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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

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O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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