Archive dezembro 2017

UOLDIVEO apresenta nova área de Inovação, focada em Big Data, IOT, AI e Digital Transformation

O UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL que oferece serviços de tecnologia para apoiar as companhias em sua jornada para o digital, anuncia a criação da área de Inovação, que será comandada por Alexis Rockenbach. O novo setor começa as atividades no final de 2017, com trabalhos em projetos-piloto a partir de necessidades apresentadas por clientes.

“A nossa atuação está focada em quatro pilares principais: Big Data & Analytics, Internet of Things, Machine Learning/Artificial Intelligence e Jornada de Nuvem/transformação Digital. A célula de Inovação tem por missão colaborar com todas as áreas do UOLDIVEO, disseminando a cultura “ágil” e facilitando a adoção de ferramentas e processos estado-da-arte. Dessa forma, queremos liderar a modernização da forma que trabalhamos, simplificando entregas e focando na transformação de nossos clientes”, explica Alexis Rockenbach, Head de Inovação do UOLDIVEO e também co-fundador e CEO da Compasso, companhia especializada em tecnologias Oracle

Ao todo, 40 profissionais já estão engajados na área, oriundos de diversos setores do UOLDIVEO. “Essa equipe está trabalhando em nosso núcleo, mas todos os membros seguirão integrados e atuando também em suas funções de origem. O conceito é que a inovação não é uma ação apenas de um grupo específico, e sim uma responsabilidade de todos na organização”, destaca o executivo.

A expectativa é que a empresa, após a criação da nova área, consiga ampliar em 5 vezes o número de profissionais altamente especializados nas plataformas estado-da-arte selecionadas. Investindo em novos talentos, automatização e inteligência, o UOLDIVEO tem o objetivo de acelerar a criação de um novo portfólio de serviços especializados, ampliando o leque de soluções de transformações dos negócios de todos os clientes.

“Inovação é a nossa grande prioridade em 2018. A evolução constante sempre marcou o portfólio do UOLDIVEO e estou certo de que esse processo será ainda mais rápido a partir de agora, com a criação de uma área específica para Inovação, conduzida por profissionais comprometidos e amplamente capacitados”, finaliza Rockenbach.

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Festival internacional de jantares compartilhados em São Paulo gera negócios através de bitcoin

Se o avanço da tecnologia foi o responsável pelo nascimento de ferramentas de economia compartilhada que movimentam bilhões em todo o mundo, a penetração delas nos mais cotidianos dos atos tornaram possível a contratação de serviços de hospedagem, transporte e refeições compartilhadas em apenas alguns cliques.

Como se já não fosse disruptivo o bastante, a empresa brasileira Dinneer realizadora do festival internacional de jantares compartilhados, edição São Paulo www.globalfoodweek.com passou a aceitar dos apaixonados por experiências gastronómicas, a moeda virtual Bitcoin, fechando um ciclo digno de distopia futurista que está revolucionando os meios de pagamentos e recebimentos em todo o mundo.

“A implementação do meio de pagamento foi um pedido dos próprios participantes, afirma, Flavio Estevam, responsável pela empresa Dinneer que realiza o Global Food Week em 46 países.”

Eram pelo menos dez e-mails por semana, contabiliza. “No último festival realizado em Toronto, tivemos dezenas de pedidos de participantes mas na época não aceitávamos a moeda. Em São Paulo não estão sendo diferente, já temos alguns jantares confirmados e pagos com Bitcoin. Além de nãopagarmos nada de tarifa, a transação é muito eficiente.”, conta Estevam. Tiro certo. Até 22/12, onze jantares tinham sido pagos com bitcoins.

Entre as experiências que você encontra no Global Food Week, chefs profissionais e cozinheiros amadores de outras nacionalidades servem em suas próprias casas, pratos típicos de seus países como Portugal, Argentina, Itália, Haiti, China, Peru e México.

O Global Food Week que vai de 19 a 29 de janeiro, já está aceitando inscrições de Anfitriões que desejam cozinhar em suas próprias casas e também daqueles que desejam reservar uma experiência diferente – Inscreva-se e saiba mais: www.globalfoodweek.com

Muito além da comida, a proposta é uma verdadeira imersão cultural possibilitando experimentar pratos típicos preparados por expatriados de todos os cantos do mundo sem sair de São Paulo.

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Algar Telecom lança serviço unificado de voz, dados e vídeo baseado em nuvem para empresas

Incrementando seu portfólio de soluções em nuvem para pequenas, médias e grandes empresas, a Algar Telecom lança o produto Cloud Phone, solução de Unified Communications as a Service (UCaaS) que unifica serviços de áudio, videoconferência, mensagens de texto, compartilhamento de dados e telefonia fixa e móvel.

O Cloud Phone funciona por meio de um aplicativo instalado em desktops e smartphones que permitem que a rotina da empresa seja levada para qualquer lugar, facilidade cada vez mais necessária em ambientes corporativos. Com essa convergência da telefonia fixa para móvel, os usuários otimizam tempo e ainda ganham agilidade para realizar reuniões e atender seus próprios clientes, o que ajuda a melhorar os resultados.

Por ser operado em ambiente cloud digital, seus clientes ainda possuem a vantagem de sempre manter a solução atualizada sem ter que investir nada a mais por isso. A segurança também é um aspecto importante dentro do Cloud Phone, uma vez que os dados dos usuários são criptografados.

Ainda no ponto de vista financeiro, o produto cloud da Algar gera também economia para as empresas, já que a sua manutenção e estrutura são bem menos onerosas que as formas convencionais de comunicação das empresas, como PABX físico. O Cloud Phone ainda possui flexibilidade e permite customização conforme a demanda do usuário. Assim fica fácil aumentar ou diminuir a quantidade de ramais sem a necessidade de um novo investimento, por exemplo.

Para o desenvolvimento do produto, a Algar contou com a parceria das empresas Olitel e BroadSoft. A Olitel é uma integradora de soluções em TI e Telecom que atua no mercado brasileiro há 34 anos. A BroadSoft, líder global em soluções de Comunicações Unificadas na nuvem, também é pioneira no que se refere à tecnologia de integração nativa entre as telefonias fixa e móvel, o que garante ao usuário uma experiência de uso descomplicada e integrada, permitindo maior produtividade.

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Finep prorroga até 26 de janeiro inscrições para programa de apoio a startups

Investimento de até R$ 1 milhão da financiadora vai ajudar empresas nascentes a inserir novas tecnologias no mercado ou ganhar escala de produção

A Finep prorrogou até 26 de janeiro o prazo de inscrições para a segunda rodada do Finep Startup, programa que pretende aportar recursos e conhecimento em empresas nascentes de base tecnológica. As startups interessadas em concorrer ao edital poderão enviar suas propostas pelo site da financiadora. No processo, serão selecionadas mais 25 empresas a serem investidas pela Finep, em operação que pode chegar a R$ 25 milhões (até R$ 1 milhão por startup).

Após a alta demanda na primeira rodada (mais de 500 inscrições), a Finep ampliou os temas do programa, com a inclusão de Healthtech, além da categoria Tecnologias Habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista. O principal objetivo da mudança é atender a empresas nascentes intensivas em conhecimento que não se enquadraram nos pré-requisitos da primeira rodada.

Sobre o Finep Startup

Lançado em junho de 2017, o programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento de produto, processo ou serviço, para colocar no mercado, ou que precisam ganhar escala de produção (não são apoiáveis tecnologias em fase de ideia ou pesquisa). Para isso, a financiadora vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital das startups selecionadas. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios.

O foco da Finep é cobrir o gap de apoio existente entre o investimento feito por programas de aceleração, investidores-anjo e ferramentas de financiamento coletivo (crowdfunding) e o aporte feito por Fundos de Seed Money e Venture Capital. Assim, a agência espera ajudar startups brasileiras a superar o chamado “vale da morte”, fase em que empresas promissoras se desmantelam por dificuldades de ganhar tração e cobrir fluxo de caixa negativo.

Outro ponto positivo do programa é que a Finep não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Para estimular o empreendedor a buscar capital privado, a financiadora vai dar até 5 pontos a empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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CGI.br divulga diretrizes para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil

Levando em consideração as contribuições recebidas no processo de consulta pública, por meio da plataforma on-line e da audiência pública, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) enviou na última sexta-feira (15) ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) as suas recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. O processo de obtenção de consenso multissetorial está consubstanciado nos documentos aprovados pelos setores empresarial, terceiro setor e comunidade científica e tecnológica, disponíveis para consulta no sítio (consulta.cgi.br), bem como o relatório do processo de consulta pública conduzido no âmbito do CGI.br.

Entre os consensos identificados estão a permanência do multissetorialismo, a ampliação dos espaços de participação nos processos de governança da Internet, o compromisso e fortalecimento dos processos de transparência e responsabilização, a construção de consenso como regra de operação em todas as instâncias decisórias, o total respeito aos mandatos atuais vigentes no CGI.br, assim como as competências do CGI.br e do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Os setores também recomendam que a estrutura do CGI.br seja modificada para um modelo hierárquico em três camadas, em torno dos quatro setores (setor público, setor empresarial, terceiro setor, comunidade científica e tecnológica), que se organizarão ao redor de suas próprias comunidades de base, responsáveis por identificar assuntos de interesse setorial e pautar a atuação das respectivas instâncias superiores; e também em Conselhos Setoriais, responsáveis por coordenar o trabalho das respectivas comunidades constituintes. O pleno do CGI.br, deste modo, interagiria diretamente com suas comunidades constituintes e suas instâncias setoriais, possibilitando o debate e propostas de políticas que também poderão ser encaminhadas individual, setorial e/ou coletivamente.

“Com a participação expressiva da sociedade por meio da consulta pública, temos hoje um consenso amplo e significativo para aprimorar a estrutura da governança da Internet no Brasil, incluindo mais atores ao processo. Esse é um marco muito importante e é com satisfação que buscamos aprimorar o modelo vigente e contribuir para o futuro da Internet no País”, considera Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br.

Ainda de acordo com a recomendação dos representantes da sociedade civil, o próprio CGI.br deverá ser encarregado de desenvolver, ao longo de doze meses, um processo amplo, multissetorial e participativo, por meio do qual será elaborada uma proposta de transição, com o detalhamento do funcionamento de cada setor, da organização e da composição das comunidades constituintes, bem como das regras de representação e elegibilidade para os diferentes componentes da nova estrutura.

Consulta pública

Realizada de 11 de setembro a 19 de novembro, a consulta pública do CGI.br recebeu mais de 790 contribuições, entre aquelas submetidas por meio de plataforma on-line e as apresentadas durante a audiência pública no VII Fórum da Internet no Brasil, que aconteceu no Rio de Janeiro no dia 17 de novembro. Os relatórios que sistematizam as contribuições recebidas estão disponíveis na íntegra, assim como os documentos de consenso dos setores da sociedade civil do CGI.br: consulta.cgi.br/docs/reports.

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Investida do Criatec é adquirida pela Koppert do Brasil

A INSEED Investimentos, co-gestora do Criatec, anuncia o fechamento do processo de aceleração da BUG Agentes Biológicos. A empresa que produz e comercializa agentes de controle biológico para pragas agrícolas, em sua maioria vespas que parasitam ovos das principais pragas das grandes culturas, foi comprada pela holandesa Koppert Biological Systems, presente em mais de 90 países. O setor cresce em média 20% ao ano no Brasil, sendo que a taxa individual de crescimento da Koppert e da BUG atingiu 30% a.a. nos últimos cinco anos.

Em 2009, a companhia foi investida pelo Fundo Criatec, criado pelo BNDES e co-gerido pela INSEED Investimentos, e, além do aporte de R$1,5 milhões, recebeu suporte em gestão e governança. Segundo Jairo Margatho, diretor de operações da INSEED, as principais ações do fundo na BUG foram “a formatação de uma estrutura de governança corporativa; a implementação da cultura de orçamento; a indicação de um executivo financeiro para auxiliar os empreendedores na gestão da companhia e, sobretudo, o auxílio na estratégia de crescimento aliado à participação ativa nas tomadas de decisão. Multiplicamos valor e por isso comemoramos o desinvestimento da BUG”. O Criatec foi responsável por trazer outros dois investidores para o desenvolvimento da empresa: Trigger e Rosag.

Gestor regional do Criatec, Eduardo Sperling, reforça que no momento que a Inseed decidiu investir na BUG foi identificado que a empresa tinha produtos e tecnologia de grande potencial. “Sua solução de controle macrobiológico é inédita no mundo em escala de aplicação, e tem o potencial para reduzir o uso de pesticidas químicos nas plantações a custos competitivos aos produtores rurais. Entre erros e acertos, o Criatec (e os sócios investidores que trouxemos para a empresa) contribuiu decisivamente para lapidar esse diamante bruto. A Bug absorveu as práticas de governança e gestão necessárias para seu desenvolvimento, sem perder de foco uma estratégia bem definida de diferenciação no mercado mundial. Durante o período que estivemos juntos, a empresa gerou empregos, conhecimento, patentes e novos produtos que trazem maior qualidade de vida à sociedade. No final, a Bug e sua tecnologia foi disputada por empresas de todo o mundo. O Criatec cumpriu o seu propósito ao ajudar os empreendedores a transformarem suas idéias em uma empresa, gerando valor a seus acionistas. E agora, nessa nova etapa, os produtos e ideias da Bug serão usados em plantações de todo o mundo”, reafirma.

Com amplo reconhecimento internacional, a empresa foi eleita pela revista Fast Company (EUA) como a mais inovadora do Brasil em 2012 e a 33ª no mundo. No mesmo ano recebeu o World Technology Award na área de sustentabilidade de veículos como CNN, Time, Science e Fortune . Em 2013, ela se tornou a primeira empresa da América Latina a integrar o grupo Pioneiros da Tecnologia do Fórum Econômico Mundial.

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Santander e HDI se unem para criar seguradora de automóveis totalmente digital

O Santander Brasil, banco líder em financiamento de veículos no País, e a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do mercado, assinaram hoje uma parceria para a emissão, oferta e comercialização de seguros de veículos. A operação prevê a criação de uma joint venture, que receberá o nome de Santander Auto. A nova empresa será detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações, sociedade controlada pelo Banco, e 50% pela HDI.

A Santander Auto irá funcionar de forma 100% digital e reforçará a posição líder do Banco no mercado de crédito para a compra e venda de veículos e na comercialização digital, com a Webmotors. O Santander detém 22,5% de market share no financiamento de veículos. E, até o fim de setembro, sua carteira de crédito de veículos para pessoa física registrou de crescimento de 16,3%, em 12 meses, e de 5,4% no trimestre, para R$ 34,4 bilhões. A HDI seguros, por sua vez, tem se destacado no mercado segurador como uma das mais inovadoras e digitais empresas do setor, registrando um crescimento médio anual de 13,8% nos últimos 5 anos.

“A parceria com a HDI nos permitirá lançar uma nova empresa, que oferecerá aos clientes produtos inovadores e utilizará a força dos canais de venda do Santander para comercializá-los, de forma a estimular ainda mais o segmento”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil. “Queremos estabelecer novos patamares de serviços neste mercado e disponibilizar aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro.”

Para Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros, a joint venture representa o fortalecimento da companhia no ramo automotivo. “Somos especialistas em seguro para automóvel e um dos principais players do mercado. Nosso desafio para os próximos anos é elevar à máxima potência os negócios nesse ramo, com um olhar atento para o novo, e a parceria com o Santander é um importante passo nesta direção. As pessoas querem cada vez mais mobilidade e simplicidade. A nova seguradora traz esses atributos com muita força e de forma totalmente digital”, explica Riedel.

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, entre elas a obtenção das autorizações regulatórias pertinentes.

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IBM ajuda a construir o futuro da América Latina com Inteligência Artificial, Cloud e Blockchain – Por Ana Paula Assis

Nos últimos anos, vimos empresas de todo o mundo se reinventando digitalmente, transformando seus modelos de negócio e criando novas experiências para seus clientes. As inovações que antes levavam meses para chegar ao mercado hoje ocorrem em apenas poucos dias.

A América Latina não está alheia a este movimento. Segundo o IDC, somente nos 2 últimos anos, o investimento em inteligência artificial triplicou na região e o investimento mundial em sistemas cognitivos e inteligencia artificial chegará a 42 bilhões de dólares em 2020.

O combustível deste fenômeno é o mar de dados. Atualmente são gerados mundialmente 2,5 bilhões de gigabytes por dia, o equivalente a 170.000 jornais distribuidos a cada uma das 7 bilhões de pessoas em todo mundo. Até 2020, este número aumentará exponencialmente.

Desta forma, os dados são o novo recurso natural do século XXI; mas também podem ser um problema. Isso porque 80% dos dados não são estruturados, ou seja, são invisíveis aos sistemas computacionais tradicionais e, por isso, não são explorados de maneira adequada.

Quem terá vantagem competitiva neste mundo onde praticamente todos são digitais? Aqueles que tenham capacidade de gerenciar esses dados de maneira inteligente para tomar decisões assertivas – que representam hoje somente um terço das decisões tomadas. A inteligência artificial pode gerar esta capacidade de encontrar informação útil dentro dos ‘dados obscuros’, ou seja, gerar valor nesses dados invisíveis.

Na América Latina, a IBM já está ajudando centenas de empresas de todos os tamanhos a tirar proveito das soluções de inteligência artificial empresarial, associadas ao expertise de indústria, para transformar seus própios negócios. De fato, 2017 foi O ano da adoção de IBM Watson na nossa região. Dezenas de casos reais em saúde, educação, varejo, bancos, assim como no turismo, cultura e outras áreas, evidenciam o poder da inteligência artificial para redefinir as indústrias e profissões, além de capturar oportunidades que eram impensadas até agora.

Essa tendência é apenas o começo. Um recente estudo da IBM mostrou que 50% dos CEOs planejam adotar computação cognitiva até 2019. Queremos que cada empresa e cada profissional possam aproveitar ao máximo todo conhecimeto gerado pela imensidade de dados produzidos todos os dias.

Por isso, a IBM está impulsionando a transformação das empresas na América Latina com a inteligência artificial, a computação em nuvem e blockchain, com convicção de que as organizações que coletam, armazenam, administram e processam dados têm a obrigação de tratá-los com responsabilidade.

A confiança e transparência são os ativos mais valiosos na operação de toda instituição. Na IBM, levamos essa confiança muito a sério, gerenciando os dados dos nossos clientes com base em práticas e princípios éticos.

Também estamos conscientes da necessidade de desenvolver novas capacidades e conhecimentos nos profissionais de hoje e de amanhã, para que possam capitalizar todos os benefícios que estas tecnologias trazem. Segundo dados do World Economic Forum, 65% das crianças que estão na escola primária hoje trabalharão em empregos que não existem atualmente.

A atuação conjunta das instituições públicas e privadas em educação na América Latina será de vital importância para aproveitar as oportunidades que surgirão em um futuro muito próximo. Para isso, já estamos trabalhando com instituições como Saint Paul, no Brasil, e Innova Schools, com a Cognitiva, no Peru, com objetivo de ajudar a redesenhar esses “skills”, utilizando capacidades de inteligência artificial.

Este ano celebramos nosso centenário na América Latina. En 1917 nos tornamos a primeira sede da IBM fora dos Estados Unidos. Durante esses 100 anos, contribuímos com as transformações e avanços da região, comprometidos com o progresso das organizações e da sociedade. Para nós, 2018 já começou e estamos preparados para acompanhar as empresas da região a construir uma nova era de conhecimento e crescimento exponencial: a era cognitiva.

Ana Paula Assis, Gerente Geral da IBM América Latina

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Pela primeira vez, Impostômetro da ACSP registra R$ 2,1 trilhões; marca será alcançada amanhã, às 8h

Nesta quinta-feira (21/12), por volta das 8 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) baterá um recorde e chegará à marca de R$ 2,1 trilhões. O valor projetado abarca todos os tributos (impostos, taxas e contribuições) pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para a União, os estados e os municípios.

Para 31/12/17, a estimativa da ACSP é de que o painel alcance valor próximo de R$ 2,170 trilhões, o que representa elevação de 8,4% em relação à arrecadação total de 2016 (em 31/12/16, o painel marcou R$ 2,004 trilhões). Os números informados pelo Impostômetro são nominais (sem descontar a inflação). “O que mais contribuiu para esse aumento de um ano para o outro foi a retomada da atividade econômica, principalmente do setor industrial, que, quando está em expansão, recolhe mais tributos”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele aponta outros dois fatores para o resultado de 2017: a elevação de alíquotas no primeiro semestre deste ano e a inflação. “Quando os produtos e serviços ficam mais caros, o valor arrecadado em imposto também cresce. Mesmo com recuos em 2017, a inflação ainda está em patamar elevado. A mordida maior do Leão afasta a necessidade de aumentos ou recriação de impostos e reforça a urgência de se administrar melhor os gastos ”, finaliza Burti.

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Rede colaborativa reduz impacto do Fisco

Antecipar-se às novidades do Fisco. Essa é a meta de muitos profissionais das áreas que lidam diretamente com a instituição fiscal. Mas diante da complexidade do sistema tributário brasileiro, são poucas as empresas que conseguem antecipar ações que visem diminuir o impacto das constantes mudanças da legislação tributária. No entanto, um grupo de profissionais está conseguindo êxito mesmo com toda a dificuldade do sistema. Trata-se do GUS – Grupo de Usuários SYNCHRO.

Sempre que o Governo lança uma nova regra ou atualização que impactará na governança fiscal e tributária das companhias, é comum surgirem questionamentos sobre a adaptação. Para suprir essa necessidade, o GUS serve como um dos canais que a SYNCHRO utiliza para esclarecer as dúvidas dos clientes.

Para o Vice Coordenador do GUS, Renato Lima, o grupo tem ajudado a entender as consequências das mudanças legais nas operações de cada empresa. “Eu consigo me antecipar às mudanças que terei que fazer nos sistemas e como coordenar essas mudanças com os demais projetos em andamento”, afirma Lima, que é Coordenador de Projetos da Xerox. Além de mitigar possíveis impactos nos negócios, para o executivo, o grupo ajuda a “identificar a melhor solução a ser oferecida usando o sistema disponível”.

Nos encontros, o grupo dá feedbacks sobre a linha de produtos, apontando suas dificuldades em determinadas soluções e projetos, ajudando a empresa a propor melhorias e atender a demanda dos negócios.

Segundo Renato Lima, o GUS acaba se tornando uma ferramenta de aperfeiçoamento das soluções oferecidas pela SYNCHRO. “Recentemente, enfrentamos dificuldades com a implementação da EFD Reinf. Apontamos as possibilidades de melhorias e o retorno da SYNCHRO foi rápido e muito satisfatório”, comenta Lima. Outro benefício do GUS para o executivo é a possibilidade de se criar um networking que ajuda na troca de experiências, conhecimentos nas áreas fiscais, negócios e de TI.

Para o Gerente de Projetos da SYNCHRO, Wildemberg Prado Lopes, a interação do grupo ajuda a empresa a aperfeiçoar o produto. “No caso da EFD Reinf, criamos um conjunto de soluções para atender as solicitações do grupo e a aceitação da tecnologia foi quase unânime”, diz Lopes. O Gerente ressalta que o resultado da ação foi satisfatório para ambas as partes, pois além de atender as necessidades dos clientes, também foi importante para o aperfeiçoamento do produto. “O GUS é uma ótima ferramenta para nos orientar a seguir o melhor caminho”.

Sobre o GUS

O GUS – Grupo de Usuário da SYNCHRO – foi criado em 2010 com o objetivo de ser um canal para trocar experiências e tirar dúvidas sobre as atualizações do Fisco e sobre as soluções da SYNCHRO. Por meio de conference call e encontros presenciais, os membros do grupo podem ampliar o networking, discutir as novidades do cenário tributário, fiscal, negócios e de TI, além de compartilhar ideias e conhecimentos.

A interação do Grupo tem ajudado as empresas a se manterem atualizadas e se adaptarem às obrigatoriedades dentro do prazo estipuladas pelo Governo. Em mais de 7 anos de atividades, o GUS já abordou mais de 150 temas diferentes e possui 60 empresas e 240 usuários.

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Mercedes-Benz firma sociedade com o TruckPad, aplicativo de carga

A Mercedes-Benz se associa ao TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga. Oficializada no mês de dezembro, a parceria reconhece os benefícios que a startup pode trazer para a maior fabricante de veículos comerciais da América Latina, de forma rápida e informal, usando de sua expertise em tecnologia, logística e inteligência de mercado.

O TruckPad vem, desde 2013, promovendo a inclusão digital nas estradas brasileiras e revolucionando o sistema de transporte de cargas no país, o que resulta em aumento da produtividade deste setor e a consequente melhoria da qualidade de vida desses caminhoneiros autônomos, que são os verdadeiros “empreendedores das estradas” (só para dar uma ideia de grandeza, são mais de 1 milhão rodando pelo Brasil).

Empresas de transportes, indústrias, atacadistas e comerciantes se beneficiam do trabalho do TruckPad, que traz considerável melhoria na performance logística de seus clientes – aumentando o nível de serviço operacional e reduzindo custos com transporte de cargas. Isso é possível porque a plataforma elimina atravessadores neste processo de contratação. “Somos uma plataforma disruptiva”, afirma Carlos Mira, idealizador do aplicativo.

Do outro lado, caminhoneiros chegam a faturar até 50% a mais com seus caminhões quando passam a utilizar o app para localizar um próximo frete. “Pelo aplicativo eu peguei uma carga por R$ 1.500,00 de frete. Nas agências de carga, por este mesmo transporte, os atravessadores pagavam apenas R$ 1.100,00”, comenta o motorista Ademir Rogerio Hofmann, de Porto Alegre.

Por ser o primeiro e maior marketplace de contratação de caminhoneiros do país, o TruckPad possui um enorme banco de dados com informações sobre os motoristas de caminhão que circulam por todo o país. A inteligência do app consegue mapear e saber muito sobre o comportamento dos caminhoneiros nas estradas, suas necessidades e preocupações. Atualmente, são mais de 600 mil downloads do app e mais de 8 mil empresas que utilizam essa plataforma.

Com uma grande quantidade de informações na nuvem, o TruckPad proporciona às grandes indústrias do setor, serviços de relacionamento com os motoristas nas estradas. Tudo é feito de forma assertiva e geolocalizada.

“A Mercedes-Benz entende os benefícios que o TruckPad pode trazer: nós temos o mote ‘As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve’ e o aplicativo é a ferramenta que operacionaliza a captação das opiniões e sugestões dos caminhoneiros nas estradas e faz a interface com a marca – além de ser um canal onde caminhoneiros podem, no conforto de sua cabine do caminhão, comprar peças e serviços online. Inclusive, em pesquisa realizada pelo Estadão com mais de 1500 motoristas no aplicativo TruckPad, a Mercedes-Benz foi citada como a marca mais desejada e lembrada pelos profissionais do volante”, afirma Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

A parceria entre as duas empresas existe desde 2016, com a participação do TruckPad no programa de aceleração Startup AutoBahn, um canal de via rápida de relacionamento das empresas do grupo com startups. Na ocasião, o TruckPad concorreu com cerca de 300 outras empresas e ficou entre os oito finalistas, sendo o único brasileiro.

“A nossa visão é continuar criando soluções para o dia a dia dos motoristas nas estradas”, finaliza Mira, comemorando este momento da empresa.

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CommScope recebe o prêmio Network Transformation 2017

A CommScope, empresa líder na área de soluções para infraestrutura de redes, anuncia a conquista do prêmio Layer123 Network Transformation Awards, na categoria “melhor lançamento”, pelo seu desenvolvimento de antenas compactas de painel plano em frequências licenciadas. A premiação internacional reconhece os casos de sucesso no avanço da indústria, reconhecendo a inovação focada em redes de trabalho definidas por software (SDN) e virtualização de funções de rede (NFV).

Até agora, as antenas compactas de micro-ondas de painel plano não eram compatíveis com as redes backhaul móveis, devido aos custos e problemas de rendimento associados a elas. Porém, a CommScope modificou esse panorama com o lançamento de modelos menores e de maior ganho, antenas de painel plano que não só satisfazem as especificações de rendimento ETSI Classe 3, como as superam em muitas áreas, com padrões de radiação típicos de Classe 4 e uma eficiência extremadamente alta.

“As implementações de cabos de fibra para backhaul continuarão crescendo, e essa é uma área de negócio forte para a CommScope”, destaca Derren Oliver, diretor de desenvolvimento comercial da unidade de Microwave Systems na CommScope.

Com a evolução do 5G as operadoras estão densificando suas redes e implementando células pequenas em áreas urbanas. Estas áreas representam desafios para o retorno de micro-ondas, devido às diferentes arquiteturas e gargalos wireless.

Por esta razão, o mercado atual de telecomunicações está cada vez mais competitivo. Tentam inovar em soluções que resolvam os desafios que o futuro apresenta e esse é um trabalho no qual a CommScope foi reconhecida.

“Diferente de qualquer outra antena plana atualmente disponível no mercado, os novos modelos da CommScope têm alta eficiência de abertura (ganho) e tipicamente padrões de radiação de Classe 4 em bandas de frequência licenciadas, além de também minimizar o impacto estético em áreas urbanas. Estão disponíveis em tamanhos nos quais é possível integrar facilmente pacotes de rádio de micro-ondas”, acrescenta Oliver, da CommScope.

O Network Transformation Awards destaca as pessoas e empresas mais inovadoras da indústria, reconhecendo seus maiores sucessos na tarefa de impulsionar a transformação das redes no último ano. Os concorrentes são julgados de forma independente por um grupo analistas de destaque, convidados pelo “SDN NFV Congress Analyst Partners”, e são avaliados em função dos critérios publicados utilizando um sistema de pontos ponderados para garantir consistência, profundidade e rigor na análise.

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