Metodologia brasileira é implementada em empresa suíça

A plataforma online de gestão estratégica para empresas, Honeycomb, tem como principal pilar criar uma gestão ágil e totalmente transparente. O seu objetivo é oferecer um contexto de tudo o que está sendo feito dentro da empresa e por quais caminhos ela seguirá, desta forma gerando um ambiente de trabalho autônomo. O resultado da implementação da Honeycomb é a formação de uma equipe mais engajada, alinhada e preparada para tomar melhores decisões.

Sua metodologia se divide em duas partes fundamentais e interligadas: Estratégia, Papéis e Responsabilidades. O primeiro passo é um momento mais estrutural, em que o time avalia e determina quais são os pilares e objetivos de cada área da empresa durante o trimestre e então, o que será feito para alcançá-los. As pessoas, então, candidatam-se para os objetivos que querem ser responsáveis. No momento de Papéis e Responsabilidades, os colaboradores definem as funções diárias devem ser feitas e também têm voz e autonomia para se candidatarem, declarando seu nível de motivação e de habilidade para cada papel.

Originalmente, a plataforma surgiu como uma ideia embrionária dentro da abeLLha, incubadora de negócios de impacto social e, após seu êxito, foi aberta ao público – maio de 2017. Hoje a Honeycomb já conta com 1.400 usuários cadastrados, de mais de 100 empresas.

Recentemente a Honeycomb foi contratada pela Swissnex San Francisco, uma empresa relacionada ao governo suíço que faz a conexão entre startups, artes e academia entre os dois países. Diante do mais novo desafio, Ana Julia Ghirello, fundadora e CEO da plataforma, detalha a experiência “O trabalho foi intenso e incrível. Toda a equipe já estava acostumada a entregar muito e já trabalhavam com muita autonomia. Os departamentos colaboram muito entre si e daí nosso desafio de criar mais transparência de tudo o que está acontecendo dentro da empresa.”

O trabalho feito em San Francisco faz parte dos planos de expansão do Honeycomb para América do Norte e Europa. “Até o final do ano, pretendemos ter mais implementações no exterior. O sucesso desta entrada inicial validou o valor que geramos: de ajudar organizações a terem uma gestão muito ágil, focada em resultados e com muita autonomia e transparência. Não são só as empresas brasileiras que encontram estes desafios”, comentou Ana Julia.

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