Fintech brasileira de câmbio entra no mercado de criptomoedas com comparativo de preços

Fintech brasileira de câmbio entra no mercado de criptomoedas com comparativo de preços

Um marketplace multimoedas, que permite comparar preços e comprar de dólares a coroas dinamarquesas e até bitcoins. Essa é a nova plataforma da Câmbio Store, fintech de câmbio on-line criada em 2015, que também tornou possível fazer troca direta entre moedas estrangeiras. As novidades têm por objetivo facilitar a experiência dos usuários e devem resultar em uma movimentação de R$ 1,2 bilhão em 2018.

Para implementar as mudanças, a Câmbio Store desenvolveu uma nova tecnologia de integração com as corretoras parceiras de câmbio e criptomoedas. Essa teia permite fazer qualquer comparação de moedas físicas ou virtuais. No caso de movimentações que não envolvem o real, o cliente tem a opção de levar o valor até um parceiro da fintech.

O plano é tornar factível a troca de criptomoeda por moeda em espécie e vice-versa. Caso deseje adquirir bitcoins com euros, por exemplo, a Câmbio Store se encarregará da tarefa. Quando registrar o depósito, a empresa repassará, por meio de outra corretora, o valor equivalente para a carteira virtual dele. “Assim, nos tornarmos a primeira plataforma de câmbio on-line a oferecer tanto moedas físicas quanto virtuais com o mínimo de fricção possível para nossos clientes e com uma usabilidade mais acessível”, explica José Marques da Costa, COO da Câmbio Store.

Além disso, a partir de agora as corretoras responsáveis por cada transação de câmbio serão identificadas para o cliente final, que poderá avaliá-las. “Dessa forma, além do preço em si da moeda, fazemos com que as corretoras também comecem a investir em atendimento, de maneira a se destacar”, afirma José Marques. Não que a comparação entre preços tenha saído de foco: no caso do bitcoin, por exemplo, a fintech estima que seja possível encontrar variações de até 10% no valor de compra.

Por enquanto, a Câmbio Store suporta apenas o bitcoin, além de 22 moedas utilizadas ao redor do mundo. Aos poucos, a plataforma deve integrar Ethereum, Litecoin e outras criptomoedas. Com isso, a expectativa da empresa é atingir 500 mil clientes até meados de 2018 e chagar a um faturamento de R$ 15 milhões no próximo ano.

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