time de vendas com ferramentas complementares que garantem a gestão do funil de vendas. Possui as versões web e mobile, com diversas funcionalidades que facilitam o trabalho das equipes.

Squid: especializada em marketing de influência, a empresa mapeia, recruta e gerencia micro-influenciadores. Sua tecnologia auxilia na gestão de todas as etapas de uma campanha, desde a identificação do micro-influenciador ideal, passando pelo alinhamento de estratégia, curadoria, ativação e monitoramento.

Solubio: tecnologia para produção de defensivos biológicas na fazenda (on farm). A solução é composta de Laboratório e BioFábrica OnFarm®, instalado nas propriedades agrícolas, e através de um sistema de alta qualidade permite redução de grandes custos com defensivos.

Dentro da História: plataforma de histórias personalizadas para crianças. Através da plataforma, crianças podem interagir com avatares próprios e imprimir seus livros personalizados, mesclando uma experiência online e offline.

Scicrop: plataforma integrada de agricultura digital para coleta, análise e visualização de dados de diversas fontes. Através do uso de uma API própria fornece serviços de agricultura de precisão, gestão da fazenda, etc.

Enbox: plataforma de negociação de energia elétrica que conecta consumidores livres, geradores e comercializadores. Funciona como um leilão dinâmico e possibilita que sejam executadas ordens de compra, venda e swap em tempo real.

Nazar: software para monitoramento que identifica a causa de problemas de performance de bancos de dados que afetam sistemas e aplicações. Possui painéis de monitoramento em tempo real e permite identificar a raiz dos problemas, além de otimizar o uso e custos com infraestrutura.

CleanCloud: plataforma de gerenciamento de computação em nuvem que possibilita maior visibilidade da sua arquitetura/gastos e oferece inteligência por meio de recomendações diárias e automáticas, analisando dezenas de variáveis.

Bela: fintech de turismo que possui uma plataforma para pagamento, gestão, venda e operação. A solução completa, plug and play, atende hotéis, agências e atrações turísticas.

Huggy: plataforma para atendimento digital concentrando diversos canais de comunicação e dividindo o atendimento em camadas: atendimento automático, atendimento inteligente (chatbots) e atendimento humano.

Mediação Online: plataforma de mediação online para resolução de conflitos de forma fácil, rápida e com validade jurídica, para promover o diálogo entre as partes e auxiliá-las na criação de alternativas para colocar fim ao litígio.

Grão Direto: aplicativo para facilitar negociações entre compradores e produtores, conectar cooperativas e entregar uma inteligência de mercado mais efetiva.

Zissou: oferece colchões de alta qualidade com conceito ‘bed in box’. O colchão vem em uma caixa compacta retangular que cabe o elevador e no porta-malas, facilitando a instalação, e pode ser testado durante 100 dias.

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Programa de aceleração a empreendedores negros é lançado com apoio do Facebook

Com intuito de fortalecer e estimular o ecossistema de afroempreendedorismo no Brasil, foi lançado, nesta quarta-feira (30) o Afro Hub, programa que nasce com a proposta de fomentar o crescimento de negócios com o uso da tecnologia. Promovida pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o apoio do Facebook, a iniciativa surge no ano em que se completa os 130 anos da abolição da escravatura.

Dados analisados pelo Instituto Locomotiva, a partir de informações do PNAD, apontam que, no Brasil, são mais de 5,8 milhões de empreendedores negros com acesso à internet, que movimentam aproximadamente R$ 219,3 bilhões. De acordo com o Sebrae, os afroempreendedores estão à frente de 51% das empresas brasileiras.

Entre junho e novembro, o Afro Hub terá atividades divididas em três frentes. Na primeira fase, serão selecionados 10 empreendedores que passarão por uma pré-aceleração e treinamentos em tecnologias e ferramentas avançadas do Facebook e Instagram, além de mentorias com profissionais especializados, no período de junho a setembro.

Paralelamente, de junho a novembro, o Afro Hub receberá, na Estação Hack, em São Paulo, centenas de empreendedores que poderão, gratuitamente, participar de eventos organizados pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o intuito de fomentar o networking em seus negócios.

Já no mês de novembro, serão realizados workshops gratuitos em diversas capitais, entre elas Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA), com a finalidade de atualizar os empreendedores negros quanto ao uso das redes sociais como estratégia para alavancar os negócios. Além disso, especialistas em gestão e negócios disruptivos farão palestras a convite dos organizadores.

“Entendemos esta iniciativa como uma parceria conjunta para a constituição de um hub de afro-empreendedorismo no país. Além disso, os cases de sucesso, ao término do programa, servirão como referência para outros empreendedores, ressaltando o que as ferramentas do Facebook e Instagram podem fazer para alavancar os negócios em tecnologia e comunicação”, comenta Fernanda Ribeiro, co-fundadora e presidente da Afro Business.

Para a fundadora da Feira Preta, Adriana Barbosa, “o Afro Hub é um projeto de construção de uma nova narrativa pautada na transcendência do empreendedorismo de necessidade por oportunidade. O projeto se propõe a potencializar cases de empreendedores que representam mais de 50% dos microempresários no Brasil com o suporte da comunicação e da tecnologia”.

“Vamos promover acesso a conteúdos e ferramentas digitais de alta performance para os negócios. É uma iniciativa de grande impacto para fomentar a circulação econômica entre a população negra”, resume Antonio Pita, co-fundador da Diaspora.Black.

Pesquisa inédita

Como parte do projeto, também foi lançado o chamamento para uma pesquisa nacional inédita sobre o perfil do afroempreendedor, que será conduzida pelo Instituto Locomotiva. O objetivo é entender o perfil socioeconômico do afro-empreendedor, como acesso ao crédito, áreas de atuação e participação da mulher negra no ecossistema de empreendedorismo. O resultado será divulgado em 20 novembro, Dia da Consciência Negra.

Sobre os organizadores:

Feira Preta

Criada pela empreendedora Adriana Barbosa, a Feira Preta é o maior espelho vivo das tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes da América Latina, além de ser o espaço ideal para valorizar iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos.

Afro Business

Com o objetivo de criar mecanismos que promovam a integração entre empreendedores, intraempreendedores e profissionais liberais, fortalecendo o processo de inclusão social e econômica da população negra, a Afro Business é instituição sem fins econômicos.

Diaspora.Black

Startup de valorização da cultura negra pelo turismo, a Diaspora.Black articula em rede anfitriões e viajantes em mais de 70 cidades e 15 países. A plataforma peer-to-peer oferece serviços, experiências turísticas e hospedagens certificadas para promoção da igualdade.

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Fintech de gestão de boletos bancários é a nova aposta da SuperJobs Ventures

A ReCB, fintech de gestão de gestão de cobrança e pagamentos via boletos bancários, recebeu um investimento da venture builder Superjobs, equivalente a uma participação de 11,11%. “Esse é o nosso número da sorte”, diz o CEO Marcos Botelho. A Superjobs tem investimentos em 23 startups, sendo 17 delas brasileiras e 7 estrangeiras, mas é a primeira vez que uma empresa do Nordeste faz parte do portfólio.

Sediada em Teresina, no Piauí, a fintech ReCB tem apenas 18 meses de vida, e está presente em 10 estados mais Distrito Federal e apresenta um valor transacionado de R$ 41,2 milhões. O valor representa uma parcela ínfima do gigantesco mercado brasileiro de boletos bancários, que movimenta por ano R$ 2,9 trilhões, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desde 2006, o volume de boletos pagos cresce a uma taxa média de 11% ao ano. Em 2017, por exemplo, foram 2,5 bilhões de boletos pagos.

A maior parte dos 20 mil pagamentos processados durante o mês são de clientes com negócios na região Nordeste. Agora, com a injeção de recursos da Superjobs, a fintech vai expandir as atividades para outros estados e ampliar o quadro de funcionários. “Esperamos crescer mais e entrar em outras praças, especialmente São Paulo, onde é importante ter uma presença forte, aumentando a nossa participação de mercado”, afirma Rodrigo Lima, 36 anos, que gerencia o negócio ao lado dos sócios, Lucas Veras e Delphino Luciani, e mais dois funcionários.

“Trazer a ReCB para São Paulo, capital do mercado financeiro no País, é o caminho natural para uma empresa que tem grande potencial de crescimento. Vamos abrir inúmeras portas e oportunidades que permitirão à empresa mudar de tamanho e patamar”, afirma o CEO da Superjobs, Marcos Botelhp. Ele conta ter se surpreendido com a praticidade e simplicidade do sistema online de gestão de cobrança e pagamentos desenvolvido pela ReCB. “Fiquei impressionado com a facilidade com que a fintech resolveu uma lacuna do mercado financeiro, que é gestão de recebimentos via boletos, e a capacidade de execução e desenvolvimento do gestor e do time”, explica Marcos Botelho. De 2016 para até o mês de março, o número de clientes da ReCB cresceu 50%, passando de 245, para 375.

O foco da ReCB são micro, pequenas e médias empresas, empreendedores informais e a área de educação (mensalidades de faculdades e comissões de formatura) que por gerarem um volume pequeno boletos costumam ter um custo bancário mais elevado. Além disso, também oferece ferramentas de gestão de recebimentos de boletos para pessoa física, como vendedores de produtos de beleza, contadores, advogados, profissionais liberais, entre outros.

O cliente da ReCB tem opção de fazer a cobrança por meio de uma plataforma inteligente, com envio de boletos por e-mail, SMS ou carta (boleto impresso) e um módulo de cobrança automatizada. A plataforma permite configurar critérios de cobrança e disparar avisos por e-mail e SMS dias antes ou depois do vencimento, para que o cliente esteja ciente dos boletos a pagar, aumentando assim a adimplência da empresa.

A experiência positiva com a ReCB despertou o interesse da venture capital em conhecer outras empresas digitais de alto impacto sediadas no Nordeste. A Superjobs ajuda startups inovadoras, injetando não apenas recursos financeiros, mas contribuindo também com uma área de pesquisa para os CEOs, networking, estratégia de crescimento, ajudando a liderar as próximas rodadas de investimento das startups do portfólio, de modo a deixar os executivos focados na operação do negócio.

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Startup brasileira aposta em estratégia global e já atende clientes em 150 países

Fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço, a Pipefy, empresa de SaaS, foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado no dia a dia por gestores. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu rapidamente e hoje está presente em 150 países, atendendo a mais de 8 mil empresas: desde pequenos negócios, como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco (EUA), a gigantes como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Com interface intuitiva, ao estilo Kanban, a plataforma permite a execução de novos processos operacionais para departamentos como Serviço ao Consumidor, Recursos Humanos, Financeiro, Marketing e Vendas, possibilitando que sejam postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

Estratégia de expansão para outros países

Para ter abrangência global, o primeiro passo foi ter a plataforma da Pipefy em inglês, desde o produto até o site, além de mídias sociais e campanhas de marketing. Outra decisão foi seguir a estratégia de países como Israel, que trabalham sempre com mercados globais: “É muito difícil ter relevância em targets pequenos”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Quando o Go To Market é global, existem muitos canais de nicho, o que faz com que seja muito mais fácil o trabalho, por exemplo, para a equipe de marketing fazer uma hipersegmentação de cauda longa para mídia paga. Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, diz o empreendedor paranaense.

Oferecer um bom serviço ao consumidor final sem se ter uma base física no país no qual ele é utilizado pode parecer um obstáculo, mas Alessio percebeu um elemento-chave para direcionar essa condição a seu favor. “Nós preparamos a nossa operação para trabalhar com esses países através de cultura – entender como o mercado consumidor de software no local se comporta, sempre respeitando o fuso desses locais. Por exemplo, o brasileiro gosta de marcar reuniões, enquanto o americano gosta de comprar o software de maneira self-service”, conta.

Detalhes que fazem (toda) a diferença

Particularidades de cada país atendido são consideradas na hora de pôr as operações em prática. “Hoje, o fundamental para a Pipefy é ser bem sucedida nos países em que atua. Por isso, preparamos a nossa equipe para trabalhar com diferentes realidades, horários, modos de compra e ciclo de vendas. Temos uma preocupação muito grande com as ferramentas que usamos, desde bons recursos para reunião remota, infraestrutura de voz e dados, DDDs locais para parecer que estamos mais próximos dos clientes e ferramentas de insight sales”, afirma, concluindo em seguida: “A ideia é mostrar que estamos próximos desses clientes e que entendemos as suas necessidades, bem como de que forma preferem se comunicar com a nossa equipe”.

Aproveitando espaços do mercado

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, diz Alessio. “Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças”, pontua. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica.

Experiência customizada de produto

A Pipefy entende que cada negócio é único e é justamente essa singularidade dos processos de cada empresa que pode levá-la à vantagem competitiva sobre os demais concorrentes no mercado.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo”, destaca Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures, que completa: “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy”.

Anúncio de investimentos

Em março deste ano, a Pipefy recebeu o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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Mercado Bitcoin contrata ex-diretor da B3 e anuncia dois novos diretores

Dentro da estratégia de crescimento das operações no Brasil, o Mercado Bitcoin – maior corretora de moedas digitais da América Latina – anuncia a contratação de Reinaldo Rabelo, ex-diretor da B3, para assumir a diretoria Jurídica, de Riscos e Compliance da companhia. Outros dois novos executivos também passam a integrar a equipe: Deborah Gouveia Abi-Saber, ex-Red Bull, assume a diretoria de Recursos Humanos e Fabrício Tota, que vem da corretora de valores SOCOPA, é o novo diretor de OTC (Grandes Contas).

Os novos integrantes reforçam o board anunciado recentemente pelo Mercado Bitcoin, para sustentar uma estratégia de crescimento da empresa, que pretende aumentar em até dez vezes o volume de negociações realizadas na plataforma até o final deste ano, além de alcançar a meta de 2,5 milhões de clientes no período.

O novo diretor Jurídico, que já fazia parte do Conselho Consultivo do Mercado Bitcoin e trabalhou por quase dez anos como diretor executivo Jurídico, de Riscos e Compliance da Cetip e B3, passa a responder pelas mesmas áreas da corretora de moedas digitais. “Na Cetip, tive muito contato com questões de regulamentação do Banco Central e CVM e, como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, acredito que essa minha experiência será muito importante. Teremos que trabalhar em parceria com as autoridades em busca de uma regulação que não seja restritiva à inovação e permita que a tecnologia seja explorada em seu máximo potencial e de forma segura”.

Já Deborah Gouveia Abi-Saber, que anteriormente era diretora de RH da Red Bull no Brasil e teve passagens relevantes por grandes empresas, como BTG Pactual, assume a área de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin com a missão principal de estruturar a área na companhia. “O que mais me atraiu para essa vaga foi a possibilidade de contribuir para o crescimento do Mercado Bitcoin e criar, em conjunto com a empresa e os profissionais, a história do setor de criptomoedas no país. O fato de atuar em um mercado relativamente novo representa um desafio interessante para mim e a oportunidade de construir um legado relevante em uma empresa que une o melhor das minhas experiências anteriores”, afirma Deborah.

Outra novidade do Mercado Bitcoin é a chegada de Fabrício Tota, diretor de OTC, para atender clientes e instituições que investem grandes volumes. “O meu papel no Mercado Bitcoin é atender as grandes contas. A empresa sentiu a necessidade de ter um atendimento mais próximo justamente por conta da alta demanda desse perfil de clientes, além disso, muitos deles estão fazendo o primeiro investimento em criptomoedas, o que requer um contato mais próximo”, comenta Tota. “O desafio é estender as nossas principais características, como excelência em atendimento, confiabilidade e segurança pelas quais já somos reconhecidos, para esses clientes”.

Além dessas contratações, a empresa conta também com a chegada de Ricardo Dantas, que assume a área de Marketing intelligence da companhia. Antes do Mercado Bitcoin, Dantas atuava na mesma posição na Multiplus e teve passagens pela B2W e Accenture.

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Diego Garcia assume liderança de Parcerias e Alianças da CA Technologies para o Brasil

Responsável pelo departamento de vendas para a segmento Commercial da CA Technologies no Brasil, Diego Garcia assume também a liderança de parcerias e alianças no país. A movimentação visa maior colaboração e alinhamento entre a companhia e seus parceiros de negócios, que visualizam maior potencial no mercado.

“Hoje o segmento commercial tem uma base sólida e uma estratégia clara, baseada em trabalho colaborativo com parceiros e apoiada na conquista de novos logos. No último ano fiscal, conquistamos mais de 20 novos clientes para a CA”, comenta Sandro de Camargo, VP LATAM de Canais e Alianças.

Com a nova posição, Diego tem como principal objetivo desenvolver a estratégia de canais, mantendo os parceiros como foco central e aumentando o engajamento e oportunidades de negócio.

Com mais de 15 anos de experiência em tecnologia, negócios e vendas, Diego está na CA Technologies há 8 anos, tem formação em Sistemas de Informação, pela Universidade Paulista, e ampla vivência no segmento de vendas indiretas.

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Linx: varejo registra queda de 38% nas vendas em fim de semana marcado por greve nacional

A Linx, especialista e líder em software de gestão, identificou queda de 38% das vendas do varejo no final de semana marcado pela paralisação dos caminhoneiros por todo o País. A análise foi baseada na emissão de nota fiscal eletrônica (NFC-e) de quatro dos principais segmentos em que a empresa atua.

O indicador de 38%, que abrange todo o Brasil, considera o desempenho do último final de semana (26 e 27 de maio) em comparação com os dias 19 e 20 deste mês nos segmentos de postos de combustíveis, automotivo, food service e shopping centers.

Como esperado, a falta de combustíveis fez com que os postos mantivessem o índice negativo de 49%, enquanto o segmento automotivo vendeu 30% menos no período. O setor alimentício apresentou baixa de 27% e os shopping centers perderam 25% das vendas.

Situação em cada estado

Em São Paulo, as vendas diminuíram 42%, índice maior do que a média nacional. Já no Rio de Janeiro, a queda foi de 26%. Confira abaixo o desempenho dos demais estados.

19/20 x 26/27 de maio
Acre: -12%
Alagoas: -22%
Amapá: -11%
Amazonas: -9%
Bahia: -50%
Ceará: -15%
Distrito Federal: -24%
Espírito Santo: -49%
Goiás: -26%
Maranhão: -28%
Mato Grosso: -45%
Mato Grosso do Sul: -24%
Pará: -26%
Paraíba: -38%
Paraná: -47%
Pernambuco: -45%
Piauí: -24%
Rio de Janeiro: -26%
Rio Grande do Norte: -19%
Rio Grande do Sul: -51%
Rondônia: -27%
Roraima: -21%
São Paulo: -42%
Sergipe: -31%
Tocantins: -39%

Ticket Log faz levantamento em tempo real de postos de combustíveis ativos em todo o Brasil

A Ticket Log, marca de gestão de frota e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, abriu uma nova funcionalidade para as empresas-clientes de suas soluções de abastecimento e de gestão de frotas e todos os motoristas do Brasil. Desde a última sexta-feira (25/5), a marca começou a disponibilizar em tempo real, por meio do portal e suporte telefônico, as informações de postos ativos e que realizam transações de venda de combustíveis nos últimos 60 minutos. Foram mais de 1.500 ligações dentre os 27,5 mil clientes da marca no Brasil. Diante disto, agora liberou o acesso à consulta para o público em geral. Pelo site www.ticketlog.com.br/postos-ativos já é possível verificar os estabelecimentos utilizando ferramenta de geolocalização onde motoristas encontram a gasolina, o etanol, o diesel ou o gás natural veicular.

“Estamos utilizando nossa base de dados de transações para criar uma lista de postos em tempo real que ajuda nossos clientes a identificar, entre os nossos 18 mil postos credenciados do Brasil, aqueles que ainda estão em operação. Nossa paixão pelo cliente e a busca por soluções de mobilidade no mercado urbano nos impulsiona a criar alternativas inovadoras e tecnológicas para dar suporte à operação das empresas e de seus condutores. E, por ser uma informação de utilidade pública, optamos também por abrir a informação ao público em geral”, explica Jean-Urbain Hubau (Jurb), Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, que integra a marca Ticket Log para o mercado urbano.

Desde que a consulta foi liberada, mais de 1.500 clientes entraram em contato com a central de atendimento dedicada. “Nossa equipe está operando 24 por 7 para dar todo o suporte necessário aos usuários de nossas soluções. Estamos focados nas necessidades do mercado e a simplicidade de nossos processos nos garante a agilidade necessária para colocar em prática uma iniciativa como essa”, complementa Jurb.

Situação dos postos pelo Brasil

Desde o início das manifestações que afetam o abastecimento do País, é possível notar uma variação no número de postos em atividade. Comparado o mesmo período de abril, quando a situação estava normal, houve uma queda acentuada nos últimos dias na disponibilidade de postos operando com a comercialização de combustíveis.

Durante o final de semana, o número de postos ativos chegou a ser de apenas 19,9%. Já durante a segunda-feira, a marca registrou 39,9% dos postos credenciados em operação no Brasil. “O movimento indica uma possível retomada do abastecimento dos estabelecimentos, mas ainda de forma lenta”, explica Jurb.

No Paraná, cerca de 15% dos postos realizaram transações ontem, volume 67% menor que o registrado no início da crise (21 de maio), mas melhor que o registrado no domingo, quando o número chegou a 5,8%.

Além da nova funcionalidade disponibilizada durante a crise dos combustíveis, a marca divulga mensalmente para o mercado o Índice de Preços Ticket Log, um indicador de preços de combustíveis que utiliza como base os abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da marca. Até o dia 20 de maio, antes do início da crise dos combustíveis, a média dos valores encontrado era R$ 3,65 no Brasil. Veja a variação no quadro abaixo.

A informação do preço pago pelo litro do combustível pelos usuários das soluções transacionais de pagamento da marca é atualizada em tempo real e fica disponível aos clientes pelo aplicativo e soluções de gestão de frota, garantindo a consulta de opções mais rentáveis de abastecimento.

Por que o futuro da Indústria 4.0 está ligado à mudança na cultura educacional do Brasil?

Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

Eu poderia, facilmente, criar um paralelo entre a Indústria 4.0 e a terceira Revolução Industrial. Essa quarta revolução industrial vem reforçar o conceito de que a cadeia de produção também é passível de automação e digitalização, ou seja, da mesma forma que lá atrás a primeira revolução industrial trouxe uma perspectiva de transformação no modelo de produção, hoje, a Indústria 4.0 também faz isso, mas em diferentes perspectivas.

Isso porque a Indústria 4.0 é um ciclo que teve início da sociedade para o mercado, no qual a transformação digital começou primeiro baseada nos consumidores e hoje impacta as indústrias. A sociedade demanda que as empresas atuem de forma mais simples e alguns setores já estão conseguindo caminhar nessa direção. O varejo, por exemplo, tem um relacionamento direto com os consumidores e conseguiu incluir o mundo digital na relação que possui com eles.

Mas e os demais setores: as indústrias? Como elas estão sentindo esse impacto? Um dos maiores choques que eu prevejo está diretamente relacionado ao mercado de trabalho e à oferta de mão de obra. Se por um lado as indústrias precisam aumentar a sua eficiência para competir com as empresas globais, por outro, podemos nos deparar com o risco do desemprego já que temos a automação industrial, robôs e inteligência artificial substituindo a mão de obra. E como preservar o capital intelectual das empresas?

A resposta é simples, mas desafiadora para ser implementada na prática: investimento na educação. O grande risco quando há um atraso na educação, como é o caso do Brasil, é que não é possível preparar a sociedade para atuar trabalhando diretamente com a tecnologia digital. Hoje, muitos dos nossos cursos, como os de formação superior e, principalmente, os técnicos ainda não preparam os profissionais para a transformação digital da Indústria 4.0. Eles precisam estar prontos para atuar lado a lado com automação e Inteligência Artificial e não mais para os modelos das máquinas da terceira revolução industrial.

Se não prepararmos a nova geração para esse modelo teremos um gap enorme na formação de mão de obra em um futuro próximo de, no máximo, 5 a 10 anos. Essa geração precisa estar atualizada com a tecnologia e criar um mix de experiência com máquinas e conhecimentos.

Quando você não prepara a nova geração para esse modelo, os recursos humanos acabam sendo inegavelmente substituídos por robôs. É urgente a necessidade de mudança na formação técnica e profissional para que seja possível equilibrar, no primeiro momento, as tarefas repetitivas em que a automação deve substituir a mão de obra para então direcionar esse colaborador para atividades que vão requerer o capital intelectual e a intervenção humana. E isso só vai acontecer com a mudança na formação tecnológica desses futuros profissionais.

Para que o Brasil possa competir globalmente com países como Alemanha e Estados Unidos, que estão muito em nossa frente, a indústria nacional precisa fazer urgentemente essa transformação digital e ter uma integração completa de todos os processos nas empresas. O Brasil precisa parar de engatinhar e dar passos ousados no desenvolvimento para que realmente possa entrar na era da Indústria 4.0 não só com a tecnologia em si, mas com pessoas capazes de lidar com ela.

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O fim do comércio eletrônico

Por Gastão Mattos

O comércio eletrônico surgiu há 40 anos. No final dos anos 1970, ocorreram as primeiras transações eletrônicas entre empresas. Considero o período uma fase de desenvolvimento e experimentação tecnológica, pois a maioria consistia em modelos fechados e não como o comércio virtual de fato.

Do ponto de vista histórico, o marco mundial para a evolução do Comércio Eletrônico como negócio foi a criação da Amazon em 1994. No início, havia desconfiança sobre o tamanho que o e-commerce poderia alcançar mediante a restrição do acesso à internet e às ainda questionáveis formas de pagamento online. Questões culturais, falta de costume de se comprar via computador e dificuldades logísticas eram entraves consideráveis.

No Brasil, a barreira cultural era mais significativa, pois diferentemente dos EUA, por aqui a compra por catálogo ou telefone nunca foi relevante. Quanto à logística, além da infraestrutura deficiente, que perdura até hoje, não havia qualquer especialização para a entrega massiva de encomendas ou centros de distribuição para individualizar pedidos.

À medida que as barreiras eram superadas, os negócios online ganharam tração, revolucionando a forma de vender e comprar. Esta transformação, na dimensão de uma “supernova”, está em vias de explodir, ou seja, o Comércio Eletrônico tal qual conhecemos está próximo do fim.

Nos quase 25 anos da história moderna do e-commerce, esta modalidade começou de forma segmentada. Tínhamos as chamadas operações “pure player” como a própria Amazon nos EUA, ou o Submarino no Brasil, nos quais todo o foco era voltado ao online. Outros competidores, ligados a varejos tradicionais do mercado, optaram por segmentar o negócio online atuando quase como outra empresa, ou um competidor interno do varejo tradicional. Foi assim na pioneira Americanas.com, apartada da LASA, e mesmo outros como Walmart no Brasil e EUA.

Este modelo segmentado perdurou por mais de uma década devido ao consenso de que o comércio eletrônico era tão específico que necessitava separar estoques, logística, marketing, relação com fornecedores e parceiros de negócio. Na essência, este entendimento se iniciava pela interpretação de que o consumidor online tinha outro perfil, justificando, por exemplo, que há dez anos o ticket médio nas Lojas Americanas era de R$ 20, enquanto uma compra online média na Americanas.com, R$ 300. Este paradigma da “redoma” do e-commerce justifica a evolução paralela e quase independente entre operações online e offline no varejo.

No início desta década, este modelo passou a ser questionado, pois economicamente percebiam-se ineficiências. Além disso, não se podia mais julgar o consumidor online como diferenciado. O acesso à internet se democratizou, formas de pagamento no online tornaram-se mais acessíveis e o público em geral gostou da praticidade de comprar pelo e-commerce.

O comércio eletrônico representa hoje 10% do volume de vendas do varejo norte-americano. No Brasil, quase 4%. Embora em proporção ainda pequena, há o domínio de tecnologias que se mostraram relevantes para o varejo como um todo.

De forma muito rápida, percebemos a fusão do on e off. Um exemplo é o Walmart ou a B2W, com a LASA. Por outro lado, lojas puras online parecem precisar ter presença física: vide o case da Amazon, agora controlando o WholeFoods e múltiplos pontos da Amazon Books nos Estados Unidos. O mesmo acontece no Brasil, com iniciativas da Netshoes, Wine, Dafiti apontando para a criação de pontos físicos de venda.

A gestão desta nova operação de vendas tende a ser única e as competências dos profissionais envolvidos são aquelas advindas do e-commerce, aplicadas ao varejo físico. Marketing aplicado às ferramentas de mídias sociais ou buscadores devem ser consideradas na atratividade de lojas físicas. Controle e análise de visitação, definição de perfis e dinamismo dos arranjos físicos das prateleiras e vitrines, tal qual nas lojas online, são premissas para o gerenciamento de lojas reais. O desafio do físico é a “rastreabilidade” do visitante, sem intrusões ou quebra de privacidade. O reconhecimento facial parece ser um caminho, exemplificando tecnologias emergentes, que serão muitas neste novo varejo.

O fim do Comércio Eletrônico é um início virtuoso de um novo comércio, evoluído, relacional e altamente tecnológico, no qual o consumidor tem mais poder e flexibilidade. Lojistas e empresas do varejo precisam interpretar este momento para se adequar a esta nova conformação do mercado.

Gastão Mattos é sócio fundador da Gmattos, empresa especializada no mundo online, com foco em Pagamentos. Uma de suas competências é interpretar tecnologias emergentes e indicar o caminho viável para sua proliferação no mercado digital.

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Nutanix publica relatório de tendências e adoção de nuvem pública

A Nutanix acaba de divulgar o Nutanix Public Cloud Usage Report, estudo sobre tendências de uso e adoção de nuvem pública. As organizações estão adotando rapidamente estratégias com várias nuvens (multicloud), avaliando formas de promover maior agilidade e possibilitar inovações mais rápidas e este relatório nos dá mais detalhes sobre isso.

Alguns números reveladores do estudo:

Empresas participantes foram classificadas por nível, para entender quanto gastavam em cloud:

– Iniciantes usavam serviços básicos e gastavam menos de 250 mil dólares por mês;
– Competentes entre 250 mil e 500 mil dólares;
– Proficientes entre 500 mil e um milhão de dólares
– Experts que tinham gasto estimado em mais de um milhão de dólares.

O estudo também mostra que empresas levam até 15 meses em avaliações de implementação de cloud, sendo que empresas de porte menor demoram, em média, apenas cinco meses.

Nas questões em relação a maturidade da utilização de devOps, a maioria das empresas faz uso das práticas, com 80% do total ativo. Outros 15% exploram a possibilidade da utilização das práticas e apenas 5% ainda não veem a ferramenta como uma necessidade em sua respectiva empresa.

Dessa forma, os números com gastos em cloud empresarial praticamente dobraram de 2016 para 2017, sendo que o gasto médio das empresas está acima de US$ 2 milhões. Porém, vale ressaltar que os SMB são os que utilizam maior parte de sua receita para gastos com cloud, em média US$ 620 mil.

As principais áreas que recebem esses investimentos são: computação empresarial, banco de dados, armazenamento e network. O investimento em computação empresarial é superior nas três esferas avaliadas, tendo seu maior gasto de 41% em empresas de médio porte, que também lideram a estatística de armazenamento (9%), enquanto startups e empresas corporativas já estão mais preocupadas em trabalhar com banco de dados (32%).

Em relação as formas de utilização da cloud, o investimento em segurança é a parte majoritária para empresas grandes e de médio porte. Empresas menores também se preocupam com esta questão, porém dão mais atenção ao custo do gerenciamento do que está produzido.

Informações sobre serviços especializados também foram disponibilizadas e mostram ainda uma certa timidez nos números, mas com crescimento. Apenas 6% das empresas estão realizando algum trabalho relacionado a Internet das Coisas. Inteligência Artificial ainda não é pauta principal, mas já tem certa importância para pequenas e médias empresas. Estas mesmas empresas também estão de olho na utilização de Analytics para análise de Business Intelligence.

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Capgemini e Efma lançam portal inovador dedicado às FinTechs

A Capgemini e a Efma anunciam o lançamento do FinTechVisor, uma plataforma inovadora projetada para reunir FinTechs e instituições financeiras, estimulando o trabalho colaborativo entre elas. O portal FinTechVisor pretende fomentar uma comunidade colaborativa e -mundial, para que as FinTechs e instituições financeiras se tornem agentes de mudanças revolucionárias, cocriando o futuro da indústria de serviços financeiros.

As FinTechs estão construindo as bases deste mercado virtual, compartilhando diariamente as suas soluções. Lançado recentemente no CCX Forum, em Londres, o portal, que conecta instituições financeiras e FinTechs, conta com um recurso que permite que bancos e seguradoras avaliem FinTechs e comentem suas soluções. Além disso, oferece uma função “casamenteira” personalizada, que permite que instituições financeiras encontrem os parceiros FinTech que melhor complementem suas necessidades e interesses.

“À medida que o setor financeiro passa por uma transformação significativa, a visão do portal FinTechVisor é formar um único ponto de contato, onde todos os agentes possam encontrar seu lugar e ser parte do futuro”, explicou William Sullivan, head de Inteligência de Mercado da Capgemini. “Com tantos novos operadores de mercado oferecendo inovação, as instituições tradicionais de serviços financeiros precisam de um método capaz de organizar as coisas e localizarem o parceiro inovador entre as FinTechs, com a melhor combinação para transformar seus negócios”.

O portal FinTechVisor também apresentará, em breve, a função ScaleUp Qualification Program, da Capgemini. Por meio deste programa, os ScaleUps[1] são avaliados pela companhia para obter sua qualificação como FinTech, desde que atendam às características necessárias para o sucesso sustentado de seus negócios em colaboração com uma grande empresa. O Programa de Qualificação ScaleUp, da Capgemini, avaliará Fintechs com potencial para se posicionarem como ScaleUps, sob quatro critérios: pessoas, finanças, negócios e tecnologia – com um olhar para o potencial de uma efetiva colaboração com uma grandes corporações. Assim, nem todas as FinTechs presentes no FinTechVisor serão elegíveis à Qualificação Capgemini ScaleUp, mas todos os participantes da comunidade terão a oportunidade de mostrar seus conhecimentos e soluções para uma audiência de contatos qualificados.

“O futuro é agora e com o portal FinTechVisor as instituições financeiras terão fácil acesso a uma ampla gama de recursos, trazendo mais flexibilidade e inovação aos bancos”, afirmou Vincent Bastid, CEO da Efma. “O ScaleUp Qualification Program, da Capgemini, levará o valor do portal um passo adiante, uma vez que a companhia tem se mantido na vanguarda da revolução colaborativa com as FinTech e, assim, reúne habilidades necessárias para avaliar o que é viável”.

O novo portal contará, ainda, com um recurso de mensagens integrado ao site, que permitirá que as instituições financeiras entrem diretamente em contato com a FinTechs por meio da plataforma. Ele também oferecerá uma biblioteca FinTech e abrigará, em breve, um hub de conteúdo, que exibirá as notícias e tendências atuais do segmento, em conjunto com histórias de colaborações bem-sucedidas.

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