ESPM aproxima estudantes do mercado de Big Data

ESPM aproxima estudantes do mercado de Big Data

Inovação é a palavra-chave do século XXI. Com tantas opções de serviços, criação de startups e avanço tecnológico nos mais variados setores, o Brasil busca opções para surfar essa onda mundial. De olho nessa tendência, a ESPM, referência no setor de educação, inovou ao promover o encontro “Transformação digital e as Revoluções por meio dos dados’’, evento de fechamento do semestre letivo que contou com a presença dos estudantes do curso TECH e três especialistas de negócios da Teradata América Latina: Fausto Novaes, consultor especializado no mercado financeiro; Mauricio Andrade de Paula, consultor responsável pelas indústrias de varejo e manufatura; e Wenceslao Gorchs, consultor à frente dos projetos de Telecomunicações.

Segundo Mauricio Pimentel, coordenador de parcerias do curso TECH da ESPM, “esse tipo de evento é capaz de trazer uma proximidade com o mercado, agregando visão de negócio e casos de uso que normalmente o professor não tem condições de apresentar na sala de aula, mostrando aos estudantes a realidade que é vivida na indústria por quem está ao lado de um grande banco, um varejista com milhares de lojas ou uma gigante da Telecom, por exemplo”.

Para os especialistas da Teradata, essa é uma oportunidade de ajudar na preparação desses novos profissionais para os desafios reais do Big Data e Análise de Dados, acelerando o aumento do grau de maturidade do mercado nacional nestes temas. De acordo com o time da Teradata, “esse tipo de prática é muito comum nos EUA e em outras regiões de atuação da Teradata no mundo e pode ajudar os estudantes brasileiros a chegarem mais preparados para encarar as chamadas ‘dores de mercado’ que o atual cenário nacional e internacional apresenta, gerando muito mais inovação do que vemos hoje”.

Para os especialistas da empresa americana, o principal ponto é que os estudantes ingressem no mercado de trabalho com uma visão analítica de negócios já bem treinada, levando ao aumento da maturidade analítica do mercado brasileiro, independentemente da vertical de atuação.

Pimentel também ressalta que “apesar da distância de maturidade entre o mercado brasileiro e o americano, hoje algumas instituições de ensino buscam deixar para trás o estilo de formação tradicional, investindo em práticas reais de mercado”. De acordo com o coordenador, “esse tipo de evento nos ajuda a entregar ao mercado de trabalho profissionais que ainda são júniores, porém, com uma visão e entendimento de que, no setor de Tecnologia da Informação atual, as empresas compram soluções de negócios e não mais o tradicional ‘bits e bytes’”.

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