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Pesquisa global: líderes empresariais estão otimistas em relação ao aumento da força de trabalho criada pela automação inteligente

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Empresas devem adotar a automação inteligente nos próximos três anos caso queiram se diferenciar pela inovação. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa global encomendada pela Avanade, consultoria líder em soluções digitais inovadoras. O levantamento, realizado com 400 executivos C-Level e 400 tomadores de decisão em TI, também indica que metade dos líderes globais, ao contrário do senso comum, acredita que a automação inteligente aumentará a força de trabalho humano, ao invés de substituir empregos.

“Na realidade, muitas empresas já estão experimentando um forte aumento na produtividade a partir da automação inteligente, que oferece uma nova oportunidade para superar a concorrência”, afirma Rodrigo Caserta, Country Manager da Avanade Brasil.

Entre os entrevistados, 79% reconhecem que a resistência interna à tecnologia de automação inteligente é um inibidor para a sua implementação. No entanto, os líderes empresariais devem superar as questões culturais para impulsionar o crescimento futuro.

Outros dados da pesquisa:

31% das organizações já estão usando automação inteligente e a previsão é que, até 2020, o dobro das empresas adote esta tecnologia;

86% dos líderes empresariais globais acreditam que sua organização deve implantar a automação inteligente nos próximos cinco anos para tornarem-se líderes em seus setores;

De acordo com alguns líderes empresariais globais, os principais benefícios da automação inteligente serão a produtividade (50%) e um melhor time-to-market (45%);

Quase metade dos líderes empresariais globais (43%) acredita que a automação inteligente possibilitará que mais trabalhadores estejam disponíveis para concentrar em tarefas complexas e, sobretudo, em inovação.

A pesquisa também alerta que é preciso adotar novas habilidades para permanecer relevante no setor de automação. Quase dois terços (60%) dos líderes empresariais pesquisados acreditam que a compreensão de tecnologias novas e emergentes, como a Inteligência Artificial, e a capacidade de gerenciar uma força de trabalho especializada, serão mais importantes para a competitividade nos próximos cinco anos do que as especializações tradicionais, como vendas e marketing.

Segundo Rodrigo Caserta, “os líderes reconhecem o potencial de automação inteligente para acelerar a produtividade, gerando mais valor nos dados e informações, e liberando o funcionário de tarefas repetitivas para se concentrar em atividades que exigem intervenção humana e/ou valor agregado, como a inovação”.

“Para permanecerem relevantes, os líderes precisam ampliar sua visão de automação, e devem educar os funcionários sobre o enorme potencial de se gerar novas capacidades nos âmbitos prossissional e pessoal. Os líderes mundiais já ultrapassaram o fator medo na relação entre humanos e máquinas. Agora, os funcionários precisam ser estimulados.”, afirma Caserta.

A Avanade recomenda que os líderes tenham um roteiro no local para ajudar a orientar as conversas de alto nível, bem como as discussões em relação ao que significa a automação inteligente para a força de trabalho.

A automação inteligente foi definida para os entrevistados como uma forma de inteligência artificial onde as máquinas simulam a aprendizagem, a tomada de decisões e as ações dos seres humanos por meio da inteligência habilitada pelos serviços avançados de análise e cognitivos. Exemplos de automação inteligente incluem chat bots, reconhecimento de objeto / voz e processamento de linguagem natural.

Para ter acesso à pesquisa completa, visite: Avanade – Automação Inteligente

Sobre a Pesquisa Global

A pesquisa online da Avanade foi realizada entre maio de 2017 e junho de 2017 pela Wakefield Research (www.wakefieldresearch.com), empresa de pesquisa independente. Foram pesquisados 400 executivos de C-Level e 400 tomadores de decisão de TI nos EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá, Itália, Alemanha, Japão e Suécia. Um total de 3.000 consumidores (1.000 por mercado) também foi pesquisado na Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido.

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